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Quem é quem no xadrez do impeachment

Atualizado às 13:00

Os jogos em torno do impeachment não são de fácil diagnóstico. Que existe um movimento articulado, não se discute. Mas existem também tendências internacionais, estados de espírito internos que induzem as pessoas a certas atitudes, de tal maneira que se torna difícil separar o que é conspiração ou tendência induzida pelas circunstâncias históricas.

É evidente que a conspiração atua sobre as características políticas do momento. Mas nem todos que endossam esse movimento agem com intenção conspiratória. Meramente seguem tendências tornando-se massa de manobra.

Para facilitar o raciocínio, vamos separar as principais peças do jogo para tentar remonta-las mais adiante.

Primeiro conjunto: as tendências internacionais

A institucionalização da bestificação do discurso político não é meramente uma obra da mídia. Grupos de mídia são empresas comerciais, com interesses econômicos claros, que atuam quase sempre pró-ciclicamente – isto é, acentuando os movimentos de opinião pública.

Mas não são meros agentes passivos. Em tempos de alta intolerância, o poder dos grupos de mídia se potencializa. Com os ânimos exaltados, os nervos desencapados, a opinião pública fica muito mais suscetível à manipulação. Quebram-se os filtros da verossimilhança, qualquer denúncia cola, avultam as teorias conspiratórias e consegue-se manipular o estouro da boiada através da recriação de alguns mitos históricos, como o do inimigo externo, das ameaças insondáveis à família, do castigo eterno aos ímpios e outros mitos que, tendo como pano de fundo a superstição, alimentaram os piores episódios de intolerância do século 20.

É quando a besta – esse sentimento de intolerância massificado – sai da jaula a passa a ser tangida por palavras de ordem emanadas da mídia ou de lideranças populares. Aí, a  mídia adquire poder de vida e de morte sobre personalidades públicas. Vide o macarthismo, o uso da informação de massa pelo fascismo ou, mesmo sem o modelo de mídia ocidental, mas navegando nas mesmas águas da intolerância, a revolução cultural chinesa.

Os fatores de intolerância

Se não é um fenômeno estritamente brasileiro, o que caracterizaria, então, a universalização atual dessas ondas de intolerância?

Está-se em um quadro claro de falência do modelo de economia liberal, que começa em 1972, e de democracia representativa que vigorou em todo século 20.

Nos modelos democráticos, o equilíbrio geral – econômico, social e político - é uma percepção criada pelo trabalho articulado entre quatro setores - Executivo, Legislativo, Judiciário e Mídia -, por um quadro econômico estável, e com válvulas de escape permitindo administrar os conflitos internos, com relativa abertura para processos lentos de inclusão.

A crise de 2008 matou a utopia e trouxe à tona diversos elementos desestabilizadores, como a insegurança econômica e o medo de perda de status social.

A globalização e os grandes movimentos de inclusão trouxeram uma nova população invadindo os mercados de consumo, de lazer, de educação e de opinião. Enquanto o mito econômico se sustentou, foi mais fácil administrar as intolerâncias e preconceitos em relação aos “invasores”. Com a crise e o fim das ilusões, a busca de bodes expiatórios foi bater nas costas dos imigrantes e dos novos incluídos, muito mais concretos para atiçar o primarismo da besta do que movimentos financeiros sofisticados ou as grandes jogadas empresariais.

Somou-se o desmantelamento dos sistemas tradicionais de mídia. . O sistema que vigorou no século, a não ser nas fases iniciais da era do rádio, embora alimentasse a intolerância, funcionava também como descarrego das manifestações individuais de seus leitores.

Houve então um estilhaçamento de todas as formas de coordenação e controle da opinião pública em um momento de conflitos étnicos e de ódio interno nos países. A besta arrebentou as grades e invadiu as ruas, as cidades, até as conversas de família.

Principalmente, comprometeu radicalmente um dos elementos centrais dos pactos democráticos: a hipocrisia da democracia representativa.

O primado da separação de poderes criou um conjunto de freios ao poder absoluto. E a ideia genérica de que “todos são iguais perante a lei” legitimou o modelo. Além disso, abriu espaço para a assimilação lenta e gradual das políticas de inclusão, que deveriam acompanhar sempre o pensamento médio nacional.

Cada grupo social precisava, antes, expandir suas ideias, viabilizar-se politicamente para, mais à frente, inserir seus princípios nas leis e na política.

Esse modelo gradual, garantiu a disciplina das chamadas massas, mantendo sob controle as disputas de classe e permitindo a prevalência do poder econômico em todas as instâncias, em alguns casos amenizado por um conjunto de regramentos.

Na política, o poder econômico avançou através dos financiamentos de campanha. No dia-a-dia da economia tornaram-se os parceiros mais influentes de todos os presidentes. Nos Estados Unidos, levaram à guerra contra a Espanha, em fins do século 19, à guerra contra o Iraque, no século 21.No Brasil, FHC buscou seus aliados junto ao setor financeiro; Lula, junto aos grandes grupos da economia real.

A própria prestação da Justiça desdobrou-se em várias formas de proteção aos poderosos, das apelações infindáveis às diversas maneiras de interpretar o “garantismo” – a defesa das garantias individuais – dependendo de grandes escritórios de advocacia. Em alguns casos, como nos EUA, em nome do interesse nacional foi conferido até direito do Presidente da República conceder indulto a crimes econômicos praticados.

Essa mesma parceria manifestou-se em relação à mídia, com os diversos modelos de financiamento dos grupos de mídia subordinando-os a interesses de grupos.

Apenas nas eleições o eleitor tinha condições de se manifestar. Mesmo assim, submetido a formas variadas de controle e manipulação da informação.

Todo esse aparato institucional visava criar uma mediação e controle das demandas públicas. E nem se julgue essa constatação um fator totalmente negativo: não há nada pior para um país ou uma comunidade que uma opinião pública descontrolada, reagindo aos estímulos de líderes de torcida.

Esse mundo desabou.

Em cima da decepção com os modelos econômico e democrático, vieram as novas formas de comunicação das redes sociais, passando a ilusão da democracia direta em todas as instâncias.

Nas ruas, o grito sem a mediação dos partidos e da mídia. No mercado de opinião, a atoarda das redes sociais, nas quais a mídia é apenas um perfil a mais, com seus seguidores. Na Justiça, a busca do justiçamento, a justiça com as próprias mãos e a interpretação de que toda forma de garantismo como maneira de livrar os poderosos dos rigores da lei.

Em cada escaninho de poder, cada detentor de poder, pequeno, médio ou grande, se julga com liberdade para exercitar seu voluntarismo. O descarrilhamento das estruturas de poder se dá para fora e para dentro.

Nesse quadro, dois personagens emergiram exercitando uma violência descontrolada: os grupos de mídia, atropelados pelas novas formas de comunicação; e a oposição aos governos que conseguiram montar políticas vitoriosas de inclusão.

Essas políticas geram novos consumidores, mas também novos cidadãos. O partido que patrocina a inclusão ganha uma massa de votos que desequilibra o jogo de alternâncias no poder, levando a oposição a uma luta extra-eleitoral encarniçada para se manter no jogo. E as armas principais às quais têm recorrido, seja na Fox News, seja na Veja, é a exploração radical da intolerância existente na sociedade.

Segundo conjunto: o caso brasileiro

O caso brasileiro foi montado em cima dessas características globais atuais acrescidas das particularidades internas. Alguns dos episódios condicionantes do momento:

1.    Roberto Civita importa dos EUA o estilo escatológico de Rupert Murdock. Em 2005 há o pacto dos grupos de mídia para enfrentar a globalização do setor. A campanha pró-armamento descobre um mercado promissor na exploração do discurso do ódio e em uma nova direita que nascia.

2.    A enorme inclusão social ocorrida na última década, cujos conflitos foram amenizados pela fase de bonança econômica e explodem com o fim da bonança mundial dos commodities e com os erros políticos e econômicos cometidos por Dilma em 2014 e 2015.

3.    O desmonte da base de apoio do período Lula, somado à corrosão na popularidade da presidente, abrem uma vulnerabilidade inédita no Executivo.

4.    Antes disso, a cobertura intensiva do julgamento do “mensalão”, visando obscurecer a CPMI de Cachoeira, testando pela primeira vez a massificação das denúncias de corrupção de forma continuada. A campanha do “mensalão” ajudou a fixar na classe média a ideia de que a corrupção estava no PT e a solução, no seu extermínio.

Criou-se o clima adequado para os grandes movimentos de manada.

A ira difusa em relação ao desconforto atual, ao sistema político, à lentidão do Judiciário, tudo isto é canalizado contra o governo. E a Lava Jato bateu na imensa mina de corrupção montada em torno da Petrobras e amplificou os ecos não esquecidos do mensalão.

A disfuncionalidade política, de governo e oposição, a desconfiança em relação ao Judiciário (especialmente após a frustração das Operações Satiagraha e Castelo de Areia) ampliaram os movimentos de ação direta, nas ruas.

Terceiro conjunto: a orquestração política

Desse conjunto de fatores germinaram as ações radicalizantes que passamos a analisar a seguir.

Na análise sobre os personagens envolvidos, haverá certa dificuldade em identificar as movimentações.

Para facilitar o raciocínio, vamos dividi-los em três grupos principais:

1.     Aqueles cujo fator mobilizante é a indignação pura e simples. Entram aí movimentos de rua.

2.    O grupo motivado pela disputa corporativa por espaço político. Inserem-se aí procuradores, delegados, juízes de primeira instância, técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União)

3.    E há o terceiro grupo, o dos conspiradores efetivos, manobrando as circunstâncias do momento.

Para nossa análise, interessa identificar esse terceiro grupo.

Os pontos que chamam a atenção, por induzir a uma ação concertada são os seguintes, tendo como instrumento de guerra a parceria mídia-Lava Jato:

1.    A estratégia jurídica

A perfeita coordenação entre as estratégias de Gilmar Mendes e Dias Toffoli no TSE e Sérgio Moro na Lava Jato – de encontrar indícios para criminalizar o caixa 1 da campanha de Dilma.

A concatenação entre a Lava Jato e a Zelotes é outro indício de atuação coordenada.

Além disso, a maneira como um juiz de Primeira Instância, no Paraná, conseguiu deflagrar a mais abrangente operação criminal brasileira cujo único elo com sua jurisdição era um doleiro que já tivera os benefícios da delação premiada e voltara a prevaricar.

2.    A estratégia política.

A concatenação entre o fluxo de vazamentos da Lava Jato e as estratégias pró-impeachment da oposição.

A blindagem aos nomes de oposição que surgem nas delações premiadas.

Em momentos mais críticos, a Lava Jato providencia um fluxo maior de factoides destinados a estimular a opinião pública.

3.    A estratégia econômica.

Um viés totalmente internacionalizante, no âmbito do Congresso - toda vez que o governo entra em sinuca, a saída apresentada consiste na flexibilização da Lei do Petróleo e das políticas sociais – e no âmbito da própria Lava Jato e do Ministério Público Federal através dos acordos de cooperação internacional. Parece haver um trabalho articulado para atingir setores de interesse direto dos Estados Unidos: Petrobras com a lei do petróleo, empreiteiras brasileiras (que se tornaram competitivas internacionalmente) e setor eletronuclear.

Na visita do PGR a Washington, por exemplo, levou informações contra a Petrobras e trouxe informações de escândalos na Eletronuclear. Há um ataque sem quartel a todas as políticas visando fortalecer a economia interna, da mesma maneira que na Operação Mãos Limpas.

A ideologia do jogo – expresso não apenas na oposição, na Lava Jato e na própria Procuradoria Geral da República, através da chamada cooperação internacional – é a do internacionalismo. A corrupção é decorrência de uma economia fechada. O mercado liberta, o Estado corrompe.

A não ser os grupos ligados a direitos humanos, o grosso dos procuradores provavelmente esposa essa visão reducionista de mercado.

Os personagens do jogo

Os personagens do jogo serão analisados com base nas informações que tenho sobre eles e nas impressões deixadas pela forma como estão jogando.

Há alguns pontos centrais de articulação – como o Instituto Milenium, que continua cumprindo à altura seu papel de sucessor do velho IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática). Fora ele, não há sinais de locais mais expressivos de articulação.

Entendidos esses aspectos do jogo, vamos aos jogadores.

Congresso

Há um conjunto de personagens secundários que ganharam visibilidade por ecoar a intolerância. Políticos como Carlos Sampaio, Mendonça Neto, Agripino Maia, Aloisio Nunes, Ronaldo Caiado, Roberto Freire, vociferantes, mas personagens menores que apenas atendem à demanda da mídia por catarse. De certo modo, comportam-se como as claques de programas de auditório. Os profissionais se preservam.

São quatro os personagens a serem analisados.

O primeiro deles é Aécio Neves, o candidato do PSDB nas últimas eleições presidenciais. Tem importância apenas pelo recall das últimas eleições.

É politicamente inexpressivo, incapaz sequer de articular de forma consistente interesses mais complexos.

É candidato a um indiciamento próximo por duas razões: em algum momento o MPF terá que mostrar isenção e a cada dia se avolumam mais evidências contra ele. A segunda razão é que ele se tornou uma liderança disfuncional, incapaz de articular um corpo mínimo de ideias e estratégias.

O grupo profissional tem três elementos: Michel Temer, Renan Calheiros e José Serra.

No curto espaço de tempo em que se tornou protagonista político, Temer não demonstrou maior envergadura política. Encampou a tal agenda liberal, surgiu no horizonte político e desapareceu como um cometa fugaz.

Renan é político com uma concepção muito mais sólida de poder. Fareja como ninguém os centros de poder e sabe agir com rigor e objetividade. Provavelmente sua aproximação com a agenda liberal e com as mudanças na lei do petróleo se prendam a essa percepção mais apurada sobre poder. Sob ameaça da Lava Jato, como estratégia de sobrevivência tratou de se aproximar do foco mais influente do poder.

José Serra é o grande articulador. É o político que transita pelos grandes grupos internacionais – lembrem-se do Wikileaks com ele prometendo à lobista da indústria petrolífera flexibilizar a lei do petróleo assim que eleito. Transita também pela mídia e pelo submundo do Judiciário – Polícia Federal e procuradores, com os quais montou uma verdadeira indústria de dossiês. 

Foi curioso o açodamento de Serra e de Eduardo  Cunha assim que se comprovou o desmanche da base de apoio de Dilma: ambos saíram correndo para ver quem teria a primazia de primeiro apresentar o projeto para flexibilizar a lei do petróleo, comprovando que são dois dos maiores operadores políticos do Congresso

Justiça

Os dois personagens centrais dessa articulação são Gilmar Mendes no STF (Supremo Tribunal Federal) e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Sérgio Moro na Lava Jato. São os grandes estrategistas que provavelmente estreitaram relações entre si durante o julgamento do “mensalão”.

Suas estratégias se completam, assim como o recurso recorrente à mídia, Gilmar em episódios ostensivamente manipulados, como o grampo sem áudio, o grampo no Supremo ou o encontro com Lula, factoides que explodiam e desapareciam como fogo fátuo; Moro de forma profissional, abastecendo a mídia com jorros ininterruptos de notícias e factoides.

As ligações históricas de Gilmar com José Serra, o trabalho de cooptação de Dias Toffoli, seu trabalho pertinaz no STF e TSE, o colocam como personagem central da conspiração. O que, convenhamos, não chega a ser nenhuma novidade.

A Força Tarefa da Lava Jato, Moro, os procuradores e delegados, são o epicentro operacional dessas articulações. Mas não conseguiram disfarçar a posição ostensivamente partidária. Já viraram o fio há algum tempo.

Já o problema do MPF é muito mais o de perda de controle sobre os jovens procuradores, devido ao fato do Procurador Geral Rodrigo Janot responder à sua base, e não à presidência da República, como determina a Constituição.

Há três fatores que afetam a imagem do MPF como um todo.

Um deles, as entrevistas políticas do procurador falastrão, Carlos Fernando dos Santos Lima. O segundo, a excessiva politização do MPF do Distrito Federal. O terceiro, o exibicionismo de jovens procuradores, tentando de todas as formas se habilitar aos holofotes da mídia através de representações estapafúrdias.

Mesmo a maneira como se insere na cooperação internacional – na qual é patente o alinhamento com interesses dos Estados Unidos – parece muito mais falta de reflexão interna sobre os aspectos geopolíticos da cooperação, do que qualquer postura conspiratória.

Quanto a Janot, em que pese a blindagem de Aécio Neves, é uma figura pública respeitável, preso a esses dilemas entre garantir a legalidade e, ao mesmo tempo, não remar contra o sentimento de onipotência que acometeu a categoria, após a Lava Jato. Vai acabar se queimando pela incapacidade de disciplinar o exibicionismo de procuradores e de blindar Aécio Neves.

Mídia

Aí se concentra o poder maior, que está na Globo. Veja, Folha e Estadão são  apenas agentes auxiliares, que fornecem as pautas para o Jornal Nacional.

 

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78 comentários

Comentários

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E a PF?

Nassif, não entendi porque não colocar a PF neste tabuleiro.  Afinal ela é um elemento que faz conexão entre o Governo Federal, através do ministro da justiça, e os impichadores.  Penso que é uma peça importante para se tentar compreeder a situação, e pensar em soluções.

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Quem é quem no xadrez da economia

Quem é quem no xadrez da economia.

Dois pontos há de salientar: O primeiro é a divisão tripartida da sociedade em capitalismo externo, bancos que agem em grupo como vias das classes para rápidas manobras de extinção de identidade, e, assim, as relações estáticas da sociedade ajunta o passivo do governo ao jogo do mercado financeiro.

O segundo ponto é o elemento dinâmico (modelo de engendramento do grupo) sempre comum às hostilidades contra o equilíbrio da perspectiva objetiva: um campo para desalojar economicamente os programas do governo, porque o Estado, se adquirir essa consciência em si próprio (a divisão do trabalho) consegue desmistificar o grupo social tal como um download dos seus competidores – e os trabalhadores marginalizados nos computadores – no artífice oposto à escala social.

A divisão da sociedade pode, com a sociedade civil, desempenhar este papel do grupo de intermédio (como inspetores fiscais) em si própria, com referência aos momentos das relações de produção entre as massas, na base de uma revolução parcial, a qual se identifica como representante geral dessa mesma sociedade.

As reivindicações e direitos da sociedade são verdadeiramente os direitos de explorar os interesses da sua própria esfera inclusiva: A aplicação do termo “classe” na consciência da produção (valor) e no princípio concomitante é a sua organização política (ao dinheiro puro). A atribuição da primeira classe (consciência) que possa constituir a medida de toda sociedade e a classe dirigente (o Estado concomitante) deve determinar os movimentos centralizados que suscite uma esfera externa para autolibertação universal.

Xeque mate.

 

 

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

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Cristiano Marochi

Faltou incluir FHC no jogo.

Faltou incluir FHC no jogo. Agora a imprensa golpista liderada pela Folha e Globo tenta desmoralizá-lo da mesma forma que Lula, acusando-o de incentivar sua amante a fazer abortos e até de usar empresas de fachada, offshores e contas em paraíso fiscal para pagar pensão alimentícia para ela, parecido com o caso de Renan Calheiros só que muito pior porque envolve remessa ilegal ao exterior.

Considerando que FHC é o chefe do PSDB e portanto da conspiração golpista, só se pode entender esse movimento como uma cortina de fumaça para disfarçar as verdadeiras intenções da turma. Em outras palavras, FHC está disposto a destruir sua imagem pública e até ir em cana caso o Banco Central resolva se debruçar sobre essas transações, tudo em nome de derrubar Dilma. Que coisa hein!

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Mogisenio

Caro nassif, sob o aspecto

Caro nassif, sob o aspecto jurídico eu ainda continuo com a minha crença. São várias as minas razões. Algumas, inclusive, foram objeto de um comentário que fiz aqui no seu jornal recentemente e que deu o que falar. 

Mas, não posso deixar de parabeniza- lo por essa brilhante análise que você fez agora. 

Nao e a toa que voce é um respeitável jornalista.

 Bravo!!!

clap, cap, clap

 

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João Mezzomo

Penso que quando estamos no

Penso que quando estamos no meio de uma crise ficamos pessimistas, não conseguimos ver a saída. Não sou tão pessimista, acho que a humanidade caminha para a sua evolução. O que ocorre é que nos dias atuais o mundo é quase um país único, e ele está vivendo um pouco do que foi a grade depressão de 1930, ou seja, a concentração de renda excessiva e o pessimismo geral gera uma grande demanda reprimida, a atividade econômica cai no mundo todo por isso, e é por isso que as commodities caem, pela diminuição do consumo. Pelo mundo ter a Asia como produtora dos manufaturados ela cresce menos e tente à estagnação. Ela está aqui no papel das empresas dna grande depressão de 1930, mas os asiáticos são mais frios e menos materialistas, e a China é estatizada, penso que não heverá desespero nem guerra. Os emergentes fazem hoje o papel de contra-ponto com os países ricos do Ocidente, que fazia a União souviética. O Brasil e o Lula desempenhavam um grade papel nisso, pois os outros dois, China e Russia, não tem o espírito da liderança. A China é o poder econômico, a Rússia a resistência meio surda e teimosa ao modelo ocidental, mas falta o espírito que deve dar o Brasil e o Lula fez isso de um modo genial. Vou exgerar: o mundo precisa do Lula!!!!!

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Carlos P.

ta bem, e agora????

Está bem então caríssimo Nassifi. Ficaremos escrevendo artigos acerca das mazelas destes inomináveis senhores das instituições...e amnhã mais artigos com novas premissas, novas abordagens...Quero saber do meu brasil, da nossa soberania e dos nossos direitos trabalhistas. O que voces vão fazer?????????? continuar escrevendo..?

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Será mesmo?

Será mesmo que não seria interessante uma análise de Eduardo Cunha entre as figuras do Congresso? Nassif considerará o Presidente da Câmara um personagem menor? E o Leonardo Picciani? É amigo do governo? Vi muita gente que apóia de modo radiante o governo feliz com a sua vitória.

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_levemente_

Enquanto isso, nas minhas

Enquanto isso, nas minhas teorias de conspiração particulares...

Quadro de falência da economia liberal? Será?

Falência ou posse total do poder econômico e político a nível mundial por um pequeno grupo de pessoas? Pois se a centralização de riquezas continua se acentuando com certeza o  sistema econômico como um todo não esta falindo.  Em tempos de globalização será que não caminhamos para um período histórico semelhante  ao absolutismo onde os reis são substituidos por uns poucos cidadãos controladores de corporações financeiras  e os Estados nacionais existem apenas para servi-los?

E onde países como o Brasil serviriam  apenas de colonias exploratórias, com governos  títeres eleitos pelo sistema financeiro concatenado com o sistema de comunicação da imprensa .  No novo mundo que se avizinha a intolerância vai ser insuflada, não contida pelo governos. Pois o que se faz quando se quer dominar qualquer povo? Insufla-se o conflito. E aí não se trata do povo de determinado país, trata-se de retirar  conquistas sociais de todos os povos para a centralização cada vez maior de riqueza de uns poucos. 

Num país como os Estados Unidos, por exemplo, primeiro se reduziu direitos trabalhistas e salários. Supriu-se a falta de dinheiro com crédito. Quando o endividamento  levou ao calote o estado usou dinheiro público para salvar as corporações financeiras.  Nas questões de estado, a guerra do Iraque foi geopolítica ou submissão aos interesses da plutocracia americana ? O que  a nação americana lucrou com a guerra do Iraque? 

No plano internacional, a inexplicável queda do preço do petróleo não estaria sendo manobrada pelos governos americano e saudita para quebrar a Rússia e permitir o esfacelamento do país para roubo posterior de seu butim de riquezas naturais, conhecimento científico e militar pela Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos? Na esteira desse movimento econômico não haveria a apropriação de todas as  reservas petrolíferas do mundo, cujos países produtores entregariam as empresas nacionais  de petróleo em troca de 10% de seu valor,como recentemente aconteceu na Colômbia que vendeu sua maior petroleira com 88% de deságio. Antes disso, o governo serviçal do México não fez a mesma coisa? Porque Hugo Chavez foi tão demonizado pela imprensa? Os Estados Unidos não fizeram acordo com o Irã para que mais petróleo entrasse no mercado e seu preço caisse ainda mais?

De onde surgiu o escândalo da Petrobrás? Porque a corrupção da Petrobrás convenientemente só apareceu depois do investimento pelo estado brasileiro em prospecção e em tecnologia para exploração em águas profundas? E em época de troca de presidente.   Como por trás da Lava Jato aparece do nada a acusação do almirante responsável pelo nosso Programa Nuclear? Existe um êxtase de prazer na imprensa e em parcelas da população brasileira quando a república do paraná criminaliza as grandes empreiteiras nacionais e trabalha para impedir os acordos de leniência. Coincidência das coincidências, a Halliburton, maior empreiteira do mundo especializada em petróleo, é do ex-vice presidente Dick Cheney. 

No domingo posterior da deposição do governo Lugo do Paraguai, montadinho pelos americanos, visto que até os policiais mortos no conflito montado para o inicio do golpe foram treinados pela Cia (o julgamento dos sem terra acusados das mortes dos políciais está sendo feito agora e essas revelações tem vindo a tona). O senador do Psdb Álvaro Dias esteve lá no momento do golpe apoiando o novo governo. Onde entra Sergio Moro, que é da mesma região de Alvaro Dias,  nessa história? E porque Álvaro Dias, tucano até a última pena, saiu do Psdb? Será que é porque montou o golpe para derrubar o governo e se achava no direito de ser o candidato a presidente do partido? 

E aí entra a Globo. É provado que Roberto Marinho recebeu dinheiro americano para ajudar a derrubar o governo Vargas e o governo Goulart. Porque não estaria sendo beneficiado agora para derrubar o atual governo e ajudar o sistema financeiro a  roubar o que nos resta de país. Porque o FBI não apurou nada do J Háwilla? E entram as massas de manobra dos desinformados atordoados pelo sistema de comunicação de massa mundial que engloba desde Hollywood até as religiões mais estafurdias. E entram os canalhas  marionetes como Moro, Gilmar Mendes, José Serra e uma grande parte dos jornalistas da grande imprensa brasileira. Canalhas que a cada ordem de fora são substituidos no contínuo ato de traição ao país e a nação brasileira.

 

 

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Vera Lucia Venturini

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franciscopereira neto

Com todo o respeito

Ao Nassif, o comentário da Vera é brilhante, pontual, tudo aquilo que eu gostaria de escrever, mas sem a capacidade de síntese dela, e que de longe superou o diagnóstico do autor do post.

Bastou para Vera ser provocada por Nassif para ela escrever esse magnífico texto.

Não é para mim nenhuma novidade, porque acompanho os comentários da Vera aqui. E sempre são muito bem escrito e com bastante conteúdo.

É um imenso prazer ler os comentários dela

Parabéns Vera.

PS: se ao menos o meu "lado feminino" tivesse essa capacidade... gostaria eu de ter escrito. Rsr rs rs rs ...

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Parabéns Vera e Luisa

As "meninas" não estão fracas , não. Isso mesmo !

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lenita

Muito bem

As coisas estão claras para os bons entendedores dos vieses politicos de nosso Pais e da entrada com força do judiciario na cena politica nacional. Levandowski ja tinha dado a pista de que este momento, este inicio de século no Brasil seria do Judiciario.

Infelizmente José Eduardo Cardozo não exerce o poder que lhe é de direito face a seus subordinados. Vendo os meandros da politica, entendo muito bem porque Lula manteve Nelson Jobim no Ministério da Justiça. E, hoje, assistindo a essa confusão na qual fomos colocados, concordo com Lula.

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"Seo " Nassif

Parabéns pelo texto, que vai clareando dia a dia o que se passa no nosso Brazil, zil, zil

Mas a oposição está aumentando. Soube agora que o Ilmo. Senador, o que quer ser o pai da educação Brasileira, mudou-se de partido. Quem poderia ser? o Buarque, só não ficou claro para mim, se foi p/ o PSDB ou PPS, pois os senadores desses partidos estavam de orelha a orelha, por contarem c/ um HONESTO SENADOR. Será que ele ficou com medo do Ciro lhe tomar o título ? rsrsrsrs.

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lenita

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jcordeiro

A fome e a vontade de comer

Lenita: o Dr. Buarque foi para o PPS. Aliás, juntou-se a fome com a vontade de comer. Saiu no Pravda que quando ele comprarecer no Congresso com foice e martelo Lenning vai virar-se da sepultura.

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jcordeiro

Obrigado pela resposta. Abraços.

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lenita

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Meire

A cobiça pelo Globo!

https://fichacorrida.wordpress.com/category/jose-maria-marin/ 

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Luiza

Petróleo/BRICS-LavaJato/EUA.Relacionem...e "Bingo"!

Tenham em mente isso: o desespero dos EUA é pelo petróleo e também pela recuperaçao de suas empresas, por isso a lava jato no Br, porque a sua robustez economica é uma farsa. O prejuízo norte americano é imenso além de possuirem a maior dívida pública do planeta. No Brasil, a operaçao yankee contra o nosso país vem sendo visivelmente implementada desde 2012[atos preparatórios para o MPL/2013 e os que viriam depois] tendo mobilizado muito agente estrangeiro com a colaboraçao de "maus brasileiros" donos de cargo público, para dar conta de recrutar tantos imbecis-úteis nas ruas liderados por imbecis/mercenários-pagos. Também muitas "autoridades" para se vingariam do PT e, de quebra, ainda teriam benesses e facilidades, como nao? FHC poderia dar uma aula sobre isso aos brasileiros. Daniel Dantas, Serra e tnatos outros, idem. Em troca é Poder e dinheiro para entregar o próprio país, gente, é disso que se trata. As nossas empreiteiras sao um calo no sapato de muita gente, sobretudo dos yankees, entao quebrá-las é negócio que serve a várias frentes: a infraestrutura brasileira paraliza e a cadeia toda desemprega e sofre; deixam de ser concorrente em obras internacionais; possibilitam a substituiçao no BR por empreiteiras estrangeiras e por aí vai. O ataque economico ao BR favorece a crise e desestabilizaçao do país como um todo. O BR, China e Rússia estáo no BRICS e sao alvos de washington, Ponto! Esqueçam abin,pf, poder judiciario, tse, mpf[aí incluo a pgr], porque a "coisa" engoliu essa gente com açucar e promessas.. A briga é com o povo, as redes sociais, os jornalistas independentes e alguns poucos políticos como requiao, Damous, Fegalli, lindenberg,,,e alguns outros mais aí. Já ouviram falar em "reset" do dólar?? Nao? Entao voce precisa se informar porque é o que o mundo vai assistir e nao demora muito, mas no BR pouco se fala sobre isso. Querem saber do se trata? Em portugues, recomendo o site do Prof Pedro rezende da UNB[ http://www.cic.unb.br/~rezende/sd.php] e busquem por "reset do dolar e/ou "crise da moeda fiat"; Vou deixar esse artigo do excelente William Engdahl da edição online New Oriental Outlook, via sputniknews/Brasil

MUNDO ACELERA DESDOLARIZAÇÃO ANTES DO COLAPSO DA ECONOMIA DOS EUA

As potências emergentes estão pressionando por um mundo multipolar, sem que os Estados Unidos sejam capazes de os deter, uma vez que estão perdendo o seu poder político, disse à Sputnik William Engdahl, observador para a edição online New Oriental Outlook.

De forma lenta, mas segura, a Rússia, a China e outras economias emergentes começam a reduzir a sua dependência em relação ao dólar norte-americano. A Rússia planeja vender o petróleo usando o rublo, minando o monopólio atual norte-americano do preço do petróleo.

 

"Isso iria começar a desdolarização do comércio mundial de petróleo de uma forma significativa", disse Engdahl Sputnik.

Este passo seria um golpe dramático para a economia norte-americana e quebraria a hegemonia política dos Estados Unidos, explicou Engdahl.

Contudo, a economia dos EUA já tem dificuldades.

 

"O resto do mundo começa a perceber que os Estados Unidos da América, a hegemonia ou a única superpotência, como quiserem chamá-los, estão de fato falidos", disse o especialista político à Sputnik.

 

Não se trata simplesmente de desdolarização futura do comércio de petróleo global, explicou Engdahl; a situação é provocada pelos danos sofridos pela economia estadunidense.

 

O quadro econômico dos EUA é “terrível”, disse Engdahl, alegando as indústrias norte-americanas que foram transferidas para outros países, o desemprego que excede as estimativas mais ousadas e os trilhões de dólares de dívida.

Analistas do JP Morgan são menos dramáticos do que Engdahl, mas concordam em que a chance de a economia dos EUA desacelerar ao longo dos próximos anos aumentou 75%. Enquanto a economia mundial deverá crescer 2,6% em 2016, a economia dos EUA provavelmente entrará em recessão.



Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160115/3308415/mundo-acelera-desdolarizacao-antes-do-colapso-da-economia-dos-eua.html#ixzz40Rt7OZsR
 

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João de Paiva

Nassif, Esta tua análise é

Nassif,

Esta tua análise é didática, informativa, esclarecedora. Parabéns pela coragem e competência em apontar a conspiração e os conspiradores, dando nome a cada um deles. Isso é jornalismo em estado puro. A única observação que faço é com relação à suposta (ou presumida) 'inexperiência' dos 'jovens procuradores' ou a vaidade que os faz procurar aparecer para as câmaras de televisão. Não é apenas uma questão de vaidade ou inexperiência; é má-fé e conspiração mesmo; esses procuradores, assim como as raposas velhas (José Serra, Gilmar Mendes e Renan Calheiros) fazem parte da sórdida trama. Nem vou citar a imprensa canalha, que deve ser objeto de análise específica.

 

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Rodrigo Tossato

Clareza

Luis Nassif, você é brilhante e claro em seus textos, nos ajuda a entender as nuances dos desdobramentos desta inquisição a Lula e ao PT...se não fosse por jornalistas do seu porte, mesmo percebendo os movimentos de manobra, nunca enchergaríamos pos tras desta fumaça que a midia tradicional coloca no ar todos os dias, parabéns!!

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Tanya

Exatamente. Luiz Nassif seu

Exatamente. Luiz Nassif seu papel é muito importante pois esclarece todo o processo e sua nuances. Parabéns!

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John Doe

O desmancha prazeres

Uma análise bastante detalhada. E bem ampla, devo dizer.

Contudo, basta 1 gota de detergente para quebrar a tensão superficial em um litro de água.

Votamos em Dilma para assegurar nossos empregos. Para evitar choques na economia ou grandes mudanças em relação ao nosso mercado. Isso envolve poder de compra, crédito, manutenção de patrimônio, etc e tal.

Ela venceu. E o que fez então? Adotou medidas que eram justamente contrárias àquilo que se esperava dela. Criando assim, uma crise que nem precisava ter existido.

Note-se que ela é bastante resistente à golpes e críticas. Por que não adotou, em relação à pedaladas e deficit fiscal a filosofia do "dane-se isso e vamos em frente, daqui não saio, daqui ninguem me tira". É mais ou menos isso que ela está fazendo mas faltou o "dane-se" em janeiro de 2015 e após.

Por que tinha que ouvir Levy, e pior, demorar tanto para colocá-lo para fora? Por que não queimou logo a Graça Foster, quando a Lava Jato pegou fogo? Por que não juntou logo os fatos para ameaçar Cunha e pô-lo na linha?

Agora é tarde. Ela não tem mais a confiança daqueles que a elegeram. Se a eleição fosse hoje ela perderia feio.

Concordo que há uma conspiração em andamento. Mas quando o assunto é poder, não é sempre assim? Quero dizer, não existem sempre os conspiradores?

O que se deve fazer é descobrí-los e desarmá-los.

Erwin Johannes Eugen Rommel, general alemão conhecido como a Raposa do Deserto e que lutou na guerra de tanques no norte da África durante a 2a guerra mundial, tinha uma frase interessante. Ele dizia que, em relação aos inimigos, que não é necessário aniquilá-los, só é preciso desarmá-los. Ele próprio seria derrotado por falta de gasolina para seus blindados, e que o desarmou. Então sabia muito bem o que estava dizendo.

Então sim, existe uma conspiração em andamento. Mas também não há inteligência no PT para desmontar o esquema. Não existem ações de defesa. Tudo é deixado ao acaso, ao sabor das consequências.

E é claro, além disso, Dilma tem ajudado e talvez até surpreendido seus opositores com os sucessivos gols contra que consegue marcar. Para começar, deveria abandonar o palanquismo, pouca gente ainda lhe dá crédito. Não deve mais tentar mudar as cores da situação, não somos daltonicos. Merda não é chocolate, é bosta mesmo.

Gostaria que ela saísse e me arrependo de ter votado nela. Com Aécio, teríamos tudo isso mas teríamos uma coisa que Dilma não consegue ter: o apoio da mídia ao governo.

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rodrigo Salvador

Excelente leitura do quadro

Excelente leitura do quadro nacional!

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Pedro Augusto

O Inferno de

O Inferno de Barroso

http://mundovelhomundonovo.blogspot.com.br/2016/02/o-inferno-de-barroso....

 

 

  

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Jurgen2010

Uau!

Caro Nassif, é simplesmente espetacular esta descrição do atual momento histórico brasileiro. Uma verdadeira imagem em 3D de altíssima definição. Parabéns!

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BALA DE OURO DE NASSIF.

BALA DE OURO DE NASSIF.

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Antonio Lyra Filho

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era republicana

ótimo análise... acrescento a

ótimo análise...

acrescento a tudo isso, a formação distorcida de uma classe média

e de um limpemproletariado que vem atrás mas, de repénte, é tolhida

em sua ascenção e começa  a exalar ódios e preconceitos arraigados há séculos...

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Joao Alberto da Silva

titulo do blog ao lado diz tudo

Governo e oposição empurram país para o abismo.

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sergior

Falta Teori neste quadro.

Falta Teori neste quadro. Muitos dos procedimentos da LavaJato deveriam ter sido barrados por ele, incluindo a principal delas, a questão do juiz natural, ou mesmo o uso indiscriminado de prisões preventivas. 

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11/08/2016 - Xeque!

20/07/2019 - Xeque-Mate!

Será que eles sabem contra quem estão jogando?

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Carlos Alberto Freitas Lima

PORQUE A INTELIGÊNCIA NÃO COLOCA OS CONSPIRADORES EM CANA?

O que falta ao Brasil é comando, só isso. Se existe uma cponspiração para desestabilizar o BRASIL e sua economia, isso não é brinquedo, os conspiradores deveriam estarem presos.

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Rodnei

Cadê os conspiradores ?

Como pensador livre e dispondo de tempo com abastança (é o que se ganha com a crise) me atrevo a perguntar:

    - Sabem por que não se identificam os conspiradores ?

Pelo mesmo motivo que não consigo inserir um travessão no início de uma frase:

       Não existem.

Mas aparecem na midia sempre que é conveniente. (até o travessão aparece de vez em quando !).

Aparecem quando os políticos tem uma necessidade "imperativa" de inventar um inimigo comum à opinião pública.

Até o mosquito da dengue, na falta de inimigo externo (ao Brasil) tá sendo usado: vejam as peças publicitárias nos sites do governo "orientando contra a zika".

 

Falando em interferência externa, e considerando:

1. o poder da mídia é facilmente comprado, já que são empresas comerciais;

2. o poder executivo corrupto paga as contas E se apoia no poder legislativo corrupto;

3. o poder legislativo corrupto tenta legitimar, e é comensal (come na mão) do poder executivo corrupto; 

3. o poder judiciário precisa de demandas (atualmente a agenda já está lotada) e "palco público" para proferir suas sentenças "conciliatórias";

4. o poder militar aguarda definição política clara, ou identificação de inimigo, atualmente inexistente;

5. Nós, os cidadãos pagadores de impostos, sustentadores da gastança pública, e não sabemos mais em quem confiar;

Não tá na hora de trazer uma AUDITORIA INTERNACIONAL INDEPENDENTE ?

Diz aeh Nassif, quem você indicaria ?

 

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franciscopereira neto

Fato concreto

Quem é, ou sempre foi contra Lula e PT, não adianta qualquer evidência como as que Nassif descreveu.

Nessa gente, é impressionante o fator de convencimento de qualquer mentira que a grande mídia despeja.

Vale gol de mão, impedimento, juiz comprado quando é a favor do seu time, principalmente se o jogo é contra seu arquirrival oponente.

Vejo isso nas pessoas mais próximas a mim.

Não há argumentação que os convensa.

No entanto, são pessoas com as quais tenho relações profissionais e outros apenas como amizade.

Me sinto um peixe fora d'agua e eles sabem que também não me convenserão das suas posições.

O que eu noto é que a grande maioria do povo brasileiro estão fora desse jogo. Não estão nem ai.

Por isso as pesquisas sobre Lula, embora com quedas significantes, se mantem num patamar extraordinário, apesar do massacre midiático.

Não tenho nenhuma dúvida que isso se manterá até 2018, com ou sem Lula indiciado ou preso.

É impressionante o curso da Lava Jato. Já se passaram dois anos, e a fase de "investigação" ainda não terminou. Está na primeira instância, e assim vai continuar até 2018.

Durante esse periodo, Youssef, André Esteves, Fernando Moura, João Antônio Bernardi Filho... estão todos soltos, e assim vai continuar até que alguém se prontifique a denunciar Lula.

Eu já tinha comigo a percepção, e tenho falado para meus companheiros, que se Lula for preso, o caldo vai engrossar, e isso ficou claro nesta terça-feira com a suspensão do depoimento de Lula em São Paulo.

Estava marcado um mutirão (vi no Facebook convocação de mais de dois mil ônibus que viriam do nordeste) para manifestação em frente ao forum da Barra Funda.

Mas eles vão insistir, e as consequencias não serão nada boas.

Estou me preparando com armadura medieval, espada, lança, arco e flechas.

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Fernando de Paula

Uma só pergunta !

Não teria sido mais fácil se Lula e PT tivessem mantido na prática o discurso de NÃO CORRUPÇÃO, EFICIENCIA DO ESTADO, NÃO SE VENDER PELO PODER...., etc...etc...etc... jogado o tempo todo durante os anos 80 e 90 ????? O partido para o qual eu trabalhei, lutei para formar, divulguei, e escrevi parte da minha história jamais se confundiria com a lama de onde os demais partidos já viviam. 

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franciscopereira neto

Política partidaria

Eu nunca fiz, e você pelo que afirma fez.

O impressionante da sua resposta, fica claro que você não aprendeu nada.

Como eu disse nunca fiz política partidaria e no entanto sei o quanto é difícil defender um plataforma, um programa de partido quando se tem no país uma casta, uma elite, uma classe média fascista e ignorante que enfrenta tudo que venha a benficiar os mais pobres. Isso é histórico.

E olha que estou dizendo, como o Azenha já comentou, que no governo Lula, os ricos ficaram mais ricos e as classes menos privilegiadas ficaram com as migalhas.

Lula só ganhou a eleição (a primeira, e é a minha tese), porque o desastre do governo FHC foi ferroviário, como costuma dizer Mino Carta.

Os tucanos a época estavam atordoados, obnubilados pelo desastre e com as burras cheias pelos roubos das privatizações, e talvez tivessem pensado assim:

Vamos dar um tempo par contabilizar o que roubamos, o Lula eleito quebra a cara porque é incompetente e nós voltamos nas próximas eleições.

Só que eles se esqueceram de combinar com o povo.

E parece que está acontecendo a mesma coisa com os governo do PT.

Se "esqueceram" de politizar aqueles que os elegeram e melhoraram suas condições de vida.

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Paulo F. Souza

Excelente leitura, Nassif.

Excelente leitura, Nassif. Mas, na minha opinião, a atuação das corporações burocráticas é um mal que assola toda a sociedade. Uma nova constituição deve impor limites de transitoriedade e controle sobre os funcionários públicos. Eles maculam muito as liberdades em favor, excessivamente, de burocracia e controle. 

Sobre a Globo, a blogsfera juntamente com as grandes corporações midiáticas irão, naturalmente, implodir o poder de manipulação da imprensa nacional. 

O que precisamos é de liberdade!! E não ouvir pela mídias tradicionais as castas burocratas dizerem: "burocracia ou morte".

Ah, o pt? Já era!! A classe C sonha com a volta dos milicos de pijamas, eles não se sentem representados pela classe política. A classe média vive uma tragédia: parte dela almeja à burocracia como um meio de vida... E tome burocracia!!

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Sergio Klis

100% de hipocrisia

Tenho 81 anos. No decorrer de minha vida, desde a adolescencia, ( 65 anos atrás ) soube das maracutaias  e da podridão que caracterizou a classe de nossos políticos. Alguns  deixaram de seguir por esses caminhos sujos, sem todavia poderem clarear e limpar o caminho. Atualmente, com o nosso Brasil em plena bancarrota, (saúde, economia, educação, desvios de verbas, destruição de  nossas principais instituições, etc.), surgem alguns HOMENS QUE TENTAM COLOCAR O BRASIL NO CAMINHO CERTO, eliminando verdadeiras quadrilhas que despedaçam o nosso país.  O que acontece? Pessoas discordam dessa força que, aos poucos, vai tentando levantar o Brasil, em todos os sentidos. Não consigo entender. A destruição da Petrobras, as roubalheiras escancaradas, os depósitos no exterior, os toma lá dá cá da vida política, tudo isso é CONTO DE FADAS?!?!? 

SIMPLESMENTE QUEREM DEIXAR QUE TUDO CONTINUE COMO ESTÁ???  Como falava um amigo meu , " TEM ALGUMA COISA ERRADA QUE NÃO ESTÁ CERTA"!!!???!!!???!!!

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Arthemísia

Após tanto tempo de vida,

Após tanto tempo de vida, acredito que o Sr. tenha aprendido muita coisa, mas não sobre hipocrisia. Hipocrisia é juntar o mesmo juiz, o mesmo procurador e o mesmo bandido do caso Banestado e inventarem uma força-tarefa contra a corrupção. O que aconteceu com o juiz é o procurador falante nesse meio tempo? Acordaram para Jesus? Pior: qual o grande resultado da Lava Jato? Contribuição para a queda do PIB, forte tentativa de destruição da Petrobras e quebra do setor empreiteiro do pais. Mas uma operaçào policial e judicial deveriam combater o crime e não ajudar a quebrar economias, certo? Pelos resultados, sabe-se o objetivo da operação: os ladrões soltos e ricos.

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jcordeiro

"Em Louvor dos Justo e dos Injustos"

Sergio: se eu disser que vou desenhar para você a questão estaria sendo indelicado e mal educado. Acredito na sua sinceridade e até respeito se você disser que não gosto do governo atual. Mas parece que você esta confundindo os fatos. Quando o artigo do Nassif desnuda a situação não é que ele queira dificultar o trabalho do Judiciário o do Legislativo. Nós seus leitores já o vimos muito cáustico com a presidenta, quase impiedoso. Mas não que dizer que ele fosse contra. Pelo contrário, buscava orientar para certos descaminhos. Agora, quando vemos um Judiciário transformar-se em mera sucursal de agremiações políticas, Quando vemos um senador vendilhão da própira Pátria, em troca de dólares para financiar suas comapnhas, conforme demonstrou o Wikileaks. Quando vemo, no STF, ministro "vendendo" HC Cangurus, deixando em liberdade criminosos ricos, que logo em seguida desaparecem do Pais. Quando nos deparamos com um Congresso que ao inves de legislar no plenário faz da Casa das Leis um balcão de negócio. Quando topamos com o Verdugo de Curitiva politizando a Justiça, persiguindo e mandando prender a qualquer custo, pessoas com direito a serem processadas em liberdade e agindo em favor, direto, do PSDB. Quando vemos um triplexzinho no Guarujá ser objeto do mais da metade do horário do Jornal Nacional, enquanto outro triplex, desta vez numa ilha particular e com elicóptero e outras benesse passarem em silência na grande mídia e no própiro Judiciário, vem a pergunta que não quer calar ---você é conivente com este estado de coisas, onde o ladrão de ontem faz estardalhaço para assumir novamente e aumentar a mesma robalheira, por ele começado? Pense nisso. Senão, vou ter de desenhar...

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100% hipocrisia mesmo

Se o senhor tem 81 anos viveu os governos FHC, Itamar, Collor, Sarney e a ditadura militar como eu vivi. Sabe, portanto, que esta corrupção não só existia como era ainda maior. Aliás, deve lembrar, também, que na ditadura não se podia nem ao menos "falar da corrupção".  

Sabe também que o judiciário foi forjado pela mesma classe dirigente que se locupletou, basta ver que atualmetne o mesmo judicáirio que fez os professores das universidades públcias paulistas terem seus salário cortados porque ultrapassam o "teto" do salário estadual, invertarm um pseudo-teto onde eles ganham auxílio-isso, aquilo e aqulio outro, que, segundo eles "não são salário", portanto não são ilegais aí incluído o Doutor Dr Morro que ganha 3 vezes mais que o teto e ainda aceita condecorações de organizacões envolvidas em processo julgados por ele (Globo). Portanto isso é que é hipocrisia.

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Sergio Klis

hipocrisia total

Se voce não entendeu o que eu quiz dizer, não ha o que comentar... 

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Entendi muito bem...

Entendi muito bem.

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Rafaeles

Já devia saber que não

Já devia saber que não existem salvadores da pátria.

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jcordeiro

Pau Na Máquina

Nassif: esse é o você que esperamos. Fazendo o que essa grande mídia, safada e sensacionalista, ávida por vender espaços comerciais e que só sabe deseducar o povo, omite, trazendo-nos informações parciais, faciosas e, não poucas vezes, mentirosas. Pode estar até errado seu ponto de vista. Você não é infalível. Mas ninguém pode negar-lhe a honestidade e a lisura da informação. Que você e sua equipe continue, como agora, mostrando-nos que “o Rei está nú”, seja no governo, seja dos outros poderes, especialmente num Judiciário que dá grandes sinais de corrupção e partidarização, seja num Legislativo onde a corrupção é moeda corrente e o Congresso um reles balcão de negócios, tanto quanto seu similar Judiciário. Mas, devo confessar, a maior decepção veio com o Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros. Depois de terminada a ditadura do Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, na Procuradoria da República, feudo dele, esperávamos uma atuação, antes de tudo, vinculada aos legais e aos interesses da Nação. Porém, ao que parece, esta ele se apequenando, com essa blindagem que faz ao seu conterrâneo. Fico em dúvida se a votação expressiva na eleição que o reconduziu no cargo foi ou não parte de uma promessa, à sua e outras classe do Judiciário, de que dificultaria a administração da presidenta Dilma, em favor da coligação opositora (PSDB/DEM/PPS). Tem acenado com a politização da PRG. A começar, a pergunta ---pra que precisa a República de Procurador, se qualquer entidade pode reclamar junto ao Supremo e outras Cortes? Veja a Constituição. Do ministério Público, como um todo, você bem poderia desnudar o que parece um vespeiro. Até para que possamos separar o trigo do joio, já que o joio hoje é a erva daninha dominante em todo Judiciário.

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Muito bem, Nassif

Excelente análise que organiza bastante as movimentações nesse tabuleiro de xadrez do nosso Brasil atual.

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Luiza

Regra:Obediencia civil -ninguém pode conspirar.É mesmo?

Em continuaçao ao meu comentário a esse post - Brasileiro precisa deixar de lado a hiprocrisia ou a santa ingenuidade, porque o que se costuma rotular de "conspiraçao" nada mais é dor que a política de Estado adotada adotada por outras nações, as chamada de 5 irmãs[EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelandia, Reino Unido/Inglaterra - e somado à esses, claro, Israel], para dominaçao política, economica e social de países que se quer tomar de assalto[a exemplo da Grécia e atualmente o Brasil quanto ao seu patrimonio público lucrativo que ainda restou[estatais como as que nos sobraram e hoje sao alvos do Serra e programa do renan Calheiros com apoio da oposiçao, em especial o PSDB], recursos naturais[como os que nós temos, petroleo, nióbio, ferro, uranio, água, terras agriculturáveis, terras raras, minerais, metais preciosos etc] e exploraçao de mao-de-obra barata[por isso a flexibilizaçao das leis sobre trabalho escarvo, terceirizaçao geral, reforma da previdencia/desvinculaçao de receita e etcs mais[ a exemplo da demarcaçao de terras indígenas para facilitar a sua ocupaçao por empresas comerciais e afins]. 

Nao adianta tapar o sol com a peneira porque essas medidas sao a velha "receita de bolo" adotada para dominaçao de outras naçoes ao longo da história, e isso é inconteste ! Quem negligência a história acaba por repetir os erros cometidos no passado.

A briga que existe consiste no seguinte: "quem ficará por último nessa devassa toda ??? O Brasil é a bola da vez para voltar a ser uma rica "colonia de exploraçao". A Grécia já sucumbiu e nós estamos indo na mesma direçao e nao demora muito teremos um site só prá nos como tem hoje a Grécia aonde a "mercadoria"  sendo oferecida consiste no que sobrou daquele país{ruínas históricas sendo vendidas para ser explorada pela iniciativa privada aos turistas, quilômetros de praia aonde quem quiser usufruir terá que pagar para deleitar-se do mar e sol, quiômetros de estrada de ferro para pedágio, venda de grutas, parques arqueológicos etc e etc.. Nem preciso falar da privatizaçao do fornecimento de água e energia porque isso é basal em dominaçao de recuros de uma naçao. O que o Paraná está fazendo é a privatizaçao da água do povo[semelhante ao que o alckimim quer fazer com a Sabesp do paulistano]. Nem vou entrar no mérito de que os nossos mananciais em SP já foram privatizados, mas ninguém fala sobre isso...

 

 

 

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Álvaro Noites

A úniva certeza é de que

A úniva certeza é de que todos, ou quase todos, os personagens (ou peças do xadrez) são irmãos.

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Jurgen2010

Biiiinnngoooo! :D

Biiiinnngoooo! :D

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O golpe tem várias fraquezas.

O golpe tem várias fraquezas. A começar pela parte "fogo amigo". A República do Paraná não seria o que é não fosse a participação entusiasmada da PF. O tumor golpista encravado na PF está na cara de todos, menos da presidenta. Poderia ter desarticulado essa parte do golpe, e não o fêz.

"Interferindo" sim, ao contrário do republicanimo imbecil. Delegados da PF não podem escancarar partidarismo. Os de Curtiba deveriam ter sido afastados já na campanha pelo Aécio.

Outra é o escancaramento caricatural do Gilmar. A torcida do Flamengo e do Corinthias sabem o que o sujeito faz lá, oposição radical ao governo sem um pingo de pudor. Num país sério já teria sido condenado por atentado ao pudor. O PT ainda não o interpelou judicialmente?

E por fim, o maior poder, o da Globo, começa a ser abalado. Perde audiência, a torcida corinthiana tá contra, e nem pode cobrir manifestação na rua, só do helicóptero. Aí aparece a maracutaia de Paraty, dado de bandeja pelo Moro. E cujo a investigação pode ser feita apenas pelo Google! 

Enfim, é por onde o governo e o PT pode atacar. Tudo bem, agora não tem como afastar o delegados "moristas", mas pode oferecer um mínimo de resistência. Também nada impede que o governo coloque em dúvida a parcialidade do Gilmar. O ministro da justiça pode questioná-lo. Assim como pode perguntar cadê a investigação sobre a Mossak? Mas como sabemos o governo não dispõe de ministro da Justiça. Assim é fácil dar golpe.

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Juliano Santos

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Athayde Noriega Jr.

Golpe? Desde quando?

Caro Nassif.

boa tarde. Entendo e respeito suas posições e seu texto, ainda que discorde em muitos pontos, aliás quase que na íntegra. Acesso TODOS os colunistas, blogueiros e outros que tais, de todas as matizes intelectuais e ideológicas, para refletir e formar minha opinião.

O que de fato não entendo é essa pregação sobre GOLPE. Golpe é o que aconteceu quando em 1964 derrubaram o Jango, para ficar apenas num exemplo brasileiro. Onde está o GOLPE? O que vejo é simplesmente uma disputa na arena democrática, em que os fatos (e não as pessoas) estão em avaliação e, dentro do ESTADO DEMOCRÁTICO DE  DIREITO, serão objeto ou não de execução. Seja o impeachment, seja a cassação do diploma ou nada disso.

A situação do país real, aquele que não vive nem se alimenta de Brasília, é complicada.

Todos os indicadores macroeconômicos apontam para uma crise sem precedentes. E isso é culpa do GOLPE? Isso é culpa do processo de IMPEACHMENT? Isso é culpa da ação do PSDB no TSE pela cassação do diploma? Não meu caro. É apenas e tão somente culpa de escolhas erradas, escolhas ideologicamente feitas, escolhas incompetentes.

Note que não há nenhum juízo de valores nos adjetivos utilizados, são factuais:

- erradas - no sentido de que não deram certo como se esperava

- ideologicamente feitas - no sentido de que uma determinada visão de mundo prevaleceu no processo decisório

- incompetentes - no sentido de que foram tomadas por quem não detinha competência para fazê-las

Sua página na Internet é extremamente relevante (ocupa a posição 819 dentre todas as do Brasil segundo a plataforma Alexa, audiência superior à CartaCapital <1.034> e à ConversaAfiada <840>) e na minha humilde opinião, como livre-pensador e ser pensante, acho que uma análise mais ampla e menos tendenciosa.

A coisa está feia demais para ficar com picuinhas.

Um grande abraço

Athayde

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L. Souza

A Lavajato existe para a

A Lavajato existe para a Zelotes não vingar. No final de 2013, escancarou-se a fraude na Receita com conselheiros do Carf e escritórios de advogados sendo investigados pelo rombo de bilhões aos cofres públicos. Eram clientes a RBS, o Safra, Gerdau, Santander e "outros". Seria urgente fazer algo.

Em março de 2014 estoura a Lavajato para apurar a corrupção na Petrobras a partir de denúncia de engenheiro ligado à empresa, mas, curiosamente, visando apenas os governos do PT e ignorando fatos anteriores. Curiosamente, porque Paulo Francis, em 1996, já denunciava a corrupção na empresa, o que foi, depois, confirmado pela revelação da Setal e do Clube de empresas.

Quando passou o prazo de um ano e o PT continuava no poder, a Zelotas chegou ao Judiciário brasileiro e aumentaram as chances do PT se estender até 2022, o ultimato para a equipe de Curitiba foi dado: peguem o Lula. 

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James Grssler

golpe

Tudo começou com a contrariedade à eleição de um homen do povo para presidente;lembremo-nos que a "namoradinha do Brasil" estava aterrorizada. A reeleição, com  outro candidato tucano tendo menos votos no 2° turno que no 1°, despertou as víboras ainda latentes.Na eleição de Dilma um fato novo:O PT emplacando a primeira mulher como Presidenta;isso é um escárnio, imperdoável.

Na última, quando os tucanos e tucanóides vieram com o candidato mais ridículo. aliado do falecido do avião incógnito e da inefável

márina, outra derrota: agora sim, ou vai ou racha.Lacerda redivivo. Ena mesma noite começou a conspiração na TV da veja.Daí pra diante sabemos de (quase)tudo.E já são 14 meses.

Pra encerrar; faltou alguém na lista da mídia golpista:R B S.

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