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Xadrez da República dos Procuradores

Poucas vezes, na história de uma República permanentemente sujeita a golpes, viu-se uma espetáculo tão deprimente de falta de compostura institucional, uma ópera bufa da pior espécie.

O país institucional tornou-se uma verdadeira casa da Mães Joana, com personagens indignos de representa-lo  à frente do Executivo, do Congresso, do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria Geral da República, do Judiciário e dos partidos políticos.

Brinca-se com o poder, derruba-se um presidente eleito, arma-se contra o interino que aboletou-se do cargo, fazem cálculos sobre o momento de impichar a chapa, se agora, se no ano que vem, valem-se de seu poder institucional para toda sorte de abusos.

Procuradores atuam politicamente; deputados lutam para legalizar o crime; Ministros do Supremo e o Procurador Geral da República manipulam prazos de inquéritos para proteger aliados; juízes de 1a instância autorizam grampos a torto e a direito.

Mas era previsto, tal o grau de desordem institucional plantada no país pela abulimia do STF, ao permitir o atropelo da Constituição. Deve-se ao Supremo esse vale-tudo.

Cada grupo deu sua contribuição para o golpe, Sérgio Moro e Rodrigo Janot vazando grampos ilegais, a imprensa no exercício amplo da pós-verdade, o Supremo acovardando-se e abrindo mão de seu papel de guardião da Constituição e a presidente incapaz de defender seu próprio mandato.

Consumado o golpe, sem dispor mais do agente aglutinador, passou-se a disputar o butim do poder. E agora chega-se a esse vale-tudo vergonhoso, sem um estatuto da gafieira para discipliná-lo minimamente.

Vamos entender um pouco mais esse Xadrez da Ópera Bufa.

Peça 1 – o tempo político na era das redes sociais.

Nessa era das redes sociais, das notícias online, o tempo político tornou-se impressionantemente curto. Processos que, antes, levavam meses para amadurecer, agora acontecem em questão de dias ou horas.

Qualquer fato relevante espalha-se em minutos pela opinião pública de todo o país. Não é necessário mais aguardar a edição impressa do jornal no dia seguinte ou a edição do Jornal Nacional à noite.

Reverberando em tempo real, o noticiário acelera não apenas a tomada de consciência como a tomada de decisões.

É um dado relevante para nossos cenários, inclusive na análise do tempo político do golpe e da atual onda conservadora-liberal.

Mal se saiu do golpe, o jogo começa a afunilar e a tornar mais nítidos os personagens reais do novo poder: a aliança PSDB-PGR-STF-mídia-mercado. Eles darão as cartas daqui para frente.

Peça 2 –o PSDB passa a tutelar Temer

O primeiro lance foi em cima do Executivo, da camarilha de Michel Temer.

No dia 24 de novembro saiu a notícia das gravações do ex-Ministro da Cultura Marcelo Calero com várias autoridades do governo – incluindo Temer.

No mesmo dia, matamos a charada, no “Xadrez do golpe no golpe͟” (https://goo.gl/f6BFfS), ao mostrar os vínculos de Calero com o PSDB.

No dia seguinte, haveria um almoço entre Temer e Fernando Henrique Cardoso. Analisando a reação da Globo em relação ao episódio, o xadrez ficou nítido. De um lado, a Globo incensando a coragem de Celeró e dando ampla visibilidade ao encontro do PSDB, com a cobertura centrada na figura de Fernando Henrique Cardoso; do outro, no Jornal Nacional uma catilinária que não poupou Temer.

Juntando peças no “Xadrez do homem que delatou Temer”͟ (https://goo.gl/wsMq0D), a conclusão era quase óbvia: usaram o tombamento pelo IPHAN do Secretário da Presidência Geddel Vieira Lima, para a Globo montar sua dramaturgia com Celeró visando colocar Michel Temer sob a curadoria do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ontem mesmo – primeiro dia útil após o almoço com FHC – o pequeno Temer colocou em campo o Secretário Moreira Franco para negociar com o presidente do PSDB, Aécio Neves, uma maior participação do PSDB no governo.  E aceitou a condição apresentada por FHC, do PSDSB passar a participar da formulação das políticas de governo (https://goo.gl/Kedkne). Tudo devidamente combinado com FHC no almoço que aconteceu um dia depois de Caleró botar a boca no trombone.

               

Nas próximas semanas haverá reforma ministerial contemplando a nova composição de forças. Provavelmente dançará também Eliseu Padilha, que supôs ter comprado o silêncio da mídia com sua bolsa-mídia. Os pactos de tinta da mídia são mais flexíveis que os pactos de sangue da máfia. Esse tipo de barganha garante a blindagem somente até a véspera do último dia.

Em um governo em que há corrupção até na liberação de edifícios residenciais, como manter no cargo um Ministro com a ficha de Padilha, envolvido em falcatruas até em prefeituras do interior, sabendo que passam por ele todas as indicações a cargos públicos, incluindo as diretorias do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal? As grandes corrupções institucionais, complexas, sofisticadas, ao largo da compreensão da opinião pública, não podem conviver com ladrões de galinha. A diferença entre a camarilha e os profissionais é a mesma entre, digamos, um Carlinhos Cachoeira e um Madoff.

Por sua vez, um Padilha custa cerca de dez Geddel. E o governo Temer não tem consistência para suportar nem meio Geddel a mais.

Os valentes conquistadores que, nos primeiros dias no poder, ordenaram uma Noite de São Bartolomeu no serviço público, sob pressão expõem sua verdadeira dimensão: Geddel aos prantos pelos corredores do Palácio, Padilha internado com pressão alta.

Mas o novo tempo de jogo está apenas começando. E nem se incluíram as perguntas de Eduardo Cunha e Michel Temer em seu julgamento pelo juiz Sérgio Moro.

Peça 3 – o Judiciário tenta submeter o Congresso

Não basta o enquadramento de Temer. A ofensiva seguinte é em cima do Congresso, no embate em torno das tais 10 Medidas contra a corrupção e da Lei Contra Abuso de Poder.

Com ou sem Geddel, e com Padilha na linha de fogo, a bancada do PMDB, somada ao Centrão, não entregaria facilmente a rapadura.

É por aí que entra o fator Judiciário.

As 10 Medidas não visam apenas conferir maior efetividade no combate ao crime: visam a conquista do poder institucional pelo Ministério Público e pelo Judiciário.

Estão em jogo as delações da Odebrecht e das demais empreiteiras. A lista de nomes conferirá um poder inédito ao Procurador Geral da República. Com o apoio da Globo, o PGR tem o poder de engavetar denúncias, inquéritos, definir o ritmo dos inquéritos em andamento, escolher quem será ou não processado.

Além de livrar os seus do crime do caixa dois, o Congresso não quer deixar os procuradores com esse poder ilimitado nas mãos, ainda mais agora que ficou nítido que disputam efetivamente o poder.

Cada procurador, aliado a um juiz de 1a instância, tem poder de mandar para a cadeia qualquer pessoa sem prerrogativa de foro, expô-la à humilhação pública, grampeá-la e divulgar os grampos – como ocorreu no episódio Garotinho – com a garantia de que será blindado pelos escalões superiores. Não é por falta de lei. É por solidariedade de classe.

No Congresso, as únicas lideranças capazes de fazer frente a esse poder avassalador do MPF-Globo seriam o presidente Renan Calheiros e o líder da maioria Romero Jucá, ambos donos de uma biografia política polêmica.

Na quarta-feira, Renan jogou sua grande cartada – votar o regime de urgência para a Lei de Abuso de Poder -, mas o Senado refugou. O temor dos Senadores – tanto do MPF quanto da opinião pública – foi maior e deixaram seu líder ao relento.

Na quinta-feira, o Supremo analisará uma das ações contra Renan. O caso está nas mãos do Ministro Luiz Edson Fachin. Com a tibieza demonstrada pela casa, nos últimos tempos, e com a frente ampla de defesa dos juízes, é possível que Renan seja degolado. E Jucá virá atrás. Ontem mesmo, a Lava Jato tratou de retaliar e vazar denúncias contra Jucá.

Não que não mereçam. Mas, de imediato, se os dois comandantes efetivamente forem deixados fora de cena, não haverá poder capaz de se contrapor ao poder quase absoluto do Ministério Público. Abre-se espaço para a pessedebização final do governo Temer e para o início efetivo da República dos Procuradores.

Mas como o homem põe e o destino dispõe, há o agravamento da crise política colocando um complicador a mais no nosso xadrez.

Peça 4 – a ideologia dos economistas do PSDB

Cada escola de pensamento costuma de embaralhar em seus dogmas ideológicos. Os desenvolvimentistas acreditaram que o excesso de subsídios resultaria em um aumento da atividade que compensaria a queda de receita. Os ortodoxos acreditam piamente no papel das políticas monetária e fiscal, como únicos instrumentos de gestão da economia.

Mas há uma diferença fundamental entre os monetaristas históricos e a geração de economistas de mercado que se torna hegemônica a partir do plano Real usando o PSDB como “cavalo”. Os velhos economistas ortodoxos, monetaristas, utilizam suas ferramentas teóricas tendo como objeto de análise a realidade, assim como sua contraparte, os desenvolvimentistas. Ou seja, desenham as estratégias que consideram mais adequadas para o país.

Já os economistas de mercado, tendo como base a PUC-Rio e como inspiradores os economistas do Real, sempre atuaram ideologicamente pensando apenas nas estratégias de fortalecimento do mercado, que criem novos negócios, que permitam o predomínio do financista em relação ao restante da economia, independentemente dos efeitos sobre o país.

Banco Central, Fazenda e BNDES já trabalham assim, procurando

1.     Instituir o teto para despesas, liberando o orçamento para os próximos vinte anos, para pagamento exclusivo dos juros e amarrando as mãos dos futuros governantes para qualquer outra tentativa de políticas pró-ativas.

2.  Mudar o comando das grandes obras públicas, das empreiteiras para o mercado. Para tanto, além de esterilizar R$ 100 bilhões do BNDES, estão proibindo-o de financiar exportações de serviços ou mesmo de financiar qualquer empresa que esteja fichada na Lava Jato.

3. Ao mesmo tempo, articulam a criação de fundos para trabalhar dívidas públicas renegociadas, visando servir de lastro para os fundos de infraestrutura que passarão a comandar os investimentos.

4. O ajuste fiscal produzirá uma razia na atividade econômica, já afetada pela maior recessão da história. Pensa-se, com isso, em reduzir a resistências às reformas e, ao mesmo tempo, derrubar preços de ativos, permitindo um redesenho da economia através dos processos de fusões e aquisições capitaneados pelos grandes fundos de investimento.

5. Manutenção dos juros altos e do câmbio baixo, para potencializar os ganhos do mercado.

Algumas ideias são razoáveis, outras meramente ideológicas. Mas o conjunto final é catastrófico: visando a disputa ideológica, de eliminar definitivamente as empreiteiras como fontes de influência e de poder, criam um vácuo na atividade econômica

Mesmo assim, esses economistas são as únicas fontes de idéias do PSDB. Os comandantes do partido – Aécio, Serra, Alckmin, Aloysio, José Anibal – são incapazes de formular uma ideia estratégica sequer. Seu único papel é o de meter-se em disputas braçais contra os adversários, tarefa que exige muita corda vocal e pouco cérebro.

Peça 5 – o recrudescimento da crise

Há alguns pontos centrais na política econômica, comuns a qualquer escola de pensamento.

Quando a economia está despencando, a retomada depende de alguns fatores de demanda:

1.     Consumo das famílias

2.     Consumo do Estado.

3.     Exportações.

4.     Investimentos

Nenhuma dessas pré-condições está presente.

Nenhum economista de peso aposta na recuperação da economia. O fato do governo ter jogado para o segundo semestre de 2017 significa apenas que não há nenhuma perspectiva de recuperação no curto prazo.

O que diz o economista Afonso Celso Pastore (https://goo.gl/kFyvDQ)

Nada disso seria uma surpresa (a maior recessão dos útimos 25 anos) para quem evitasse fazer previsões sobre o PIB dando um peso excessivo aos índices de confiança, em vez de ponderar as perspectivas das exportações, do consumo das famílias e da formação bruta de capital fixo.

Com as exportações mundiais e os preços de commodities em queda, não podemos esperar que as exportações brasileiras impulsionem a retomada do crescimento. Nem o consumo das famílias poderá exercer essa função nos próximos trimestres, quer porque, após o encerramento da recessão o nível de emprego e os salários ainda sofrerão quedas, quer porque os bancos deverão continuar retraídos na concessão de crédito.

Resta esperar que a retomada do crescimento venha dos investimentos em capital fixo, mas, na grande maioria dos setores, há uma enorme capacidade ociosa, e assistimos a um número recorde de empresas em recuperação judicial. 

Delfim Neto é mais sintético, mas com o mesmo pessismismo (https://goo.gl/lh56Yh)

Há sérias dúvidas, por exemplo, sobre a eficácia da política anunciada "urbi et orbi" que teríamos em 2016 uma política fiscal fortemente contracionista.

Primeiro, porque assustou o setor privado que sofreu o contracionismo efetivo de 2015 e viu a demanda global desabar e, segundo, porque há sérias dúvidas se ela será, de fato, contracionista.

Quanto à política monetária, esta, sim, tem sido restritiva: houve aumento da taxa de juro real e recusa a enfrentar a necessidade de sustentar uma taxa de câmbio real competitiva e relativamente estável, o que inibe o investimento e as exportações industriais, dois vetores do crescimento.

Sem uma acomodação do crédito para mitigar a alavancagem do setor privado e sem a garantia de uma taxa de câmbio real adequada, é muito pouco provável que se restabeleça uma "expectativa" de crescimento e que volte à vida a indústria nacional.

E, sem elas, o equilíbrio fiscal, apesar de ser absolutamente necessário, continuará apenas uma ilusão...

A rigor, qual a única instituição que está efetivamente preocupada com o quadro econômico? Justamente o Senado de Renan Calheiros:

Em face das crises recorrentes, o presidente do Senado Federal reitera a imperiosidade de uma agenda a fim de superar o agravamento da situação econômica que penaliza toda a sociedade brasileira. (...)

Segundo o presidente, o ajuste que está sendo implementado é uma obrigação para fazer frente ao momento econômico, mas precisa ser complementado com medidas de retomada da atividade econômica, geração de empregos, recuperação dos investimentos e, o principal, a redução dos juros. Não é somente o limite de gastos e a reforma da previdência. (...)

Peça 6 – desfechos possíveis

Seja qual for o desfecho desses embates PSDB x Temer, Congresso x Justiça, a única maneira de superar a crise será um pacto nacional para consolidar a única política econômica capaz de tirar o país do atoleiro:

1.     Aumento dos gastos públicos nas grandes obras públicas e nos programas sociais.

2.     Uso dos bancos públicos – BNDES, BB e CEF – para permitir a renegociação dos passivos das empresas.

3.     Redução acelerada da Selic e manutenção do câmbio em patamar competitivo.

4.     Agilização dos programas de concessões, assim que a recuperação da demanda definir um cenário mais favorável.

A questão é que só se chegará a esses pontos quando a crise for vista como suficientemente ameaçadora. A informação que vale um bilhão é: quando se chegará no fundo do poço que dispare o gatilho do bom senso sobre o país?

 

 

 

 

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Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Não me sai da cabeça a tese

Não me sai da cabeça a tese do AA de que ninguém dá golpe para os outros assumirem o poder.

E quem deu o golpe?

Segundo o AA foi o MPF (se eu entendi bem seus artigos). Eu ampliaria para o Aparelho Judiciário do Estado (MPF/Judiciário, com a companhia da PF).

Eu não concordo com essa tese, pois para mim quem deu o golpe foi a Globo/Mercado-PSDB.

Mas não posso desconsiderar essa tese do AA. 

E aí, segundo meu ponto de vista, tem um perigo e alguns fatores a serem analisados.

O perigo é a Globo perder a narrativa para as redes sociais (principalmente facebook, whatsapp, além do youtube, twitter, etc.). Isso ampliaria muito o poder dos golpistas (segundo a tese do AA). Ou seja, à medida que esse pessoal do MPF e o Juiz criam uma rede de comunicação paralela, via novas mídias, capaz de fazer o contraponto com a Globo o poder de mobilização social desses golpistas se amplifica e ganha vida própria. Assim, se, por exemplo, a pedido dos golpistas a classe média ao invés de só bater panela ela também desligasse a Globo (enquanto bate as panelas). Qual seria a reação da Vênus Platinada?

Recuaria? Enfrentaria?

E como/porque isso poderia ocorrer.

Hipótese. A Globo atendendo uma cobrança do mercado passasse a frear a sanha persecutória dos golpistas. E esses ao se sentirem acuados reagissem. 

Nesse caso, os verdadeiros golpistas mostrariam suas garras mobilizando sua claque, ops, sua classe média. 

E aí entra os outros fatores a serem analisados. 

1 - O MPF e o judiciário têm muitas canetas, a PF tem efetivo, mas não a ponto de poder implantar um regime de força no país (como as forças armadas reagiriam? Aí sim, poderia haver um golpe no golpe.). 

2 - Como fica a turma da direita Bolsonaro X Moro/Dallagnol - estão juntos, quem é o cabeça, quem dá a última palavra? E os movimentos de direita: apoiariam a Globo/Mercado/PSDB ou os (verdadeiros) golpistas?

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​​Sobre a eminente queda do Usurpador

​O fim do Golpe coloca uma questão candente, um dilema: acirramento da barbárie ou consenso civilizatório​?​

Por barbárie entenda-se um país comandado por Rede Globo, ​Lava Jato/Moro/CIA​, mercadistas, Santo ou Serra, bancada da grana-e-bíblia ou PMDB-Centrão. Por civilização: qualquer outro rumo com sentido de Nação.

Nassif resumiu isso no Xadrez de domingo sugerindo o pacto Lula-FHC. Ocorre que FHC é ​ainda ​menor que Temer e Lula está o próprio Rei George VI, da série The Crown. Um acordo no campo de batalha, contudo, é o fio de esperança.

Um contrato a essa altura exigirá que a esquerda 'umbigocrática' aceite ser liderada, que a classe média 'coxinhocrática' supere a repulsa e ​que ​ambas se disponham a negociar. ​Não é impossível, mas os 2 lados terão de rifar a própria alma para dar certo. O risco é a nossa sobrevivência como Nação. A alternativa é o abismo.

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Pacto, o cacete

  A roda virou, a saida de capitais está acelerando, a possivel "confiança" esvanesce a cada dia, nem as famosas "reservas" estão na garantia, as projeções indicam em liquidar ( fazer dinheiro ) nos papéis Brazil para internaliza-los na futura expansão trumpiana que deverá ter médio-longo prazos garantidos - afinal capital não fica "morto".

   Qual idiota irá investir, ou mesmo manter operações no Brazil, com esta crise institucional, o resgate da suposta confiança foi para o saco, virou uma bagunça, como qualquer pessoa/corporação/fundo irá investir, arriscar-se em um Estado completamente sem rumo, onde um reles procuradorzinho de merda, pode lhe ferrar na semana seguinte, um Congresso que esta em conflito com o Judiciario, e o Executivo encontra-se perdidão, alem da pecha de corrupto, que aulquer medida que ele assuma, amanhã poderá ser derrubada.

    Não existe a pergunta de US$ 1,0 Bilhão, ela já foi respondida pela lógica, já quem quiser esperar, correr o risco, que encare a bronca, pois Brazil virou ativo tóxico, o que presta será resolvido em "acerto", spread lá nas alturas do risco institucional.

    Para quem tem "pouco", 13,75% ( - arbitragem US$ x R$ ) , o melhor para se garantir é cair fora.

    E Pacto : Vá falar com o Bispo.

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É bem isso aí... Um governo

É bem isso aí...

Um governo que balança porque o ministro que faz a articulação política do governo quer tratar de apartamento com ministro da cultura.  Alguém na história da humanidade já viu algum governo balançar por causa do ministro da cultura?

E vendo pela ótica externa - o Dollar cada vez mais forte com a expectativa de tentar prever política economica de um presidente que tweeta bebado (só há essa explicação) e retuita crianças menores-de-idade com o seguinte conteúdo:  "Bad reporter!".  Os EUA atualmente em recuperação e a situação é win-win em termos de repatriar ativos para os EUA.  Se o expansionismo não der certo e tiver inflação - Win na renda fixa pela subida inexorável dos juros com um FED Hawkish como o atual, se o expansionismo der certo e tiver crescimento - Win tb na renda variavel.  E de repente todo mundo virou Keynesiano!

Aqui dentro o independentíssimo banco central (SQN) sofreu todo tipo de pressão nessa reunião do COPOM.  Só faltou o Skaf mandar o pato de borracha para frente do BACEN.  Quem trabalha ou trabalhou no mercado sabe disso - a recuperação contratada pela coalizão do impeachment tá demorando demais.  Só que ninguém contava com Trump.

E aí você tem presidente da república dizendo em palestra para investidores internacionais promovida por consultoria de risco político que as instituições não são sólidas e qualquer "fatozinho" balança as expectativas dia antes de reunião do COPOM.

Aí o STF decide que é um bom dia para colocar a tona a questão do aborto (sem entrar no mérito, só no timing)... mesmo dia q Câmara vota o pacote "Minha vingança será maligna".  Enterarram minha anistia? Vocês vão ver só, não existe pacote de desmedidas que a gente não possa aperfeiçoar.  Mesmo dia que o Senado aprova em primeiro turno a PEC do teto com uma batalha campal acontecendo na esplanada com direito a ataque da cavalaria, PEC essa que tem que ser aprovada em segundo turno ainda esse ano senão não entra em efeito em 2017 pelo princípio da anualidade.  E quem controla a pauta do Senado é um sujeito que o STF vai decidir se vai virar réu ou não amanhã.

Dia 4 os movimentos verde-amarelinhos já convocaram grande manifestação.  Aí eu recebo msg de meu amigo mais psolista - do tipo que usa camiseta do che guevara - chamando para ir para a manifestação do dia 4.  Serão amarelinhos e vermelinhos juntos? 

Tá tranquilo, tá favorável (e isso eu to falando sobre a ótica do mercado apenas...)

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Sabedoria: "MARIA" - guru do blog - comenta temas da semana




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Leitora Curiosa

Viagem de Lula a Cuba

Deve ter um monte de coxinha direitista querendo que Lula seja impedido de viajar a Cuba para os funerais de Fidel Castro, para fortalecer os discursos de ódio na manifestação de domingo. Claro que isso repercutiria muito mal no mundo inteiro e faria o Brasil ficar ainda mais República das Bananas, passando vergonha internacional de novo. Seria um verdadeiro tiro no pé e deixaria os países estrangeiros constrangidos e a sensação de Estado Policial no Brasil, gerando correntes de indignação social enorme, além de coincidir justamente com a referência ao filho de FHC no Petrolão. A direita é cheia de ódio, mas não é burra. Burra é a esquerda. Sempre foi. Afff

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Lula não será mais atucanado

Foi cravado em comentários dos xadrezes movimentações de notórios agentes públicos ao longo de 2016, relembremos alguns: STF não enquadra o Congresso Nacional; Janot é decorativo; vaidade iria causar conflitos entre os justiceiros; a esquerda não iria conseguir insulflar as manifestações depois do golpe; o plano A de Moro é viver no EUA.

No entanto, profetizar que a lava jato iria chantagear Temer a despeito da sanção do projeto de lei de abuso de autoridade, que retira deles seus estados divinos de inimputabilidade, nem o Nostradamus seria tão competente para prever tanta ousadia, isso comprova inconteste que o Brasil passa por uma ditadura da República dos Procuradores. Entretanto, nesse mar tucano velho não pega onda, por isso, com ou sem Temer, a lei vai valer também para justiceiro.  Para o plano de derrubar o veto do presidente interino avançar, reverbera-se que Carmen Lúcia assumiu que sua classe profissional não sabe nada de economia, visto que em ditaduras ninguém é igual perante a lei.

A parte boa, nessa troça infeliz, é que o maior golpe que a lava jato pode dar na direita e na sua manada que destituíram Dilma da presidencia sem comprovação legal, é não atucanar mais o Lula.

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João Jorge

Peça 4 - A ideolologia oportunista dos economistas do PSDB

Vou reformular o que disse o Nassif:

Os desenvolvimentistas acreditam que os subsídios adequados em setores estratégicos da economia resultam em aumento da atividade econômica em todo o sistema econômico e isto  compensaria  a queda de receita tributária.

O erro da Dilma foi não ter assinado um pacto econõmico com os empresários beneficiados pelos subsídios para que, em contrapartida, eles realizassem investimentos com o consequente aumento da produção, contratação de novos trabalhadores  e aumento das vendas com o consequente aumento da receita tributária.

A verdade é a seguinte: os empresários nacionais e estrangeiros trairam miseravelmente a Dilma. O índice de confiança em empresários é zero.

Dilma achou que a questão era similar ao controle remoto e levou um pé na bunda.

Empresários não estão interessados em índices de confiança na economia.

Empresários estão interessados em colocar dinheiro fácil no bolso, ou seja, sem riscos.

Eles estão, portanto, interessados em diminuir riscos e, para isto, precisam de um Big Brother (o Estado) que assuma quase toda a totalidade dos riscos.

A ideia de um Estado Mínimo é para liberar recursos no orçamento público para garantir os riscos dos empreendimentos privados.

Reduzir drasticamente o Bolsa Família, os demais programas sociais, os programas educacionais destinados às famílias de baixa renda, os subsídios às micros e pequenas empresas, os subsídios à agricultura familiar, etc,  faz parte do pacote que libera o orçamento para cobrir os riscos dos mais ricos.

Quem acredita que empresário gosta de concorrência é um inocente inútil.

O ajuste fiscal e a consequente recessão tem como objetivo oculto reduzir o preço dos ativos e propiciar aquisições que vão concentrar a renda cada vez mais em torno dos 1%.

Eis aí o cenário dos ciclos econômicos. Nas fases de crescimento, os detentores dos 99% de renda ficam mais ricos pelas vendas de suas produções. Nas fases de recessão agem como predadores adquirindo ativos depreciados dos perdedores e fortalecendo músculos para a nova fase de expansão.

Eles dão corda para os ortodoxos até que o serviço sujo  do ajuste fiscal e da criação de um exército de desempregados esteja feito e o preço da mão-de-obra tenha chegado ao fundo do poço;

Aí, é hora de dar corda para os desenvolvimentistas.

Nicolas Cage é o senhor das armas. Armínio Fraga é o senhor da manipulação dos mercados.

Logo adiante, ele vai estar de volta.

 

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João Jorge

Peça 3 -O Judiciário tente submeter o Congresso mas não consegue

Peça 3 - O Judiciário tenta submeter o Congresso.

O jogo é complexo e se torna extremamente perigoso, inclusive para a vida dos jogadores, porque a situação é complexa e se torna ainda mais complexa porque a cabeça dos jogadores é confusa.

Um grande jogador como Eduardo Cunha acha que controla todas as variáveis e acha que será o grande vitorioso do jogo. De repente o jogo vira e eis que o grande líder dos 367 deputados que derrubaram Dilma está atrás das grades vendo o sol nascer quadrado.

Esse fato mostra que tudo pode acontecer.

Se o injuiz moro, o douto janot, a douta carmen, o douto gilmar e os elementos do PSDB conhecessem um pouquinho de história saberiam que as rupturas violentas do poder, como, por exemplo, as revolução burguesa na França e a revolução dos bolcheviques na Rússia  e, em especial, os golpes de estado, através das armas. como o de 1964, e o golpe parlamentar suave de 2016, no Brasil, que colocaram a pique governos eleitos pelo povo, são como um castelo de cartas que vão derrubando as diversas gerações de lideranças que vão se encadeando no poder,

É o que está acontecendo hoje no país. Primeiro, o poderoso Cunha. Depois, o fraquíssimo Temer. Em seguida, o renascimento da múmia, FHC.

O PSDB não perde por esperar. A questão é que antes de sair do poder, se alcançá-lo, pode fazer uma pilhagem de tal ordem que não sobrará nada para os que sobreviverem 

O problema é que todos acham que estão fazendo grandes jogadas e, nem imaginam, que estão fazendo grandes merdas.

FHC é o exemplo maior dessa teoria do castelo de cartas. No momento, ele colocou o ferrolho no pescoço do Temer e está apertando devagar até o 1º  trimestre de 2017 quando vai ocorrer a eleição indireta para Presidente da República e Temer vai retornar para os braços da netinha.. Por que FHC acha que o PSDB  com menos de 60 deputados e 20% do senado federal vai viabilizar sua candidatura.à Presidência da República via eleição indireta pelo Congresso Nacional.?

Mesmo que Janot denuncie 150 deputados e o STF condene e mande cassar e prender, os suplentes irão assumir.

Em fevereiro de 2017, o PMDB vai continuar ocupando a presidência das duas casas do Congresso.. Não há como fugir dos números. O máximo que o PSDB vai conseguir é ajudar a eleger algum aliado que pode ser do próprio PMDB.

A Presidência da República, se Temer for cassado,  também será do PMDB aliado ao centrão.

O poder pode ser derrubado quando se perde apoio político, como Dilma Roussef, mas jamais será cedido quando se tem a maioria.

PMDB e centrão tem a maioria e não vão ceder.

Procuradores e Poder Judiciário não jogam esse jogo parlamentar como vimos, na madrugada de terça-feira , quando da votação das 10 medidas contra a corrupção. Derrota espetacular dos procuradores.

 

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Por que riem: a blindagem criminal do PSDB. Será sempre assim?Ñ!



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O drible da vaca nos pés de pau

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"Mal se saiu do golpe, o jogo

"Mal se saiu do golpe, o jogo começa a afunilar e a tornar mais nítidos os personagens reais do novo poder: a aliança PSDB-PGR-STF-mídia-mercado. Eles darão as cartas daqui para frente."
Do alto de sua responsabilidade como jornalista o Nassif busca manter ainda certo grau de institucionalidade ao arrolar no campo do poder a PGR (Procuradoria Geral da República) o STF e o PSDB... estes não são sócios do poder: são SERVIÇAIS. O Poder está, de fato, com quem realmente o tem: O DINHEIRO e a INFORMAÇÃO. Ou seja: Mídia (leia-se Sistema Globo e seus donos, os Marinho), e o Mercado, do qual, obviamente eles também participam como três das dez maiores fortunas brasileiras.
As redes sociais são inorgânicas; incapazes de organizar qualquer frente de combate. APENAS REVERBERAM o que sai na mídia convencional hegemonizada.
Está destruída toda a institucionalidade. Agora o que temos são dois poderes reais - mídia e bancos - que não têm absolutamente nenhuma responsabilidade além de seus próprios balancetes.

A próxima fronteira a ser destruída são as FORÇAS ARMADAS. E, acredite: eles irão pra cima, já, já.

 

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Álvaro Noites

Já foram pra cima das Forças

Já foram pra cima das Forças Armadas:

- Arrebentaram com a indústria naval.

- O submarino nuclear já era.

- Prenderam o Almirante Othon

- A Mectron, desenvolvedora e produtora de mísseis de avião que era da Odebrecht. agora é propriedade israelense.

- Estão começando a ferrar a Embraer nos EUA, logo ela que está envolvida no projeto FX e desenvolve o cargueiro militar KC390.

E os militares, por incrível que pareça, aplaudem tudo isso, têm horror a um governo que mais os valorizou, e possuem aquela mentalidade de reverência a Bolsonaros (que votaram à favor da entrega do pré-sal).

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gardenal

Se juízes e demais operadores

Se juízes e demais operadores da Justiça não querem se submeter à Lei que aplicam, alguma coisa está fora da ordem.

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Ao terminar de ler a

Ao terminar de ler a esclarecedora análise trazida pelo post, fiquei matutando sobre quando percebi a viola em cacos. Tanto percebi que passei a ter um imenso sentimento de desesperança em relação ao futuro do país. Lembrei-me, então, dos versos da bela música "Viola quebrada", de Mario de Andrade e Ary Kemey:

...

Minha viola gemeu, meu coração estremeceu

Minha viola quebrou, meu coração me deixou

...

Isso aconteceu quando da votação do impeachment na Câmara e da informação de que o Senado também aprovaria o descalabro. Na votação na Câmara, aquele bando de possuídos por uma legião de demônios, que lembrou a simbólica figura da fanática religiosa Janaína Paschoal em transe na USP, promoveu o espetáculo, quase uma bacanal, de extermínio da nossa jovem Democracia. Naquele dia, sutilmente proporcionado pelo STF, o relógio que marca o tempo histórico do país travou. O tempo da Terra e do Universo continuou transcorrendo, mas cá no Brasil, foi criado um buraco-negro, digno de ser estudado pela Física Quântica, que deu azo ao imponderável, ao desconhecido, o O. A primeira impressão foi a de que aquele picadeiro de palhaços insanos seria rechaçado por uma simples questão de bom senso. O absurdo, afinal, era evidente. Aqueles deputados, umbilicalmente ligados a Eduardo Cunha, que - soube-se posteriormente - mantinha amizade carnal com Michel Temer, não poderiam implodir a sucessão presidencial cristalinamente  prevista na Constituição de 1988 com argumentos tão fantasiosos. Porém, aquela carniça a céu aberto fatalmente despertaria o faro dos urubus: Rede Globo-PSDB-Lava Jato Moro & Cia-MPF-Janot-STF. Enfim, o post expõe com clareza o modo como os urubus têm atacado os duzentos milhões de brasileiros. Causa espanto, mas são pouco mais de duzentos milhões.

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João Jorge

Peça 1 - O tempo político na

Peça 1 - O tempo político na era das redes sociais.

Na era das redes sociais todos os reis estão nus. E a nudez é provocada não somente pelas "verdades" reveladas sobre cada protagonista do jogo político, econômico e social mas, especialmente, pelas falsas notícias, pelas versões construídas para atingir os adversários, os outros.

Nunca os atores desse jogo estiveram tão próximos da plateia a tal ponto que não existem mais diferenças entre ator e espectador. Todos são atores do jogo só que todos carregam os defeitos da plateia e a ela se nivelam. Sendo assim, desaparecem as lideranças que poderiam catalisar as expectativas dos cidadãos quanto ao desenvolvimento para uma sociedade melhor.

A grande questão é se esse colapso da política não vai colapsar a economia. e, consequentemente, romper o precário equilíbrio social

Peça 2 - o PSDB passa a tutelar Temer

Esse título está me parecendo a cena do cafetão com a prostituta..

Derrubado Geddel pelo infiltrado Calero, cuja missão era dar o xeque-mate no rei de araque, na semana seguinte, após o movimento do bispo feito pela Loprette para comer o rei, FHC e seus alcólicos (não consertar aqui revisão) marcaram um almoço com Temer para lhe avisar que haviam definitivamente assumido o poder, meio que explicitamente. E ordenaram Temer a implementar uma reforma ministerial. não sem antes FHC humilhar Temer publicamente, ao afirmar à imprensa que "Temer é ruim, mas é o que nós (PSDB) temos".

PQP: eu teria renunciado e corrido para os braços de minha netinha.

Entretanto, não vai ser tão fácil o PSDB mandar no puteiro. Acontece que o centrão e o baixo clero saborearam um pouquinho do poder e apesar de Aécio ter sido o coordenador que, na madrugada de terça-feira, juntou os votos de revolta contra as 10 medidas fascistas dos procuradores (marinheiros de 1ª viagem), enquanto o partido (PSDB) do Aécio votava a favor,: cantem comigo (Erasmo Carlos): "Daqui p'ra frente, tudo vai ser diferente"

Assim como Eduardo Cunha foi feito de idiota e traído miseravelmente pelo PSDB, Temer vai ter o mesmo destino.

Só tem uma saída honrosa para Temer: ir à Televisão, em rede nacional, denunciar a pegadinha que estão lhe armando e renunciar, ainda este ano, para provocar eleições diretas. Não é possível que Temer seja o menor da camarilha dos seis.

Demitir o Eliseu por imposição do PSDB é humilhação demais.É mais humilhante do que demitir o Eliseu devido à delação da Odebretch

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e agora já corre no facebook:

e agora já corre no facebook: passeata no dia 04 de dezembro para pedir "fora Temer". A coisa tá pegando fogo. os coxinhas pediram "fora Dima". Agora querem "fora Temer". o MBL a frente.  acho que essa turma tá descontente. ajudaram a derrubar Dima. Mas não participaram do banquete. Vão ajudar a derrubar outro. mas não serão bem vindos no jogo do poder. de novo!

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Chris

Nada disso

Já fazia parte do script, assim como o cavalo de Tróia do PSDB 

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eu acho que não. membros do

eu acho que não. membros do MBL choraram e começar um ataque uns aos outros quando foram barrados em brasilia . eles queriam participar de alguma comissão do senado que trata sobre a prende a  jato, ou algo que envolvia o ex presidente Lula. eu vi esses caras cairem na choradeira e depiois os ataques entre eles começaram. agora vão pras ruas pois acreditam que a direita brasileira é incapz de agir contra um governo que quer barrar a  prende a jato. consideram que o projeto de abuso do poder é obra da esquerda, mais particularmente do PDT. mas como o artigo mostra acho que o MBL não viu o PSDB comandando a farra!! é massa de manobra e sempre será. o nível é... é...... de chorar!

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esses dois grupos já praticam

esses dois grupos já praticam crimes há um bom tempo. e a agora um teme o outro. Se Renan cair o unico que pode ter voz ativa no parlamento federal será, na minha opinião, Lindbergh Faria.

 

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e eu me esqueci de Requião.

e eu me esqueci de Requião.

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a disputa pelo o poder tem

a disputa pelo o poder tem uma via dupla. eu acho que as medidas contra a corrupção propostas pelos juizes acendeu o farol vermelho no congresso. era conceder poder demais para juizes. daí a proposta foi mutilada e aprovaram um monstrengo deformado. muitos desses legisladores estão envolvidos com a prende a jato até o pescoço. as delaçoes prometem um vulção. daí a proposta dos legisladores de conter abuso de poder. esses senhores sabem como a republica de curitiba atua. o medo deve ter falado alto. e a republica de curitiba reagiu prometendo demissão em massa. 

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ricardo.salf

Golpe ao golpe!

A Folha, o Globo e o Estadão decretaram que o golpe dentro do golpe está em curso. O importante é que, antes de ser jogado no lixo, o presidente golpista tenha aprovado a PEC 55 e a retaliação dos sistema educacional; que o idiota do Serra tenha vendido a Petrobrás a preço de banana e que o governo de SP não caia nas mãos da justiça. Feito o trabalho sujo, FORA TEMER e vem alguém do PSDB, com cara de santo, "salvar o país" dos malfeitos do Temer ....

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Assim como o Renan, O Gilmar

Assim como o Renan,

O Gilmar Mendes deve ser bipolar...

Como pode fazer coisas abomináveis, levar o direito a cometer injustiças em nome da lei...

Mas tem coisas tipo esta de hoje...

Quem não te conhece, que te compre...

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

Bela análise sobre o PSDB

Le Ferraz compartilhou a publicação de Jorge Rodrigues.

Ele falou por mim ... Muito obrigada ... era isso que eu queria passar para as pessoas ... e ele disse tudo , em poucas palavras , muito claro , muito preciso e correto em sua análise , eu não faria melhor ... Parabéns ! ... é exatamente isso o que está acontecendo ...

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1014325412046106&id=100004059703763&pnref=story

 

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

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j.marcelo

Haa,Nassif sem essa de pacto,

Haa,Nassif sem essa de pacto, e sim impacto(tanques do exército,buuum!)

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Só há uma saída constitucional para o Brasil, a volta de Dilma.

Só há uma saída constitucional para o Brasil, a volta de Dilma.

 

Parece que com a chamada delação do Fim do Mundo onde fica evidente, claro e límpido que o Impeachment da Presidenta Dilma Roussef foi simplesmente uma imensa CONSPIRAÇÃO para que não seguisse adiante as investigações contra toda a cúpula atual do governo assim como dos caciques do PSDB, fica claro que só há uma única saída constitucional para o Brasil seria a anulação pura e simples via Supremo Tribunal do processo contra Dilma e a sua posse imediata.

 

Não há outra saída direta, nada de novas eleições indiretas de outras pessoas, pois todos aqueles que poderiam influenciar nesta eleição estão comprometidos com esquemas de corrupção imensos, não tem outra hipótese, quer dizer ou o STF recoloca Dilma ou como ela Dilma não está inelegível após a cassação ou renúncia de Temer caberia ao congresso eleger indiretamente Dilma Roussef para terminar o seu mandato.

 

Por que a eleição de Dilma Roussef é a única solução, simplesmente porque como o processo do Impeachment foi uma imensa CONSPITAÇÃO e fraude e surpreendentemente a única figura pública que não está envolvida em nenhum crime é exatamente a presidenta que foi distituída, logo é a solução que se impõe.

 

Ou Dilma volta ao palácio do Planalto e recompõe o seu governo com figuras que se encontram longe de crimes de qualquer ordem ou simplesmente este país entrará no CAOS. Outros que quiserem a presidência e não se encontrem envolvidos nas imensas listas das diversas delações que comecem a preparar suas campanhas para 2018, serão só dois anos e é melhor assumir um país com alguma ordem do que um país em frangalhos.

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O pior de tudo, e que catarse

O pior de tudo, e que catarse em políticas aprimora a ignorância.

A população, na queda de braço entre judiciário e legislativo, à reboque da mídia, tem ficado à favor do judiciário.

É que em democracias o povo é detentor do poder que é exercido de forma direta ou indireta através dos seus representantes eleitos pelo voto.

E sabe quem são esses representantes? Os mesmos que a imprensa marginaliza diariamente.

Sem eles, Ló, sobra o que a história demostra.....
Hitler , Mussolini , ditaduras.

São os sistemas sem representantes eleitos ou eleitos e enfraquecidos pela mídia.

Sem eles, por ruim que sejam, seria muito pior

E aí, está o nó da questão.

Primeiro a população concedeu um poder extraordinário à rede Globo, ao ponto desta eleger Collor e destituiu - lo e bancar a derrubada de Dilma.

Agora o poder do povo está sendo deslocado para o judiciário.

É risco. Se enfraquecerem ativa mais o poder legislativo e executivo será instaurada a chamada duradura do Judiciário, e então a guerra será entre mídia e judiciário.

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Comentário antigo, mas pertinente ao post

Catarse e riscos
Para se chegar ao poder, neste momento da história, não há que os partidos, obrigatoriamente, pensarem em apresentar projetos para o país.

Estamos em um momento de catarse.

A história está repleta de exemplos que demonstram que sempre que o mundo entrou em aspiral de declínio moral e ético

- vamos ampliar o conceitual para sair do unificado e exclusivista discurso, que já não explica mais nada, do economês -

sempre surgiram nomes que chegaram ao poder com o discurso apolítico, xenofóbico, segregador, pela tradição, portanto, desprovidos de estudos, ou planos, de projetos, sejam eles políticos, econômicos ou sociais.

Não foi pela apresentação de projetos futuros que se derrubou o governo Dilma. Todo o discurso foi, mais uma vez chamo à atenção para a história, de cunho moralista, as tais pedaladas fiscais e, claro, a corrupção.

Não é à toa que nomes como o de Bolsonaro despontam com força, não é sem explicação que surgem grupamentos de milícia como o MBL.

São nesses períodos que a elite se junta para reduzir diretos inclusivos, sempre, no primeiros momentos, com a ajuda da classe média - olha aí 1964 minha gente.

Quando a classe média começa a perceber que a redução dos direitos inclusivos terminam por atingir também à ela, é que o jogo começa a mudar.

É dessa necessidade de catarse da sociedade que surgem os discursos radicais tão bem representados sempre que abrem a boca políticos como Alckmin, Bolsonaro, Serra, Aécio; e até no que se viu e ouviu nas aparições da advogada Janaína.

Neste sentido de momento de catarse, para quem acompanhou o período de disputa eleitoral nos EUA, todas as oscilações nas intenções de votos foram precedidas - não pela apresentação de planos e projetos para o país - por divulgação de escândalos (moralistas) que envolveram, ora Trump, ora a candidata Hillary Clinton.

A violência dos discursos está inserida na violência sentida nas convivências diárias, sejam nas ruas, nas escolas, nas relações de trabalho, e até mesmo dentro das famílias. Daí a necessidade de catarse.

Se o sistema não cede para suprimir parte dessas necessidades a corda se rompe. Basta se recorrer à história (eles odeiam isso) para constatar o factual.

No Brasil, os sinais de rompimento já foram ultrapassados pelas situações reais:

1 - As polícias agindo com extrema violência,

2 - A justiça sendo omissa para determinados grupos e severa para os opostos,

3 - Milícias, como o MBL, agindo como instrumento paraestatal, de forma repressora e violenta,

4 - As grandes mídias tomando partido em favor da elite,

5 - Criminalização dos partidos políticos populares,

7 - Perseguição às lideranças, sejam jornalistas, populares, estudantis, pensadores, que apresentem pensamentos alternativos,

8 - Estudantes em movimentos de inconformismo,

9 - A intelectualidade saindo da sua zona de conforto e se solidarizando com os perseguidos,

10 - Conflitos internos dentro do poder,

Portanto, trata - se de um ciclo, e desta vez, em movimento descendente.

Para que a sociedade reaja é necessário o desmanche ainda maior das estruturas de poder. Muito podre terá que refluir dos esgotos,

para que a nossa classe média perceba que é ela quem paga o pato sempre que querem tirar os direitos adquiridos pela sociedade.

Quando a classe média despertar, o que já começa a ocorrer, ou o sistema cede, ou os conflitos se tornam incontroláveis, o que também já está sendo visto.

Comentário os post do jornalista Luiz Nassif :

http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-reconstrucao-do-brasil

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Jus Ad Rem

Nada como ter as mãos limpas.

Os paneleiros bateram panelas contra a presidente eleita e, a classe política trabalhou rápido para apeá-la do poder...

Agora os paneleiros batem panelas contra a classe política... E eu pergunto: Quem vai trabalhar para coibir essa gangue de corruptos?

A ÚNICA personagem dessa história toda de roubo, corrupção e lavagem de dinheiro, que não está com as mãos sujas, é Dilma.

A gravação de Sérgio Machado já nos revelava: “Ela (Dilma) não faz nada (para parar a Lava Jato) porque ela não tem o rabo preso.”

Parabéns  paneleiros anti-Dilma! Agora vão reclamar com o Papa.

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jose antonio santosjjj

o papa

JUS, 

 O papa, se realmente os receber, dar-lhes-á um sermão,

E que Sermão!

 

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O PSDB foi quem realmente

O PSDB foi quem realmente aparelhou o estado.

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Que perdoem-me os ouvidos

Que perdoem-me os ouvidos mais sensiveis,os de toques mais leves e os que cuprimentam a moda islamica com tres beijos,certo.O que o Moreno de Poços de Caldas(a opção foi dele),quis dizer no seu esfuziante texto,foi que transformaram o Brasil em um imenso "puteiro".

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bonobo de oliveira, severino

O uso do cachimbo.

O exercício continuado e abusico, ao arrepio da LEI, por parte das bandas podres crescentes e dominantes do judiciário, na manipulação de processos judiciais, para abafamento ou escandalização, para proteção de seus criminosos de estimação, resultou na formação de uma sociedade moldada à sua imagem e semelhança. Tão corrupta e criminosa quanto suas excelências. O uso continuado da manipulação tornou regra a exceção e o judiciário igualou-se com a boca torta aos criminosos que deveria combater. Hoje é um lixo que o país precisa descartar e jogar num aterro sanitário.

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Li de Brusque

  De nada adianta um governo

 

De nada adianta um governo de direita ou de esquerda com esse sistema político que está aí.

Daí o grande mérito da república dos procuradores e juízes em golpear e destruir a república dos políticos.

Por isso eu digo que esse xadrez só trouxe boas notícias. Grandes notícias.

Triste saber que as esquerdas estão se aliando aos políticos e às empreiteiras contra o Brasil.

Se não reavaliarem a sua posição serão tragadas e afundarão com eles. Aliás, já está acontecendo.

OS ditos movimentos sociais estão cada dia mais desacreditados e ficando cada dia mais truculentos.

Mas um movimento inverso está acontecendo nos sindicatos, onde se nota que a cada dia é menor o apoio do sindicalismo às esquerdas, e isso é fácil de se entender pois como se vai apoiar um governo e um partido de esquerda que provocou a maior recessão e o maior desemprego em toda a história?

Aos poucos o pragmatismo está vencendo os porra-loucas.

Se as esquerdas continuarem a se posicionar na contra-mão da história vão afundar junto com a republiqueta dos políticos.

 

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cinismo dos coxa não tem fim

o cara fala em destruir a república e as empresas nacionais, e chama os outros de porra louca... 

pra ele os alemães que se posicionaram contra a onda (ele chama de contra mão da história) em 1936 estavam errados... aff...

ah e esse partido também gerou crescimento econômico e maior empregabilidade da história... oportunista...

ninguém pediu conselho pra fascista, falso moralista...

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Li de Brusque

Destruir a república das

Destruir a república das empreiteiras e políticos, quero sim.

Sobre o PSDB, bem não tivemos o maior crescimento, mas nunca tivemos 1 ano sequer de recessão.

O PSDB entregou o país melhor do que o recebeu de Itamar. O Lula, copiando as politicas de FHC carregou o bastão adiante. Já a Dilma conseguiu algo inédito: Correu de marcha a ré e voltamos a 2007.

 

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tucano

hj o psdb trabalha ao lado do corrupto poder judiciário e mpf para destruir a oposição, e reinar sozinho... isso não é democrático e saudável...

E quando deixaram o poder conseguiram a proesa vender o patrimônio nacional, aumentando a dívida e ACABANDO com as reservas internacionais.. a Dilma deixou US$ 360 bi...

além disso, os anos 90 são completamente diferentes dos pós 2008... os desafios são imensos... o psdb reinando sozinho não vai conseguir, nem querer, enfrentar tais desafios...

Leia Brasil privatizado para conhecer o compromisso do psdb com o desenvolvimento e emprego no Brasil... zero

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Correção necessária ao texto:

Correção necessária ao texto: não é Marcelo Caleró ou Celeró, mas Calero.

São tantas personagens nessa ópera bufa, que há mistura de Cerveró com Calero. Por essas e por outras é que Glauber Rocha é mesmo um gênio, com a mais precisa metáfora do Brasil, num dos melhores filmes políticos do mundo: Terra em Transe. Segundo o cineasta e pensador, seu filme era um documentário de uma ópera.

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O lapso do Nassif?

Assim como o "Cerveró esta para o PT", Caleró esta para o PMDB....

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Ronaldo Braga

Pacto? De novo? Assim?

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Valeu o dia Turco.

Valeu o dia Turco.

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André élebê

  Ei, Luiz Mattos! Você sumiu

  Ei, Luiz Mattos! Você sumiu do DCM. Faz isso não.

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Sinto muito.O texto está

Sinto muito.O texto está correto,impecavelmente escrito e desenvolvido,certo.Todavia há correções a fazer,ou Rede Social tem apenas o propósito do amém?O texto considerou o Brasil um enorme deserto do Saara,ou adaptando o texto na direção que imprime,em uma democracia sem povo,pongando na maxima de Mino Carta.Ora,lendo e relendo o artigo,não se encontra qualquer menção à reação popular.Faz-se tudo tipo de conchados,de patifarias,capadoçagens e a sociedade assiste tudo petrificada?Não será assim.

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Como todos sabem, detesto a

Como todos sabem, detesto a lava rato e todos os seus integrantes.

Então, se fosse o Temer, aplicaria um golpe sobre o psdb, lava rato, MPF, PF e globo.

Se o temer tem apoio de parte, pelo menos, dos militares, deveria acabar com a lava rato e prender seus integrantes sob acusação de traição a pátria(fácil comprovar: viagens do morisco e do janot aos eua, acusação dos advogados do lula que a lava jato trama contra o brasil sem conhecimento do ministério da justiça, destruição de parte imposrtante da economia, etc etc) com apoio da ministro da justiça, colocaria nova equipe da lava jato onde os perseguidos seriam os delatados do psdb(cadeia neles). Poderia usar contra a lava rato a blindagem aos golpistas do psdb e mandaria investigar todos, inclusive o $erra 23 milhões  e o fhc- denunciado pelo cerveró na compra de refinaria argentina.

Daria força para o senado cortar os super salários e mordomias do judiciário. criaria uma lei que impedisse o judiciário de legislar. isto é tarefa da câmara e do senado.

Contra a globo e utilizaria a sonegação da copa de 2002, o roubo do processo, o caso da fifa, as offshores, o triplex sem dono, etc etc

Contra o stf, impeachment no senado de todos eles. acusaria o PT de indicar incompetentes e incapazes de defender a constituição e os rabos presos que certamente tem.

Ainda posaria de paladino da moral e aquele que acabaria com a roubalheira. Como demonstração rifava o eliseu quadrilha e o gato angorá.

Quem se metesse a besta iria em cana no mesmo dia.

EM contraponto dava um chega pra lá nos rentistas, acabaria com este assunto de pec 55 e outras coisas mais que estão deixando a população contra ele. 

Faria um grande pacote de obras de infra estrutura utiliando reservas cambiais, desvalorizaria o real, criaria duas aliquotas de IR, 35% e 42,5%, acabaria com isenção sobre dividendos, taxaria mais as apilcações financeiras, reativaria a cadeia de petróleo e gás e daria socorro às empreiteiras destruídas pela lava rato.

Manteria todos os programas criados pelo PT e tentaria melhorá-los.

Adiaria as eleições de 2018 para 2022.

Como já disse, quem se metesse a besta seria perseguido.

Os bandidos da lava rato, psdb e midia golpista, enfim, os representantes dos rentistas do mercado tem de ser detidos, nem que seja a tiros. Não interessa quem fará isto, pode ser o temer.

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Álvaro Noites

O grande entrave a essas

O grande entrave a essas medidas draconianas, a meu ver:

- O mandatário incorreria no erro de Hitler ao se cercar de inimigos

- A ínfima chance de sucesso de comando, por parte do mandatário, ao passar ordens a generais de sua confiança que devem comandar tropas hostis ao próprio mandatário (tropas toalmente insubordinadas aos mandatários, como era a PF em relação à Dilma).

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João de Paiva

Uma grande crônica-análise, como de hábito

Prezados,

A inteligência e capacidade de análise - tanto prognóstica como diagnóstica - apresentadas por Luís Nassif são como um bálsamo, a refrescar nossa face queimada pela insensatez e pela violência - simbólica e física -  que os golpistas, financistas, privatistas, entreguistas, nazifascistas e apátridas, todoos os dias nos impigem.

Na análise, Luís Nassif deixou claro que a oligarquia plutocrática PSDB-PGR-STF-mídia-mercado é que de fato liderou o golpe e que de fato aplica o programa ultra-neoliberal, privatista e entreguista. Já está mais do que provada a politização do sistema de justiça, assim como é evidente a existência de ORCRIMs intitucionais na burocracia do Estado, de que a Fraude a Jato é o exemplo maior.

Nesta análise faltou citar o alto comando do golpe de Estado, que fica no exterior.

 

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Sílvio A. Barth

"Quando se chegará no fundo

"Quando se chegará no fundo do poço que dispare o gatilho do bom senso sobre o país?"

Quando os idiotas que aconselham os governantes da Banânia se convencerem de que Estado mínimo ou zero é balela!http://andrelevyocontraditorio.blogspot.com.br/2016/08/sim-noruega-e-socialista.html

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Junior Sertanejo

Nada contra,vamos

Nada contra,vamos combinar.Mas se o Xadrez pinta um quadro de um futuro Mad Max,onde ficam as Ruas?Ou para esse caso devemos aplicar a teoria Moriana "It's out of the question".

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Dulce Mara Correa

Apenas um reparo...

Eu substituiria o trecho "e a presidente incapaz de defender seu próprio mandato", por "e a presidente, isolada pelo abandono de seu próprio partido, impossibilitada de defender o seu mandato". Uma questão de justiça com a Dilma. No mais, perfeito e esclarecedor!

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ana s.

Aí, Dulce!

O Brasil não mereceu Dilma. 

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Junior Sertanejo

Respondo a Dulce Mara

Respondo a Dulce Mara Correa,01/12/2016,11:03.Em verdade minha cara,o isolamento foi provocado por ela.Acho que a Presidenta Dilma já pagou por demais os pecados que não foram só dela.O poder é inebriante,mas cruel.Isso,tenha a mais absoluta certeza,ela aprendeu.

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Eu ia sacanear, mas vou colaborar

O enrosco é de proporções Bíblicas. O Brasil, uma terra virgem que tem de ser emprenhada pelo desevolvimento,  está a procura de sua Alma Gêmea.

Carta seis de ouro, onde escolhas difíceis devem ser tomadas, cai-se na esbornia e devassidão ou leva-se uma vida regrada e hígida. Eis a questão, ser ou não ser.

Na real, os mestres da ascensão falam em uma evolução espiritual nesta carta, onde a peneira é feita, poucos passam a maioria regride.

Palpito que o que mais faz falta ao Brasil hoje é um lider espiritual bem intencionado. Será o Renan?

 

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Follow the money, follow the power.

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Fabio Mariano

Você tocou no ponto. Mas

Você tocou no ponto. Mas falta 1 ano ainda para esse Napoleão sem canhões aparecer.

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