
O dilema em torno do ajuste fiscal terá que ser resolvido nos próximos dias, sob pena do país entrar em um beco sem saída.
O ajuste obedece a um conjunto de restrições.
1. A recuperação da economia depende dos investimentos privados.
2. Os investimentos dependem da demanda e da confiança nas contas públicas.
3. O ajuste implementado pela Fazenda aprofunda a recessão. Com isso perde-se, via redução da receita fiscal, qualquer ganho proveniente de cortes nas despesas.
4. Além disso, recessão é redução de demanda, o segundo pilar para a volta dos investimentos privados.
Portanto, a saída é buscar o equilíbrio fiscal avançando em outras frentes.
***
Aí se entra em uma divisão em relação ao pacote fiscal.
Em uma ponta, estão os incendiários, que querem botar fogo no circo. Fazem parte dessa tropa Aécio Neves e seus amotinados e a parcela da Câmara Federal na mira da Lava Jato.
Na outra ponta estão os que sabem que o aprofundamento dos desajustes poderá jogar o país em um incêndio de altas proporções.
Mesmo nesse segundo grupo há um jogo de braço.
Há a saída, digamos, neoliberal, cujos protagonistas são Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Delfim Netto, este por trás da proposta mais explícita é do PMDB.
Trata-se de aproveitar a crise para pressionar o Congresso a reduzir ou flexibilizar as vinculações orçamentárias – a parte do orçamento obrigatoriamente destinada à saúde, educação, estados e municípios.
Embora engesse o orçamento, essa vinculação preservou, ao longo dos anos, recursos para áreas sociais.
***
Do lado da Fazenda, há tentativas de aumento de impostos.
O alvo óbvio seriam os setores mais líquidos e lucrativos, como o bancário e as aplicações financeiras. Mas exige força política.
Uma segunda alternativa seria a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incide sobre combustíveis fósseis. Delfim Netto saiu em sua defesa, mas por motivos mais pessoais: ele é acionista da Louis Dreyfus, grupo francês que adquiriu várias usinas no Brasil e levou na cabeça com o congelamento dos derivados de petróleo.
Em outras circunstâncias, provavelmente Delfim não recomendaria a CIDE devido aos seus efeitos inflacionários.
***
A saída óbvia é a CPMF (Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira), com data para começar e para terminar.
É mínimo seu impacto sobre preços e sobre as margens das empresas. Por isso é a melhor relação custo x benefício para resolver o dilema fiscal.
***
O que impede o acerto é uma questão ideológica de segurar a solução até a 25a hora para reduzir a proteção social construída desde a Constituição de 1988;
Mas não se poderá adiar por muito tempo a solução, sob pena da paralisação total do governo e de uma ampliação das tensões nos mercados e na população.
***
O jogo de oportunismo político já liquidou com a imagem do governo Dilma e com o sistema politico com um todo. Há um tsunami varrendo o país, do qual não se safaram nem PT, nem PSDB, muito menos o PMDB.
Resta saber se as instituições – incluindo a mídia – se dão conta de que permitir a marcha da insensatez será um jogo de perde-perde. Dele, não se salvará nem o mercado financeiro.
Jose mestre Carpina
11 de novembro de 2015 3:07 amJunta-se a isso,
Os suicidas da republica do Paraná. …
Zé Roberto
11 de novembro de 2015 3:31 amO problema chama-se JUROS
O que está destruindo a economia brasileira é a irresponsabilidade do governo e a ganância do sistema financeiro. A população está endividada, devendo as calças. Quem está atolado em dívidas não compra nada, nem comida. Se as pessoas, as famílias não compram a economia para, o desemprego aumenta e entramos na famosa espiral da recessão. Como grande parte da população está atolada em dívidas, a economia está em recessão, ou seja, quem está pondo a economia em recessão é o setor financeiro, os BANCOS. Para acabar com a recessão só com renegociação geral de dívidas e redução drástica dos juros. A continuar assim até os bancos vão pro buraco, estão matando a galinha dos ovos de ouro, no mínimo burrice.
Guilherme Martins
11 de novembro de 2015 3:51 amIngenuidade sua, Nassif!
Quanta ingenuidade, Nassif …
Pro mercado financeiro, o país vai muito bem e OBRIGADO!
Lucros e mais lucros estratosféricos, enquanto o povão toma na lomba.
Fonte(s):
http://www.dieese.org.br/desempenhodosbancos/2015/desempenhoBancos1sem2015.pdf
http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/08/mesmo-diante-de-crise-lucro-dos-bancos-nao-para-de-crescer.html
Vânia
11 de novembro de 2015 3:52 amAnálise correta.
Porém, velha.
Já sabemos disso desde o anúncio do ajuste fiscal: um tiro no pé.
Como se não bastasse, em seguida veio essa reforma ministerial medíocre, para não dizer inescrupulosa: a bala de prata.
Em suma, a Dilma conseguiu ficar totalmente isolada (noves fora meia dúzia de fanáticos que a apoiam incondicionalmente).
Não tem apoio da direita (por picuinha) nem da esquerda (que com razão se sente traída).
Agora é esperar o mar de lama soterrar o país . E quando eu me refiro ao mar de lama, não estou falando de corrupção, mas da consequência das inúmeras falhas nas estruturas das barragens (~pilastras) política e econômica deste governo.
E salve-se quem puder.
Falo isso com imenso pesar. Mas verdade seja dita.
Alexandre Weber - Santos -SP
11 de novembro de 2015 5:39 amPenso que a irresponsabilidade vêm de longe e o ajuste é longo
Não adianta tentar empurrar as águas da margem de um córrego para ele mudar de curso. O mesmo se dá com a confiança, não é conquistada falando nela e sim com ações que indiquem a sua construção, lenta e paulatinamente.
As soluções tapa-buracos do aumento de impostos só empurram com a barriga o problema mais para a frente, com aumento de custos.
A solução estrutural para a falta de grana passa, necessariamente pelo enriquecimento da população.
Fica fácil perceber, que hoje não estamos um milímetro que seja de termos uma fábrica de bicicletas elétricas, competitiva mundialmente, no Brasil que pertença a brasileiros.
Continua tudo errado nas políticas econômicas, fiscais, industriais e comerciais brasileiras e estas são as que fornecem grana para as política sociais realmente efetivas.
Querer distribuir o que não se têm é um problema sério.
Dilma, acorda!
Ana Torres
11 de novembro de 2015 7:59 amVocê tem razão
mas o problema da falta de investimentos industriais sempre existiu no Brasil devido à desconfiança em relação ao governo, pois as regras mudarem com muita eapidez. Além disso, com os juros altos, as firmas preferem, sem correr riscos, lucrar com juros. A confiança, a credibilidade se destrói em um minuto. Readquiri-la é tarefa àrdua. O governo, com as mentiras de campanha, perdeu a credibilidade e agora tem um árduo caminho pela frente.
Alexandre Weber - Santos -SP
11 de novembro de 2015 1:32 pmObrigado pelo suporte no argumento
Primeiro uma correção, escrevi faltando “mais perto” depois de “um milimetro” na primeira mensagem, é que estou assistindo uma maratona de “House of Cards” no Netflix e eram mais de três da manhã quando redigi, estava com sono e cansado, ai não revisei e faltou completar por escrito o pensamento que queria expressar. A idéia é esta de que não avançamos um milimetro em produzir políticas públicas que enriqueçam o povo e a Nação e assim arcar com gastos sociais que dependem de mais arrecadação.
Já o assunto confiança depende de sentimentos que se manifestam em nós uma vez que nos convençamos da eficácia do rumo das medidas propostas, do Norte que elas indicam e da capacidade de manobra do governo para implementá-las.
Num governo, como numa corporação ou mesmo em um indivíduo isto será conseguido usando uma Estrela compatível com o sujeito operante, com um Norte acordado e um Rumo adequado para ele. Sem mais, nem menos.
Quanto à velocidade das mudanças, esta é uma característica do mundo atual, onde uma aceleração nelas está as levando para um ponto de Singulariedade, apoiada nos avanços da matemática e na HPC (computação de alta capacidade). Esta mudança, por seu carater abrangente e instântaneo não preserva ou respeita culturas e territórios de sua influência e usá-la como justificativa para a inoperabilidade é no mínimo, extrema ingenuidade.
O jogo é para ser jogado e não adianta ficar na arquibancada, pois o resultado irá nos afetar de qualquer maneira, o Brasil precisa ter atitude e coragem, bem como inovar e partir para a ação, caso contrário a situação atual não irá melhorar, muito pelo contrário, o choro dos perdedores só demonstra a nossa fraqueza e despreparo para a situação.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=qFa56zgqQ78%5D
Roberto São Paulo-SP 2015
11 de novembro de 2015 7:42 amAlívio monetário e estabilidade cambial.
O atual déficit fiscal não pressiona a inflação pois é derivado na queda da arrecadação de impostos e taxas, e não de um aumento dos gastos públicos.
O equilíbrio fiscal pode ser alcançado com a a venda de parte das Reservas Cambiais, redução do compulsório Bancário e redução dos juros da Selic.
Hoje o único fator que ainda pressiona os preços internos é a taxa de câmbio, e diante da proximidade do início do aumento dos juros americanos é preciso lançar um programa de venda de dólares das Reservas Cambiais no mercado à vista, enquanto persistir a instabilidade provocada pelo processo de aumento dos juros americanos.
Com a estabilidade cambial será preciso reduzir rapidamente os juros da Selic, já que a inflação caminhará rapidamente para a meta estabelecida pelo CMN e também em função de que com a estabilidade cambial serão retomadas as operações de carry trade.
A venda de de parte dos dólares da Reservas Cambiais e a redução dos juros da Selic haverá uma redução significativa no custo de carregamento das Reservas Cambiais e no custo das operações compromissadas realizadas pelo BC, o que vai melhorar e muito o resultados fiscal do setor público.
Precisamos garantir uma estabilidade cambial no atual patamar, com a venda de parte das Reservas Cambiais e promover um alívio monetário, com a redução do compulsório e dos juros da Selic.
Mais importante do que impedir novas altas exageradas do dólar, é impedir que o dólar volte a cair de forma acentuada, por meio de compra de dólares para aumentar novamente as Reservas Cambiais, caso seja necessário.
A atual taxa de câmbio é mais do que suficiente para aumentar significativamente as exportações de manufaturados, bem como proporcionar uma substituição de parte dos importados pela produção nacional. e o equilíbrio das contas externas.
MárioAlex
11 de novembro de 2015 8:47 amSaída neoliberal?? O que FHC,
Saída neoliberal?? O que FHC, Serra e Delfim tem a contribuir? Qdo governo os dois primeiros foram de uma incompetência ímpar, não tem idéias próprias, contribuir com o que? Delfim está preocupado com suas consultorias. E um esforço pra jogar na cena política do país pessoas comprovadamente incompetentes. Ta difícil, esses deslizes da época que assessorava essa turma nefasta de nossa política e depois se afastou por que ver tinhas mais a perder. Agora podem contribuir. Contribuir com o que????
alexis
11 de novembro de 2015 9:12 amMorando de Aluguel
Quando a gente mora em casa alugada sempre deixa para trás qualquer tipo de investimento em reforma ou melhoria. A casa não é nossa! Não tem a ver com a gente! Já em casa própria, não apenas tudo é feito, mas também com amor e com sensação de futuro, inclusive pensando nas próximas gerações da família.
Aqui no Brasil, como acontece desde 500 anos, grande parte da elite acha que vive de aluguel na sua própria nação (ainda, pagando pouco e reclamando à toa), e não investe em melhorar “sua casa”, mas, na primeira oportunidade, muda para Miami. O Brasil devia confiar mais nas políticas públicas, nas organizações e até nos investimentos, em gente, categorias ou setores que realmente sintam o Brasil como lar.
joel lima
11 de novembro de 2015 9:29 amAh, Delfim, o amoral de
Ah, Delfim, o amoral de sempre. Quando ouvi ele defender o combustível verde, fiquei pensando que ele estivesse passando por algum regime a base de alface e brócolis, e isso teria afetado seu cérebro (rs). O verde que atrai Delfim é o da nota de dólar, nunca o das árvores – aliás, ele estava numa ditadura militar que tinha como grande sonho asfaltar a amazônia inteira. Aliás, esse dado de que ele é sócio da Louis Dreyfuss é algo que nunca tinha lido aqui no blog. Fico pensando se o Nassif descobriu isso ontem ou não achou relevante, até agora, essa informação
joel lima
11 de novembro de 2015 9:30 amAh, Delfim, o amoral de
Ah, Delfim, o amoral de sempre. Quando ouvi ele defender o combustível verde, fiquei pensando que ele estivesse passando por algum regime a base de alface e brócolis, e isso teria afetado seu cérebro (rs). O verde que atrai Delfim é o da nota de dólar, nunca o das árvores – aliás, ele estava numa ditadura militar que tinha como grande sonho asfaltar a amazônia inteira. Aliás, esse dado de que ele é sócio da Louis Dreyfuss é algo que nunca tinha lido aqui no blog. Fico pensando se o Nassif descobriu isso ontem ou não achou relevante, até agora, essa informação
Angelo Italo
11 de novembro de 2015 10:44 amAparentemente o governo não
Aparentemente o governo não conta mais com a atuação do Congresso (realismo político) para recompor as contas públicas no curto prazo e a estratégia é esticar a crise fiscal no limite de forma que o Congresso seja obrigado a legislar de verdade. Esse parece ser o caso da CPMF, o planalto aposta na pressão de prefeitos e governadores para aprovar o novo tributo. O governo não cede na pauta das reformas neoliberais, mas não avança ou inova nas estratégias desenvolvimentistas. A margem de negociação com o Congresso ainda é pequena e o governo aposta na deterioração da economia e na ampliação sobre a responsabilidade desta, no curto prazo a crise econômica é atribuída ao executivo, porém no longo essa responsabilidade deve ser generalizada e o Congresso por instinto de autopreservação tome as medidas necessárias.
Sendo realista, dificilmente alguma solução virá nos próximos dias…
drigoeira
11 de novembro de 2015 10:44 amA saída é tirar este o MF e o pessoal do BC.
E descobrir quem colocou este “Cavalo de Tróia” como Ministro da Fazenda do boi sanfona.
Bem lembrado, este pacote fiscal pode ser comparado ao fazendeiro que engorda o boi nas águas e quando chega a seca deixa o boi no pasto esperando abatê-lo no início da primavera.
Deosimar Damasio
11 de novembro de 2015 11:24 amOs dilemas do ajuste fiscal
Caro Nassif, Isto tudo é balela.
Não precisamos de reforma, ajustes, mais impostos ou novos programas liberais, conservadores ou qualquer outra coisa. Precisamos é de eficiencia na governança do pais.
Precisamos de de um governo que se proponha a inibir a SONEGAÇÃO de impostos de quase 1 trilhão de reais ao ano. Se os governos, nas tres esferas se unissem em torono deste problema, todos os esforços para se arrecar mais através de aumento de impostos seriam resolvidos. O aumento da carga tirbutária só atinge àqueles que já pagam e é totalmente injusto, pois os sonegadores não vão pagar mais, pois NÃO PAGAM NADA.
Uma melhor gestão dos recursos públicos e uma maior eficiencia na arrecadação distribuiria a carga tributária por todos. Seria mais justo, aumentaria a competitividade pois os sonegadores tem margens maiores e concorrem de maneira desleal com aqueles que não sonegam, e se enrriquecem às custas daqueles que pagam seus impostos.
Este seu discursos reformista é no fundo um discursos que protege bandidos sonegadores! ajuda a criar uma cortina de fumaça que acoberta os crimes fiscais e aumenta a desigualdade no pais.
Escreva mais sobre como é possivel melhorar o pais sem aumentar um único centavo nos impostos!
Mais fiscais e menos deputados!
Renato Ferreira Lima
11 de novembro de 2015 11:49 amDesculpe, mas querem que a oposição governe?
Cobrar o quê de PSDB? Ele é oposição! Por que cobrar responsabilidade destes, se há 12 anos não dão as cartas na Economia? Que tal cobrar, por exemplo, Guido Mantega, o Bernie Madoff brasileiro? Ou Dilma, o Pôncio Pilates com problemas de fala? Ou Levy, o Maitre que passa a conta?
Tem que cortar gastos – não faz sentido gastar o que não se tem.
Gastaram bilhões numa Copa e numa Olimpíada que ninguém pediu. E o Bolsa Família, esse sim pedido, vai ser cortado se, (olha a cara de pau!) se não aprovarem a CPMF. Estão nos fazendo chantagem ainda por cima! Administraram mal, gastaram mal e nos estão passando a conta e a responsabilidade por seus atos. Típico dos esquerdinhas daqui – tirar o corpo fora e fazer chantagem emocional!
Jossimar
11 de novembro de 2015 12:01 pmTenhooutras sugestões:
–
Tenhooutras sugestões:
– Baixar a Selic,
– Criar a CPMF de 0,40 para a saúde com início e sem prazo para acabAR,
– criar alíquotas de 35 e 42,5% no IRPF ecorrigir a tabela em uns 40%,
– fim da isenção ilimitada para recebimento de dividendos,
– aumento de impostos sobre ganhos financeiros,
Marcs Amaro
11 de novembro de 2015 12:08 pmAjuste Necessarios
Nassif, é td bonito. Juros altos são errados, economia parando. Mas medidas de chão de fábrica mesmo, ng toma.
Mas não vejo nunca vc e nem outros influentes, falar de ajustes do “balcão para dentro”. Tipo trabalhar… Fazer gestão, mandar funcionário embora, reduzir ideologias. Vejo em vc, assim em como todos os catedráticos ajustes digitais, mas nunca ajustes operacionais
Ex. Benefícios de políticos, redução em numero de vereadores, regalias ao funcionalismo, fim da estabilidade de algumas áreas do serviço público.
Isso ninguém toca, nem os catedráticos nem os grandes empresários. Me impressiona um Setubal ou Trabuco pagarem impostos altíssimos, seus funcionários custarem caro e eles nunca baterem nisso. Pagar imposto não problema, mesmo que praticamente nada retorne aos cidadãos (sejam os ricos e principalmente aos pobres). É uma coisa que não entendo no grande empresário brasileiro.
Cito como exemplo da mudança John Hancock, um dos patriarcas da independência dos EUA. Ele também pensava como o grande empresário brasileiro, enquanto a corte inglês comprava os seus produtos, que se dane o imposto alto, sou rico. Depois que tomou na cabeça perdendo muitos carregamentos, ainda sim não se preocupava. Levou muito tempo para Sam Adams mostrasse para ele, que a ideologia tem que mudar. Não estou citando os EUA (pois tb tem seus erros), estou citando um grande empresário que não fazia questão de ajuste. Mas depois viu que um país mais digno e melhor seria bom para todos.
O restante a história nos mostra quem está certo
Flics
11 de novembro de 2015 2:03 pm“… reduzir ideologias..”
– Veem? Este é o palito de reduzir ideologias.
Caetano.
11 de novembro de 2015 12:50 pm“CPMF com data para iniciar e
“CPMF com data para iniciar e terminar”… Ei, Nassif, tudo isso é ingenuidade mesmo? No mesmo instante em que for aprovado, esse novo imposto já passará a fazer parte do montante a ser queimado em desperdício, roubalheira, super-salários e mordomias sem fim. E ao fim do período, ser renovado porque “o governo não pode prescindir desse imposto para equilíbrio das contas públicas”.
Felipe Lopes
11 de novembro de 2015 1:43 pmPerfeita a resposta do Marcs Amaro
Quem lê o presente artigo do Nassif deve imaginar que a gestão do estado brasileiro é perfeita, de uma eficiência escandinava. Que não existem desperdícios e privilégios repugnantes no serviço público. Que a nossa previdência social não é uma bomba para estourar em poucos anos se não for reformulada. As próprias vinculações de gastos da Constituição são a encarnação mesma da mentalidade de que basta jogar dinheiro para todo lado que tudo se resolve. Assim, a solução apresentada é a de aumentar ou criar impostos. De preferência em cascata, como a CPMF. Reformar o estado para que funcione decentemente, sem ser um auto-forno de queimar dinheiro aos bilhões? Nem pensar. Que tal facilitar o ambiente de negócios como forma de retomada do crescimento? Eliminar a burocracia desgraçada que assola todos nós cidadãos? Também não. Acho excelente o bem-estar social escandinavo. Mas observem duas coisas: 1) podem colocar os PIBs inteiros dos EUA e da China direcionados à educação e à saúde brasileiras, que elas vão continuar um desastre com a estrutura estatal que o Brasil tem hoje. 2) Os países escandinavos também estão entre os 10 primeiros em liberdade econômica,. O resto é conversa fiada de quem não quer mudar nada.
jc.pompeu
11 de novembro de 2015 1:45 pmo código da vinci de seu nassif
“Os dilemas do ajuste fiscal“
captei a mensagem criptografada criativa de seu nassif nesta chamada à la “código da vinci”…
matei a charada política fenomenal da chamada crítica:
vou aqui agora revelar paratodos:
se a gente raciocinar e eliminar ou deixar cair uma das letras e da mensagem : Eureka! revela-se por inteiro resplandecente a grande resposta mágica para todos os dilemas e problemas e crises da paralisia frenética do país.
elementar, meu caro nassif.
Alexandre Weber - Santos -SP
11 de novembro de 2015 1:58 pmBem lembrado, por onde anda o Mercadante e outros?
Ninguém aceita responsabilidade neste governo.
Bando de Maricas infantis.
hsv18
11 de novembro de 2015 2:07 pmNassif,
acho que a mídia foi
Nassif,
acho que a mídia foi longe demais nessa história maluca de afrontar os bons princípios da economia. É lamentável o papel desempenhado pela grande imprensa, nos últimos meses de 2015, o de não reprimir e contestar as maluquices do grupo do Cunha, da manada tucana, das mordomias no seio do funcionalismo público, e tudo mais.
Numa economia arrazada, não há um centavo para publicidade, o que é fatal para a sobrevivência da mídia. Na era dos tucanos, eu me lembro perfeitamente de ler manchetes cobrando e dando apoio às ações políticas voltadas para a economia. Hoje, é só manipulação e omissão.
Como pode uma pessoa do naipe do Eduardo Cunha colocar de joelhos a sétima economia do mundo? Só mesmo com a omissão e má fé da Globo e companhia.
C.Paoliello
11 de novembro de 2015 2:07 pmLucros comandam o espetáculo
Substituição da democracia por interesses empresariais pode gerar violenta revolução no Ocidente:
https://actualidad.rt.com/actualidad/191141-craig-roberts-tpp-revolucion-violenta-occidente
Mogisenio
11 de novembro de 2015 2:08 pmValeu Nassif!
Nassif e equipe, demais debatedores,
bom dia.
Nassif, estou de acordo com a sua análise.
Quase perfeita, na minha opinião.
Mas, não naquilo que se vê, que se lê, pois isso é muito óbvio.
O melhor de sua análise está onde não podemos ler. Não está no vernáculo, portanto.
E tem gente que se liga só no que está escrito para interpretá-la.
Quanta ingenuidade….
Vou exemplificar o que digo em relação à sua análise. Vejamos.
Você disse já de inicio:
O dilema em torno do ajuste fiscal terá que ser resolvido nos próximos dias, sob pena do país entrar em um beco sem saída.
Ora, o que exatamente você quis dizer com isso? Noutras palavras, por que você disse isso, assim, desta forma geral, falando de “dilema”, apontando “os próximos dias”, sob pena do pais entrar em um beco sem saída.
E note que você não explicou o porquê com todas as letras. Apenas insinuou.
Tenho pistas! Heureca!
Dia 22/12/2015!…. hã hã, em Nassif. Te peguei…. rsrssr
E nesse passagem abaixo. Vejamos o que você disse:
“Trata-se de aproveitar a crise para pressionar o Congresso a reduzir ou flexibilizar as vinculações orçamentárias – a parte do orçamento obrigatoriamente destinada à saúde, educação, estados e municípios.
E agora o que você não disse:
O que é flexibilização orçamentária? Para que serve mesmo? E a DRU que já está rolando, ha tempos. E recentemente, mais uma vez, já se postergou. Ora, porque? Pra que? Pra quem?
Eis o BOLO sendo repartido….E não nos enganemos: Tem muita gente obesa por doença nessa festa de “natal” ( 22/12) que está na festa comendo várias fatias desse bolo e não quer parar que comer! Quer se entupir de comer. Quer morrer comendo bolo.
E nós, bobocas, estamos a espera de um “pedacinho” para “políticas públicas… Francamente, somos tolos não…
Portanto, precisamos ver o que não conseguimos ver!!!
Mas, e a IPMF, ops, a CPMF.
Ora, ora, ora, deixou de ser IMPOSTO passando para CONTRIBUIÇÃO, não foi a toa.
É que sabe de uma coisa, fica “mais melhor” assim, vez que deixa de seguir a ANTERIORIDADE normal e passa a “namorar ” a NONAGESIMAL. Mas, vincula-se né? Será mesmo? Fica na saúde mesmo? Será?
Bom, pode ficar lá, mas os outros “tributos” ficam , assim, livres para voar…. pagar um jurinho ali, outro acolá, financiar um “projeto” aqui, outro acolá. Enfim, tudo que o diabo , ops, congresso gosta.
Trata-se de um voo de rubricas! Resta saber para onde.
Imagino que para o bolso dos “golpístas” de plantão, ávidos por mais FATIAS do bolo..
E o economista Delfin então? Não sabia de seu “interesse publico” para tirar o país da “crise”…
Por essas e por mais outras, concordo com a sua análise, sobretudo, naquilo em que você não disse com todas as letras.
Valeu!
Schnapps
11 de novembro de 2015 2:18 pmE era para ser melhor
Nassif, voce deve ser nativo do signo de gêmeos, dada a sua dualidade. Em alguns momentos a sua calma lembra a serenidade de um monge tibetano. Se bem lembro voce até já se auto definiu como sendo um indivíduo otimista. Em outros, voce sai do milharal com uma tocha acesa nas mãos dizendo “salve-se quem puder que o negócio é punk”. Afinal, é para ficar tranquilo ou o Titanic está afundando mesmo? Em tempos que o mercado presumia que nós íriamos ter que revirar latas de lixo para encontrar o que comer, eu lia um seu post repleto de esperança e de sugestões para a crise, acho que com cálculos, planilhas e tudo o mais. Penso que foi assim, mas se não estou sendo “vero”, então certamente pratico o “bem trovato”, porque este é o saldo que ficou na minha mente. Pergunto: onde está o seu otimismo agora? Eu sei, e voce sabe qual é o jogo que está em andamento. Estão esperando o quase “apagar das luzes” nos trabalhos camerais para “xuxar” medidas impopulares no rabo do povo, entre elas, esta maldita CPMF que só os celerados e seus amigos se dispõe a defender. Pô meu, a carga tributária já é insuportável. Ela pesa e trava a economia. O governo gasta mal, a fundo perdido. Roubam, desfalcam. E ainda se encontra quem defenda que devem ter acesso a mais dinheiro? Não acredito que um ser dotado de inteligência não consiga ver isso. Os tributos tem que diminuir, permanecer nos estados em que são gerados. Danem-se os programas assistencialistas. A evolução economica gerará o desenvolvimento que virá a absorver a massa de necessitados. Ajudá-los sim! Mas com oferta de trabalho, salário e renda. A inflação, deve ser controlada pela concorrência. Esta é a única linguagem que o empresário entende. É inutil burilar os juros. Investimentos, diz voce. Nassif, entenda uma coisa importante: ninguém vai investir nada neste governo. Nem brasileiros e muito menos os estrangeiros. Este governo está sujo, ninguem, ninguem mesmo, confia mais no PT. Os que o defendem são aqueles que tem dependência ou ligações financeiras com eles. Sobre impeachment: não teremos! É nisso que dá ter uma oposição de mauricinhos vacilões. O bom momento passou. Hoje o cidadão está mais preocupado em se manter do que propriamente com aspectos políticos. Se Dilma cair, não será mais pela vontade popular. Pode cair no jogo político. E mais uma vez escreverei, vai ser o próprio PT que vai oferecer a cabeça dela ao sacrifício. Renunciará, é o que presumo. Para salvar a candidatura do sapo barbudo. O PT vai, em determinado momento perceber (se é que já não viram isto), que, quanto mais tempo ela ficar, mais burradas ela fará. Levy, já passou muito do tempo de cair fora. É um “joão bobo” de banqueiros, nunca será um ministro. Apague a tocha. O negócio é punk mesmo, já sabemos.
Fernando J.
11 de novembro de 2015 2:18 pmMeirelles vem aí?
Publicado em 10/11/15 às 11h01
Meirelles pode dar esperança de um 2016 melhor
26 Comentários
Faltam ainda algumas semanas para o Natal, mas não devemos esperar mais nada em 2015. Todos agora só querem ganhar tempo para chegar vivos a 2016.
Ganhar tempo virou o grande objetivo na política, mas a economia não tem mais tempo a perder. Este é o grande nó da vida nacional na hora em que todos, empresas e empregados, começamos a fazer o balanço do ano que termina e nos planejamos para o próximo, sempre um momento de renovação de esperanças.
Parafraseando meu velho amigo Zuenir Ventura, autor do best-seller 1968 _ O ano que não terminou, 2015 vai passar para a história como o ano que não começou, passou sem deixar saudades.
Em meio às incertezas sobre o futuro, causadas pela interminável crise política, não poderia surgir notícia melhor do que essa: segundo o jornal Valor, mais respeitável publicação impressa do país, a presidente Dilma Rousseff já está admitindo trocar o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central.
As repórteres Andréa Jubé e Rosangela Bittar informam na edição desta terça-feira, sob o título “Cresce pressão para que Meirelles substitua Levy”:
“Avança no governo o processo de substituição do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com a consequente mudança das diretrizes da política econômica. A sucessão deve ocorrer em janeiro, próximo à virada do ano, conforme fontes da coordenação política e da direção do PT, mas a troca pode ser antecipada para dezembro, se houver agravamento da crise política e econômica”.
Para que ficar esperando? Por mais bem intencionado e tecnicamente preparado que seja, o fato concreto é que o plano econômico de Joaquim Levy, baseado unicamente no ajuste fiscal, não deu certo, levando o país à recessão e ao desemprego, com alta dos juros e da inflação. Ao longo do ano perdido para todos, o ministro também foi perdendo apoio tanto dentro como fora do governo e da base aliada no Congresso, contestado pelo empresariado e por lideranças políticas e sindicais.
É como no futebol: quando tudo dá errado, só resta à diretoria trocar o técnico para reconquistar a confiança da torcida, como fez o São Paulo, na segunda-feira, ao demitir Doriva, que ficou apenas um mês no cargo.
Qual seria a diferença entre Levy e Meirelles, se ambos vieram do sistema financeiro e trabalharam juntos no primeiro governo Lula? Pelo que sei deles, as semelhanças entre ambos terminam por aí. A principal diferença entre os dois está na forma de encarar o grande drama social brasileiro para além dos números.
Conheci Henrique Meirelles em meados dos anos 1990, quando ele comandava o Boston no Brasil, banco do qual depois viria a ser presidente mundial. Com o hoje ministro Aloísio Mercadante, trabalhei no “Travessia”, um bem sucedido projeto social do Sindicato dos Bancários de São Paulo criado para cuidar dos meninos de rua do centro da cidade, que Meirelles, um banqueiro, ajudou a colocar em pé.
Era contagiante seu entusiasmo ao ver os primeiros resultados do projeto, a sua alegria nos encontros com as crianças que foram resgatadas das ruas, e passaram a viver com um mínimo de cuidados e dignidade, graças à parceria entre o sindicato e o banco. Até então, Meirelles era um nome conhecido apenas no seu meio, mas este trabalho em pouco tempo o levou a ser entrevistado no programa “Roda Viva”, em que falou não somente de economia e finanças, mas da realidade social em que o país vivia.
Nos oito anos de governo Lula, nenhuma decisão econômica importante era tomada sem que o presidente do Banco Central fosse ouvido, o que causou divergências entre Meirelles e outros ministros, entre eles, Dilma Rousseff, então chefe da Casa Civil.
Para o bem do país, no entanto, seria muito bom que esta notícia de Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda seja confirmada pela presidente Dilma Rousseff, gerando um fato novo e positivo na virada do ano.
Vou ficar torcendo.
E vamos que vamos.
Mario Alex
11 de novembro de 2015 3:56 pmSr. Modeador,
Opinião que não
Sr. Modeador,
Opinião que não combina com suas idéias, são descartadas? Esse e um site onde se pode expressar livremente nossas opiniões, desde que, não seja ofensivas, ou temos feitor ou censor escolhendo o que vai ou não ser divulgado?
Felis
11 de novembro de 2015 5:28 pmArrumar a casa, mas depois assegurar financiamento para a SUS.
Concordo com a volta da CPMF, mas, na linha de comentários anteriores feitos por mim, vou um pouco além da proposta do Nassif.
Aprova-se o novo tributo.
A lei estabeleceria dois períodos distintos no que se refere à utilização dos recursos arrecadados.
Num primeiro período (dois anos, talvez) o governo poderia utilizar o montante arrecadado livremente.
No segundo período, sem prazo para terminar, seria adotada a seguinte regra:
1 – calcula-se quanto o gasto com saúde no orçamento da União nos doze meses que antecederam a aprovação da lei representou em termos percentuais do orçamento total. Suponhamos, apenas a título de exemplo, que seja de 20%.
2- apura-se quanto o montante arrecadado com a CPMF nos doze meses anteriores ao final do primeiro período representou em percentagem do orçamento de igual período. Novamente, a título de exemplo, suponhamos que venha a ser de 10%.
3 – o orçamento da saúde seria então, por imposição da lei aprovada,a soma dos dois percentuais, ou seja, no exemplo citado, 30%.
Por último, há previsão de que o novo tributo venha a ser repartido com estados e municípios. Nada impede que o mesmo raciocínio seja aplicado a esses entes.
Felisberto.
Paulo Filho
11 de novembro de 2015 8:08 pmInsensatez
O nome dela é Dilma e o PSDB do Aécio. Ela falou uma coisa na eleição e está fazendo outra. O PSDB do Aécio está contra aquilo que sempre esteve em seu receituário. Ninguém acredita mais nela. E o PSDB do Aécio está correndo o mesmo risco. Em suma, a crise é muito mais política que econômica.
Cristiano Peixoto
11 de novembro de 2015 8:23 pmAs Falácias da CPMF
São duas as falácias da CPMF, a de que vai ter pouco impacto no preço dos produtos, e a de que o rico vai pagar mais que o pobre. Primeiro, este é um imposto em cascata, e será incidido várias vezes até chegar ao consumidor final, então não é só 0,02%, multiplique este percentual pela quantidade de operações financeiras realizadas entre os vários “players” da cadeia produtiva de um produto, e verá o tamanho real. Segundo, é de uma ingenuidade, pra não falar outra coisa, achar que empresas, produtores, indústrias, comercio, prestadores de serviço, e até profissionais liberais não repassarão esse custo, que já vem cascateado, para o preço do produto ou serviço que comercializam. Vai ter impacto na inflação sim, como qualquer imposto, e quem paga essa conta é quem não consegue se proteger do aumento de preços, o assalariado por exemplo.
Um absurdo como tem gente que ainda escreve defendendo aumento de imposto nesse país, e platéia concordando, é demais…
Assis
11 de novembro de 2015 11:00 pmIrracionalidade
1. Atualmente a CPMF é um mal necessário.
2. Ser contra falando que impactará os
mais pobres é irracional, quando morreu a anterior baixou a inflação ? Diminui a pobreza?
3. Hj um Mercedes custa menos no Brasil que nos EUA. O que afeta mais câmbio ou imposto?
4. Sem paixões, precisamos da CPMF…
Cesario
12 de novembro de 2015 12:52 amMal
Desculpe-me, mas se é um mal eu não quero para mim e nem para os outros. E quando a CPMF esteve nas receitas do governo deve ter feito bem a alguém ou a algum projeto. Mas não ao povo, que nunca viu a cor dessa dinheirama no SUS.
Cristiano Peixoto
12 de novembro de 2015 3:36 amO fim da antiga CPMF
O fim da antiga CPMF contribuiu pra que a inflação não fosse maior ainda, e se não diminuiu a pobreza pelo menos fez sobrar mais dinheiro no bolso do povo, conforme já explicado no comentário anterior. Mais dinheiro circulando, menos sendo mal gasto ou desviado. Sim, câmbio também impacta na inflação, muito bem, especialmente para importados, mas e imposto, não? Legal que no Brasil uma MB está mais barata que nos EUA, bom que lá qualquer professor pode comprar uma né, já aqui… Assis, sem paixões digo eu, só mesmo um petista apaixonado pra querer dar mais dinheiro ainda na mão do governo que menos sabe o que fazer com ele, vide a situação que vivemos agora. Chega de imposto, já deu, se virem com o que tem, que é muito!
José Muladeiro
12 de novembro de 2015 9:06 pmBla bla bla
blab
aliancaliberal
12 de novembro de 2015 12:17 amFalta pouco para completar 1
Falta pouco para completar 1 ano que o governdor Ivo Sartori pediu audiência com a presidência da republica.
Imagina o que o governo federal faz com os governadores de oposição, Sartori é mais ou menos da base, longe de ser oposição.
aliancaliberal
12 de novembro de 2015 12:17 amFalta pouco para completar 1
Falta pouco para completar 1 ano que o governdor Ivo Sartori pediu audiência com a presidência da republica.
Imagina o que o governo federal faz com os governadores de oposição, Sartori é mais ou menos da base, longe de ser oposição.
Fabio SP
13 de novembro de 2015 5:30 pm(Sem título)
Severino Januário
13 de novembro de 2015 7:18 pmSe o Levi conseguir emplacar
Se o Levi conseguir emplacar a CPMF, e parece que vai conseguir, ele só sairá se quiser. E se sair, sairá com todo o país tendo para com ele uma dívida impagável de gratidão.
Miguel A. E. Corgosinho
13 de novembro de 2015 10:46 pmNassif, obrigado por
Nassif, obrigado por documentar a incapacidade do Ministro da Fazenda encobrir seus mal feitos.
Agradeceria também se os economistas abrissem mão – para sempre – da nossa esperança pelo lado de fora de suas cabeças.
Há uma parasítica lacuna entre as nações em que eles causam a crise social.
O molde de investimento do mundo se encontra para potencial, mas a formatação do valor do trabalho num nível mais elevado foi substituído pelo modelo de preço da emissão do dinheiro.
A informação do PIB seria o resultado que a economia sucedeu na velocidade do mundo real.
Os intelectuais dos mitos, que retiraram esta autoridade acima mencionada em função do Estado, usurparam a supremacia da sociedade para as máquinas dos bancos {servindo a administração digital} e ainda buscam fazer parte do mundo dolarizado, subjugados à globalização do dólar.
Analisando sua critica com números de micro-conteúdos no tempo, nós podemos sincronizar um valor hipotético do tipo X, de dinheiro no espaço, sem levar em conta níveis de especulações do mercado; ou o que quer que seja que ele queira jubilar para cima ou para baixo nos limites do seu poder.
A estratificação do valor da produção surgirá racionalmente na forma mais pura do significado do investimento – simplesmente como um quantitativo da auto-determinação das nações.
S4ndr0
14 de novembro de 2015 12:56 amE o bolsa empresário?
As desonerações deram retorno??
Renúncias fiscais vão tirar mais de R$ 280 bilhões dos cofres da União neste ano, quase 5% do PIB
pq nao rever todas?
Entre as sugestões do governo e do Congresso para tapar o rombo do Orçamento de 2016, apareceram ideias como a recriação da CPMF, que renderia R$ 32 bilhões, e um corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família, que encolheria o programa em um terço. Mas são bem mais tímidas as propostas para atacar um dos maiores escoadouros de recursos públicos: as desonerações tributárias.
continua em
http://www.gazetadopovo.com.br/economia/bolsa-empresario-bate-recorde-e-ja-custa-dez-vezes-o-bolsa-familia-dgxfmp16hkocpsy3qruvawdma#page_10
Virgilio Nascimento
16 de novembro de 2015 12:34 amCPMF
Não tenha duvidas , não foi vc quem contraiu a divida do Brasil , mas será vc quem vai pagar!
Ou se cria a “CPMF” , ou se aumenta CIDE , Pis/Confins , etc,etc….
Claro que tem o gosto da heresia se falar em aumento de impostos na atual conjuntura, porem ,acredito ser este um instrumento de arrecadação mais social entre todos , pois incide basicamente sobre a movimentação financeira , taxando igualmente trabalhadores e sonegadores .
O principal obstáculo é a maior transparência (e Controle) de movimentação financeira daqueles que tem interesse em lucrar no anonimato .
Proposta :
Cria-se a “CPMF”, porem dedutível como antecipação de pagamento no Imposto de Renda , acredito que embora não exista razao para influenciar na inflação , claro que os sonegadores iriam embutir este custo nos seus produtos , porem esta indexação seria pouco representativa no aumento do índice (se dedutível) .
Os assalariados e os Profissionais Liberais teriam a preservação de sua renda , claro seriam taxados , mas recuperariam todo o valor retido na declaração anual do IR.
É certo que o famigerado Estado Gigante , continuara a desperdiçar como é de praxe .
Se taxado como 0,5% a 1,0% e dividido entre União , Estados e municípios , poderia amenizar o estado caótico das finanças municipais , cujo custo da insolvência próxima , afetara milhares de brasileiros .
Faça as contas ; um aumento de 10% no preço da gasolina , 10% na eletricidade , 10% nos juros bancários ,etc,etc…, quantos % abocanham de seu rendimento ?
Se vc concorda com a ideia , dê a ela publicidade .