Revista GGN

Assine

Xadrez da democracia e do neo-brasilianista Barroso

Não há um Estado policial e sim um Estado democrático de direito querendo mudar seu patamar ético e civilizatório (Luís Roberto Barroso)

Peça 1 – os trabalhadores e as empresas

O foco central dos empresários é em sua empresa. Analisam decisões políticas, monetárias, cambiais, a partir dos reflexos sobre sua empresa. Faz parte da lógica empresarial.

Não adianta tentar convencê-los de que a melhoria geral dos salários ampliará o mercado de consumo como um todo. Ou que cortes orçamentários aumentarão sua insegurança e de sua família, pois implicará em jogar os mais pobres nos braços da criminalidade. Eles irão avaliar apenas o peso da folha e dos encargos sobre seu faturamento. Não os culpe. Seu papel é esse mesmo, não o de pensar o conjunto da economia.

Já para os trabalhadores, individualmente, não há limites físicos para aumentos de salários. O empresário é visto como o sujeito que gasta o faturamento da empresa em bugigangas, despesas faustosas, viagens e sonegação.

Também não os culpe. Jamais estiveram cara a cara com um empresário para aprender a separar os produtivos dos irresponsáveis, entender os limites das empresas e a importância dos pactos de produtividade.

O ambiente em que os dois lados conhecem-se mais um ao outro é o das disputas sindicais. Décadas de experiência, desde as históricas câmaras setoriais da indústria automobilística, no governo Collor, fizeram os sindicatos laborais entenderem os limites das empresas, os sindicatos patronais assimilarem a importância do ambiente interno saudável para a melhoria da produtividade.

Mesmo, as negociações entre sindicatos e empresas levam em conta apenas a situação da empresa ou do setor.

A quem cabe pensar o todo, implementar o projeto de Nação é o Estado nacional.

Em regimes democráticos, as eleições periódicas, com o revezamento de poder, representam a repactuação em torno das tendências majoritárias do momento.

Mas não apenas isso. Cabe ao Judiciário garantir os direitos das minorias e aos próprios governantes criar espaços institucionais, dentro do Estado, para os pactos continuados, para a consolidação de consensos e administração de conflitos.

É o que garante a convivência dos opostos, a prevalência da maioria garantindo os direitos das minorias.

Cabe aos políticos eleitos, como representantes da cidadania, definir os rumos da política econômica, o planejamento dos gastos orçamentários, obedecendo ao regramento jurídico e constitucional.

Se o modelo político não funciona adequadamente, compete aos demais poderes e à opinião pública a pressão para que o modelo seja aprimorado, mas sempre tendo em vista a consolidação da democracia.

Peça 2 – o papel do Estado

Se se deixar o país exclusivamente por conta do mercado, haverá a tendência natural dos interesses dos mais fortes se sobreporem aos dos mais fracos. Cria-se um jogo de soma negativa, porque os ganhos pontuais dos mais fortes significarão, a médio prazo, a perda geral do todo, pela degradação da segurança, da saúde, da educação.

Como pode se pensar em um modelo de país sem políticas públicas para os desassistidos? Serão jogados ao mar? Restará a eles pegar em armas, ingressar em organizações criminosas, abrigar-se nas ruas e sob os viadutos? E à elite: trancar-se em condomínios fechados e circular em carros blindados?

Mais que isso, o desequilíbrio político decorrente da conspiração que derrubou uma presidente eleita, permitiu um nível inédito de radicalização nas políticas públicas, impossível em um ambiente democrático – em que as oposições e a opinião pública conseguem atuar como agentes mitigadores.

Em um primeiro momento, haverá mais recursos no orçamento para garantir o pagamento de juros aos rentistas. A médio prazo, haverá os seguintes desdobramentos:

1.     Comprometimento da educação, em um momento em que a 4a Revolução Industrial descarta trabalhadores de chão de fábrica, substituindo-os por outros com educação aprimorada.

2.     Comprometimento da segurança. Hoje em dia, os especialistas em segurança de São Paulo trabalham com duas hipóteses. A otimista é a de que o PCC continuará mantendo a paz na periferia. A pessimista é que, com o avanço da crise, o PCC perca o controle sobre os crimes individuais. Espírito Santo está aí para comprovar a tese.

3.     Comprometimento da inovação, pelo fato do Estado ser o maior e praticamente único financiador da inovação – nos EUA é o maior – e as encomendas públicas se constituírem em um enorme fator de estímulo.

4.     Comprometimento da infraestrutura, pela falta de financiamentos privados de longo prazo.

5.     Aumento ilimitado dos gastos com juros, como ocorreu no governo FHC quando o mercado tomou o governo e fez a dívida pública saltar de 18% para 65% do PIB, mesmo com todos os recursos da privatização.

Por outro lado, se se deixar exclusivamente nas mãos do Estado, haverá sua hipertrofia em detrimento das chamadas forças de mercado. Há inúmeros exemplos na história:

1.     Os super-investimentos durante os PNDs (Plano Nacional de Desenvolvimento  ) do período militar.

2.     A Lei de Reserva de Mercado para a informática, nos tempos da Secretaria Especial de Informática.

3.     Os exageros na concessão de subsídios no governo Dilma.

4.     O excesso de cargos comissionados nos diversos governos.

Por tudo isso, há a necessidade de locais de mediação. E a única forma efetiva de mediação é no Estado através de aumento da transparência – que avançou substancialmente no governo Dilma – e dos sistemas de participação e controle da sociedade civil.

De certo modo, ensaiou-se isso durante o governo Lula.

Foram criados conselhos empresariais na ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). Havia a grande reunião da sociedade civil no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Havia vários conselhos populares nos ministérios sociais. E esses ministérios, apesar da pequena estrutura, interagiam com Ministérios maiores para garantir a disseminação desses direitos. Havia, finalmente, as conferências nacionais que lograram avanços importantíssimos, pactos na saúde e na educação juntando todos os atores – de ONGs empresariais e sindicatos de professores.

Esse modelo regrediu com o estilo autocrático de Dilma Rousseff e está sendo desmontado pelo golpe parlamentar que colocou Michel Temer no poder.

Peça 3 – o estrago do Estado de exceção

Quando, dos escombros da crise, emerge o Estado de exceção, toda essa construção se desmorona. Há o uso da força para impor medidas draconianas, o desrespeito continuado aos direitos individuais e sociais, como a tentativa de criminalização de movimentos sociais, de blogueiros. São anulados todos os amortecedores gerados pelos processos de negociação em ambiente democrático.

Por isso mesmo, um dos fatos mais anacrônicos nesses tempos de obscurantismo foi a ascensão do Ministro Luís Roberto Barroso ao palanque dos pensadores nacionais.

Não discuto o conhecimento jurídico específico de Barroso. Mas suas aulas de interpretação do país são o retrato perfumado desses tempos midiáticos, em que se resolve tudo com slogans que se impõem apenas pelo poder da repetição, um liberalismo de boutique tão raso quanto o radicalismo que brota dos rincões – neste caso, ao menos com o álibi da falta de acesso às informações.

Sua incapacidade de estabelecer correlações mínimas entre atos de exceção e seus desdobramentos, entre cortes fiscais draconianos e desenvolvimento social, entre a criminalização de um partido e seus efeitos sobre a democracia, tornam-no um doutor honoris causa do obscurantismo mais anacrônico.

Não sei se Barroso leu “Os Donos do Poder”, de Raymundo Faoro ou se limitou a se emprenhar pelo ouvido e pelas orelhas – do livro. Seu discurso anti-Estado é dos tempos de um país semi-urbanizado, no qual o protagonismo político se limitava a coronéis regionais e alguns representantes de uma classe média urbana mais intelectualizada, presente apenas nos grandes centros.

Suas leituras passam ao largo do Estado de bem-estar social, dos avanços – e dos exageros – da social democracia, das grandes políticas de inclusão, do momento seguinte ao da urbanização de uma economia.

Talvez a nostalgia do Rio capital, tenha impedido o dr. Barroso de entender o novo país que surgiu economicamente a partir da industrialização de JK e do período militar, e politicamente a partir da Constituição de 1988.

Trata-se de um país socialmente complexo, com uma musculatura social inexistente no período em que Faoro produziu sua obra. Não se trata mais da selva tropical sendo guiada pelos iluministas de boutique do Rio de Janeiro. É um país que se desenvolveu em várias regiões, onde florescem diversos novos grupos sociais, no qual os interesses tornaram-se diversificados, mas tão diversificados que a única maneira de administrar os conflitos é através da democracia – que dr. Barroso jogou para segundo plano, quando o Estado de exceção passou a interessar aos seus.

Na entrevista ao GGN, ao ameaçar receber a Lava Jato a bala, se invadissem sua casa sem motivo, Ciro Gomes apenas expressou o estado de espírito que acomete qualquer cidadão quando submetido a medidas arbitrárias, sem nenhuma espécie de mediação.

Barroso sabe muito bem que a Lava Jato tem um viés ideológico-partidário, de excluir as esquerdas do jogo politico. Os próprios procuradores já explicitaram a estratégia de concentrar todos os ataques apenas em um lado, o que significa desequilibrar totalmente o jogo político.

Que esses gênios da estratégia tentem imaginar o país daqui a alguns anos. Por quanto tempo será possível enfiar goela abaixo da população a perda de direitos? Quais serão os resultados nas eleições de 2018?

Como declarou certa vez o Ministro Barroso, “nosso maior problema é a mediocridade, é a escassez de pessoas pensando o Brasil lá na frente”.

Peça 4 – o governo tecnocrático

Um dos grandes engodos de gestão é a ideia de que uma gestão técnica, sem interferências políticas, será a mais virtuosa.

Se jogar o destino do país nas mãos das corporações públicas, cada qual jogará a brasa para sua sardinha. O Ministério Público Federal (MPF) será capaz de destruir a economia, sob a alegação de que das cinzas ressurgirá um país melhor, como está fazendo, aliás. O mesmo acontecerá com a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) e outras corporações que representam o país improdutivo, que deveriam ser apenas meio, mas, com o poder conferido por esses tempos de exceção, se transformam em fim.

É só conferir o embate de egos entre TCU, AGU (Advocacia Geral da União), CGU (Controladoria Geral da União) e MPF em torno dos acordos de leniência. E a absoluta insensibilidade em relação à situação da economia e ao quadro de desemprego. Ou os imensos cipoais burocráticos do licenciamento ambiental, do registro de empresas.

As disfunções criadas pela Lava Jato comprovaram a temeridade de se deixar o Estado à mercê das corporações públicas.

Peça 5 – o tempo político

Por todos esses exageros, pela absoluta incapacidade do bloco de poder criar um projeto de paísminimamente viável, pela reiteração das arbitrariedades da Lava Jato, pinta o seguinte quadro:

1.     Perdem força as tentativas de impugnação da candidatura de Lula pela via jurídica.

2.     O aparecimento de outsiders, como Bolsonaro e João Dória, assustam algumas pessoas mais responsáveis do PSDB. O empresariado mais liberal – em geral, representando grandes grupos de São Paulo – está órfão, depois de se decepcionarem com Marina Silva, mas tão perdido e desinformado sobre o mundo político, que de uma das melhores cabeças ouvi elogios ao senador Ronaldo Caiado.

3.     A cada dia que passa, a fragilidade de propostas do atual grupo de poder fortalece a imagem de Lula. Em uma campanha, podendo fazer o contraponto à pesada propaganda negativa da mídia, será muito fácil trazer à tona a lembrança dos tempos dourados – 2008 a 2010.

4.     Por outro lado, o anti-lulismo ainda é muito forte.

5.     Em suma, haverá mais deterioração política e social, antes que desperte em algumas mentes mais responsáveis a necessidade de se conversar para preservar a democracia.

6.     Se houvesse um mínimo de esperteza desse grupo, se aproveitaria o julgamento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tirar Temer e colocar alguma figura pública capaz de proceder a alguma forma de mediação, preparando o país para 2018.

Média: 4.8 (23 votos)
106 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Opções de exibição de comentários

Escolha o modo de exibição que você preferir e clique em "Salvar configurações".

Demolição

http://www.romulusbr.com/2017/04/a-demolicao-do-brasil-no-concerto-das.html

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Estado policial, estado democrático e crise ético-moral

“Não há um Estado policial e sim um Estado democrático de direito querendo mudar seu patamar ético e civilizatório” (Luís Roberto Barroso).

- Não obstante ter sido abstraída a contextualidade do discurso, penso ser possível universalizar: 

¹ O estado de direito é policial, sim, porque o sistema legal de controle social é baseado na ameaça de uso da força e sua eficácia depende da efetividade desta possibilidade. 

² O Estado democrático só poderá ser aperfeiçoado eticamente se ampliar o patamar de participação da sociedade civil organizada na construção das escolhas que levem a transformações paradigmáticas. 

³ A relação entre as proposições 1 e 2 será inversamente proporcional e penderá a favor: ¹ da força organizada, quanto maior for a interferência da 'eficiência técnica' nas escolhas dos atores; ² da ética moral, quanto maior for a interferência da religião, da escola e da família (moralmente estruturadas). 

*universalização dentro do horizonte do quadro histórico brasileiro como hipótese.

 

Seu voto: Nenhum

E ainda no "economês"... olha nóis aí, Nassif:



Seu voto: Nenhum (1 voto)

Operações da PF e danos econômicos


Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Eduardo Outro
Eduardo Outro

Comentários fantásticos,

Comentários fantásticos, prezado Romulus ! Um apenas diletante como eu, que nada entende de Economia e de Direito, fica pasmo ao ler os outros que entendem, num caótico estilo de fácil compreensão. Não me considero humilde, não ! O conhecimento intuitivo não é privilégio do Lula, creio que também absorvo um pouco por empatia. Digo isso porque não conheco o Thomas Conti mas a impressão que ele me deu é de um típico MELHOR aluno de uma classe que estuda Gastronomia e que na hora de fritar um ovo queima a mão. Porém, clap clap clap para ele, cujo comentário deu início à essa excelente discussão. Todos ganham, mais os que leem.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Clever Mendes de Oliveira
Clever Mendes de Oliveira

Excelente

 

Eduardo o Outro (quinta-feira, 30/03/2017 às 08:20),

Ontem, eu pensei em dizer algo semelhante ao que você disse lá no blog do Romulus, principalmente quanto ao Thomas Conti. No mais concordo com tudo que você diz, ainda que eu tenha formação em Direito, mas considero como você um leigo.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 30/03/2017

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Antonio Passos
Antonio Passos

Excelente efeito na foto

As mudanças "estranhas e radicais" nas ideias de diversas autoridades da República, ocorridas nos últimos dois anos, sugerem que algo "forte" está na origem de tão "fascinante" fenômeno.

Seu voto: Nenhum
imagem de Júnior  5 Estrelas
Júnior 5 Estrelas

Confesso,90 comentarios para

Confesso,90 comentarios para discorrer sobre uma quizumba paroquial,é muita coisa,ainda que 50% deles não guarda relação,causa,efeito,se me faço entender.Por que sou um comentarista diferenciado ou 5 estrelas e tenho a admiração e o respeito dos que me leem,mesmo na penumbra.Ora meus carissimos,cadastrados,cadastradas e alhures Essa história de que o Ministro Barroso era um iluminista,e num estalar de dedos,apagou -se em sombras,como justificativa para Luis desce-lhe o cacete,hora sim,minuto também,é o maior Copacabana Me Engana, já produzido pelo Moreno de Poços,nos últimos tempos.Me lembra signitivamente o bailado do emperucado exótico gozador nas eleições presidenciais americana.Sinalizava a esquerda,dobrava a direita,sinalizava a direita,seguia reto.Não é sem razão que afirmo peremptoriamente,que o Moreno de Poços é o mais brilhante jornalista de sua geração.Conta logo Júnior Fofo,o que diabos você sabe e nós não sabemos,imploram as almas blogueiras insones.Olho para um lado,para o outro,para baixo e para o alto.Respiro fundo e deblatero:Fofo é a vovozinha.

Seu voto: Nenhum
imagem de Eduardo Outro
Eduardo Outro

Juninho, Juninho, meu fofo,

Juninho, Juninho, meu fofo, agora você me surpreendeu !  Como é que um comentarista 5 estrelas, outros chamam de five stars que não sei o que significa, cai numa dessa ? Ficou muito evidente que você condena uma quizumba devido a.......... uma quizumba sua com o Moreno de Pocos. Curiosidade não é doenca que vai me matar mas se você quiser contar..........

Seu voto: Nenhum
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

Outra coisa Duduoutro.Mesmo

Outra coisa Duduoutro.Mesmo que quissese não poderia lhe contar.O sigilo da fonte é protegido pela Constituição.O Moreno de Poços outro dia quebrou a regra com a Presidenta Dilma.

Seu voto: Nenhum
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

Vou lhe responder por dois

Vou lhe responder por dois motivos:1)Por que gosto de você;2)Pela sua ingenuidade do bem;Eu nã tenho "quizumba" alguma com o Moreno de Poços,nem poderia ter,visto que,é um dos jornalistas já listados por mim,que tem interferencia direta na minha formação.Mino Carta,Joel Silveira e Villas Boas Corrêa,completam a lista.Temos divergencias.Luis é o jornalista mais brilhante de sua geração,canto isso em prosa e verso,dia sim,outro também.Se muitos teem a mesma opinião que a minha,nunca a externaram.No mais,você e muitos outros que aqui aportam,terão serissimas dificuldades de entender meu comentario,pela simples razão de não terem adentrados no universo da Literatura Universal aos 13 anos de idade,incompletos.

Seu voto: Nenhum
imagem de Eduardo Outro
Eduardo Outro

Juninho, meu fofo (minha

Juninho, meu fofo (minha vovózinha tambem era, tá !), desculpe-me se adentrei, sem permissão, área de cunho pessoal. É que temos visão e experiência semelhantes sobre certas coisas. Uma delas, já expus diversas vezes, considero o Nassif se não o melhor, entre os melhores. Outra que fico sabendo agora e que explica porque entendo seus comentários:  Somos eruditos. Com 10 anos completos e 11 incompletos adentrei o terreno da Literatura fazendo entrega domiciliar a assinantes de um jornal numa cidade do interior. E não deprecie, naquela época jornal era Jornal. Literatura que eu recebia de graca, porque eu também LIA o "Diário de ..."  da primeira à última página.

Seu voto: Nenhum
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

 Pelo que você escreve nos

 
Pelo que você escreve nos seus indecifraveis comentarios,leva-me a crer que era um leitor assiduo da ultima pagina da saudosa,para alguns,Revista O Cruzeiro.Era O Amigo da Onça,do impagavel Pericles. 

Seu voto: Nenhum
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

Está aí para a editoria do

Está aí para a editoria do Blog arquivar para a historia,um comentario  de um comentarista diferenciado,de como deve-se portar e conduzir-se em Rede Social.Aliado a minha intelectualidade,construida aos longos dos anos,sob a regencia do Papai,que aos trezes anos de idade me dedicava e me jogava definitivamente no mundo fascinante e belo da Literatura Universal,com o livro O Velho e o Mar,de Ernest Hemingway,um dos maiores escritores do universo,e daí não parei mais.Tudo que sei e o que sou devo a ele.Quando completei 26 anos,ele escreveu na sua agenda exatamente essas palavras;"Hoje é o aniversario do meu querido amigo,meu filho que tem de mim tudo,a generosidade,a grandeza da alma,a bondade imensa.O nome digno e querido do seu Pai".Tirei a pagina do diario,e guardo comigo até hoje.A falta que ele me faz,enchem meus olhos de lagrimas,e dilareca o meu coração.A Luis,e a minha querida Da.Loudes,só tenho que agradecer.

Seu voto: Nenhum
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

A ausencia de estrelas nesses

A ausencia de estrelas nesses meus tres comentarios,da-me a condição indiscutivel do comentarista mais "referendado" da minha geração,e cala fundo na alma,evidenciando quão pequena é a natureza humana.Vivemos tempos sombrios,muitos sombrios.

Seu voto: Nenhum

Luís Roberto Barroso é um

Luís Roberto Barroso é um boquirroto vazio, tipo Carmen Lúcia e todo mundo na atual composição do STF que não seja Gilmar Mendes (que vai se cacifando pra ser a única saída possível do golpismo rumo ao pós-2017), Marco Aurélio Mello (que tá pelo seu showzinho particular de ser "do contra") e Celso de Mello (que já tá contando os dias que faltam pra sair).

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Stefan Zweig disse que o Brasil é o país do futuro.

Já a elite brasileira quer que o Brasil seja o país do passado.

E o Brasil vai se transformando no país do futuro do pretérito.

imagem de Delano Willians
Delano Willians

Barroso é mais um bosta.

Barroso é mais um bosta.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Se esse "Xadrez" fosse um

Se esse "Xadrez" fosse um projeto de lei, a gente podia dizer que tem mais jabutis que o título anuncia.

Ok, Barroso, blá, blá blá... mas a experiência com a Flaskô, por exemplo, demonstra que quando os trabalhadores administram um negócio, não há lugar para quem encosta o corpo, para irresponsáveis nem injustiçados.

https://www.cartacapital.com.br/sociedade/flasko-a-unica-fabrica-sob-controle-operario-no-brasil-5348.html

Embarcando na falácia da simetria nas oposições entre as chamadas classes sociais, só como argumento, experimenta, agora, botar um rentista travestido de industrial para operar máquina no chão de fábrica. Não, não há simetria. Da mesma forma liberalismo e socialismo não são apenas duas formas opostas de administrar a coisa pública, apenas uma questão de opção. Liberalismo, mesmo com a elite dominante fazendo tudo para esconder, não é uma forma de administrar estado, é o fim do estado.

E reserva de mercado... ora, que país não mantém reserva de mercado? Digo mesmo entre os que se dizem paladinos do capitalismo. A reserva de mercado da indústria da informática foi bom? Depende do objetivo: queremos ter equipamentos e bugigangas iguais aos dos EUA? Ou melhor, iguais aos feitos na China com matéria-prima comprada de mão-de-obra escrava na África e com marca estadunidense? Ou queremos ter o mais próximo possível de pleno emprego e desenvolvimento de tecnologia brasileira? No mínimo questionável...

Desculpe e... cuidado! Acho que depois do que a mídia tradicional e agigantada - OESP, Globo, Folha, Abril etc., Instituto Millenium - tem feito, o pessoal já não compra mais jabutis, hein?

Seu voto: Nenhum

Xadrez da democracia e do neo-brasilianista Barroso

o Brasil já explodiu. se o estrondo ainda não foi ouvido, é apenas pela defasagem entre a velocidade da luz e a do som.

o cerco a Stalingrado foi rompido. sim, é certo que ainda haverá muito chão e muita batalha pela frente.

mas um outro Brasil está nascendo desta explosão, pela vitalidade de seu Povo, que reconquistou as ruas, delas banindo os golpistas.

a greve dos trabalhadores da educação de MG é hoje a ponta de lança deste processo. a Nação está sendo conquistada na luta contra a perda de direitos, num movimento nacional, profundamente capilarizado no tecido social.

a periferia é o centro. o interior é a capital

não haverá retorno. marcharemos em direção ao bunker fascista. o coração das trevas da lumpenburguesia brasileira:

rumo à Curitiba! fora Temer! fora todos os golpistas! salve o Povo Brasileiro!

vídeo: Sind-UTE/MG - Greve Geral MAR/2017

.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

É por peso ou é por quilo?1

É por peso ou é por quilo?

1 - "O foco central dos empresários é em sua empresa. Analisam decisões políticas, monetárias, cambiais, a partir dos reflexos sobre sua empresa. Faz parte da lógica empresarial...Eles irão avaliar apenas o peso da folha e dos encargos sobre seu faturamento. Não os culpe. Seu papel é esse mesmo, não o de pensar o conjunto da economia."

Que desrespeito com Henry Ford e com o capitalismo, Nassif! E esta aí a explicação para a mediocridade da indústria nacional.

2 - O empresariado mais liberal – em geral, representando grandes grupos de São Paulo – está órfão, depois de se decepcionarem com Marina Silva, mas tão perdido e desinformado sobre o mundo político, que de uma das melhores cabeças ouvi elogios ao senador Ronaldo Caiado."

Orfãos? Financiaram o golpe, esse e os outros, e estão orfãos? Como, se conspiraram para cassar o voto dos "operários" que se lhes opõe. Sempre contaram com a paternidade do estado se lambuzando com as riquezas nacionais e benesses que desde sempre os beneficiaram e são desinformados ao ponto de não saber o que é um regime democrático! Ora, se a melhor cabeça desse empresariado é fã de Ronaldo Caiado, que prega a morte dos indios, sabe em que estágio está o empresariado nacional em termos históricos? No Brasil colonia, de onde a elite nacional nunca evoluiu. Nossa "elite" empresarial é grotesca, atrasada e ignorante. As instiuições brasileiras, no qual Barroso é empregado como juiz,  os representam plenamente e eles são orfãos?  Representam agora assim como representavam os nobres senhores de terra no Brasil colonia. Sérgio Buarque de Holanda escreveu que “dificilmente se pode compreender os traços dominantes da política imperial sem ter em conta a presença de uma constituição ‘não escrita’ que se sobrepõe em geral à carta de 24 e ao mesmo tempo vai solapá-la”. Mudou alguma coisa?

Equívocos nesse xadrez. Porque orfãos estamos nós, os "operários" brasileiros, depois da reunião que o preposto golpista teve com os empresários quando lhe foi ordenado a tercerização selvagem que vai inviabilizar a aposentadoria de todos os que contribuiram para o INSS.

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Vera Lucia Venturini

imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

Depois que apertou

Depois que apertou cavalheirescamente minha mão,e tornou-se minha amiga,seus comentarios ganharam força e sentido.A substituição de Andre Araujo pela senhora,torna-se necessidade imperiosa e urgente,ainda que ele tenha voado no King Air do sogro.Grande Abraço.

Seu voto: Nenhum

Civilizatório - O adjetivo

Civilizatório - O adjetivo que Barroso usa parágrafo sim, parágrafo não. Já está ficando gasto.

Seu voto: Nenhum
imagem de R R
R R

Ora, direis, ouvir estrelas...

Nassif,
Esse post entra para a coleção "Ideários de uma realidade inexistente".
De que adiante discutir um modelo ideal de regime democrático, interpretando a realidade a partir dele? É certamente um cacoete de economista!

Não é preciso prender Lula. Ele está fora da disputa eleitoral de 2018; será condenado em segunda instância por um buraco na meia ou qualquer outra insignificância. O problema é os votos que ele puxa junto ao eleitorado.

E essa é a questão para 2018: quem vai pagar a conta de campanha presidencial sem financiamento privado? Qual será a nova maracutaia?

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de WELINTON NAVEIRA E SILVA
WELINTON NAVEIRA E SILVA

Não poderia dar certo

 

A velha democracia inventada na antiga Grécia, de reduzida população, sem preocupação alguma com a verdadeira justiça e a acumulação de riquezas em mãos de poucos, por mais que se tente, é muito complicado a viabilidade desse sistema na gestão de uma nação com indivíduos selecionados pelo voto popular, eleitos por um povo sem preparo algum para tamanha responsabilidade. Com toda eleição embalada pela conhecida estridente sonora cínica grande mídia “livre”.

Para piorar as coisas no caso do Brasil, país de dimensões continentais, ainda possuidor de siderais riquezas, mas, com um povo propositalmente deixado com baixo nível de educação, com importantes instituições carcomidas pela corrupção, e ainda, com nossas Forças Armadas sem um mínimo do formidável poder de fogo nuclear - imbatível arma de defesa e respeito global - contribuiem ainda mais para a democracia não dar certo.  E, haja corrupções, entreguistas, impostos e golpes a serviços dos gringos.

Seu voto: Nenhum
imagem de Clever Mendes de Oliveira
Clever Mendes de Oliveira

Melhor se mudar o título, retirando referências a L. R. Barroso

 

Luis Nassif,

Muito bom este seu post “Xadrez da democracia e do neo-brasilianista Barroso” de quarta-feira, 29/03/2017 às 06:55, publicado aqui no seu blog. Bom até porque você neste post da Série Xadrez você trata a ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff como carta fora do baralho.

Esquecer a ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff faz bem para os seus textos, pois fica menos injusto com ela, ainda que você tenha pecado por dizer que o modelo dos conselhos “regrediu com o estilo autocrático de Dilma Rousseff”. O estilo da ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff que pode ter provocado alguma regressão no modelo dos conselhos é o tecnocrático racionalista que era a característica mais importante na condução da coisa pública feita pela ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff. Faltava a ela capacidade, competência, vivência ou como quer que se denomine a falta de habilidade política da ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff.

Além de retirar no título a referência a Luis Roberto Barroso, também avalio que não faz parte do post os poucos outros trechos em que você menciona o ministro do STF. Você deve ter lido o Romulus e se emulou em criticar também o Luis Roberto Barroso, mas como não tinha muito a criticar você fez um outro post e nele você colocou o que já havia escrito sobre o ministro. Ficou mal-ajambrado.

Titulo mais adequado seria “Xadrez da disfuncionalidade da democracia brasileira”. Para ficar mais funcional a democracia brasileira precisa de um país mais igual tanto espacialmente (Já disse que se São Paulo não fosse tão poderoso, o impeachment não teria sido aprovado) como socialmente (Já disse que se o Brasil fosse mais igual socialmente a nossa representação seria mais favorável às forças da esquerda e também não haveria impeachment).

E é em decorrência da nossa desigualdade que a nossa democracia é disfuncional. É preciso de tempo e esforço no combate dessa desigualdade, mas ainda podemos imaginar que a democracia brasileira é melhor do que a indiana que ainda convive com as castas como conceito forjado na própria religião.

E menos importante também trocaria o termo “desde” na frase ali no meio do primeiro subtítulo, quando você se refere ao que você chamou de "históricas câmaras setoriais", e que transcrevo a seguir em todo o parágrafo e já do modo que considero mais adequado, ainda que não se saiba o quão exatamente elas possam ser consideradas históricas:

“O ambiente em que os dois lados conhecem-se mais um ao outro é o das disputas sindicais. Décadas de experiência, incluído (desde) as históricas câmaras setoriais da indústria automobilística, no governo Collor, fizeram os sindicatos laborais entenderem os limites das empresas, os sindicatos patronais assimilarem a importância do ambiente interno saudável para a melhoria da produtividade”.

Enfim, post excelente que pecou sobremaneira pela relevância dada ao ministro do STF Luis Roberto Barroso a quem você, se compreendesse, ou melhor, se aceitasse a natureza medíocre (aqui no sentido de mediano) do ser humano, não daria tanta relevância. Reconheço que para quem vive a cata de estadistas ou como você dizia no passado recente à cata de Jatenes, aceitar a nossa mediocridade é mais difícil do que consertar a desigualdade brasileira.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 29/03/2017

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Clever Mendes de Oliveira
Clever Mendes de Oliveira

Faço aqui uma correção e alguns acréscimos

 

Luis Nassif,

Em meu comentário anterior eu queria sugerir que a palavra “desde” no trecho “. . . desde as históricas câmaras setoriais . . . . ” fosse substituída por “incluindo”. No entanto, em vez de escrever “incluindo” digitei “incluído”. Fica então aqui a minha retificação. E observar que o meu comentário de modo geral é digitado no word e depois colado na caixa de comentário. E eu tinha digitado “desde” riscado, esquecendo que esse item não é facultado aos comentaristas.

Depois vou ver se sobra tempo para falar sobre os itens 5 e 6 no subtítulo “Peça 5 – o tempo político” da finalização do seu post “Xadrez da democracia e do neo-brasilianista Barroso” de quarta-feira, 29/03/2017 às 06:55. De todo modo antecipo que considero a cassação de mandato tanto da ex-presidenta às custas do golpe, Dilma Rousseff como do presidente antes interino e agora definitivo às custas do golpe, Michel Temer um golpe. Aliás como foi golpe a cassação pelo TSE de Jackson Lago e depois referendada pelo STF.

A minha referência ao seu desiderato de 12 Jatenes não foi uma crítica direta aos itens 5 e 6. Eu não lembro de, em minha leitura de seu post, ter dado a devida atenção principalmente ao item 6 que me parece um desarrazoado sem tamanho que só se justificaria pelo seu interesse em trazer para o blog ou aqui manter aquela turma emotiva que quer porque quer tirar o Michel Temer.

O que predominou em meu comentário foi a intenção de criticar o destaque que você dá ao ministro Luis Roberto Barroso e ele não tem relação com os itens 5 e 6. Em meu entendimento não há entre os ministros do STF nem agora nem antes nada de fenomenal que o fizesse superior aos demais tanto de agora como de antes. Assim em relação aos outros ministros do STF não considero Luis Roberto Barroso grande ou pequeno.

Penso até que nem é bom que os indicados para o STF sejam o que de melhor exista no país no que diz respeito ao entendimento jurídico. Aliás expus essa minha concepção de modo rápido em comentário que enviei quarta-feira, 26/08/2015 às 13:36, para LACosta, junto a comentário dele enviado segunda-feira, 24/08/2015 às 16:36, lá no post “Constituição é contra impeachment de Dilma por fato do mandato anterior” de segunda-feira, 24/08/2015 às 14:57, aqui no seu blog contendo artigo de Lenio Luiz Streck “Constituição é contra impeachment de Dilma por fato do mandato anterior” publicado originalmente no Consultor Jurídico. O endereço do post “Constituição é contra impeachment de Dilma por fato do mandato anterior” é:

http://jornalggn.com.br/noticia/constituicao-e-contra-impeachment-de-dilma-por-fato-do-mandato-anterior

Para LACosta o Lenio Luiz Streck seria a escolha dele para o STF. O meu comentário fora justamente para mostrar porque eu não considerava Lenio Luiz Streck um ministro adequado ao STF. Em suma o Lenio Luiz Streck não seria nenhum Luis Roberto Barroso.

E ponho em destaque aqui a minha admiração pelo Lenio Luiz Streck que agora, quinta-feira, 30/03/2017 às 13:00, pode ser visto em dois destaques na primeira página do seu blog. Um como o post entre os mais lidos da semana, intitulado “Os presos da "lava jato", o voyeurismo e a atriz global, por Lênio Luiz Streck” de domingo, 26/03/2017 às 11:45, e que pode ser visto no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/noticia/os-presos-da-lava-jato-o-voyeurismo-e-a-atriz-global-por-lenio-luiz-streck

O post “Os presos da "lava jato", o voyeurismo e a atriz global, por Lênio Luiz Streck” é originado do artigo de Lenio Kuiz Streck publicado no Consultor Jurídico com o título “Os presos da "lava jato", os índios, o voyeurismo e a atriz global”.

E o outro post dele é “"Há de ter um Tribunal neste país que barre esse tipo de autoritarismo", diz Streck sobre Moro” de hoje, quinta-feira, 30/03/2017 às 11:46, contendo, após breve apresentação do Jornal GGN, o artigo de Lenio Luiz Streck também publicado no Consultor Jurídico - Conjur intitulado “Moro dá às palavras o sentido que quer! O Direito através do espelho”. O post “"Há de ter um Tribunal neste país que barre esse tipo de autoritarismo", diz Streck sobre Moro”, que de certo modo dá continuidade à discussão do post anterior, discussão esta relacionada com as filmagens da condução coercitiva de Lula e o uso dessas filmagens pela imprensa e no filme sobre a Operação Lava Jato, pode ser visto no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/noticia/ha-de-ter-um-tribunal-neste-pais-que-barre-esse-tipo-de-autoritarismo-diz-streck-sobre-moro

E lá em cima, eu utilizei a expressão “emotiva” para trazer à baila o post “O político e o íntimo, por Eduardo Leal Cunha” de quinta-feira, 30/03/2017 às 10:32, publicado aqui no seu blog e contendo artigo de Eduardo Leal Cunha “O político e o íntimo” aparecido no site Psicanalistas pela Democracia. O “O político e o íntimo, por Eduardo Leal Cunha” pode ser visto no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/noticia/o-politico-e-o-intimo-por-eduardo-leal-cunha

Em meu comentário anterior eu critico você dizer que o estilo autocrático do governo da ex-presidenta às custas do golpe, Dilma Rousseff causou a regressão dos conselhos. Em meu entendimento o estilo é tecnocrático racionalista como se pode ver na frase com o meu argumento e transcrita a seguir:

“O estilo da ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff que pode ter provocado alguma regressão no modelo dos conselhos é o tecnocrático racionalista que era a característica mais importante na condução da coisa pública feita pela ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff. Faltava a ela capacidade, competência, vivência ou como quer que se denomine a falta de habilidade política da ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff”.

Como o assunto em discussão no post “O político e o íntimo, por Eduardo Leal Cunha” é a racionalidade e a emoção no ambiente político achei pertinente não só fazer a chamada para o post como também mencionar a minha referência ao estilo tecnocrata racionalista da ex-presidenta às custas do golpe, Dilma Rousseff.

Aliás, o artigo de Eduardo Leal Cunha, “O político e o íntimo” guarda relação com a mais bem elaborada crítica ao caráter técnico do estilo de governo da ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff e que apareceu em comentário enviado por Marco Antonio Castello Branco quinta-feira, 26/06/2014 às 01:45, para o post “Para entender o desgaste do governo Dilma” de segunda-feira, 16/06/2014 às 16:47, de sua autoria e publicado aqui no seu blog e que pode ser visto no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/noticia/para-entender-o-desgaste-do-governo-dilma

Eu já transcrevi o comentário de Marco Antonio Castello Branco várias vezes e vezes mais eu apenas deixava o link para o post “Para entender o desgaste do governo Dilma”. Uma transcrição importante que eu menciono aqui foi feita em comentário que eu enviei sábado, 08/08/2015 às 11:39 para Luiz Felipe de Alencastro junto a comentário dele enviado sexta-feira, 07/08/2015 às 23:56, para o post “O raio X da política e o fator Temer” de sexta-feira, 07/08/2015 às 19:45, de sua autoria e aqui no seu blog. O endereço do post “O raio X da política e o fator Temer” é

http://jornalggn.com.br/noticia/o-raio-x-da-politica-e-o-fator-temer

O comentário de Luis Felipe de Alencastro apenas deixava o link para o artigo dele “Os riscos do vice-presidencialismo”, publicado no jornal Folha de S. Paulo de domingo, 25/10/2009. O artigo era um elogio a experiência política de Michel Temer comparada com a falta de experiência política da ex-presidenta às custas do golpe, Dilma Rousseff. Quem lê o artigo sabe que hoje a direita tem o seu mais preparado representante na presidência da República. Não faz sentido que ela o substitua. Seria um golpe que ela daria nela mesma.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 30/03/2017

Seu voto: Nenhum

Durante décadas o judiciário

Durante décadas o judiciário se absteve de condenar, ou ao menos julgar, os maiores malfeitores e os maiores escândalos de corrupção do país, inocentando, inclusive Collor, Jáder e Sarney, dentre outros que se forem citados aqui não acabam mais

Essa estreita aliança da justiça e a direita brasileira chegou ao ápice com a perseguição do judiciário ao PT e somente ao PT, com todos seus dirigentes julgados e devidamente condenados, enquanto aqueles que há anos (décadas) locupletam também com o dinheiro do povo não veem grades de cadeia, nem nunca virão

Aqueles da direita que foram presos na lava jato, caso de eduardo cunha, possuem tratamento diferenciado

Mas porque isso? Porque o judiciário teve de intervir no sistema político e acabar com o PT e botar o PSDB à força pra governar o país?

Simples: porque o PSDB JAMAIS irá ganhar uma eleição pra presidência da República novamente nesse país, todos os votos que o Aécio Neves teve na última eleição foram por causa das ascensões das classes C e D que se acharam no direito de ter um Presidente burguês, assim como eles quase foram

Todas as medidas promovidas por esse governo de maldades do PMDB/PSDB, estão acabando com o seu próprio eleitorado, nunca vi governo com pessoas tão obtusas na minha vida, ponto pro Lula que ficará imbatível como candidato, pois todos os votos da ex-classe média, que ficarão em vias de extinção no governo Temer, irão migrar pra ele na esperança do retorno da bonança

Só restará ao Judiciário desrespeitar novamente a nação, os eleitores  e o próprio judiciário e enfiar o PSDB goela abaixo de todos nós, só assim pra que as medidas tomadas pelo ilegítimo governo Temer, que não tem o apoio de quase ninguém da população, possam continuar sem interferência, já que a "esquerda" petista tá toda presa...

 

 

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/decisao-do-stf-inviabiliza-fi...

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/04/24/maioria...

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=196157

https://www.cartacapital.com.br/politica/nos-tempos-do-engavetador-geral...

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/09/1345627-dirceu-foi-condenado-...

http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Principios-Fundamentais/-STF-con...

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/stf-deixa-processos-contra-po...

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/02/08/eduardo...

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Carlos Alberto Freitas Lima
Carlos Alberto Freitas Lima

HA SIM NÃO UM ESTADO POLICIALESCO, JURÍDICO, MIDIÁTICO.

O povo ficou à mercê de uma justiça sem nenhum compromisso com a realidade humana, decisões fúteis sempre baseadas no padrão empresarial. Um pais é seu povo, à medida que decisões transforme esse povo em escravo por si só já seria questionável. O judiciário, apaixonou-se por caviar, salmão e vinhos caros e comidas de chefs internacionais, misturou alhos com bugalhos e tomam decisões como se tivessem em outro país.  O Barrosa nada ver como a realidade brasileira, onde um corrupto confessa ou um corruptor delata e é solto e um trabalhador que perdeu o emprego por causa do corrupto e do corruptor comete um pequeno delito as garras da justiça o transforma num criminoso de alta periculosidade. Então o que esperar da justiça dos delatores, absolutamente nada. Que tenhamos algo a delatar para sermos o serviu de uma justiça que não preza a defesa e nem o advogado.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

A argumentação sustenta-se na

A argumentação sustenta-se na certeza de que haverao eleições em 2018. Nao ha uma saída que venha de um sistema que ruiu. A democracia brasileira acabou. Interessante ver que os discursos da esquerda igualmente visualizam uma saida atraves de eleicoes, um túnel que elas sequer sabem se tem um fim. Estao mais perdidos que a direita raivosa. Cenários possiveis - Continuação do desmonte nacional, com o apoio dos setores interessados ​​(empresariado, partidos no poder e midia) em direção ao estado de excessao. Aumento das revoltas, queda da economia e endurecimento das forcas policiais. Revogação das eleições com a argumentação que elas gerariam mais desequilíbrios. Possivel eleição indireta que coloque alguem para endurecer ainda mais. - Eleicao fake, base em candidatos selecionados pelos donos do poder. Cassacao midiatica implacavel a qualquer um que desponte como uma ameaca para o establishement. E claro que este modelo e insustentavel a longo prazo, porem duraria ai uns 10 anos, tempo necessario para engordar contas no exterior. Depois bye bye Brasil e inicia-sem novo ciclo. As memorias ficarao para aqueles que passaram lutando durante os tempos dificeis Alguma novidade nisso tudo? Nada, e so abrir um livro de história. Ela se repete.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Nassif, excelente artigo. Vou

Nassif, excelente artigo.

Vou tentar contribuir com o xadrez, com as impressões que tenho do momento.

A Economia

A economia do País está arrasada. Percebo isso no contato diário que tenho com pequenos empresários. Hà uma série de fatores contribuindo para isso:

  • juros altos

  • Falta de crédito

  • o ativismo de judiciário, mp e pf a todo vapor

  • a falta de habilidade míníma da equipe economica em propor medidas mínimas que sejam de recuperação da economia no curto prazo.

  • A baixa inflação, indicanto a economia em recessão profunda, o que, com juros altos, sobe ainda mais a taxa real de juros. Sem contar que a inflação se mantêm positiva pelo alto fator de indexação da nossa economia. Sem dúvida a inflação de demanda está ainda mais baixa ou mesmo negativa.

  • O aumento de impostos errados neste momento: ora, Dilma errou quando desonerou a folha e não houve aumento de emprego. Porém, agora, Temer erra em tirar esta desoneração pois fatalmente haverá um viés de maior aumento de desemprego ou, pelo menos, a liquidação de qualquer tentativa de novas contratações nos setores com a desoneração revertida.

 

Todos esses fatores indicam que o País sangra a olhos vivos a cada dia que passa. Tanto pela “lava jato” e seus espetáculos, quanto pela economia. O primeiro alimentando o segundo. E o segundo agindo pela absoluta falta de sensibilidade e bom senso da atual equipe economica. Estão tentando corrigir erros da Administração Dilma como se o País ainda estivesse em fase de crescimento. Só que agora o diagnóstico é outro. Estão dando a resposta que julgam correta, o que não entenderam é que agora, a pergunta é outra.

Desta forma, a continuar assim, a chance maior atualmente é chegarmos a 2018 com Lula quase que imbatível eleitoralmente.

Ai entram alguns fatores no meio do caminho.

O julgamento da chapa Dilma/Temer no TSE e STF.

Para Lula o melhor seria que Temer vencesse em um julgamento moroso, sangrando e com o País arrasado até 2018.

Para o País, o melhor seria o TSE e o STF retirarem Temer rapidamente e houvesse a possibilidade de ser eleito alguém minimamente responsável com o País – mas que evidentemente não será de esquerda.

Para Temer o julgamento será ruim de qualquer forma. Se ele e Dilma vencem, o impeachmant fica desmoralizado. Se ele separa a chapa, indica os dois novos ministros, vence e ela perde, o TSE se desmoraliza e Temer se desmoraliza mais ainda perante a opinião pública. Se ele perde, com o julgamento se arrastando pelo TSE e STF até meados do ano que vem, ele perde e muito, pois o País vai sangrando até lá e a tendência é não se conseguir nem frear a lava jato e nem arrumar a economia nesse meio tempo.

Valtamos então para o que seria melhor para o País:

TSE e STF cassem rapidamenta a chapa Dilma/Temer e retirem Temer da Presidencia.

Abriria caminho para que seja eleito alguém com um mínimo de responsabilidade com o Páis e que agisse no curtíssimo prazo – até 2018 – para, basicamente concretizar dois pontos cruciais:

  1. Neutralizar a lava jato e todo o aparato juridico-policial federal, incluindo ai a PF, MPF e judiciário, com vistas a retirar a insegurança jurídica no Páis.

  2. Conseguir reativar a economia com um grande programa imediato de obras públicas e agilizando os acordos de leniência com as empreiteiras nacionais.

  3. Provocando um abaixamento mais rápido da selic e promovendo um aumento de crédito principalmente para pequenos empresários, com programas de remanejamento de dívidas.

Quem seria capaz de fazer algo pelo menos parecido com isso ?

Quais seriam os nomes para uma eleição indireta, com chances de ser eleito ?

Nelson Jobim ? Gilmar Mendes ? Rodrigo Maia ?

Lula teria alguma chance com este congresso ?

Ainda, algum desses seria capaz de implementar algum esboço de programa de recuperação ?

Creio que são as principais incógnitas.

Seu voto: Nenhum
imagem de j.marcelo
j.marcelo

O engraçado Nassif é que o

O engraçado Nassif é que o caos se instalou e se mantém por causa das omissões do judiciário e estes caras querem propor soluções à lá hiprocisia, são sem noção da realidade brasileira,põe eles com uma mesa na calçada para atender o povão q melhoram rapidinho ou parlamentares aprovem uma lei de abuso de autoridade bem severa e limites no vencimento destes "deuses"que eles descem para a terra Brasilis que nem um jato (da Embraer) arribaa Brasil !
Obs:Xadrez depressivo,sem perspectiva, pode até não ser pois escrevo aqui sem pensar muito,meio na lata por isso q sai muita coisa "estranha" da minha parte !

Seu voto: Nenhum (1 voto)

NASSIF! É ISSO! É UM GOLPE DE CORONÉIS! DE TODOS OS LADOS!

NASSIF! É ISSO! É uM GOLPE DE CORONÉIS! DE TODOS OS LADOS! Contra a Evolução Social e as Mudanças de Classe! Por favor!



"Não sei se Barroso leu “Os Donos do Poder”, de Raymundo Faoro ou se limitou a se emprenhar pelo ouvido e pelas orelhas – do livro. Seu discurso anti-Estado é dos tempos de um país semi-urbanizado, no qual o protagonismo político se limitava a coronéis regionais e alguns representantes de uma classe média urbana mais intelectualizada, presente apenas nos grandes centros."

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Ops!

Barroso tinha começado bem. Talvez se no lugar de denúncias, críticas e cobranças os setores progressistas tivessem feito como fazem os conservadores, o tivessem adulado, aliciado, elogiado, se tivesse enviado-lhe flores e uma passagem para um cruzeiro nas ilhas gregas, quem sabe...

Não, não... viagem minha. Os setores progresistas, diferentemente dos conservadores, não oferecem a glória dos holofotes e nem o poder do dinheiro Os preogressistas só têm a oferecer tranquilidade de consciência. E quanto a isso, os conservadores oferecem anestesia de consciência, alegre alienação, festas e badalações.

Obama ganhou o Nobel da Paz e durante seu mandato os EUA aumentaram a escalada de violência, agressividade, hostilidade e terror...

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de CARLOS FM
CARLOS FM

Bate mais, porfa!

Nassif, alguém postou que você está batendo demais no Barroso.

Discordo veementemente: você está batendo pouco, considerando-se o estrago que ele faz na democracia e na justiça cada vez que fala o que seus manipuladores globais (nos dois sentidos) mandam falar.

Por favor, bata mais nele. Se der tempo, bata nos outros também (nem preciso dizer nada sobre o Gilmar Dantas, certo?).

Seu voto: Nenhum (1 voto)

A democracia do Barroso não atravessa o túnel

Quando da indicação do Barroso, no meio de vários pontos supostamente positivos de seu currículo, estava lá, foi advogado da Globo. Aí uma pulga postou-se atrás de minha orelha. 

Todos tem direito a advogado, certo. Mas acho pior advogar para a Globo do que para o maníaco do parque por exemplo. Advogar para ela é fácil, muito dinheiro, e a vitória é certa, para início de conversa. Depois, é colocar-se como instrumento jurídico de um poder intimidador. Pior do que ser advogado do PCC, pois sempre pode-se correr risco de vida, por algum motivo.

E não deu outra. No STF, Barroso posta-se como instrumento jurídico da Globo. É liberal na moral e nos costumes. Como diz o Nassif, Iluminista do baixo Gávea. A favor do feminismo, aborto, liberação das drogas, opção sexual e etc. Mas para por aí. A democracia do Barroso não atravessa o túnel.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Juliano Santos

imagem de adroaldo lima linhares
adroaldo lima linhares

A chamada deveria ser

A chamada deveria ser "Democracia no xadrez".

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de dja
dja

Jobim em abril pa apaizigua

No mês de abril provavelmente, o impopularissímo, MT cai, em seu lugar fica o Barroso da política, Jobim, este já está saindo por aí dizendo bem de Lula, já já, falará bem de FHC "pa apaizigua",no entanto, o ex-STF, é mais do mesmo, ou talvez pior se trocar Meirelles por Serra no ministério da fazenda. No ano que vem tem que ter eleições diretas, e o presidente eleito deve ser da esquerda, porque a direita só tem um nome competitivo no cenário nacional, o Dória, que, entretanto, enodou-se de lobbys S/A. 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Romanelli
Romanelli

DORIA, antes de mais nada,

DORIA, antes de mais nada, NÃO ganhou em SP  ..a maioria esta desinformada, ou NÃO entendeu nada do que aconteceu por aqui  ..e vai continuar a acontecer

Quem PERDEU foi Rarddad  ..assim como Martaxa  ..DILMA e Erundina

gente sem carisms ..arrogantes ..que se acham predestinados e senhores supremos quando chegam ao Poder  ..NÃO ESCUTAM, NÃO PENSAM

Perdem, ou nunca adquirem a qualidade da HUMILDADE que deveriam ter  ..ou jamais desmercer 

HUMILDADE dum DOUTOR Luiz Inacio LULA da Silva por exemplo

Claro que não se deve brincar com a fraqueza alheia  ..mesmo porque AQUI a esquerda AINDA não tem candidatos  ..e na falta de ..infleizmente ..vai por WO mesmo  ..assim como foram os ultimos 30 anos no Estado

De qq maneira, penso que isso esta restrito a esta Paulicéia desvairada  ..difícil saltar fronteiras

nota - por sermos uma sociedade multi PLURAL ..multi social  ..multi racial ..multicultural  ..cosmopolita  ..o REDUCIONISMO praticado por algumas destas lideranças (homes x mulheres  ..cotas RACIAIS  ..paulistas x nordestinos ..motoristas x ciclistas ..etc) tiveram um enorme peso na opção de em quem NÃO escolher em 2016

https://www.youtube.com/watch?v=4V9Z9aBYt4g

 

 

 

Seu voto: Nenhum

O Barroso te decepcionou bastante não é Nassif?

Você esperava mais dele?

Eu nunca esperei nada da justiça do nosso país que não fosse dar suporte para os abusos da elite, sendo ela mesma parte dessa elite.

Espero que o careca fascista sente bem ao lafo do Barroso, quem sabe isso dome sua empáfia e o deixe menos pernóstico!

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Ana Bednarski

Esse Junior Five Stars

Esse Junior Five Stars deveria se chamar Junior Mutley..Só pensa em medalha, ops.., digo estrela.

De resto concordo com a Desembargadora aposentada Zuleica Jorgensen Malta Nascimento, que deve conhecer mais que ninguém essas figuras.

Seu voto: Nenhum (4 votos)
imagem de WG
WG

Tomo a liberdade de

Tomo a liberdade de acrescentar um parágrafo à Peça 1 - Uma plutocracia perversa, ao perceber que pode perder um naco do PIB na crise, violenta o estado de direito. Faz parte da lógica do poder no Brasil.  O ministro Barroso, tentando justificar o injustificável, revela seu maior problema: a mediocridade.   

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Eduardo Outro
Eduardo Outro

Grosso modo nossa sociedade é

Grosso modo nossa sociedade é composta por empresários, trabalhadores e OS DEMAIS. Empresários, pensando só em encargos, e trabalhadores, pensando só no contracheque, chegam sempre a um acordo. Trabalhadores sabem que contracheque só existe com empresa funcionando; empresários sabem que encargos só são pagos com empregados produzindo.  E os magistralmente expostos na Peca 1 só almejam o não menos magistral da Peca 2, um Estado de Fato e de Direito, que norteie e forneca meios para negociacão, um Estado Democrático. Peca 3 ? Nem pensar, impossível !  Ah ! se assim "sesse" que bom não "foria" ! Para infelicidade geral da Nacão tem OS DEMAIS: "Empresários" sem empresas, "trabalhadores" que não trabalham e são donos de sindicatos,  "juízes" que não julgam mas prendem, "polícia"  que não policia e ama holofote, "pastores" que não pastoreiam e fazem arrecadacão, "políticos" que só fazem politicagem e corruptos que combatem a "corrupcão". Todos personagens da Peca 3. Caminho só tem um, Peca 1 e 2 tem de aniquilar Peca 3, ou por ela será aniquilado, apesar de que, nesse caso, entre vivos e feridos, morrem todos. Mesmo metaforicamente, às armas, às armas !

Seu voto: Nenhum
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

Gosto de força de graça,não

Gosto de força de graça,não só porque é meu fã,mais ainda por ser do bem.Essa historia do trabalhador "só pensar no contracheque",doeu-me a região situada entre o fígado e alma.

Seu voto: Nenhum (5 votos)
imagem de Eduardo Outro
Eduardo Outro

Oh ! Juninho, em parte toda

Oh ! Juninho, em parte toda razão pra você, mas em parte !  Seu fígado e alma merecem explicacão para mitigar a dor que acomete o meio caminho entre eles. Pensar só no contracheque é durante a negociacão e não no dia inteiro. Foi dito a partir do que escreveu aquele que você chama de Luis ou de Moreno de Pocos de Caldas, "...individualmente, não há limites fisicos para aumento de salário". Claro que o trabalhador tem muito a pensar e a fazer além do contracheque. Leve não pro lado pessoal.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Junior 5 Estrelas
Junior 5 Estrelas

PQP.Gosto de VOCÊ de

PQP.Gosto de VOCÊ de graça,quero dizer.

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Romanelli
Romanelli

Não gostei da

Não gostei da análise

 ..queria mesmo que a sociedade fosse dividida entre empresário e empregado ..mas ..mas no BRASIL (e faltou empenho da sua análise), faltou o FUNCIONÀRIO PÙBLICO ..a burocracia IMPUNE de nababos que consomem IMENSA parte da riqueza do país ..e da energia, com suas omissões, ABUSOS e ondas de preguiça.

Mais, rentista NÂO é problema (é NECESSÀRIO), problema é a política monetária que garante os excessos da SELIC pra toda sorte de CRENDICES não sustentadas pelas estatísticas (como instumento suficiente pra se manter a inflação no lugar)

Veja, reflita, como pode eu gastar mais de Correio pra PENHA-PIRITUBA do que um CHINES me mandar um chaveiro de PEQUIM ? ..ou de Miami, de Londres ?  ..isso acaba com o nosso comercio eletrônico  ..com o "MICO_empresário" (..e já digo que privataria NÃO resolve, pois até o FEDEX aqui canta de galo)

Olha a OFENSA que ainda é os INÚMEROS ESTADOS da Federação que ainda não colocaram LIMITES nos benefícios e aposentadorias de seus funcionários lotados nos TRÊS PODERES   ..aliás, inclusive, com muitos deles INFILTRADOS nesta onda de protesto conta a previdência querendo salvar seus dedos.

Veja o escárnio (a cospida na CARA) que é termos no JUDICIÁRIO, LEGISLATIVO e EXECUTIVO funcionários BURLANDO o teto constitucional (entre eles juízes supremos e procuradores)  ..simples garçons ganhando mais que professor UNIVERSITÀRIO ??!!

mas o que é isso ?! Páis de gente lerda mesmo, e céga, ILUDIDA e enganada !!!

..queria mesmo que nossos problemas estivessem restritos a essa dialética poética (padrões e empregados) 

 

Seu voto: Nenhum
imagem de Eduardo Outro
Eduardo Outro

Saqueuacho, prezado

Saqueuacho, prezado Romanelli, o Nassif desanca o Estado Tecnocrático enquanto sua artilharia é também contra o Funcionário Público, a meu ver uma das vítimas de plantão. Se você paga uma fortuna para enviar uma encomenda pelos Correios que culpa tem o pobre carteiro ? E aguarde o Kassab privatizá-los para ver a quanto vai. E a grande maioria do funcionários do Executivo, maior empregador público, mas até no Legislativo e Judiciário,  lutam para ultrapassar o teto de uns 3 ou 4 salários mínimos.

Seu voto: Nenhum (1 voto)

Se jogar o destino do país

Se jogar o destino do país nas mãos das corporações públicas, cada qual jogará a brasa para sua sardinha. O Ministério Público Federal (MPF) será capaz de destruir a economia, sob a alegação de que das cinzas ressurgirá um país melhor, como está fazendo, aliás. O mesmo acontecerá com a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) e outras corporações que representam o país improdutivo, que deveriam ser apenas meio, mas, com o poder conferido por esses tempos de exceção, se transformam em fim.

Seu voto: Nenhum (4 votos)

Nassif, mas será que não há

Nassif, mas será que não há meios de enquadrar essas corporações ?

Por que uma coisa é recuperar a economia no curto prazo, que não tem nada a ver com isso.

Mas outra é criar competitividade ao País, no médio e longo prazo.

Ai fatalmente alguém terá que se emfrentar as corporações incluindo MP, PF, Judiciário,  TCU, universidades, etc...

Não se pode ter um País em que funcionário de nível médio, auxiliares administrativos, recebam mais de salário inicial que um professor, que tem cargo de nível superior em todo o País, mesmo na educação básica. Um País assim é completamente disfuncional. E isso é apenas a ponta do iceberg, é um exemplo. Uma hora isos terá que ser enfrentado.

Nem que seja com a terceirização de funções da justiça.

 

 

Seu voto: Nenhum
imagem de Júnior 5 Estrelas
Júnior 5 Estrelas

A liberdade de expressão dos

A liberdade de expressão dos outros,foi suprimida após o devaneio de publicar comentários,e depois excumunga-los.O que eu posso fazer?Instaure-se a moralidade ou nos loucupletemos-nos todos.O mais grave é que fica tudo guardado a sete chaves,e ninguém fica sabendo de nada.Segundo o Ministro Luiz,não o Barroso,mas o Fux,a verdade é uma quimera.Tem toda razão.

Seu voto: Nenhum

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.