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O crescimento do "Fora Temer" poderá desequilibrar o jogo

A campanha “Fora Temer” está crescendo em uma velocidade surpreendente. Não se trata mais de mero esperneio. Caminha para se tornar elemento relevante, capaz de desequilibrar o jogo político.

***

O golpe político encaixa-se perfeitamente na estratégia denominada de “teoria do choque” – desvendado pela escritora e ativista Naomi Klein.

A estratégia foi desenvolvida pela Escola de Economia de Chicago e consiste em se valer de grandes tragédias – terremotos, guerras, golpes de estado, hiperinflação – para trabalho de desconstrução do passado, desarticulação do normal político para impor rapidamente um receituário radical, como se fosse a única rota de salvação.

Esse modelo de choque estreou no Chile de Pinochet, foi aplicado no Iraque, após a derrubada de Sadam Hussein e, quase sempre, significou o desmonte do que existia de redes sociais ou de políticas autônomas de desenvolvimento sem conseguir construir uma alternativa eficiente em seu lugar.

Essa teoria também foi aplicada com sucesso em Nova Orleans, após o furacão Katrina. Com a região totalmente destruída, rapidamente implantou-se um novo sistema educacional. Em vez de recuperar as escolas públicas destruídas, ofereceram bônus para matrículas em escolas privadas, a seco, sem nenhuma espécie de planejamento e sem coordenação pública. Destruiu o sistema de ensino local.

***

Segundo Naomi, a estratégia consiste, primeiro, na desconstrução diuturna do passado, dos conceitos que vigoraram até então, e do aprofundamento da crise, até a opinião pública assimilar a percepção de que se instaurou a total falta de perspectivas. Sobre esse caos, diz Naomi, apresentam-se os três pontos que conduzirão o país rumo à salvação: livre fluxo de capitais, redução dos programas sociais, e desregulação total com privatização selvagem. E tudo tem que ser implementado rapidamente, para impedir a reorganização das forças e ideias contrárias. Coincidência com o quadro brasileiro? Evidente que não.

O livro é bem anterior ao golpe. A ida de Aloysio Nunes ao Senado norte-americano, em pleno processo do impeachment, a visita do Procurador Geral da República (PGR) ao Departamento de Estado, em pleno início da estratégia de desestabilização, a receita salvadora apresentada, composta exatamente dos três pontos registrados no livro de Naomi – são tão sem imaginação que nem cuidaram de tropicalizar a receita -. todo esse conjunto não é mera coincidência.

***

Analisarei o tema em um próximo Xadrez.

O que importa, no momento, é que está se formando uma onda na opinião pública que poderá desequilibrar o jogo.

Não há sinal de que o “Fora Temer” irá arrefecer. Nos próximos dias entrarão na pauta do Senado os temas fiscais, o avanço nos direitos dos aposentados a seco, sem negociação. Além disso, a mera presença de pessoas como Geddel e Padilha falando em nome do governo – ao lado de Temer – é um estímulo diário à revolta e indignação da opinião pública. É vergonhoso! Não há outro termo. É de dar ânsia de vômito!

O “Fora Temer” está vindo acompanhado de um desnudamento gradativo das artimanhas do golpe.

Há luz à frente, e não é apenas o da locomotiva chegando na contramão.

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138 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Hino Nacional Fora Temer

Seu voto: Nenhum (21 votos)

O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

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Clever Mendes de Oliveira

“Fora Temer” é golpe ainda que ele seja golpista e traidor

 

Luis Nassif,

Recentemente o site até fez um esforço de mudar a cantilena ou a catilinária que aqui se reprete exaustivamente. Esqueceu-se um pouco o Ministério Público, esqueceu-se o Poder Judiciário, esqueceu-se a grande mídia e se deu destaque a dois posts com foco bem distintos dos seus e dos originários de não se pode negar bons comentários pinçados aqui e ali. Pelo menos foi assim que eu entendi o post “o golpe de São Paulo Ltda. contra o Brasil, por arkx” de quarta-feira, 07/09/2016 às 07:55, aqui no seu blog com texto de Arkx e o post “Caminhos cruzados da política e da economia, por Andre Araujo” de quarta-feira, 07/09/2016 às 12:37, aqui no seu blog com texto de Andre Araujo.

O endereço do post "o golpe de São Paulo Ltda. contra o Brasil, por arkx" é:

http://jornalggn.com.br/blog/arkx/o-golpe-de-sao-paulo-ltda-contra-o-brasil-por-arkx

E o endereço do post "Caminhos cruzados da política e da economia, por Andre Araujo" é:

http://jornalggn.com.br/noticia/caminhos-cruzados-da-politica-e-da-economia-por-andre-araujo

Para quem está acostumado a fazer o giro de 360 graus para voltar a caminhar na mesma direção e sentido, o giro de 180 graus foi realmente uma surpresa. Minha surpresa e também alegria entretanto, durou pouco; Este seu post “O crescimento do "Fora Temer" poderá desequilibrar o jogo” de quinta-feira, 08/09/2016 às 07:06, parece indicar que você já voltou a dar a volta de 360 graus só que agora ela se faz em dois tempos. Espero que não seja o peso da idade.

É claro que neste post há muito de economia uma vez que o livro de Naomi Klein é um livro sobre economia, ou melhor, um livro sobre economia política nome que era dado a disciplina quando era estudada em priscas eras. Não faz sentido, entretanto, utilizar os argumentos do livro no contexto de uma frase como a que transcrevo a seguir:

“A ida de Aloysio Nunes ao Senado norte-americano, em pleno processo do impeachment, a visita do Procurador Geral da República (PGR) ao Departamento de Estado, em pleno início da estratégia de desestabilização, a receita salvadora apresentada [livre fluxo de capitais, redução dos programas sociais, e desregulação total com privatização selvagem], composta exatamente dos três pontos registrados no livro de Naomi”

Só caberia trazer o livro de Naomi Klein para o nosso contexto se se entendesse que o “Fora Temer” como uma etapa precursora do caos. Sim, porque “Fora Temer”, por mais vil que o presidente antes interino e agora definitivo as custas do golpe, Michel Temer, tenha sido, é tão golpe como o “Fora Dilma”. No entanto, o crescimento do “Fora Temer” está sendo visto como alvissareiro.

Querer ter o apoio ou a predileção dos defensores das manifestações de junho de 2013, não fará um bom serviço ao blog, pois como eu insisto em dizer aquelas manifestações podiam ser caracterizada como não tendo nada de novo a não ser as redes sociais e nada de bom a não ser manifestações em si como prova de exercício da democracia.

Aquelas manifestações em especial na modalidade que vigou em um segundo momento com uma série de reivindicações desencontradas e para a qual não se permitia a identificação de partidos primava pelo desconhecimento e apresentava resquícios do fascismo.

Para mim é deseducador em vez de analisar a consistência do movimento “Fora Temer” trazer para objeto de debate a força desse movimento como se o bem supremo a ser conquistado não fosse a melhora da nossa democracia, mas a mera expulsão da arena política daqueles que um grupo ou vários grupos, em contingente bem menor do que o total da população eleitoreira, consideram que não podem governar.

Eu avalio que há um grupo interessado em roubar do cidadão brasileiro um dos maiores poderes que lhe é concedido: o direito de dar um voto com o mesmo valor de qualquer outro para escolher um presidente com plenos poderes, ou seja, cabe a qualquer cidadão o direito de escolher um presidente em um regime presidencialista pleno. A se realizar o “Fora Temer” nós encaminharíamos rapidamente para o parlamentarismo.

Se o “Fora Temer” crescer, no ano que vem Michel Temer renuncia e se quiser ele vira primeiro ministro. É verdade que seria uma manifestação muito acintosa de desrespeito à população que poderia se revoltar de modo incontrolável. Trata-se, entretanto de medida possível de ser tomada coso a economia se recupere. E Michel Temer, por mais competente que possa ter sido e ele demonstrou essa competência ao ver triunfar o impeachment.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 08/09/2016

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Clever Mendes de Oliveira

Uma correção para a última frase do último parágrafo

 

Luis Nassif,

O último parágrafo do meu comentário acima ficou truncado. A frase final que ficou sem sentido fora pensada primeiro como início de um parágrafo e logo em seguida foi descartada porque vi que iria espichar bastante o parágrafo, pois imaginei abordar duas questões e que seriam os efeitos de uma renúncia antes de 2017 e depois de 2017 e os efeitos da introdução do parlamentarismo.

Para evitar escrever um parágrafo muito grande, eu inverti a ordem do que eu pretendia dizer, mas com a incumbência de simplesmente ou eliminar a frase final que estava incompleta ou a transformar em um novo parágrafo com um detalhamento mais apurado do que eu tinha a dizer. Pelo adiantado da hora o mais aconselhável era descartar a última frase, o que eu esqueci de fazer.

De todo modo retomo a última frase repetindo-a e a completando-a. Assim diria que o presidente antes interino e agora definitivo as custas do golpe, Michel Temer, por mais competente que possa ter sido, e ele demonstrou essa competência ao ver triunfar o impeachment, não teria como se opor ao “Fora Temer” se a economia não se recuperasse, e isso acabaria levando o país para uma sinuca de bico, onde ninguém saberia o que seria melhor para o Brasil.

No atual momento em que não se sabe com detalhe porque o Brasil chegou na atual situação econômica não se pode descartar como errada ou adotar como correta qualquer alternativa seja no campo econômico seja no campo político. Na verdade, não creio que se possa até mesmo decidir sobre qual seria a alternativa menos ruim para o Brasil. A renúncia com a respectiva queda do presidente antes interino e agora definitivo as custas do golpe, Michel Temer, antes de 2017, levaria o pais para uma eleição nacional em que qualquer um aventureiro poderia ser o vencedor. Só que além do risco de se eleger um aventureiro, seja o eleito quem quer que ele seja, não se vê para esse novo ungido alguma disponibilidade de tempo que lhe permita adotar uma política adequada para o Brasil nos dois anos restantes.

A queda em 2017, também provocaria transtorno no Brasil. De certo modo, ainda que fosse camuflado toda a situação favoreceria a que se levasse o pais para o parlamentarismo com todas as cargas negativas que o Parlamentarismo tem principalmente no Brasil ainda mais em uma situação em que haveria uma forte rejeição da população em relação aos parlamentares.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 12/09/2016

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Abaixo o golpe, fora todos os golpistas

Clever,

Concordo em discordar.

Fora Temer é limitado, mas a via institucional não é saída pra nada.

O problema do "Fora Temer" é sua limitação prática: a derrubada de Temer, por si só, não é o fim do golpe... O fim fo golpe é acabar com os golpistas em todas as instituições. Todos que conspiraram para roubar os 54 milhões de votos das eleições de 2014. Fora, Temer, volta Dilma. 

E o direito ao voto é apenas uma migalha que, quando convém, é revogado... Brasil, país dos golpes

A via institucional só serve pra maquiar a ditadura em que vivemos. Ditadura do interesse da minoria contra o interesse da maioria

Ditadura do interesse individual X Interesse da coletividade

Ditadura do interesse dos patrões (patrão é o dono dos meios, não o intermediário Zé da esquina) X Interesse dos trabalhadores

 

Saudações

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" Se o discurso controla mentes, e mentes controlam ação, é crucial para aqueles que estão no poder controlar o discurso em primeiro lugar." Teun A. Van Dijk

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Clever Mendes de Oliveira

Sempre haverá sujeira para se limpar no eleitor e no eleito

 

Ingrid Mariana (domingo, 11/09/2016 às 13:53),

Não que eu concorde com a sua discordância, mas não descarto de todo o seu argumento. As regras do jogo precisam ser aperfeiçoadas mas o cumprimento delas é obrigatório.

Eu só considero alguém culpado de algum crime depois que há contra ele uma condenação transitada em julgado. É uma forma de respeitar a instituição do Poder Judiciário. Ainda que eu saiba que o Poder Judiciário é formado por conservadores em sua grande maioria, muitos machistas, ou com outras características até desmerecedoras do judiciário, eu avalio que o respeito aos poderes constituídos é condição fundamental para a aceitação no sentido de compreensão do sistema em que vivemos.

Há dois tipos que aceitam o sistema: os que aceitam o sistema exatamente como o sistema é e aqueles que querem mudanças no sistema. Entre os que querem mudanças há também os que querem mudanças que, em minha percepção, são para piorar o sistema. São exemplos de propostas que, em meu entendimento, pioram a nossa democracia: as eleições distritais majoritárias ou distritais mistas (defendo as eleições distritais exclusivamente proporcionais), a proposta de parlamentarismo, a proposta de voto não obrigatório (assim como é obrigatório o ensino fundamental deve ser obrigatório o voto, como um instrumento de aprendizado e de entendimento da cidadania) etc.

Do meu ponto de vista quem não acredita nas instituições fica em uma situação sem saída, a menos que a saída proposta seja a destruição do modelo existente. É uma posição diferente de quem aceita o sistema e propõe aperfeiçoamentos. Aceitar o sistema significa aceitar quando ele é favorável aos meus desejos e o aceitar quando ele é contra.

Eu entendo que a presidenta Dilma Rousseff não cometeu crime de responsabilidade e que o STF deveria julgar um impeachment onde não houvesse o crime. Se, entretanto, o STF achar que ele não pode julgar o impeachment, eu posso criticar o STF, mas não posso querer que o STF acabe.

A mesma coisa se dará se o STF considerar que ele pode julgar o impeachment e que na avaliação dele a presidenta Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade. Esse até é um entendimento muito próximo do que eu penso e que já foi expresso pelo ministro Luis Roberto Barroso que considerou que é praticamente impossível um presidente da República não cometer um ato que possa ser considerado crime de responsabilidade. E mesmo pensando assim, isto é, mesmo achando quase impossível de se mostrar que a ex-presidenta Dilma Rousseff não cometeu crime, eu não deixo de considerar que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff foi um golpe.

Tal entendimento não significa que eu seja favorável ao impeachment do presidente antes interino e agora definitivo as custas do golpe, Michel Temer, pois considero que um presidente culpado pode ser inocentado pelo Senado Federal (Não creio possível é que um inocente seja condenado), nem que eu seja favorável a que ele seja derrubado somente porque ele é golpista. A acusação de golpista é da prática política. E mesmo de um estudo acadêmico o termo, apresentando argumentos bem fundamentados, também caberia ser usado.

Na política a acusação de golpista está bem justificada no texto de José Arthur Giannotti e que apareceu na Folha de S. Paulo de quinta-feira, 17/05/2001. Aliás o próprio título do artigo apresenta a justificativa. O artigo chama-se “Acusar o inimigo de imoral é arma política, instrumento para anular o ser político do adversário”. Na Folha de S. Paulo o artigo saiu com o título “O dedo em riste do jornalismo moral” e pode ser visto no seguinte endereço:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1705200109.htm

É dentro deste contexto que eu considero que o Fora Temer é tão equivocado como o Fora Dilma, embora todos os dois tinham todo o direito de se realizar. É tática política que para o bem da democracia não poderia vingar.

Há um comentário que eu fiz junto ao que Arkx me enviou sexta-feira, 09/09/2016 às 16:15, em que eu esclareço também um pouco sobre esse meu entendimento.

E enviei segunda-feira, 12/09/2016 às 13:52, um comentário para corrigir o final do meu primeiro comentário, que também esclarece mais minha opinião. Esse meu comentário estava pronto na noite de sábado, mas como estava muito cansado deixei para o enviar no dia seguinte. Estava no interior e no domingo não tive tempo de o enviar só o podendo fazer hoje. Se o enviasse ele teria aparecido antes do seu e talvez ajudasse a mais bem entender a minha manifestação. Faço esse histórico porque um aspecto que eu aponto no Fora Temer, mas esse não é o mais importante, é que há uma limitação no resultado a ser alcançado. Lá no meu comentário em que eu corrijo o final do comentário anterior, e eu já dissera também no primeiro comentário, a limitação que eu apresento são os resultados desconhecidos que podem vir do Fora Temer. Não é, entretanto, o fator mais importante para eu ficar contra o Fora Temer.

Você apresenta como limitação não se poder ficar livre de todos que conspiraram. O problema que eu vejo é que a limpeza geral só pode ser feita pela justiça ou pelo voto e ela nunca será geral. Sempre haverá os que vão conspirar. E de qualquer forma será bastante demorado o processo de limpeza seja a limpeza feita pela justiça seja a limpeza feita pelo voto.

A democracia demanda de nós também paciência, embora os que perdem por esperar não são pessoas como a maioria de nós que temos condições e tempo para fazer comentários em blogs e para participar de manifestações. É triste no fim apresentar como único argumento o ter que esperar ou o ter paciência, mas eu não saberia fazer de outra forma

Clever Mendes de Oliveira

BH, 12/09/2016

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o acordão da Lava Jato

->“Fora Temer” é golpe ainda que ele seja golpista e traidor

->mas a mera expulsão da arena política daqueles que um grupo ou vários grupos, em contingente bem menor do que o total da população eleitoreira, consideram que não podem governar.

Clever,

nada a ver. são duas situações totalmente distintas:

1. um movimento pedindo o afastamento de um governo legitimamente eleito;

2. outra bem diferente é o caso que temos agora no Brasil, de um governo golpista, usurpador do poder através de um processo absurdamente viciado, para fazer um acordão a fim de justificar o abafamento da Lava Jato e, ainda por cima, aplicar um programa derrotado por quatro vezes consecutivas nas urnas.

temos mais é que exigir sim: Fora Temer!

abraços

.

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Clever Mendes de Oliveira

Fora Dilma é contra eleitor, Fora Temer é contra representação

 

Arkx (sexta-feira, 09/09/2016 às 16:15),

Na minha concepção as manifestações pelo “Fora Dilma”, que eram também contra o PT e contra a corrupção, no que diz respeito ao “Fora Dilma”, eram próprias daqueles que não respeitam a democracia direta.

Eleito um candidato cabe aos perdedores esperarem a próxima eleição para ver se podem tirar um eleito de que eles não gostem. Se houver um caso explícito de corrupção também cabe mandar embora o governante via o impeachment. E a Justiça Eleitoral também poderia tirar um mandato se demonstrado que havia um impedimento legal para a candidatura.

Há ainda um caso único em que eu considero que a Justiça Eleitoral pode cassar um político eleito pelo povo por ato anterior ao mandato e que é a prova de compra de voto. E a prova de compra de voto tem que ser provada contra o candidato. Não vale provar que um cabo eleitoral tenha comprado voto. Atos de terceiros devem provocar uma sanção violenta, mas contra terceiros.

Nesse sentido, eu considero que salvo se Gilmar Mendes tivesse fazendo toda a arruaça no STE apenas para ajudar o PT, isto é, ele continuava questionando o financiamento da campanha da presidenta Dilma Rousseff apenas para criar expectativas e assim evitar que a proposta de impeachment tomasse ímpeto, a atitude de Gilmar Mendes se equivaleria as dos manifestantes e equivaleria a um posicionamento de quem despreza a democracia direta na sua forma mais expressiva de manifestação que é a eleição de um presidente da República.

E do mesmo modo eu entendo o “Fora Temer” como uma manifestação de quem não aceita a democracia representativa. Não condeno as manifestações tanto do “Fora Dilma” como o “Fora Temer” por elas em si. O direito de manifestação é sagrado e as manifestações em si são parte do processo democrático, sendo sempre por mim consideradas como manifestações de vida da democracia. Agora o objetivo tanto do “Fora Dilma” como do “Fora Temer” está maculado pelo desprezo à representação e ao voto do eleitor.

É preciso primeiro ver falhas em nossa democracia e ver um caminho para corrigir essas falhar, mas devemos estar atento para o fato de que a principal força da democracia é a crença nas instituições que a fundam. Se o impeachment não puder ser avaliado pelo STF, é preciso que se avance no sentido de se corrigir esse defeito. Eu particularmente avalio que o STF, como protetor da Constituição, não pode permitir que um inocente seja condenado por qualquer dos poderes.

Então quem é pelo “Fora Temer” não respeita a democracia representativa e não crê no funcionamento das nossas instituições. Para uma pessoa que pensa assim tudo é permitido. E evidentemente para quem pensa assim não há nenhum problema no “Fora Temer”.

Eu penso diferente. Importo mais em saber porque o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff ocorreu, e como evitar uma situação semelhante no futuro e o que se pode fazer para reverter não só o impeachment como também a péssima situação em que a esquerda ficou.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 12/09/2016

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Ronaldo Braga

Greve geral já!

Greve geral já.

Tem que parar tudo.

A economia tem que ficar paralisada.

A elite deste país tem que sentir no bolso.

É a única maneira de se mexer com esta elite podre.

Os trabalhadores unidos tem a força necessária para colocar a elite de joelhos.

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Emilia Silva

O que faz o FORA TEMER

O que faz o FORA TEMER crescer dia a dia é a lógica e a honestidade inerentes à maioria das pessoas. À medida em que a poeira vai baixando e as informações vão se consolidando, torna-se mais claro para a maioria das pessoas que é golpe, porque o raciocínio lógico conduz a essa conclusão.

Há que se observar mais um fato curioso, que corrobora essa afirmação.

- No universo crescente dos que consideram que é golpe, encontram-se pessoas com diferentes opiniões sobre o PT e sobre Dilma, e que sempre, algumas vezes ou nunca votaram no PT. Ouço com frequência pessoas dizerem que não votaram no PT, não gostam do PT, não aprovam o seu governo, mas mesmo assim consideram que o que houve foi um golpe.

- No universo dos que consideram o impeachment legítimo, todos têm sobre os governos do PT e sobre Dilma conceitos extremamente ruins, muitos demonstram ódio contra o partido, seus políticos e seus eleitores e muitos têm vínculos fortes com partidos e políticos que fazem oposição ao PT.  Até hoje, nunca ouvi ninguém dizer que votou no PT, mas reconhece a legitimidade do impeachment.

Seria insano acreditar que praticamente nenhum eleitor do PT é suficientemente honesto para admitir que, apesar de ter votado ou apoiar o PT, considera que o impeachment é legal.

Donde concluo que aqueles que consideram o impeachment legítimo, propositadamente ou não, não avaliam o processo com a devida imparcialidade.  

 

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NAMASTEMER

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Fora Temer!

E o Maracanã gritou: FORATEMER !!!

https://youtu.be/hSktp6JIOYY

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Vídeos.

Não se consegue inserir os vídeos. Não há mais a opção de inserir videos.

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Aprenda chinês em dois segundos!

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
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Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

a luz que sobe do abismo (2)

um espectro ronda o Brasil. o espectro de Junho de 2013. inútil tentar conjurar-me. tremam ao ouvir o meu nome. chegou a hora de rejuvenescer! Fora Temer! Diretas Já! salve o Povo Brasileiro! .

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O que houve?

Os grande juristas nacionais e internacionais, disseram foi golpe...

E por que passou?

Uma parcela da elite e seus aliados disseram que estava era a hora de voltar ao poder e então dane-se a DEMOCRACIA...

Amor a pátria, dignidade e honra NÃO É O FORTE DELES!

Oportunistas -  isto os define melhor...

Graças a audácia de um canalha conseguiram impor seu intento...

Quanto tempo até que um outro canalha se imponha à republica?

Demonstraram por A + B que NÃO HÁ LEI!

Não há como esconder isso, o resto será conquistado PELA VIOLÊNCIA, não pelo respeito...

Quem vai respeitar isso?

Quem vai respeitar o STF, o guardião da constituição, que assistiu como eu, pela TV o cunha fazer o que fez, mas isto não tem valor nos autos...

Todos que estão na condições de jogo, SABE O QUE ACONTECEU - pode-se fingir, mas não OMITIR ISSO...

Uns se calaram por conveniência e outros por interesse.

Estamos num equilíbrio fino, mas quem dará as cartas no LADO ESCURO DO PODER?

Será respeitado?

Até quando...

Então o que teremos?

Jogos de interesses...

Até o dia em que este EQUILÍBRIO HIPÓCRITA SE DESFAZER, diante da cobiça e audácia de um futuro canalha, que pode ainda ser ele mesmo...

Ai vamos medir forças na partilha dos bens...

Quem será altruísta e deixar riquezas dos brasileiros para outros canalhas?

A única certeza que eu tenho, é que vi começar e hoje testemunho que todos eles corromperam e traíram a constituição...

Como isso vai terminar, eu não sei, mas MUITO PROVAVELMENTE NÃO SEREMOS MAIS A NAÇÃO QUE CONHECEMOS HOJE E SEU DESTINO hoje eu arriscaria a dizer que é se tornar NO MÍNIMO 2 outros países...

A quem interessaria uma nação gigante na AMÉRICA DO SUL?

Dois ou três países são mais fáceis de conduzir...

O Brasil se ferrou!

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

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Dilma Coelho

O crescimento do "Fora Temer" poderá desequilibrar o jogo

                                                   FORA TEMER - DIRETAS JÁ!
A maioria dos brasileiros quer novas eleições para presidente, mas isso não vai acontecer
a menos que a maioria de nós não reconheça a legitimidade do governo de Michel Temer. Junte-se à campanha para deixar o povo decidir quem deve liderar o nosso país e envie para todos:
                                                            ASSINE A PETIÇÃO
Apenas 13% dos brasileiros apoiam este governo – isso não é democracia! Nós somos o único
movimento no país que pode chegar a oito milhões de pessoas nas próximas horas.
Vamos construir o maior apelo para eleições antecipadas já visto –
junte-se agora e conte para todos:
https://secure.avaaz.org/po/brasil_fora_temer_loc/?bzyaReb&v=81113&cl=10...

Grande parte da nossa elite política é corrupta. Mas, ao menos, sempre tivemos
a chance de escolher quem deveria nos liderar. Na semana passada o Congresso
substituiu a presidente por um homem "Ficha Suja" que está atacando o
direito das pessoas.
Essa é nossa chance! Assine agora e compartilhe com todos -- vamos liderar um
movimento que forçará novas eleições:

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Repetindo comentário de julho

Eu penso que farão o golpe dentro do golpe:
04/07/2016 - 21:04

1) a saída de Temer no início do próximo ano;

2) escolha, prevista em lei, pelo congresso, do presidente que substituirá a ausência da presidenta impintimada e do vice, que irá renunciar ou ser impedido;

3) aprovação da unificação das eleições (municipais, estaduais, Federal) para 2020, eleições seguintes à deste ano;

4) ainda dentro da reforma política, a proibição de reeleição (que aparentemente poderia dar credibilidade à eleição indireta do novo presidente da República) e a definição do prazo do mandato para cinco anos;

5) ao novo presidente, eleito indiretamente pelo atual congresso conservador, estaria assegurado a realização do desmonte do Estado, e das conquistas trabalhistas e sociais, do início de 2017 à Janeiro de 2021, sem riscos de uma intercorrência provocada pela vontade do povo nas urnas.

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imagem de Lima Gb
Lima Gb

O raciocínio está muito bem construído

Mas falta combinar o item 5 com o povo. Se Temer cair (e tudo indica que irá), e entrar outro agente de desmonte do Estado escolhido pelo congresso que cometeu o golpeachement para continuar a obra (no sentido de "obrar") de Temer e seus asseclas... 

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Golpes dentro de golpe são

Golpes dentro de golpe são comuns e servem para endurecer ainda mais.

Para o lugar de Temer , o congresso escolheria quem?

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a luz que sobe do abismo

O xadrez da batalha de Stalingrado do impeachment

Luis Nassif, 20/03/2016

“O inverno rigoroso é o aprofundamento da crise, podendo chegar a um ponto crítico em meados do próximo semestre. Os grandes grupos econômicos apoiarão qualquer acordo que coloque fim à guerra política. Poderá ser saída com Michel Temer, novas eleições ou mesmo saída com Dilma.”

o inverno é agora. Dilma foi afastada. Temer não tem legitimidade tampouco credibilidade. a chamas da crise econômica consomem o país. o povo sem medo ocupa as ruas.

no xadrez do Brasil do golpe do impeachment, como fazer o peão vencer em onze lances?

chegou a hora de rejuvenescer!

.

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Marcelo33

Sinceramente Nassif, vc se

Sinceramente Nassif, vc se engana, a luz no fim do túnel é o trem, é um PSDB no poder por meio de eleições indiretas e conferido de legitimidade !!

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      É o que penso.

 

    É o que penso.

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Dulcinéa

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foratemer

PSDB no

PSDB no poder.....kkkkkkk..levou uma rasteira do temer....assim como a dilma....kkkkkkk....

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Antônio - Minas Gerais

Vala comum da História

Eh, doto, (doto mesmo) Janot, parece que o pau que deu em Chico vai dar também em Francisco. Acho que o senhor não contava com isso, né, amiguinho do Aécio Delatado por Corrupção. Pode sorrir de forma cínica, achar que, até o momento, foi vitorioso, mas não foi. A sua maior obra está sangrando o  Brasil e senhor já tem um lugar reservado na vala comum da História.

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Encontro com Fátima Bernardes ♪ 08/09/2016

http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/episodio/...

Camisetas dos músicos.

Tecladista: "Fora Temer"

Baterista: "Quem não tem voto caça com golpe"

 Globo/Reprodução,

Não conhecia, mas virei fã desses caras ♥

http://www.brasilpost.com.br/2016/09/08/johnny-hooker-encontro-_n_119118...

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Acha mesmo que foi por acaso

Acha mesmo que foi por acaso isso? Dentro do antro dos golpistas? Sinto que o Temer está com os dias contados.

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Marcelo33

Temer não chega a páscoa de

Temer não chega a páscoa de 2017, mas dura até o fim do ano !!

Eleições indiretas e algum Tucano no poder, com legitimidade para tocar a bagaça !!!

 

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Maria Silva

Primeiramente #ForaTemer

Segundamente, pra que essa teoria do choque tenha sucesso, tem que combinar com os "russos". Parece que  gente que não esta querendo colaborar. Umas 40 pessoas mais ou menos ...

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Não sou nada otimista, na

Não sou nada otimista, na verdade acho que foi o fim de mais um sonho.

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Para com isso dona Nilva!!!

Tenha fé pois amanhã um lindo dia vai nascer.

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

Um detalhe a se analisar é

Um detalhe a se analisar é que esta onda vem justamente num mês em que as pessoas estarão discutindo eleições municipais. Algumas inclusive com possibilidade de segundo turno o que alongaria o debate. Para mim, o resultado geral das eleições municipais, principalmente nas grandes capitais, vai ser determinante para o futuro próximo.

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Hino Nacional Fora Temer

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

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O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos ♪♫

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Junior Sertanejo

Veja você senhora

Veja você senhora Da.Lourdes,a que honra o sobrenome que tem.Meus comentarios são tão diferenciados dos demais,que,vamos por assim dizer,há uma certa difuculdade de estrelalos.

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bobo

O documentario "the power of

O documentario "the power of nightmares" de Adam Curtis mostra como depois da queda da URSS os conservadores americanos precisavam de um novo inimigo e elegeram o terrorismo islamico que era financiado pelos EUA no Iraque. A ideia de que existia uma unica celula terrorista comandada por bin laden veio de uma delação premiada de um estrangeiro que se a delação não fosse aceita seria extraditado do país, para dar peso as acusações foi induzido pelos procuradores a inventar umaassociação criminosa pela formação de quadrilha, truque que já tinha sido usado pela procuradoria ou FBI para prender mafiosos. Pode ser truque de exportação.

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Pedro Augusto Pinho

FORA O QUE SE DEVE

FORA O QUE SE DEVE TEMER

“Nossa desigualdade, seja pela indiferença de uma elite vampiresca
e míope, seja pelo desprezo de uma classe média boçal e tola, é uma
continuidade direta com a escravidão nunca assumida efetivamente e
nunca criticada em sua continuidade até os dias de hoje.”
(Jessé Souza, A Radiografia do Golpe, LeYa, 2016)

No poder rentista da sociedade brasileira atual, os aspectos financeiros prevalecem sobre tudo e todos demais valores e mesmo nas relações entre pessoas, como prova temos a proeminência do Banco Central sobre as instituições nacionais, quer produtivas, quer comerciais, o que se dirá então das científicas, tecnológicas e educacionais.
Por isso, a contabilidade do Governo, que ao contrário do que se divulga nada tem da gestão familiar, é constante manchete da imprensa, quer para denegrir um dirigente quer para exigir maiores juros, quando não para imputar “crimes de responsabilidade”.
O que verdadeiramente deve importar, para a vida e o desenvolvimento da sociedade, é o padrão social, sua formação, sua evolução, a transformação das relações que caracterizam o estágio da civilização brasileira. Refiro-me, em especial, ao conjunto formador do Poder Nacional, com seus ranços escravagistas, sua submissão ao sistema financeiro internacional (a banca), sua restrição, quando não despudorado vetado, à manifestação das ideias e à liberdade individual.
O fato é que o Brasil está sendo dirigido pelos representantes da banca, da bíblia e do boi, um nada divertido BBB.
Vamos desvendá-los, pois a comunicação de massa, a mídia brasileira, tudo frauda, distorce e engana, pelo interesse destes poderosos.
O poder sempre procura destruir ou manietar suas possíveis oposições, desde sempre, seja com as invasões armadas, com as excomunhões, os bloqueios e as chantagens de toda natureza. Em meados do século XX, os recursos tecnológicos da informação – produção, codificação, transmissão e recepção de dados – passaram a ser amplamente e com proficiência utilizados, principalmente pelo sistema financeiro internacional. Releva neste campo a espionagem, a desinformação, e tudo que levou ao empoderamento de uma ação judicial e o desmonte da maior e mais tecnologicamente bem sucedida empresa brasileira, nominalmente a Lava Jato e a Petrobrás.
Nem posso dizer que seja novidade a apropriação do poder nacional por um segmento privado, está toda nossa história a demonstrar. Este segmento é, nessas últimas duas a três décadas, a banca. O que poderia ser surpreendente, se não conhecêssemos nossa formação histórica, é a não coetânea união da banca com a bíblia.
Tomemos o exemplo da educação. A bíblia a quer dogmática e exclusiva, pouco importa sua capacitação operacional para as necessidades de uma civilização pós industrial, o que seria do interesse da banca.
Mas para a sociedade não interessa nem uma nem outra. Desejamos uma educação com objetivo libertário, inclusivo, transformador e criador, que dela surjam verdadeiros cidadãos, patriotas, conhecedores de nossa realidade e com capacidade de melhorá-la.
Mas o que faz esta bíblia? Estigmatiza, como ideológica, não fosse a religião uma ideologia, a educação crítica. Para isso conta com partidos formalmente constituídos que apresentam projetos em prol do imobilismo, quando não do próprio retrocesso. Veja, por exemplo, o Projeto do PSC, apoiado pelo PRB, PSDC e outros meramente oportunistas, que é denominado “Escola sem Partido”. No próprio título do projeto já está definida sua ideologia não crítica, alienante. Ou não há uma Partido de Deus senhor Bispo Crivella?
Cuidemos de outra fraude: a família. O professor Gérard Delille, da Universidade de Florença, em livro recente (L’Économie de Dieu, Les Belles Lettres, 2015), afirma que a “família em Roma era antes um conceito de poder do que de parentesco biológico”. Efetivamente, a palavra latina “familia”, donde a expressão “pater familias”, o dirigente, tem a mesma raiz de “famulus”, empregado, servo, abrigado sob a única e mesma direção. Pode-se dizer que o conceito de família sempre acompanhou mais os bens do que os sentimentos. Mas estes partidos da bíblia procuram demonizar as uniões afetivas, as relações por interesses diversos dos bens. Nada cristão, diria eu.
Por último o boi. Herança escravagista de nossa sociedade, em pleno século XXI, como até bem pouco eram as empregadas domésticas e contra seu novo status, idêntico a qualquer trabalhador, tantas mãos perfurmadas bateram panelas.
Este governo usurpador que se instala no País, com o golpe da banca, da bíblia, do boi e dos interesses geoestrategicos norteamericanos, definitivamente não beneficia o Brasil e nos ameaça, como já ocorre em São Paulo, com repressão, intimidação e o silêncio, que por duas vezes buscaram impor na Empresa Brasileira de Comunicações.
Fora com o que devemos realmente temer e não as fantasias bolivarianas.
Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado

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Pedro Augusto Pinho

Colaborando com o Fora

FORA O QUE SE DEVE TEMER

“Nossa desigualdade, seja pela indiferença de uma elite vampiresca

e míope, seja pelo desprezo de uma classe média boçal e tola, é uma

continuidade direta com a escravidão nunca assumida efetivamente e

nunca criticada em sua continuidade até os dias de hoje.”

(Jessé Souza, A Radiografia do Golpe, LeYa, 2016)

No poder rentista da sociedade brasileira atual, os aspectos financeiros prevalecem sobre tudo e todos demais valores e mesmo nas relações entre pessoas, como prova temos a proeminência do Banco Central sobre as instituições nacionais, quer produtivas, quer comerciais, o que se dirá então das científicas, tecnológicas e educacionais.

Por isso, a contabilidade do Governo, que ao contrário do que se divulga nada tem da gestão familiar, é constante manchete da imprensa, quer para denegrir um dirigente quer para exigir maiores juros, quando não para imputar “crimes de responsabilidade”.

O que verdadeiramente deve importar, para a vida e o desenvolvimento da sociedade, é o padrão social, sua formação, sua evolução, a transformação das relações que caracterizam o estágio da civilização brasileira. Refiro-me, em especial, ao conjunto formador do Poder Nacional, com seus ranços escravagistas, sua submissão ao sistema financeiro internacional (a banca), sua restrição, quando não despudorado vetado, à manifestação das ideias e à liberdade individual.

O fato é que o Brasil está sendo dirigido pelos representantes da banca, da bíblia e do boi, um nada divertido BBB.

Vamos desvendá-los, pois a comunicação de massa, a mídia brasileira, tudo frauda, distorce e engana, pelo interesse destes poderosos.

O poder sempre procura destruir ou manietar suas possíveis oposições, desde sempre, seja com as invasões armadas, com as excomunhões, os bloqueios e as chantagens de toda natureza. Em meados do século XX, os recursos tecnológicos da informação – produção, codificação, transmissão e recepção de dados – passaram a ser amplamente e com proficiência utilizados, principalmente pelo sistema financeiro internacional. Releva neste campo a espionagem, a desinformação, e tudo que levou ao empoderamento de uma ação judicial e o desmonte da maior e mais tecnologicamente bem sucedida empresa brasileira, nominalmente a Lava Jato e a Petrobrás.

Nem posso dizer que seja novidade a apropriação do poder nacional por um segmento privado, está toda nossa história a demonstrar. Este segmento é, nessas últimas duas a três décadas, a banca. O que poderia ser surpreendente, se não conhecêssemos nossa formação histórica, é a não coetânea união da banca com a bíblia.

Tomemos o exemplo da educação. A bíblia a quer dogmática e exclusiva, pouco importa sua capacitação operacional para as necessidades de uma civilização pós industrial, o que seria do interesse da banca.

Mas para a sociedade não interessa nem uma nem outra. Desejamos uma educação com objetivo libertário, inclusivo, transformador e criador, que dela surjam verdadeiros cidadãos, patriotas, conhecedores de nossa realidade e com capacidade de melhorá-la.

Mas o que faz esta bíblia? Estigmatiza, como ideológica, não fosse a religião uma ideologia, a educação crítica. Para isso conta com partidos formalmente constituídos que apresentam projetos em prol do imobilismo, quando não do próprio retrocesso. Veja, por exemplo, o Projeto do PSC, apoiado pelo PRB, PSDC e outros meramente oportunistas, que é denominado “Escola sem Partido”. No próprio título do projeto já está definida sua ideologia não crítica, alienante. Ou não há uma Partido de Deus senhor Bispo Crivella? Senhor Pastor Malafaia?

Cuidemos de outra fraude: a família. O professor Gérard Delille, da Universidade de Florença, em livro recente (L’Économie de Dieu, Les Belles Lettres, 2015), afirma que a “família em Roma era antes um conceito de poder do que de parentesco biológico”. Efetivamente, a palavra latina “familia”, donde a expressão “pater familias”, o dirigente, tem a mesma raiz de “famulus”, empregado, servo, abrigado sob a única e mesma direção. Pode-se dizer que o conceito de família sempre acompanhou mais os bens do que os sentimentos. Mas estes partidos da bíblia procuram demonizar as uniões afetivas, as relações por interesses diversos dos bens. Nada cristão, diria eu.

Por último o boi. Herança escravagista de nossa sociedade, em pleno século XXI, como até bem pouco eram as empregadas domésticas e contra seu novo status, idêntico a qualquer trabalhador, tantas mãos perfurmadas bateram panelas.

Este governo usurpador que se instala no País, com o golpe da banca, da bíblia, do boi e dos interesses geoestrategicos norteamericanos, definitivamente não beneficia o Brasil e nos ameaça, como já ocorre em São Paulo, com repressão, intimidação e o silêncio, que por duas vezes buscaram impor na Empresa Brasileira de Comunicações.

Fora com o que devemos realmente temer e não as fantasias bolivarianas.

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

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Luiz FS

Vade retro, golpista!

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Há um pequeno senão, esta teoria não contempla o risco.

Talvez o grande furo desta teoria proposta pela "teoria do choque" de Naomi Klein esteja na não abordagem técnica que se chama o "Efeito de Escala". Explico melhor, quando abordamos na física qualquer tipo de efeito tem-se que necessariamente levar em conta a escala do meio em que se quer aplicar este fenomeno. Exemplificando mais ainda, quando se analisa o efeito da tensão superficial na água, vemos claramente que pequenos insetos podem realmente CAMINHAR SOBRE A ÁGUA, pois a tensão superficial não é rompida pelo peso deste inseto e ele pode caminhar sobre a superfície. Quando se procura transladar este efeito para seres maiores claramente o efeito não ocorre, ou seja, um homem não consegue caminhar sobre a água pois rapidamente a tensão superficial é rompida e ele afunda.

O que estou querendo dizer é que nas sociedades se tem o mesmo efeito, quando se tem economias pouco significativas nos seus mais diversos aspectos, qualquer problema que surja na presença de um golpe mal executado é rapidamente absorvido pelas forças dominantes do Império. Porém devido ao grau de importância do Brasil e principalmente pelo grau de fechamento da nossa economia uma falha numa tentativa de golpe claramente e expressamente patrocinada pelas forças do Império (pode ser veladamente e sem uma clara definição de apoio) pode levar a um grande problema para os mesmos.

Uma tentativa direta de golpe pelo Império, pode levar a uma ruptura tanto pela esquerda como pela extrema direita com consequências nefastas para a geopolítica mundial. A capacidade industrial brasileira, mesmo que dependente de tecnologia importada pode num governo extremamente nacionalista e com uma ruptura clara com as forças imperialistas dominantes, pode levar a uma mobilização do povo brasileiro que alinhado com novos parceiros desestabiliza totalmente o equilíbrio de forças do continente sul-americano.

Uma desestabilização no Brasil ao ponto de se ter uma ruptura com os laços da sociedade moderna, podem facilmente criar algo muitas vezes mais perigoso para o Império do que por exemplo uma Coreia do Norte!

O Brasil é um dos poucos países dependentes que pode se tornar praticamente independente sem que isto traga grandes problemas a sua população. Praticamente produzimos tudo, e o que não é produzido pode facilmente com todos os excedentes que se tem ser importado via qualquer forma.

Não podemos esquecer que somos mais de duzentos milhões de pessoas, não podemos esquecer que há neste grande número de habitantes uma quantidade razoável de técnicos que se dadas as condições podem produzir tudo aquilo que importamos sem grandes problemas nas substituições destas importações.

O que estou falando é claro e facilmente verificável na nossa história que mostra que os saltos qualitativos que se deram na indústria brasileira foram exatamente quando as grandes nações por problemas militares (primeira e segunda guerra) não puderam manter o fluxo de exportação para o Brasil.

Somos um país em que a segurança alimentar não é um problema, ou mesmo, é uma solução. Se houvesse um fechamento de nossas fronteiras tranquilamente o que falta produzir no nosso país com a mão de obra qualificada em termos de nível superior, se fosse mobilizada num tipo de esforço de guerra em três ou quatro anos estaria produzindo qualquer coisa que fosse necessária.

Além desta autonomia advinda do porte da nossa economia, com a quantidade de fronteiras que temos é praticamente impossível o bloqueio.

Em resumo, um golpe mal executado no Brasil pode gerar um contra-golpe muitas vezes mais poderoso que o primeiro, e voltando ao título que coloquei no texto, os problemas e o risco que o Império vê num golpe sem sucesso no Brasil é muito maior do que as vantagens que ele pode usufruir, por isto podemos ver que a imprensa internacional aceitou com facilidade o discurso do golpe, e não haverá facilmente apoio à radicalização do mesmo se contrariar a vontade de grande parte da população.

Como diria o saudoso, Leonel de Moura Brizola: "O Brasil é  muito grande para a burguesia brasileira fugir para Miami"

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Lima Gb

A vulnerabilidade...

...desta hipótese é o antinacionalismo dessas camadas técnicas. Não sei se essa turma do Mickey toparia fazer um esforço de guerra para consertar o país. Já ouvi de muita gente que eles queriam que o Brasil abrisse mão de sua soberania, não gastasse um centavo em forças armadas e fosse um protetorado da terra do Mickey. É patético, mas foram esses que se vestiram com as cores da bandeira e foram às ruas entregar o país ao parente estadunidense.

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O mal dos estrategistas de

O mal dos estrategistas de gabinete, os burocratas radicais, é que eles sempre priorizam as fórmulas e desprezam o principal: o fator humano. E aí vem os acidentes de percurso.
A ideia deu certo no Chile porque, entre outras coisas o Chile tem uma fossa submarina gigantesca ao longo do país, e os submarinos soviéticos da época passeavam nela com tranquilidade assustadora. Como resultado? logo depois do golpe contra Allende a aristocracia chilena foi coberta de mimos dos Estados Unidos. Além de ser uma experiência pioneira, logo desconhecida nos manuais, houve como financiar a tranquilidade dos chilenos, pais que até hoje não alcançou os níveis médios de riqueza e muito menos o padrão europeu, como seria de se esperar se aquilo tivesse dado o que propunham os Chicago Boys.
Em 1970, nos meus cafundós aqui das minhas serras, interior deste meu que é o menor estado da Federação a política prometia uma virada espetacular, acabando o comando de uma facção política de mais de duas décadas. Parecia que finalmente a Ditadura iria implantar aqui a democracia sem povo, tão ao gosto dos “iluminados” que detesta gente. Mantiveram a proibição de dois partidos aliados aos governos centrais, e o de oposição, o MDB,  foi desencorajado em apresentar candidato. Mas a turma por aqui é meio teimosinha, desde que peitou o governo colonial em 1656 por conta de excesso de impostos, quando o município sequer existia. Além de uma diligente oficial notária que conhecia a Lei e sabia que legalmente nada havia contra o registro da candidatura do MDB, e concluiu o dito registro, o então verdadeiro líder, que se achava preso, comandou a mais espetacular vitória de que tenho notícia, mais espetacular até que a de Brizola para o Governo do Estado do Rio de Janeiro, doze anos depois. Os burocratas do Estado Maior do Exército esqueceram de combinar com o povo.
O poder é o poder! Mas tem limites, né?

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Questionador:

Chile

Na verdade, o PIB per capita chileno é ~ 23 mil dólares, um pouco abaixo da Grécia e Hungria, mas acima da Romênia, três membros da União Europeia.

Além disso, é o maior da América do Sul e 50% maior do que o brasileiro (~15 mil). Então eu diria que economicamente o Chile atingiu sim um nível invejável de riqueza, que o Brasil precisará de algumas décadas para alcançar.

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Chile: questionamento equivocado

-> Na verdade, o PIB per capita chileno é ~ 23 mil dólares,

tiro na água. neoliberalismo jamais produz inclusão social, só aumento da desigualdade.

PIB per capita é péssimo índice para aferir desigualdade. é apenas uma média que nada revela sobre o que de fato importa: a distribuição da renda.

índice de Gini: Chile: 50,45 (2013)

fonte: http://www.indexmundi.com/facts/indicators/SI.POV.GINI/rankings

Brasil........: 52,87 (2013)

Bolívia.......: 48,06 (2013)

Equador....: 47,29 (2013)

Argentina..: 42,28 (2013)

Uruguai.... : 41,87 (2013)

Noruega... : 25,90 (2012)

 “El problema de la desigualdad es que vivimos en un país burbuja, donde mientras un pequeño grupo vive mejor que los ricos de Suiza, el 50 % de los trabajadores gana menos de $ 250.000 y en el 65 % de los hogares el ingreso mensual autónomo por persona es menor a $ 203.000 (Casen 2011).”

fonte: http://www.elmostrador.cl/noticias/opinion/2013/04/10/desigualdad-en-chile-el-problema-son-los-super-ricos/

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Porém, Gini não é um

Porém, Gini não é um indicador bom para o nível de prosperidade econômica. A Bolívia tem um índice melhor do que o brasileiro, porém os bolivianos vêem ao Brasil em busca de uma vida melhor, com desigualdade (e escravidão) e tudo. IDH é um índice composto que representa melhor a qualidade de vida de um povo, não apenas a econômica. De novo, apenas o Chile (42°) e a Argentina (40°) estão entre os países sul-americanos com índice de desenvolvimento muito alto, mais de trinta posições acima do Brasil e maior até do que Portugal. Não estou minimizando Gini - e de novo, o Brasil perde para o Chile - mas pessoas de todas as classes sociais migram para países com alto nível de desigualdade social, como Qatar e Emirados Árabes Unidos (e Brasil), de novo, em busca de uma vida melhor.

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O povo não tolera líderes fracos!

O povo não tolera líderes fracos!

O governo temer está com os dias contados. Dificilmente chegará até 2018, ainda mais com as pautas antipopulares que estão previstas. Após as eleições municipais sua base governista oportunista vai debandar com a mesma velocidade que abandonou o governo petista. Esse presidente ilegítimo e golpista vai provar seu próprio veneno. E o primeiro a traí-lo será Eduardo Cunha.

 

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Se ele - Temer - eu fosse,

Se ele - Temer - eu fosse, teria renunciado ao cargo dez minutos depois de batido o martelo no Senado. Salvaria a sua biografia o que inclui não permitir que o país mergulhe no caos que a banca quer onde a única coisa que importa é o controle da inflação - único inimigo letal dos banqueiros - e lastrear ativos podres com privatizações pra lá de capciosas como foi visto nos tempos de FHC.

Temer servirá de escada a Serra, o "José Piñera" paulista, que depois de comandar todos os desmontes, jogando tudo nas costas dele - Temer - se apresentará em 2018, cinicamente como "o salvador da pátria", e, a exemplo da Besta apocalíptica, "enganará a muitos"; à maioria simples, que é o bastante. E Temer será tido como uma porcaria.

Não há outra saída! O sistema foi criado pra isso.

Bem vindo à República da Irresponsabilidade! Onde ninguém tem compromisso além das próximas 24 horas.

A política tradicional acabou; o Judiciário só pensa em salários e homenagens dos irmãos Marinho da Globo; estes só se interessam em manter o sonho de ser um Slim brasileiro; e os banqueiros por trás de tudo... só pen$am naquilo!

Em tempo: Temer não é de Eduardo Cunha. Temer, a menos que seja um gênio a altura de Darth SIdious (Guerra nas Estrelas) não é de ninguém. É só um rolete a ser chupado e cuspido.

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O Temer é um imbecil!

O Temer é um imbecil! Ao invés de tentar fingir ser essa “salvação nacional” que o PIG tenta forjar, ele fica criando crises desnecessárias. Não ter nomeado nenhuma mulher para os ministérios foi de uma estupidez atroz, criou um constrangimento desnecessário, era só pedir para a Flávia Piovesan assumir algum ministério de fachada que estaria resolvido esse problema.

Além disso, ter nomeado o mendoncinha para o ministério da educação foi mais uma imbecilidade. Mais uma vez, ao invés de evitar confrontos desnecessários, resolvem ter a primeira reunião oficial do ministro da educação com o alexandre frota.

Dentre tantos outros absurdos. É um governo que tem tudo para dar errado, que só dificulta o trabalho dos golpistas em vestir a túnica do salvador da pátria nessa tranqueira que assumiu o planalto. Será uma tarefa gigantesca tentar salvar esse governo ilegítimo.

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João de Paiva

Comentário fora de pauta

Prezados,

Considero este artigo precipitado, publicado extemporaneamente. Em suma: sendo um prognóstico e muito próximo de um simples 'palpite' ou 'chute', não o considero deigno de maior atenção ou comentários analíticos.

Acabo de ler uma notícia, dando conta e que o PGR, Rodrigo Janot, e o ministro (sic) do STF, Gilmar Mendes trocam farpas e mandam recados por meio do PIG/PPV. A meu ver isso não passa de outro capítulo ou 'ato' do jogo de cena constante em que os doutos se envolvem, usando o PIG/PPV como palco. Acertei nas análises anteriores.

 

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O que fazer para além do Fora Temer?

Tenho preocupações quanto ao discurso “fácil” de que as manifestações pelo “Fora Temer” por si só levarão os golpistas (as corporações estrangeiras e seus vassalos no parlamento e justiça) a se renderem.

Até quando continuaremos a ir para as ruas, apanhando aqui ou acolá de uma polícia fascistas, em que suas lideranças são ligadas ao crime ou aos golpistas? Isso por si só vai levar o Congresso e o STF, por exemplo, a terem suas consciências condoídas? Ou vão sentar e esperar seu esvaziamento como já aconteceu antes da consumação do Golpe. Pior, eles esperarão por mais uma reunião de acordo, onde me salvo aqui e eles ali, mas, o lado “caracu” é sempre o nosso?

É Golpe e todos sabem, aqui e “nos estrangeiros”. Porém os países da cúpula nunca reconhecerão o Golpe oficialmente, pois o Golpe interessa as mesmas corporações que os tem sobre domínio. Como coloca Márcio Valley, os EUA não passam do exército das corporações, que só age para elas lucrarem. Eu já digo que quem manda no Obama, não é a Michelle e nem o Congresso americano, são as mesmas corporações que financiam os golpes aqui e acolá. O povo americano está em uma merda pior do que a nossa, aliás, nossa dívida representa 66% do PIB, a americana passa dos 100%, está nos 104%, o Japão alcança a marca dos 229% graças as mesmas corporações. Só perdemos para China, 44% e para a Rússia, 17%. A Índia está em 67% do PIB. Os países do BRICS estão melhores do que os do G7. É isso que querem destruir.

O fato é, vamos mudar o quadro só gritando “Fora Temer”, ou teremos que, no processo das ruas, ir para além das passeatas? Não defendo as quebradeiras, isso eles farão e irão por a culpa na gente. O que fazer? Lembro de uma entrevista do Vladimir Palmeiras, que em uma das passeatas de 68, alguém propôs sair pela contramão do trânsito. Paralisou a cidade e impediu que o exército chegasse por conta do engarrafamento. Na realidade o que temos que fazer é que doa em seus bolsos. Só se preocupam quando provoca “prejuízo”. Em uma das greves do Metro, os funcionários, lá pelos anos 90, liberaram as catracas e o povo viajou de graça. Isso incomoda! Não houve violência e o povo adorou. Precisamos de mais atitudes assim, pois na hora da negociação, mesmo que “caracu” no mínimo o gargalo será mais fino.

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Ah,me esqueci.E pouparia

Ah,me esqueci.E pouparia trabalho a Da.Lourdes Nassif,que honra o sobrenome que tem,pois,ao certo,tem muito outros afazeres a dar vencimento.

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Alguém algum dia me chamou

Alguém algum dia me chamou aqui nesse espaço,de Rei dos Chatos.E sou,reconheço.Comentarios de Redes Sociais,não deveriam ultrapassar mais que 20 linhas.Conheci um que era 15,não sei se ainda é.Além,vamos por assim dizer,colocar freios em muitos comentarias prolixos,evitaria também que alguns deles transforme o blog em sucucursal do Google.Objetividade,apesar de dificil,é um maiores legados da Lingua Portuguesa.Tão importante é,que em certas situações,ganha-se tempo e dinheiro.

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