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Em vídeo eleitoral, Marina Silva defende Lava Jato


Foto: Vagner Campos/ MSILVA Online
 
Jornal GGN - "Manobra é dizer que o trabalho da Lava Jato pode prejudicar a retomada da economia, isso não é verdade", irá afirmar a ex-senadora Marina Silva, porta-voz da Rede Sustentabilidade, em propaganda partidária que será exibida em horário nobre, nas principais emissoras de Pernambuco, nesta segunda-feira (24).
 
"A Lava Jato é importante porque está dando uma contribuição histórica para o Brasil. Temos a oportunidade com ela de combater a corrupção, melhorar a gestão pública e sanear a economia do nosso país", acrescenta Marina Silva, antes de uma locutora dar sequência: "Mas atenção, estão querendo acabar com a Lava Jato."
 
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Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
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Mais uma vez Temer mostra que não prioriza educação, por Janio de Freitas

Sobre como a decisão de tirar verbas do já combalido Ministério da Educação para emissão de passaportes representa a gestão Temer 
 
Michel Temer e Mendonça Filho
Foto: Lula Marques/Agência PT 
 
Jornal GGN - A proposta do governo Temer de tirar do Ministério da Educação as verbas extras para a emissão de passaportes, decisão revista após repercussão negativa, agora irá sair de convênios com organismos internacionais. A falta de tato da gestão peemedebista mostra a total falta de interesse de agir em favor de políticas progressistas, como Janio de Freitas chama atenção na sua coluna desde domingo, na Folha de S.Paulo.
 
O articulista avalia também a decisão do Supremo Tribunal Federal em negar a revisão dos "prêmios" concedidos aos delatores - "quem perdeu foi a respeitabilidade judicial" - e, ainda, a forma como o senador Aécio Neves vem se defendendo do "empréstimo" de R$ 2 milhões oferecidos por Joesley Batista, a falta de protagonismo da presidente da Rede, Marina Silva, e como as atuações de Gilmar Mendes no STF pontam para a nocividade da vitalidade no cargo público.
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Carmen Lúcia, a nova Marina Silva, por Danilo Thomaz

Foto Antonio Cruz/Ag Brasil

Carmen Lúcia, a nova Marina Silva

por Danilo Thomaz

O perfil da presidente do Supremo Tribunal Federal – STF, Carmen Lúcia, publicado na revista Piauí de junho, é a primeira peça relevante acerca da personagem que ocupa a cadeira mais alta do nosso egrégio tribunal. Com discrição, a reportagem revela, a cada parágrafo, um pouco menos de Carmen Lúcia. Revelando por contraponto o vazio de sua figura - que muito lembra outra especialista em platitudes, Marina Silva. 

Como sempre acontece, Carmen Lúcia descreveu um Brasil que só existe em sua fala. Disse que as instituições estão funcionando, apesar de dois presidentes – uma legítima (Dilma), um ilegítimo (Temer) – terem áudios vazados, num claro atentado à ordem institucional (para ficar em apenas dois exemplos). Afirmou que a crise política é difícil, mas talvez não seja um problema grave, apesar da iminência da queda de outro presidente no período de um ano, afinal, "viver é difícil" e "algumas vezes, é mais difícil". Mesmo que fosse grave, não há nada que ela possa fazer: "a crise é política e tem de ser resolvida politicamente. Eu sou juíza e ponto." Assim, peremptória, sem ser contestada. Como também em relação às questões problemáticas do STF – como o excesso de pedidos de vistas e liminares sem julgamento: "É claro que há um excesso de processos e um número reduzido de juízes para tanta demanda. (...) imprescindível que se resolva isso." Como? Se ela sabe, não disse.

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Datafolha: Lula aumenta liderança para 2018, com Marina e Bolsonaro em segundo lugar

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Divulgado neste domingo (30), pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais de 2018 mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar nas intenções de voto no primeiro turno, em diversos cenários avaliados.
 
Na segunda colocação, aparecem a ex-ministra Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). 
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Natura deixa de apoiar Marina na política

Presidente da empresa ainda defende preservação do governo Temer e suas reformas até as eleições de 2018

 
Jornal GGN - Em entrevista à Folha, o empresário e um dos donos da Natura, Pedro Luiz Passos, afirmou que a ex-senadora Marina Silva "perdeu espaço", e que ela ainda permanecia como um recurso "ético e moral", entretanto, depois das eleições "se acomodou". A empresa de cosméticos foi uma das principais incentivadoras da candidatura de Marina à presidência, em 2014. Nessa entrevista, Passos defendeu a manutenção do governo Temer e reformas apresentadas pelo seu governo até 2018, caso contrário acredita que a crise política será ainda mais aprofundada. 
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Marina prevê polarização entre PSDB e PMDB e diz que sua candidatura é incerta

Jornal GGN - A ex-senadora Marina Silva (Rede) disse em entrevista ao Estadão que "nunca a polarização saiu tão fortalecida como agora", ao comentar o resultado do primeiro turno da eleição de 2016, quando o PT perdeu quase 60% das prefeituras que havia conquistado em 2012, enquanto PSDB e PMDB mantiveram o predomínio nas urnas. Na visão de Marina, que chegou em terceiro lugar na disputa presidencial de 2014 com um discurso anti-polarização entre PT e PSDB, "daqui a pouco, tenhamos polarização entre PSDB e PMDB."

Mentora da Rede, Marina destacou o fato de que o partido, recém criado, conseguiu eleger "cinco prefeituras e está no segundo turno em várias cidades. Obviamente, nossa votação em São Paulo e no Rio não foi a que desejamos, mas um partido não se constrói da noite para o dia. Só temos um ano de vida", amenizou.

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Datafolha: Lula lidera disputa, mas dificilmente ganha 2º turno

Petista tem vantagem no 1º turno, mas perde competitividade contra outros candidatos na 2ª fase eleitoral 

 
Jornal GGN - Em uma nova simulação de intensões de voto para presidente de 2018, realizado pelo Datafolha, o ex-presidente Lula lidera as pesquisas no 1º turno. Num cenário enfrentando Aécio Neves, o petista aparece com 22% nas intensões de voto, contra 17% para Marina Silva e 14% para o tucano.
 
Já num eventual 2º turno, Lula enfrentaria maior dificuldade, sobretudo contra Marina Silva que venceria por 44% a 32%. O Datafolha também calculou que o ex-presidente poderia ser derrotado se o oponente no segundo turno for José Serra, por 35% a 40%, Aécio Neves, por 38% a 36% e, até mesmo, Geraldo Alckmin, por 38% a 36%.
 
O instituto de pesquisa avaliou, no entanto, que ainda é cedo para determinar os contornos da corrida presidencial em 2018, isso porque um a cada quatro eleitores entrevistados não definiram seus candidatos sendo que boa parte afirmou que se as eleições fossem hoje votaria branco ou nulo.
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Investigações com outros nomes da política passam despercebidas em noticiários

 
Jornal GGN - Em uma semana em que a Operação Lava Jato foi deflagrada cinco vezes, em respectivas fases ou desdobramentos das investigações que partiram de Sergio Moro, outras ficaram fora dos holofotes: a Operação Abismo, que envolve familiares do coordenador de campanha de Marina Silva à Presidência, em 2014, e a Operação Aviões de Lama, sobre o desvio de recursos públicos no governo de André Puccinelli (PMDB) no Mato Grosso do Sul.
 
A primeira foi deflagrada na manhã de segunda-feira (04), em um dos desdobramentos da Lava Jato, apurando a fraude em processos de licitação e pagamentos de propina a servidores da Petrobras. Suspeitos de envolvimento no esquema de pagamento de R$ 39 milhões nas obras do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes)
 
Entre os alvos dos mandatos, Roberto e Eduardo Capobianco Roberto, ambos da família de João Paulo Capobianco, que coordenou a campanha de Marinha Silva à Presidência da República, em 2014. Os dois são sócios da Construcap CCPS Engenharia e Comércio, investigada no caso.
 
Eduardo foi alvo de condução coercitiva e de buscas e apreensões pela Polícia Federal, na segunda. O Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão temporária do empresário, mas fugindo da decisão geralmente adotada, Sergio Moro negou o pedido dos procuradores.
 
E, ao prestar depoimento aos investigadores e ao juiz, Capobianco negou participar do esquema. "O juiz é um profissional sério. Fui depor e, em seguida, já estava liberado. Voltei para casa e já estou trabalhando normalmente", disse o empresário. 
 
Seu irmão, Roberto, não teve a mesma decisão e ficou preso em caráter temporário, mas por apenas cinco dias sob a tutela da equipe de Moro. As investigações constataram o repasse de, pelo menos, R$ 2 milhões da Construcap para a empresa Legend Engenheiros Associados, que integrava a empresa de lavagem de dinheiro do lobista Adir Assad. 
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Empresário encontrado morto em Olinda foi envenenado

Jornal GGN - O empresário que foi encontrado morto, em Olinda, foragido da Operação Turbulência, morreu por envenenamento. Esta foi a causa da morte confirmada hoje, dia 30, pela Polícia Científica de Pernambuco, que analisaram o corpo de Paulo César de Barros Morato.

A conclusão se deu através de exames de DNA, hitopatológico e toxicológico realizados nas vísceras do empresário e, segundo a polícia, ainda não é possível determinar se ele foi envenenado por alguém ou se tomou veneno por sua conta.

Tecnicamente, de acordo com a Polícia Científica, o termo que indica o envenenamento, no laudo, é "intoxicação exógena". A substância encontrada é o organofosforado, presente no inseticida que se conhece por chumbinho.

As informações foram dadas por meio de nota e nenhum representante deu entrevistas sobre o ocorrido, nem da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS/PE) nem da Polícia Científica. Ainda faltam perícias das imagens das câmeras de segurança e de impressões digitais, química, tanatoscópica e do local da morte, que têm prazo de 10 dias.

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Rede pode entrar em aliança formada com partido de Bolsonaro e Feliciano

Jornal GGN - Partido da ex-ministra Marina Silva, a Rede Sustentabilidade terá de explicar à sua militância jovem a ideia polêmica de entrar numa aliança que inclui o PSC de Jair Bolsonaro, na tentativa de eleger o próximo prefeito de Guarulhos, em São Paulo.

Segundo informações da Folha, a aliança vem sendo montada para lançar Gustavo Guti (PSB) ao Paço da cidade. Marina foi candidata a vice-presidente da República pelo PSB, na chapa formada com Eduardo Campos, morto num acidente aéreo durante a disputa eleitoral de 2014.

Em São Paulo, no primeiro turno, Marina evitou pisar em palanques do PSDB, que recebeu apoio do PSB no Estado e em várias cidades do País. No segundo turno, a ex-senadora decidiu apoiar publicamente o senador Aécio Neves contra Dilma Rousseff (PT).

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Marina diz que PT também tenta parar Lava Jato

Jornal GGN – Para Marina Silva, a luta contra as investigações na Operação Lava Jato vem tanto de parte da cúpula do PT quanto do PMDB. De acordo com a ex-senadora, os dois partidos “convergem na mesma profundidade” na tentativa de “arrefecimento” das apurações. Ela defende a cassação da chapa de Dilma junto com Temer pelo TSE.

Marina não sabe se será candidata à Presidência agora, caso o TSE casse a chapa, ou em 2018. “Nesse episódio de novas eleições não pode ter ninguém na fila de candidatos antes de devolver para a sociedade a possibilidade de votar. Fora isto temos a disputa de 2018, e para esta disputa eu também ainda não sei”, disse.

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A arca dos vencedores, por André Singer

da Folha

A arca dos vencedores

por André Singer

A votação de domingo passado uniu extenso e variado bloco com o propósito de expulsar o lulismo do poder e, talvez até, do próprio jogo político, se possível por bom tempo. Para chegar aos 367 deputados que derrotaram o projeto de reformas graduais lulistas, foi necessário juntar da extrema-direita ao centro, passando por toda a gama ideológica intermediária. Resta saber se a fauna amalgamada contra Dilma Rousseff continuará sob o mesmo teto em caso de o Senado repetir a decisão da Câmara.

Aos que acham a pergunta irrelevante em face do caráter despolitizado de muitos sufrágios, convém não se deixar levar pelas aparências. É verdade que a maioria dos parlamentares responde a interesses fisiológicos, mas isso não significa ausência de posição. As frequentes menções a Deus, pátria e família durante a decisiva sessão dominical expressam certa visão de mundo, própria e da base que cerca o declarante.

A fala propositadamente radical do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), ao enaltecer famoso torturador, dialoga com o conservadorismo difuso em setores da sociedade. Com 8% das intenções de voto para presidente da República na última pesquisa Datafolha (8/4), o ex-militar carioca encontra-se em quarto lugar na preferência do eleitorado e nada menos que 20% dos entrevistados com renda acima de 10 salários mínimos familiares mensais declararam adesão a ele.

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Marina Silva pede novas eleições e cassação de chapa Dilma/Temer

Da Agência Brasil

Um dia após a aprovação da continuidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, a porta-voz nacional da Rede, Marina Silva, voltou a se posicionar a favor de novas eleições presidenciais. "A saída para o Brasil não é Dilma, nem Temer [vice-presidente Michel Temer] é uma nova eleição, que possibilite aos partidos se reapresentarem para a sociedade brasileira", defendeu hoje (18), em coletiva de imprensa.

Marina não se apresentou como candidata. Segundo a ex-ministra, o melhor caminho para o país é a cassação da chapa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Rede solicitou, na última terça-feira (12), ao TSE, a admissão como amicus curiae (amigos da corte) nos quatro processos contra a chapa de Dilma e Temer e, com isso, poder trazer novos fatos aos processos. A expectativa é que haja um resposta até o final desta semana.

 

Amicus curiae é alguém que, mesmo sem ser parte, é chamado ou se oferece para intervir em processo relevante com o objetivo de apresentar ao Tribunal a sua opinião sobre o debate nos autos.

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Datafolha mostra Lula e Marina na frente e tucanos em queda

Jornal GGN - Pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 7 e 8 de abril mostra o ex-presidente Lula (PT) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) na liderança das intenções de voto para presidente da República em 2018. O levantamento também revela queda das três opções do PSDB - os senadores Aécio Neves e José Serra e o governador Geraldo Alckmin.

Em três dos quatro cenários pesquisados pelo instituto, Lula e Marina estão tecnicamente empatados. Comparando com a pesquisa anterior, de março, a intenção de voto em Lula cresceu em três cenários, enquanto Marina se manteve estável.

Entre os tucanos, Aécio é o que teve o melhor desempenho, com 17%, representand uma queda de dez pontos em relação à pesquisa de dezembro. Serra aparece com 11% e Alckmin, com 9%.

Da Folha

Lula e Marina lideram corrida para 2018; tucanos despencam

O ex-presidente Lula (PT) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) lideram a corrida eleitoral para presidente da República em 2018.

Entre as opções do PSDB (o senador Aécio Neves, o governador Geraldo Alckmin e o também senador José Serra), todas têm demonstrado tendência de queda nas intenções de voto.

Segundo nova pesquisa Datafolha, em três dos quatro cenários eleitorais pesquisados, Lula e Marina estão empatados dentro da margem de erro. Em apenas um, o ex-presidente lidera.

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