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entreguismo

Nilson Lage: ou uma "força oculta" se levanta contra o golpe, ou o Brasil vai ser dividido

Por Nilson Lage*

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O Brasil se encaminha para a etapa final de um processo que acompanho e prevejo há anos.
Só a idade provecta, a desimportância pessoal e a mídia restrita que uso permitiram que expusesse minha certeza que, por certa, se confirma – assim mesmo porque me recuso a discutir com os apaixonados, os crentes e os convictos, que fazem dos desejos esperança e contam que alguém os realize.

Só um tarado formalista ou um bacharel brasileiro poderiam aceitar que o que ocorre tem algo remotamente parecido com democracia.

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Xadrez da contagem regressiva para 2018

Peça 1 – o jogo das expectativas sucessivas

Uma das retóricas recorrentes dos “cabeças de planilha” é a criação das expectativas sucessivas. Monta-se uma política monetária e fiscal que mata qualquer possibilidade de recuperação da economia e vende-se o mito da “lição de casa”. Ou seja, se cortar o leite da merenda escolar, a aposentadoria dos velhinhos, as políticas de renda mínima, se atingirá a prosperidade eterna, na qual todos ganharão.

Aplica-se o arrocho, e nada. Alega-se então que a lição de casa não foi suficientemente radical. Aplica-se nova rodada de cortes em cima dos direitos dos mais fracos, e nada. Até o momento em que o tecido social se esgarça, a paciência geral se esgota, as distorções econômicas se avolumam e o plano vai por água abaixo – por uma crise cambial, por uma crise fiscal, por terremotos sociais, por uma reação política.

Consumado o fracasso, a culpa é atribuía à falta de vontade dos pecadores, que não ousaram cumprir a penitência até o final.

Já se chegou a esse estágio.

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Frente Parlamentar em defesa da soberania nacional, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Frente Parlamentar em defesa da soberania nacional

por J. Carlos de Assis

Organiza-se no Congresso Nacional, sob inspiração do deputado Patrus Ananias e com apoio de um grupo de senadores, entre os quais Roberto Requião e Lindberg Farias, uma frente parlamentar suprapartidária em defesa da soberania nacional. Talvez jamais na história republicana uma iniciativa desse tipo foi mais oportuna. A soberania do Estado brasileiro está em risco tendo em vista o programa em curso de desnacionalização sem paralelo, atacando inclusive alguns ícones históricos da economia nacional, como a Petrobrás.

Na avalanche de iniciativas recentes do Governo Temer, está patente que se põe em marcha um programa de desmonte do setor público e do que resto de setor privado nacional. A sociedade não tem nem tempo nem informação a respeito desse processo alienante, já que a grande mídia, que forma opinião, está literalmente vendida ao sistema financeiro que é o grande beneficiário do esquema de privatização. O objetivo último é vender na bacia das almas o patrimônio público para abrir espaço para o setor privado, sobretudo internacional.

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Povo ignora extensão da crise manipulada pelos entreguistas, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Povo ignora extensão da crise manipulada pelos entreguistas

por J. Carlos de Assis

A esmagadora maioria da população brasileira não tem a mais remota idéia da profundidade da crise em que nos encontramos. A grande mídia omite a verdadeira natureza dos problemas brasileiros e a mídia alternativa, principalmente na internet, concentra-se num noticiário fragmentado, tendo em vista suas características específicas de comunicação. Nós, analistas, temos de ter a modéstia de reconhecer que, enquanto blogueiros, dificilmente formamos opinião, pois  com nossos longos artigos dificilmente fixamos a atenção do leitor.

É claro que essa limitação não nos tira do jogo. Insisto em escrever no blog da mesma forma como, no passado, escrevia em jornal impresso. Tenho certeza de que, aos poucos, vamos furar o bloqueio da grande mídia não apenas por conta de nossas virtudes mas porque, como dizia Lênin, a verdade é revolucionária. Flashes da grande crise em que nos encontramos são claramente perceptíveis em Vitória, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul e, não demora muito, em Minas Gerais. O novo normal está sendo a explosão da crise.

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Thank you, jet wash buddys!, por Mauro Santayana

Thank you, jet wash buddys!, por Mauro Santayana

Os EUA agradecem, penhoradamente, o fim da influência brasileira na América Latina.

Estão muito enganados aqueles que acreditam que o neo-isolacionismo dos EUA quer dizer que, sob Trump, os Estados Unidos ficarão indiferentes ao que ocorre na América Latina.

O discurso de construção do muro separando fisicamente o Texas, o Novo México, o Arizona e a Califórnia,  do país dos quais foram arrancados, à ponta de fuzis e baionetas, no século XIX, e a pressão para que as fábricas - norte-americanas ou não - que estão no México, abandonem o sul do Rio Grande e levem seus empregos e instalações para os Estados Unidos, caso queiram continuar vendendo para o maior mercado do mundo, mostram que, se pudesse, o Grande Irmão do Norte gostaria de voltar a transformar, pejorativamente,  os latino-americanos e caribenhos em um bando de índios semi-escravos e analfabetos, produtores e exportadores de insumos e matérias-primas que não pudessem ser obtidos nos EUA, como café e  bananas, por exemplo.

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Serra renega o Brasil, por Fernando Rosa

no Senhor X

Serra renega o Brasil

por Fernando Rosa

Em meados dos anos setenta, o general Ernesto Geisel, então presidente do Brasil, inaugurou uma nova fase da política externa brasileira em relação aos Estados Unidos. Assinou o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, que resultou nas usinas Angra I e II, provocando grande tensão com os ainda parceiros da “doutrina de segurança nacional”. Também abriu relações diplomáticas e comerciais com a República Popular da China, desafiando o núcleo duro dos militares, então comandado pelo general Silvio Frota.

Na época, questionado sobre a proposta de aproximar-se da China, “porque era comunista”, Geisel foi taxativo na defesa de uma política de multilateralidade nas relações internacionais, segundo conta o livro “O caso dos nove chineses”. “Se vocês querem ser coerentes, então, vamos cortar relações com a Rússia também e vamos nos isolar, vamos virar uma colônia dos Estados Unidos”, respondeu ele, mantendo a sua posição. E desde então, a relação entre Brasil e China cresceu até chegar aos níveis atuais.

Passados quarenta anos, nesta semana os golpistas interinos decidiram dar mais um passo para revogar a política externa brasileira, desde Geisel, e retornar ao alinhamento submisso aos Estados Unidos. A declaração de imprensa do ministro de Relações Exteriores José Serra com o Secretário de Estado dos EUA é uma afronta à soberania nacional. Talvez seja a peça mais acovardada de um representante de Estado diante de outro representante de Estado, fora de épocas de guerra – vejam o vídeo abaixo.

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Vendedor da Petrobras ganha diretoria própria, criada para acomodá-lo

Jornal GGN – Em 19 de maio, imediatamente depois de ser nomeado para a presidência da Petrobras, antes mesmo de assumir o cargo, Pedro Parente disse que não haveria mais indicações políticas na empresa estatal. Na época, o comentário foi amplamente repercutido pela mídia hegemônica.

Na última quarta-feira (29), no entanto, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a criação de uma diretoria nova. O diretor? Nelson Silva, ex-presidente da BG Brasil, aquela que foi comprada pela Shell depois de adquirir 30% de participação em blocos no Campo de Lula, o maior do pré-sal brasileiro.

Silva já entrou na estatal do petróleo ocupando um cargo inédito, criado apenas para acomodá-lo. Em 6 de junho foi escolhido por Parente como “consultor sênior de estratégia”.

Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), “não há mais dúvidas de que Pedro Parente mentiu”. As indicações políticas continuarão, o que muda são apenas os políticos e os indicados. De acordo com os trabalhadores, Silva é “apadrinhado do presidente interino”, Michel Temer.

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O entreguismo escondido por trás na luta contra a corrupção, por Roberto Requião

Jornal GGN - Roberto Requião, senador pelo PMDB do Paraná, critica a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, no âmbito das investigações da Operação Custo Brasil, dizendo que a "prisão dele nesse momento é para enfraquecer os Senadores nacionalistas que defendem o plebiscito e um mandato tampão com compromisso do plebiscito da Presidente Dilma".

Para ele, o plebiscito não é para defender a presidente afastada, e sim para " para que o povo decida o que quer", criticando as medidas adotadas pelo governo interino de Michel Temer. "As propostas que se sucedem querem acabar com a possibilidade do Brasil se constituir como uma nação soberana", afirma. Leia mais »

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Com presidente interino e decorativo, quem realmente comanda o país?

Jornal GGN – O jornalista Fernando Rosa observou um detalhe da conversa telefônica entre Sérgio Machado e José Sarney e elaborou uma questão, que buscou responder em artigo no blog Senhor X. “Nem Michel eles queriam”, disse Sarney. “Depois de uma conversa do Renan muito longa com eles, eles admitiram, diante de certas condições”. Quem são eles? Pergunta o jornalista.

Sarney parece falar da oposição, do PSDB, mas Fernando Rosa diz que não. O PSDB não seria tão grande e tão forte a ponto de dobrar à sua vontade o maior partido do país, o PMDB. “A força do PSDB na negociação do golpe é a oferta de um programa que o PMDB nunca teve em sua história. É a aliança econômica e financeira, o apoio estratégico, a proteção diplomática dos Estados Unidos”, conclui o jornalista.

Em sua opinião, “eles”, os “golpistas”, são os Estados Unidos. “As pegadas dessa ampla articulação vende-pátria estão todas por ai, nas informações que a mídia golpista não consegue esconder. O centro do golpe é, sempre foi, desde os anos noventa, a entrega da Petrobras, e, agora, do Pré-Sal aos americanos. Os Estados Unidos não vivem sem energia, e ciclicamente promovem uma guerra para garantir seu suprimento ‘de inverno’. O Brasil é a bola da vez”.

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A derrocada de Aloysio Nunes, por Washington Luiz de Araújo

Do Bem Blogado

Senador Aloysio, quem te viu, que te vê!

Por Washington Luiz de Araújo

“Quem não a conhece, não pode mais ver pra crer. Quem jamais a esquece, não pode reconhecer”. As duas frases da música  “Quem te viu, quem te vê”, de Chico Buarque, nos remete a muita gente que hoje em dia está do outro lado do balcão; gente  que saiu do lado da esquerda, do povo, e pulou para o lado do capitalismo extremado, da defesa do empresariado, do “entreguismo”, da aversão  aos projetos sociais. Um desses nomes é o do hoje senador Aloysio Nunes Ferreira. Leia mais »

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Um ataque direto ao interesse nacional pelo assalto ao pré-sal

Em qualquer país com sentido de nacionalidade, Serra seria relegado ao panteão dos traidores e vilões. Ao contrário do que ele prega, o momento é o pior para o aumento dos investimentos em produção.

Em qualquer país com sentido de nacionalidade, Serra seria relegado ao panteão dos traidores e vilões. Ao contrário do que ele prega, o momento é o pior para o aumento dos investimentos em produção

Um ataque direto ao interesse nacional pelo assalto ao pré-sal

por Emanuel Cancella e J. Carlos de Assis

A aprovação do projeto do senador José Serra retirando da Petrobras a condição de operadora única do pré-sal em regime de partilha agride diretamente o interesse nacional. Na prática, se vier a ser aprovado na Câmara e sancionado pela Presidenta, significará a transferência do controle da tecnologia de produção no pré-sal às grandes irmãs petrolíferas estrangeiras junto com um considerável volume de reservas já descobertas. Significará também a perda de controle soberano da produção, dos custos e da geração de royalties.

Serra é um mistificador. Convenceu senadores ingênuos de que temos que ampliar imediatamente a produção do pré-sal para o que a Petrobras, quebrada, não tem recursos. Em lugar de se somar às sugestões de vários especialistas, inclusive destes signatários, no sentido de contribuir com propostas positivas para recuperar rapidamente a capacidade de investimento da Petrobras, ele exacerba na avaliação de uma crise de financiamento perfeitamente superável para “vender” a preço baixo as nossa reservas bilionárias.

Em qualquer país com sentido de nacionalidade, Serra seria relegado ao panteão dos traidores e vilões. Ao contrário do que ele prega, o momento é o pior para o aumento dos investimentos em produção. As petrolíferas estrangeiras  sabem disso. Seu interesse no pré-sal não é produzir, mas sentar em cima das reservas a fim de esperar por preços mais favoráveis no mercado internacional. Uma vez adquiridas as concessões de reservas elas inventarão múltiplos expedientes para retardar a exploração e escalar nos lucros.

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O caminho e o desastre, por Janio de Freitas

Jornal GGN - Nas voltas que a política no Brasil dá, voltamos aos 1950. Já passamos por uma democracia reformista, que se tornou um golpe afagado em ditadura militar, e renasceu das cinzas a democracia, um tanto caótica e, agora, voltamos aos anos 1950 com o entreguismo e o golpismo em alta pelas mãos do PSDB. O artigo de Janio de Freitas, na Folha de hoje, traça um panorama de nossa tupiniquim atuação, com o golpismo de volta, bem como o sufocamento da economia. Janio clama por um Congresso mais afeito ao seu trabalho primordial e menos ligado aos seus interesses pessoais. E alerta que crise  é fruto da atuação da imprensa, a política e a econômica e a cidadã. Leia o artigo a seguir.

da Folha

O caminho e o desastre, por Janio de Freitas

O Brasil experimentou uma democracia frustradamente reformista, passou por golpe de estado, sofreu a tragédia da ditadura militar, voltou à democracia caótica, e chegou. Chegou outra vez aos primeiros anos da década de 1950. O golpismo, o "entreguismo" ameaçador e a "república do Galeão" foram os estigmas daqueles anos. O golpismo volta no estilo PSDB; acompanha-o o "entreguismo" apontado na retirada de pré-sal da Petrobras, aprovada pelo Senado; e a versão civil da "república do Galeão", sob o nome insignificante de Lava Jato, evidenciam juntos o estágio em que o Brasil de fato está.

Mas, se é desculpável a imodéstia de quem se aproximava da vida de adulto naquela década, o pequeno Brasil que não era então menos discriminatório e menos elitista, no entanto era mais inteligente, culto e criativo, menos incivilizado em suas cidades e muito, muito menos criminal.

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Não ao Projeto Serra, por J. Carlos de Assis

Aliança pelo Brasil

Não ao Projeto Serra, por J. Carlos de Assis

A Petrobrás é a espinha dorsal do desenvolvimento industrial brasileiro. É estratégica para a afirmação e defesa dos interesses nacionais no campo econômico e no campo social, comandando a maior cadeia produtiva do país, que responde direta e indiretamente por cerca de 15% da geração de emprego e renda no Brasil. É inaceitável para a sociedade brasileira que, por razões fortuitas, a Petrobrás seja enfraquecida e retalhada com a única finalidade de fazer dela objeto de cobiça para investidores internos e internacionais que naturalmente estão indiferentes a seu potencial para o desenvolvimento nacional.

O Brasil enfrenta uma aguda crise econômica e de emprego, com dois anos sucessivos de contração e poucas perspectivas de retomada no próximo ano. Ainda há tempo de reação, contudo. Entretanto, nenhuma reação será possível sem a retomada dos investimentos da Petrobrás aos seus níveis históricos de meados de 2014. A cadeia produtiva da empresa está destroçada. Em muitos canteiros de obras, praticamente abandonados, os equipamentos estão se enferrujando. Enormes perdas devidas à paralisação de obras estão sendo efetivadas sem nenhuma necessidade.

A Petrobrás tem lucros operacionais e condições financeiras para retomar seu ritmo histórico de investimento e estancar e reverter as perdas, salvando centenas de milhares de empregos na sua cadeia produtiva. Mesmo com os baixos preços atuais do petróleo, a empresa é competitiva, já que o óleo retirado do pré-sal tem um custo médio de 8 dólares por barril. O único ponto fraco da Petrobrás é sua vulnerabilidade à pilhagem estrangeira, a ser facilitada, por exemplo, pelo projeto do senador José Serra. Note-se que a consequência direta desse projeto será a liquidação da regra do conteúdo nacional na maioria das explorações do pré-sal, sacrificando milhares de empregos de alta qualidade.

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Perseguição a Lula é o boi de piranha do entreguismo, por J. Carlos de Assis

Aliança pelo Brasil

Perseguição a Lula é o boi de piranha do entreguismo

por J. Carlos de Assis

O Brasil descarrilhou em fins de 2014 por conta de uma investigação de corrupção que se apoiou na independência do Judiciário para destruir todas as instituições brasileiras. Até o momento não reencontrou um novo rumo. Ao contrário, na obsessão de destruir Lula, o próprio Judiciário se destrói quando desencadeia uma operação gigantesca, envolvendo Promotoria Pública, Polícia Federal e imprensa para rastrear um barco de lata de R$ 4 mil e um apartamento de cuja compra o ex-Presidente desistiu depois de dar uma modesta entrada.

Se estivéssemos nos saudosos tempos de Stanislaw Ponte Preta essa investigação estapafúrdia, puro desbaratamento de dinheiro público por parte de um promotor vaidoso e desequilibrado, se  diria que estávamos entrando no “perigoso terreno da galhofa”. Claro, não é isso. O medo da volta de Lula ao PT ronda as cabeças das elites dirigentes, não tanto das classes dominantes. Estas se deram bem com Lula. Já as elites dirigentes não. Elas não querem correr o risco de ficar por mais um mandato, ou dois, fora das bocas do poder estatal.

A expectativa das elites sobre um novo mandato de Lula é equívoca. Seja por razões de saúde, seja por razões políticas, ele dificilmente voltará ao poder. O PT está desgastado – como todos os demais partidos. Vai-se desgastar mais ainda se a política econômica não mudar. Enfrentaremos, em futuro próximo, hordas de desempregados, e teremos uma contração da economia calculada pelo FMI em 3,5% este ano, depois de quase 5% no a no ano passado. Querendo ou não, a candidatura Lula representará fracasso na economia.   

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A guerra suja do Petróleo; não há santo nesta guerra!

João Roberto Marinho, o falecido patriarca, Roberto Irineu Marinho e José Roberto Marinho

 

Por Lalado Humbert - jornalista do blog Mídia Libre

 

Deflagrado o golpe militar de primeiro de abril de 1964, o jornalista revelador de talentos Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, dono dos Diários Associados e da Rede Tupi de rádio e televisão, detinha o monopólio da mídia patronal no Brasil.

Erudito e refinado, Assis Chateaubriand mantinha a dignidade pessoal e a sua lealdade ao Brasil fora do mercado de favores e propinas, sendo um obstáculo gigante aos planos imperialistas dos Estados Unidos em relação ao nosso país. Leia mais »