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Dilma diz que segundo golpe seria impedir Lula de se eleger

 
Jornal GGN - "Atividade política eu nunca vou deixar de fazer", disse a ex-presidente Dilma Rousseff, que completa: "eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada...".
 
A declaração foi dada em entrevista exclusiva à agência francesa AFP, nesta sexta-feira (17), em Brasília, onde participou de uma mesa redonda sobre o papel da mulher na política. À plateia, disse: "o golpe ainda não acabou". 
 
"O segundo golpe que esse País pode sofrer é que impeçam Lula de ser candidato (à Presidência da República em 2018)", completou a frase no Encontro Nacional de Mulheres Eleitas pelo PT, na capital.
 
Mas na entrevista exclusiva, quando foi questionada, Dilma Rousseff foi direta: "Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política, nunca vou deixar de fazer (...) Eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos".
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Se Lula disputar Presidência em 2018, Ciro Gomes não deve entrar, dizem analistas

Por Eduardo Maretti

Para analistas, Ciro Gomes não vai para eleição se Lula estiver na disputa

Em evento do PDT realizado em Brasília, ex-governador do Ceará disse que, se partido quiser, vai abraçar "com entusiasmo de jovem a causa de servir o Brasil como presidente"

Da RBA 

Se depender do que disse nesta quinta-feira (16), em evento do PDT em Brasília, o ex-governador do Ceará (1991-1994) Ciro Gomes (PDT) certamente será candidato a presidente da República em 2018. Sua candidatura está lançada por ele próprio. “Vou cumprir a missão que o partido determinar que eu cumpra. E se for a de servir o Brasil como seu presidente, é com entusiasmo de jovem que vou abraçar essa causa”, afirmou ele, ministro da Integração Nacional no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006).

Ciro chegou a alimentar a curiosidade de jornalistas, dando um perfil do nome que escolheria para ministro da Fazenda. Disse que será “um empresário da produção” e que não poderia falar mais nada. “Senão dou até o nome. Mas está desenhado. E o meu presidente do Banco Central será um acadêmico. Nada de executivo de banco na economia”, prometeu.

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Fonte da IstoÉ se contradiz ao acusar Lula, e entregador da "mala de dinheiro" desmente

Além de contradições e fragilidades da acusação, a fonte Davincci Lourenço de Almeida veio do Ministério Público de São Paulo, com o promotor José Carlos Blat - o que pediu a prisão de Lula e brigou com Lava Jato do Paraná
 
Jornal GGN - "O personagem que estampa a capa desta edição de ISTOÉ chama-se Davincci Lourenço de Almeida. Entre 2011 e 2012, ele privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa", introduz a revista na apresentação de sua fonte do suposto "furo" que manchetou: "Levei mala de dinheiro para Lula".
 
Foi descrito pela publicação como uma pessoa próxima da família do ex-presidente da construtora, Dalton Avancini. Mas a revista, que ganhou o contato pelo promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, revelou apenas partes recortadas do suposto furo e evitou aprofundar quem é Davincci Lourenço de Almeida.
 
Ressalta-se, antes, que o promotor que passou os contatos da fonte à IstoÉ é o mesmo que comandou a primeira investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá, e apresentou uma denúncia com pedido de prisão contra Lula, em março do ano passado, em uma peça sem sustentação e com graves erros, duramente criticada por juristas e, inclusive, pelos procuradores da Lava Jato do Paraná.
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Xadrez da contagem regressiva para 2018

Peça 1 – o jogo das expectativas sucessivas

Uma das retóricas recorrentes dos “cabeças de planilha” é a criação das expectativas sucessivas. Monta-se uma política monetária e fiscal que mata qualquer possibilidade de recuperação da economia e vende-se o mito da “lição de casa”. Ou seja, se cortar o leite da merenda escolar, a aposentadoria dos velhinhos, as políticas de renda mínima, se atingirá a prosperidade eterna, na qual todos ganharão.

Aplica-se o arrocho, e nada. Alega-se então que a lição de casa não foi suficientemente radical. Aplica-se nova rodada de cortes em cima dos direitos dos mais fracos, e nada. Até o momento em que o tecido social se esgarça, a paciência geral se esgota, as distorções econômicas se avolumam e o plano vai por água abaixo – por uma crise cambial, por uma crise fiscal, por terremotos sociais, por uma reação política.

Consumado o fracasso, a culpa é atribuía à falta de vontade dos pecadores, que não ousaram cumprir a penitência até o final.

Já se chegou a esse estágio.

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Tarso desmente tese contra Lula e Moro apela para Mensalão

 
Jornal GGN - Em depoimento do ex-ministro Tarso Genro, em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o magistrado do Paraná Sérgio Moro fugiu dos autos e o questionou sobre a refundação do PT, defendida pelo ex-ministro após o Mensalão.
 
Tarso Genro defendeu o recomeço para o partido logo após o julgamento da Ação Penal 470, conhecida como Mensalão. Respondendo como testemunha do caso específico sobre as acusações que agora recaem sobre Lula, Moro, contudo, desviou do tema para o questionar sobre punições a filiados do PT, como José Dirceu e Delúbio Soares.
 
Segundo Kennedy Alencar, em sua coluna desta sexta-feira (17), "é um despropósito perguntar, num processo com acusações específicas contra Lula, se o PT puniu ou não José Dirceu e Delúbio Soares após o mensalão".
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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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A sentença a la carte nas decisões do Supremo, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

A sentença a la carte nas decisões do Supremo

por J. Carlos de Assis

O Supremo Tribunal Federal acaba de inventar a sentença a la carte, ou sob medida. A lei que se aplica a Lula não é a mesma que se aplica a Moreira Franco. Os fatos fundamentais são os mesmos, ou seja, uma suposta tentativa de fugir da justiça de primeira instância e ganhar foro privilegiado como ministro de Estado, mas a decisão difere em razão da personalidade do paciente da ação. Os detalhes jurídicos são de menor importância. Para a opinião pública, estamos diante de um esbulho do sistema jurídico hipertrofiado.

O que impressiona em tudo isso é que a decisão relativa a Moreira Franco parece bem fundamentada. O chefe do Executivo tem todo o direito de nomear seus ministros independentemente de sua condição jurídica. É uma prerrogativa. A Justiça que se vire para transformar o acusado em réu, e réu em condenado. Um simples indiciado em processo criminal merece, em todos os sistemas civilizados, o benefício da presunção de inocência. O grande problema é: por que esse mesmo princípio não se aplicou a Lula?

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Sem querer, Delcídio inocenta Lula e confirma responsabilidade

 
Jornal GGN - No curso da ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas por suposta compra de silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, o senador cassado Delcídio do Amaral reiterou a tese contra Lula, sem provas materiais e sem assumir o compromisso com a verdade.
 
Delcídio prestou depoimento nesta quarta-feira (15), na 10ª Vara Federal de Brasília, onde tramita o processo. Por cerca de três horas, o ex-parlamentar mostrou uma aparente "confissão", afirmando ter sido uma "sandice" procurar a família do pecuarista José Carlos Bumlai, supostamente a pedido de Lula, para obstruir a Justiça.
 
A investigação com base apenas na delação premiada de Delcídio, prestada à Procuradoria-Geral da República no último ano, sustenta que o ex-presidente atuou para comprar o silêncio de Cerveró, antes de que fechasse um acordo de delação com os procuradores da República.
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Advogados querem reparação histórica de Lula em decisão de Gilmar

 
Jornal GGN - Após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, manter a nomeação de Moreira Franco, acusado de receber R$ 3 milhões em propinas em 2014 e um dos principais alvos das delações da Odebrecht, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediram à Corte um julgamento colegiado por reparação ao dano histórico.
 
Isso porque o pedido de barrar o posto que dá ao aliado de Michel Temer foro privilegiado tinha como base o caso do ex-presidente Lula e da ex-presidente Dilma Rousseff. Durante o seu governo, em 18 de março de 2016, Gilmar Mendes decidiu que Lula não poderia ser ministro de Dilma na Casa Civil, porque significava, segundo ele, uma tentativa de obstruir a Operação Lava Jato.
 
A interpretação de Gilmar foi de que, com o avanço das medidas determinadas desde a primeira instância, na Vara Federal de Curitiba, recaindo cada dia mais sobre Lula, a nomeação serviria para conceder a ele foro privilegiado e, portanto, dentro da equipe ministerial teria seus processos julgados pela última instância, o STF.
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Decisão de Celso sobre Moreira expõe decisão de exceção de Mendes sobre Lula

do Justificando

Para juristas, decisão de Celso sobre Moreira expõe decisão de exceção de Mendes sobre Lula

Nesta terça (14) o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, indeferiu o mandado de segurança movido pela Rede, que pedia o afastamento de Moreira Franco do cargo de Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. O partido sustentava que o presidente Michel Temer havia promovido Franco ao cargo, para que este obtivesse foro por prerrogativa de função e “escapasse” das investigações de primeira instância. A rede lembrou como precedente a decisão liminar proferida por Gilmar Mendes, no fim do governo Dilma, de afastar o ex-presidente Lula do cargo de Ministro da Casa Civil.

Para Celso, o desvio de finalidade administrativa na promoção de alguém ao ministério deve ser provado e que apenas a afirmação do partido nesse sentido não era suficiente. Segundo ele, a intenção não pode ser presumida, sob pena de subversão dos postulados referentes à presunção de legalidade, de veracidade e de legitimidade de que se reveste todo e qualquer ato emanado da Administração Pública.

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Testemunhas desmontam o caso do triplex do Guarujá e Moro induz acusação

 
Jornal GGN - Em fase de audiências de testemunhas, o juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, ouviu nesta segunda-feira (13) outros depoentes do caso do triplex do Guarujá. A exemplo do que ocorreu até agora, todas as testemunhas desmontaram a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A Moro, a defesa de Lula afirmou que o questionário ao ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, eram "perguntas de um inquisidor, e não as perguntas de um juiz". Os advogados interromperam o magistrando quando ele estava induzindo a testemunha a afirmar que a escolha da diretoria internacional da estatal, em 2008, foi uma indicação política. Mas Gabrielli apenas afirmou que foi uma decisão do Conselho Administrativo e que lá não se discutia questões partidárias.
 
A atuação de Moro teve início quando Gabrielli negava as teses dos investigadores da Lava Jato de Lula teria influência no esquema de corrupção. Contou que a uma reestruturação já estava sendo pensada na Petrobras e que ficou sabendo que a indicação de Jorge Zelada por Nestor Cerveró era do PMDB apenas por meio da imprensa. Mas Moro insistiu:
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Xadrez da saudade de Lula

Peça 1 – a nostalgia de Lula

Como era previsível, há total incapacidade das forças que planejaram o golpe em montar qualquer projeto minimamente competitivo para 2018.

Não há uma estratégia para superar a crise econômica, mas apenas um projeto ideológico de desmonte do Estado de bem-estar.

O chamado mercado pouco está se lixando para as consequências futuras desse desmonte. Conseguiu-se uma maioria pontual para alterações na Constituição e é o que basta para despertar o espírito animal dos empresários. Demanda, desemprego, instabilidade política são detalhes irrelevantes para esses cabeças de planilha.

Têm-se, então, a seguinte anti-fórmula política dos grupos de poder:

1.     Um modelo cujo caminho para o paraíso consiste na eliminação de direitos sociais, deterioração dos serviços públicos e desmonte das políticas industriais.

2.     A não entrega do combinado: a recuperação da economia. Sequer a elaboração de uma utopia qualquer, capaz de dar sobrevida ao arrocho.

Por outro lado, a intensa campanha negativa da mídia logrou apagar da memória recente da opinião pública os anos de glória do segundo governo Lula. Com o aprofundamento da crise e a ampla incapacidade dos grupos de poder de recriar o sonho, já está havendo uma volta das lembranças dos anos dourados. A ofensiva contra a Lava Jato desnudará de vez a hipocrisia nacional.

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Advogados e juristas pedem investigação contra delegado da Lava Jato

 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, investigue abuso de autoridade pelo delegado Igor Romário de Paula, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato, que em entrevista disse que o "timing para prender Lula pode surgir em 30 ou 60 dias".
 
De acordo com os advogados Valmir Batista, Cristiano Zanin Martins e outros seis juristas, é "inaceitável violação de direitos constitucionais do ex-Presidente pelo delegado-chefe da Operação Lava Jato, comportamento que fere a ética e responsabilidade institucional da Polícia Federal".
 
Na entrevista concedida ao Uol, publicada no dia 27 de janeiro, o delegado admitiu estar prestes a concluir dois dos inquéritos contra Lula e que em no máximo um ou dois meses o ex-presidente seria preso pela Operação Lava Jato.
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A política sem guerra, por Angela Alonso

Leonardo Benassatto/FramePhoto/Folhapress

Jornal GGN - Angela Alonso, em sua coluna mensal na Folha, traz um tema importante para a discussão de retorno à normalidade: a intolerância que aflorou no país após a manifestação das panelas. Um exemplo clássico foi a agonia e morte de dona Marisa, ex-primeira dama, que foi atingida pela incivilidade agora reinante. Trata, a partir do exemplo dos médicos, a própria história, que parte do extermínio moral para chegar no extermínio físico, a tal da política de exterminação do adversário. Se não pode com ele, mate-o.

Mas o extermínio se dá em variadas situações. Parte da figura pública e descamba para o presidiário, que padece da falta de moral que se apossou do país, quando exposto em vida ou na morte. O país cordial deixou de lado esta faceta e assumiu um lado pouco cidadão e prenhe de achismos em seus direitos.

Na largada para voltar ao ponto da normalidade, Angela Alonso cita os abraços recebidos por Lula, por ocasião da doença e morte de dona Marisa. São abraços que não comungam uma ideologia, mas são carregados de simbologia, a de que diferenças políticas não precisam excluir traços de humanidade.

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TSE absolve Lula e PT de uso ilegal de bem público na eleição de 2010

do ConJur

TSE absolve Lula e PT de uso ilegal de bem público na eleição de 2010

Para condenar um político por uso indevido de bem público em eleição, é preciso demonstrar de forma inequívoca que ele agiu com o intuito de se beneficiar e influenciar os eleitores. Com base nesse entendimento, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou, na sessão plenária desta quinta-feira (9/2), uma representação do Ministério Público Eleitoral contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT referente às eleições de 2010.

Para o MPE, Lula utilizou bem público de forma irregular, o que é proibido pelo artigo 73, inciso I, da Lei das Eleições (Lei 9.504/97).Na ocasião, o MPE apontou propaganda irregular do então presidente em favor da candidata do partido ao cargo, Dilma Rousseff, caracterizando “conduta vedada a agente público”. No dia 24 de agosto daquele ano, meses antes da eleição, foi divulgado um vídeo em que Lula utiliza as dependências do Palácio da Alvorada para enaltecer Dilma.

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