Revista GGN

Assine

São Paulo

Candidato Eduardo Campos morre em acidente aéreo em São Paulo

Foto: O Globo

Jornal GGN - O candidato Eduardo Campos morreu, na manhã desta terça (13), em um acidente aéreo em São Paulo. A aeronave que o levava a uma agenda no litoral paulista caiu em uma rua da cidade de Santos, por volta das 10h. Segundo a Aeronáutica, outros seis passageiros, incluindo os dois pilotos, não sobreviveram. O motivo do acidente ainda é investigado. O Corpo de Bombeiros afirma ter dificuldade para encontrar os restos mortais, espalhados pelo impacto da queda. 

Consta na lista de vítimas divulgada pela Infraero Alexandre Gomes e Silva, Carlos Augusto Leal Filho, Geraldo da Cunha (piloto), Marcelo Lyra (fotógrafo), Marcelo Matos (piloto) e o ex-deputado Pedro Valadares Neto.

A candidata a vice-presidente, Marina Silva (Rede), não acompanhava Campos na aeronave. Seguno o PSB, a família de Campos encontrava-se em Recife no momento do acidente. A mãe do candidato, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, ficou sabendo da tragédia em Brasília, e partiu para Pernambuco logo em seguida.

Poucas horas depois do acidente, o Corpo de Bombeiros informou que sete pessoas ficaram feridas e pelo menos três casas foram atingidas no acidente. As vítimas estão em atendimento em um hospital próximo.

Leia mais »

Média: 4.6 (8 votos)

Gestão Doria barra compras de merenda escolar saudável

 
Por Rodrigo Gomes
 
 
Nenhuma chamada pública para compra de alimentos da agricultura familiar foi realizada neste ano. "Falta priorizar a alimentação escolar saudável, que é fundamental na vida das crianças", alerta nutricionista
 
Da RBA
 

A gestão do prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), tem ignorado a Lei Municipal nº 16.140, de 17 de março de 2015, que dispõe sobre obrigatoriedade de inclusão de alimentos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação escolar no âmbito do Sistema Municipal de Ensino de São Paulo. Desde janeiro, quando o prefeito tomou posse, nenhuma nova chamada pública foi realizada. Dois editais chegaram a ser publicados, mas foram cancelados. Servidores da Secretaria Municipal da Educação garantem que já houve cinco outras tentativas de abrir chamadas neste ano, mas todas foram barradas sob alegação de falta de verba.

Segundo a execução orçamentária da gestão Doria, dinheiro tem, mas não está sendo usado. Dos R$ 108,1 milhões do PNAE para este ano, o executivo municipal gastou R$ 28,4 milhões até o dia 7 de junho. O montante representa aproximadamente 26,2% do total, após cinco meses. Além disso, R$ 5,5 milhões desta verba, utilizada quase exclusivamente para alimentação escolar dos estudantes, estão congelados. O orçamento oriundo do Tesouro Municipal, de R$ 537,9 milhões também está com execução abaixo do esperado, considerado que já se passou quase a metade do ano, com liquidação de apenas R$ 117,5 (21,8%). Outros R$ 31,5 milhões estão congelados.

Leia mais »

Média: 3.4 (5 votos)

O embate entre Haddad e Dilma que levou ao fracasso do plano petista em SP

Neste artigo à Piauí, professor da USP explica em detalhes como sua intenção de ficar oito anos à frente da prefeitura de São Paulo foi naufragada pela colega de partido
 
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 

Eu já havia trabalhado com Dilma Rousseff por um ano, ao longo da transição do Ministério da Educação para Aloizio Mercadante. Conhecia seu estilo tanto como ministra-chefe da Casa Civil quanto como presidenta da República. E, ao contrário do que se diz dela, que é “democrática” no tratamento duro que dedica aos subordinados, eu diria até que sempre me tratou com consideração. Em dezembro de 2012, ainda antes de minha posse no Edifício Matarazzo, fui a Brasília para aquela que seria a nossa primeira audiência de trabalho após minha eleição como prefeito de São Paulo.

Em um contato rápido que havíamos tido na manhã seguinte ao segundo turno, eu já havia insinuado à presidenta que entendia que o governo federal deveria tratar São Paulo de maneira singular, em função de sua importância. Ela então me olhou com um sorriso irônico, como quem diz “Não me venha querer levar vantagem”. Pensando em retrospecto, creio que a relação de Dilma com São Paulo nunca se resolveu completamente.
Leia mais »

Média: 4.3 (10 votos)

"Não queremos esse Temer nem outro Temer", diz Laura Carvalho

Foto: Diretas Já

Da Rede Brasil Atual

O Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, está tomado por manifestantes que acompanham o ato SP pelas Diretas Já, convocado por artistas, ativistas da mídia independente e blocos de carnaval, com a presença de movimentos sociais. A primeira atração do dia ensolarado na capital foi o cantor paraibano Chico César. “O Brasil não suportaria a possibilidade de uma eleição indireta tendo um Congresso completamente contaminado”, disse.

Leia mais »

Média: 4.1 (8 votos)

Diretas Já chega a São Paulo, neste domingo, sob a liderança dos artistas

Foto: Victória Damasceno

Por Victória Damasceno

Na CartaCapital

Após mobilizar milhares de cariocas, a classe artística volta a encampar, agora em São Paulo, um ato político em defesa das Diretas Já neste domingo 4. A manifestação, inspirada na campanha por eleições diretas que reuniu multidões na capital paulista e no Rio de Janeiro no fim da ditadura, carrega a mesma receita: grandes mobilizações com forte presença de artistas e expoentes da cultura brasileira.

Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

PF queria condução coercitiva de Haddad, mas Justiça negou

Em outros depoimentos, a Andrade Gutierrez e a Odebrecht já apontaram que dívidas das campanhas do PT transitavam em outro diretório, o nacional, não o municipal
 

Foto: Fernando Pereira/ Secom/ PMSP
 
Jornal GGN - Na Operação Cifra Oculta, desdobramento da Lava Jato com mira no ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a Polícia Federal havia solicitado a condução coercitiva do político e de sua ex-vice, Nádia Campeão. O apelo dos delegados, que movimentaram de forma exacerbada 30 policiais às ruas de São Paulo, São Caetano e Praia Grande, teve que ser brecado pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Márcio Antônio Boscaro.
 
Isso porque a ação ostensiva, já cumprindo nove mandados de busca e apreensão no inquérito policial com base nas delações premiadas de executivos da UTC, chegou a tentar obrigar Haddad a prestar depoimento, de forma inesperada.
 
Com o juiz Boscaro negando o pedido, a Polícia Federal adiantou que Fernando Haddad será, então, intimado a prestar o depoimento. A informação foi dada pelo delegado da PF, Rodrigo Costa, após as medidas contra o ex-prefeito serem cumpridas na manhã desta quinta-feira (01).
Média: 5 (5 votos)

A atuação polêmica em Direitos Humanos da nova secretária de Doria


Foto: Diretório de Augusto Yamasaki Advogados
 
Jornal GGN - A nova secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania do prefeito João Doria, Eloisa de Souza Arruda, carrega histórico de notícias que denotam aversão à pasta que conduzirá na capital paulista. Além do público estímulo à atuação da Polícia Militar na Cracolância, Eloisa foi o pilar de um conflito, em 2014, entre os estados de São Paulo e o Acre, por não concordar em receber refugiados haitianos.
 
Em 2012, na Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, Eloisa defendeu o uso da Polícia Militar na Cracolândia, chegando a desobedecer uma liminar da Justiça, a pedido do Ministério Público Estadual, que limitava a atuação dos policiais.
 
Como uma das medidas para evitar a concentração de consumidores de drogas na região de São Paulo, Eloisa chegou a expor os dependentes químicos a situações "vexatória, degradante ou desrespeitosa", segundo o Ministério Público, naquele ano.
Média: 3.9 (8 votos)

Opinião do Nassif: Os últimos lamentos da quadrilha que vinha chantageando o país

Recrudescimento da violência em Brasília e SP traz como fator positivo o desgaste do grupo que gerou o golpe  
 
 
A intervenção militar sobre manifestantes que pediam Diretas Já, em Brasília, foi uma atitude que aponta para o desespero de Michel Temer tentar se manter no poder, incluindo o fator militar no jogo político.
 
O pedido de intervenção das Forçar Armadas surgiu do presidente da Câmara, e membro de sua base aliada, Rodrigo Maia, com apoio direto de Temer e do Ministro da Defesa, Raul Jungmann.
 
Tentaram usar como argumento que as Forçar Armadas atuaram diversas vezes no período recente, porém o contexto no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo foi totalmente diferente, com o crime organizado avançando. O que ocorreu em Brasília foi o uso desse poder em cima de manifestações políticas.
 
A ação brusca de Temer é seu último lamento, seu último vagido. Dá até para compreender o desespero. Ele não pode arriscar cair agora, caso contrário irá direto para a cadeia. Apesar das tentativas do Planalto de usar a força militar em seu favor, ainda bem que existem generais na ativa com bom senso, como o comandante do Exército general Eduardo da Costa Villas Bôas que esvaziou a operação. 
Leia mais »
Média: 4.7 (13 votos)

Justiça Federal aceita denúncia sobre trensalão paulista de 1999

Fotos: Edson Lopes Jr/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - É destaque na Folha de S. Paulo desta sexta-feira (5) que a Justiça Federal em São Paulo aceitou denúncia do procurador Rodrigo de Grandis sobre corrupção em obras da CPTM de 1999 e 2000, no governo do tucano Mário Covas. Para o processo sobre o esquema de corrupção que ficou conhecido como trensalão, o Ministério Público contou com dois delatores da Siemens que foram poupados na denúncia. 
Média: 3.3 (6 votos)

Dória: um prefeito faccioso, por Aldo Fornazieri

Por Aldo Fornazieri
 
Foto: Andre Bueno/CMSP/Fotos Públicas
 
A cada dia que passa, João Dória se revela menos o prefeito de todos os paulistanos e mais o prefeito de uma facção radical. Prima pelo desrespeito a adversários, a cidadãos, a sindicalistas, a trabalhadores e ao seu próprio secretariado. Manifesta uma clara vocação para humilhar os outros. Mais ofende do que agrega; mais agride do que une. Despreza um princípio que deveria ser cardeal na conduta de todo governante: promover a concórdia dos governados, a paz e o entendimento com todos. Como principal magistrado do município, deveria buscar sempre a mediação racional para resolver os conflitos. Mas faz o contrário: os estimula, com práticas de arruaça política. Se, pela sua esperteza e inteligência, Dória deixava dúvidas e esperanças acerca de seu potencial de evoluir para a condição de um líder político efetivo, aos poucos, pela atitudes agressivas e facciosas com que se conduz, vai consolidando a impressão de que trilhará cada vez mais o caminho dos vaidosos e dos inconsequentes. 
Média: 4.5 (35 votos)

Doria nega paralisação em SP: "Se houve, durou 5 minutos", disse

Foto: André Bueno/Câmara Municipal de SP
 
 
Jornal GGN - Metade da rede pública de ensino de São Paulo não foi trabalhar. Sindicatos ligados ao setor de transporte podem pagar uma multa milionário por impedir que 80% dos motoristas trabalhassem nesta sexta (28). Mais de uma dezena de pessoas foram presas pela Polícia Militar. Grandes vias públicas foram palco de repressão contra adeptos da greve geral. Servidores municipais dormiram no trabalho. O próprio prefeito da capital saiu de casa mais cedo para não ficar parado no trânsito.
 
Mas, segundo João Doria (PSDB), não houve paralisação em São Paulo. E, se houve, durou "cinco minutos", porque a polícia "agiu rapidamente". Foi o que o tucano disse em entrevista ao Estadão, transmitida ao vivo no Facebook.
Média: 1.8 (10 votos)

Relação de Dória com empresários rendeu R$ 286 milhões: veja o que ele ganhou

Foto: Mauricio Lima/Getty images
 
Jornal GGN - Em três meses e meio de comando da Prefeitura de São Paulo, João Dória (PSDB) recebeu R$ 286 milhões em doações, principalmente de empresas. O prefeito divulgou os dados em sua página pessoal do Facebook, após ser alvo de críticas de falta de transparência da gestão municipal, com apontamentos de que o tucano estaria sendo favorecido por empresários. 
 
Se a tentativa do prefeito foi de contra-atacar as críticas, por outro lado, obteve o efeito contrário. Enquanto que no texto, o político destaca que os dados já estavam disponíveis pelo sistema da Transparência, na realidade, o portal da Prefeitura trazia apenas 5,8% dos milhões de doações em dinheiro por pessoas e empresas ao gestor. 
 
"Existe um trâmite legal para a publicação no Portal da Transparência. Me antecipo aqui porque parece que algumas pessoas são um pouco ansiosas e não perdem a chance de, em vez de se informar, criticar", afirmou o prefeito, em sua página pessoal do Facebook, com as fotos das tabelas de doações.
Média: 2.8 (5 votos)

Ivana Bentes: Não, seu estúpido, a periferia não é “de direita”

Por Ivana Bentes

Mídia Ninja

O MBL foi o primeiro a comemorar: “Pesquisa do PT mostra que periferia é de direita”; seguido por páginas, sites e comentaristas das mídias conservadoras que usaram a pesquisa da Fundação Perseu Abramo, “Percepções e valores políticos nas periferias de São Paulo”, para explicar a derrota do PT na prefeitura de São Paulo e o impeachement, que seriam a expressão de uma “periferia liberal” que emergiu nos últimos anos e que só o PT ainda não tinha se dado conta dessas mudanças.

Leia mais »

Média: 4.2 (13 votos)

Governo Doria: 100 dias de cinzas, por vereador Reis


Foto: Leon Rodrigues / ASCOM- PMSP

Por Vereador Reis (PT/SP)

Após 100 dias, precisamos avaliar a gestão de um homem que se diz um gestor, mas que, na verdade, é um político ambicioso. Mal entrou no jogo político e já sonha com a presidência da República. Doria demonstra a convicção que trabalhar é uma atividade permanente de autopromoção.

Com um patrimônio estimado de mais de 180 milhões, durante 15 anos deu um calote de R$ 90 mil no IPTU, relativo à sua mansão dos Jardins. Apoia Temer e sua agenda econômica do desemprego, do fim dos direitos trabalhista e da aposentadoria. Atuando na mesma linha do governo federal, em São Paulo, Doria mudou o Leve Leite para pior. De 916,2 mil estudantes que recebiam esse benefício que, inclusive, tem efeitos na alimentação familiar, restaram no programa apenas 223 mil. Uma redução de custo de R$ 331 milhões para R$ 150 milhões, ação da cartilha neoliberal que recomenda cortar gastos com políticas sociais.  

Leia mais »

Média: 4.5 (17 votos)

Bixiga vai, por Vera Lucia Dias

Bixiga vai

por Vera Lucia Dias

Se você não encontrou no mapa é porque não existe mesmo. Consta apenas Bela Vista. Assim é a invisibilidade do bairro do Bixiga. Falou sobre a presença negra também não encontrou, é italiano? Um bairro com ruas chamadas 13 de Maio e Rui Barbosa! E o Conselheiro Ramalho um paulistano abolicionista. Um quilombo urbano esteve por lá.

A forte e importante presença dos calabreses acrescentou esta cara italiana, assim como portugueses, belas, ingleses e espanhóis somaram deixando o charme das raças todas prevalecendo para gerir amizades e tradições. Veja que as ruas se chamam dos Ingleses, dos Belgas, dos Franceses...

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)