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Janot reduz 60% dos acordos de delação da OAS antes de sua saída


Foto-montagem: Blasting News
 
Jornal GGN - Considerado outro dos mega-acordos de delação premiada na Operação Lava Jato, a construtora OAS teve suas acusações de cerca de 50 empresários enxugadas para que Rodrigo Janot alcance comandar o caso na Procuradoria-Geral da República (PGR) antes do fim de seu mandato.
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, dos 50 envolvidos que diziam ter material para entregar aos investigadores, mantiveram a colaboração com apenas 20, incluindo funcionários da empreiteira e acionistas. Ou seja, houve uma redução de 60% dos acusadores da OAS que poderiam levar a diversas frentes de investigação e desdobramentos da Lava Jato.
 
As negociações entre o Ministério Público Federal (MPF) e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, tiveram início em março de 2016. Desde lá, os acordos de leniência e com os demais executivos do grupo sofreram interrupções e foram desfocados com o avanço dos acordos junto à Odebrecht, rival econômico da OAS, e, mais recentemente, com a JBS.
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Cunha tem delação premiada rejeitada pela PGR, diz revista

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) teve o acordo de delação premiada encerrado pela Procuradoria Geral da República. A turma de Rodrigo Janot disse que o deputado cassado é "incapaz" de reconhecer desvios na Petrobras, não entrega os companheiros políticos e tampouco tem provas de corrupção praticada por Michel Temer.

No mesmo dia em que a notícia é publicada pela revista Época, a Polícia Federal confirma que Lúcio Funaro voltou para o presídio onde estava detido. Ele havia sido transferido para a carceragem da PF em Brasília, para fechar um acordo de delação.

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Decisão de Fachin prejudica Temer, confirmam investigadores


Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de não incluir Michel Temer no inquérito contra os caciques do PMDB na Câmara dos Deputados foi "até melhor para o ritmo da investigação", apontaram investigadores ouvidos pela Folha de S. Paulo, confirmando o que adiantou o GGN em reportagem desta quinta-feira (10).
 
Uma primeira análise feita pelo jornal, quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda não trazia expectativas de apresentar a segunda denúncia contra Temer na Câmara, mesmo com o inquérito por obstrução à Justiça pronto e finalizado pela equipe da Polícia Federal, indicava que o PGR apenas aguardava a decisão de Fachin.
 
Isso porque Janot precisava de uma resposta do ministro que relata a Operação Lava Jato no Supremo: se Fachin incluísse o atual presidente nas acusações de organização criminosa, dentro do inquérito no STF que mira o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), não haveria a necessidade de tal apontamento na denúncia que enviará à Câmara, restringindo-a apenas aos fatos relacionados à obstrução.
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Centrão ameaça deixar Temer ser denunciado e dar prejuízo ao governo

Foto: Agência Câmara

 
Jornal GGN - Interessado nos cargos de deputados infiéis (aqueles que se dizem da base governista mas votaram a favor da denúncia contra Michel Temer na Câmara), o chamado centrão já ameaça destruir a agenda econômica do governo e promete não servir de escudo para o próximo pedido de investigação a ser apresentado pela Procuradoria Geral da República contra o presidente.
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O que há por trás dos despachos de Fachin que "beneficiam" Temer

Duas decisões do ministro do STF devem se voltar contra Michel Temer: uma com mais desgaste durante a gestão do peemedebista e outra evitando a impunidade quando o mandato acabar
 

Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - O ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou recentemente duas importantes decisões relacionadas às investigações contra o presidente Michel Temer: não incluiu o mandatário no inquérito contra os caciques do PMDB da Câmara e suspendeu o inquérito contra Temer sobre as acusações da JBS.
 
Apesar de ambas decisões parecerem, em um primeiro momento, alívios para o presidente da República, uma delas se trata apenas de uma decisão que não haveria saída e a outra poderá complicar ainda mais Michel Temer nas investigações que recaem contra ele.
 
A suspensão do inquérito contra o peemedebista, determinada recentemente por Edson Fachin, ocorreu por norma legal da Constituição, que prevê que qualquer denúncia enviada pela Procuradoria-Geral da República por crimes comuns, como o de corrupção, devem ser liberadas, antes pela Câmara dos Deputados.
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Após críticas de Temer e pedido de suspeição, Fachin quer posição de Janot


Foto: Marcos Correa/PR

Jornal GGN - Michel Temer considerou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspeito para o investigar. O ministro relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu para o procurador se manifestar.

Da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin concedeu hoje (10) prazo de cinco dias para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestar sobre pedido de suspeição feito pela defesa do presidente Michel Temer.

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Temer desmoraliza Janot para obter mais uma vitória na segunda denúncia

Expetativa é que a segunda acusação da PGR contra o mandatário seja enviada nos próximos dias
 

Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - Os ataques de Michel Temer contra Rodrigo Janot, procurador-geral da República e autor da denúncia contra o mandatário na Operação Lava Jato, só irão aumentar nos próximos dias. Isso porque a expectativa é que a segunda peça de acusação seja enviada à Câmara em breve.
 
O movimento de Temer já contou com a adesão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, mas de forma isolada no Judiciário, enquanto que associações se mobilizam em defesa do procurador.
 
Por isso, o mandatário espera angariar apoio e, do outro lado, inferir sobre Rodrigo Janot, em tentativa de desmoralizar publicamente a peça e fixando a imagem de que o procurador-geral atuaria como uma perseguição ao presidente. Para a atuação, conta com o seu advogado, o criminalista Antonio Claudio Mariz, que encabeçara a briga a nível judicial.
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Após se encontrar com Temer, Gilmar ataca Janot


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - "Janot, eu o considero o procurador-geral mais desqualificado que já passou pela história da Procuradoria. Porque ele não tem condições, na verdade não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir algum órgão dessa importância", afirmou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. O ataque do ministro do Supremo foi feito durante uma entrevista à Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira (07), quando questionado sobre o atual comandante do Ministério Público Federal (MPF), Rodrigo Janot.
 
A crítica ocorreu quando o ministro falava sobre a Operação Lava Jato e o avanço das investigações que incidem agora sobre o atual presidente da República, Michel Temer. Na noite deste domingo (06), o mandatário reuniu-se com Gilmar em encontro fora da agenda oficial. Além do ministro, também estava presente o secretário-geral da Presidência e outro dos acusados na Lava Jato, Moreira Franco (PMDB-RJ).
 
Questionado pela jornalista Andréia Sadi, o ministro do Supremo afirmou que o encontro ocorreu para se discutir a reforma política. "Eu acho que é a chance de promovermos uma mudança profunda no sistema político. Talvez, pensar um semipresidencialismo, uma mistura de presidencialismo com parlamentarismo. Precisamos também ver como vai ser a distribuição pelos partidos do dinheiro público do fundo novo a ser criado", disse.
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Janot sinaliza que delação de Delcídio será anulada

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot admitiu, em entrevista à Folha, que deve pedir a anulação de um acordo de delação premiada da Lava Jato. Ele não quis antecipar o nome do delator, mas citou Sergio Machado e Delcídio do Amaral. Após servirem à derrubada do governo Dilma Rousseff,  as revelações sofreram críticas de membros da força-tarefa da Lava Jato porque não foram vinculadas a provas.
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Janot dá lição à Folha sobre perícia em áudio da JBS contra Temer

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot travou um embate com a reportagem da Folha por causa do aúdio de Joesley Batista, da JBS, contra Michel Temer. Quando o material em que o presidente possivelmente aparece dando aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha veio à tona, Folha ajudou o Planalto a construir uma defesa questionando a validade do áudio por meio de uma perícia independente. Janot, em entrevista publicada nesta segunda (7), ridicularizou o tratamento dado pelo jornal ao assunto.

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Jornal entrevista Temer, que critica Lava Jato e Janot

Foto Dida Sampaio/Estadão

Jornal GGN – O Estadão dá manchete ao presidente Michel Temer. Pouco depois de ter se livrado de investigação por corrupção passiva, com o Congresso engavetando até que deixe de ser presidente a denúncia, ele diz que ‘nunca pretendeu destruir’ a Lava Jato e quer o caminho do ‘cumprimento da lei’.

A matéria assinada por Carla Araújo, Irany Tereza, Vera Rosa e Tânia Monteiro, no Estadão, no título a queda de braço do atual presidente, Michel Temer, com Rodrigo Janot, o procurador-geral da República: “Sem Janot, Lava Jato terá ‘rumo certo’, afirma Temer”.

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Temer evita ser incluído em inquérito mãe da Lava Jato no STF

Ao mesmo tempo que tenta não ser investigado diretamente pelo Supremo em ação envolvendo outros caciques do PMDB, o presidente travaria denúncia exclusiva da JBS por obstrução
 

Foto: Antonio Cruz/ABr
 
Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que faz a defesa de Michel Temer, pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negue incluir o presidente na lista de um dos principais inquéritos da Operação Lava Jato: o que mira os caciques do PMDB.
 
A inclusão de Temer no desdobramento do inquérito-mãe da Lava Jato no Supremo foi solicitada pela Polícia Federal (PF), por considerar nos autos da investigação contra Temer a relação com o caso envolvendo os ilícitos cometidos por peemedebistas na Câmara dos Deputados, incluindo Eduardo Cunha (RJ) e Henrique Eduardo Alves (RN).
 
Segundo o delegado Marlon Oliveira Cajado, "novos relatos" que surgiram nas investigações apontam para o "suposto envolvimento de outras pessoas com foro originário no STF" no esquema de corrupção de membros do PMDB na Câmara dos Deputados, como o próprio presidente Temer, e também seus ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).
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"Não vá o sapateiro além do sapato": o retrato dos ataques de Gilmar à Lava Jato

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - Para defender alvos como Aécio Neves e Michel Temer dos "abusos" da Lava Jato, o Gilmar Mendes de hoje não fica nem corado ao contradizer o Gilmar Mendes do governo Dilma Rousseff.
 
Quando a tempestade perfeita para o impeachment estava em formação, Gilmar batia palmas para esses que agora chama de loucos e clamava por mais respostas duras aos corruptos ligados ao PT. Agora, o ministro da Suprema Corte não só critica como convoca os pares à imposição de limites ao Ministério Público de Rodrigo Janot.  
 
Durante uma das sessões no Supremo Tribunal Federal dessa semana, Gilmar incitou a Corte a fazer um mea culpa em relação à Lava Jato. "Nós somos os responsáveis. Se esses abusos são perpetrados, foi porque nós deixamos que isso ocorresse. É de nossa alta responsabilidade dizer 'chega, basta'. Não vá o sapateiro além do sapato", disse, defendendo a odediência às leis.
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Janot põe em prática estratégia para denunciar Temer de novo

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot já colocou em prática a estratégia para denunciar Michel Temer por obstrução de Justiça, pois o braço do inquérito em que o presidente é acusado de dar aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha está mais adiantado.
 
Ontem, enquanto a Câmara barrava a denúncia contra Temer por corrupção passiva, Janot encaminhava no Supremo Tribunal Federal a separação da investigação por obstrução de outro braço do inquérito, sobre organização criminosa (PMDB na Câmara).
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Janot tentará entregar mais 1 denúncia contra Temer antes de deixar PGR

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot tentará entregar pelo menos mais 1 denúncia contra Michel Temer até 17 de setembro, quando termina seu mandato como chefe do Ministério Público Federal. 
 
Substituído por Raquel Dodge, Janot não tem dado prazo para que a denúncia por obstrução de Justiça envolvendo a delação da JBS seja concluída. O jornal Valor afirmou, com base em depoimentos em off de procuradores, que esse inquérito depende das delações de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, que estão em negociação.
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