Revista GGN

Assine

Léo Pinheiro

Sem provas cabais contra Lula, Léo Pinheiro pede regime aberto a Moro

Jornal GGN - Ex-OAS, Léo Pinheiro quer que o juiz Sergio Moro desconsidere, em parte, a lei que rege a delação premiada, e imponha a ele, um delator informal, a penalização mínima, com direito a regime aberto, no julgamento do caso triplex.

Nas alegações finais protocoladas em Curitiba na terça (20), a defesa de Pinheiro sustenta que "a inexistência de acordo prévio celebrado entre acusado e o Ministério Público não impede o Poder Judiciário de considerar que houve postura colaborativa e aplicar os regramentos jurídicos que entender cabíveis."

Leia mais »

Média: 2.3 (6 votos)

Nem de Lula, nem da OAS: triplex é da Caixa há pelo menos 7 anos

"Nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a disponibilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja", diz Cristiano Zanin
 
Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula apresentou, durante coletiva de imprensa em São Paulo, o teor das alegações finais sobre o caso triplex, cujo prazo para entrega ao juiz Sergio Moro termina nesta terça (20). Durante a exposição, o advogado Cristiano Zanin revelou que encontrou novas provas de que "nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a dispobilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja".
 
Isso porque, desde 2010, o triplex, assim como os demais apartamentos do Consomínio Solaris, no Guarujá, foi entregue pela OAS a um fundo controlado pela Caixa Econômica Federal. Como nenhum depósito foi feito em conta bancária sinalizada pela Caixa, o triplex não foi liberado a ninguém, muito menos a Lula. 
 
"Se o triplex não é nem jamais foi de Lula, sua absolvição é obrigatória. Não só porque o Ministério Público não produziu prova do que diz, mas porque a defesa produziu provas da inocência de Lula", disparou o advogado.
Média: 4.6 (22 votos)

Com fim de prazo para Lula, quanto tempo até a sentença de Moro sobre o triplex?

Quando há petistas sentados no banco dos réus, Sergio Moro costuma dar a sentença condenatória em menos de 2 semanas

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - Termina nesta terça (20) o prazo para a defesa de Lula apresentar as alegações finais sobre o caso triplex. Há uma expectativa em torno de quanto tempo levará até que o juiz Sergio Moro emita decisão condenando ou absolvendo o ex-presidente. Levantamento do GGN mostra que, quando há petista sentado no banco dos reús, o magistrado de Curitiba costuma decidir em menos de 2 semanas. De 10 sentenças analisadas, seis enquadram-se nesse intervalo. Disputado por eventos empresariais, acadêmicos e político-partidários, Moro sempre leva em consideração se há prisão preventiva dos denunciados para acelerar o processo.

O ex-tesoureiro João Vaccari Neto foi um dos que recebeu a punição - 8 anos de encarceramento - rapidamente. Entre o fim do prazo para as alegações finais e o momento em que Moro recebeu os autos conclusos para decisão, passaram-se apenas 3 dias. Na mesma sentença, de 227 páginas, o juiz condenou também Renato Duque, considerado o operador do PT dentro da Petrobras, a 20 anos de prisão.

Leia mais »

Média: 3.8 (6 votos)

Lava Jato quer condenação de Lula sem provas, só com PowerPoint, diz Zanin

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal GGN - Advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins publicou um vídeo nas redes sociais comentando as alegações finais da força-tarefa da Lava Jato sobre o caso triplex. Na peça, o Ministério Público deveria provar que houve desvio de R$ 87 milhões da Petrobras e que Lula, em troca de favorecimento à OAS, revebeu o triplex no Guarujá e recursos para manutenção do acervo presidencial.

Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

Lula vai ao STF para saber o que Léo Pinheiro receberá em troca da delação

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Os advogados Cristiano Zanin e Valeska Martins entraram com uma "reclamação constitucional" no Supremo Tribunal Federal, nesta terça (30), com o objetivo de saber o que o ex-empresário da OAS, Léo Pinheiro, vai receber em troca do acordo de delação premiada com a Lava Jato.

Desde o ano passado a grande mídia noticia que a delação de Pinheiro vinha sendo rejeitada pela força-tarefa por não atribuir a Lula culpa por esquemas de corrupção na Petrobras. Após meses na prisão e já condenado por Sergio Moro, Pinheiro usou sua audiência no caso triplex - no qual é co-réu, ou seja, não tem obrigação de depor dizendo a verdade - para acusar Lula de ser dono oculto do apartamento no Guarujá.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

E-mails da OAS usados como prova não tratam Lula como dono do triplex

Jornal GGN - Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP).

Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa. Eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial". Em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

Delações valem mais que prova de que triplex é da OAS, aponta Moro

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - Nesta segunda-feira (15), o juiz Sergio Moro negou uma série de pedidos da defesa de Lula para juntar aos autos da ação penal do caso triplex novas provas que ajudariam a negar a suposta participação do ex-presidente em esquema de corrupção na Petrobras.

Nesse processo, Lula é acusado de ter recebido da OAS um apartamento triplex, no Guarujá, e repasses para custear o armazenamento do acervo presidencial. Em troca, a empreiteira ganhou três contratos com a Petrobras.

Após a audiência de Lula, no último dia 10, a defesa solicitou a Moro uma "perícia financeira" no triplex, para juntar mais provas de que o imóvel não só está em nome da OAS, já que nunca foi vendido, como ainda foi dado como garantia pela empresa em operações financeiras. Leia mais »

Média: 2.6 (10 votos)

Lava Jato usa dados colhidos no caso triplex em novo inquérito contra Lula

Foto: Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Os depoimentos dados por Léo Pinheiro, Renato Duque e Lula a Sergio Moro, que pertencem à ação penal do caso triplex mas não estão conectados ao apartamento, serão usados pela Lava Jato para construir um novo inquérito contra o ex-presidente. É o que diz reportagem do Estadão, nesta segunda (15).
 
A Lava Jato considerou uma vitória que Lula tenha admitido encontros com Renato Duque e Léo Pinheiro, inclusive na presença de João Vaccari Neto, ao longo de 2014, quando a operação já estourava na mídia.
Média: 1.5 (8 votos)

Bens de Lula são "milhares de cartas do povo", não uma "ferrari", diz Okamotto

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Em audiência na Justiça Federal em Curitiba, na quarta-feira (4), Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, explicou ao juiz Sergio Moro e aos procuradores da Lava Jato como se deu o "apoio cultural" da OAS, então comandada por Leo Pinheiro, à manutenção do acervo do ex-presidente Lula.
 
Okamotto começou seu depoimento denotando que a Lava Jato e a grande mídia fazem parecer que Lula mantém guardado um veículo de luxo do tipo "ferrari", quando, na verdade, a grande parte dos bens acumulados pelo petista no período em que esteve na Presidência da República é formada por "cartas do povo brasileiro", agradecendo pelos programas criados no governo do PT, criticando outras ações e sugerindo ideias. "Isso não fez parte de nenhuma acerto [de propina entre PT e OAS]", assegurou Okamotto. "Foi uma contribuição de uma empresa em apoio a Lula", disse a Moro.
Média: 4.5 (8 votos)

Para defesa de Lula, mais interessados em delação podem mentir sobre triplex

Foto: Felipe Aaraujo/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula emitiu nota à imprensa, na noite desta quinta (4), denotando preocupação com a possibilidade de mentiras serem aceitas no julgamento do caso triplex, em função da agenda oculta de interrogados que estão de olho em um acordo de delação premiada. No informe, Cristiano Zanin diz que há figuras que "agem na perspectiva de receber benefício no momento em que depõem como réus, sem o compromisso de dizer a verdade". Foi o caso de Leo Pinheiro, apontou o defensor, e pode ser, em breve, o de Renato Duque.
Média: 5 (8 votos)

Léo Pinheiro entrega provas de propina durante governo Serra

Geraldo Magela/Agência Senado
 
Jornal GGN - A defesa de Léo Pinheiro entregou à Lava Jato provas documentais de pagamento de propina por obras do Rodoanel, no período em que José Serra (PSDB) era o governador de São Paulo. Entre as provas estão contratos fictícios e notas frias.
 
Segundo reportagem de O Globo, desta quinta (27), só entre 2007 e 2008, a OAS pagou R$ 17 milhões em propina a uma empresa de locação de equipamentos, que teria servido de intermediária. Os investigadores identificaram o pagamento de R$ 4,6 milhões do Consórcio à empresa Legend Engenheiros, de Adir Assad, que está preso na Lava Jato. Segundo o jornal, ele está em tratativa de acordo de colaboração com a Lava Jato.
Média: 4.5 (8 votos)

Moro admite que depoimento de Léo Pinheiro pode ser falso

O juiz Sérgio Moro: Léo Pinheiro tem direito de dar suas versões, "quer sejam verdadeiras, quer não sejam verdadeiras"

do Lula.com.br

Moro admite que depoimento de Léo Pinheiro pode ser falso

Ex-sócio da OAS incluiu acusação a Lula em testemunho a fim de obter acordo de delação premiada com o MPF-PR

O juiz Sérgio Moro, responsável por processo que tem como acusados o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o empresário Léo Pinheiro, ex-sócio da construtora OAS, afirmou que o depoimento deste último à Justiça concedido na semana passada pode ter sido feito em meio a uma negociação do réu com o Ministério Público Federal para a obtenção de um acordo de delação premiada, e que pode conter inverdades, mas que o depoente tem direito de dizê-las.

A afirmação foi proferida pelo juiz quando o advogado de Lula indagou, antes que tivesse início o depoimento de Pinheiro na semana passada, a respeito da condição jurídica em que o réu se encontrava na oitivia que estava para começar.  

Leia mais »
Média: 2.3 (7 votos)

Léo Pinheiro estragou metade da acusação da Lava Jato contra Lula

Ex-OAS disse a Sergio Moro que não houve nenhuma propina nem uso de recursos ilícitos no contrato de armazenamento do acervo presidencial
 
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
Jornal GGN - O processo do caso triplex contra Lula tem pelo menos dois eixos definidos pela força-tarefa da Lava Jato: no primeiro, o petista é acusado de ser proprietário oculto de um apartamento no Guarujá; no segundo, aparece como beneficiário dos gastos da OAS, superiores a R$ 1 milhão, com a manutenção do acervo presidencial. Foi nessa segunda parte da acusação que Léo Pinheiro, em depoimento ao juiz Sergio Moro, derrubou vinagre.
 
 
No vídeo, após uma hora e vinte minutos de depoimento, Moro pergunta a Pinheiro se o pagamento da OAS à empresa Granero pelo armazenamento dos pertences que Lula acumulou enquanto presidente tinha a ver com o "caixa geral" da construtora com o PT. Esse caixa geral é como Pinheiro chama uma conta virtual de onde a OAS tirava os recursos para pagamentos de propina a agentes públicos e caixa 2 eleitoral.
Média: 4.5 (8 votos)

Funcionários da OAS desmentem Léo Pinheiro sobre triplex ser de Lula

Enquanto Léo Pinheiro afirma, como co-réu, que recebeu "orientação" para não vender o triplex porque ele seria de Lula, engenheira que acompanhou reforma disse que imóvel seria colocado à venda "para qualquer cliente"
 
 
Jornal GGN - Não é apenas a possibilidade de Léo Pinheiro, ex-OAS, ter combinado com o Ministério Público Federal o teor das acusações feitas diante do juiz Sergio Moro contra Lula, no processo do triplex, que torna o depoimento questionável. Outro ponto marginalizado pela grande mídia é o fato de que funcionários da OAS deram à Lava Jato informações que conflitam diretamente com o que Pinheiro expôs em meio a sua negociação por uma colaboração premiada.
 
Em setembro de 2016, o GGN mostrou [leia aqui] que pelo menos 7 testemunhas ouvidas pelos procuradores de Curitiba, no processo em que Lula é acusado de receber um triplex da OAS como pagamento de vantagem indevida, não conseguiram afirmar e tampouco apresentaram provas de que o ex-presidente seja o destinatário ou dono do imóvel. 
 
Três desses depoimentos foram dados por engenheiros e arquitetos da OAS Empreendimentos que acompanharam a reforma no triplex de perto. Inclusive, teriam presenciado as visitas que Marisa Letícia e Lula fizeram ao local.
 
O GGN traça, a seguir, um paralelo entre o que foi dito por esses funcionários e a versão de Pinheiro sobre o caso, dada após mais de um ano de prisão.
Leia mais »
Média: 4.6 (19 votos)

Triplex: Advogado pediu à PGR apuração sobre versão combinada contra Lula

Sergio Moro negou suspensão do julgamento do caso triplex enquanto PGR não esclarecer se Leo Pinheiro combinou versão contra Lula com procuradores da Lava Jato. Para juiz de Curitiba, Pinheiro tem direito, como co-réu, a dar sua versão dos fatos, "seja ela verdadeira ou não"
 
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin Martins solicitou à Procuradoria Geral da República uma investigação sobre o depoimento de Leo Pinheiro, ex-OAS, ao juiz Sergio Moro no processo do caso triplex. Isso porque a imprensa publicou, dias antes da audiência em Curitiba, que Pinheiro "negociou" com os procuradores da Lava Jato os detalhes de tudo que deveria ser dito contra Lula.
 
Segundo reportagem da Folha, Pinheiro daria diante de Moro um aperitivo de tudo que poderia dizer contra Lula à Lava Jato. Fazendo isso antes de fechar a delação, a força-tarefa ainda espera desmontar as críticas de que o acordo só sairia com informações preciosas contra o ex-presidente. No mesmo dia da audiência Pinheiro, o jornal Valor Econômico também antecipou, com base em fontes ligadas ao processo, o que ele iria dizer: que Lula era o dono do triplex no Guarujá. 
 
"Diante do teor da reportagem da Folha de S. Paulo, que diz, inclusive, ter ouvido pessoas ligadas às investigações, fizemos pedido à PGR para que apure eventual ilícito, tendo em vista que um processo de delação não pode ocorrer dessa forma, sem que os outros co-réus tenham conhecimento do que acontece fora da luz do sol, e também com a situação posta pelo jornal, que é incompatível em um acordo de delação. Isso a meu ver corrobora com a suspensão deste processo", disse Zanin ao juiz Sergio Moro.
Leia mais »
Média: 4.5 (10 votos)