Uma pessoa é ela e suas circunstâncias. Um juiz é seu conhecimento e suas circunstâncias.

A Ajufe (Associação dos Juízes Federais), por eleição direta, indicou três juízes federais como seus candidatos para ocupar uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). Dois deles que viveram a circunstância de julgar processos que mexiam com as entranhas do poder: Sérgio Moro, que toca a Operação Lava Jato, e Fausto De Sanctis, que tocou a Satiagraha.

É importante entender a diferença entre ambos, na análise de suas circunstâncias.

As duas operações envolviam o mundo político-empresarial brasileiro, grandes empresas e pessoas ligadas a todos os partidos. Qualquer operador de mercado sabe que nesse submundo dos negócios do Estado navegam PT, PSDB, PMDB, PP e a rapa.

A diferença entre ambos é que, ao não privilegiar nenhum lado, De Sanctis ficou do lado da Justiça. Na Satiagraha as circunstâncias do processo o levaram a enfrentar TODAS as forças da República – governo, poder econômico, STF, grupos de mídia.

Suas investigações bateram em Daniel Dantas – apadrinhado por José Serra, Fernando Henrique Cardoso e grupos de mídia – e em José Dirceu – então todo poderoso Ministro-Chefe da Casa Civil. Enfrentou a fúria de Gilmar Mendes e o esvaziamento promovido na Operação pela própria Polícia Federal do governo Lula. Pode ser acusado de radical, jamais de oportunista.

Mesmo com exageros, em nenhum momento tergiversou ou escolheu qualquer lado que não fosse o da Justiça. Naquele momento, perante a consciência jurídica do país, elevou ao máximo o respeito pelos juízes federais de 1a Instância. Daí o justo reconhecimento da Ajufe ao seu trabalho.

Sérgio Moro também enfrentou suas circunstâncias.

Avançou em duas operações delicadas, estudou-as, entendeu sua abrangência, percebeu que atingiam todos os lados do espectro político. E se viu com o poder extraordinário de controlar as informações de um tema que mexe com a opinião pública e até com o processo eleitoral.

É nesses desafios que se identifica a têmpera e os compromissos de um juiz.

De Sanctis foi grande: não cedeu.

Sérgio Moro escolheu lado. Não pensou na Justiça e na imagem dos seus próprios colegas, juízes federais, que pouco antes o haviam escolhido como representante da categoria. Sequer pensou que a eficácia de uma operação contra o crime organizado reside em identificar todos os elos, todo o mundo político. Só assim haverá força política para promover mudanças que eliminem o mal.

Nessa hora, o campeão da luta contra o crime organizado, pensou apenas em si e decidiu ser peça decisiva em uma eleição que elegerá a pessoa – o presidente da República – que indicará Ministros ao Supremo. No momento em que o STF começa a se arejar com a discrição sólida de um Teori Zavascki, de um Luís Roberto Barroso, de Ricardo Lewandowski, de Celso de Mello, surge um candidato a novo Luiz Fux, um jovem Gilmar Mendes.

Então, para que não se cometa nenhuma injustiça em relação a De Sanctis, que se coloque a retificação. Um juiz é feito de conhecimento e de caráter. Juntando todas as peças, ele e Moro não são comparáveis.

Aliás, seria instrutivo algum tracking junto aos associados da Ajufe para avaliar quantos votos Moro perdeu ou ganhou com seu gesto.

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91 comentários

Comentários

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Opinião de Nassif sobre o

Opinião de Nassif sobre o juiz Moro:

Sérgio Moro escolheu lado. Não pensou na Justiça e na imagem dos seus próprios colegas, juízes federais, que pouco antes o haviam escolhido como representante da categoria. Sequer pensou que a eficácia de uma operação contra o crime organizado reside em identificar todos os elos, todo o mundo político. Nessa hora, o campeão da luta contra o crime organizado, pensou apenas em si e decidiu ser peça decisiva em uma eleição que elegerá a pessoa – o presidente da República – que indicará Ministros ao Supremo.

Opinião de De Sanctis sobre o mesmo juiz Moro:

"É absolutamente técnico, com posicionamentos sempre ponderados." "Estudioso e vive se atualizando." "É também sério e trata os réus de forma equânime. Tenta materializar a lei, que é formal, dando efetividade à justiça. Tenta fazer o melhor, baseado na doutrina e na experiência".

http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2014/11/juiz-da-operacao-lava-jato-divide-opinioes-de-colegas-e-advogados.html

Conclusão: ou Nassif e De Sanctis estão falando de pessoas diferentes, ou então discordam em gênero, número e grau sobre as qualidades necessárias ao cargo de juiz e aquelas encontradas em Sergio Moro. Seja como for, é risível um texto tentando comparar desfavoravelmente Moro a De Sanctis, quando a opinião deste sobre o colega não poderia ser mais elogiosa. Para dar ao jornalista o benefício da dúvida, talvez ele não tenha a menor ideia do que pensa De Sanctis sobre Justiça, mas nem a presunção de ignorância é suficiente para salva-lo: é difícil pensar em algo mais embaraçoso para um jornalista do que tentar apontar as diferenças entre 2 indivíduos que fazem questão de publicamente se afirmarem iguais.

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Ai que preguiça..

Resposta

Leitor Crítico

Hum. E vc acha mesmo que ele faria crítica deliberada a um colega? Claro, pode ser que ele realmente pense de acordo com o que disse, mas criticar o juiz Moro hoje tomar partido, mesmo sabendo que o Moro está sim promovendo um vazamento seletivo das denúncias e não mandou apurar denúncias do Youssef sobre, por exemplo, os R$ 10 milhões da Petrobras desviados para o PSDB em 2010.

 

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Desculpe, mas colocar Barroso

Lindomar

Desculpe, mas colocar Barroso no mesmo grupo de Celso de Melo e não no mesmo grupo de Toffoli é esquercer o contexto de sua indicação e as consequencias que ela provocou.

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Aposenta Nassif

André B

Daniel Dantas virou agora amiguinho do PSDB somente?

 

E o esqueminha BR Telecom - Telemar, patrocinado pelo Lula? E a quantidade de especulação imobiliária promovida pelo Opportunity com dinheiro alheio e avalizada pelo comandante?

 

Para! Como pode alguém se dizer "nova midia" e fazendo (atuando) com as mesmas práticas das quais condena? 

 

Hipocrisia tem limite! Tudo isso é para a verbinha de publicidade que dão a esse website? Tudo bem! Não espero mais de quem tem pouco a oferecer!

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Golpismo barato.... Para nada

MacCain

Golpismo barato.... Para nada mudar e a elite covarde reinar.... Que trabalha nesse País sempre foi quem pegou na enxada!

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Enxada?

josé adailton

MacCain...nome apropriado para um bóia fria.

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Puro lixo eleitoreiro

Maria Silva

Até 15 dias atras eu nem sabia que esse juiz existia. Agora já se sabe até que ele é candidato a uma vaga no STF.  E isso não é especulação nem "delação premiada". É fato.  Tá provado. Bela investigação, pra não dizer outra coisa. Totalmente deturpada, e sensacionalista. Tá mais pra programa do Ratinho do que pra processo judicial. E ainda querem que a gente acredite na Justiça. Sou leiga no tema, mas tenho idade suficiente pra saber que  esse vazamento em nada, nada mesmo, ajuda na punição dos culpados, nem no esclarecimento do esquema, nem no combate a corrupção. É puro lixo eleitoreiro. Como cidadã, quero uma Justiça eficiente e isenta, não uma  fabrica de factoides para ganhar uma cadeira no STF.

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Só no Paraná

Parece que desse Estado brota de tudo, de ebola a juiz fazendo usando um processo sigiloso para fazer campanha para seu candidato no Jornal Nacional. O que acontece no Paraná, alguém pode me explicar pq é de lá que vem de tudo, de bandido de toga a falso alarme nacional sobre o ebola,..hum...há alguma coisa estranha no ar,,,.e olhe lá que todo mundo sabe que o senador tucano Álvaro Dias viajava no jatinho de Youssef prá lá e prá cá e que Fernando Franchiscini teve sua campanha financiada por Paulo Roberto Costa. O que se passa no Paraná, afinal de contas aquilo lá virou central do golpe, será que é por causa da vizinha com o Paraguai, afinal de contas quando houve o golpe no pais vizinho o Álvaro Dias foi o primeiro a correr prá lá para amparar os golpistas, os tucanos devem ter pego umas aulas por lá....

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...spin

 

 

A investigar: ligações perigosas

james

Gravações de conversas e interceptações de e-mails de Idalberto Matias, o Dadá, agente secreto da quadrilha de Carlos Cachoeira, feitas pela Polícia Federal, revelaram que o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) e o ex-senador do DF, Alberto Fraga, do DEM, armaram junto com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para derrubar o governador de Brasília, Agnelo Queiroz. O trabalho do grupo envolvia, ainda, a publicação de notícias em blogs políticos de Brasília contra o governador.

Numa das gravações da PF, Dadá informa a Cachoeira que Francischini estava montando um escritório em Brasília para “fuder” o governador. De acordo com Dadá, Francischini estava mudando seu domicílio eleitoral do Paraná para Brasília para concorrer ao GDF em 2014. Dadá diz que quem passou essa informação tinha sido um cara da Polícia Federal. Informa ainda que a Polícia Federal iria monitorar uma reunião do Alberto Fraga com o senador Demóstenes Torres em fevereiro de 2012. Cachoeira responde que “vai avisar” Demóstenes.    

Fraga tinha feito denúncia à Veja de uma suposta central de grampos, no governo do Distrito Federal, contra adversários políticos de Agnelo Queiroz. Ele estaria entre os alvos, assim como os jornalistas Edson Sombra e Mino Pedrosa. Em abril, Francischini disse até que pediria a prisão do governador do Distrito Federal.

Para proteger e garantir que seus planos dessem certo, Fraga aparece num e-mail, interceptado pela PF, sugerindo a Edson Sombra que falasse com Mino Pedrosa para maneirar as denúncias contra Agnelo, para não prejudicar o trabalho do procurador-geral. “Você tem que falar com o Etelmino (Pedrosa) para ele ir com calma. Pois todo esse alvoroço pode até atrapalhar o trabalho que o Gurgel está fazendo junto com o Francischini”, diz ele. “Por favor, peça a ele mais prudência, e que ele aguarde o momento certo para publicar as coisas”, insiste.  

Num e-mail de 15 de fevereiro, de Edson Sombra para Francischini, ele informa sobre um rapaz que eles querem levar para conversar com Roberto Gurgel. “Vou fazer o possível para resolver isso, mas o rapaz está com receio de que descubram ele lá no Palácio (Buriti), por isso ele não quis encontrar com o senhor na quinta feira”, explica Sombra. “Ele (o rapaz) diz que aguardaria mais um pouco e depois ele marcaria novamente comigo”. No dia 23 de fevereiro de 2012 Francischini troca outro e-mail com Edson Sombra e diz: “O Dr. Gurgel está me perguntado sobre o rapaz”.

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A Didi não vai reagir?

CLIQUE NA IMAGEM PARA MAIS TIRINHAS!

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O nome disso é estupidez. O

Falcão

O nome disso é estupidez. O poder é para os sabem obedecer as regras de uma sociedade democrática. Parabéns ao Exmº Sr. Dr. Fausto Martin De Sanctis. Como brasileiro, me sentirei honrado em tê-lo em nossa Suprema Corte

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o PT e seus malfeitos...

Luis Hass

Engraçado.. todos juízes que aliviaram no mensalão são bons, os demais são ruins....

Como agora todas os "malfeitos" são investigados doa a quem doer, segundo as palavras da "presidenta". E considerando-se que 90% dos escandalos são do PT e base aliada, a única lógica a que podemos chegar é que o PT e seus comparsas roubam mais do que os demais.

Me perdoem, mas dada a eficiência do governo no combate aos "malfeitos" essa é a única lógica a que se chega.

 

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Transparência

josé adailton

Passou pelas mãos do juiz do Paraná um processo que envolve peixes grandes e pequenos.Se os grandes vão ser condenados ou inocentados , é muito cedo para antecipar a conduta do Dr.Moro.Culpá-lo ou fazer restrições a sua atuação por ter liberado depoimentos de bandidos em véspera eleição é uma questão subjetiva. Pergunte-se no caso de  os réus fazerem declarações que eventualmente prejudiquem eleitoralmente o adversário político.Em resposta  presume-se que as críticas(salvo pouquíssimas exceções) naturalmente viriam tão somente do outro lado partidário.Em tempos de eleições , na visão dos céticos, a credibilidade e isenção fica no alto das nuvens.

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Transparência subjetiva

Milton Pereira Neves

Essa questão seria subjetiva se a eleição não fosse no Brasil, onde tudo vira combustível para campanha entre partidos com teto de vidro. A questão que não é subjetiva neste caso,  é que um dos adversários queria muito que esse depoimento “vazasse”. Sergio Moro não este julgando o roubo de galinhas, ele esta julgando  CRIME ORGANIZADO. Será que ele não sabe o que tem nas mãos? Fora o ambiente eleitoral ele é guardião do processo e deveria zelar por ele. Vazado tudo isso objetivo foi atingido, que era causar dano político ao partido que obteve  40% do eleitorado do primeiro turno. Agora os corruptores (as empreiteiras) têm a chance real, como já conseguiram anteriormente(castelo de areia), de anular toda a operação porque o Juiz deliberadamente publicou declarações aleatórias sem apresentação de provas. Ou ele acha que com o depoimento de PRC todos iram entregar os caderninhos com anotações. “Dançamos! O terrível Paulo Roberto Costa nos entregou! Aquele danadinho”!!! O que também não é subjetivo é que o teto de um destes lados, apesar de ser vidro é blindado. Ai  a discussão seria objetivamente  desqualificação do Juiz por aqueles que apoiaram a sua decisão.

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juizes

serralheiro 70

Conforme a generalissima classificação de meu neto de 9 anos, do bem e do mal, não dá para confundir, De Sanctis é do bem.

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O de Sanctis é uma certeza,

Monier.,.,.,.

O de Sanctis é uma certeza, já vimos a que veio, e o que vai acontecer quando for submetido a pressão. Diante da atitude estranha do Mendes, com seus 2 HCs, o juiz se manteve no procedimento, e continuou tocando o processo em frente nos limites da lei.

O Moro, estamos vendo. Sinceramente, ainda não entendi o que aconteceu nesse procedimento da Lava Jato. Em comum, têm o cargo e a fama de conhecimento dos crimes econômicos, que é o que está faltando ao STF. De resto, devem ser pessoas bastante diferentes.

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Tem detalhes nesse item que

Ivan de Union

Tem detalhes nesse item que ninguem parece ter lido ate agora!

1--Lista triplice de INDICACOES para o supremo

2--Um dos nomes eh MORO

3--Lista triplice EH GOLPE DE COMPADRIO no judiciario

4--Portanto, os juizes que indicaram Moro sabiam exatamente o que estavam fazendo

5--Dilma seria louca de deixar um Fux 2 desses entrar pro supremo e mais ainda de deixar essa decisao passar em branco para um possivel proximo presidente.  Alias, nem sei se existe caso de presidente DEIXANDO de indicar juizes

6--Se eh que foi ironia, a ironia do ultimo paragrafo nao foi perdida em mim.  Voces sabem tao bem quanto eu que especialmente o juiz brasileiro eh traira e eh canalha e que infelizmente, sim...  eh o salario e a aposentadoria mesmo

 

Me lembrou de "Mona Lisa Overdrive", onde uma teoria nao-especificada de "pontos nodais" em mencionada o tempo todo.  A propria "Mona Lisa" (que eh um programa de computador) eh "ponto nodal" no livro, em todos os sentidos.

Entenderam o que eh "ponto nodal" agora?  Nao eh preciso teoria completa:  eh so saber que o judiciario brasileiro eh ARQUITETADO para a destruicao do futuro exatamente atravez dos "pontos nodais".

Em TODAS as decisoes importantes para o futuro do Brasil, o judiciario falha.  Tai o exemplo maximo:  nao so um juiz de primeira instancia ensinou o acusado a falar para que o caso nao fosse direto ao supremo como ainda deixou gravarem a coisa toda e vazarem pra media brasileira!  Nao existe caso disso no mundo inteiro, so no Brasil.

E juiz brasileiro falha porque eh pago pra falhar.

Moro, no dia que os quintos dos infernos congelarem voce vai ser supreminho brasileiro, ok?

 

 

(Mais uma falha da Abin?  O que esse juiz especifico esta fazendo com o mesmo acusado pela segunda vez em 10 anos?  Mais importantemente, ate eu sei que o doleiro invalidou o proprio deal de delacao premiada a esse ponto, mas o judiciario ta quietinho da silva e vai continuar quietinho da silva.)

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Muito estranho!

Julia Rossi

 Acho estranho que posto sempre mensagens pequenas, não polêmicas e sempre aprovando seus textos.

Mas elas nunca vêm a lume neste sítio. Talvez sejam muito insípidas.

Desculpe incomodar.

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No post anterior, eu dizia

Julia Rossi

No post anterior, eu dizia que a ajufe lançou manifesto de apoio a moro.

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Tem declaração conjunta da

Monier.,.,.,.

Tem declaração conjunta da Ajufe e da Apajufe validando a atuação do Moro.

Vendo as notícias bem por cima, ainda não está claro para mim o que foi vazado. O procedimento de investigação, a cargo da polícia, e depois levado ao MP, não é tornado público, o que soa meio esquisito, mas é assim. Pela nota, é isso que teria subido ao STF, e estaria sob sigilo, sabe-se lá a razão. Provavelmente pela questão da delação premiada. E como é que subiu ao STF sem virar ação, é outra pergunta aberta.

Todas as outras ações penais que envolvem a operação da PF estariam fora do sigilo, e portanto públicas. A lista lá no site da Carta Capital é longa. Mas se é público, não parece nada errado se alguém foi lá e compilou. Passa a ser um problema de qualidade da imprensa nacional, que sendo oligopolizada e às vezes cartelizada, só pode ser ruim. 

E se o juiz se meteu a dar declarações fora dos autos, como se fosse parlamentar, entra na zona cinzenta entre atuação política e atuação em defesa da lisura do processo. Cada um vai ver de um jeito. Por isso que falar nos autos é sempre o ideal, e a Loman deveria ser ressucitada e ter uma interpretação mais restritiva de liberdades no seu art. 36, III. Quem deveria se manifestar é o tribunal, nem mesmo as associações, que não deveriam existir para dar corpo e coesão a uma atividade que só é boa quando é difusa ideologicamente, como é a judicatura.

 

 

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/associacoes-de-magistrados-de...

Nota à Imprensa sobre a Operação Lava Jato

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) e a Associação Paranaense dos Juízes Federais (APAJUFE), em razão das inúmeras declarações públicas de supostos “vazamentos” de informações sigilosas na denominada “Operação Lava Jato”, esclarecem:

Os processos judiciais, em regra, são públicos e qualquer pessoa pode ter acesso, inclusive às audiências, salvo nas hipóteses de segredo de justiça de acordo com as previsões legais dos artigos 5º, LX, e 93, IX da Constituição. A publicidade dos processos e das decisões judiciais visa exatamente a garantir o controle público sobre a atividade da Justiça.

As 10 (dez) ações penais da “Operação Lava Jato” que tramitam na 13ª vara federal da Justiça Federal do Paraná não estão em segredo de justiça, inclusive a ação penal na qual foram realizados os interrogatórios dos acusados Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, entre outros réus.

Por outro lado, os depoimentos prestados na fase de investigação e em decorrência da delação premiada encontram-se em segredo de justiça, sob a análise do Supremo Tribunal Federal, e não se confundem com as declarações prestadas ou que ainda serão prestadas na referida ação penal, que são de caráter público.

Diante disso, declaramos total apoio e confiança no trabalho desenvolvido com zelo e responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná a partir da investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na denominada “Operação Lava Jato”.

A AJUFE e APAJUFE não aceitam qualquer declaração que possa colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros.

Antônio César Bochenek
Presidente da Ajufe

Anderson Furlan
Presidente da Apajufe 

 

 

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Muito estranho!

Julia Rossi

 Acho estranho que posto sempre mensagens pequenas, não polêmicas e sempre aprovando seus textos.

Mas elas nunca vêm a lume neste sítio. Talvez sejam muito insípidas.

Desculpe incomodar.

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Vai ser o De Sanctis

Se a Dilma ganhar, deve indicar o De Sanctis.

Se perder, acho que indica no dia seguinte à eleição. E deixa a bomba no Congresso atual, mas acho que passa na urgência e toma posse antes do Aécio. No mínimo, vai ser um rebu.

Gilmar Mendes vai enlouquecer!

 

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Perdendo ou ganhando, Dilma

jairo, de sp

Perdendo ou ganhando, Dilma NÃO irá indicar De Sanctis.

Pela razão que todos (infelizmente) já conhecemos.

Ele é o oposto de um Leonel Brizola, de um Roberto Rquião.

Ela tem medo de assumir uma postura firme e, além disso, gosta de apanhar.

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Sim, combativo mesmo é o

Júlio De Bem

Sim, combativo mesmo é o Suplicy e todo PT-SP. O PT piada.

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Que a Dilma nomeia logo o De

NALDO

Que a Dilma nomeia logo o De Sanctis para o stf e acaba com essa alegria; tem umas coisas que é dificil de entender.

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Não confunda Sérgio Moro com Fausto De Sanctis

Boa tarde.
Não dá para confundir. Um deles, De Sanctis, é um excelente profissional. O outro, e, que lástima, não é caso isolado, vive brincando de mocinho e bandido. Adivinhem quem são os mocinhos... Esta é a justiça (caixa baixa intencional) que o PT, doze anos no poder, não atentou para a caixa de pandora que precisava ser exorcizada. Hoje, está sendo justiçado. E não pode alegar desconhecimento.

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Morvan, Usuário GNU-Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use GNU-Linux.

Temos 3 poderes: Executivo,

Temos 3 poderes: Executivo, Legislatico e Judiciário.

O Executivo - eleito pelo povo - é ocupado pelo presidente da República

O Legislativo  - tb eleito pelo povo e pelo 4º poder (sem voto), temos o PMDB

O Judiciário - Não é  eleito pelo povo e é indicação da Presidência, é "comprado" pelo PSDB e outros tb não votantes.

E assim caminha o país...... no seu eterno  "andar em círculos".

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lenita

E temos o 4º

Também temos o 4º poder, a imprensa. E o interessante é ver o brasileiro médio que se acha inteligente, crer mais nele do que em seu próprio voto... Uma pena!

Abração.

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"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Opiniões sobre Sérgio Moro

Luis Sifer

Na Carta Capital, há menos de um mes :

http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-serapiao/o-juiz-o-procurado...

 

Operação Lava Jato está nas mãos de Sergio Moro e Rodrigo JanotProcessos derivados da Operação Lava Jato estão sob a tutela do maior especialista em lavagem de dinheiro do País e do procurador que vem inovando a PGR

 

Nos últimos 20 anos, a Justiça brasileira perdeu várias chances de passar a limpo o sistema político-partidário nacional. Muitas vezes por erros banais, outras por pressões externas ou falta de vontade, as chances de expor como atuam os caciques das mais diversas siglas e como se dá a promíscua relação entre seus partidos, doações eleitorais e licitações milionárias foram desperdiçadas. Para citar apenas alguns casos nos quais a Justiça falhou: as privatizações na era FHC; a operação Satiagraha e a relação de Daniel Dantas e políticos de PT, PSDB e demais partidos; a operação Castelo de Areia e o anulamento da investigação que poderia chegar nas contas da empreiteiras e de partidos no exterior e em muitos outros caso que dispensam citação.

O caso da Castelo de Areia, operação realizada pela da Polícia Federal, em 2009, e responsável por desarticular um suposto esquema de pagamento de propina da construtora Camargo Corrêa, é importante para entender o objeto deste texto: a Operação Lava Jato. Assim como muitas investigações da Polícia Federal posteriores a 2003, a Castelo de Areia teve início com a descoberta, por meio de uma delação premiada, do doleiro responsável por intermediar o pagamento de propina da empresa a agentes públicos. Na lista da propina estavam nomes de mais de uma dezena de políticos, do baixo ao alto escalão. O desfecho da operação é de conhecimento público: após a entrada de milionárias bancas advocatícias no processo, capitaneadas pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, a investigação foi interrompida por uma liminar do ministro Cesar Asfor Rocha para, em seguida, ser anulada pelo Superior Tribunal de Justiça. Ainda resta um recurso especial dormitando no STF, na gaveta do ministro Luis Roberto Barroso.

Se não fosse interrompida, a investigação da Castelo de Areia poderia ter se antecipado à Lava Jato ao expor todos os detalhes da relação da construtora com os diversos partidos titulares de governos com os quais a empresa mantém contratos, entre eles o governo federal. Mais que isso, de certa forma, a Castelo de Areia, em um mundo ideal, inviabilizaria a Lava jato, uma vez que teria desarticulado todo o esquema de distribuição de propina da empreiteira para abocanhar contratos bilionários com diversos entes públicos. Entre essas obras, já naquela época, estavam a da Refinaria de Abreu e Lima e o estaleiro da Transpetro, ambos da Petrobras e o primeiro alvo da atual investigação da PF.

Passado de lado, a Justiça brasileira tem uma nova chance e dessa vez parece estar mais bem preparada e com mais vontade. No último 17 de março, a Polícia Federal desencadeou uma das maiores operações contra a lavagem de dinheiro de sua história. Denominada Lava Jato, em alusão à utilização de uma rede de lavanderia para movimentar o dinheiro oriundo de práticas ilícitas, a operação contou com a participação de 400 policiais. Foram cumpridos 81 mandatos de busca e apreensão, 18 mandatos de prisão preventiva e 10 mandatos de prisão temporária em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso.

Em um primeiro momento, a investigação tinha como objetivo averiguar a denúncia sobre a ação de doleiros em um empreendimento industrial na cidade de Londrina (PR). Após mais de quatro meses de diligências, a PF descobriu tratar-se de algo muito maior do que o imaginado. Com base em dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e quebra de sigilos bancários, os investigadores se depararam com uma organização criminosa responsável por movimentar mais de 10 bilhões de reais nos últimos anos. Entre os presos estavam o doleiro Alberto Youssef, velho conhecido das páginas policiais e um dos delatores nos processos oriundos do escândalo do Banestado. Outro preso, incluído de última hora na lista por tentar sumir com documentos que eram alvo das buscas e apreensões, foi o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Youssef, segundo as investigações da PF, seria o Kurt Pickel, doleiro flagrado na Castelo de Areia como responsável por enviar para o exterior dinheiro da Camargo Corrêa, de um pool de empreiteiras interessadas em distribuir propina a agentes públicos dispostos a facilitar a obtenção de contratos com estatais brasileiras, entre elas a Petrobras. Costa, nesse caso, desempenharia o papel de intermediador das empreiteiras com a Petrobras e partidos políticos. Além do salário milionário na estatal, o ex-diretor de Abastecimento ganhava sua comissão na "corretagem" das licitações a serem distribuídas entre as empreiteiras e encaminhava o quinhão endereçado aos partidos e políticos detentores da "posse política" do determinado setor da estatal. No caso, pelo que se tem notícia até o momento, o PMDB, PP e a ala peemedebista do PT. Para exemplificar a tal ala petista, o ex-vice-presidente da Câmara André Vargas e o deputado Cândido Vacarezza, famoso depois de ser flagrado, em plena CPI do Cachoeira, enviado a seguinte mensagem ao então governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, do PMDB, outro também suposto alvo do delator: "a relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe você é nosso e nós somos teu (sic)".

Após a delação premiada de Costa, os processos e investigações referentes à Lava Jato seguirão em duas mesas distintas. Enquanto o juiz federal Sérgio Moro continua com suas diligências em Curitiba a fim de provar o esquema criminoso envolvendo as empreiteiras, doleiros e empresas públicas, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, debruça-se sobre os termos da delação de Costa e, perante o STF, conduz a investigação dos detentores de foro privilegiado. Para os investigados, réus e afins, em nenhum dos lugares a situação é fácil.

Em Curitiba, o juiz Sérgio Moro coloca em prática todo o aprendizado de anos no combate à lavagem de dinheiro ao passo que esquiva-se de pequenos erros e armadilhas jurídicas espalhadas pelas caras bancas advocatícias envolvidas no caso. Considerado o maior especialista em lavagem de dinheiro do País, Moro cuida dos processos da Lava Jato com o esmero de um jurista disposto a mudar, pelo exemplo, o cenário do combate ao crime no País. Em Brasília, Rodrigo Janot completa um ano no cargo de PGR com números de causar inveja. Criou grupos de procuradores especializados e impõe um ritmo frenético para que as investigações e processos sob sua tutela tramitem da forma mais célere e correta possível. Tão logo desencadeada a Lava Jato, Janot criou uma força tarefa de procuradores para acompanhar o caso formada por Andrey Borges de Mendonça, Januário Paludo, Orlando Martello Junior, Carlos Fernando dos Santos Lima, Diogo Castor de Mattos e Deltan Dallagnol. O resultado do trabalho intenso em conjunto com a Polícia Federal e juiz Sérgio Moro é a delação de Paulo Roberto Costa.

A depender do trabalho e preparo do juiz Sérgio Moro e da equipe comandada por Rodrigo Janot, a Justiça brasileira conseguirá dar um passo importante no sentido de mostrar aos brasileiros como agem nos bastidores aqueles que, nos dias úteis, ou em parte deles, os representa nas casas legislativas e nos gabinetes do poder executivo das esferas municipal, estadual e federal. Assim como no caso da operação Castelo de Areia, a Justiça tem condições de mostrar como os políticos brasileiros retribuem as doações de campanha concedidas pelo empresariado e quais caminhos o dinheiro percorre desde o caixa das empreiteiras, passando pelos Paulo Roberto Costa da vida, sendo lavado por Alberto Youssef até retornar a economia real transmutado em carros, fazendas, apartamentos e tudo o mais que garante uma vida luxuosa a nossos políticos.

Assim como na Castelo de Areia, tanto as empreiteiras quanto os políticos citados negam qualquer relação com a organização criminosa desmantelada pela Polícia Federal. Para sustentar essa versão, estão em cena, mais uma vez, os advogados criminalistas mais caros do Brasil.

Entenda os próximos passos da Operação Lava Jato:

- A investigação da Polícia Federal que deu origem à Lava jato gerou vários processos. (Ver lista abaixo);

- Todos estão concentrados na 13ª Vara Criminal da Justiça Federal do Paraná. O juiz titular é Sérgio Moro;

- A delação premiada de Paulo Roberto Costa nasceu no bojo de um desses processos, mas pode ser compartilhada para todos, bem como dar a origem a novos processos;

- A lei prevê que deputados, ministros e governadores possuem foro privilegiado. Por isso, a delação premiada foi encaminhada ao procurador-geral da República. Apenas Rodrigo Janot pode investigar esses políticos;

- Debruçado nesse material, Janot pode decidir por arquivar o material, pedir novas diligências para aprofundar a investigação ou denunciar os citados ao Supremo Tribunal Federal;

- Já existe um procedimento relativo a Lava Jato com o PGR devido a citação dos deputados André Vargas, do PT, e Luiz Argolo, do Solidariedade. No STF, o relator do caso é o ministro Teori Zavascki

- Caso decida começar uma investigação contra os citados com foro privilegiado, Janot terá que pedir autorização ao STF;

- Após as investigações, Janot poderá denunciar aqueles cujas provas indicam a prática de ilícitos;

- Na PGR, a investigação e o processo ficarão sob tutela de Janot e sua equipe. Ao menos 13 procuradores compõem a equipe de Janot. Desses, três são especialistas da área criminal: a procuradora Janice Ascari e os procuradores Marcelo Miller e Douglas Fischer;

- Devido a possível crime de evasão de divisas e movimentações ilícitas no exterior, o procurador Vladimir Aras, da equipe de Cooperação Internacional, também deve auxiliar nas investigações;

Processos derivados da Operação Lava Jato sob tutela do juiz Sérgio Moro.

1- Acusado é Carlos Alexandre de Souza Rocha

Crimes: Prática de ilícitos financeiros ao realizar movimentações financeiras por meio de instituição irregular.

2 – Alvos são Waldomiro Oliveira,  Alberto Youssef, Antônio Almeida Silva, Pedro Argese Júnior, Esdra de Arantes Ferreira, Márcio Andrade Bonilho, Murilo Tena Barros, Leandro Meirelles, Leonardo Meirelles e Paulo Roberto Costa.

Crimes: Lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma obra da Petrobras. Costa e Youssef são apontados como os chefes da quadrilha, que pode ter movimentado mais de 400 milhões de reais.

3 – Alvos são Leonardo Meirelles, Carlos Alberto Pereira da Costa, Esdra de Arantes Ferreira, Leonardo Meirelles, Pedro Argese Júnior,  Alberto Youssef e  Raphael Flores Rodrigues.

Crimes: Lavagem de dinheiro e crimes financeiros praticados ao lavar 400 milhões de dólares por meio de operações fraudulentas de câmbio.

4 – São alvo Carlos Habib Chate, Sleiman Nassim El Kobrossy, Alberto Youssef, André Catão de Miranda, Maria de Fátima da Silva e René Luiz Pereira.

Crimes: São acusados de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro do tráfico e evasão de divisas. O doleiro teria lavado dinheiro para o traficante Rene Luiz Pereira.

5– São alvo Maria Josilene Costa, Maria Lucia Ramires Cardena, Raul Henrique Srour, Rodrigo de Oliveira Srour e Valmir José de França

Crimes: Lavagem de dinheiro e crimes financeiros ao realizar transações financeiras de câmbio sem autorização por meio da empresa Districash Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

6 – São alvo Iara Galdino da Silva, Luccas Pace Júnior, Nelma Mitsue Penasso Kodama, João Huang, Juliana Cordeiro de Moura, Maria Dirce Penasso, Cleverson Coelho de Oliveira, Rinaldo Gonçalves de Carvalho e Faiçal Mohamed Nacirdine.

Crimes: Lavagem de dinheiro e crimes financeiros sob comando de Nelma Kodama que teria movimentado  5 milhões de dólares ilegalmente.

7 – Alvos são Arianna Azevedo Costa Bachmann, Humberto Sampaio de Mesquita, Marcio Lewkowicz, Paulo Roberto Costa, Shanni Azevedo Costa Bachmann

Crimes: Ocultação de provas praticada por parente de Paulo Roberto Costa no dia da deflagração da busca e apreensão pela Polícia Federal.

8 –São alvo Carlos Habib Chater, Andre Luis Paula dos Santos , Vinicius Viana da Silva, Ediel Viana da Silva,  Francisco Angelo da Silva, Tiago Roberto Pacheco Moreira, Katia Chater Nasr, Ricardo Emilio Esposito e Julio Luis Urnau.

Crimes: Lavagem de dinheiro e formação de quadrilha praticada pelo doleiro Carlor Chater e pessoas ligadas a ele.

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http://www1.folha.uol.com.br/

Almeid

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u420243.shtml

Operação João de Barro. Sanko Sider.(esta não sei em Vara foi parar)

Operação Castelo de Areia - vixe...Parabéns pelo trabalho De Sanctis

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É mais uma investigação

Quintela_BR

É mais uma investigação escandalosa...

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Editor togado é doença que pega?

trovinho

Acho que é por isso que o Bonner de toga não escandaliza...

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A operação Lava Jato,

(visando "alcançar corruptos na Petrobrás", para, enfim, a empresa ser privatizada a preço de banana) vai se transformar numa ação semelhante a AP470.

Caso o aécio seja eleito, será a notícia de todos os dias na "midiona", para terminar de desconstruir o PT.

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes" (Khalil Gibran – 1883-1931).

Na época da Satiagraha postei

Na época da Satiagraha postei aqui críticas à Fausto de Sanctis.

Na minha opinião De Sanctis cometeu um erro processual nas ações controladas de Hugo Chicaroni, mas dentro do seu entendimento.

Já Sérgio Moro infelizmente cedeu em um momento institucionalmente sensível.

Colocou em risco a própria investigação que ainda será melhor analisada pelo STF em nome de um justiçamento destemperado. Ou, como dizem alguns, agiu para 'informar' os eleitores, como se juiz fosse jornal.

 

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TERIA O JUIZ-CANDIDATO-AO-STF MATADO NO PEITO PARA A OPOSIÇÃO?

TERIA O JUIZ-CANDIDATO-AO-STF, COMO NOVO FUX, MATADO NO PEITO PARA A OPOSIÇÃO?

Noticia-se que o vice-presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e o relator da CPI da Petrobras, deputado Marco Maia (PT-RS), pediram para esta segunda-feira 13 audiência com o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O juiz-candidato-ao-STF Sérgio Moro permitiu ao delator-premiado dizer que um candidato ao governo do Rio de Janeiro tinha envolvimento com o esquema.

Os candidatos principais ao governo do Rio eram o governador (atual) Pezão, os dois senadores Lindberg e Crivella, e o deputado federal Garotinho, todos os quatro, como se vê, com direito a foro privilegiado no STF ou no STJ.

Uma pergunta para o ministro Teori nesta reunião podia ser feita: "o ministro acredita que a citação do delator-premiado para o juiz-candidato dizia respeito ao professor Tarcisio do PSOL ou algum candidato nanico ao governo do Rio?".

Se o ministro Teori acreditar nisso e quiser entrar na dança do juiz Moro, tudo bem, é um direito dele.

Se não acredita, deveria, por dever de ofício, mandar subir ao Supremo todas as ações na mão do juiz-candidato-a-fux Sérgio Moro. 

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Francisco de Assis

Se o Brasil tivesse justiça,

Se o Brasil tivesse justiça, o vício de Aécio Neves não seria apenas tema eleitoral e sim processo judicial. Ser viciado não é crime, mas abastecer viciados é (portanto, os traficantes que eventualmente abastecem o pódidato deveriam ser perseguidos e presos). Vício é doença incapacitante e para ocupar cargo público eletivo é preciso ser saudável (logo, a inscrição de um pódidato deveria ser impugnada pelo MPF).

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Incrível esse texto

Luis Sifer

Sérgio Moro levou a frente e condenou 15 ex-diretores do BANESTADO, todos indicados por Jaime Lerner, do então PFL e conseguiu recuperar, para os brasileiros, boa parte do dinheiro desviado, cerca de 10 bilhões de reais.

Nesse caso condenou corruptos e corruptores, as 3 empresas que pegaram empréstimos junto ao BANESTADO para financiar a  campanha de jaime Lerner.

Tudo isso fora de épocas eleitorais e já com o PT no poder, contra um partido que não estava mais nem no governo federal e muito menos do estadual.

Agora é moralmente condenado por fazer valer o direito constitucional do eleitor de ter conhecimento das denúncias que cercam o atual governo.

E incrivelmente é condenado por, mesmo estando em uma lista tríplice de seus colegas apresentadas a Presidente Dilma, não ter ocultado denúncias que podem atingir aquela que, pelo menos até 31/12/2014, e com grandes possibilidades de se prorrogar por mais quatro anos, o poder de indicar os nomes para o STF.

O que está se tentando colocar aqui, é que, caso tivesse ocultado os fatos e com isso ter angariado simpatia de Dilma e sido alçado aos STF, Sérgio Moro seria então um simbolo da defesa da Justiça ?

O homem joga pela janela uma possível indicação ao STF numa vaga que se encontra em aberta e é condenado pro isso ?

Olha, sinceramente, depois de tantas acusações contra Joaquim Barbosa, tanta leviandade dita sobre ele, que estava armando sua candidatura presidencial, etc e tal, e o homem saiu e não deu sequer um palpíte sobre as eleições, muito menos se candidatou, eu pensei que os petistas tinham aprendido a lição, a lição de que eles NÂO tem o monopólio da honestidade, da moral.

Lamentável.

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Incrível é a falta de vergonha.

Alexandre Bach

Incrível? É a falta de vergonha, quer dizer que se um bandido resolve assaltar um banco e for candidato devemos não divulgar porque os valores foram alterados pelos governantes vermelhos, que de tudo já fizeram no País? Chega de papo furado, quero é que abram investigação nos empréstimos ao BNDES, provavelmente o Petrolão vai parecer um grão de areia de 10 bilhões.

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Então você acho correto

Cláudio Goulart

Então você acho correto vazmento seletivo de informações que ainda não foram nem comprovadas as provas e sempre citando um só partido, quando todos os partidos estão envolvidos e que este cara estava lá a trinta anos e ocupou cargos inclusive no governo FHC.Infelizmente este Juiz está dando munição para que passado o processo eleitoral tudo isto acabe em PIzza

 

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Um partido ?

Luis Sifer

Foram citados PP, PMDB e PT.

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Lastimável é

paul moura

pensar que a CC5 do BANESTADO se resumiu a 10 bilhões de reais e que os envolvidos eram 15 diretores do Banestado.

Santa má-fé a sua!

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Estima-se 124 bilhões.  10

Luis Sifer

Estima-se 124 bilhões.  10 bilhões foram recuperados. 

 

 

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Qual é o nome do diretor do Banco Central que inventou as CC5?

sergior

Qual é o nome do diretor do Banco Central que inventou as CC5?

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Sei lá

Luis Sifer

Essas contas foram inventadas na década de 60, como eu vou saber o nome do infeliz ?

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Arminio Fraga é o criador!

sergior

 Comissões21/05/1999 - 00h0042% DAS MAIORES INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NÃO PAGAM IR, DIZ SECRETÁRIO DA RECEITAO que mais corrói a base de arrecadação do Imposto de Renda não é a sonegação (ocultação com fraude), mas a elisão (supressão, eliminação) fiscal, explicou nesta quinta-feira (dia 20) o secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, aos senadores da CPI do Sistema Financeiro. Levantamento realizado pela Receita apontou que 50% das 530 maiores empresas não pagam Imposto de Renda simplesmente usando brechas legais, e não recorrendo à sonegação. E 42% das 66 maiores instituições financeiras não pagam esse imposto.Everardo Maciel informou à CPI que uma investigação da Receita, com base nos pagamentos de CPMF, revelou que R$ 825 bilhões não são alcançados por qualquer imposto (evasão, sonegação). O secretário lamentou que os investidores estrangeiros possam aplicar no Brasil em fundos de renda fixa sem Imposto de Renda, enquanto os brasileiros pagam 20%. "É preciso dar tratamento igualitário aos brasileiros e estrangeiros". Para ele, a situação provoca mais indignação por se saber que "uma parte substancial" das aplicações que vêm da América Central e do Caribe é dinheiro de brasileiros que saiu de alguma forma e retorna ao país sem qualquer taxação. Na opinião do secretário da Receita, tais aplicações devem somar "uns US$ 17 bilhões, apesar de alguns especialistas acreditarem que o valor alcança US$ 40 bilhões". Disse que, apesar de soar estranho, na verdade "trata-se da desnacionalização do capital nacional".Everardo Maciel atacou a chamada "conta CC5" do Banco Central, pela qual os não-residentes no Brasil podem enviar dinheiro para o exterior. "Acredito que seja quase tudo dinheiro de caixa 2. A CC5 é uma matriz de lavagem de dinheiro." O senador José Eduardo Dutra (PT-SE) lembrou que tal conta foi criada quando Armínio Fraga, atual presidente do Banco Central, ocupava a diretoria da área externa, há 8 anos. Everardo não pediu o fim da CC5, mas disse que a Receita gostaria de ter acesso a suas informações, para verificar se seus remetentes pagaram impostos corretamente. O senador Jader Barbalho (PMDB-PA) afirmou que já saíram do país, por essa conta, cerca de US$ 60 bilhões.O maior problema para a Receita neste momento, continuou o secretário, é a falta de acesso a informações bancárias. Por lei, o "Leão" recebe dos bancos a listagem de pagamentos de CPMF (movimentação financeira), mas está impedido de usar tais dados para investigar se os donos das contas pagaram impostos. "Com as atuais regras de sigilo bancário, a Receita não consegue fazer nada", assinalou. Ao comentar as ações de empresas e bancos para reduzir o valor de impostos a pagar, Everardo Maciel lamentou que até os fundos de pensão recorreram à Justiça para não pagar IR. "Eles alegam que são entidades sociais, mas só aí o Tesouro perde uns R$ 6 bilhões". Disse ainda que as empresas de energia elétrica entraram na Justiça contra a cobrança da Cofins, "e isso representa outros R$ 10 bilhões" que a União deixa de arrecadar.Maciel propôs aos senadores que o Congresso mude a legislação para impedir que empresas consigam evitar pagamentos de impostos "pela indústria da liminar". "Hoje, temos liminares com mais de dez anos. Longe de mim defender o fim deste importante instrumento jurídico. Mas se poderia, por exemplo, estabelecer que, para efeitos fiscais, sua duração não passe de 90 dias. Com isso, teríamos alguns bilhões a mais entrando nos cofres do Tesouro", acrescentou.

Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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E você acredita

Luis Sifer

Em Senador do PT ?

O que eram as "contas CC5"?

"Contas CC5" eram contas previstas na Carta Circular nº 5, editada pelo Banco Central em 1969, que regulamentava as contas em moeda nacional mantidas no País, por residentes no exterior. Referida Carta circular foi revogada em 1996 e, portanto, a expressão “contas CC5” não mais se aplica às atuais contas em moeda nacional tituladas por pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior. Hoje, as disposições sobre essas contas constam do Título VI da Circular nº 3.691, de 16 de dezembro de 2013.

 

http://www.bcb.gov.br/pre/bc_atende/port/contas.asp?idPai=portalbcb#4

 

Seu voto: Nenhum

Ele tem que fazer o trabalho

Ele tem que fazer o trabalho dele sem se deixar ser usado.

Se ele permite ser usado, não serve para o cargo.

Simples assim.

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Isso, muito simples

Luis Sifer

E me parece que é o que ele está fazendo.

Estaria sendo usado se, a pedido de alguém, tivesse ocultado fatos que, constitucionalmente, todo cidadão tem o direito de conhecer.

 

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Pera aí,    "Fatos" sem

Almeid

Pera aí, 

 

"Fatos" sem provas e que ainda estão em fase de apuração? 

Em falar em - sem provas...voce pode me passar os processos e anexos em que o juiz Moro repatriou os 10bi? 

E de quebra, me passe a decisão de setembro último onde ele condena o Youssef por um dos crimes de 2014. Quero ler na íntegra.

Seu voto: Nenhum (6 votos)

Como ?

Luis Sifer

O " fato"  é o depoimento.

Quanto a processos e anexos, vá procurar. São públicos. Por enquanto.

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