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São Paulo

Candidato Eduardo Campos morre em acidente aéreo em São Paulo

Foto: O Globo

Jornal GGN - O candidato Eduardo Campos morreu, na manhã desta terça (13), em um acidente aéreo em São Paulo. A aeronave que o levava a uma agenda no litoral paulista caiu em uma rua da cidade de Santos, por volta das 10h. Segundo a Aeronáutica, outros seis passageiros, incluindo os dois pilotos, não sobreviveram. O motivo do acidente ainda é investigado. O Corpo de Bombeiros afirma ter dificuldade para encontrar os restos mortais, espalhados pelo impacto da queda. 

Consta na lista de vítimas divulgada pela Infraero Alexandre Gomes e Silva, Carlos Augusto Leal Filho, Geraldo da Cunha (piloto), Marcelo Lyra (fotógrafo), Marcelo Matos (piloto) e o ex-deputado Pedro Valadares Neto.

A candidata a vice-presidente, Marina Silva (Rede), não acompanhava Campos na aeronave. Seguno o PSB, a família de Campos encontrava-se em Recife no momento do acidente. A mãe do candidato, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, ficou sabendo da tragédia em Brasília, e partiu para Pernambuco logo em seguida.

Poucas horas depois do acidente, o Corpo de Bombeiros informou que sete pessoas ficaram feridas e pelo menos três casas foram atingidas no acidente. As vítimas estão em atendimento em um hospital próximo.

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Com cortes em São Paulo, Doria pode estar criando caixa para eleições


Foto: Leon Rodrigues / ASCOM- PMSP
 
Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou recentemente que a cidade está com um rombo de R$ 7,5 bilhões. Junto com a notícia, o secretário municipal da Fazenda, Caio Megale, anunciou cortes em todas as pastas, inclusive na Saúde e Educação, e quer rever o que chama de "desperdícios" de programas municipais. 
 
Reportagem de Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual, entretanto, mostra que dados do orçamento municipal são positivos. Especialistas analisam que a medida de cortes nada mais é do que uma estratégia do prefeito tucano para criar fundo e aplicar os recursos no final de 2017 e início de 2018, quando candidatos à Presidência e governos estaduais organizam-se para as campanhas políticas.
 
"Ainda que os investimentos fiquem prejudicados, a falta de verba da União só justifica o congelamento das obras. Tudo que é despesa corrente – os programas existentes e ações cotidianas da prefeitura – não tem motivo para sofrer cortes. O governo tem de explicar isso", afirmou o ex-vereador Odilon Guedes, mestre em economia pela PUC, à RBA.
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Com assistência social em crise, secretário de Doria abandona audiência pública

João Doria e Filipe Sabará são acusados de desmontar os serviços de assistência social na cidade (Reprodução Facebook)

da Rede Brasil Atual

Com assistência social em crise, secretário de Doria abandona audiência pública

Filipe Sabará não quis ouvir os depoimentos dos trabalhadores e preferiu ir para outra reunião com dirigentes de corretoras de valores

por Luciano Velleda, para a RBA

São Paulo – Apenas o segundo representante da sociedade civil tinha usado o microfone quando o secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento social, Filipe Sabará, se retirou da audiência pública promovida hoje (21) para debater a crise da assistência social na cidade de São Paulo. A atitude revoltou as pessoas que lotavam o Salão Nobre da Câmara Municipal e surpreendeu até mesmo os vereadores membros da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Relações Internacionais.

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Elephant Parade, por Rosângela Vig

Fotos: Rosângela Vig

Do Obras de Arte 

Elephant Parade

por Rosângela Vig

"Perguntarão pela tua alma.
A alma que é ternura,
Bondade,
Tristeza,
Amor.
Mas tu mostrarás a curva de teu voo
Livre, por entre os mundos."
(MEIRELES, 1995, Cântico XVII)

A alma do artista pode voar alto, livre pelos espaços em branco, na pontinha de um pequeno pincel. E a Arte vai exercendo seu poder transformador, por meio de um olhar, por meio do amor. Talvez o caminho para um mundo melhor seja acreditar no poder de um movimento global, envolvente, encantador por si só, aliado à beleza da Arte. Esse é o objetivo principal do evento internacional Elephant Parade.

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PSDB de São Paulo está "atemorizado" com a delação de Adir Assad, diz Lauro Jardim

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - É destaque na coluna de Lauro Jardim que a delação de Adir Assad "atemoriza" o PSDB de São Paulo. O empresário que fechou acordo de delação premiada junto com o irmão, Samir Assad, admitiu que criou um esquema nos governos tucanos que movimentou R$ 1,7 bilhão em propina. 
 
"A delação de ambos preocupa o PSDB paulista. Mais do que preocupa, atemoriza", disse Jardim. 
 
Por conta do acordo, Samir já conseguiu ser transferido da prisão onde estava no Rio de Janeiro para o regime domiciliar. Adir segue preso em Curitiba, por determinação de Sergio Moro.
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Exclusivo: As suspeitas desapropriações da Linha 5 do Metrô pelo governo Serra

Nem só de formação de cartel e fraude em licitação vive a Linha 5 do Metrô paulista. Quando anunciado por José Serra, o projeto de expansão previa a construção de 4 poços de ventilação e saída de emergência em bairros ricos de São Paulo. Após despender milhões em desapropriação, o Metrô decidiu não construir nada nesses espaços e entregá-los à iniciativa privada

Foto: Divulgação

Jornal GGN - No governo de José Serra (PSDB), o Metrô de São Paulo desapropriou, em caráter de emergência, 4 lotes de terrenos em bairros nobres da capital para construir postos de ventilação e saída de emergência, os chamados VSEs, previstos no projeto básico da expansão da famigerada Linha 5. Porém, anos depois de gastar milhões com as desapropriações, a companhia decidiu não utilizar os espaços para sua finalidade original, com a desculpa de que esses postos não eram mais necessários. 

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Cracolândia: tristeza e tinta fresca, por Paulo de Tarso Puccini

Imagem: reprodução Youtube

Cracolândia: tristeza e tinta fresca

por Paulo de Tarso Puccini

É preciso reconhecer... Não ocorreu o que inicialmente se esperava como resultado das ações de maio de 2017 escolhidas para uma intervenção na região da Luz, na área tristemente conhecida como “cracolândia”. Abdicar de certezas apressadas sobre uma situação complexa seria um bom começo para a discussão do drama social vivido na região.

Em maio deste ano, realizou-se a primeira das campanhas militares que retomou, de forma afoita e enfurecida, o padrão de intervenções de 2012, que já não tinha produzido resultados efetivos para alterar a situação dos usuários de drogas. O atual Prefeito e o Governador, em meio à campanha midiático-militar na região, anunciaram o feito: o fim do Programa De Braços Abertos. E não só, também um pomposo: ─ “a cracolândia não existe mais”.

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Caminhantes manifestantes: Um Passeio provocante, por Vera Lucia Dias

Caminhantes manifestantes: Um Passeio provocante

por Vera Lucia Dias

A vocação dos pés é de articular o espaço do mundo”. Frédéric Gros

Já falamos aqui sobre o tema com o texto “Mais que caminhar”.

Nesta oportunidade digo que tenho observado no meu campo de trabalho, que é a cidade de São Paulo, o fato de que pessoas chegam a conhecer o espaço urbano como resultado da participação nas múltiplas manifestações.

Grupos que se encontram no vão do MASP, outros que marcam no Teatro Municipal, na Praça Roosevelt ou na Praça da Sé, estudantes, partidários, artistas, categorias de trabalhadores, sem medo de circular pelas ruas desconhecidas. São residentes dos mais de dois mil bairros distantes ou não, e ainda das cidades próximas e até de outros estados.

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Sala de visitas: estudo comprova politização do Judiciário em SP

Nesta edição: Luciana Zafallon destrincha parcialidade da Justiça, Felipe Rezende os erros da política econômica de Dilma e, direto do Congo, Yannick Delass 

Nesta edição, Nassif entrevista Luciana Zafallon que analisa parcialidade do Sistema de Justiça Paulista, o economista Felipe Rezende sobre os erros da política econômica e o músico do Congo Yannick Delass
 
Jornal GGN – O relatório ‘Índice de Confiança na Justiça’ (ICJBrasil), produzido pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, divulgado em outubro de 2016, apontou que o Poder Judiciário carrega apenas 29% da confiança da população, mostrando que a exposição diária dessa instituição do sistema democrático brasileiro pelos principais meios de comunicação no país, apresentando a atuação do Judiciário até que de forma positiva nos casos de grande repercussão nacional, não impacta no sentimento que o cidadão brasileiro possui em relação a esse poder. 
 
A histórica relação patrimonialista, considerada pela sociologia como raiz da corrupção nos poderes políticos brasileiros, pode explicar essa percepção negativa, pelo menos é o que aponta o livro Uma Espiral Elitista de Afirmação Corporativa: Blindagens e Criminalizações a partir do Imbricamento das Disputas do Sistema de Justiça Paulista com as Disputas da Política Convencional (Hucitec), dessa vez desenvolvida pela coordenadora do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) e ex-ouvidora-geral da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Luciana Zafallon
 
O trabalho é fruto de tese de doutorado de Zafallon pela Fundação Getúlio Vargas. Nessa entrevista para o programa Na sala de visitas com Luis Nassif, a pesquisadora destaca o ponto central do seu livro que é a politização do judiciário e como o fenômeno que desestabiliza o equilíbrio dos poderes constitucionais. 
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Sala de Visitas, com Luis Nassif, entrevista Anastácia, a rainha do forró

Luis Nassif recebe também, nesta edição, Renato Meirelles, do Instituto de Pesquisa Locomotiva, e Mari Pini, sobre o Mercado Buenos Artes, feira de artesãos proibida pela gestão Dória
Luis Nassif recebe também, nesta edição, Renato Meirelles, do Instituto de Pesquisa Locomotiva, e Mari Pini, sobre o Mercado Buenos Artes, feira de artesãos proibida pela gestão Dória

Jornal GGN - Nesta edição do Sala de visitas com Luis Nassif abrimos com uma instigante entrevista do fundador e presidente do Data Favela e do Data Popular, hoje presidente do Instituto de Pesquisa Locomotiva, Renato Meirelles, analisando o desafio da repactuação entre cidadãos e políticos entendendo que a crise democrática brasileira está longe de chegar ao fim.

O primeiro ponto que levanta nesta entrevista é que, para a grande maioria dos brasileiros, a melhora da qualidade de vida registrada nas duas últimas décadas foi possível graças ao mérito próprio de cada cidadão, não enxergando a importância das políticas pública implementadas tanto no governo Fernando Henrique Cardoso e, massivamente, a partir dos governos Lula. Nesse ponto, Meirelles avalia que os governantes erraram em não enxergar esse posicionamento dos brasileiros, que já era indicado nas pesquisas de opinião.

"Os governantes não foram capazes de comprar esse debate na sociedade e mostrar a importância que as políticas públicas tiveram para esse processo de inclusão. [Em um segundo momento], na hora que a vida começou a piorar, ele [o brasileiro médio] não acha que a culpa é dele, a culpa é dos políticos. Então, na prática, foi como se ele melhorasse de vida por mérito próprio, piorasse por conta da política e que isso fizesse com que esse abismo que existe hoje entre governantes e governados começasse a crescer".
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PM de São Paulo mata cinco pessoas a cada dois dias

Recorde de letalidade, entretanto, não produz dados efetivos contra a criminalidade, revelam especialistas 
 
Fernando Frazão/Agência Brasil
Fernando Frazão/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Um levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a partir de dados mensais da Secretaria de Segurança Pública (SSP), revelou que a polícia militares do Estado de São Paulo matou, no primeiro semestre de 2017, cinco pessoas a cada dois dias. Desde janeiro 459 pessoas foram mortas no pela PM paulista, o maior número já registrado para o período nos últimos 14 anos. As informações são do jornal Brasil de Fato. 
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Lava Jato não prova empresas de fachada em campanha de Haddad


 / AGÊNCIA BRASIL
 
Jornal GGN - Após o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, desmentir as acusações de que a UTC teria beneficiado a sua campanha de 2012 com o suposto envolvimento de uma gráfica de fachada, agora o político do PT não apenas prova que houve a produção de materiais, como outra empresa também na mira da Polícia Federal assume a prestação de serviços de comunicação para rádio, TV e internet.
 
O desdobramento da Operação Lava Jato que recaiu sobre Haddad foi deflagrado no dia 1º de junho, na chamada Operação Cifra Oculta. A suspeita era de crimes eleitorais e lavagem de dinheiro no pleito de 2012 à Prefeitura de São Paulo e partia das delações de Ricardo Pessoa, executivo da UTC.
 
O empresário narrou a delegados que a UTC pagou "dívidas de uma das chapas da campanha de 2012 à prefeitura municipal de São Paulo, referentes a serviços gráficos no valor de R$ 2,6 milhões". A gráfica que teria recebido os repasses, Souza & Souza, pertencia à família do ex-deputado estadual Francisco Carlos de Souza (PT). Segundo Pessoa, o político recebeu a quantia em propina da Petrobras, resultante de contratos obtidos pela UTC na estatal.
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Alexandre de Moraes orientou dissertação de mestrado de Thaméa Danelon

 
Jornal GGN - Thaméa Danelon, que assume em São Paulo o papel desempenhado por Deltan Dallagnol em Curitiba, teve orientação de mestrado exercida por Alexandre de Moraes, que hoje é ministro do Supremo Tribunal Federal, mas já passou pelo Ministério da Justiça de Michel Temer (PMDB) e Secretaria de Segurança Pública de Geraldo Alckmin (PSDB).
 
A coordenadora da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo submeteu a dissertação feita sob orientação de Moraes a uma bancada examinadora da Universidade Mackenzie, composta pelos professores Gianpaolo Poggio Smanio e José Renato Naline, em 2007.
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Lula: "O tempo que eu tiver vou dedicar a recuperar os direitos dos trabalhadores"

Ex-presidente participou de manifestação na Avenida Paulista em defesa dos direitos e da democracia - Foto: Ricardo Stuckert

do Lula.com.br

Lula: "O tempo que eu tiver vou dedicar a recuperar os direitos dos trabalhadores"

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a cobrar a realização de eleições diretas e afirmou que não medirá esforços para garantir a retomada dos direitos conquistados pelos trabalhadores e retirados pelo governo Temer. "O tempo que eu tiver eu vou dedicar a recuperar a democracia e os direitos dos trabalhadores", afirmou, durante discurso a milhares de manifestantes que ocuparam a Avenida Paulista nesta quinta-feira (20).

Protestos por todo o país tomaram as ruas nesta quinta na luta contra as reformas, em defesa das eleições diretas e contra a perseguição política e jurídica contra o ex-presidente. "Muita gente num gesto carinhoso foi solidário comigo. Mas eu queria dizer que o problema desse país não é o Lula, é o golpe. O presidente que colocaram no lugar da Dilma", avaliou Lula.

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AO VIVO: Escracho em frente à casa de Doria

Jornal GGN - Integrantes do Levante Popular da Juventude estão em frente à casa de João Doria, prefeito de São Paulo, promovendo um escracho contra as medidas adotadas e que ferem os direitos da população.

 

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