
Jornal GGN – A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) pressionam o governo para fazer parte da elaboração de novas regras de conteúdo local na área do petróleo.
A indústria crê que as medidas anunciadas até agora são benéficas somente para as petroleiras. Segundo a Folha de S. Paulo, as entidades se reuniram com Michel Temer e tentam evitar uma mudança brusca na política de conteúdo.
Entre os pontos problemáticos, estão a isenção tributária para a compra de equipamentos petrolíferos, através do Repetro, e o possível perdão para as petroleiros que não cumpriram os índices de conteúdo exigidos nos leilões realizados.
Para a indústria, o Repetro incentiva a importação, prejudicando os fabricantes locais que não conseguem isenção sobre os equipamentos fabricados no Brasil.
José Velloso, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), afirma que o programa representou uma renúncia fiscal de R$ 10 bilhões por ano entre 2011 e 2013.
O governo Temer pretende lançar um novo modelo da política local em dezembro, quando também serão anunciados os próximos leilões de áreas petrolíferas.
Após a chegada da Pedro Parente à presidência da Petrobras, a companhia começou a defender a flexibilização das regras.
Para Velloso, o investimento prometido por empresas estrangeiras, como a Shell e a Statoil, só aconteceria na próxima década. “O fechamento de fábricas vai trazer desemprego agora”, critica.
Ugo
24 de outubro de 2016 11:18 amacordando?
O duro despertar dos patos.
ze sergio
24 de outubro de 2016 11:19 amF e F….
Conteúdo minimo não deveria ser nacional. Deveria ser estrangeiro. Todo o processo deveria ser nacional. Será que continuaremos nesta discussão rasa?! O contéudo brasileiro faria a produção, a engenharia, os royalties, as licenças, as patentes, a tecnologia, o desenvolvimenmto de produtos e principalmente os empregos altamente especializados serem BRASILEIROS. Criaremos a partir das nossas riquezas e nosso território mais multinacionais, que importarão das matrizes tudo já desenvolvido e pronto. E nos dará empregos manuais, na portaria e na limpeza. 1 século depois da formação da Petrobrás continuamos ainda em discussões tão limitadas?!
Andre Araujo
24 de outubro de 2016 11:26 amhttps://en.wikipedia.org/wiki
https://en.wikipedia.org/wiki/Government_procurement
CONTEUDO NACIONAL é politica de muitos paises, nasceu nos EUA em 1933 pelo BUY AMERICAN ACT de Roosevelt e continua em vigor nos EUA para compras de orgãos publicos e em muitos paises do mundo. Os paises asiaticos, grandes exportadores de tudo, tambem dão preferencia à sua industria em suas compras publicas. Não há novidade nisso.
serralheiro 70
24 de outubro de 2016 11:40 amConteúdo nacional.
Questáo de oportunidade e bom senso. O mesmo caberia a indispensável industria naval brasileira tão agredida por moro e sua turma de patetas.
Somebody
24 de outubro de 2016 11:56 amVocê está perfeitamente
Você está perfeitamente correto, mas os empresariado do seu país é burro demais para chegar na mesma conclusão. Talvez um dia eles aprendam a lição e deixem de levar a sério a mídia do seu país na hora de tomarem decisões estratégicas.
manu guitars
24 de outubro de 2016 11:44 amCaiu…..
Agora caiu a ficha????
São uns jenios….finalmente o neo-liberalismo total e irrestrito….pros outros…..quando se trata do meu pirão….estado minimo, mas pra nois……e se puder dar uma segurada nos gringos…..agora que resolvam com o Serra……. ele vai dar uma aliviada pra voces, faiar com chevoun pra ve se deixam…..
Edivaldo Dias Oliveira
24 de outubro de 2016 11:45 amPor que a grita agora?
ô xente!
Qual a parte do golpe que eles não entenderam?
A idéia central dos golpistas é a entrega do patrimonio nacional aos forasteiros e o desmantelamento da industria nacional.
Consequentemente isso passa pelo enfraquecimento de suas entidades de classe, como FIESP, FIRJAN e CNI, a menos que estas se tranformem em representação das “industrias” do rentismo.
isso sempre esteve muito claro, para todos os que se opuseram ao golpe bem como para que o apoiou com as entidades que agora reclamam.
Fabio Pereira Veloso
24 de outubro de 2016 11:49 amFIESP e FIRJAN viraram petistas?
Fora comunistas, vão pra Cuba! Fora bolivarianos, fora foro de São Paulo!
E o livre mercado? Quer dizer que nós teremos de pagar um produto mais caro para salvar a indústria nacional?
Não, que abram o mercado e este decida quem sobrevive! Simples assim!
Ironias a parte, estas entidades agoram se preocupam com isso?
Acham mesmo que as petroleiras irão admitir isso, acham que elas não irão dar preferência aos fornecedores de seus respectivos países?
Nínguém cede mercado facilmente, só aqui mesmo, país com síndorme de vira-lata.
O empresariado nacional é tão mediocre quanto os coxinhas que foram à paulista.
A classe média alienada aceita trabalhar em qualquer empresa, independentemente da nacionalidade, quer apenas emprego para poder consumir, já esses caras, que empreendem e assumem riscos, esperáva-se mais inteligência!
Bem, Paulo Skaf na FIESP diz tudo.
Somebody
24 de outubro de 2016 11:54 amA FIESP defendendo o conteúdo
A FIESP defendendo o conteúdo nacional? Mas que piada!
Para os empresários membros da FIESP, caso um de vocês venha a ler o meu comentário… Vocês foram usados quando apoiaram e financiaram o golpe de estado. Os verdadeiros beneficiários do golpe são estrangeiros (dêem uma olhadinha nos nomes da indústria petrolífera cujas bolas José Serra lambe) e vocês só serviram como massa de manobra. E vocês foram avisados, várias vezes, que isso iria acontecer e portanto não foi por falta de aviso.
Para os demais, aproveitem que não é todo dia que se vê ao vivo e à cores o empresariado de um país inteiro sendo passado para trás e aprendam com os erros deles para não cometer os mesmos erros no futuro.
Lionel Rupaud
24 de outubro de 2016 12:08 pmUai, fiesp e fierj não foram financiadores do golpe?
Então eles não sabiam o que estavam financiando?
Quanta competência?
Roberto Monteiro
24 de outubro de 2016 12:46 pmVocês, golpistas (fiep, fierj, fiergs e cia)
que pariram mateus temer, agora que o embalem.
vera lucia venturini
24 de outubro de 2016 1:36 pmPatos, patos, patos. Peguem
Patos, patos, patos. Peguem os jatinhos e levem os deputados que transportaram para votar no impeachment e ponham na porta do Pedro Parente da Petrobrás. Ou levem os acampados que ficavam na frente da Fiesp, alimentados a filé mignon, para protestar na porta da Petrobrás.
Quá, quá, quá. Existe elite mais idiota do que a brasileira?
Luis Fraga
24 de outubro de 2016 4:42 pmPor favor…
Elite não, endinheirados.
A palavra elite deveria ser usada para qualificar pessoas, para distinguir como algo de superior teor, o que definitivamente não é caso desta gente.
MarFig
24 de outubro de 2016 2:04 pmA burrice dos empresários
A burrice dos empresários brasileiros é um espanto. Cairam na conversa do PIG e sifu enquanto a globo e demais piguentos deitam e rolam nas verbas de publicidade do governo. Bando de otários.
mls
24 de outubro de 2016 2:47 pmRecomendo aos empresarios
Recomendo aos empresarios PATOS que leiam o livro ; CONSTRUINDO UMA INDUSTRIA NACIONAL DE PETROLEO OFFSHORE ( A EXPERIENCIA DA NORUEGA ) .. Eles vão ver que mesmo com os erros o Presidente Lula estava no caminho certo do desenvolvimnto do nosso País … Ainda tenho esperença que ele ou outro em 2018 retome esse projeto
Álvaro Noites
24 de outubro de 2016 4:04 pmTrouxas.
Financiaram
Trouxas.
Financiaram alegremente a própria ruína.
Agora embalem o Matheus que pariram.
CarloH
24 de outubro de 2016 4:10 pmNão adianta xingarem e dá
Não adianta xingarem e dá cinco estrelas pelos falso arrependimento alheio. Ele tinham plena consiencia do que fizeram, o que eles estão dizem é duvidar da inteligencia alheia! Tomara que a esquerda não os aceite de braços abertos, porque se aceitar o “Movimento O Cão Arrependido” de todas as classes sociais, anular o voto é a unica solução!
Fábio de Oliveira Ribeiro
24 de outubro de 2016 4:46 pmNós queremos mais espelhos,
Nós queremos mais espelhos, machados, facas, facões e enxadas diziam os índios em 1501 após terem entregado aos portugueses e franceses toneladas e toneladas de pau-brasil e quase todo o litoral de Pindorama.
Em 2016 vai-se o petróleo e os neo-índios querem dólares (facões), contratos (machados), verbas (enxadas) e iPhones (espelhos).
Brasil: 500 anos de pilhagens e fracassos. Não construímos um país, nem mesmo um simulacro de país foi construído em Pindorama.
vera lucia venturini
24 de outubro de 2016 5:17 pmE aí, empresários otários?
E aí, empresários otários? Que tal arrecadar outros 400 mil, a primeira arrecadação foi para comprar os votos dos deputados a favor do impeachment, e já que conhecem o esquema comprar políticos para impedir a aprovação do projeto de lei do José Serra que abre o pré sal?
Pra ficar mais barato vocês podem comprar só a maioria do senado e colocar lá o “jabuti” do conteúdo nacional. Pechincha.
aureliojunior50
24 de outubro de 2016 6:59 pmPossivel perdão
Escrever assim “possivel perdão “, pega mal, o que irá acontecer será um “acerto”, no qual o lote de multas aplicadas anteriormente, será reanalisado segundo as novas regras mais flexiveis
Lima Gb
25 de outubro de 2016 1:10 amEntão
Skaf e cia: não fizeram movimento para sabotar e destruir o país? Cadê a sua visão de empresário que é superior à do povão ignorante que vota no Lula, não é? Façam o seguinte: desfaçam essa cagada desse impeachment patético porque ao contrário do que vocês enxergavam, vocês também estão pagando o pato! O problema é que quem comprou esse pato não foi o povo, Foram vocês! Encheram os bolsos de dinheiro no auge do Lula e ainda reclamavam. Acharam o quê? Que os gringos eram tão bonzinhos assim? Otários.
Miriam Lopes
26 de outubro de 2016 2:00 amAgora é tarde
Agora é tarde deveriam ter pensado nisso antes do golpe.