14 de junho de 2026

CIDE ou CPMF, ou como ler Delfim com bula

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O ex-Ministro Antônio Delfim Neto precisa ser lido com bula.

É de longe o maior conhecedor da economia brasileira. Nem se pode dizer que conte mentiras. Mas seguramente nem sempre conta toda a verdade, especialmente quando há alguns interesses empresariais em jogo, nos quais ele tenha interesse.

É o que leva a insistir na CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) – taxa que incide sobre os combustíveis fósseis – como melhor alternativa que a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

Delfim apresentou todos os argumentos favoráveis à CIDE: vai penalizar os poluidores, vai atingir apenas um segmento da economia, que anda motorizado, vai beneficiar o ar nas grandes cidades, reduzindo a poluição.

Tem isso. Ajudará também a tirar do buraco várias usinas de álcool que foram atingidas pela compressão das tarifas de gasolina nos últimos anos.

Já a CPMF é inflacionária, por ser cumulativa – isto é, ser cobrada nas diversas fases da produção. Ele não diz de quanto seria o impacto inflacionário para não desmerecer a tese.

Ora, imagine uma alíquota de 0,20%. Para um produto de valor unitário de R$ 10,00, significaria R$ 0,02 de acréscimo. Para um produto de R$ 100,00, significaria 20 centavos.

Imagine, agora, uma cadeia produtiva complexa, com dez etapas. O aumento de custos seria de 2% se todos os elos da cadeia repassassem integralmente os 0,2%.

Alguém irá imaginar que, na estrutura de custos de uma empresa, 0,2% seja significativo? Evidente que não. Mesmo porque a definição de preço depende muito mais das condições de mercado. E se tiver que repassar altas de custo, esses 0,2% somem perto das tarifas de energia, de insumos importados e outros componentes.

O que impactaria mais a inflação: esses 0,2% diluidos ao longo das cadeias de produção, ou uma CIDE de, digamos, 10% incidindo sobre um dos preços centrais da economia: os combustíveis?

Uma CPMF resolveria o sufoco fiscal atual, ajudaria diretamente no caixa do governo e, indiretamente, ajudando a coibir as atividades paralelas. E, tendo prazo de validade, não ficaria para sempre atazanando o consumidor.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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69 Comentários
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  1. Cesario

    22 de setembro de 2015 10:01 pm

    Merecimento

    O povo brasileiro não merece pagar mais impostos do que já paga. O povo brasileiro merece receber mais retorno pelo que paga. Devo lembrar que a constituição prevê saúde, educação e segurança, mas temos de pagar tudo dobrado. Por isso é mais uma medida impopular, que “passa” a fatura da incompetência ao mais fraco. O povo.

  2. Ivan de Union

    22 de setembro de 2015 10:08 pm

    So achei errado o “tendo

    So achei errado o “tendo prazo de validade”.  O tal CPMF deveria ser permanente!

  3. Luccas Jr

    22 de setembro de 2015 10:10 pm

    Função fiscalizadora

    Alguém pode indicar algum caso em que a CPMF foi efetivamente usada para fiscalização?

    Foi contra quem ? Qual foi a moticação ? Qual foi a punição ?

     

    Desde o FHC mencionam esse efeito fiscalizador como razão e acredito que nunca foi posto em prática no mundo real.

    O motivo ? O mesmo de não taxar grandes fortunas, ou seja, total falta de coragem !

  4. joel lima

    22 de setembro de 2015 10:11 pm

    Delfim é inteligente. Nada do

    Delfim é inteligente. Nada do que fala é , digamos, de graça. Não se trata apenas de uma preferência por uma sigla ou outro. Siga o interesse (rs). 

    Mas seja qual for o caminho, quem for fazer o ajuste, é um filme em que se sabe que a gente do andar do baixo é que vai levar ferro. Já gente como Delfim normalmente leva comissão (rs). 

     

     

  5. Mário Mendonça

    22 de setembro de 2015 10:11 pm

    Nassif
    A gritaria contra a

    Nassif

    A gritaria contra a cpmf é por causa da sonegação.

     

    1. Ivan de Union

      22 de setembro de 2015 10:20 pm

      Precisamente!

      Precisamente!

    2. VFN

      22 de setembro de 2015 10:41 pm

      Mário, esse argumento não

      Mário, esse argumento não procede. A Receita Federal já dispõe de mecanismo para verificar movimentações financeiras mesmo sem CPMF. É a DIMOF, Declaração que os bancos são obrigados a enviar para a Receita Federal.

    3. VFN

      22 de setembro de 2015 10:41 pm

      Mário, esse argumento não

      Mário, esse argumento não procede. A Receita Federal já dispõe de mecanismo para verificar movimentações financeiras mesmo sem CPMF. É a DIMOF, Declaração que os bancos são obrigados a enviar para a Receita Federal.

      1. Mário Mendonça

        23 de setembro de 2015 9:26 am

        VFN
        Como o dimof, enxerga o

        VFN

        Como o dimof, enxerga o caixa 2?

    4. MARCOSBH

      23 de setembro de 2015 1:09 am

      òtimo

      Valeu  Mario òtima síntese , a gritaria toda é por causa da sonegação , esta elite fdp não aceita pagar imposto !

  6. mauro silva1

    22 de setembro de 2015 10:13 pm

    por que não os dois?

    isso de tributar os combustíveis fósseis com mais rigor já foi até publicado em jornalzinho universitário nos início dos anos 80 com o objetivo de forçar a sua substituição por energias alternativas menos poluentes.

    deve estar lá, ainda.

    quanto aos aspectos inflacionários da cpmf, com todo respeito que merece o professor delfin neto, há um pouco de exagero.

    mesmo porque, vai penalizar mais o capital expeculativo que serve apenas para sugar recursos e não produz nada. será relativamente difícil esse capital financeiro jogar o tributo na cadeia produtiva.

    o ponto de vista do nassif é bem razoável.

  7. Luccas Jr

    22 de setembro de 2015 10:15 pm

    Prazo de validade

    Alguém realmente acredita que será provisório?

    Ou apenas batem nessa tecla por obrigação de defender a camisa do time ?

  8. aliancaliberal

    22 de setembro de 2015 10:25 pm

    “Já a CPMF é inflacionária,

    “Já a CPMF é inflacionária, por ser cumulativa – isto é, ser cobrada nas diversas fases da produção. Ele não diz de quanto seria o impacto inflacionário para não desmerecer a tese.”

    Nassif, impostos não são inflacionários , porque não criam moeda.

    O recurso usado para pagar impostos são deviados do consumo.

     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de setembro de 2015 10:29 pm

      Fora o tombo na velocidade do dinheiro e a disparada do VIX

      Mas o pior cego é aquele que não quer ver.

      1. Ivan de Union

        22 de setembro de 2015 10:32 pm

        Do AL eu ate deixo passar uma

        Do AL eu ate deixo passar uma sentenca ambigua que ele nao entendeu, de voce nao deixo:  VA PASTAR.

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          23 de setembro de 2015 12:06 am

          Caro Ivan, o que você não entendeu no que escrevi?

          A velocidade do dinheiro depende dele circular, se é usado para encher os cofres do governo, demora mais a voltar em circulação, ou seja, diminui a velocidade do dinheiro, qual a sua dúvida aqui?

          Já a Vix é porque  com a economia desacelerando por falta de meio circulante (o dinheiro empoçado nos cofres do governo) aumentam as desconfianças sobre a economia em geral, assim, o VIX sobe, deu para entender se não eu desenho.

          1. Ivan de Union

            23 de setembro de 2015 12:29 am

            Me desculpe, Weber!

            Me desculpe, Weber!  Realmente eu nao entendi -e tampouco vi a implicacao do que voce disse, claro.

    2. Ivan de Union

      22 de setembro de 2015 10:31 pm

      A tese eh DELE (Delfim) e o

      A tese eh DELE (Delfim) e o “impacto inflacionario” mencionado seria o do CIDE e nao o da CPMF.

      Otima pegada sua:  a sentenca ficou ambigua!

    3. Clever Mendes de Oliveira

      23 de setembro de 2015 12:38 am

      Corrijo frase de comentário que enviei para Nassif

       

      AliancaLiberal (terça-feira, 22/09/2015 às 19:25),

      Corrijo uma frase que eu enviei errada para Luis Nassif e que tinha a intenção de dar com a minha ideologia a redação que eu considerava mais adequada a suas duas frases do seu comentário acima:

      “Nassif, no longo prazo impostos não são inflacionários, porque reduzem o déficit público, embora no curto prazo com reflexo no longo prazo, quando são de valor agregado, eles tornam os índices de preços mais elevados. Agora impostos são, como a poupança e o aumento de juros e a própria inflação, uma forma de reduzir o consumo”.

      Eu havia escrito equivocadamente “porque não reduzem o déficit”.

      Também pode ser visto como um equívoco eu não ter percebido quando copiei o seu comentário no comentário que enviava para Luis Nassif que a frase que você transcreveu não era propriamente de Luis Nassif, mas de Antonio Delfim Netto, como foi bem observado por Ivan de Union em comentário que ele enviou terça-feira, 22/09/2015 às 19:31, junto ao seu e que deve ficar abaixo deste meu.

      E acrescento que a grande diferença da CPMF em relação à CIDE é que a CPMF não tem em minha avaliação nenhuma perspectiva de ser aprovada.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 22/09/2015

  9. Alexandre Weber - Santos -SP

    22 de setembro de 2015 10:25 pm

    O sistema fiscal tributário brasileiro é caro e ineficiente

    Se é para comprar briga mexendo no sistema fiscal tributário brasileiro, começaria com o ICMS que é um monstrengo que alimenta a maior cadeia de sonegação e corrupção do Brasil, de longe.

    Extinguiria este mal fadado imposto e com isto abriria caminho para  arrecadações mais homogeneas nas diversas classes sociais, bem como conseguiria uma tremenda economia com fiscais e órgãos arrecadadores.

    Por exemplo, o dinheiro eletrônico é facilmente tributado e o custo de fiscalização e arrecadação é nulo, hoje este verdadeiro imposto sem contrapartidas sangra a sociedade brasileira e ao Brasil para os cofres das operadoras misteriosas que controlam esta arrecadação, bem como o crédito popular e a velocidade deste dinheiro.

    Dilma, extingue o ICMS, demite todos os fiscais e funcionários públicos direta e indiretamente ligados a este tributo, simplifica a vida das empresas do Brasil e comece a arrecadar com um instrumento moderno e testado.

    Fica fácil prá caramba sair da sinuca que o FMI e a agiotagem internacional querem enfiar o Brasil e de quebra ganhas o apoio e a consagração popular que mereces.

    Boa sorte!

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de setembro de 2015 10:50 pm

      Para os que não enxergam fora da caixa, há alternativas

      BLOCKCHAIN – A NEW ECONOMIC MODEL

       

      Almost a year ago, when I was reading about sharing economy and impact investing, I came across the term “collaborative capitalism”. I felt that the world was adjusting itself between capitalism at one end and communism at the other, and now blockchain technology has the potential to take it one step closer to communism.

      Until about a couple of weeks ago, I was explaining blockchain as a “decentralized database”. Then the focus was on blockchain as an innovative data store, but the idea of decentralisation is even more powerful. I have researched and discussed some interesting business models based on blockchain that I’ll cover below.

      The first Blockchain use case was bitcoin, but the applications go far beyond financial services. Telecommunication, cloud computing,  sharing economy, gambling, internet of things are some of the other industries that could potentially be disrupted by blockchain.

      Firms like SETL and Ripple are trying to disrupt the payments landscape using blockchain by providing a real time settlement and clearing platform, commonly described as DCL (distributed consensus ledger). With the regulators cracking down on financial services firms to provide accurate transaction reporting, blockchain could potentially help bring robustness and transparency to the post-trade environment.

      Elliptic is a start up that identifies with a high level of accuracy, the origin and destination of transactions on the blockchain. This could help immensely in anti money laundering.

      Everledger LogoEverledger are trying to combat insurance fraud by using a fingerprinting process based on blockchain technology. They identify precious metals (for a start), with a view to expanding into all sorts of luxury goods, such as high end watches, designer handbags and fine art. Basically high value items whose provenance might otherwise be reliant on paper certificates and receipts that can easily be lost or tampered with will be centrally identified and tracked using block chain.

      TELECOMMUNICATION

      The web which is currently controlled by the Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), could be potentially disrupted by a blockchain based DNS which would be decentralised, private but most of all more democratic. While this may sound dodgy to a few, it may come as a blessing to many who think their freedom of speech and expression is being affected by the centralised nature of the web.

      CLOUD COMPUTING

      Storj logoStorj is a start up that uses blockchain and peer-to-peer protocols to provide a secure, decentralised and private cloud infrastructure. To best protect data, files are encrypted client-side on users’ computers before they are uploaded. Each file is split up into chunks which are first encrypted and then distributed for storage across the Storj network.

      Applications of blockchain are increasingly discovered by the minute. The concept of decentralisation (via Blockchain) has been used in distributed computing Zennet, and in Internet of Things (IoT) by IBM.

      DISTRIBUTED AUTONOMOUS COMPANY (DAC)

      The most interesting model with blockchain for me has been Distributed Autonomous Company (DAC). A DAC will not take the form of a company, in the formal sense, meaning it will not be subject to regular company laws, but will instead be governed purely through the alignment of incentives.

      For example, Play, a blockchain based casino, claims it offers a third-party verifiable mechanism to ensure true randomness and fairness for gamers by placing the games’ logic on a blockchain. This would remove the need for trust in centralized institutions. The chips used to play are called Playshares (PLS), which are also the tokens of the system. PLS are designed first to be the shares of the PLAY System, and thus the unit in which dividends are paid to PLS holders and delegates of PLAY are paid for their contributions to the system. As the individual players own the system through PLS and play using PLS, if the house wins, individuals win.

      A sharing economy firm called La’Zooz are the blockchained version of Uber. It is a Decentralized Transportation Platform owned by the community and utilising vehicles` unused space to create a variety of smart transportation solutions. With this idea, the users are rewarded for sharing information about their usage, and in the process help build the network. In this way, early adopters of La’Zooz network are gaining value and thus being incentivised to take part in the establishment of the network before its technological benefit takes effect and the transport service is available.

      Isn’t that a new economic model? Build a network of customers by getting information from them, and getting them to partake in an event and incentivise them for that. Early adopters will get higher incentives, and as the network of users/nodes increase, incentives are harder, but the business is robust and established. The key differentiator is that it is decentralised, data intensive and capital light.

      This decentralised model could potentially disrupt the energy, technology infrastructure, food and agriculture and micro finance sectors. While ideas in most of these industries are still being experimented, it feels like a new economic and social phenomenon is brewing, and it most definitely is a step further away from capitalism!!

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        22 de setembro de 2015 11:19 pm

        Informação está no cerne da economia
        Matin Durrani

        Welcome to the October 2015 physicsworld.com bookswire, featuring reviews of the best new popular-physics books from the pages of Physics World magazine.

         

        We always like books that are controversial in some way, so do check out our review of Ken Ford’s memoir of his time helping to create the US hydrogen bomb. Apart from being a great read, it’s a book that the US Department of Energy didn’t want you to see parts of.

        Don’t miss either our latest podcast, in which I talk to César Hidalgo from the Massachusetts Institute of Technology’s famed Media Lab about his new book calling for information to lie at the heart of a new understanding of economics.

        Remember that to read Physics World every month, you can join the Institute of Physics as an IOPimember for just £15, €20 or $25 a year. Being an IOPimember gives you a full year’s access to Physics World both online and through our apps.

        Matin Durrani
        Editor, Physics World

        The Journal of Integrable Systems aims to provide a high forum for research articles which are directly or indirectly motivated by the advances in the theory of integrable systems and its applications. Its particular focus is to serve and develop the existing and new interfaces of the theory of integrable systems, both discrete as well as continuous, with classical and modern mathematics including:

        algebraic geometry,cluster algebra,commutative and non-commutative algebras,differential and difference algebra, and Galois theory,differential and difference geometry including twistor theory, knot theory, enumerative geometry and combinatorics,direct and inverse spectral theory,Lie algebras,number theory,probability theory and random matricesquantum groups and quantum integrable systems,representation theory,Riemann-Hilbert problem and its generalisations,special functions theory,theory of continuous and discrete Painleve equations,theory of asymptotic expansions.

        It is expected that the variety of fruitful interfaces will be increasing and that they will continue to yield new useful concepts and methods for the mathematical sciences. We call upon the authors to bear in mind a broad community of potential readers, to make their works accessible and motivated without sacrificing the highest mathematical standards.

        Contents

         Volume 1, Issue 1, September 2015 

        Editorial

        Editorial Alexander Mikhailov, Frank Nijhoffj integrable syst (2015) 1 (1): DOI: http://dx.doi.org/10.1093/integr/xyv001 First published online: 1 September 2015 xyv001Extract Full Text (HTML) Full Text (PDF)We welcome the readers to the new Journal of Integrable Systems (JoIS). The launch of JoIS heralds the culmination of a long process of careful reflection, wide consultation and preparation on the part of the publisher to set the wheels into motion. We are pleased to see that we are now at a stage where the journal is ready to become operative.

        Integrable Systems is one of those subjects that is hard to pin down to a single clear definition. Nevertheless, because of the singular features shared by integrable equations, to those working in the subject area, it is almost always evident when an integrable system presents itself. One of the most gratifying aspects is that over the past decades the study of integrable systems has pushed the mathematical sciences into new territories, and has helped to …

         

      2. Dimas Leite

        23 de setembro de 2015 1:49 am

        Fora da caixa

        Será que o FHC morreu e reencarnou como Weber?

  10. Ivan de Union

    22 de setembro de 2015 10:26 pm

    Offissimo topic

    (Nassif, todos os links de ultima pagina estao aparecendo pra mim assim:

    “https://jornalggn.com.br/luisnassif?AMCV_3ECF483F53AB366E0A490D44%40AdobeOrg=136688995%7CMCAID%7C2AD251790519157C-4000060EC0002080%7CMCMID%7C04309879360119074003124748664327909417%7CMCAAMLH-1442999229%7C7%7CMCAAMB-1442999229%7CNRX38WO0n5BH8Th-nqAG_A”

    O seu server ou meu computador??????????

  11. Jotage

    22 de setembro de 2015 10:43 pm

    CPMF – Skaff

    Skaff da malfadada Fiesp pagou por merchandising, quando da derrubada da CPMF, para dizer que o aumento de preço dos produtos era de 7% devido à CPMF de 0.38%.

    Como os produtos não baixaram o preço quando caiu a CPMF, os 7% que ele disse que estavam embutidos nos preços dos produtos foi lógicamente para o bolso dos industriais da Fiesp.

    Portanto não haveria aumento de preço devido a 0.2% de CPMF, e eles ainda ficam nos devendo 0.18%.

    O grande terror dos empresários é o controle da movimentação financeira que a CPMF permite.

    Todo bom sonegador é contra a CPMF, inclusive o HSBC.

  12. jose adailton v ribeiro

    22 de setembro de 2015 10:47 pm

    Semelhanças

    A imprensa definitivamente continua a mesma.Como em qualquer instituição há as diferenciações de conduta entre seus agentes.No entanto , na crônica jornalística muito se assemelham , não importa em que meio é difundida.

    “É de longe o maior conhecedor da economia brasileira. Nem se pode dizer que conte mentiras. Mas seguramente nem sempre conta toda a verdade, especialmente quando há alguns interesses empresariais em jogo, nos quais ele tenha interesse.”

  13. naldo

    22 de setembro de 2015 10:54 pm

    Pô, cpmf? não sabem quanto

    Pô, cpmf? não sabem quanto pesa carregar uma mala com dez milhões de reais como um senhor fazia quando foi pego, tenham dó, e a coluna cervical como fica? Esse imposto vai impactar nos custos diretos da saude publica.

  14. Homero Pavan Filho

    22 de setembro de 2015 11:03 pm

    Por mim eu excluía o Alexandre Weber

    Nada contra a pessoa, mas acho a maior cafonice postar textos em inglês, sem a tradução. 

    Também acho uma tolice seu bordão “acorda Dilma”, como se fosse esse o problema. Ora, pois…

    Pra finalizar, eu gostaria que ELE explicasse como é que a Dilma vai demitir funcionários estaduais, já que o ICMS é cobrado e fiscalizado pelos ESTADOS.

    E o que ele poria no lugar, pra compensar a perda de receita de Estados e MUNICÍPIOS.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de setembro de 2015 11:25 pm

      Por mim eu continuava a deixar o Homero opinar sem denuncia

      A discussão sobre postar em Inglês ou não é matéria vencida aqui no blog, consulte os arquivos.

      Já a questão de alta indagação da perda de receita de Estados e Municípios é propícia para levantarmos hipóteses, como por exemplo a que me ocorreu agora, com a disponibilidade para o trabalho produtivo de excelente pessoal das receitas estaduais, gente dá melhor qualidade, presa na burocracia que só consome o dinheiro do povo e não produz um prego. Só ai já vejo uma oportunidade de ouro para melhorar o PIB brasileiro colocando pessoas bem preparadas para produzir bens e serviços.

      Fico no aguardo de outras idéias.

      Também não tenho nada contra você Homero.

  15. Nelson Quintanilha

    22 de setembro de 2015 11:04 pm

    Sou muito mais a CPMF

    Deveria voltar e nunca mais ser retirada.

    Deveria ser progressiva, começando por essa alíquota e ir aumentando até que se tornasse o único imposto a ser pago no Brasil extinguindo todos os outros.

    1. VFN

      22 de setembro de 2015 11:26 pm

      Simplificar ao extremo um

      Simplificar ao extremo um sistema tributário dessa forma não resolve. Simplesmente os sistemas de trocas seriam modificados. Não haveria mais sentido em se falar em dinheiro como o temos hoje. Imposto único é facilmente driblável, não é a melhor forma de simplificar a tributação.

       

       

      1. evandro condé de lima

        23 de setembro de 2015 12:04 am

        Vou contestar.

        Praticamente só vejo dinheiro rolando em loterias. Todo mundo adotou o dinheiro plástico. O dinheiro – papel moeda, sonante, ou seja lá o nome que se der – está acabando. Pôs o cartão na maquininha o imposto está recolhido. Não tem mais volta.

        1. Nelson Quintanilha

          24 de setembro de 2015 2:16 pm

          Essa é a idéia!

          A cada transferência de credito se cobra o imposto. Isso para o pobre e para o rico, cada um pagaria o mesmo percentual, o que hoje não acontece, hoje praticamente, somente o pobre paga impostos, os ricos burlam o sistema ou são amparados pelas leis por eles mesmo fizeram no Congresso.

      2. Nelson Quintanilha

        23 de setembro de 2015 12:10 am

        Discordo!

        Quanto mais simples for o sistema mais difícil de burlar e mais fácil verificar.

    2. drigoeira

      23 de setembro de 2015 12:23 am

      A idéia é esta, mas…

      Simplificaria demais o trabalho tributário, aí não serve.

      O que serve é complicar, para que quem tem o poder, roubar do estado.

    3. Alexandre Weber - Santos -SP

      23 de setembro de 2015 7:02 pm

      Quando o Marcos Cintra trouxe a ideia era esta – imposto único

      O Marcos Cintra foi o primeiro a trazer para o debate o imposto único, num editorial da Folha em 1982/3 se não engano, onde defendia um imposto sobre transações financeiras de1% para cobrir todas as despesas do Estado.

       

  16. Rodrigo Souza Gomes

    22 de setembro de 2015 11:23 pm

    Delfim para sempre ser Delfim

    Delfim até pela formação dele de economista agrário sempre foi vinculado com a oligarquia agrária de São Paulo, tendo o setor sucroalcooleiros como base econômica de boa parte da economia do interior paulista. Ao elevar o preço da gasolina, diante do baixo preço do petróleo neutralizado pela desvalorização do câmbio, nós teríamos um aumento significativo do etanol, produto substituto. Como o preço de combustível é um preço central, teríamos um repique inflacionário significativo, mesmo em uma recessão, dado que é um produto de baixa elasticidade-preço.

    No entanto, essa questão do Delfim traz um debate relevante. O governo teria antagonizado um segmento signficativo da economia que foi o setor sucroalcooleiro do interior de São Paulo. Acho que essa foi até uma das razões de que o estado foi o segundo pior para Dilma em 2014. Nessa questão excluem aspectos da crise hídrica, bem como de crédito. Esse setor deveria e poderia ter sido mais estimulado, mas também fiscalizado, com metas de produção, para não causar crises e situações de desabastecimento de etanol.

    O problema da CPMF é por mais que ele seja um imposto bom de arrecadar, ele enfrenta um obstáculo intransponível que é passar nesse congresso reacionário e conflagrado após Operação Lava Jato. Aí, o melhor caminho seria fazer um ajuste fiscal por decreto e/ou lei ordinária. Nesse caso, a CIDE é um imposto muito mais interessante. A legalização do jogo também, pois com a oposição radical da bancada evangélica, o governo ficou livre de qualquer compromisso, embora duvide que Cunha paute, pela mesma razão.

    E a entrevista revela que Delfim abandonou qualquer fio de solidariedade do governo. Acho que a partir daquele primeiro recuo sobre a CPMF, ele rompeu. Além disso, conta o Michel Temer que abrigou ele no PMDB, depois de anos na ARENA, PDS e herdeiros. Sem contar que ele precisa agradar os seus clientes de consultoria que devem incluir os impicheiros que seriam beneficiados por uma queda de Dilma.

    1. José Muladeiro

      23 de setembro de 2015 12:57 am

      Plano B

      Pode ser que o Levy tenha o CIDE como um plano B caso o congresso derrote a CPMF.

    2. Celso - Opiniões em Sintonia Pirata

      23 de setembro de 2015 1:15 am

      Excelente leitura!

      Parabéns pela leitura Rodrigo!

      Desde criança, no início da democracia “pós-diretas já”, não consigo crer em análises simplórias e desinteressadas do Delfim.
      Meu tio foi um ótimo “professor”, por ser economista e me envolver em discussões.
      Mas tudo o que leio dele tem um viés… Tudo parece direcionado…

      Abraço!

  17. Alex Sotto

    22 de setembro de 2015 11:44 pm

    Nada disso

    Além de ser comprovadamente inflacionário, por estudos e não por chutes, a CPMF é um imposto altamente injusto, porque penaliza os mais pobres.

    Mesmo que fosse um imposto harmônico, como dizem os economistas, e tributa-se de maneira percentualmente igual, seria injusto, mas, mais que isso, o impacto da CPMF é maior quanto mais baixa a renda da família. Segundo os últimos dados de 2007,na menor faixa de rendimento (R$ 454,69) a CPMF (direta e indireta) representava 1,64% da renda; na segunda (R$ 1.215,33), 1,58%; na terceira (R$ 2.450,05), 1,51%; e na quarta (R$ 8.721,92), 1,41%.

    Conforme estudos de economistas e tributaristas baseados na matriz interindustrial do IBGE, o impacto da CPMF na formação dos preços era de 1,61% na média, sendo a maior de 2,25% na indústria do café.

    Lembro que esses estudos foram feitos com a alíquota de 0,38% e não de 0,20%.

    Desculpe a sinceridade, Nassif, Mas já não é a primeira vez que você derrapa nessa questão de custos e formação de preços. Até o curso do SEBRAE de apuração de custo e formação de preço de venda ensina que percentual de imposto não se leva em consideração para a apuração de custo e formação de preço, e sim o valor efetivamente pago de imposto.

    Só para dar um exemplo bem simples. Sou comerciante, para formar meu estoque preciso emprestar do banco que deposita na minha conta, tiro o dinhero da conta para pagar o meu fornecedor e lá se vão 0,2%. Vendi meu estoque, recebi e agora preciso pagar o banco, e lá se vão mais 0,2%. O que era 0,2% virou 0,4% no mesmo produto.

    Muita gente não entende que um comerciante para chegar a um lucro líquido de 50mil reais no fim do mes, tem que fazer passar 1 milhão pela suas contas bancárias. 

    É 0,2% sobre o aluguel, mais 0,2% sobre a folha, mais 0,2% sobre os custos de frete, mais 0,2% sobre embalagens, etc, etc, etc. E pasmem, para pagar as guias do PIS, do COFINS do ICMS, do IPI, da Previdência, e de todo o resto, lá se vão mais 0,2%. Ou seja, a CPMF encarece até mesmo todos os outros impostos em 0,2%.

    Então, no caso da CPMF não tem jeito, como você não tem como definir em qual produto do seu catálogo ela está incidindo, o empresário tem que, ao final do mês, como ensinam no curso de administração ou até mesmo no SEBRAE, apurar tudo que pagou de CPMF ( esperamos que ela volte a ser descriminada nos extrato bancários, porque isso foi uma briga na outra vez que inventaram essa praga ), dividir pelo seu faturamento e chegar ao percentual que tem que aplicar sobre o custo para formar o preço de venda. E esse percentual chega aqueles valores alcançados no estudo da FGV, algo em torno de 1,61%, que certamente serão repassados para  o consumidor, como qualquer outro imposto.

     

     

    1. Genaro

      23 de setembro de 2015 12:00 am

      Nada disso;
      Quando da

      Nada disso;

      Quando da derrubada da CPMF quais foram os preços que cairam? NENHUM

      Qual foi a queda da inflação? ZERO

      Eu também tenho memória.

      Genaro

    2. Ivan de Union

      23 de setembro de 2015 12:42 am

      “Além de ser comprovadamente

      “Além de ser comprovadamente inflacionário”:

      Mentira.

      “por estudos e não por chutes”:

      Mentira.

      “a CPMF é um imposto altamente injusto, porque penaliza os mais pobres”:

      Mentira.  E eu ja cansei, alguem mais quer apontar os erros tecnicos desse “comentario”?

      1. Alex Sotto

        23 de setembro de 2015 10:40 am

        Chutes

        Apenas isso. Você não tem sequer um dado baseado em números concretos.

    3. José Muladeiro

      23 de setembro de 2015 12:55 am

      Quando a cpmf foi extinta..

      Se não me falha a memória, os preços de todos os produtos cairam exatamente o valor que você está falando, ou seja1,61%, não é verdade? Ou será que estou com a memória fraca?  

      1. Alex Sotto

        23 de setembro de 2015 1:15 am

        Não

        Seu problema não é de memória, é de inteligência mesmo. 

        O fato de o fim da CPMF não ter impactado direta e proporcionalmente na taxa de inflação dos meses subsequentes a sua extinção não quer dizer que sua reintrodução não vá impactar nos preços agora.

        Não há nem como se calcular com precisão o quanto sua extinção afetou nos preços em 2008 e nem o quanto afetará agora.

        Em 2008, quando foi extinta a CPMF, vivíamos um crescimento de 5 a 6% ao ano, consumo aquecido, salários em crescimento e economia bombando. O empresário pode ter usado o que economizou com CPMF em salários, em investimentos, em mais funcionários, em aumento das instalações, etc, etc, etc. A demanda aquecida não exigia transferência dessa economia para os preços e ela pode ter sido usada para outras finalidades. 

        Hoje vivemos outro momento da economia, os salários já estão sendo achatados e folha de pagamento enxuta, o empregador não vai ter como compensar o valor pago em CPMF em redução de folha. As margens de lucro já estão achatadíssimas devido a demanda em baixa e ao alto custo do dinheiro. Se alguém está com gordura para absorver mais esses 1,6% nos custos eu não sei, mas eu não estou e quem eu conheço também não está, e se for trabalhar no prejuízo, é melhor não trabalhar. 

      2. João Bosco Rocha

        23 de setembro de 2015 4:00 am

        Também me Lembro

        Foi só a CPMF ser extinta que todos os produtos cairam 1.61%, cravados com precisão, e deixaram de penalizar as classes menos favorecidas Fantástico! Fiquei impressionado!

        1. Alex Sotto

          23 de setembro de 2015 10:42 am

          Dilma e dilmistas, tsc, tsc, tsc

          Eles sempre duvidam dos números e confiam na intuição, na memória e no achismo.

          Não por outros motivos, estamos como estamos.

          1. Sérgio Brasil

            23 de setembro de 2015 11:23 am

            Números por números, os

            Números por números, os melhores são os do coxinha como você que asseveram que “FHC pavimentou o crescimento do país” sem ter um indicador que dê razoabilidade a isso (PIB, Dívida Pública, Crescimento Econômico do Período). Continua sem responder, cairam os preços depois da extinção da CPMF? CPMF é imposto ruim para muitos porque prejudica a sonegação fiscal. E esse Delfim é outro que o povo dá muito cabimento, Ministro de MILICO responsável diretamente pela maravilha do “milagre econômico” que pagamos até hoje. Faça me o favor!

  18. Clever Mendes de Oliveira

    23 de setembro de 2015 12:19 am

    Dessa vez você deixou Delfim às escâncaras

     

    Luis Nassif,

    Dessa vez fiquei surpreso com o seu post. Pela crítica a Antonio Delfim Netto e pelos argumentos que a mim pareceram consistentes. E falando de uma área, o setor alcoolçucareiro, a respeito da qual você não costuma tomar partido e quando toma é a favor dos. Para, não perder o hábito de o criticar nesse assunto lembro que o governo não deve incentivar em demasia o setor alcoolçucareiro porque ele explora as melhores terras do Brasil. Incentivá-lo é correr risco de reduzir a produção de alimentos mais necessários ao consumo humano (E parece que o aumento do preço da gasolina já resolveu os maiores problemas no setor de produção de alcool).

    Surpresa maior, entretanto, foi o comentário de Aliancaliberal enviado terça-feira, 22/09/2015 às 19:25, que por falta de título ficou intitulado “Já a CPMF é inflacionária,” o que é contrário ao que ele diz e que transcrevo a seguir. Disse ele lá, utilizando uma frase do seu texto:

    – – – – – – – – – – – – – – – – – –

    “”Já a CPMF é inflacionária, por ser cumulativa – isto é, ser cobrada nas diversas fases da produção. Ele não diz de quanto seria o impacto inflacionário para não desmerecer a tese.”

    Nassif, impostos não são inflacionários, porque não criam moeda.

    O recurso usado para pagar impostos são desviados do consumo.”

    – – – – – – – – – – – – – –

    Não sou economista, mas não diria as duas frases dele como ele disse. Diria o seguinte:

    “Nassif, no longo prazo impostos não são inflacionários, porque não reduzem o déficit público, embora no curto prazo com reflexo no longo prazo, quando são de valor agregado, eles tornam os índices de preços mais elevados. Agora impostos são, como a poupança e o aumento de juros e a própria inflação, uma forma de reduzir o consumo”.

    Enfim, uma boa forma de ter juros mais baixos é aumentar a carga tributária.

    Agora, uma questão boa sobre a CPMF é saber se ela repercute no juro do mercado. E, portanto, se ela repercute na captação do governo. Se com a CPMF o governo tiver ganhando em um ponta o que estiver perdendo na outra para rolar a dívida, talvez a CPMF não faça sentido como forma de resolver o déficit orçamentário. Ou pode ser que faça, pois juros mais altos reduzem inflação e arrecadação maior também reduz a inflação. E com a CPMF tem-se aumento de juro e aumento de arrecadação.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 22/09/2015

    1. Clever Mendes de Oliveira

      23 de setembro de 2015 4:23 pm

      Corrigindo, o certo é dizer aumentar tributos reduz déficit

       

      Luis Nassif,

      Onde eu disse:

      “Nassif, no longo prazo impostos não são inflacionários, porque não reduzem o déficit público”

      É evidente que eu queria dizer “porque reduzem o déficit”.

      Eu já corrigi esse erro de redação em comentário enviado terça-feira, 22/09/2015 às 21:38, para AliancaLiberal junto ao comentário dele enviado terça-feira, 22/09/2015 às 19:25, de onde eu retirei uma frase que com algumas alterações corresponderia ao meu entendimento.

      E lá também eu apresentei o que eu considero o maior problema da CPMF e que é a possibilidade de aprovação.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 23/09/2015

  19. wendel

    23 de setembro de 2015 12:28 am

    E…………….

    O receio deles, de todos os que têm o rabo preso e cuidam das lavanderias instgasladas em todos os segmentos da economia, é a identificação destas lavagens, da sonegação fiscal e das remessas para o exterior.

    Os que não apoiam a CPMF, está mais claro que nunca – são os  beneficiados pela economia paralela desta nação!!!

  20. Marcos Antônio

    23 de setembro de 2015 1:04 am

    Sei não…

    Posso estar enganado…

    Mas o dólar a R$ 4,00 vai bombar de turistas nas Olípiadas!

    O que vai vender de soja, carne na próxima safra….

    Carro brasileiro de 60.000 em dólar valendo $15.000!

    É bom a China se cuidar…

  21. taturanous

    23 de setembro de 2015 2:19 am

    a bula do

    Burlesco…….Delfins

  22. cvilela

    23 de setembro de 2015 3:59 am

    CPMF

    O governo perde a oportunidade de lançar o início de uma reforma tributária mais justa. A CPMF deveria atingir apenas os mais ricos ( renda a partir de R$15000,00) e para o restante uma alíquota simbólica, porém necessária para combater a sonegação, visto que a CPMF tem esta imensa virtude.

  23. Leandro A.

    23 de setembro de 2015 4:02 am

    Delfim foi pego no

    Delfim foi pego no contrapé!

    Quando se questionou o absurdo da construção de Jirau e Belo Monte (quem conhecer de perto entenderá a magnitude do dano), Delfim saiu em defesa da matriz energética “limpa”, que o Brasil deveria aproveitar seu potencial hidrelétrico, rotulando os argumentos ambientais de pertencerem a ONG’s internacionais e interesses externos ao nosso neodesenvolvimentismo. Pois bem, após descontruir o apelo ambiental/ecológico, vem sustentar a icidência da CIDE em argumentos “verdes”.  Mas o Nassif lembrou e o deixou de calças curtas…

    1. Roberto Monteiro

      23 de setembro de 2015 11:41 am

      Será?

      Na minha opinião, Delfim manteve a coerência. Menos combustível fóssil e mais hidrelétricas fazem parte do pensamento verde do Delfim. Qua as ongs queriam inviabilizar esses investimentos em hidrelétricas era e é fato notório, portanto, na visão do Delfim essas ongs atrapalhavam o desenvolvimento de energia limpa, no sentido de não gerar gases tóxicos. Às vezes, por pensarmos diferentes, julgamos as outras pessoas incoerentes, mas não nos damos conta que a coerência é da cabeça daquela pessoa e não a da nossa cabeça.

      1. Leandro A.

        23 de setembro de 2015 4:51 pm

        Com todo respeito a sua

        Com todo respeito a sua opinião, mas o Delfim, sobremodo em suas colunas na Carta Capital, sempre atacou o argumento ambiental, em prol do desenvolvimento. No modo dele, a construção de Jirau e Belo Monte eram ações desenvolvimentistas essenciais para aproveitar o último estágio do avanço da hidreletricidade: a bacia amazônica, utilizando assim um potencial inato. O leitmotiv dele não era menos combustível fóssil, até porque as termelétricas eram outra bandeira do economista no bojo das ações a serem incentivadas para se evitar um novo “apagão”, era questão de soberania econômica. Se tem um economista que pensa em termos de projeto de país, de infraestrutura, de construção e obediência de um programa de ações para atingir esse objetivo, esse economista é Delfim. A história comprova, e à título de ilustração, basta ler um ideal programático republicado por ele recentemente.

        O ponto aqui foi como Delfim se posicionou de forma aberta contra todo argumento que ameaçava a soberania energética na questão. Me desculpe a miopia, mas não consigo encontrar coerência em quem atacava a perspecptiva ambiental como sendo mecanismo de fachada de escamotear interesses econômicos externos, e agora, sob o mesmo argumento verde, defende a incidência da CIDE, ponderando sobre beneficios da sustentabilidade no setor agroaçucareiro. E, note que deixo claro: Girau e Belo Monte. Ninguém em sã consiciência é contrário à hidreletricidade, mas diante destes casos, um novo paradigma foi lançado, e todos que tem algum contato com a região sabem do impacto que estas obras terão a médio prazo (http://www.viomundo.com.br/entrevistas/bermann-a-energia-hidreletrica-nao-e-limpa-nem-barata.html). A falta de chuvas nestes dois anos no sudeste é um dos desdobramentos suscitados. Vai gerar energia? Vai. Mas a um custo socioambiental caríssimo. Custos estes que Delfim, na defesa do desenvolvimentismo, simplesmente rotulou de contrários à soberania, inclusive com fortes críticas às licenças ambientais que seriam negadas pelo IBAMA (um dos motivos, senão o maior, da saída de Marina Silva do governo Lula). Sendo assim, os argumentos ambientais ora são mecnismos da interferência externa, outrora sustentáveis? Isso sim é incoerência, pois os valores ecológicos, seja em que campo se apliquem, sempre priorizam o desenvolvimento sustentável e a preservação da natureza, ainda que em detrimento do maior potencial econômico imediato.  O que move Delfim em relação ao setor  agroaçucareiro é novamente sua obsessão, a soberania econômica, ainda que tenha de se valer do argumento verde antes refutado. Se quisesse defender a importância das usinas de alcool, poderia ter aberto o jogo da soberania e ampliação da matriz energética. Mas, como o mestre sabe ler o momento político e o desenvolvimentismo está em baixa nos salões do poder, maliciosamante recorreu ao argumento do desenvolvimento sustentável. Só que para quem o acompanha de longa data, não deixa de ser surpresa seu pragmatismo que flerta com a contradição, desde que a soberania nacional seja o preço a pagar. Em questão de soberania como valor máxime, Delfim nunca se contradiz, mas no uso dos argumentos, abriu um flanco aos derrotados na batalha de Belo Monte e Girau.

  24. Fernando Antonio Moreira Marques

    23 de setembro de 2015 8:29 am

    CPMF afeta mais os ricos!

    Paguei CPMF por muito tempo e não fiquei nem mais pobre, nem mais rico por causa disto! A CPMF não pesa tanto para o assalariado.

    Mas para o grande capital, os grandes negócios que movimentam grandes capitais começa a incomodar. Por isso todos que tem ligação com o grande capital são visceralmente contra a CPMF sob os mais disparatados argumentos.

    Mas o pior mesmo é deixar pegadas para aqueles que conseguem burlar o fisco! Ou seja os poderosos…

    1. batista neto

      23 de setembro de 2015 10:51 am

      Matou o enigma (explícito e pouco enigmático)!!

      Eh justamente aí que a porca torce o rabo!! O Delfim, com toda a credibilidade que tem e merece, não deixa de ser sempre um agente a serviço do Deus MERCADO, como todos os brilhantes e medíocres comentaristas econômicos de bancos. Que o Paul Krugman chama de “Sicários da Plutocracia”, com justa razão. Não há dúvida sobre o mérito do modelo de tarifação da CPMF ser, ou não, disparado, o menos injusto e mais eficiente meio de arrecadação de impostos de forma eficiente com impacto equilibrado sobre as parcelas da sociedade que podem contribuir, isentando, de plano, quem não pode e nem deve ser tarifado porque já paga a abjeta tarifação sobre o seu consumo básico.

      O que incomoda nesse modelo é justamente o “efeito colateral” virtuoso que ele apresenta, consistente em ser eficiente indicativo de operações financeiras “……..atípicas…….”. tão apreciadas e praticadas por uma seletíssima parcela da população. Por isso essa parcela especialíssima escalou o seu melhor quadro para defender o indefensável e jogar mais uma camada de fumaça diante dos já confusos olhos da manada diante das miragens pintadas diariamente pelos meios de comunicação monotônicos. Esses, sim, organizados em forma de CARTEL. O mais nefasto CARTEL infectante do tecido social de Pindorama.

  25. nilo

    23 de setembro de 2015 10:41 am

    Discorto quanto a permanência

    Discorto quanto a permanência temporária da CPMF. Ela deveria ser sim para sempre e ir substituido – progressivamente – outros impostos sonegáveis…

  26. RIVA

    23 de setembro de 2015 11:10 am

    Uma alternativa seria acabar

    Uma alternativa seria acabar com todos os impostos e criar somente um, que poderia ser a CPMF com uma alíquota única, universal (para o território brasileiro) e plena, para cidadãos e empresas.

    Acabaríamos com todas as confusões de contabilidade declarações de IR, etc….

    Seria o paraíso na terra para o cidadão brasileiro.

    O impostômetro de hoje aponta que pagamos 1,5 trilhões em impostos.

    Isso significa aproximadamente 50% do PIB, até a data de hoje.

    Então, se o governo cobrasse diretamente 30% sôbre toda a movimentação financeira, que abrangeria o universo de toda a econômia formal e informal, acredito que chegaríamos a um valor bem superior ao arrecadado hoje da maneira convencional.

    Junto a esta alteração revolucionária de arrecadação de impostos, o governo abaixaria a SELIC a meros 2% e passava o compulsório bancário a 95% do meio circulante bancário…..

    Queria ver se não iríamos resolver todos os problemas brasileiros com estas medidas…………………..

    1. João de Paiva

      23 de setembro de 2015 3:06 pm

      Não preciso ler nada além da

      Não preciso ler nada além da primeira frase. Quem defende imposto único se encaixa num dos trê perfis abaixo

      1º) é ingênuo e acredita no que é publicado por alguns jornais e revistas;

      2º) tem má-fé, pois sabe que em qulaquer país civilizado que tenha se desenvolvido com justiça e bem-estar social o sistema tributário é progressivo, com mais de um imposto e que por esse sistema os mais ricos pagam alíquotas maiores;

      3º) defende apenas o interesse privado das econòmicamente privilegiadas, não o interesse público.

  27. José Horácio Ferreira Lang

    23 de setembro de 2015 2:25 pm

    Impostos

    Crie-se uma CPMF de 10% e acabem com o dinheiro físico. Pronto. Resolvido.

  28. Lucinei

    23 de setembro de 2015 2:30 pm

    Aumenta os dois.

    Aumenta os dois.

    A CPMF porque é o melhor imposto que já foi instituído (O Romannelli, sumiu mesmo, né?): pega sonegador, Igreja, traficante, etc. O que ela tem de defeito os demais também têm e o que ela tem de virtude os outros não têm. E ainda permite melhorar a fiscalização. Foi extinto com o puro propósito de alviiar bandidos e inviabilizar os governos trabalhistas. Nem se importaram com saúúúde coisa nenhuma; o povo que se danasse e que a chacrinha os reconduzisse ao poder.

    Alguém se lembra em quanto caiu a inflação quando a CPMF foi extinta?

    A CIDE por que a gasolina brasileira ainda é uma das mais baratas do mundo. E a oposição e seus teleguiados não podem reclamar porque nunca antes na história desse país uma oposição desejou tanto o aumento de gasolina quanto essas oposições nas eleições passadas.

    O que esse governo ridiculamente mudo absurdamente não tem capacidade de explicar é que abriu mão de receita; abriu mão de receita. E isso permitiu atravessar a maior crise mundial com emprego recorde. Agora precisa recompor as receitas pra fechha o balanço e ponto, mas a chacrinha política está paralisando o país.

    1. Sergio SS

      23 de setembro de 2015 3:09 pm

      Vc tá certo…

      Concordo com sua proposta enquanto receitas efetivas.

      E acrescento como “receita educativa” o aumento da progressividade do IR até uns 45%, a taxação de fortunas e de bens patrimoniais para pegar os super ricos e mostrar pro povão que eles tb pagam uma parte da conta da crise.

      Educativo pq reverte em pontos pra Dilma.

  29. João de Paiva

    23 de setembro de 2015 3:37 pm

    Prezados leitores,
    Não

    Prezados leitores,

    Não costumo concordar com as posições defendidas pelo Alex Soto, mas o comentário postado por ele, ontem às 20p4min, merece ser lido com atenção, reflexão e boa vontade.

    A CPMF (ou IPMF) é um imposto de fácil implantação, mas é cumulativo e pode elevar os custos de produção; e também o preço de produtos e serviços.

    A CPMF, por ser linear, é mais um imposto injusto. Só não é mais injusto porque no Brasil temos um sistema regressivo.

    Considero indefensável pelos que se dizem progressistas ou esquerdistas um imposto que o trabalhador assalariado tenha de pagar, apenas para sacar aquilo a que tem direito no final do mês; sobre o salário já se descontam a contribuição previdenciária e o IRPF. E como disse o Alex, a cada fatura de serviço público que o assalariado paga, são acrescidos 0,2%, cumulativamente. Ou seja, no frigir dos ovos, o trabalhador assalariado paga um novo imposto que pode ultrapassar 1,5%. O Alex argumenta como empresário, eu como assalariado.

    Thomas Piketty já demonstrou que é necessário tributar o capital, as altas rendas, as grandes fortunas. É nesse tipo de reforma tributária que o governo deve se empenhar. Um imposto linear como a CPMF não deveria incidir sobre salários; apenas os super-salários, acima do teto constitucional para os servidores públicos, deveriam ser afetados pelo imposto.

    Quanto ao artigo e a crítica ao Delfim, Luís Nassif foi muito correto e convincente.

  30. rcneves

    23 de setembro de 2015 3:59 pm

    CPMF pega os endividados.

    É cobrada principalmente das pessoas que devem para o sistema financeiro.

    Os coitados já estão presos aos cartões de crédito e ao limite negativo do cheque especial.

    Já pagam juros. Irão mais ainda para o negativo. 

    É só mais um empurrão naqueles que estão à beira do buraco.

    Quanto aso gastos do governo:

     

    http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalComprasDiretasEDDespesas.asp?Ano=2015&Valor=25922963177184&Ordem=3

  31. Calvin

    23 de setembro de 2015 8:51 pm

    CPMF deveria substituir outros 10 impostos

    Poderia ser rateada com estados e municípios (tipo 80/20), e em troca extinguir impostos que gerem muitos custos de exploração, além de jogar a tabela do IR na fonte lá prá cima, prá regar o mercado com dinheiro extra.

  32. Maria Cristina Ferreira

    18 de outubro de 2015 8:49 pm

    ação
    Será que teremos outra opção? A não ser que ocorra a dominância fiscal, acabando o incêndio ou haver descontrole de uma crise financeira.Imagine o corpo de bombeiro regulando a água para apagar um fogo?A razoabilidade, bom senso  e garantia da estabilidade do sistema financeiro é necessário! Alguém pode explicar aos representantes do cidadãos que vamos para o caos adiando as possíveis e pontuais soluções!!!!?????       

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