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EUA

Brasil é principal produtor, exportador e consumidor de carne do mundo

Entenda o que isso significa para a economia do país, e porque os três itens o colocam na mira dos concorrentes 

 
Jornal GGN - O jornal O Cafezinho fez uma série de pesquisas para avaliar a importância da carne para a economia brasileira compilando dados oficiais disponíveis pelo governo brasileiro e dos EUA. A conclusão no quesito produção e exportação mundial de carne é que o Brasil figura como líder em três itens: produção, exportação e consumo. 
 
"Com isso, o Brasil é, naturalmente, alvo da cobiça internacional pelos três motivos. Os nossos concorrentes querem reduzir a nossa exportação, para diminuir o nosso market share e aumentar o deles. Querem tomar conta da nossa produção, adquirindo nossas empresas. E querem dominar o nosso mercado interno, um dos maiores do mundo". Acompanhe a matéria a seguir.
 
 
 
 
O problema da Operação Carne Fraca é o seguinte.
 
A Polícia Federal, claramente, esqueceu que a sua função é proteger o cidadão, as empresas nacionais e o governo. Proteger o cidadão (e seu emprego!) contra fraudes, as empresas nacionais contra fraudadores, e o governo contra corruptos.
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Leonardo Stoppa: interesse dos EUA na derrubada dos frigoríficos brasileiros

 
Jornal GGN - "Os Estados Unidos estão destruindo o nome 'Brasil produtor de carne' para que eles consigam comprar a nossa carne, por um preço baixo, e mais importante que isso, a nossa carne 'in natura'. Eles não vão comprar de frigorífico brasileiro, só as peças de carne para que os frigoríficos americanos e de outros países especuladores possam revender essa carne com o nome deles", resumiu o jornalista Leonardo Stoppa.
 
O jornalista lembra que os investigadores e Judiciário brasileiros já "sabiam que isso estava acontecendo há dois anos", com as irregularidades agora deflagradas na Operação Carne Fraca. Stoppa defende que o problema já poderia ter sido resolvido, "de uma forma muito mais simples, sob segredo de Justiça", visando a proteção das empresas brasileiras frente ao mercado internacional. 
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Lawfare como projeção de poder dos EUA, por Bruno Lima Rocha

Por Bruno Lima Rocha

Análise dos efeitos políticos da operação Lava Jato no Brasil e no continente

Neste comentário eletrônico, debatemos o emprego dos sistemas legais e os acordos de cooperação como uma estratégia dos EUA e aliados para projetar poder no Sistema Internacional e angariar lealdades dentro de relevantes setores das tecnocracias jurídicas de países semi-periféricos. 

*Bruno Lima Rocha é cientista político e professor de relações internacionais.

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Ação da PF contra setor de carnes ocorre após Brasil conquistar mercado nos EUA

Jornal GGN - A Polícia Federal admitiu que investiga o pagamento de propina por empresas brasileiras que produzem carne há cerca de dois anos, mas só deflagrou a "maior operação" de sua história no momento em que o Brasil vinha abrindo mercado no plano internacional. Em julho do ano passado, por exemplo, o País acertou com os Estados Unidos a venda de carne bovina in natura, encerrando uma negociação que se arrastava há 18 anos.

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Trump promete mais verbas para a defesa e menos para a saúde

Por Radio France Internationale

Da Agência Brasil

O presidente norte-americano Donald Trump fará hoje (28) seu primeiro pronunciamento em sessão conjunta do Congresso. Ele deve anunciar o aumento do orçamento da Defesa, cortes de verba para a ajuda internacional e o meio ambiente. O anúncio mais esperado, porém, deverá ser a controversa revogação e substituição do Obamacare.

Trump deve se referir à reforma ao sistema de saúde conquistada pelo governo de Barack Obama como uma carga econômica que precisa ser minimizada para, segundo ele, salvar as famílias americanas do desastre do Obamacare.

 

A promessa de revogar e substituir a lei da saúde promulgada por Obama em 2010 é mais difícil de ser cumprida do que Trump esperava, conforme ele mesmo admitiu na véspera do pronunciamento. Apesar de o presidente dizer que ninguém está feliz com o Obamacare, governadores republicanos estão sofrendo pressão para não permitirem que Trump mexa no Medicaid, o programa de seguro federal-estadual para pessoas de baixa renda, que foi expandido em diversos estados. Essa questão, em particular, está causando uma rixa entre republicanos governadores e membros do Congresso.

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Oscar 2017 foi o mais diversificado da história

Artistas utilizaram visibilidade do evento para criticar políticas discriminatórias de Trump


Jornal GGN - Artistas que participaram do festival do Oscar 2017, neste domingo (26), usaram a visibilidade do evento para criticar Donald Trump e suas políticas de discriminação. No artigo,de Vinicius Sartorato para a revista Fórum, ele destaca a influência política do Oscar e como, neste ano, a festa se diferenciou de todas as edições anteriores não só pelas críticas massivas ao presidente dos Estados Unidos, mas como o mais diversificado em toda a história.

"Com 62 filmes indicados, em 14 diferentes categorias, o tema da diversidade étnica tomou o palco nesta edição, ao contrário das duas edições passadas, criticadas pela ausência de atores negros entre os indicados para a premiação", reforça Sartorato.

Fórum

Oscar 2017: Donald Trump foi o “saco-de-pancadas” da noite


“Como mexicano, como latino-americano, como trabalhador imigrante, como ser humano, sou contra qualquer forma de muro que nos separe”, disse Gael Garcia Bernal

Por Vinicius Sartorato*

Maior festival de cinema do mundo, o Oscar é organizado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Em sua 89ª edição, é um dos mais importantes eventos da indústria cinematográfica mundial, ao lado dos festivais de Veneza, Cannes e Berlim.
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Petrobras encerra mais quatro ações nos EUA

Companhia aprovou acordos com investidores encerrando ações individuais movidas contra ela naquele país


Jornal GGN - Em um comunicado oficial divulgado na última sexta-feira (24), a Petrobras anunciou que fechou novos acordos com investidores em ações individuais nos Estados Unidos, encerrando quatro ações abertas naquele país contra a estatal brasileira.

Desde que estourou a Lava Jato e, portanto, as denúncias de corrupção na Petrobras, até então a segunda maior empresa de energia do mundo e detentora de inúmeros recordes de exploração de petróleo em águas profundas, uma série de ações individuais foram abertas contra a empresa nos Estados Unidos, colocando ainda mais em risco o capital material da companhia brasileira.

Com o novo anúncio sobre os acordos, a gerência de comunicação da empresa diz que a Petrobras alcança acordo em dezenove ações individuais, do total de vinte e sete, que foram consolidadas com a class action.

"No momento, não é possível para a Petrobras fazer estimativa confiável sobre o desfecho da class action. Esses acordos, cujos termos são confidenciais têm como objetivo eliminar incertezas, ônus e custos associados à continuidade dessas disputas e não constituem qualquer reconhecimento de responsabilidade por parte da Petrobras, que continuará se defendendo firmemente nas demais ações em andamento", concluem na nota.
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Moro é alvo de protestos em palestra na Columbia University, nos EUA

Jornal GGN - A Columbia University recebeu o juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, nesta segunda-feira (06), ao som de protestos e uma recepção não esperada pelo magistrado da primeira instância.
 
Convidado pelo empresário Jorge Paulo Lemann, proprietário da Ambev e um dos homens mais ricos do mundo, Moro foi palestrar na New School for Social Research, da Universidade de Columbia, e falou sobre a sua trajetória na Operação Lava Jato. Mas do lado de fora do salão, protestos atrasaram cerca de 12 minutos o começo das palavras de Moro aos estudantes norte-americanos.
 
No seminário, defendeu que as investigações contra a corrupção, ao contrário das críticas, vem "fortalecendo as instituições" e irão reforçar a sociedade contra a corrupção e ao comportamento de figuras públicas que descumprem a lei.
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Thank you, jet wash buddys!, por Mauro Santayana

Thank you, jet wash buddys!, por Mauro Santayana

Os EUA agradecem, penhoradamente, o fim da influência brasileira na América Latina.

Estão muito enganados aqueles que acreditam que o neo-isolacionismo dos EUA quer dizer que, sob Trump, os Estados Unidos ficarão indiferentes ao que ocorre na América Latina.

O discurso de construção do muro separando fisicamente o Texas, o Novo México, o Arizona e a Califórnia,  do país dos quais foram arrancados, à ponta de fuzis e baionetas, no século XIX, e a pressão para que as fábricas - norte-americanas ou não - que estão no México, abandonem o sul do Rio Grande e levem seus empregos e instalações para os Estados Unidos, caso queiram continuar vendendo para o maior mercado do mundo, mostram que, se pudesse, o Grande Irmão do Norte gostaria de voltar a transformar, pejorativamente,  os latino-americanos e caribenhos em um bando de índios semi-escravos e analfabetos, produtores e exportadores de insumos e matérias-primas que não pudessem ser obtidos nos EUA, como café e  bananas, por exemplo.

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Trump irá recorrer a suspensão de medidas anti-imigração

Governo acata decisão de juiz federal, mas afirma que irá defender decreto contra imigrantes de nações árabe e africanas
 
Jornal GGN - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump teve sua política anti-imigração barrada pela justiça. Através do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, sigla em inglês), o novo líder daquele país anunciou recentemente um conjunto de medidas chamado ‘Protegendo a Nação contra a Entrada Terrorista Estrangeira nos Estados Unidos’, revogando o visto de entrada de cerca de 100 mil pessoas vindas da Síria, Líbia, Sudão, Irão, Somália, Iêmen e Iraque. A política previa também novas regras de ação de passageiros que identificassem esse perfil de viajante.
 
Na última sexta-feira (03), a ordem foi derrubada pelo juiz federal James Robart, de Washington. Neste domingo (04), o DHS informou em nota que irá acatar a decisão do juiz, o que não significa que Trump não irá usar outra rota para implantar a medida. 
 
O órgão destacou que irá defender o decreto na justiça o quanto antes, e que a ordem do Executivo é "legal e apropriada", pensada para "proteger a pátria e o povo americano, e o presidente não tem dever e responsabilidade maior do que fazê-lo". Trump afirmou, também neste domingo, que pretende recorrer a decisão judicial. 
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Trump recorre contra juiz que suspendeu veto de entrada de refugiados

A comunidade islâmica da Califórnia protesta contra o veto do presidente Donald Trump

Da Agência Brasil

A  Casa Branca emitiu nota no fim da noite de ontem (3, madrugada no Brasil) informando que vai recorrer contra a decisão do juiz federal do estado de Washington, James Robart, que suspendeu temporariamente o veto do presidente Donald Trump para entrada nos Estados Unidos de refugiados e titulares de visto de sete países predominantemente muçulmanos. A Casa Branca primeiramente se referiu à decisão do juiz como "ultrajante", mas depois retirou essa palavra da nota.

Embora temporária, a decisão do juiz de Seattle (cidade do estado de Washington) atinge o cerne da ordem executiva adotada há mais de uma semana por Trump, que previa o veto - por 90 dias - da entrada de pessoas nos Estados Unidos provenientes do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen.

Tribunais de outros estados americanos também suspenderam partes da proibição temporária de Trump de viagens de passageiros vindos desses sete países, mas a decisão do juiz de Seattle foi a mais abrangente até agora.

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Serra retoma a entrega de Alcântara aos Estados Unidos, por J. Carlos de Assis

Por J. Carlos de Assis

Foto-montagem: CartaCapital

Acordei nesta manhã com a notícia de que o Governo brasileiro está negociando secretamente um acordo com os Estados Unidos para utilização da Base de Alcântara. Para quem não sabe, Alcântara é a localização mais estratégica do mundo, do ponto de vista miliar e político, para lançamento de foguetes. Um acordo secreto, conforme noticiado, daria aos americanos enormes vantagens. Em primeiro lugar, atenderia a seu desejo explícito de não deixar o Brasil desenvolver uma tecnologia própria de foguetes. Em segundo lugar, impediria um eventual acordo brasileiro com outra potência na área, por exemplo, a Rússia.

O Governo brasileiro tentou desenvolver tecnologia de foguetes num acordo com a Ucrânia que, tendo sido uma das repúblicas soviéticas, estava em condições de oferecer uma parceria vantajosa ao Brasil. Como se sabe, só a Rússia, como herdeira dos soviéticos, tem tecnologia aeroespacial comparável à dos EUA, o que de alguma forma compartilhava com a Ucrânia. Entretanto, a Ucrânia sofreu um golpe de Estado comandado pelos americanos, que exigiram o fim do acordo com o Brasil, conforme informações do WikiLeaks. Além disso, em 2003, Alcântara sofreu um acidente devastador destruindo instalações e dezenas de vidas.

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Lava Jato entrega Petrobras aos Estados Unidos, por Emanuel Cancella

Por Emanuel Cancella

*Coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e autor do livro “A outra face de Sérgio Moro”

Lava Jato, segundo a mídia, virou uma unanimidade nacional! Isso é caçoar da inteligência dos brasileiros, talvez fazendo alusão ao escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues que dizia que “Toda unanimidade é burra”, entretanto a sociedade já começa a enxergar a verdade e vai perceber que juiz Sérgio Moro pode até ser herói nacional, mas dos EUA.

Aliás, o governo americano o premiou e as suas principais revistas também, Time e Fortune, o exaltaram. Fizeram isso pelos excelentes serviços prestados ao povo americano, entre tantos:

1 - Moro chamou os procuradores americanos para investigar a Petrobrás, legitimando a espionagem, contra o Brasil.

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As manifestações pelo mundo contra Donald Trump

Manifestantes seguram placas durante a Marcha das Mulheres, em Londres, como parte de um protesto mundial contrário ao novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Da Agência Brasil

Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas em todo o mundo em protesto contra o novo presidente americano, Donald Trump, e suas declarações sobre as mulheres, mostrando apoio aos manifestantes dos Estados Unidos. As informações são da AFP.

Em Londres, a maioria dos manifestantes eram mulheres, que saíram em passeata da embaixada dos Estados Unidos até a praça Trafalgar. 

Hannah Bryant, 34 anos, funcionária de um museu, participou da marcha com a filha de 4 anos, e ambas usavam gorros rosas com orelhas, os "pussy hats", também usados por manifestantes dos Estados Unidos.

"Estive ensinando a ela sobre igualdade e preconceitos, quero que veja quanta gente acredita nisso", contou.

O ator Oliver Powell, 31 anos, considera Trump uma "pessoa detestável". "Quero que a maioria dos americanos que não votaram nele saibam que têm apoio em todo o mundo".

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Com Temer, Brasil retoma vocação de súdito dos EUA

As pedras e os perigos da aproximação com Washington desejada pelo atual governo

Temer

Este mostrou sua preferência (Foto: Andressa Anholete/AFP)


Donald Trump assume a Casa Branca nesta sexta-feira 20, e logo a partir de fevereiro burocratas norte-americanos e brasileiros começam a reunir-se para preparar uma agenda capaz de ajudar mutuamente o crescimento econômico dos dois países, artigo escasso lá e aqui.

Ao menos foi esse o combinado entre o magnata e Michel Temer em um telefonema em dezembro, ligação de iniciativa do Palácio do Planalto. Na conversa, o peemedebista disse contar com investimentos dos Estados Unidos, que os empresários dos dois países se conhecem bem e gostariam de ampliar os negócios.

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