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Relatório de Pizzolato apresenta provas da origem privada do dinheiro da AP 470

Sugerido por Vânia

Do Correio do Brasil

 
O pior pesadelo do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que tem dado repetidas mostras de interesse pela vida política, começa a se transformar em realidade nas próximas horas, em Roma. O ex-diretor do Banco do Brasil Francisco Pizzolato fará chegar às mãos de seus advogados italianos o relatório de perto de mil páginas, que o Correio do Brasildivulga, com exclusividade, no qual apresenta provas de que o dinheiro que deu origem à Ação Penal 470 no STF origina-se em uma empresa privada e não de um ente público, como afirma o relatório de Barbosa.
 
Para ocultar este fato, que coloca por terra o argumento que levou os réus na AP 470 ao Complexo Penitenciário da Papuda, segundo o dossiê apresentado por Pizzolato, que tem cidadania italiana, o então procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza e o ministro Joaquim Barbosa criaram, em 2006, e mantiveram sob segredo de Justiça dois procedimentos judiciais paralelos à Ação Penal 470. Por esses dois outros procedimentos passaram parte das investigações do chamado caso do ‘mensalão’.
 
O inquérito sigiloso de número 2474 correu paralelamente ao processo do chamado ‘mensalão’, que levou à condenação, pelo STF, de 38 dos 40 denunciados por envolvimento no caso, no final do ano passado, e continua em aberto. E desde 2006 corre na 12ª Vara de Justiça Federal, em Brasília, um processo contra o ex-gerente executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos, pelo exato mesmo crime pelo qual foi condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato.
 
Esses dois inquéritos receberam provas colhidas posteriormente ao oferecimento da denúncia ao STF contra os réus do ‘mensalão’ pelo procurador Antônio Fernando, em 30 de março de 2006. Pelo menos uma delas, “o Laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato”, afirma o dossiê.
 
Dinheiro da Visanet
 
Ainda segundo o relatório que Pizzolato apresentará, em sua defesa, na corte italiana, um tribunal de exceção foi montado no Brasil com o único objetivo de desmoralizar o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma clara tentativa de apeá-lo do poder antes do tempo. Embora o estratagema tenha funcionado ao contrário, com mais um mandato popular surgido das urnas ao líder petista, que em seguida elegeu a sucessora, Dilma Rousseff, o STF seguiu adiante e conseguiu que o ex-ministro José Dirceu e o deputado José Genoino (PT-SP) fossem conduzidos à prisão.
 
Pizzolato relata, em detalhes, as operações realizadas na campanha política de 2002 e suas ações na diretoria de Marketing do Banco do Brasil. No dossiê, ele contesta os documentos acatados como verdadeiros na AP 470.
 
“Observem bem a data em que foi escrita a carta mentirosa do “tucano” (Antonio Luiz Rios, ex-presidente da Visanet que hoje trabalha como consultor para a Rede Globo de Televisão) e dirigida aos peritos da PF, foi em 02 de fevereiro de 2006, período em que os advogados não tinham acesso a nenhum documento. E esta carta mentirosa do “tucano” ditou, influenciou e/ou moldou todos os pareceres, perícias e fundamentalmente a própria “denúncia” da Procuradoria Geral da República e do Ministério Público Federal (PGR/MPF), bem como a argumentação do relator Joaquim Barbosa que por sua vez “convenceu” o plenário do STF. Ninguém, repito, absolutamente ninguém, nem o PGR/MPF e nem o relator, deram-se ao trabalho de observar a regra básica de uma relação de mercado, o respeito ao contrato. Pois existia um contrato que normatizava a relação da Visanet com seus sócios, os diversos bancos, sendo o maior acionista da VISANET, o Bradesco”.
 
Em nove capítulos, Pizzolato também revela que, em março de 2006, quando ainda presidia o STF o ministro Nelson Jobim, a CPMI dos Correios divulgou um relatório preliminar pedindo o indiciamento de 126 pessoas. Dez dias depois, em 30 de março de 2006, o procurador-geral da República já estava convencido da culpa de 40 deles. A base das duas acusações era desvio de dinheiro público (que era da bandeira Visa Internacional, mas foi considerado público, por uma licença jurídica não muito clara) do Fundo de Incentivo Visanet para o Partido dos Trabalhadores, que teria corrompido a sua base aliada com esse dinheiro. Era vital para essa tese, que transformava o dinheiro da Visa Internacional, aplicado em publicidade do BB e de mais 24 bancos entre 2001 e 2005, em dinheiro público, ter um petista no meio. Pizzolato era do PT e foi diretor de Marketing de 2003 a 2005.
 
Barbosa decretou segredo de Justiça para o processo da primeira instância, que ficou lá, desconhecido de todos, até 31 de outubro do ano passado. Faltavam poucos dias para a definição da pena dos condenados, entre eles Pizzolato, e seu advogado dependia de Barbosa para que o juiz da 12ª Vara desse acesso aos autos do processo, já que foi o ministro do STF que decretou o sigilo.
 
O relator da AP 470 interrompera o julgamento para ir à Alemanha, para tratamento de saúde. Na sua ausência, o requerimento do advogado teria que ser analisado pelo revisor da ação, Ricardo Lewandowski. Barbosa não deixou. Por telefone, deu ordens à sua assessoria que analisaria o pedido quando voltasse. Quando voltou, Barbosa não respondeu ao pedido. Continuou o julgamento. No dia 21 de novembro, Pizzolato recebeu a pena, sem que seu advogado conseguisse ter acesso ao processo que, pelo simples fato de existir, provava que o ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa, afinal, foi a base da argumentação de todo o processo de mensalão (um petista dentro de um banco público desvia dinheiro para suprir um esquema de compra de votos no Congresso feito pelo seu partido).
 
No dia 17 de dezembro, quando o STF fazia as últimas reuniões do julgamento para decidir a pena dos condenados, Barbosa foi obrigado a dar ciência ao plenário de um agravo regimental do advogado de Pizzolato. No meio da sessão, anunciou “pequenos problemas a resolver” e mencionou um “agravo regimental do réu Henrique Pizzolato que já resolvemos”. No final da sessão, voltou ao assunto, informando que decidira sozinho indeferir o pedido, já que “ele (Pizzolato) pediu vistas a um processo que não tramita no Supremo”.
 
O único ministro que questionou o assunto, por não acreditar ser o assunto tão banal quanto falava Barbosa, foi Marco Aurélio Mello.
 
Mello: “O incidente (que motivou o agravo) diz respeito a que processo? Ao revelador da Ação Penal nº 470?”
Barbosa: “Não”.
 
Mello: “É um processo que ainda está em curso, é isso?”
 
Barbosa: “São desdobramentos desta Ação Penal. Há inúmeros procedimentos em curso.”
 
Mello: “Pois é, mas teríamos que apregoar esse outro processo que ainda está em curso, porque o julgamento da Ação Penal nº 470 está praticamente encerrado, não é?”
 
Barbosa: “É, eu acredito que isso deve ser tido como motivação…”
 
Mello: “Receio que a inserção dessa decisão no julgamento da Ação Penal nº 470 acabe motivando a interposição de embargos declaratórios.”
 
Barbosa: “Pois é. Mas enfim, eu estou indeferindo.”
 
Segue-se uma tentativa de Marco Aurélio de obter mais informações sobre o processo, e de prevenir o ministro Barbosa que ele abria brechas para embargos futuros, se o tema fosse relacionado. Barbosa reitera sempre com um “indeferi”, “neguei”. O agravo foi negado monocraticamente por Barbosa, sob o argumento de que quem deveria abrir o sigilo de justiça era o juiz da 12ª Vara. O advogado apenas consegui vistas ao processo no DF no dia 29 de abril, quando já não havia mais prazo recurssório.
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102 comentários

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marco Lisboa

Pizza

Algumas perguntinhas básicas:
o dinheiro do BB foi a única fonte do mensalão?

Se não foi dinheiro público, quer dizer que a iniciativa privada iria financiar o PT de graça, sem prestação de conta?

Se não houve dinheiro algum distribuído, por que é que apareceu depósito na conta do Paulo Cunha, do PT? Ele caiu do céu? E se a origem era legítima, porque ele negou, a princípio?

Se a especialidade do Marcos Valério era lavar dinheiro, será que quando ele começou a operar com o PT virou um cidadão honesto?

Para lavar dinheiro, Marco Valério precisava de uma cobertura legal, uma agência de publicidade. Não seria natural então que parte do dinheiro que ele lavava pudesse ter uma utilização comprovadamente legal?

Se o Roberto Jefferson é réu confesso e foi a primeira fonte de denúncia do esquema, porque não acreditar nele?

Porque é mesmo que o congresso cassou o mandato de Zé Dirceu? (e olhe que o governo tinha maioria). Antes do STF, ele foi julgado pelos seus pares.

Porque é que o Lula disse, no ínicio do escândalo que havia sido traído? Alguém se lembra do Marconi Perillo dizendo que havia avisado Lula sobre o esquema? Agora virou farsa?

Por que é que o Toffoli condenou Genoino, mesmo tendo sido advogado do PT?

Genoino primeiro disse que o contrato que ele assinou e que fazia prova contra ele foi assinado em confiança. Ou seja, sabia que era ilegal, mas tentou se desculpar dizendo que a responsabilidade era do Delúbio. Depois mudou a versão dizendo que o empréstimo era legítimo, já que foi pago (depois do escândalo estourar, é claro). Alguém se lembra da Operação Uruguai do Collor, que ele inventou para fugir das acusações? Não parece com esse "empréstimo"?

A defesa do Pizzolato diz que não houve dinheiro público. Mas fala o tempo todo em coligadas do BB, em decisões da diretoria do BB, etc. Se o BB é uma empresa pública e se a liberação dependia da decisão de um diretor do BB, de que dinheiro estamos falando? Será que o governo administra o dinheiro alheio e o distribui para a base aliada? 

Por que o Pizzolato não alegou tudo isso durante o processo? 

 

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Guerson

Pizzolato "alegou" tudo isso.

Pizzolato "alegou" tudo isso.  A questão da comprovação da inocência do Pizzolato, pra mim, já tá resolvida. O problema é: Por quê a maioria dos juízes do STF erraram tão feio?

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Lá como cá, tá tudo dominado

"There exists in this country a plot to enslave every man, woman, and child. Before I leave this high and noble office I intend to expose this plot."John F Kennedy, just before his Assassination

 

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Follow the money, follow the power.

Sinceramente, embora

Sinceramente, embora concordando que o julgamento pareceu pouco jurídico, e bastante um espetáculo conduzido para servir de telenovela à velha imprensa, com vilões, mocinhos, e momentos de euforia no 15 de novembro, não consigo acreditar nessa tese de que o fundo era privado. Espero que o relatório tenha outros argumentos melhores.

Isto porque a origem do dinheiro era um banco público, com uma operação que mais parece servir para esquentar caixa 2 de campanha. Ainda mais com a ligação de Marcos Valério, conhecido pelo outro mensalão, e pelas agências de publicidade, que parecem estar se aproveitando do valor imponderável que é característico do trabalho intelectual para se tornarem centro das operações de captação de caixa eleitoral. Entre outras esquisitisses, como acreditar que o Bradesco tem mais agências que o Banco do Brasil, conhecido pela quantidade de agências em todo o Brasil, e por isso teria maior participação no fundo?

Se na sua época de governador o Maluf criasse um fundo Paulonet, sediado nas ilhas Cayman, em que 1% das movimentações dos cartões de crédito dos correntistas do estadual Banespa fossem destinados a este fundo "privado". E que o dinheiro fosse destinado por contrato a promover propagada das grandes empresas de construção de São Paulo na época áurea da construção civil, e com governador engenheiro. E que por coincidência a Eucatex fosse a única empresa grande e recebesse a maior parte do dinheiro. E que os donos do poder convidassem um Banco Cacique da vida para coparticipação no fundo, de modo a ficar com cara de dinheiro privado. Soaria parecido, e seria apenas mais uma das obras de engenharia que o imaginário popular associa ao Maluf.

Dissecando, seria apenas uma traquitana jurídica para legalizar o dinheiro destinado a finalidade ilícita - o mero desvio de verba pública em benefício de um grupo privado. Seja partido ou empresa. Tão inútil quanto as lavanderias que serviam para legalizar dinheiro do tráfico de bebidas em 1930. O erro da década foi embarcar nessa aventura.

Mas, em relação a um promotor esconder provas, deixo uma notícia interessante do Huffington Post, de 11/08/2013. Um promotor condenado por esconder provas. A responsabilidade de um promotor não é condenar, mas defender a Lei. Sequer deveria ser tido como um advogado de acusação, porque o promotor faz parte de uma instituição do Estado, sujeito a todos os freios que devem haver ao poder do Estado para evitar manifestações fascistas quando defende uma ordem posta pela lei. O advogado, defendendo os interesses privados e a liberdade, é o único que deve ter liberdade mais ampla de atuação.

www.huffingtonpost.com/mark-godsey/for-the-first-time-ever-a_b_4221000.h...

 

For the First Time Ever, a Prosecutor Will Go to Jail for Wrongfully Convicting an Innocent ManPosted: 11/08/2013 4:12 pm Read more Innocence ProjectBarry ScheckKen-AndersonMark-GodseyMichael MortonOhio-Innocence-ProjectPolice BrutalityProsecutorial MisconductWrongful Convictions,Crime News

 

 GET CRIME NEWSLETTERS:SUBSCRIBE   

Today in Texas, former prosecutor and judge Ken Anderson pled guilty to intentionally failing to disclose evidence in a case that sent an innocent man, Michael Morton, to prison for the murder of his wife. When trying the case as a prosecutor, Anderson possessed evidence that may have cleared Morton, including statements from the crime's only eyewitness that Morton wasn't the culprit. Anderson sat on this evidence, and then watched Morton get convicted. While Morton remained in prison for the next 25 years, Anderson's career flourished, and he eventually became a judge.

In today's deal, Anderson pled to criminal contempt, and will have to give up his law license, perform 500 hours of community service, and spend 10 days in jail. Anderson had already resigned in September from his position on the Texas bench.

What makes today's plea newsworthy is not that Anderson engaged in misconduct that sent an innocent man to prison. Indeed, while most prosecutors and police officers are ethical and take their constitutional obligations seriously, government misconduct--including disclosure breaches known as Brady violations--occurs so frequently that it has become one of the chief causes of wrongful conviction.

What's newsworthy and novel about today's plea is that a prosecutor was actually punishedin a meaningful way for his transgressions.

I give speeches about the Innocence Movement, and tell stories from real cases, all around the world. No matter where I am, when I finish speaking the first question usually is, "What happened to the police/prosecutors who did this to the poor guy?" The answer is almost always, "Nothing," or worse, "The police officer was promoted and now is the chief of his department." The adage that the powerful go unpunished is no truer or more visible than with police officers and prosecutors in America--even when they send innocent people to prison from their misconduct.

My client Roger Dean Gillispie of Dayton, Ohio, for example, spent 20 years in prison as a result of police misconduct. In 2007, we presented overwhelming evidence that the police officers, like Anderson in the Morton case, failed to turn over evidence to the defense before trial that would have cleared Gillispie. We also supplied the court with evidence that the police officer in charge had harassed and intimidated witnesses helpful to the defense, and had manipulated the evidence. Before going to court to clear Gillispie, we met with the local prosecutors, hopeful that they wouldn't tolerate such misconduct and would do a thorough (and neutral) investigation to get to the truth. Instead, they simply denied everything in knee-jerk fashion, and fought to keep Gillispie in prison until a federal court finally found government misconduct and threw out his charges in December 2011. To this day, the police officer in the case has not been investigated by a neutral, independent body. The only thing he has received is promotions.

Rogue cops and prosecutors going unpunished is the rule rather than the exception. In Illinois, two police officers whose improperly grueling interrogation techniques led to the wrongful conviction of Juan Rivera and others were not penalized when their 3rd degree tactics came to light. Rather, they were recently hired at taxpayer expense to teach interrogation courses to other police officers around the state.

A recent study found prosecutorial misconduct in nearly one-quarter of all capital cases in Arizona. Only two of those prosecutors have been reprimanded or punished. This led theArizona Republic to conclude:

There seldom are consequences for prosecutors, regardless of whether the miscarriage of justice occurred because of ineptness or misconduct. In fact, they are often congratulated.

Other studies/articles with similar troubling results can be found hereherehere, and here.

Fortunately, there is something very simple that judges across the country can do to eradicate this problem. All judges, state and federal, should issue the standing "ethical rule order" proposed by the Hon. Nancy Gertner and Innocence Project Co-Founder Barry Scheck. The proposed order requires prosecutors to disclose, pre-trial, all evidence that "tends to negate the guilt of the accused or mitigates the offense." Details regarding the proposed ethical rule order, including all the justifications supporting it, can be found in this article by Barry Scheck.

The reason such standing ethical rule orders are important is that they allow prosecutors, like Ken Anderson, to be held in criminal contempt if they are later found to have engaged in misconduct. Anderson could be punished today only because such an order had been issued in the Morton case.

Today's conviction of Ken Anderson stands out as an extreme aberration in a society where police and prosecutorial misconduct goes largely unpunished. But it is a step in the right direction. Hopefully, today's result will deter rogue cops and prosecutors in the future from engaging in similar misconduct. But this will happen only if judges across the country do what the judge did more than 25 years ago in the Morton case: issue an order requiring that proper disclosure to the defense, or risk criminal contempt proceedings.

 

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Gão

Putzgrilla! quanto mais emendam esse supremo soneto pior fica

 que negócio mais sem pé nem cabeça, banco existe pra pra lidar com dinheiro que não é dele, inclusive milhões de pessas além de empreas, que coisa. parece isso... parece aquilo imagina não se pode julgar pessoas baseando se simplesmente no que o que lhe parece ou não, isso é pra conversa de bar , não pra tribunal,e lá vem o "SE" de novo, odeio o abuso  dessa palavra, se maluf  tivesse feito isso e aquilo., caraca ninguem será que ninguém pode se ater aos fatos supostamente ocorridos com os réus em questão será que ninguém tem uma provazinha depois de vasculhar a vida dessas pessoas, é muita incompetência ou os réus são completamente inocentes. cada vez fica mais claro.

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Helder

Obrigado, Marcos Chiapas.

Obrigado, Marcos Chiapas. Destruiu Pizzolato em três comentários. A midia petista já canonizou José Dirceu, e agora querem levar Pizzolato para o mesmo caminho. Vai, não.......

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Léo.

Inquérito Sigiloso

Pois é, esta questão do inquérito sigiloso está crescendo. Tereza Cruvinel também o cita em sua coluna no Correio Braziliense:

Falhas que falam

As irregularidades cometidas nesta fase inicial da execução penal dos condenados no processo do mensalão suprimem as aparências de um rito “estritamente técnico” que acusadores e juízes se esforçaram para manter na condução da Ação Penal 470. Agora, transpareceu o desejo de humilhar, espezinhar e incitar ao assédio midiático, que não pode ser atributo da Justiça. De sexta-feira até ontem, ocorreram anomalias diversas, como a injustificada transferência para Brasília de presos que se entregaram na expectativa do direito de cumprir pena nas proximidades do domicílio e a imposição do regime fechado aos que tinham direito ao semiaberto. Houve o deslocamento para o presídio da Papuda sem a devida guia de encaminhamento dos presos, com indicações clara, do juiz executor, das condições de cumprimento de pena, afora a desconsideração para com o estado de saúde de José Genoino. Só ontem, foi anunciado o ajuste nos regimes de prisão. Ainda é insondável a percepção da opinião pública, mas, os que compreendem a gravidade de tais fatos numa democracia e o significado de um Estado judicial, devem ter se preocupado.

Durante oito anos, a trama do mensalão envenenou e dividiu o Brasil. Ódios e intolerâncias contaminaram espaços interativos da internet, alianças e até amizades se perderam. De um lado, os indignados, por rancor político ou sincero ardor republicano, clamando por castigo exemplar e cadeia para os protagonistas do “maior escândalo de corrupção da história”. Em outra faixa, minoritária — mas não circunscrita ao PT e à esquerda —, os que veem no processo um acerto de contas, uma revanche ideológica, propiciada pela narrativa de Roberto Jefferson, que foi confirmada quanto ao fluxo irregular de recursos do PT para os partidos aliados, mas não quanto à origem e à finalidade do dinheiro. A sofisticação dos libelos acusatórios e a condução calculada do julgamento prevaleceram sobre o contraditório, que por sinal, o PT sempre negligenciou, mesmo nas defesas formais. Os presos são muitos, mas, no teatro do confronto, o que hoje conta é o fato de Dirceu, Genoino e Delúbio estarem dormindo na cadeia, como encarnações do PT demonizado. Apesar da excitação, a vida seguirá como sempre. Até prova em contrário, a política seguirá movida por acordos pragmáticos e financiada por dinheiro oculto, tratando todos de evitar lambanças que exijam providências, ainda que não tão drásticas como as adotadas em relação ao PT e seus aliados. Até prova em contrário, que seria a prisão dos poderosos de fato — condenados por tenebrosas transações, mas livres e soltos por aí gastando seus milhões —, o Judiciário seguirá complacente com a elite real. O pecado do PT foi substituir a elite política secular, adotando suas práticas.

Hoje, com a luz batendo forte sobre os crimes da ditadura, muitos se perguntam como foi possível tanta indiferença, à parte os que os aprovavam. Mais tarde, quando o mensalão também for exumado pela história, perguntas que ficaram sem respostas ressurgirão, e alguns se perguntarão como foi possível ignorá-las.
Em sua carta anunciando a deserção, Henrique Pizzolato fala das provas, sempre ignoradas, de que os serviços contratados pela Visanet à agência DNA foram todos executados. Logo, ele não teria desviado de dinheiro público para o valerioduto, o que lhe valeu a condenação por peculato. Logo, os empréstimos seriam reais e isso desmontaria o pilar central da narrativa da acusação. Os autos contêm notas das grandes emissoras de tevê que exibiram a campanha do Ourocard, fotos de outdoors e campanha em mobiliário urbano (painéis em shoppings e pontos das cidades, não compra de móveis, como disse um ministro do STF no julgamento). Até um congresso de magistrados foi patrocinado pelo Visa Ourocard. Por que tais elementos jamais foram considerados? Eis uma pergunta. Uma outra, sem resposta, apareceu durante o julgamento, numa questão de ordem que Joaquim Barbosa indeferiu liminarmente, sem saciar a curiosidade do ministro Marco Aurélio. Dizia respeito à existência do inquérito sigiloso 2.454, que contem várias contraprovas dos réus. Por que corre ainda em sigilo, destacado da Ação Penal 470?

Outra pergunta que o julgamento calou sem responder: quais foram os deputados comprados e quais votações foram viciadas? As reformas da Previdência e Tributária foram aprovadas com quase 400 votos cada uma, muitos da oposição, dispensando a compra de voto. Os recursos, sustenta o PT, foram transferidos a presidentes e dirigentes partidários para honrar compromissos eleitorais. Não, disse a acusação, para serem redistribuídos. Mais tarde, o STF disse que não importava o destino dado às “vantagens indevidas”. Parece importante, pois isso muda a natureza do delito. Mas, se os sete deputados não petistas redistribuíram os recursos recebidos, era fundamental saber quais deputados receberam, foram comprados. Por que não foram investigados, com quebra de sigilo e tudo, todos os que votaram a favor do governo no período? Daí, sim, viriam provas cabais.

Por fim, a teoria do domínio do fato, importada de encomenda para condenar José Dirceu, contra quem faltaram provas, seja de corrupção ativa ou formação de quadrilha. Ele não poderia ignorar, pelo cargo que ocupava, concluíram os ministros. A pergunta é: daqui para a frente será adotado contra todos os ocupantes de elevada posição hierárquica? Não havendo impunidade, haveria uma razia.
 
Acerto de contas: no Chile

A ex-presidente socialista Michelle Bachelet disputará o segundo turno, no Chile, com a direitista Evelyn Mathei. Há um drama familiar neste confronto. Michelle é filha do general Alberto Bachelet, que morreu sob tortura na ditadura Pinochet. Evelyn é filha do general Fernando Mathei, que aderiu a Pinochet, virou ministr,o mas nada fez para salvar o amigo Bachelet

Link: http://www.dzai.com.br/terezacruvinel/blog/terezacruvinel?tv_pos_id=141633

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Marcos Chiapas

"Gushiken mandou assinar"

 

Nº EDIÇÃO: 427 | 16.NOV.05 - 10:00 | Atualizado em 17.11 - 23:13

"Gushiken mandou assinar"Henrique Pizzolato, ex-diretor do BB, diz que pagamentos do banco à DNA foram ordenados por ex-ministro

Por Por Leonardo Attuch

Depois de seis meses de crise política, a CPMI dos Correios propôs, na quinta-feira 10, que Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT, e Marcos Valério de Souza, o dono das agências DNA e SMP&B, sejam indiciados por vários crimes, incluindo corrupção ativa, evasão de divisas, sonegação fiscal e formação de quadrilha. O próximo alvo dos parlamentares é o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Seu nome voltou ao centro das investigações após a descoberta, uma semana atrás, de que R$ 10 milhões do Banco do Brasil foram desviados para o caixa dois do PT. O esquema funcionaria através da Visanet, uma empresa de cartões de crédito, que possui um fundo milionário para investimentos em propaganda. Segundo parlamentares, Pizzolato teria autorizado o repasse antecipado de R$ 58,3 milhões à DNA e parte desses recursos teria retornado ao caixa dois do PT. Na semana passada, Pizzolato decidiu desabafar e concedeu à DINHEIRO sua primeira entrevista após a denúncia. Atribuiu a responsabilidade pela escolha da DNA ao ex-presidente do BB, Cássio Casseb, ao ex-ministro da Comunicação, Luiz Gushiken, e ainda a outros diretores do banco. “Se existia algo montado para favorecer o PT, era em escalões superiores, muito acima da diretoria de marketing”, disse ele. Pizzolato relatou ainda que a ordem de assinar os repasses à DNA partiu de Gushiken. “Ele disse: vai lá e assina”. Em meio a um drama familiar, tendo de cuidar da saúde do pai, Pizzolato será ouvido novamente pela CPMI. “Contra ele, há indícios de vários crimes”, disse o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR). “O fato de terem mandato fazer não o livra de culpa”. A seguir, os principais trechos da sua entrevista.

DINHEIRO – A CPMI dos Correios concluiu que o Banco do Brasil desviou R$ 10 milhões para o caixa dois do PT, usando verbas da Visanet, e o senhor foi apontado como o responsável. Procede?
HENRIQUE PIZZOLATO – 
De forma alguma. Quando eu assumi a diretoria de marketing do Banco do Brasil, no começo de 2003, essa decisão fugia totalmente à minha alçada. Agora, quando eu vi essa notícia nos jornais, meu mundo desabou mais uma vez.

DINHEIRO – Quem decidiu?
PIZZOLATO – 
O Banco do Brasil tinha três conselheiros na Visanet. Na época, eram o ex-presidente Cássio Casseb, o vice-presidente Edson Monteiro e o diretor Fernando Barbosa. Eles decidiram contratar a DNA.

DINHEIRO – Os membros da CPI dizem que o senhor decidiu antecipar os pagamentos, ou seja, antes da realização dos serviços. 
PIZZOLATO – 
Isso não procede. Eu até estranhei aquilo. Chegaram para mim com o documento pronto para assinar. Já tinha até parecer de auditoria. Faltava o meu “de acordo”. E eles disseram que os outros bancos sócios da Visanet também faziam assim.

DINHEIRO – O que o incomodava naquela operação?
PIZZOLATO – 
Assumi o cargo sabendo que eu tinha um orçamento de marketing do Banco do Brasil. Mas não sabia que havia um outro orçamento, indireto, com os recursos da Visanet. Eu então sugeri a eles que colocassem aquilo no orçamento interno do banco.

DINHEIRO – Qual foi a resposta?
PIZZOLATO – 
Que isso iria criar problemas tributários. Haveria incidência de CPMF e de muitos outros impostos. Por isso, seria melhor transferir o dinheiro direto da Visanet para a agência de publicidade.

DINHEIRO – Depois disso, o senhor então assinou o primeiro repasse de R$ 35 milhões, feito em março de 2003?
PIZZOLATO – 
Não. Como no dia seguinte eu tinha uma reunião na Secom [Secretaria de Comunicação] com o então ministro Luiz Gushiken, decidi levar os papéis para estudar no hotel em que morava e esperei para tomar a decisão no dia seguinte.

DINHEIRO – E o que o ministro Gushiken lhe disse?
PIZZOLATO – 
Ele mandou assinar.

DINHEIRO – A ordem foi dele?
PIZZOLATO – 
Todo o marketing das estatais passava pela Secom. E eu não queria que o Gushiken pensasse que eu estivesse decidindo sobre como aplicar uma verba que não estava no orçamento oficial do Banco do Brasil. Existem outras coligadas, como a Brasilprev, a Brasil Veículos e a Brasilcap, que também têm verbas de publicidade. E tudo isso era decidido pela diretoria de varejo e distribuição. Mas existia o entendimento, dentro da Secom, de que tudo tinha de seguir uma mesma diretriz, definida por eles.

DINHEIRO – Exigência da Secom?
PIZZOLATO – 
O Gushiken uma vez me chamou e disse: “Poxa, o diretor de varejo tem um orçamento de marketing tão grande quanto o do banco ou maior”. E não eram recursos do Banco do Brasil, mas das empresas coligadas. Só que toda campanha tinha que ser aprovada pela Secom.

DINHEIRO – Na Visanet, como foi exatamente o procedimento?
PIZZOLATO – 
O diretor Fernando Barbosa e o gerente Cláudio Vasconcelos chegaram com a nota pronta e pediram o “de acordo”. Eles disseram que tinha que liberar aquele dinheiro o quanto antes, como os outros bancos privados. Com isso, eles poderiam transferir os recursos da Visanet para a DNA. Mas eu mesmo nunca fiz nenhum contato com a Visa. Nem sei onde era a empresa. Depois disso, fui à Secom e na reunião estavam o Gushiken e o adjunto Marcus Flora. O Gushiken, então, disse: “É mais dinheiro para você usar; você tem que assinar”. Eu falei que não estava no orçamento. E ele respondeu: “Tudo bem”.

DINHEIRO – Qual a data exata?
PIZZOLATO – 
Não me lembro. Mas foi no dia do documento [3 de março de 2003], porque assim que eu saí da Secom dei o “de acordo”.

DINHEIRO – Depois, em 12 de maio de 2003, houve um repasse de R$ 23,3 milhões para a DNA.
PIZZOLATO – 
Nos dois documentos, eu só dou o “de acordo”. As notas técnicas e os pareceres vinham de fora. Depois a diretoria de varejo voltava e dizia: “Olha Pizzolato, tem mais dinheiro lá na Visanet”. Então decidi implantar um acompanhamento dos gastos para saber o que era feito em televisão, rádio, revista e assim por diante.

DINHEIRO – O senhor deu o “de acordo” apenas para os repasses que somam R$ 58,3 milhões?
PIZZOLATO – 
Não. Tem também umas notas menores. E eu perguntei de novo porque o dinheiro tinha que ir direto para a agência. Numa reunião com o Casseb eu quase apanhei. Disseram que se o dinheiro entrasse no banco, na forma de dividendos da Visanet, ele seria tributado. E eu então perguntei: por que a DNA?

DINHEIRO – O que responderam?
PIZZOLATO – 
Disseram que tinha um rodízio, era a vez da DNA.

DINHEIRO – O sr. sustenta então que nem tomou a decisão interna, no banco, nem a decisão externa, no governo, de repassar o dinheiro para a DNA?
PIZZOLATO – 
Sim. O Gushiken disse: “Assine que é bom!”. E todo mês a DNA me entregava uma planilha sobre as despesas, que era muito imperfeita. No fim de 2003, a diretoria de varejo do banco até me disse que era preciso gastar todo o dinheiro porque, se isso não fosse feito, a verba seria perdida. Em 2004, quando a questão da liberação antecipada voltou a ser discutida, eu passei a fazer uma planilha minha, paralela. Cheguei até a notificar a DNA, exigindo comprovação do gasto.

DINHEIRO – Eles comprovavam?
PIZZOLATO – 
Todo mês uma funcionária deles, chamada Regina, me repassava os dados.

DINHEIRO – O sr. conheceu o publicitário Marcos Valério?
PIZZOLATO – 
Estive com ele uma vez, no fim de 2003, muito depois desses repasses de R$ 58,3 milhões. Até então, eu não o conhecia.

DINHEIRO – Houve uma auditoria do banco que constatou que R$ 9 milhões não foram comprovados. 
PIZZOLATO – 
O que me disseram foi diferente. Os auditores me contaram que a DNA fez os trabalhos, mas falta o “de acordo” para R$ 4 milhões. E tem uns R$ 2 milhões com divergências.

DINHEIRO – Não é estranho pagar antecipadamente?
PIZZOLATO – 
Eu nunca tinha visto isso. Eu dizia até que, ao colocar o dinheiro na frente, a gente perdia o poder de barganha com a agência. Mas me disseram que tinha de ser feito assim. Só em 2004, começaram a pensar em mudar o sistema. E tem mais um erro da CPI. O dinheiro que ia para a DNA não era gasto só por eles.

DINHEIRO – Como assim?
PIZZOLATO – 
Em 2004, a gente gastou muito dinheiro com outras agências. Os dirigentes delas diziam: “Pô, o cara tá demorando muito para me repassar o dinheiro”.

DINHEIRO – Quem, o Valério?
PIZZOLATO – 
Não, eu chamei o presidente da DNA [Francisco Castilho] e falei para ele repassar o dinheiro para as outras agências.

DINHEIRO – O dinheiro de outras agências passava pela DNA?
PIZZOLATO – 
É, diziam que se fosse para outro lugar, a gente pagaria pelo menos a CPMF.

DINHEIRO – O banco estimulava a sonegação?
PIZZOLATO – 
Não, o que eles diziam é que aquele dinheiro da Visanet não era uma receita, era uma despesa.

DINHEIRO – O senhor acha que foi induzido ao erro por outros diretores do Banco do Brasil?
PIZZOLATO – 
Isso foi montado antes. E não era meu papel controlar. O banco tem contabilidade, tem auditoria. Se o adiantamento fosse uma coisa ruim, caberia aos nossos conselheiros na Visanet dizer isso. Ou seja: o Cássio Casseb, o Édson Monteiro e o Fernando Barbosa.

DINHEIRO – A CPMI também deverá indiciá-lo por corrupção. Como o senhor reagirá?
PIZZOLATO – 
Olha, caiu o mundo na minha cabeça. Eu já tive milhões de oportunidades fazer as coisas na linha da corrupção na época em que fui da Previ. Mas eu sempre ralei a vida inteira. Eles estão fazendo uma grande confusão e estão sendo precipitados. Eu não fui o responsável e também não tinha como checar o dinheiro na conta da DNA. Não sabia que o dinheiro passava por uma empresa daquele Rogério Lanza Tolentino [sócio de Marcos Valério].

DINHEIRO – E nem sabia que o dinheiro voltava para o PT?
PIZZOLATO – 
Olha, se havia alguma coisa combinada, ninguém me informou. Nunca ninguém me disse nada sobre isso. Se existia algo montado, era em escalões superiores, muito acima da diretoria de marketing.

DINHEIRO – O senhor foi usado?
PIZZOLATO – 
A primeira coisa que a Justiça tem que ver é quem decidiu que seriam R$ 35 milhões. Eu não.

DINHEIRO – Quem foi?
PIZZOLATO – 
Os nossos conselheiros na Visanet. Se eles sabiam de outras coisas, eu não sabia.

DINHEIRO – Gushiken saberia de que havia algo combinado em torno de doações de campanha?
PIZZOLATO – 
Pode ser que sim. Mas pode ser que ele tenha pensado que era mais dinheiro para o marketing.

DINHEIRO – O senhor começou a cair no episódio do patrocínio do BB para um show de Zezé di Camargo e Luciano que levantaria fundos para o PT. Foi fogo amigo?
PIZZOLATO – 
Eu nunca pensei nisso. Quando eu estava no banco, eu só pensava em trabalhar. E, depois da vitória do Lula, eu nem queria cargo nenhum. Pensava em criar um projeto de um banco ecológico e o Casseb me chamou para o marketing.

DINHEIRO – Seu convite partiu do Casseb e não do PT?
PIZZOLATO – 
Ele me ligou. Se alguém falou com ele antes, eu não sei.

DINHEIRO – Quando o escândalo da DNA surgiu, seu nome apareceu como sacador de R$ 326 mil. Isso não o complica?
PIZZOLATO – 
Eu já expliquei isso. Me pediram para apanhar uns documentos e eu não imaginava o que havia ali dentro. E passei adiante.

DINHEIRO – Mas logo depois o senhor comprou um apartamento e pagou parte em dinheiro vivo?
PIZZOLATO – 
Eu tenho recibo de tudo. Eu tinha quase R$ 500 mil numa aplicação no banco. No dia do contrato, era véspera de Carnaval e a vendedora disse que queria receber o dinheiro à vista. Para não baixar toda a aplicação, eu usei US$ 36 mil que eu tinha comprado para fazer uma viagem ao exterior, após a aposentadoria. Todos os comprovantes foram entregues à CPI. Essa foi a parte paga em dinheiro. Não tem nada a ver com o tal pacote da DNA, que não ficou comigo.

DINHEIRO – Foi então uma simples coincidência?
PIZZOLATO – 
Uma infeliz coincidência. Naquele ano, tive rendimentos declarados de R$ 700 mil e tenho como comprovar a origem de tudo. Sempre poupei investindo em imóveis. Está tudo no meu imposto.

 

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Marcos Chiapas

Companheiro Gushiken se remexendo no túmulo

Com a atual campanha de canonização de Pizzolato pela militância.

 

POR CONGRESSO EM FOCO | 11/12/2005 08:27 

Em entrevista publicada na edição de hoje do jornal O Globo, Luiz Gushiken, ex-ministro da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica (Secom) do governo federal, rebateu as denúncias que lhe foram imputadas por Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil. “Pizzolato mentiu descaradamente, lançou calúnia”, acusa Gushiken.

O ex-ministro da Secom disse que nunca conversou com Pizzolato sobre pagamento antecipado da Visanet. “Não era da alçada da Secom. Só posso interpretar como má-fé, para me envolver, e uma tentativa de usar uma conversa sobre a situação de empresas coligadas ao BB, como Visanet, BrasilPrev e outras”.

Na avaliação de Gushiken, os ataques de Pizzolato podem estar relacionados ao conflito entre o Opportunity, do empresário Daniel Dantas, e os fundos de pensão, uma disputa pelo controle da Brasil Telecom que envolve R$ 16 bilhões. “Nessa disputa, na qual fui vítima até de espionagem, ele se destacou como defensor de Daniel Dantas”, explicou.

Na entrevista, o ex-ministro também disse que a perspectiva de alianças para a reeleição de Lula é complexa, mas manteve as esperanças no PT, partido ao qual é filiado. “O PT é produto de forças sociais, de uma necessidade histórica. Não desapareceu como partido”.

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Gão

Eu tô falando, finja de morto Pizzolato

  eles te inocentam no dia seguinte e botam a culpa em outro petista. vai por mim.

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Marcos Chiapas

Não muda nada

O esquema já existia antes de Pizollato chegar ao banco ?  

Óbvio.

O que deveria ter sido feito ?  

No mínimo, em nome da lisura e da honestidade, uma licitação ou coisa que o valha, com outras agências de publicidade. E, se os petistas não fossem tão preguiçosos, quem sabe, uma auditoria nas verbas de publicidade desse fundo anteriormente uilizadas.

O que foi feito ? 

Procurou-se o destinatário da verba para fazer favores ao partido, como assumir empréstimos renovados ad eternum. Ou pelo menos enquanto se despejasse verba na agência ou alguém interrompesse o esquema botando a boca-no-trombone, o que aconteceu.

Parte da verba foi realmente para veículos da mídia ?

Óbvio, nenhum corrupto rouba 100%.

Enfim, se a militância petista estivesse realmente preocupada com um país melhor, estaria batendo bumbo pela condenação dos seus antecessores, e não pela absolvição dos seus corruptos.

A palavra de ordem da militância, e apenas da militância, porque aqueles que realmente falam pelo partido sabem ou tem idéia do que aconteceu relamente é : "Locupletamo-nos porque nossos antecessores também se locupletaram, e assim sendo, locupletemo-nos todos".

 

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Gão

^.^

   Obrigado pelo reforço companheiro, claro que isso, claro que aquilo, e  o ônus da prova de repente fica com os acusados e ministra diz que não precisa de prova, mas vem os contorcionistas tendo esse trabalho todo pra desafazer a m do ministros, provar essa tese que esse dinheiro ficou com o PT pra pagar uma votação no congresso ?  pra quê né ? tem o domínio dos fatos nazista,mas se acalme ehehe, o problema vai ser lá na itália, acho que o domínio dos fatos não tá valendo mais lá não. quem sabe vc tenta não consegue convencer o pessoal lá, aqui tá difícil.

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Edney Resmer Vieira

Pizolatto

O Pizolatto, sabia que ainda que ficasse batendo na tecla desses laudos e demais documentos comprobatórios de sua inocência, jamais seriam admitidos, como não foram. Assim, sabiamente conseguiu ir para Itália com o fim de demonstrar a podridão que foi esse julgamento, ainda que a Justiça italiana não é lá muito justa assim, todavia, me parece mais justa que a nossa. Fez bem ele, deve escancarar com tudo, pois quem sabe role algumas cabeças que se acham mais que Deus, como é o caso de JB (Joaquinzão babacão).

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Edney Resmer Vieira

Pizolatto

O Pizolatto, sabia que ainda que ficasse batendo na tecla desses laudos e demais documentos comprobatórios de sua inocência, jamais seriam admitidos, como não foram. Assim, sabiamente conseguiu ir para Itália com o fim de demonstrar a podridão que foi esse julgamento, ainda que a Justiça italiana não é lá muito justa assim, todavia, me parece mais justa que a nossa. Fez bem ele, deve escancarar com tudo, pois quem sabe role algumas cabeças que se acham mais que Deus, como é o caso de JB (Joaquinzão babacão).

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De fatia em fatia a galinha encheu o papo

Sabemos que fatiar alguma coisa é uma forma de se proibir que se tenha a noção do todo. E foi este o segredo deste julgamento de exceção desde o seu início: O FATIAMENTO. Barbosa e Antônio Fernando (MPF) assim pensaram e arquitetaram:  Vamos fatiar pq ai a gente desentranha aquilo que pode beneficiar os réus, essa parte do processo beneficia os réus então vou fatiar, aquilo ali pega(para usar o vocabulário de Demóstenes Torres) fulano então vou jogar fatiar e criar mais um processo paralelo. E de desentranhamento em desentramto o procssso do "mensalão" foi ficando cada vez mais estranho, esquizoide. Tenho poder, vou abusar do meu poder e decretar segredo de justiça nos processos paralelos fatiados. Isso aqui que pega meu filho vai prá lá. Isso que pega DD tmbm. E foi assim que se deu esse processo do começo ao fim: Tudo foi fatiado, do julgamento à dosimetria, passando pela excecução das penas que, como se sabe, também foram fatiadas. Este rito não é previsto no ordenamento jurídico nacional mas, como sabemos, não se tratava de um processo conduzido de forma normal e sim de forma discricionária, ao bel prazer da mídia que conduziu tudo, inclsuive fixou datas, como por exemplo o fim da 1a. fase coincidindo com a reta final das eleições e, agora, com a decretação das prisões no dia da  proclamação da República da Globo no JN. E la nave va.

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Zanchetta

Pizzo + lato em

Pizzo + lato em italiano

In Italy, the pizzo is protection money paid by a business to the Mafia, usually coerced and constituting extortion. The term is derived from the Sicilian pizzu ('beak'). To wet someone's beak(Sicilian language "fari vagnari 'u pizzu") is to pay protection money. The practice is widespread in Southern Italy, not only by the Sicilian Cosa Nostra, but also by the 'Ndrangheta in Calabria and the Camorra in Campania.

English words for the Italian word lato

angleaspecthandpageside

Tudo a ver...

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Suprema Trapalhada Federal

Foi isso que eu disse lá embaixo. Não é o único significado da palavra, que também pode ser tecido rendado ou ponta de alguma coisa.

Mas é extremamente sintomático que a política e justiça da Itália e do Brasil estejam mais uma vez unidas.

Ambas padecem dos mesmos defeitos. Acho até que a corrupção no Brasil é também uma das heranças peninsulares, ao lado da pizza e do vinho.

Se Pizzolato conseguir denunciar a justiça brasileira na justiça italiana - que até hoje não conseguiu depor um criminoso contumaz como Berlusconi - será a suprema trapalhada federal!

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pagar pau!

peça prum gringo traduzir

pagar pau!

este pizzo é mesma cosa giria

pagar pau = proteção

pizzo (sul da Itália) = proteção

se Pizzolato pagou pau(pizzo)

tomo bico(pizzu)!

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'Entre a humilhação e a servidão, eu assumo o risco da luta'
José Genoino

Zitto

Stai zitto!

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Antonio Carlos da Silva

À luta

As entidades internacionais que defendem a legalidade e o estado democrático de direito precisam se mobilizar. Comissão da Verdade STF Já!

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Tb acho; tem que " abrir" STF

Tb acho; tem que " abrir" STF e MPF; não é transparência que o pessoal quer? Então vamos lá... Aliás, não sei pq, agora tá uma pressa em trancar o Cachoeira, de novo... Xinaoveia os mauricinhos todos Cachoeira!

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Personagem

Parece que o faro exposto por Jãnio de Freitas, em artigo para a "Folha", começa a fazer sentido. Preparem-se que mais coelhos sairão dessa mal cheirosa cartola.

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A podridão do STF virá à tona, já sinto o fedor

O TCU comprovou que não é dinheiro públicoOs grupos de mídia que receberam os recursos da Visanet

Por Assis Ribeiro

Comentários do post "A grosseria imbecilizante de Joaquim Barbosa"

Com informações do O Cafezinho

Barbosa se assume o tempo todo o papel de promotor.

Para ele não importa o conjunto de provas trazidas aos autos, considera as acusatórias como verdadeiras e as de defesa como ilações, protelatórias.

Durante todo o julgamento a sua postura foi a de condenar a qualquer custo os réus e terminar o mais rapidamente possível o processo. Neste sentido a conversa ente o ministro Marco Aurélio Melo e Joaquim Barbosa, transcrita na parte final, confirma esta assertiva.

Foi assim na apreciação dos laudos da PF, TCU, relatório do BB, apenas para ficar no exemplo de Pizzolato. Sobre isso diz Miguel do Rosário:

  • Pizzolato não tinha poder para transferir nenhum recurso do BB à nenhuma agência de publicidade. Essa responsabilidade cabia a seus superiores, como Claudio Vasconcelos, gerente-executivo de Propaganda e Mídia.
  • Os três pareceres assinados por Pizzolato, usados para incrimá-lo, também foram assinados por outros três executivos, que misteriosamente não foram indiciados na mesma Ação Penal, o que revela perseguição política inadmissível num Estado de Direito.
  • Os pareceres assinados por Pizzolato não eram deliberativos. Há documentos deliberativos não assinados por Pizzolato autorizando Visanet e DNA propaganda a darem sequência às campanhas de marketing.
  • As campanhas de marketing pelas quais a DNA Propaganda recebeu da Visanet foram realizadas. As provas estão aí. Por isso mesmo, a diretoria jurídica do BB jamais processou a DNA para exigir o dinheiro de volta.
  • O contrato da DNA Propaganda com o Banco do Brasil era antigo, e sua última renovação foi aprovada antes da entrada de Pizzolato.
  • Os recursos do Visanet, usados para pagar a DNA Propaganda, são privados. Todos os documentos mostram isso. Há auditorias, relatórios, todos concluem que os recursos eram privados. A assertiva contrária, usada pela acusação, é inepta, equivocada e tendenciosa. Houve má fé por parte dos acusadores e juízes, porque a definição dos recursos visanet como públicos interessava à manutenção de uma narrativa política.

O Cafezinho teve acesso à defesa da DNA Propaganda, onde consta a relação do uso dos R$ 74 milhões que, segundo a Procuradoria, foram “desviados”. Não foram desviados. Foram efetivamente usados em propaganda. A Globo e os principais grupos de mídia sempre souberam disso, porque receberam a maior parte dessa verba. Há documentos e notas fiscais para tudo isso. Como sempre a Globo ficou com a maior parte. Ironia suprema desse imbróglio todo: o “mensalão” na verdade foi parar nos bolsos da família Marinho. Enquanto Pizzolato pode ser preso sem ter feito nada, os Marinho embolsaram R$ 5,5 milhões dos recursos que, segundo a acusação, teriam parado nas mãos de mensaleiros. O dinheiro distribuído a políticos e diretórios partidários em 2004 vieram dos empréstimos do PT e de Marcos Valério, não tem nada a ver com os R$ 74 milhões que o BB/Visanet pagou para a DNA veicular campanhas publicitárias.

Principais grupos de mídia que receberam os recursos da campanha do BB/Visanet no ano de 2004: 

A DNA também levantou todos os funcionários do BB que assinaram documentos autorizando a agência a fazer pagamentos a veículos de mídia, ainda no âmbito da campanha BB/Visanet que, segundo a acusação, não teria sequer existido:
 

Observe que Pizzolato está em 20º lugar no número de autorizações da DNA. Em primeiríssimo lugar, estão os seguintes servidores do BB: Rogério Sousa de Oliveira, Claudio de Castro Vasconcelos e…  Roberto Messias. Sim, ele mesmo, o homem forte da Secom que agora quer a prisão de Pizzolato. Nas autorizações do BB para DNA pagar fornecedores e mídias, constam 279 assinaturas de Roberto Messias, e apenas 19 assinaturas de Pizzolato. Mais uma vez, está patente o caráter vicioso, discriminatório, politicamente orientado, da acusação.

 

 

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Antonio C.

Comentário

Pizzolato não é Paulo Lacerda (outro em "exílio"); está defendendo a sua inocência até o fim. "Terrível e monstruoso", não é preciso de bola de cristal para prever que ele fará um estrago em várias frentes: no STF, na imprensa a soldo, no PSDB e... no PT. O PT está lento, muito lento, na defesa. Parece que deixaram seus militantes para morrer. As declarações de Paulo Paim são de um conformismo hororoso. O PSDB é um caso perdido, é bater no morto.

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luis guedes

'A verdade está lá

'A verdade está lá fora'.....na Itália. Nenhum orgão da dita grande mídia noticiou esta matéria. Nenhuma surpresa. O triste de tudo isso, é que os jornais regionais, por se pautarem na dita grande mídia, nada publicam também. É o efeito dominó da desinformação e da manipulação midiática.

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Até desenhar, mas...

Pode provar, desenhar, filmar, exemplificar, escrever, pintar, explicar como fosse criança de 5 anos, etc...

Se o JB não aceitar a prova da origem do dinheiro, não adianta nada.

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Barbosa praticou um crime

Um dos grades crimes contra a Justiça, praticados por Barbosa, foi esconder dos demais juizes as provas da inocência dos réus, e isso é caso de impeachement, não estamos na idade da pedra, o mundo evoluiu, não se pode jogar inocentes atrás das grades só por questão politica, por construção ou descontrução de candidaturas A ou B, ele(Barbo) pensou está matando dois coelhos com uma cajadada só: Se promovendo politicamente e dando a elite a chance de vingar-se do PT

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Mas, Avatar, veja só; se a

Mas, Avatar, veja só; se a gente aqui sabia que JB havia escondido as provas como imaginar que os demais ministros não soubessem?É claro que sabiam. O que me deixou mais revoltada com o Teori e o Barroso, foi, exatamente, isso. Não foi natural aquela reação de, ah infelizmente, estamos em sede de embragos declaratórios e, portanto, nada que se possa fazer com relação ao mérito... Todos eles lavaram as mãos JÁ SABENDO do que estava acontecendo. O que os ministros fizeram foi negar aos réus direito de defesa. Ora, em qq momento do processo e ainda mais numa AP como essa com 40 réus, toda zuada, que não guardou qq correspondência com o devido processo legal, qq ministro poderia ter feito um estrago. Não fizeram pq não quiseram. Tudo o que chegou a rede, chegou com o carimbo do STF e numeração de fls, ou seja foi recebido e constava dos autos. Os ministros receberam um script e seguiram por sua própria conta e risco pq votar como juiz fundamentado por outra pessoa alheia a justiça, tem outro nome e nem vou começar pq não ando com minha educação em alta... Mas em português claro, os ministros nem sabem do que se trata a AP470, e apenas proferiam umas baboseiras que caberiam em qq situação, que não fosse um julgamento. os votos proferidos serviam tanto para camelô que quer vender guarda-chuva qto para palanque de vereador de cidade de interior ou aula de catecismo para crianças de 5 anos; as de dez já não cairiam tão fácil...

Mas nada como uma dia atrás do outro e eu não vejo a hora de Pizzolato conseguir seu julgamento na Itália. Quero ver a cara dos magistrados na Itália, descobrindo que a Visa é uma empresa pública brasileira, ou pelo menos, a parte que Ayres Britto, veja bem a cara do juiz lá na Itália, Ayres quem????? reputa pública???? O STF deu a Cielo para o Estado Brasileiro, só isso e ninguém reclamou... Aí os magistrados na Itália vão descobrir, depois do susto com a novidade da Visa, que a Visa não se incomodou com a " doação" ao Estado brasileiro pq o ex-presidente da Visanet, é, atualmente, conselheiro da Rede Globo, maior benefciária do esquema e não denunciada e grande patrocinadora da farsa. Bem, de mídia sionista a Europa inteira entende muito bem, inclusive, já tendo tomado providências nesse sentido. Mas vamos mais um pouquinho... Pizzolato era presidente da PREVI e aí o mundo vai conhecer a PREVI... A mesma PREVI que abriga a esposa do relator da AP 470; um dos "dono"s do tribunal que tem passe livre na Casa e... grande abastecedor do esquema, tb não denunciado,  que retrtnava para a grande beneficiária... E aí juntam-se as duas pontas e que, a Itália vai encontrar malocadas no 2474. Lá estão DD e Globo, cercando a Nação com o cumplicidade fundamental e imprescindível de, pelo menos 4 ministros da Suprema Corte, um já tá fora e 2 ex-PGR's e isso é para fazer barato, só os que a nação inteira sabem que estão envolvidos. Mas ainda mais um pouco... Qual o objetivo de pessoas TÃO poderosas em esculhambar a Nação em que eles mandam e desmandam. Não seria mais razoável manter tudo dentro da "normalidade democrática" e seguir no comando? Se as duas pontas representassem interesses nacionais, essa seria a opção óbvia. O problema é que parece que a Itália e o Mundo vão descobrir que os maiores nomes, os brilhantes empresários brasileiros, que brotam do dia para a noite, os de mídia, inclusive e, sobretudo, nunca foram nada mais que testas-de-ferro para interesses outros e que operam aqui, no sentido de tornar o estado refém. E eu espero que os italianos, parem por aqui pq se puxar mais um pouquinho vão acabar descobrindo que até mesmo os grandes negócios desses mega-brilhantes, nunca psssaram de fachada para negócios esquisitos de seus verdadeiros patrões, há léguas de distância de Pindorama. Claro que sempre, com todo o apoio do Poder Judiciário, já aparelhado p/ garantir trãnsito livre para tudo e qq coisa.

Só para que a gente não se esqueça, Pizzolato não foi " esquecido" o tempo todo, tanto pela mídia qto pelos ministros, a toa. A necessidade em sumir com ele da AP, inicilamente atribuida ao fato de ser uma cabeça menos coroada do PT ou pq sua participação estivesse vinculada a um capítulo menos emocionante da AP 470, cai por terra qdo o ponto central da AP era o desvio de $$$ público; nesse sentido, ele deveria ser o mais badalado de todos; sem desvio de $$$ público, acabou AP 470. O fato é que Pizzolato tinha que ser esquecido e não, por acaso, foi o réu que mais conseguiu produzir documentos e material, em sua defesa. Blogs, livros,jornalistas, revistas, vídeos....

Pizzolato, seria, a princípio um mero colaborador, operador, sei lá eu... mas teve penas maiores que o próprio chefe da quadrilha, que agora, parece que não é mais quadrilha e que era chefe só pq tinha que ter um chefe e só podia ser ele pq se não fosse ele ia ser quem... mas isso fica para divertir os juristas italianos.... Não é o meu ponto. O estardalhaçco sempre foi feito em cima de Dirceu, Genoíno e Delúbio... O próprio JPC foi "poupado" pq tb entra no enredo do desvio. Sim, eu disse, TB pq, de uma certa forma, Pizzolato foi " poupado", teve sua imagem " preservada" pela mída e pelo STF, apesar de ter tido o pior dos julgamentos; Pizzolato, na verdade, NÂO FOI JULGADO aqui e nem teve seu nome associado a AP pq a mídia não falava nele. Agora, como a fuga é que bateu o desespero e pq? Pq o quem está lá na Itália pedindo um julgamento, não é o diretor de marketing do BB, nem o ex candidato pelo PT e nem um dos membros do núcleo político da AP 470. Quem está na Europa,como cidadão italiano, com um dossiê pronto, pedindo socorro às autoridades italianas é um Ex-Presidente da PREVI. Pisa fundo Pizzolato!!!! Como diz o Ministro Barroso, dê no que der, os nossos já estão cumprindo pena e os ministros do STF e PGR's, pesacando periguete no DF ou tomando sol no Clube a tarde e tietando cantora de MPB a noite, enquanto o pais está mergulhado no caos. Vão pagar muito caro pelo que fizeram ao país. Todos eles. E, só pra gente já ir se inteirando, a parte do dossiê, relatório, ou sei lá eu que vi ontem no twitter, dá conta que os documentos que foram malocados por JB no 2474, são a principal razão dos ministros terem embarcado nas condenações mas o único ministro resslavado, expressamente, foi o revisor, o resto entrou mesmo como os "outros" ministros que é bem o que eles foram nessa AP mesmo, nada mais que figuração.

Para não perdermos a viagem, chamo a atenção para outro ponto que já já va dar problemas sérios que foi o entendimento do STF acerca da lavagem de dinheiro. Vamos ficar atentos para saber se esses entendimentos específicos da Casa Grande vão ser aplicados daqui para frente em outros julgamentos. Agora é ficar na cola desses ministros cobrando a tal " coerência" que colocou Zé Dirceu na cadeia. O que os ministros chamaram de coerência aqui na cozinha a gente chama de compromisso com o erro; agora vão ter que ir com ele até o inferno. Mete o pé na porta, Pizzolato!

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O pitoresco..

O pitoresco deste julgamento é que ele está parecendo com aquelas mesas redondas de comentário de futebol, tipo Cartão Verde, aonde os  "especialistas esportivos"  narravam os jogos que se passavam a 800 km de distância  pela tela da TV e não conseguiam ver os lances direito.  Depois ficavam com o blá-blá-blá e  outros  embromation  tentantdo enrolar a  audiência parcial ( sempre puxando a brasa  prá sardinha das grandes torcidas )...

Lamentável... Engoliram a maior lebre da hitória e ficam ai posando de entendidos em algum a coisa...Na verdade, sabem menos  do que "quem sabe menos das coisas "!!!

 

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"A democracia é o pior sistema de governo do mundo. À exclusão de todos os demais” ...Churchill.

 

Almir, eu vi um filme, já tem

Almir, eu vi um filme, já tem um tempo, que é igualzinho a esse julgamento. Chama, aqui, " Se beber, não case"; os caras estão numa despedida de solteiro e qdo acordam, no quarto, tem um tigre, um bebê, uma galinha, um deles tá sem dente, o outro sumiu, a cama tá sem colchão, saí um chinês do porta-malas do carro... E ninguém faz a menor ideia do que aconteceu... O julgamento dessa AP, é isso. Os ministros estão na festa, mandaram os caras para cadeia e não tem a menor ideia do que se trata. Eu desafio, qq um deles, QUALQUER UM DELES ( não vale o Lewandowski pq se ferrou  e teve que ler, embora fosse para ele não ler, e aí é que deu a merda) a linkar DOIS réus dessa AP, de núcleos diferentes. Perguntem a qq um deles o que o Quaglia tem a ver com o Pedro Henry ou a D. Geiza com a Katia Rabello ou ainda, Jacinto Lammas com João Paulo Cunha e aguarde a resposta... Os caras são, COMPLETAMENTE, irresponsáveis; não se preocuparam, sequer, em fazer uma costura que resistisse a um vislumbre de contradidório; qq interferência das defesas, desmontaria a AP inteira. Lembra que o Revisor alertava para o fato de cada um estar agarrado a uma parte do elefante? Pois bem, qdo a militância largou as partes a que estavam agarradas, conseguiu enxergar o absurdo do todo e pq os ministros não fizeram o mesmo? Se nós conseguimos pq eles, não conseguiram. Pq eles nem tentaram? Pq não tinham o interesse na absolvição dos réus; estavam predispostos a condenar de qq jeito. Não queriam saber de nada e se submeteram a esse vexame. Vamos condenar e depois a gente empurra pro Barbosa e a Globo resolve a vida dele como resolveu a de Ayres Britto. O nosso tá depositado e essa briga não é nossa. Não é era mesmo, mas se meteram em briga alheia com suas omissões SIM, pq suas omissões geraram condenações. Não foram, portanto, omissões e sim ATUAÇÕES covardes, interesseiras e vergonhosas. O que conseguiram com tanta mediocridade foi não poder sair a luz. Hoje, um ÚNICO ministro da Casa pode sair às ruas, sem depender da " segurança midiática", curiosamente, o único que não contando com ela, quase apanhou na rua por ter sido o homem ( ou mulher ) que nenhum dos outros foi ou jamais será capaz de ser. Eu lembro que, logo no começo dos embates o Nassif  fez uma postagem sobre o " Valentão" e foi muito bom pq eu era uma das que achava que se a gente é agredido publicamente, tem que revidar no mesmo tom ou um acima, tb, publicamente. Hoje não acho mais isso e vejo que os resultados da ponderação e respeito a Instituição são muito mais positivos, além de definitivos. se, antes já fazia isso, agora vou fazer questão de assistir as sessões para olhar na cara de cada um dos ministros que nos atiraram nesse inferno. Eles não vão estar vendo a gente mas vão saber que nós estaremos ali, olhando BEM NA CARA de cada um deles e perguntando pq, por quanto e para quê? Ah, não pergunte por quanto pq pega mal... Eu sinto muito, mas é sempre a pergunta que primeiro me vem a cabeça qdo escuto os discursos moralistas vindo de um plenário que desde o primeiro minuto do julgamento já tinha decidido enterrar o Governo Popular. É como disse ministra Rosa Weber, nem sempre a corrupção representa dinheiro... deve ser isso, Ministra mas, nesse caso específico, ela significou o quê? Amanhã é feriado mas no DF, não. Portanto, estaremos olhando para cada um de vcs e querendo saber em nome do quê? espero que sejam homens e mulheres suficiente para responder, já que por aqui, somos homens e mulheres suficiente para perguntar. Eu quero saber pq, dez caras imaginam que 40 milhões de brasileiros devem voltar para a miséria para que seus interesses sejam satisfeitos. Afinal, quem são esses dez? Não fosse essa AP e nós saberíamos quem são assim como não sabem quem somos nós. São os melhores das melhores, é isso? Talvez, fosse interessante, começarmos a investigar o conceito atribuído pelo MEC às Universidades onde se formaram e lecionam os " melhores dos melhores" que foram capazes de produzir o espetáculo mais vergonhoso da História do Direito Brasileiro. Em tempos de não corrupção, educação de qualidade e transparência, talvez seja o momento de entendermos como se dá essa conceituação já que nem um estudante de primeiro períoodo, seria capaz de proferir um terço das imbecilidades proferidas no plenário da mais Alta Corte de Justiça do país. Será que essa conceituação tb deriva de um tipo de corrupção para marketar redutos das elites e alijar do Direito as classes menos favorecidas,via conceitos em suas universidades e bloqueio na OAB, visando reserva de mercado para quem defende a livre concorrência mas, de fato, nunca competiu por nada? Esse julgamento, foi bem melhor para a sociedade do que os caras ( já disse que abandonei o Excias; pq não reconheço Excia em nada naquele plenário ), imaginam. O debate, está para muito além do financiamento de campanhas, travestido de crimes comuns, por um bando de incompetentes que não conseguiram enganar nem internautas. Bem-Vindos ao mundo real, Excias em fantasia.

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Fabio (o outro)

É incrível como já nos

É incrível como já nos acostumamos a ver que a justiça no Brasil só é feita quando há alguma intervenção externa. Quer dizer , a justiça nem mesmo assim é feita ; apenas os fatos são esclarecidos .


Maluf foi denunciado por investigações da Suíça ; o propinoduto tucano do metrô paulista foi igualmente denunciado primeiramente no exterior ; o juiz LALAU também ; a ONU chamou a atenção do judiciário brasileiro para a anistia concedida a torturadores .


Deixadas por si mesmas , nossas instituições para nada servem  ! Apenas para protagonizarem vexames internacionais .


Agora , a partir da Itália , toda a documentação ocultada no processo virá à tona. E os italianos engasgados com o caso Battisti , terão prazer em ajudar. Acredito que isso seja até mesmo muito inconveniente para muitos petistas no poder , que prefeririam ver o caso finalmente esquecido , mandando seus companheiros para o sacrifício .

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armando botelho

Com todo respeito ao

Com todo respeito ao Pizzolato , mas so agora vir com esta bomba é um tanto duvidoso , foram mais de oito anos com estas acusações ai rolando , ele com grandes advogados na sua defesa não conseguiu provar a arigem deste dinheiro . Agora e a   distribuição  para vários atores incluido ai no processo e que tambem não ficou justificado , sera que foi uma ação entre amigos?  Tenha dó !

Tai mais um motivo para ele voltar e provar sua inocência e viver por aqui o resto de sua vida e gosar aquela aposentadoria com mais de 40 milhas por mês , enquanto a turma do INSS tem que se virar coma merreca de um a dois slário mínimo .

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zuleica jorgensen

Armando, não é por nada não,

Armando, não é por nada não, mas você tem um sério problema cognitivo. Aliás, parecido com o do Joaquim Barbosa.

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ed. não logado

Inversão "Banal"

"grandes advogados na sua defesa não conseguiu provar a arigem deste dinheiro".

a) Até eu consigo provar a origem do dinheiro. Há documentos publicados dos contratos da Visanet que explicam claramente a origem: 0,1% dos valores pagos pelos usuários dos cartões. E iam para o Bradesco e Santander, além do BB.

b) O destino, com base nos documetos disponibilzados à defesa (alguns não foram e outros estão no processo secreto do Batman, o 2474). provam documentalmente o destino (mais de 5 milhões inclusive, para a Globo).

c) A (não) responsabilidade de Pizzolato também consta de documentos, mas de nada serviram. Basta um batman "achar" (a despeito de contraprovas) que ele "mandava" e ... prontchiu!

d) Não adianta ter grandes advogados que falam para juízes que não escutam, por que não querem ou porque estão dormindo (fato gravíssimo para um juíz).

e) Quem tem que provar que não é o que o acusado diz é a a acusaçã .(e ainda assim o acusado comprovou, mas nem precisaria de fato, se a acusação não provar)

f) "provar sua inocência"?! ... O colega desconhece um princípio tão básico da Justiça?

g) A sugestão de se defender após condenação transitada em julgado (não cabe recursos) é (digamos) ingênua e boa para os inimigos presos. Mas para os amigos "tudo, certo?

Portato, está na hora de parar com mantras como estes que querem insinuar um julgamento "justo".

"Comprovadamente", não foi.

 

PS: O Brasil estará bem quando todos tiverem aposentadorias confortáveis (sem trambiques) e não quando os que as tem, legalmente, sejam considerados criminosos ou as tenham reduzidas as ínfimas infames do INSS. Ou vc é comunista?

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Releia a matéria

Botelho, como não? Você não leu direito a postagem?

As provas foram ocultadas dos demais juízes do STF, em razão do sigilo do inquérito 2474, decretado pelo Joaquim Barbosa. Algumas provas, que poderiam mudar os rumos do julgamento, estavam nesse inquérito.

Aí entra aquela coisa que eu, particularmente, acho questionável em direito: vale apenas o que está escrito.

Acho questionável porque entendo que em situações como esta, em que fica patente que provas não foram consideradas, entendo como justo que houvesse instrumentos jurídicos para reanalisar tudo.

 

 

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josé adailton

sentença final

Tenho plena convicção de que ninguém é culpado, salvo as honrosas excessões. E tenho dito.

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Bom está totalmente

Bom está totalmente justificada a "fuga". Tem minha total aprovação. Inclusive ajudaria se fosse o caso. Até quando o Barbosa e o pig vão consegir fingir que nada disso é real?

Vai ser legal ver isso indo para cortes internacionais. Mas até lá o caçador de corruptos já terá se desligado do STF para ser fragorosamente derrotado nas urnas, quando então terá término seu egotrip 

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Juliano Santos

ai se tivessemos uma

ai se tivessemos uma democracia

com um judiciario e ministerio publico,,,

presos seriam outros,,,,

como nao estamos em democracia, judiciario e mp montado para atender interesse da casa grande, so esta fazendo seu papel,,,

quem viveu 1985 vai lembrar, ou nao lembram da pressao para transicao via tancredo????

e teve inocente achando que tal da elite ia mesmo largar o osso assim na boa,,,,

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mello

As  pprevaricações 

As  pprevaricações  sucessivas  do gurgel e também  do  batman,  o  joca barbosa,  vão  ficar  por  isso  mesmo ?  Comissão da Verdade  na  Justiça   já !!!

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Weyll

A realidade é que enviaram

A realidade é que enviaram para o presídio da Papuda os criminosos errados.

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corrigindo

não mandaram todos os que merecem ir pra papuda!!

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Esse documento em que a perícia da PF constatou ter sido feita uma rasura, o senhor sabe quem o rasurou?

A vida é curta demais para se beber cerveja barata!!

A folha é contra a corrupção no pt, no psdb não!!!

 Frede69

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LUCIANO GM

Trensalão e mentirão.

Eis o choque.

No trensalão de tudo que surgia nada era apurado, tudo convenientemente aruqivado por falta de provas; no mentirão algo que surgia a favor dos réus era ocultada, nada divulgado, em segredo de Justiça. A omissão como marca de impunidade de uns do trensalão e a omissão como marca de punição de outros do mentirão. No trensalão os Procuradores são amigos do Governador e quando deixam o cargo de Procurador viram Secretário de Estado; no mentirão não, os Procuradores são indicados por serem primeiro da lista de eleitos e quando deixam o Governo ganham contratos privados com empresas daqueles que deixaram de denunciar. No trensalão o Governador diz que tudo irá ser apurado mas ninguém cobrar efetividade; no mentirão tudo foi apurado e espetacularizado e muito foi omitido. O trensalão é o PSDB, que faz vinte anos no Poder de SP, e existe desde o Governo Covas; o mentirão é do PT, filhote de um "mensalão' do PSDB" de Minas, e surgiu depois de dois anos de Governo Federal. No trensalão a grana está lá fora; já no mentirão não encontraram grana considerada como ilítica lá fora.

Como no conveniente silêncio do trensalão, o ensurdecedor escândalo midiático do mentirão ruirá de fora pra dentro.

Sabe-se que o dinheiro da Visanet é substancial aos crimes da corrupção e do peculato. Com a justificativa de que esse dinheiro foi utilizado em campanhas publicitárias, inclusive bom percentual dele apropriado pelas Organizações  "Grobo" de Sonegação (mostra o DARF), com a justificativa de que o contrato com as agências de marcos Valério era anterior à gestão de Pizzolato, com a justificativa de que o Pizzolato não tinha poderes de determinar sozinho (assinar sozinho) a gestão do contrato (e de que os demais foram sequer processados), com a existência de um inquérito - o 2474 - correndo em segredo de Justiça contendo  uma prova em favor de Pizzolato e que o advogado dele não teve acesso, o mentirão começará a ruir.

Lá fora não haverá PIG. Pizzolato quer andar tranquilo. Pode não ser inocente de todo (o pacote com o dinheiro que chegou às mãos dele e ele não sabia que era dinheiro) mas não pode ter sonegado papéis que possam desconstruir a acusação, a denúncia veiculada, torná-la sem pé nem cabeça, inepta. E sem o dinheiro do Visanet - que seria a fonte de irrigação (na denúncia do dito "mensalão") da compra de políticos e pagamentos de "campanhas eleitorais" - a histária narrada no processo do "mensalão" não fica de pé. E livraria a todos. E mais, não nos esqueçamos que além do front na Itália, ainda haverá a apreciação desses papéis da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Farinha pouca, meu pirão primeiro.

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CB

Lá fora não tem pig, mas aqui

Lá fora não tem pig, mas aqui os tunganos podem dormir sossegados. Laços de capitães do mato não alcançam os brancos da casa-grande. Os barões da mídia não deixam.

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Vergonha!

Que VERGONHA para nosso judiciário...

Para ser julagado BASEADO NA JUSTIÇA tem que ter dupla cidadania e ser julgado num país ESTRANGEIRO!

Vergonha!

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

Será IRRECONCILIÁVEL a

Será IRRECONCILIÁVEL a existência atual do PIG e STF com uma democracia verdadeira!

É GRAVISSIMO um erro nestas proporções.

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

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edward

A descoberta desta prova - o

A descoberta desta prova - o inquérito que ficou escondido, longe das vistas dos defensores, que inclusive iria causar mudança radicais em todo fundamento dos delitos que puniram os réus - pode legar a possibilidade de revisão criminal, pois é uma prova somente agora revelade e descoberta pelo restante dos defensores.

Já havia pensando nisto no momento da descoberta. Cabe, agora, a todos os implicados, o pedido de revisão do julgameto, cujo prazo somente irá se escoar dois anos após o trânsito em julgado da sentença..

 

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JorgeLuis

Pizzolato não tem "poderes"

Pizzolato não tem "poderes" para pedir um novo julgamento. Ele pode usar essas provas para demonstrar que o julgamento foi político e que lhe foi negado o direito de ampla defesa, garantindo assim que não seja extraditado, de acordo com o artigo primeiro do tratado de extradição Brasil/Itália.

Uma vez que a Itália negue a extradição (o que é quase certo), a justiça brasileira pode solicitar que ele seja julgado na Itália, e caso condenado, cumpra a pena naquele país (de acordo com o artigo sexto, do mesmo tratado).

Alguém acha que a justiça brasileira vai pedir um novo julgamento na Itália e correr e risco de ser totalmente desmoralizada pela absolvição de Pizzolato? Só no dia em que as vacas voarem.

Vão deixá-lo morando lá, pelo resto da vida, na condição de foragido.

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Gão

Olha só isso:

"Caso não dê prosseguimento, a vice-procuradora-geral da República sugere o envio das provas e indícios para iniciar um novo processo na Itália;"

http://jornalggn.com.br/noticia/vice-procuradora-geral-quer-prender-pizz...

ou seja já foi

pedido oficial da Ela Wiecko

http://jornalggn.com.br/sites/default/files/documentos/requerimento_ela_...

ehehe ela é esperta ou desastrada ? ou só cumprindo seu dever burocrático ?

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  Será que o escorregadio

 

Será que o escorregadio Cardozo poderia mandar um ofício ao Justiciário italiano para que seja reaberto o processo lá na terra do grande Santi Romano  ?

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" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

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Daytona

Se a Itália aceitar que o

Se a Itália aceitar que o julgamento foi político, já estará proferindo forte julgamento de valor acerca da AP 470. Aqui no Brasil, acredito que vão atribuir tudo ao caso Battisti, pra livrar a cara do STF dessa molecagem e para culpar(mais uma vez)o Lula.

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