Revista GGN

Assine

Fernando Henrique Cardoso

Para Haddad, não há possibilidade de Lula ficar inelegível

haddad_paulo_pinto_fotos_publicas.jpg
 
Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro, os analistas políticos começaram a levantar a hipótese de outra candidato do PT em 2018, caso Lula se torne inelegível.
 
Um dos nomes lembrados é o de Fernando Haddad, mas o ex-prefeito de São Paulo refuta não só a hipótese de disputar a presidência como também a possibilidade de não disputar a presidência no ano que vem.
 
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, Haddad afirma que tanto Lula quanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso erraram ao não ter conseguido criar bases para convivência entre PSDB e PT, o que fez os partidos se tornarem “reféns do atraso. 
 
Ao comentar a Operação Lava Jato, Haddad critica o uso das delações premiadas. “Aqui introduzimos uma novidade sem as cautelas regulamentares. Qual o protocolo para delação com trecho falso?”, questiona. 

Leia mais »

Média: 3.2 (9 votos)

FHC e Gilmar Mendes são recebidos com protesto na Universidade de Lisboa

dsc_2243_1.jpg
 
Fotos: Paulo Silva
 
por Helena Martins
 
FHC, Gilmar Mendes e integrantes do governo Temer são recepcionados por protesto, em Lisboa
 
Brasileiros e portugueses denunciaram o golpe em curso no Brasil, em protesto em frente à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde teve início, na manhã desta terça-feira, 18, o V Seminário Luso-brasileiro de Direito. Leia mais »
Média: 4.1 (9 votos)

Temer nega articulação com Lula e Fernando Henrique

temer_fhc_-_beto_barata.jpg
 
Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Em entrevista para uma rádio de São Paulo, o presidente Michel Temer negou que esteja costurando um acordo com os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva para amenizar os efeitos da Operação Lava Jato na política brasileira. 
 
Matéria da Folha de S. Paulo publicada na última quinta-feira (13) afirmava que Lula, FHC e Temer estariam articulam um “pacto por sobrevivência política”. De acordo com a reportagem, aliados dos líderes estariam discutindo medidas para limitar a operação e impedir que o grupo formado por PSDB, PT e PMDB seja “exterminado” até 2018. 

Leia mais »

Média: 2.1 (7 votos)

FHC sai em defesa da Lava Jato: "errado quem pensa que favorece partido"

 
Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso saiu em defesa da Operação Lava Jato, em vídeo publicado nas redes sociais. O tucano disse que há uma singularidade nas investigações, ao "ver gente poderosa sendo julgada".
 
"Quem imaginar que lava Jato é para perseguir alguém, para favorecer partido, está errado. É para fazer com que a Justiça se cumpra no Brasil", disse FHC, em discurso complatamente contraditório com o último depoimento prestado em ação do juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Na ocasião, em audiência junto ao magistrado do Paraná, FHC apesar de não criticar diretamente a Lava Jato, mostrou que as acusações contra Lula eram inconcebíveis, desmentiu que manter o acervo presidencial seria ilegal.
Média: 1.3 (12 votos)

Lula detona a terceirização de FHC & Temer, por Marcelo Auler

terceiriza_patos_0.jpg

Do site de Marcelo Auler

Lula detona a terceirização de FHC & Temer

por Marcelo Auler

Uma mensagem – nº 389 – com apenas cinco linhas, assinada em 19 de agosto de 2003, pelo então presidente Luís Inácio Lula da Silva, servirá para detonar a terceirização proposta pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em 19 de março de 1998, que o governo golpista de Michel Temer, junto com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), querem impor à Nação em prejuízo dos trabalhadores.
 
Na mensagem, Lula solicitou ao Congresso Nacional a retirada do Projeto de Lei nº 4.302, que depois de aprovado pelos deputados, foi modificado no Senado e voltou a tramitar na Câmara. Foi este projeto retirado pela Presidência da República que Maia e a base aliada de Temer, no último dia 22 de março, aprovou no plenário. Ao levar o projeto à apreciação dos 427 parlamentares presentes à sessão, Maia, na ânsia de atender ao governo e satisfazer o neoliberalismo, prejudicando os trabalhadores, atropelou os trâmites do Processo Legislativo.

Leia mais »

Média: 4.1 (14 votos)

FHC e a maxidesvalorização de 1999

Comprei, mas não li ainda o terceiro volume das memórias de Fernando Henrique Cardoso na presidência. Fala da maxidesvalorização de janeiro de 1999.

Acompanhei de perto esse episódio, como colunista da Folha e comentarista da Bandeirantes.

No segundo semestre de 1998 já estava nítido que não haveria como manter o congelamento do câmbio.  Gustavo Franco era presidente do Banco Central e se apegava ao congelamento como se fosse um filho dileto, do qual não queria se afastar.

Como narrei no livro "Os Cabeças de Planilha", antes do lançamento do Real, banqueiros estrangeiros foram procurados pelo economista Winston Fritsch com a informação de que o governo pretendia derrubar o preço do dólar e convocando-os a ajudar os economistas do Real que atuavam no mercado a apostar na queda do dólar nos mercados futuros.

Em poucos meses, a apreciação do real comprovou-se desastrosa, destruindo rapidamente o superávit comercial brasileiro.

Leia mais »

Média: 5 (18 votos)

Ciro Gomes conta como FHC entregou o Sivam para os EUA

"Fernando Henrique forçou a mão para que o Brasil cancelasse a concorrência do Sistema Sivam e entregasse, sem licitação, à Raytheon"


 
Jornal GGN - Você acompanha agora a primeira parte da entrevista que o ex-governador Ciro Gomes (PDT-CE) concedeu para o GGN, no programa Na sala de visitas com Luis Nassif. Neste bloco ele conta como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou o Sistema de Vigilância da Amazônia para uma empresa norte-americana. 
 
"No primeiro momento, o Fernando Henrique, entre a eleição e a posse, forçou a mão para que o Brasil cancelasse a concorrência do Sistema Sivam [Sistema de Vigilância da Amazônia] e entregasse, sem licitação, à Raytheon, [em 1995] por pedido explícito do Bill Clinton, na reunião da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas), na Flórida. E isso está numa ata do Itamar Franco que me colocou pra assinar", explicou a Nassif.  

Leia mais »

Média: 5 (17 votos)

Aécio mistura prescrição de prazo com absolvição

Processo havia sido aberto após acusação de ex-presidente da Transpetro de que senador repassou propinas em troca de apoio na Câmara 

 
Jornal GGN - O senador Aécio Neves misturou prescrição de prazo com absolvição para defender sua inocência no processo aberto no âmbito da Operação Lava Jato para investigar a acusação feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de que o presidente do PSDB teria repassado propinas em troca de apoio na Câmara dos Deputados, na época para viabilizar o apoio da eleição de Aécio no comando da Casa.
 
Segundo Machado, que foi do PSDB, o recurso financeiro arrecadado ilegalmente para ajudar cerca de 50 deputados, em torno de R$ 7 milhões, foi solicitado na época para a campanha nacional de Fernando Henrique Cardoso. Aécio teria recebido parte desses valores por meio de um amigo de Brasília, contou o ex-presidente da Transpetro, sem informar o nome da pessoa. No seu depoimento, Machado também corroborou a denúncia de que o senador teria recebido propinas de Furnas. 
 
"Todos do PSDB sabiam que Furnas prestava grande apoio ao deputado Aécio Neves via o diretor Dimas Toledo, que era apadrinhado por ele durante o governo Fernando Henrique Cardoso e Dimas Toledo contribuiu com parte dos recursos para a eleição da bancada da Câmara à época", disse Machado.
 
A denúncia suscitou a abertura de mais um inquérito para investigar Aécio Neves, porém o processo travou na Justiça e, nessa semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou o arquivamento por conta da prescrição de prazos. 
Leia mais »
Média: 4.3 (4 votos)

FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou uma lei que regulamenta a manutenção do acervo presidencial, considerado de "interesse público do Brasil" (Foto: Instituto FHC)

do Lula.com.br

FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

Em depoimento em Curitiba, ex-presidente do PSDB explica como funciona a manutenção do acervo presidencial e recebe por três vezes pedidos de desculpas do juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso depôs nesta quinta-feira (9) para o juiz de primeira instância Sérgio Moro na ação penal que a Lava Jato move contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. Fernando Henrique, elencado como testemunha de defesa, depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de "objetos pessoais" de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.

Leia mais »

Média: 4.6 (10 votos)

Direito de Resposta: O histórico do publicitário de Temer em ninho tucano

 
Jornal GGN - No dia 5 de janeiro, o GGN publicou neste espaço a reportagem "O histórico polêmico do publicitário de Temer em ninho tucano", apontando alguns dos contratos fechados pela agência Nova S/B, de João Roberto Vieira da Costa, conhecido como Bob, e outras atuações profissionais do publicitário, junto a campanhas de José Serra (PSDB) e em gestões tucanas.
 
Em pedido de resposta enviado nesta segunda-feira (09), o advogado de Bob Vieira da Costa afirmou que, ao contrário do que divulgado, o publicitário não atuou de forma partidária e que a agenda da Nova S/B foi a de "desenvolver comunicação de interesse público e o foco de participar de licitações públicas para a execução de contratos com a Administração Pública em todos os seus níveis".
 
Apontou que, entre as 67 licitações que participou, nove das que venceram ocorreram em gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, além de outras atuações em organizações internacionais e multilaterais.
 
A publicação do GGN fez uma retrospectiva sobre o histórico do publicitário, não apenas à frente da Nova S/B, como também desde 1997, quando por indicação de Sérgio Motta tornou-se chefe de comunicação social do Ministério da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso.
Média: 3.8 (8 votos)

PSDB consolida estratégia diante de possível queda do governo Temer

 
Jornal GGN - Em meio às análises sobre possibilidades do que a oposição a Michel Temer já denominou como "golpe dentro do golpe", com as mudanças introduzidas pela gestão peemedebista e, em seguida, após a queda de Temer, a tentativa de um nome do PSDB assumir a Presidência do país, Fernando Henrique Cardoso voltou a dar sinal verde como este nome do partido.
 
Por outro lado, a nova manifestação de FHC foi no sentido de que a imagem denegrida de Temer, por conquistar o cargo após um impeachment e não uma eleição direta, traria prejuízos maiores a um possível indicado pelo Congresso.
 
Isso porque se o atual presidente Michel Temer for destituído, a legislação prevê que o novo nome é escolhido pelo Congresso Nacional, em eleição indireta, para cumprir os restantes dois anos de mandato, antes de uma nova eleição popular.
Média: 3 (6 votos)

O fim da lua-de-mel entre Temer e o PSDB, por Helena Borges

Do Intercept Brasil

 
Helena Borges

OS PANELAÇOS REALIZADOS em bairros nobres na quarta-feira, dia 30, e a manifestação organizada pelos mesmos grupos de direita que pediram o impeachment de Dilma Rousseff, marcada para domingo, dia 4, evidenciam a queda da já pouca popularidade do presidente Michel Temer. E assim se encerra a lua-de-mel entre governo e PSDB, que se provou fogo de palha e acaba de apagar.

“Depende do presidente, não depende do PSDB”, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos mais proeminentes nomes dentro do partido, nos idos de abril, pouco antes de Temer assumir o governo interino. Na mesma semana, chegou a afirmar que “o Brasil está em primeiro lugar, o partido vem depois“. No entanto, para deixar bem claro no caso de algo dar errado, arrematou: “Isso não será um governo do PSDB”.

Leia mais »
Média: 3.4 (9 votos)

Temer, Gilmar e FHC tiveram "conversa de velhos amigos"

 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, afirmou que o encontro que teve com o presidente Michel Temer e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na tarde desta quarta-feira (12), foi "uma conversa de velhos amigos".
 
Temer recebeu FHC e Gilmar no Palácio do Jaburu nesta quarta. O encontro foi repercutido como um pedido de conselhos do peemedebista ao tucano e ao ministro do STF sobre como corrigir a economia após a sequência de crises políticas geradas antes e depois do impeachment, articulado pelas siglas PMDB e PSDB.
 
FHC é presidente de honra do PSDB, partido que move uma das principais ações no TSE, que por sua vez é presidido por Gilmar, contra a chapa de Dilma e Temer. Estaria nas mãos de Gilmar colocar em plenário o julgamento da ação para este ano, podendo ocasionar eleições diretas e, consecutivamente, a saída de Temer do poder. 
Média: 2.3 (3 votos)

Guilherme Estrella: Desde FHC estratégia é enfraquecer a Petrobras

Jornal GGN – O Brasil 247 realizou entrevista com o ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella. Ele falou sobre o quadro político na época da descoberta do pré-sal e o projeto de lei do senador José Serra, que altera a lei de partilha.

De acordo com Estrella, com Fernando Henrique Cardoso, a Petrobras foi deixada de lado para benefício de empresas estrangeiras. O ex-presidente teria sido o principal responsável por "reduzir em 40% a presença da Petrobras na procura de novos campos de petróleo, limitando as pesquisas da empresa e favorecendo a entrada das multinacionais".

Em 2002, no último ano do governo FHC, “os blocos exploratórios da Petrobras eram suficientes para companhia manter sua atividade apenas até 2008. Pensando aonde poderíamos estar, se essa visão fosse mantida, é difícil imaginar o destino da companhia. Com certeza, seria uma empresa menor e mais frágil”.

Leia mais »

Média: 4.1 (9 votos)

Serra e FHC arquitetam golpe na presidência venezuelana do Mercosul

Jornal GGN – Serra e FHC foram ao Uruguai para convencer o presidente Tabaré Vázquez a não entregar o comando do Mercosul para a Venezuela no dia 12 de julho, conforme estava previsto. Eles conseguiram do chefe de estado uruguaio uma promessa de adiar até agosto a entrega do comando do bloco.

A mentalidade é bastante parecida com o impeachment no Brasil. Os tucanos usam um argumento técnico - neste caso de que a Venezuela ainda não cumpriu as condições para ser reconhecida como membro efetivo do Mercosul -, mas o motivo real é político.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)