23 de junho de 2026

Arminio Fraga: “No genérico”, plano econômico de Marina não tem diferença de Aécio

 
Jornal GGN – Em entrevista ao Jornal O Globo, o economista de Aécio Neves (PSDB), Arminio Fraga, confirmou que as ideias de Marina no plano econômico não tem diferenças das de Aécio. “Vamos ver na prática se ela for eleita”, completou.
 
Sobre a teoria do Banco Central independente, no papel de ambos os candidatos a presidência, o economista afirma que é um “absurdo o que fizeram para atacar” a candidata do PSB, e argumentou que Aécio nem tentou desmontar os argumentos do PT de que essa autonomia só interessa aos bancos.
 
Disse, ainda, que atual modelo econômico só faz remendos e que “não dá para o governo só fazer bondade”.
 
De O Globo
 
 
Chefe da equipe econômica do candidato à Presidência Aécio Neves promete acabar com fator previdênciário de ‘forma responsável’
 
Por Alexandre Rodrigues e Clarice Spitz
 
RIO — Em busca de um lugar no segundo turno, Aécio Neves (PSDB), prometeu uma “forma responsável” de acabar com o fator previdenciário. Em entrevista ao GLOBO, o chefe da equipe econômica dele, Arminio Fraga, diz que é possível, mas só se economia crescer.
 
Ainda acha possível para Aécio chegar ao segundo turno?
 
Claramente não é fácil, mas é possível uma concentração da atenção do eleitor na reta final. Aécio está tentando se diferenciar de Marina, mas a postura é muito diferente da do PT, que é até truculenta.
 
Qual é o desafio da economia no longo prazo?
 
Fazer conta, encarar a realidade e, se for preciso, fazer algum ajuste. É uma ilusão postergar tudo. Não dá para (o governo) só fazer bondade. A gente não consegue transformar o Brasil numa Noruega por decreto. Vamos ter que trabalhar muito, educar muito. É preciso fazer o melhor uso possível dos recursos em vez de colocar um remendo aqui ou ali e esperar as coisas se resolverem.
 
Mas Aécio promete várias bondades, como o fim do fator previdenciário. Não é contraditório com seu diagnóstico?
 
Salário mínimo e Previdência são questões importantes no longo prazo, que precisam ser discutidas, mas precisamos ver o todo. Só ficar listando bondades já sabemos que não dá certo. É possível mexer no fator previdenciário? É, mas não tem dinheiro sobrando. Só vai ter se o Brasil crescer. O modelo atual não está funcionando. Quer mais dinheiro para fazer bondade? Organiza a economia para crescer. O crescimento permite esse tipo de coisa. Posso querer distribuir mais dinheiro para os mais velhos agora, mas vou tirar das crianças? É de opções que estamos falando. Não é possível ter tudo ao mesmo tempo. Com uma economia mais arrumada, que possa crescer mobilizando o capital privado, é possível distribuir mais porque teremos mais. Mas não podemos ter medo de arrumar a casa.
 
O ambiente eleitoral dificulta o debate econômico?
 
Dificulta totalmente. A tentação populista é enorme. Isso precisa de alguma forma ser enquadrado. Mas o que atrapalha é o populismo, não as eleições, que é um momento glorioso da democracia. Por favor, registra isso porque, com o grau de mentira que há nesse debate hoje, o pouquinho que chegou perto de mim me deixou enojado.
 
Por que um candidato como Aécio não consegue desmontar argumentos do PT como o de que um BC independente só interessa aos bancos?
 
Acho que ele nem tentou.
 
Deveria?
 
Talvez. É um absurdo o que fizeram para atacar Marina, que falou em BC independente, mas certamente pensando no modelo de autonomia, como uma agência de governo.
 
Qual a sua opinião?
 
Sempre defendi autonomia operacional do BC como um bom modelo. Inflação baixa é um bem público. Aécio já deixou claro que vai, logo de cara, dar ao BC autonomia para perseguir uma meta de longo prazo que ele vai determinar. Ele não é fechado a transformar em lei (depois).
 
Marina se cercou de economistas com ideias parecidas com as do PSDB. Há uma diferença clara em relação a Aécio nesse campo?
 
No genérico não. Vamos ver na prática se ela for eleita. Essas ideias não são propriedade de ninguém, né? Vamos parar com essa história…
 
Participaria de um governo dela?
 
Estou totalmente comprometido com Aécio, a campanha está viva. Se ele por acaso não chegar lá, não pretendo ir para o governo.
 
O que investidores internacionais com quem fala pensam de Marina?
 
Não há opinião formada. Há curiosidade sobre como ela governaria sem base política, essa ideia de maiorias temáticas e gestos na direção de democracia direta.
 
Para o mercado, o mais importante é Dilma não se reeleger?
 
Essa é a força dominante. E não só no mercado financeiro. É uma percepção da economia como um todo.
 
Sem Aécio, Marina é melhor que a reeleição da Dilma?
 
Pelas pesquisas, é a opinião da maioria. E certamente é a minha.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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23 Comentários
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  1. carlos afonso quintela da silva

    21 de setembro de 2014 12:26 pm

    Este cara esteve no governo

    Este cara esteve no governo FHC  e só fez cagadas.Levou-nos a um repique inflacionário e foi submisso ao FMI. Como pode agora ter idéias boas se nunca as apresentou enquanto era autoridade monetária? Tenho convicção de que as medidas que implementará, queimarão  nossas reservas. Passaremos de credores do FMI a mendigos submissos a este organismo internacional e aos EUA. O indivíduo claramente sempre esteve a serviço da banca internacional. Que o Aécio Neves sempre esteve aolado dos entreguistas nunca tive dúvidas, mas a Marina, agora comparada a Aécio, para mim é novidade.

  2. JB Costa

    21 de setembro de 2014 12:44 pm

    Pois é. O que tem a dizer os

    Pois é. O que tem a dizer os adeptos da “canidatura” (roayalties para Aécio Neves) Marina acerca disso? 

    De minha parte nunca tive dúvidas  sobre isso. O ideário econômico-social-político da Marina e do tucanato na essência é o mesmo. As diferenças são perfumarias. Só no “embrulho” do pacote: mais florido(“e viva a natureza!”), recheado de semântica voluntarista-sonhática-enigmática-metafórica(traduzindo: muita enrolação). 

  3. Fabio Passos

    21 de setembro de 2014 12:55 pm

    10 entre 10 bonecos da banca preferem marina…

    … e ainda tem quem negue que ela serve aos miliardários vagabundos do mercado financeiro.

     

    Tire as mãos do dinheiro do povo, marina!!!

  4. IV AVATAR

    21 de setembro de 2014 1:00 pm

    Ai vc escolhe se quer o genérico ou o similar…kkkk

    Medicamento Genérico

    Quando a patente expira, a legislação brasileira permite que outros laboratórios passem a fabricar o medicamento inovador, desde que comercializados pelo nome de seu principio ativo.

    Para lançar um medicamento genérico, a empresa deve provar à ANVISA que seu produto é uma cópia do medicamento inovador, e que atende às normas dos órgãos regulatórios. Dessa forma, o genérico deve ter o mesmo fármaco, na mesma quantidade e forma farmacêutica do medicamento de referência.

    O genérico possui a mesma eficácia do medicamento inovador, mas, como não houve gastos com pesquisas, eles custam, no mínimo, 35% a menos do que os remédios de marca. Isso não quer dizer não são realizados estudos, pois é necessário garantir a bioequivalência do genérico em relação ao medicamento de referência.

    Bioequivalência é a demonstração de equivalência farmacêutica entre os medicamentos apresentados sob a mesma forma farmacológica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípios ativos e que tenham biodisponibilidade (velocidade e a extensão  de absorção de um princípio ativo em uma forma farmacêutica, a partir de sua curva concentração / tempo na circulação sistêmica ou sua secreção na urina) quando estudados sob experimentos similares.

    Os medicamentos genéricos possuem regras de venda: não podem ser vendidos sob nome comercial, sendo que em sua caixa deve constar a denominação química do princípio ativo, além da tarja amarela com a frase “Medicamento genérico – Lei 9.787/99”.

    A política de genéricos no Brasil foi criada a fim de ampliar o acesso da população aos medicamentos. O foco principal dos genéricos vendidos hoje são as doenças crônicas, como a hipertensão e o diabetes. Hoje, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genérico), é possível comprar medicamentos com valores até 65% menores do que antes da que permite a venda de genéricos e similares.

    Medicamento Similar

    Assim como ocorre com o medicamento genérico, o similar tem o mesmo principio ativo, concentração, forma farmacêutica, administração e indicação terapêutica do medicamento inovador, mas é vendido com outro nome comercial. Contudo, de acordo com a legislação vigente, parte dos medicamentos similares podem não possuir comprovação de bioequivalência com a droga inovadora, mas todos devem ser submetidos a testes pela ANVISA.

    A obrigatoriedade de estudos de equivalência farmacêutica surgiu através da RDC 134/03, em 2003. Foi determinado que 21 princípios ativos específicos apresentassem comprovação de bioequivalência naquele ano, e os demais têm até 2014 para apresentar seus resultados à ANVISA.

    Da mesma forma que um medicamento de marca, a droga similar é vendida com um nome fantasia, que vem estampado em sua embalagem seguido de seu princípio ativo.

    Como sua fabricação exige custos menores do que a de um medicamento inovador, o similar tende a ser mais barato. Dos 11 mil medicamentos registrados na ANVISA, estima-se que cerca de oito mil são similares.

    Referências

    Boa Saúde – http://www.boasaude.com.br

    Bibliomed – http://www.bibliomed.com.br

    Pfizer – Manual: Medicamentos de Marca, Genéricos e Similares. Novembro de 2012

    Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA –http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home. Acessado em 04 de março de 2013

  5. CELSO ORRICO

    21 de setembro de 2014 1:10 pm

    o que eles querem..

    Arminio , seu patrão Soros e sua turma não querem nada mais que a chave do cofre..Aécio não consegue desmontar  os argumentos do PT pq ele não tem competência para tal e tb o povo já não aceita mais um Governo entreguista como foi o deles durante os anos FFHHCC..os brasileiros não são paulistas que sofrem calados durante 20 anos e agora sem água ainda presenteia o desgoverno de lá com vitória no primeiro turno..querem sofrer, que sofram sozinhos..

    1. Verita

      21 de setembro de 2014 1:50 pm

      Vítimas ou cúmplices?

      Celso, um reparo. Qto vc diz que os paulistas sofrem calados os coloca como vítimas. Eles não são vítimas. São cúmplices.

    2. Verita

      21 de setembro de 2014 1:50 pm

      Vítimas ou cúmplices?

      Celso, um reparo. Qto vc diz que os paulistas sofrem calados os coloca como vítimas. Eles não são vítimas. São cúmplices.

      1. CELSO ORRICO

        21 de setembro de 2014 3:09 pm

        concordo Verita

        quem cala consente, a omissão do povo estadunidense transformou aquele País no mais odiado do mundo..a omissão tb é uma forma de cumplicidade..

    3. Luiza

      21 de setembro de 2014 4:10 pm

      Celso, sou paulsta e concordo

      Celso, sou paulsta e concordo com voce. Essa desgraça que é o PSDB está agui há tanto tempo que parece ter virado o xodó desses paulistanos [despolitizados e mesquinhos].  Com Paulo Mafuf foi o mesmo xodó, infelizmente.

      SP está desiquilibrando a reeleiçao da Dilma por absoluta falta de consciencia política  e dando com as costas para o resto do Brasil. É uma minoria que entende o projeto  – “O Brasil para os brasileiros”.

      Triste é que essa irresponsabilidade dos paulistanos torna cada vez mais real o risco de um retrocesso para o país inteiro.

      Nao se discute mais política, programa de governo. O discurso  aberto é no sentido  do “voto útil ou estratégico” com o único proprósito de tirar os trabalhistas do poder, Isso é que está motivando maioria dos paulistanos, e fica ifícil apelar para a razao quando a cegueira e o ódio {irracional} está na mente da pessoa. Nao aceitam os fatos. Nunca vi tanta irracionalidade junta.  O trabalho da mídia tornou a maioria refratária ao extremo. 

      O maior erro: faltou a educacaçao política junto com a melhora social.

       

       

       

      1. CELSO ORRICO

        21 de setembro de 2014 6:40 pm

        Luiza,

        Luiza concordo com vc, foi o maior erro do PT não ter incentivado a formação política em paralelo a ascensão social criou-se uma “classe média” de consuimidores ao invés de uma classe trabalhadora com bem define Marilena Chaui..

        infelizmente os Paulistas tb são fruto desse erro, só que ne caso fomentado pela direita..de qualquer forma a diferença de Dilma para Marina tem caído e até o dia da eleição a continuar nesse ritmo a coisa pode virar..

        Abraços

  6. CB

    21 de setembro de 2014 2:45 pm

    “arrumar a casa”. Sempre a

    “arrumar a casa”. Sempre a mesma ladainha, mas tem gente que ainda cai nesta lábia.

  7. João Maria Fernandes de Sousa

    21 de setembro de 2014 2:48 pm

    A única diferença é que com

    A única diferença é que com Aécio o BC seria entregue ao Citybank ou HSBC, já com Marina é quase certeza ficar nas mãos do Itaú.

    “Para o mercado, o mais importante é Dilma não se reeleger?

    Essa é a força dominante. E não só no mercado financeiro.”

    Clara e cristalina, eis Nassif uma das razões para Dilma “perder o apoio da indústria”… é a banca nefasta que não a quer Mouro, e não um empresário que acredite no Brasil e nos brasileiros.

    Ainda me pergunto, até agora, como pessoas esclarecidas, por ex. Gunther e Argolo, ainda defendem tão ardorosamente a aventura irresponsável marinesca, tá começando a parecer com uma seita a lá Jim Jones: “ela é nossa pastora, só ela nos salvará… a morte não importa, é apenas um rito de passagem para o Nirvana que ela nos disse existir sob sua aura”. 

  8. Caetano.

    21 de setembro de 2014 3:24 pm

    Ótima notícia. Varrendo Dilma

    Ótima notícia. Varrendo Dilma do poder, o Brasil poderá ter um governo que propicie crescimento, que não demonize os empresários.

    1. alfredo machado

      21 de setembro de 2014 4:37 pm

      Empresários

      Caetano,

      Gianetti é adepto da tese de que a indústria chora por vício, não por necessidade. “Acho que a indústria deve se preparar para uma operação desmame. Ela está acostumada a chorar e ser atendida”. 

      O que seria uma operação desmame ? 

      1. Caetano.

        21 de setembro de 2014 7:13 pm

        Sim, os empresários choram.

        Sim, os empresários choram. Assim como os trabalhadores. Faz parte de nossa natureza. Você já presenciou a cena de alimentar apenas uma vaca dentro de um curral? Imediatamente todas começam a mugir. Quando o governo seleciona seus queridinhos para financiar, a reação é a mesma. Com política de apoio firme (mas sem socialização do prejuízo) e estabilidade das regras (para isso são necessárias agências de regulação sem aparelhamento), haverá boa resposta do empresariado.

        1. Ricardo JC

          21 de setembro de 2014 10:16 pm

          Só me diga quando isto

          Só me diga quando isto aconteceu na história deste país? Por que durante os oito anos de FHC isto não aconteceu?

          O que você escreve e repete tal qual um papagaio é a mais pura hipocrisia. O empresariado brasileiro jamais trabalhou pelo país. O Armínio Fraga está falando claramente para quem quiser ouvor…primeiro vamos fazer o bolo crescer para depois reparti-lo. Isto te lembra alguma coisa?

        2. Zanchetta

          22 de setembro de 2014 12:31 am

          Essa analogia com a vaca é

          Essa analogia com a vaca é por causa da FRIBOI e seu banco particular, o BNDES?

        3. IV AVATAR

          22 de setembro de 2014 1:02 am

          Não houve seleção de queridinhos, consulte o lucro do BNDES

          .

  9. alfredo machado

    21 de setembro de 2014 3:49 pm

    Neoliberalismo na veia

    Nassif,

    Como já foi dito, AFraga seria um péssimo ministro (aliás, super-ministro) para os que mais precisam.

    Se fez parte de um governo que, em seus longos oito anos, não teve a capacidade de fornecer ” uma lâmpada” para mais de 15 milhões de brasileiros, como esperar algo minimamente decente do economista para a classe baixa ? Não dá para acreditar e ele mesmo já alertou sobre o salário mínimo, que está muito alto, como todos sabem ( todos quem, carapálida?). AFraga tem falado sobre muitos pontos, sobre os quais a maioria dos que estivessem onde ele está não faria menção, está sendo transparente.

    O mesmo raciocínio cabe para os números programas sociais, que iriam pro beleléu ao longo de 10 ou 15 meses.

    Dizer que fará revisão do fator previdenciário, mas somente se sobrar dinheiro significa que ele não fará exatamente nada, ou melhor, poderá conceder 10% do que é retirado pelo FPrevidenciário e olhe lá. 

    O economista é um autêntico neoliberal, sugere como remédio o que qualquer um daquele grupo sugeriria, não é possível esperar de um neoliberal um programa como o Bolsa Família, ou tantos outros que estão a pleno vapor. 

  10. wendel

    21 de setembro de 2014 4:15 pm

    E então……………………..

    Estas armadilhas, que proclamam implementar caso eleitos, não funcionam mais!

    E nem deveriam, pois os incautos, com mais de 30 anos, devem saber muito bem o que foi o governo destes entreguistas/privatistas, que devem estar bilionários com os recursos oriundos das privatizações feitas por eles!

    Quanto a dizer que irão acabar com o fator previdenciário, pura lorota, pois foi no governo de FHC que o mesmo foi implantado, e os aposentados desde então, sofrem com este roubo descarado, que até agora vigora.

    O PT já há muito deveria ter acabado com ele, mas…………….

    Eu mesmo, sendo vítima desta maldição, jamais iria votar nestes entreguistas, para solucionar meus problemas pessoais, pois vejo muito claramente que nesta eleição o que está em jogo, é muito mais que isto.

    Trata-se de continuar mostrando que a liderança do Brasil no Mercosul, tem mostrado que não mais precisamos tirar os sapatos para entrar em nenhum País, muito menos quando formos pisar no Império!

    É por isto que devemos estar atentos, pois tudo farão para boicotar estas eleições, caso se prove o favoritismo do PT, pois os mercenários, agentes da Cia, e agitadores recrutados a soldo, estarão sempre à mão para desestabilizar este nosso País!

    Dividir para governar, já é de hoje, o metódo empregado por eles !!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

  11. Fábio de Oliveira Ribeiro

    21 de setembro de 2014 7:54 pm

    Armindo Fraga fez muita

    Armindo Fraga fez muita bondade para o mercado financeiro quando foi Ministro de FHC. Quanto ele lucrou pessoalmente com isto só ele sabe. O estrago que ele fez ao país os brasileiros é que pagaram. Ao invés de dar entrevista, este pilantra tinha que ser julgado dentro de uma jaula. 

  12. Flavio Martinho

    21 de setembro de 2014 11:11 pm

    Haja óleo de peroba (ainda

    Haja óleo de peroba (ainda tem isso?). Eles criaram o fator, o rombo na previdências,DIZEM, existe e agora promete acabar com ele. Só rindo.  Kkkkk

  13. altamiro souza

    22 de setembro de 2014 4:02 am

    portanto, armínio concorda

    portanto, armínio concorda com os que

    o chamam de nauFraga.

    quer retornar o tempo do fhc,

    quando os juros da selic  –

    não sei exatamente se na gestão dele,

    mas foi nessa época –

    que os juros chegaram a 45 por cento.

    e a economia ficou estagnada,

    com desemprego etc e tal.

    o caos.

    remet tb a um período mais doloroso,

    à era delfiniana da ditadura,

    em que a tática era fazer 

    o bolo crescer pra depois distribuir.

    neste caso,  nauFraga chama a distrribuição,

    a inclusão,

    de bondades.

    tá mais pra personagem de filme policial que mostra aqueles descarados escroques do mercado.

     

    – vide “inside job”, no you tube.

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