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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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22 Comentários
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  1. Jorge Nogueira Rebolla

    19 de março de 2014 3:49 am

    Ucrânia: Bandera, bandeiras e

    Ucrânia: Bandera, bandeiras e 14 Waffen SS Grenadier division

     

    “Os judeus da União Soviética são os defensores mais leais do regime bolchevique e a vanguarda do imperialismo moscovita na Ucrânia.” Bandera

     

    Os seguidores de Bandera nunca discordaram da política nazista para com os judeus, o que levou ao assassinato de 1,5 milhões de judeus na Ucrânia. Mesmo quando o chefe passou uma temporada detido, mas foi libertado em 1944 para auxiliar no esforço contra o avanço do Exército Vermelho.

     

     Stepan Bandera (no meio)
     Stepan Bandera (de novo no meio)
     
    Emblema da Divisão Galícia da SS (Azul e Amarelo)

    Marcha do partido ucraniano Svoboda, Ternopil, Ucrânia, maio de 2010
     

    A fonte da foto acima não é da propaganda russa. Foi retirada do site neonazista stormfront

     

    Na foto abaixo o líder desse partido democrata e defensor dos direitos humanos, Oleg Tyahnybok (no meio) e o senador americano John McCain. Diga-me com quem andas…

     

    O McCain não sabe que o interlocutor é neonazista?
     

     

    Stepan Bandera é o maior ícone político do oeste da Ucrânia. É o inspirador da “independência” nacional. Desejava livrar o território ucraniano de todos os estrangeiros: russos, judeus, poloneses, etc.

    Abaixo um trecho de uma reportagem do USA Today, do dia 01 de janeiro deste ano:

    “Seu grupo também esteve envolvido na limpeza étnica que matou dezenas de milhares de poloneses entre  1942 e 1944.”

    Esse é o ídolo maior da nação, no seu lado ocidental. O fundador do OUN, sigla em inglês, ou Organização dos Nacionalistas Ucranianos, com a sigla ONU, em português. Esta não utilizada não sei o porquê, talvez por lembrar uma outra totalitária de maior porte, foi totalitário, xenófobo, racista e genocida. Um criminoso de guerra. Assassinado ou executado pela KGB em 1959, por ordem de Nikita Kruschev, o ditador soviético que transferiu a Crimeia para à Ucrânia. Na época vivia em Berlim.

    O ex-presidente ucraniano Yushchenko o elevou a “herói da Ucrânia”, em 2010. A “condecoração” foi revista posteriormente pelo presidente Yanukovich.

    A bandeira do Bandera era bicolor, vermelha e preta, a foto abaixo da Euromaidan, não é mera coincidência:

     

    Euromaidan, Kiev, durante protesto contra o corrupto Yanukovich. Corrupção ou neonazismo?
     

     

    1. Jair Fonseca

      19 de março de 2014 4:04 am

      “Stepan Bandera é o maior

      “Stepan Bandera é o maior ícone político do oeste da Ucrânia. É o inspirador da “independência” nacional. Desejava livrar o território ucraniano de todos os estrangeiros: russos, judeus, poloneses, etc.” “Bandera” bem que parece um nome estrangeiro…

    2. Almeida

      19 de março de 2014 8:42 am

      Lviv (Λβοφ) 1941-2014 Το κτήνος επέστρεψε (A besta voltou)

      [video:http://www.youtube.com/watch?v=z8-9fZMc7mE%5D

  2. Motta Araujo

    19 de março de 2014 4:25 am

    http://www.gettyimages.com/de

    http://www.gettyimages.com/detail/news-photo/george-balanchine-attends-the-opening-of-midsummers-night-news-photo/173951421

    MESTRES DA DANÇA – A contribuição da Russia para a grande efervescencia do ballet nos EUA é completa e abrangente. O mestre dessa longa aliança foi sem duvida George Balanchine, um dos maiores, se não o maior, coreografo do Seculo XX. Nascido em São Petersburgo em 1904, em uma familia de artistas oriundos da Georgia,

    Balanchine conheceu ballet e musica desde o berço. Treinado na Escola Imperial de Ballet de São Petersburgo na melhor tradição classica, Balanchine evoluiu para um estilo proprio que ficou conhecido como “neoclassico”, a tradição classica repaginada dentro do maior respeito pelo passado glorioso.

    Em 1924, em excusão pela Alemanha, desertou do regime sovietico e fugiu para Paris, centro de uma enorme colonia russa no exilio. Lá foi abordado pelo grande empresario Sergei Diaghilev (o inventor de Nijinsky) que tinha sua propria companhia de dança, os Ballets Russes de Monte Carlo. Balanchine aceitou o convite para ser coreografo dessa companhia em moda na sofisticada sociedade que frequentava Monte Carlo, trabalhou com compositores para criar  nesse periodo, 1924-1929, nove ballets, contando com a colaboração de Sergei Prokofieff, Stravinsky,  Claude Debussy e Maurice Ravel, para os cenarios teve como colaboradores Pablo Picasso e Henri Matisse.

    Em 1933, depois da morte de Diaghilev em 1929 e a recessão na Europa, Balanchine aceitou um convite de Lincoln Kerstein para ir para os EUA e lá em conjunto com Kerstein e Jerome Robbins criaram a School of American Ballet,

    escola que visava treinar bailarinos no rigoroso metodo russo que Balanchine tão bem dominava.

    A escola foi um sucesso, estabelecu um novo e alto padrão na dança classica nos EUA, evoluiu para uma companhia, o American Ballet,  verdadeira escola de movimentos proprios baseados na tradição classica mas não a imitando cegamente. Dessa experiencia saiu uma companhia de grande importancia, o New York City Ballet, que acabou se tornando uma companhia oficial da cidade de Nova York, beneficiaria de altas doações do bilionario David Koch  que deu 100 milhões de dolares para  tornar o ballet parte do Lincoln Center e junto com o Metropolitan Opera House.

     

    Balanchine teve uma proficua carreira de 35 anos como coreografo nos EUA, foi o pai do ballet americano onde todos se inspiraram, inclusive Martha Graham e outros ícones dessa arte tão apreciada nos EUA.

    Balanchine tambem colaborou com Hollywood e Broadway, era um profissional completo e ecletico mas teve tambem criticos  pesados. Um deles foi James Clive, que disse ser Balanchine um “senhor feudal” de sua companhia inclusive com o “droit du seigneur” sobre suas bailarinas. Balanchine casou seis vezes, todas suas esposas eram bailarinas, não teve filhos. Já idoso ficou fascinado com a bailarina Suzanne Farrell, realmente linda, que protegia ao maximo a ponto de sua esposa Marta Tallchief deixa-lo mordida de ciume de Suzanne,  que resolveu casar com um jovem bailarino, Balanchine era 40 anos mais velho que ela,  ficou revoltado, demitiu-a e atrasou sua carreira por uma década.

    Com todos os defeitos de grandes artistas, Balanchine foi o  criador do ballet americano, um emigré russo como outros tantos que trouxeram sua arte para os EUA como Prokofieff, Stravinsky ,  Vladimir Horowitz , genios que a riquissima cultura artistica da Russia produziu para enriquecer o mundo.

     

  3. anarquista sério

    19 de março de 2014 9:16 am

    (Sem título)

    Foto: Seria cômico se não fosse trágico.

  4. Assis Ribeiro

    19 de março de 2014 9:21 am

    Retórica e ideologia como

    Retórica e ideologia como encobrimento da realidade

    – A tua argumentação é retórica.

    – A tua retórica é que não tem argumentos.

    É assim que rola o papo nas redes sociais.

    Cada interlocutor quer vencer pela retórica sem ser chamado de retórico. Nos duelos da internet, o que mais se lê é:

    – Não generaliza. Toda generalização é um erro.

    – Essa tua generalização também?

    Outra astúcia da nova retórica é o golpe do equilíbrio. Depois de muita polarizar, um dos debatedores, se for gaúcho, tenta por a bola no meio:

    – Não grenaliza, cara.

    É pura astúcia retórica. Se o sujeito é de direita, jamais foge ao já clássico e risível clichê ideológico:

    – Não tem mais essa de esquerda e direita.

    Quanto mais ideológico é o indivíduo, mais provável que num determinado momento ele infle o peito e afirme:

    – As ideologias acabaram. Isso é coisa do passado.

    Figura típica das redes sociais é o “trollador”, o mala que se encarna em alguém disparando clichês e tentando desqualificar tudo o que outro diz. Tem o “trollador” que não se vê como tal. “Trolla” todo mundo. Quando “trollado”, finge-se de santo ou de equilibrado.

    – Eu só estava tentando mostrar o outro lado.

    Divertidos são os antipetistas. Exageram tudo o que possa ser ruim para o PT, omitem tudo o que possa prejudicar a direita, especialmente o PSDB. Aí dizem:

    – Não dá para aguentar essa redução de tudo a PT e PSDB.

    As estratégias discursivas do momento desconhecem o princípio da não-contradição. O saudoso de Médici e da censura do regime militar brasileiro cobra liberdade de imprensa na Venezuela, que chama de ditadura bolivariana.

    – Mas tem eleições lá.

    – Fraudadas.

    – Com observadores internacionais presentes?

    – Encenação. Não tem liberdade de imprensa.

    – Mas os jornais impressos são todos de oposição.

    – Me engana que eu gosto. Kkkkkkk!

    Raras vezes a situação esteve tão polarizada. A internet é um campo de oposição dogmática entre direita e esquerda. Reflete nitidamente o que continua ocorrendo em qualquer esfera da vida. Só que na rede tudo se diz. É o espaço do insulto, do palavrão, da provocação frontal. Um teórico dos anos 1960, no estilo Roland Barthes, talvez cravasse numa fórmula: “O cidadão morreu. A internet é fascista”. Favorece a intolerância. A internet, contudo, pode ser o renascimento do cidadão. O fascismo gostaria de controlá-la. Manter só os seus “trolladores” em ação.

    O velho esquerdista deixa escorrer a nostalgia:

    – A esquerda de hoje não tem projetos.

    O novo esquerdista tira uma onda:

    – O projeto da velha esquerda era o totalitarismo.

    Políticos “realistas” de hoje, revolucionários ou resistentes de ontem, que a direita chamava de baderneiros, rotulam os jovens manifestantes na bucha:

    – Terroristas esses black blocs.

    – Fascistas esses defensores do AI-5 da Copa.

    O inimigo dos direitos humanos nunca vacila:

    – Leva o bandido para casa.

    O lacerdinha da direita Miami nunca esquece o:

    – Vai para Cuba.

    http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=5739

  5. Almeida

    19 de março de 2014 10:20 am

    O fascismo ucraniano em ação.

    1) Militantes do partido fascista Svoboda invadem o escritório de Oleksandr Panteleymonov, diretor interino da Companhia Nacional de Televisão da Ucrânia (NTU), batem em sua cara, lançam acusação de falta de nacionalismo contra o canal que ele dirige, exigem que ele assine sua demissão. Depois desse episódio, Panteleymonov foi empurrado para dentro de um SUV e levado para local desconhecido.

    [video:www.youtube.com/watch?v=6nnmbR-MWFA]

    2) “Este vídeo mostra novamente, que na Ucrânia a situação não é calma e as pessoas temem realmente por suas vidas, só por causa de suas convicções políticas. O Setor de Direito continua a manter a população em tensão e medo”.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=wvcPnY0QG7k%5D

    3) As raízes históricas do ódio: um sermão de domingo feito em 2010 por Mikhaylo Arsenych, um “bondoso” clérigo da igreja Greco-católica (uniata) na Ucrânia, com chamadas para expulsar chineses, negros, judeus e russos.

    “Hoje estamos realmente prontos para uma revolução. Será que os combatentes do Exército Insurgente Ucraniano tolerariam hoje Tabachnik e Yanukovych? Os únicos métodos eficazes de combate são os de assassinato e terror! O caminho certo para se comunicar com os inimigos é disparar contra eles! Nossa mensagem para eles é a mensagem de morte por enforcamento; vamos mandar todos os comunistas para árvores-forca em nossas florestas! A mensagem é o nosso grito de vingança – tomar suas armas e perseguir todo o medo… Nós queremos ter certeza de que nenhum chinês, negro, judeu ou moscovita vai tentar chegar e pegar a nossa terra amanhã!”

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=C5EXdbzIDEk%5D
     

  6. IV AVATAR

    19 de março de 2014 11:09 am

    Nazismo no Brasil

    Quem souber a fonte deste artigo, favor nos informar:

     

    O segredo nazista brasileiro

     

    Dono do Hotel Glória tinha campo de concentração no Brasil.

    Nos anos 1930, rancho em São Paulo era um campo de trabalhos forçados repleto de suásticas

    (Foto: Carlos Fonseca/ Editora Globo)

     

    É década de 1930 no Brasil. Um time de futebol com jogadores negros ostenta uma bandeira com o Cruzeiro do Sul — e a suástica nazista. O gado da fazenda está marcado com o mesmo símbolo. Um retrato de Hitler está na parede do casarão. A foto do tal time foi encontrada na fazenda Cruzeiro do Sul, cujo nome explica a constelação que a nomeia. Mas e a suástica?

    Campina do Monte Alegre é uma cidade de 5.000 pessoas, no interior de São Paulo. Ali, o rancheiro José Ricardo Rosa Maciel, o Tatão, descobriu um segredo que ficou escondido por 70 anos. “Eu cuidava dos porcos numa casa antiga. Um dia, eles quebraram uma parede e escaparam. Notei que os tijolos tinham caído. Foi um choque enorme.” Os tijolos tinham a marca da suástica. A parceira de Tatão, Senhorinha Barreta da Silva, estudava na Universidade de São Paulo e levou uma das peças para seu professor de história, Dr. Sidney Aguilar Filho.

    Tatão mostra os tijolos da fazenda (Foto: Gibby Zober)

     

    “Fui até a fazenda, onde encontrei uma profusão de insígnias com a suástica, não só nos tijolos, mas em fotografias da época, marcas nos animais, bandeiras. Também achei uma história paralela sobre a transferência de 50 meninos de dez anos que foram tirados de um orfanato no Rio de Janeiro e levados para Campina do Monte Alegre em 1933. Nessas duas histórias, estava a presença da ideologia nazista”, afirma Aguilar Filho. 

    Depois de oito anos de pesquisa, apresentou em 2011 a tese “Educação, autoritarismo e eugenia: exploração do trabalho e violência à infância desamparada no Brasil (1930-1945)”. As crianças foram tiradas do orfanato Romão de Mattos Duarte, da Irmandade de Misericórdia. O primeiro grupo, com dez, saiu em 1933, depois mais 20 e outro de 20. Elas ficaram sob a custódia de Osvaldo Rocha Miranda, um dos cinco filhos do industrial Renato Rocha Miranda. A família era dona do famoso Hotel Glória e estava entre as mais ricas e influentes da então capital do Brasil. Com outros dois irmãos, Osvaldo era membro da Ação Integralista Brasileira, organização extremista de direita.

    “Minha pesquisa se focou em que sociedade era essa, que Brasil era esse?”, explica Aguilar Filho.  “Era uma cultura extremamente racista e preconceituosa. Na geração seguinte à abolição da escravatura, a estética era extremamente marcada pelo racismo. Com os olhos de hoje, é muito chocante”, diz Aguilar Filho.

    EUGENIA BRASILEIRA

    O artigo 138 da Constituição da época estabelecia que era função do Estado promover educação baseada em crenças eugênicas, ele aponta. No fim dos anos1930, a Alemanha era o principal parceiro econômico do Brasil. Havia também, como consequência, fortes laços políticos, ideológicos e culturais. Aqui estava o maior partido nazista fora da Alemanha, com mais de 40 mil afiliados.

    Aloysio da Silva e Argemiro dos Santos estavam na primeira leva. “Eles relatam um tratamento muito rígido, sujeito a punição física, sem permissão para deixar a fazenda sozinhos ou sem autorização, trabalho intensivo, com pouca ou nenhuma remuneração. Aloysio se refere a uma infância roubada e fala de escravidão. Argemiro não usa a palavra, mas confirma o uso sistemático da palmatória, violência física, chicotadas e punições”, afirma Aguilar Filho.

    O time de futebol do Cruzeiro do Sul ergue a bandeira com o símbolo nazista (Foto: Reprodução)

     

    Maurice Rocha Miranda, sobrinho bisneto de Otavio e Osvaldo, nega que as crianças fossem “escravas” e diz que sua família deixou de apoiar os nazistas muito antes da Segunda Guerra.

    Mas a história dos dois sobreviventes — que nunca mais se encontraram — é curiosamente similar. Ainda vivendo perto da Cruzeiro do Sul, Aloysio, 90, relembra quando foi levado do orfanato. Com doces e “lábia”, Osvaldo disse que daria a eles uma nova vida. “Ele prometeu o mundo. Mas não era nada daquilo. Nós recebemos enxadas, uma cada. Para tirar o capim, para limpar a fazenda. Fiquei preso porque me enganaram. Fui trapaceado. Esquentou meu sangue”, diz Aloysio. Os meninos eram chamados por números. Aloysio era o 23. Dois cães de guarda mantinham os garotos comportados.

    Outro sobrevivente, Argemiro dos Santos, 89, vive em Foz do Iguaçu. “Na fazenda havia fotografias de Hitler, e o tempo todo você era forçado a saudar com o ‘anauê’, a saudação alemã”, ele diz. O “anauê” era, na verdade, a saudação dos integralistas, gesto idêntico ao “sigheil” da Alemanha hitlerista. Argemiro escapou da fazenda para se juntar à Marinha, indo à Europa lutar contra o führer cujos admiradores foram seus captores.

     

  7. IV AVATAR

    19 de março de 2014 11:32 am

    O bando dos quatro quer enquadrar Dirceu como mau comportamento

    O BANDO DOS 4 SE MOVIMENTA PARA ATINGIR DIRCEU….Apesar de terem sido julgados por crime que não cometeram, os presos não se refugiram em nenhuma embaixada, pelo contrário, se entregaram a esse Judiciário torpe. Quanto a estas falsas a acusações, o que quer o quarteto imprensa(cabeça)- Barbosa- VEP juiz de merda Bruno Ribeiro e uma tal de “força-tarefa” formada por 6 procuradoras malas do MP-DF? Está claro que querem é dar um jeito de enquadrar os petistas como portadores de mau comportamento e assim evitar que eles sejam beneficiados pela soltura no tempo minimo do cumprimento da pena, beneficio que é concedido a quem tem bom comportamento na prisão. Estamos diante de uma ditadura midiática http://www.josecarloslima.blogspot.com.br/2014/03/e-ditadura-midiatica-tornou-se-realidade.html

  8. Tamára Baranov

    19 de março de 2014 11:35 am

    Passeata pede volta da escravidão no Brasil

    Da Revista Piauí

    Passeata pede volta da escravidão no Brasil

    “Não há provas de que os negros foram maltratados durante a escravidão”, defendeu Bolsonaro

    CASA GRANDE – Após exigir intervenção militar contra a invasão comunista programada para 2014, cidadãos esclarecidos do Morumbi organizaram uma passeata ordeira e pacífica pela volta da escravidão. “Ninguém aguenta mais essa classe C emergente. Hoje em dia contratar uma babá custa uma fortuna e as empregadas domésticas estão cheias de direitos. Agora querem carro. Assim vamos virar uma Venezuela!”, explicou a empresária Yara Caetano. “O povo de Moema anda dizendo que mora na Vila Nova Conceição, onde já se viu!”, completou a empreendedora.

    Sob a batuta de Maycon Freitas, líder dos movimentos de junho, que admite estar 85% politizado, o grupo trotará pela Avenida Paulista de fraque, cartola, monóculos e polaina. “Peparamos gritos de ordem contra aquela protopetralha chamada Princesa Isabel”, bradou Freitas, enquanto acendia uma fogueira para queimar a bruxa Marilena Chauí.

    O grupo defende a volta da escravidão até que as relações entre patrões e empregados seja restabelecida. “É uma oportunidade para setores esclarecidos da sociedade brasileira se manifestar”, cravou o agropecuarista Marcos Barbosa. “Ninguém aguenta mais esse clima de insegurança jurídica”, arrematou.

    No final da tarde, houve uma dissidência no movimento. Uma ala de coxinhas de vanguarda se descolou do grupo para exigir que o Brasil volte a ser colônia de Portugal. “Quando a família real portuguesa estava por aqui, ninguém falava em comunismo”, discursou Andrea Matarazzo, brandindo no ar um exemplar do livro No País dos Petralhas.

  9. Marco St.

    19 de março de 2014 11:47 am

    Não passa na TV

    Não há petróleo. Não há “ditadores” fazendo politica social…. portanto, vc nunca vai ver isso na TV.

    Mas é o inferno na terra.

    O horror na República Centro-Africana

    Revista Fórum

     O horror na República Centro-AfricanaTwitter 1

  10. Dulce (Madame X)

    19 de março de 2014 12:10 pm

    A EXPOSIÇÃO DA MORTE,

    A EXPOSIÇÃO DA MORTE, TRÁGICA, DE UMA PESSOA.

    Quando caso semelhante (arrastado por um carro), aconteceu com o menino Helinho…respeitaram a DOR DA FAMÍLIA…e não expuseram o seu martírio, em TODOS OS HORARIOS E TODOS OS TELEJORNAIS.

    Não vou entrar na “comparação” das vítimas…uma criança, outra adulto . Uma do “asfalto”, outra da “favela”!…

    A cada APRESENTAÇÃO DE VÍDEOS DA SUA MORTE…NÃO A MATEM MAIS…CONTUDO DESTROEM SEUS FILHOS E PARENTES. DESTROEM ATÉ QUE NÃO QUER VER ISSO…POIS NÃO É NECESSARIO IR AO INFERNO PARA SABÊ-LO QUENTE!

    EXPOR UM CORPO DE MULHER, CRIANÇA, HOMEM ARRASTADO POR UM CARRO A TODO MOMENTO NÃO É “JORNALISMO”, também não é o avesso do avesso do avesso. É O ASCO DO ASCO DO ASCO.

    E se fosse, a Da. Cláudia MÃE DE UM JORNALISTA…CONTINUARIAM A EXPOR SEUS RESTOS MORTAIS ARRASTADOS EM PRAÇA PÚBLICA, PARA SEUS FILHOS ASSISTIREM???? 

    Cães danados! Lobos famintos! Deem a esta mulher ao menos a dignidade da morte, e o respeito a SUA FAMÍLIA.

  11. Sorano

    19 de março de 2014 12:19 pm

    Visita estranha

    O Min. Joaquim Barbosa visotou o MP de Minas ontem. Será qual o motivo dessa visita?

    Para disfarçar , foi também ao TC/MG.

    Almoçou no luxuoso Vecchio Sogno, na zona sul de BH.

  12. mcn

    19 de março de 2014 12:57 pm

    Mais um assassinato de Veja

    Folheando hoje cedo o jornal Valor Econômico me deparei (pg. C-1, Finanças) com um anúncio pago de um certo Julio Faerman, empresário aposentado da área de petróleo, com o curioso título de “Um alerta aos homens de bem”.

    No texto, bem escrito, aliás, o autor defende-se de acusações gravíssimas contra sua pessoa e empresas que dirigiu. Não menciona quem o acusa. Diz que, aos 75 anos, dificilmente terá em vida a necessária reparação.

    Uma rápida busca no Google releva o óbvio: mais um assassinato de reputação de Veja, no tradicional estilo cocoxinha irônico, sem direito à defesa. O caso é o suposto escândalo da suposta propina da holandesa SBM Offshore na Petrobras. Quentíssimo, portanto.

    Não sei se ele é inocente, mas, se Veja escolhe um lado, é sempre bom ficar do outro, por questões sanitárias.

    Valor Econômico (versão impressa)

    Expressão de Opinião

    Um alerta aos homens de bem

    Julio Faerman

    Tenho 75 anos e atuo há pelo menos 50 anos na área de petróleo. Sou engenheiro eletricista com pós-graduação naquela atividade. Minha carreira teve início nos anos 60. Fui empregado concursado da Petrobras. Por alguns anos, fui um dos responsáveis pelos processos de workover – intervenções em poços de petróleo – e de completação no município de Catu, interior da Bahia. Fui obrigado a pedir demissão prematuramente porque meu filho mais velho sofria, à época, de uma doença acarretada pela ausência de água tratada na cidade.

    Eu deixei de ser empregado da Petrobras – um dos maiores orgulhos de minha vida – mas não me afastei da atividade petrolífera. Fui contratado então por uma empresa que fabricava o que é conhecido na indústria do petróleo como ‘árvore de Natal”. Elas eram instaladas em campos situados em terra, numa época ainda distante da prevalência da exploração marítima. Graças ao conhecimento técnico acumulado, direcionei meus esforços para a criação de urna consultoria que pudesse orientar os principais players do segmento, em especial os interessados em ingressar na atividade em solo brasileiro.

    Eu deixei de ser empregado da Petrobras – um dos maiores orgulhos de minha vida – mas não me afastei da atividade petrolífera. Fui contratado então por uma empresa que fabricava o que é conhecido na indústria do petróleo como ‘árvore de Natal.. Elas eram instaladas em campos situados em terra, numa época ainda distante da prevalência da exploração marítima.

    Fundei então, em 1975, a Serpetro. Vinte anos depois, surgiu a Faercom e, em 2006, a Oildrive. Ao longo de quase 40 anos, contribuí para que dezenas de milhares de empregos fossem gerados e dezenas de bilhões de dólares fossem investidos no Brasil por conta das atividades originadas por estes recursos. As empresas em que atuei representaram e ainda representam algumas das maiores prestadoras de serviços e fornecedoras de equipamentos da indústria de petróleo e gás.

    Há dois anos, decidi me aposentar. A administração das empresas ficou a cargo de meus ex-sócios, já que me retirei das sociedades. A aposentadoria coincidiu com o fim da parceria com a SBM, empresa que tive a honra de representar por 30 anos e que tomou decisão estratégica de passar a atuar globalmente a partir de estruturas-próprias. Hoje resido em Londres e mantenho apartamento no Rio de Janeiro. Minha família mora no Rio e eu costumo visitá-los sempre que possível.

    Ao longo de minha trajetória profissional, nunca meu nome foi associado a qualquer prática desabonadora. Sempre mereci o reconhecimento de meus parceiros de negócios, clientes, colegas e amigos. Nos últimos dias, porém, minha honra tem sido gravemente atacada. A suposta fonte seria um ex-funcionário de uma companhia que foi representada por minhas empresas por cerca de 30 anos. Este ex-funcionário da SBM, conforme relato daquela mesma companhia, tentou extorqui-la antes de tornar públicas as alegações que hoje são acolhidas e veiculadas de forma leviana. Não há outra fonte, não há uma prova, nada. Apenas o relato de um criminoso.

    Por conta disso, toda minha vida profissional tem sido desqualificada sistematicamente nos últimos 30 dias. Uma foto tirada no septuagésimo aniversário de minha esposa é utilizada com o objetivo de expor-me ao ridículo e à chacota. Agora sou retratado não mais como engenheiro ou empresário, mas como “lobista” ou ”facilitador de crachás”. De uma hora para outra, minha vida se tornou objeto de escrutínio e investigação.

    Meu relacionamento com a Petrobras nunca deixou de ser técnico, e por isso aquela companhia é parceira de negócios há décadas, independentemente do cenário político. Não sou ingênuo a ponto de imaginar que as denúncias que hoje me atingem estejam imunes a interesses de ordem política. Também não é descabido imaginar que haja interessados em afastar uma companhia do porte da SBM de futuras licitações. Já foi dito que as encomendas à SBM cresceram na segunda metade da década passada. Ninguém se preocupou em informar que estas encomendas acompanharam o boom provocado pelas descobertas de novas províncias petrolíferas ao largo da costa brasileira, com ênfase para o pré-sal. E que a utilização das plataformas do tipo FPSO (unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás) é a que faz mais sentido para as características do mercado brasileiro, onde predominam campos afastados da costa, lâminas d’água profundas e falta de logística para o escoamento. A Petrobras é líder mundial na exploração de águas profundas e desenvolveu um extraordinário know-how na utilização das plataformas FPSO. E a SBM, por sua vez, é uma das poucas companhias no mundo habilitadas a executar projetos tão complexos ligados a este tipo de unidade.

    É impossível não conjecturar sobre o que tem levado tão longe um processo surreal em que se é acusado de intermediar um suposto pagamento de propina. A quem foi paga? Quando? Como? Onde? Não há nada, apenas uma mentira colocada na wikipedia. Como parte desta postagem, foi mencionado o nome de um diretor da Petrobras cuja integridade irretocável e um longo histórico de serviços prestados àquela companhia são de pleno conhecimento de todo o mercado de petróleo e gás. A menção a seu nome deveria servir para desqualificar qualquer acusação, nunca o oposto.

    O que tem ocorrido comigo deve servir de alerta a todos os cidadãos de bem, em especial aos que decidiram um dia se tornar empreendedores e a se especializar em mercado tão próspero quanto o de petróleo e gás. Da noite para o dia, uma reputação construída ao longo de 50 anos de atividade profissional é colocada em xeque por obra de um criminoso. E um empresário que sempre agiu com lisura e preservou a ética em seus negócios se vê praticamente convertido no protagonista de “O Processo”, de Kafka.

    O fato é que me vejo submetido a um processo público de achincalhe que se alimenta a todo instante. Meus ex-sócios têm procurado esclarecer a seus clientes sobre o que se passa no Brasil, mas só a confiança de muitos anos de relacionamento será capaz de preservar intactos os vínculos comerciais em face de uma exposição pública tão negativa. Mesmo diante de tudo isso, nada temo. Uma investigação isenta, apolítica, técnica, será o maior referendo que poderia desejar a minha honra e a uma conduta profissional da qual me orgulho. Sempre procurei transmitir os melhores valores a meus filhos e netos. Ficam apenas algumas indagações: o que será noticiado depois que todas as investigações estiverem concluídas? Quem será responsabilizado pelos danos causados a mim, a minha família e a meus ex-sócios e suas empresas? Haverá uma retratação pública? Sou muito cético em relação a isso. Aos 75 anos, minha sensação é de que a missão de limpar inteiramente meu nome de toda essa sujeira será delegada a meus filhos e netos.

    * Julio Faerman, 75 anos, é engenheiro eletricista com curso de pós-graduação em engenharia de petróleo e sócio-fundador de Serpetro, Faercom e Oildrive.

  13. Klaus BF

    19 de março de 2014 3:14 pm

    Lobinho manso.

    Para ‘CQC’, Lobão tentou censurar quadro

        Publicado em Terça, 18 Março 2014 16:20 Escrito por Redação Comunique-se0 Comentário 

    Mesmo ameaçado judicialmente, o programa ‘CQC’, da Band’, exibiu a participação de Lobão no retorno das férias, nessa segunda-feira, 17. O músico tentou impedir que a atração transmitisse a brincadeira feita no quadro ‘Torcida Vip’, quando ele foi abordado por um grupo de “torcedores” contratados.

    ----0---lobaoLobão encarou a câmera irritado
    (Imagem: Reprodução/Band)O repórter Ronald Rios, que comanda a novidade, citou durante a matéria que o cantor diz “que o governo é autoritário, mas botou o advogado para censurar o quadro”. No último mês, a Band recebeu uma notificação do advogado Alessandro de Oliveira Amadeu, informando que a emissora não estaria autorizada a usar a imagem ou a voz de Lobão.

    No quadro, figurantes adaptaram hinos de torcidas e foram atrás de personalidade como a socialite Narcisa, os jornalistas Milton Neves e Antero Greco e o lutador José Aldo. No caso de Lobão, gritaram “Pó, pó, pó, pó, pó, pó, pó, pó; Tem a língua afiada, mas afinou pro Mano Brown”. O cantor ficou visivelmente irritado e disparou palavrões. Ele ainda não comentou a exibição pelas redes sociais.

  14. Sorano

    19 de março de 2014 4:15 pm

    Privilégios no STJ vão até a morte de ministros

    INSTRUÇÃO NORMATIVA STJ N. 4 DE 17 DE MARÇO DE 2014.

    Dispõe sobre os procedimentos para as exéquias dos

    ministros no Superior Tribunal de Justiça.

    O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA,

     

    usando da

    atribuição conferida pelo art. 21, inciso XXI, do Regimento Interno e considerando o que dispõe o

    Decreto n. 70.274, de 9 de março de 1972, e o que consta do Processo STJ n. 1510/2014,

    RESOLVE:

    Art. 1º Os procedimentos para as exéquias dos ministros do Superior Tribunal de

    Justiça ficam disciplinados por esta instrução normativa.

    Art. 2º Compete à Assessoria de Cerimonial e Relações Públicas – ACR coordenar as

    ações necessárias à realização das exéquias em conjunto com as demais unidades que possuam

    competências correlatas.

    Seção I

    Dos Procedimentos Iniciais

    Art. 3º Por ocasião do falecimento de ministro do Tribunal ou de cônjuge, a ACR

    providenciará imediato contato com a Secretaria de Serviços Integrados de Saúde e com os membros

    da família enlutada, a fim de que sejam obtidas as seguintes informações:

    I – local, hora e causa do falecimento;

    II – nome e endereço para o envio de mensagens de condolências;

    pág. 2

    Superior Tribunal de Justiça

    DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO

    Edição nº 1478 – Brasília, disponibilização Segunda-feira, 17 de Março de 2014, publicação Terça-feira, 18 de Março de 2014.

    III – nome e número de telefone de parente próximo para contato;

    IV – local e hora do velório e do sepultamento.

    Art. 4º No caso do falecimento de ministro, a ACR indagará aos familiares se

    pretendem realizar o velório nas dependências do Tribunal.

    § 1º. Havendo resposta afirmativa, o assessor chefe de cerimonial e relações públicas

    designará um funcionário da unidade para manter contato com a família e tomar as providências

    cabíveis.

    § 2º. As providências de que trata o §1º serão complementadas, no que couber, pela

    Assessoria de Atendimento aos Ministros.

    Seção II

    Da Comunicação

    Art. 5º Cabe ao assessor chefe de cerimonial e relações públicas prestar as

    informações constantes do art. 3º ao Presidente e, em seguida, aos demais ministros em atividade.

    Parágrafo único. A Assessoria de Atendimento aos Ministros comunicará o

    falecimento e outras informações aos ministros aposentados.

    Art. 6º Em se tratando do falecimento de ministro, a ACR providenciará a

    comunicação do fato e do local e horário do velório e do sepultamento às seguintes autoridades:

    I – presidente da República e presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado

    Federal, a critério do presidente do Tribunal;

    II – presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior Eleitoral, do

    Superior Tribunal Militar, do Tribunal Superior do Trabalho, do Tribunal de Contas da União, dos

    tribunais de justiça dos estados e do Distrito Federal e dos Territórios e dos tribunais regionais

    federais, extensiva aos demais membros dos órgãos mencionados neste inciso e aos do Conselho

    Nacional de Justiça;

    III – procurador-geral da República e subprocuradores-gerais da República;

    IV – governador do estado de origem do ministro;

    V – presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros;

    VI – presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil;

    VII – presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e

    presidente da Seccional do Distrito Federal.

    Parágrafo único. A comunicação de que trata o caput poderá ser realizada por

    intermédio do cerimonial dos órgãos citados nos incisos deste artigo.

    Art. 7º Compete à Secretaria de Comunicação Social:

    I – comunicar aos servidores do Tribunal, pela intranet, o falecimento, o local e o

    horário do velório e do sepultamento;

    II – divulgar a notícia sobre o falecimento, o velório e o sepultamento aos veículos de

    comunicação.

    Parágrafo único. O diretor-geral da Secretaria do Tribunal autorizará a publicação de

    pág. 3

    Superior Tribunal de Justiça

    DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO

    Edição nº 1478 – Brasília, disponibilização Segunda-feira, 17 de Março de 2014, publicação Terça-feira, 18 de Março de 2014.

    comunicado sobre o falecimento em veículos da imprensa de circulação local e, quando determinado

    pelo presidente do Tribunal, em veículos de circulação nacional.

    Seção III

    Do Velório de Ministro nas Dependências do Tribunal

    Art. 8º O velório de ministro será realizado no Salão de Recepções do Tribunal.

    Art. 9º Compete à Assessoria de Cerimonial e Relações Públicas:

    I – comunicar ao diretor-geral a decisão da família enlutada de realizar o velório nas

    dependências do Tribunal, para que sejam acionadas as demais unidades envolvidas na preparação do

    ambiente destinado ao velório;

    II – providenciar a aquisição de coroa de flores com os dizeres

    “HOMENAGEM

    DOS MINISTROS E SERVIDORES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA”, bem como

    seu envio ao local do velório;

    III – manter contato com a funerária contratada, a fim de assegurar o cumprimento do

    horário previsto para o início do velório;

    IV – disponibilizar, na entrada do local do velório, um livro para a aposição da

    assinatura dos que comparecerem;

    V – escalar servidores da ACR para auxiliar a organização do velório no que diz

    respeito:

    I. à colocação das coroas de flores recebidas e das cadeiras destinadas aos familiares

    e às autoridades;

    II. à demarcação da área e à disposição da urna fúnebre;

    III. à justaposição da Bandeira Nacional à cabeceira;

    IV. à recepção das autoridades;

    V. ao apoio à família enlutada.

    § 1º A contratação dos serviços funerários é encargo da família enlutada.

    § 2º A critério do presidente do Tribunal, a aquisição e o envio da coroa de flores de

    que trata o § 1º deste artigo poderão ocorrer também por ocasião do falecimento de cônjuge de

    ministro.

    Art. 10. A Secretaria de Segurança e a Secretaria de Serviços Integrados de Saúde

    deverão manter no local do velório equipe de plantão, provida de UTI móvel, que se deslocará para o

    local do sepultamento, ali permanecendo enquanto for necessário.

    Art. 11. No caso da realização de cerimônia religiosa no local do velório, deverá ser

    iniciada com a antecedência mínima de trinta minutos do horário previsto para o início do cortejo

    fúnebre.

    Parágrafo único. O cortejo fúnebre deverá ser iniciado com a antecedência mínima de

    trinta minutos do horário do sepultamento.

    Art. 12. O féretro será conduzido ao cemitério no carro fúnebre da empresa

    contratada, em cortejo organizado pela Secretaria de Segurança em parceria com a Assessoria de

    pág. 4

    Superior Tribunal de Justiça

    DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO

    Edição nº 1478 – Brasília, disponibilização Segunda-feira, 17 de Março de 2014, publicação Terça-feira, 18 de Março de 2014.

    Cerimonial e Relações Públicas.

    Parágrafo único. A Secretaria do Tribunal disponibilizará servidores e veículos para o

    transporte das coroas de flores ao cemitério, caso necessário.

    Seção IV

    Das Disposições Finais

    Art. 13. No dia seguinte ao do sepultamento, um servidor da ACR confirmará com a

    família enlutada as informações relativas ao local, dia e horário da missa de sétimo dia ou de outra

    cerimônia religiosa.

    Parágrafo único. As informações de que trata o

    caput serão comunicadas na forma

    prevista nos arts. 4º, 5º e 6º desta instrução normativa ou a critério do presidente do Tribunal.

    Art. 14. Na Hipótese do falecimento de ministro em atividade, a Bandeira Nacional

    hasteada no Tribunal ficará a meio mastro por três dias, a critério do presidente.

    Art. 15. Fica revogado o Ato n. 129 de 10 de setembro de 2002.

    Art. 15. Esta instrução normativa entra em vigor na data de sua publicação.

    Ministro FELIX FISCHER

  15. Luiz Augusto de Jesus Carvalho

    19 de março de 2014 7:15 pm

    Diagnóstico errado

    http://www.hypeness.com.br/2014/03/o-garoto-que-foi-dispensado-pela-escola-e-hoje-tem-qi-superior-ao-de-einstein/

     

  16. Mara L. Baraúna

    19 de março de 2014 9:52 pm

    Relembrando Assis Valente

    José de Assis Valente (Santo Amaro da Purificação, BA, 19 de março de 1911 – Rio de Janeiro, RJ, 6 de março de 1958)

     

     

    O nome de Assis – autor de sambas como “Brasil pandeiro” e “… E o mundo não se acabou” – esteve muito em evidência nos anos 30, década em que as músicas do compositor faziam tanto sucesso nas rádios e nos Carnavais como as de Noel e Caymmi.

    Contudo, o tempo não fez justiça à obra vivaz de Assis. Enquanto Noel e Caymmi são habitualmente cobertos de merecidas glórias, Assis permanece quase esquecido.  

    Assis Valente nasceu, segundo seu relato, em plena areia quente, no Caminho de Bom Jardim a Patioba, na Bahia, durante uma viagem de sua mãe no ano de 1911. Teve uma infância conturbada, tendo sido roubado dos pais – José de Assis Valente e Maria Esteves Valente – e entregue depois a uma família residente na cidade de Alagoinhas, a família Canna Brasil. Trabalhava até ficar exausto durante a semana e, aos sábados, ia à tarde fazer feira com sua patroa.

    Em 1927 muda para o Rio, onde se emprega como protético e consegue publicar alguns desenhos.

    Na década de 1930 compõe seus primeiros sambas, bastante incentivado por Heitor dos Prazeres.  

    Em 1933, acontece seu estouro em todo o Brasil; o novato Carlos Galhardo alcança o estrelato ao lançar Boas Festas, uma canção natalina de Assis (composta quando estava solitário no quarto onde morava, na Praia de Icaraí, em Niterói, em pleno Natal), que se tornou um fenômeno de popularidade, acabando por se transformar na canção natalina mais conhecida dos brasileiros e uma das poucas do gênero que atravessou os tempos.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=Y-knJy4YcH4%5D

    Os sambas de Assis marcaram época. Contudo, a obra do compositor extrapola o universo do samba.  

    Além da famosa canção natalina, as festas juninas brasileiras também tiveram a intervenção pontual de Assis Valente. Para comemorá-las ele compôs “Cai, cai balão”, lançada por Francisco Alves e Aurora Miranda no ano de 1933.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=qwwOQK0OXRs%5D

    O primeiro sucesso de Assis Valente registrado por um grupo vocal foi o samba “Maria Boa”. Lançado pelo “Bando da Lua” no carnaval de 1935 ele acompanhou os foliões com a mesma alegria que o grupo iria acompanhar Carmen Miranda, musa inspiradora para quem Assis dedicou vários versos posteriores.

    Carmen foi a maior intérprete dos sambas de Assis Valente.

    Sua admiração por ela fez com que ele procurasse aprender a tocar, pensando que o professor fosse pai adotivo da cantora — o que não procedia. Ele compôs para ela várias canções, sempre presentes em seus discos.

    Carmen lança Camisa Listrada, que muitos críticos consideram sua obra prima, música que estourou no carnaval de 1938.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=ifJrKOB6TFU%5D

    Carmen ainda gravaria algumas outras músicas de Assis Valente, sendo Recenseamento, de 1940, sua última composição gravada por ela.  

    Voltando ao Brasil pela primeira vez, Assis mostra Brasil Pandeiro e, para seu espanto a cantora lhe jogou no rosto que a música não prestava e que ele estava ficando “borocoxô”.  

    Carmen nunca mais gravaria qualquer outra música do compositor, que ficou arrasado e deprimido com a recusa de sua musa.  

    A década de 40 foi difícil para o compositor. Mesmo sendo homossexual, em uma época em que a sexualidade de todos era severamente vigiada, ainda em 1939, o compositor se casara, sem que os amigos soubessem, com a datilógrafa Nadyle da Silva Santos, casamento que durara somente até o início de 1942, quando nasce sua única filha, Nara.

    As mágoas com Carmen, o reconhecimento de que sua época de ouro estava no fim, sua deprimente situação financeira e o fracasso de seu casamento foram demais para ele. A vida se lhe tornara insuportável. Angustiado, em 13 de maio de 1941, tentou o suicídio, atirando-se do Corcovado, ficando, no entanto, preso numa árvore, 70 metros abaixo .

    Anos depois da primeira tentativa, quando Elvira Pagã, com escândalo, cobrou-lhe uma dívida de Cr$ 4.000,00 (quatro mil cruzeiros), tentou novamente o suicídio, dessa vez com lâmina de barbear.  

    Mais uma vez foi salvo, mas, sem dinheiro e abandonado pelos amigos, passa a viver de seu laboratório de prótese dentária e dos parcos direitos autorais de suas músicas.   

    Foi autor, também, de peças para o Teatro de revista, como Rei Momo na Guerra, de 1943, em parceria com Freire Júnior, mas sua carreira bem-sucedida como compositor não foi suficiente para mantê-lo em paz.

    A vida de Assis Valente foi cercada de polêmicas e contradições. Muitos especulam sobre provável homossexualidade reprimida e gastos com amantes que o levaram ao endividamento, inclusive pessoas próximas, como a cantora Marlene que gravou o primeiro LP só com músicas de Assis, e seus biógrafos Francisco Nunes Silva e Dulcinéa Nunes Gomes.  

    Uma das músicas de seu repertório que desperta interpretações controversas é o samba-revista “Uva de caminhão”. Segundo o jornalista Moacyr Andrade, a iminente ingenuidade da recitação de sucessos carnavalescos como “Florisbela”, “Flauta de Bambu”, “Pirulito” e “A Pensão da Dona Estela”, escondem a intenção do autor de falar sobre gravidez e aborto. Para o pesquisador musical Rodrigo Faour, a música explicita a confirmação dos desejos homossexuais do compositor.  

    Para quem conhecia mais intimamente Assis Valente, sua morte, apesar de inesperada, não se constituiu exatamente em surpresa; já tentara o suicídio outras vezes, nos últimos tempos adotara um tom de lamentação e acusação contra tudo e todos, vivia angustiado e atormentado, sentindo-se injustiçado e abandonado pelos amigos. 

    Assis, como despedida, deixaria um (algumas fontes dizem dois) bilhete pedindo para Ary Barroso pagar alguns aluguéis atrasados, ao mesmo tempo em que solicitava ao público que comprasse sua última música – Lamento –. gravada pelo desconhecido Jairo Aguiar. O outro suposto bilhete, esse para a polícia, dizia que ele se responsabilizava pela própria morte, alegando motivos financeiros.

    Pela sua trajetória de menino pobre, mulato e com pouca instrução formal até alcançar fama e sucesso para suas músicas nas vozes dos mais destacados cantores e cantoras brasileiras, cair novamente na pobreza e no esquecimento era, para ele, insuportável.  

    O futuro, todavia, faria uma justiça tardia a Assis Valente: Pouco mais de uma década após sua morte, suas músicas foram redescobertas pela nata da música popular brasileira.  

    Em 1969, Nara Leão regravaria Fez Bobagem, e Maria Betânia, o samba Camisa Listrada.  

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=hupjoX7AII%5D

    Em 1972, o primeiro LP dos Novos Baianos, considerado pela crítica especializada como um dos cinco melhores discos brasileiros de todos os tempos, trazia como faixa de abertura exatamente Brasil Pandeiro, que se transformaria no maior sucesso do disco.  

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=4vL–PrvsJ0%5D

    Em 1973, três dos maiores ícones da música brasileira, Chico Buarque, Maria Betânia e Nara Leão interpretaram Minha Embaixada Chegou no filme de Cacá Diegues Quando o Carnaval Chegar.  

     Foi homenageado no espetáculo “Valente de Samba e Alma”, no teatro Guarany, em Santos, o espetáculo “Valente de Samba e Alma, no teatro Guarany, em Santos

    Para celebrar o centenário do compositor a EMI Music lança o CD duplo Assis Valente não fez bobagem – 100 anos de alegria.

    Saiba mais em:

    Assia Valente

    Assis Valente

    Assis Valente, 100 anos 

    100 anos de Assis Valente

    Década de 50  

    Marcos Sacramento – 100 anos de Assis Valente – Especial gravado em Belo Horizonte pela Rede Minas. Exibido pela TV Brasil como especial de fim de ano em 30/12/2011.

    Rádio Batuta

     

     

  17. Notívago

    19 de março de 2014 10:17 pm

    A loucura do Imperador Obama I está me deixando louco

    A loucura do Imperador Obama I está me deixando louco

    A loucura do Imperador Obama Primeiro está me deixando louco

    Existe uma frase sábia que diz o seguinte: “se a maioria das pessoas compreendesse como funciona o mundo, muitas dessas pessoas enlouqueceriam”. Mas sou eu que, com toda certeza, estou ficando louco. Mas antes de lerem uma explicação sobre o porquê desta minha loucura, deem uma olhada nesse vídeo, legendado em português, com uma entrevista de um General aposentado do Pentágono, Wesley Clark (http://youtu.be/sCDRWEpz5d8)  para não dizerem que eu sou usuário das teorias conspiratórias que infestam a blogosfera. Viram o vídeo?

    Então, vamos ao que interessa.

    Na Ucrânia, os partidos de extrema direita, que congregam a ralé dos nazi-fascistas europeus,  deram um golpe que foi aplaudido oficialmente  pala maioria dos países “democratas” da União Europeia e pelos Estados Unidos. O golpe ocorreu porque o Império, com anuência do seu Imperador, Obama I, infiltrou alguns dos seus agentes armados nas manifestações dos black blocs ocorridas no país. Tais armas provocaram a morte de cerca de 100 pessoas e os manifestantes, apelidados de pacíficos pela mídia ocidental mas apoiados por milícias estrangeiras (paramilitares da Blackwater?  http://youtu.be/E5qDfg04_DQ ), conseguiram o que queriam: a destituição de um presidente democraticamente eleito.

    Então a Rússia, cuja direção se encontra nas mãos de um ex-agente da KGB, o Vladimir Putin, resolveu questionar esta interferência dos Estados Unidos num país fronteiriço, e tratou de anexar a região da Crimeia, que o Putin não tem nada de besta. Mais antes disso, e numa entrevista coletiva de mais de uma hora a correspondentes russos e estrangeiros em Moscou  (tradução em Espanhol), um Vladimir Putin habilidoso e diplomata expressou de maneira clara e inequívoca o  ponto de vista da Rússia a respeito da situação na Ucrânia. Infelizmente eu não localizei posteriormente o vídeo com a entrevista na internet. Na entrevista ele falou, dentre outras coisas, em golpe de estado, no apoio dos países da União Europeia e dos Estados Unidos a partidos nazi-fascistas Ucranianos que depois do golpe estabeleceram o caos e a insegurança naquele país, e dos interesses estratégicos dos Estados Unidos na região. Disse que a situação econômica precária da Ucrânia era um problema que deveria ser resolvido por quem estimulou o golpe, e não pela Rússia.

    E ficou claro, pelo anúncio do plebiscito já realizado na Crimeia à semana passada, que a base naval Russa de Sebastopol era inegociável.  

    E no plebiscito já realizado, que teve a participação mais do que expressiva da comunidade russa, mais de 95% dos eleitores participantes disseram SIM à anexação da Crimeia à Federação Russa.

    Logo depois vieram as ameaças de retaliações do Imperador Obama I, com a divulgação de algumas sanções ridículas contra algumas integrantes do governo russo. Também vieram as pressões do Império para que os países do mundo não reconhecessem o plebiscito da Crimeia. E ficou claro que quando o Imperador pressiona, ele pressiona todo o mundo no mundo inteiro.

    E é exatamente esta exigência do Imperador Obama I que está me deixando louco: como deixar de reconhecer o resultado de uma consulta popular onde mais de 95% dos consultados disseram SIM à anexação da Crimeia à Federação Russa? Que tipo de democracia o Imperador Obama I quer impor à Crimeia?

    Sem dúvida nenhuma, eu preciso voltar com urgência ao meu psiquiatra para renovar o meu estoque de lexotan.

    E quando alguém me pergunta sobre este meu interesse com relação ao que está acontecendo num país tão distante quanto à Ucrânia, eu costumo responder: “é a terceira guerra mundial, estúpido!”

     

  18. André Oliveira

    19 de março de 2014 10:34 pm

    Marcos Mello emplacou a filha no TRF

    Caro Nassif,

    Dilma acaba de nomear a filha do Ministro Marcos Aurélio Mello para uma vaga de desembargadora federal. Lamentavelmente ela não tem currículo suficiente nem para juíza de primeira instância. 

    http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/dilma-nomeia-filha-de-ministro-do-stf-para-o-trf,0da24d4607bd4410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

  19. Gabriel Sitônio

    20 de março de 2014 2:43 am

    Reino Unido quer discutir saída definitiva da Rússia do G8

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/03/1427976-reino-unido-quer-discutir-saida-definitiva-da-russia-do-g8.shtml

    Hahahahaha

    EUA e aliados invadem o Iraque, Afeganistão, metem o bico nos conflitos em Honduras, Venezuela (na tocaia), Índia, Primaveras das Arábias da vida, etc.

    Ai surge o conflito na Ucrânia. Crise esta para saber se o país aderiria sua economia ao Euro ou a Rússia – conflito resolvido (ao meu ver por um golpe de Estado) – Ai do nada (na minha observação… para esconder o tal golpe) jogam a Crimeia para dentro da crise mundial (?).

    A mídia não explica, mas a Crimeia era um território conquistado pelo Império Russo desde o século 16 e na década de 50 do século passado foi presenteado para a Ucrânia em comemoração da unificação da Rússia.

    Seu povo hoje, com muito mais ligação russa, votou referendo popular desejando ser (novamente) anexado pela Rússia.

    A decisão popular foi soberana. Ponto final.

    Mas ai vem a turma dos EUA junto com seus amigos do ocidente, humilhados por essa “derrota”, e querem agora fazer birrinha com essa grande potência (Russa).

    Esse medo todo não é por sua localização geográfica, valor histórico e cultural não. O medo real é pq a Rússia entrou (novamente e) definitivamente no jogo de xadrez dessa Nova Ordem Mundial que só os EUA e seus amiguinhos “faziam” parte.

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