
Jornal GGN – O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, disse que não deve haver inocentes entre os presos da Lava Jato em Curitiba, de processos julgados pelo juiz Sergio Moro. A fala do ministro, que já recebeu apelos públicos para que se declare suspeito de julgar a Lava Jato no STF, foi alvo de reportagem do Conjur. Leia mais aqui.
Do Conjur
“Não tenho o sentimento de que haja inocentes presos em Curitiba”, diz Barroso
O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, já sinalizou sua posição em relação aos acusados na operação “lava jato”. Em evento, nesta terça-feira (8/11), Barroso afirmou: “Há muito choro e ranger de dentes, mas eu não tenho o sentimento de que haja inocentes presos em Curitiba”.
Em discurso para auditores dos tribunais de contas, em Brasília, o ministro falou sobre a operação que deu fama ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Para Barroso, “não se muda o paradigma de impunidade fazendo mais do mesmo”.
Advogados apontam que as investigações sobre corrupção na Petrobras e no governo ignoram os limites da lei ao, por exemplo, permitir grampos em escritório de advocacia, divulgação de interceptações telefônicas envolvendo a presidente da República e a “importação” de provas da Suíça sem a autorização necessária. Mas o Tribunal Regional Federal da 4ª deu uma espécie de “carta branca” para a “lava jato”, afirmando que os processos “trazem problemas inéditos e exigem soluções inéditas”.
Recentemente, o jurista argentino Raúl Zaffaroni fez duras críticas à decisão da corte federal. “Excepcionalidade foi o argumento legitimador de toda a inquisição da história, desde a caça às bruxas até hoje, através de todos os golpes e ditaduras subsequentes. Ninguém nunca exerceu um poder repressivo arbitrária no mundo sem invocar a ‘necessidade’ e ‘exceção’, mas também é verdade que todos eles disseram hipocritamente estar agindo legitimados pela urgência de salvar valores mais elevados contra a ameaça dos males de extrema gravidade”, escreveu, em artigo.
Tina
9 de novembro de 2016 6:41 pmUns tem convicção,
Outros não têm sentimento.
E assim caminha a justiça…
Jorge Luis
9 de novembro de 2016 6:44 pm“Se está preso, só pode ser
“Se está preso, só pode ser culpado”.
Eu esperaria isso de um coxinha na paulista ou de um comentarista do G1, não de um ministro do supremo.
José Luis Pereira
9 de novembro de 2016 6:52 pmMas Barroso é um coxinha e
Mas Barroso é um coxinha e comporta-se como um fâmulo do G1. O que ele não é mesmo é Ministro. No limite, um juizeco.
francisco niterói
9 de novembro de 2016 6:56 pmO direito do inimigo igualou
O direito do inimigo igualou as categorias por vc citadas, coxinha da paulista, comentarista do G1 e ministro do STF.
A diferença está unicamente na tentativa dos ministros do STF em disfarçar, mal por sinal, o quanto são rasteiros e toscos.
E o disfarce, num linguajar empolado destinado a enganar incautos, não passa da profundidade de um pires.
Hydra
9 de novembro de 2016 6:47 pmPois é…
Esse era um dos juízes sobre quem repousou odes e odes ao seu bom senso, e seu apego a Constituição, cujo eco foi lido e ouvido, inclusive, nas palavras do editor desse blog.
Desde muito tempo escrevemos aqui que o poder judiciário é cúmplice, desde a mais tenra idade do Estado brasileiro, de várias agressões e atrocidades praticadas contra os direitos e garantias, e que sempre foi assim para cumprir a tarefa de conservar o poder das elites, da segregação e da exclusão social…
Nem a pauta supostamente modernizadora, cinicamente adotada para ganhar contornos de avanços no que tange direitos das minorias e outros temas de interesse de determinados grupos, como células-tronco, e etc, e muito menos o fato de que dentre os incinerados na Inquisição contra o PT estejam alguns ocupantes da elite (quase todos agraciados com generosas reduções de pena por terem cedido às extorsões apelidadas de delação premiada), poderá redimir o judiciário brasileiro.
Eu fico em dúvida:
Será que o nosso farol virtual, Luis Nassif, ainda enxerga alguma virtude no meio de tanta iniquidade?
Quando é que seu xadrez dará xeque-mate nesse vergonhoso e covarde poder chamado judiciário?
Ivan de Union
9 de novembro de 2016 6:48 pm“Há muito choro e ranger de
“Há muito choro e ranger de dentes, mas eu não tenho o sentimento de que haja inocentes presos em Curitiba”:
Depois sorriu docemente e adicionou “Mas os culpados soltos nao sao culpa minha”…
Omar Luz
9 de novembro de 2016 7:00 pmPara um ministro do stf
Para um ministro do stf assumir uma posição crítica à lava-jato é preciso ter coragem. Qualquer crítica, significa a imediata destruição de sua credibilidade. Aí, é escolher, entre a boa vida de membro de uma casta privilegiada ou o nome na lama. Convido à busca no stf de nomes que tenham a indepêndencia e a coragem de enfrentamento dos excessos e ilegalidades da lava-jato.Justiça, quem se importa?
Schell
9 de novembro de 2016 7:01 pmOutro picareta, desonrando a
Outro picareta, desonrando a função ao assumir posições pré-concebidas de condenação. Só por isso devia ser afastado a bem do serviço público: baita criminoso, isto sim. Mas que esseteefezinho mais escroto.
Inforo
9 de novembro de 2016 7:09 pmNão tenho duvidas
Carla Antonia
9 de novembro de 2016 7:16 pmTu quoque, Barroso?
Como pode, um homem da Lei, fazer uma afirmação assim? Se uma dos pontos mais firmes da Lei é a que “todos são inocentes até provar o contrário”, aqui no Brasil até um garante deste princípio fundamental já condena os presos sem nem um julgamento?
Estou atordoada. Estou apavorada. E além do mais, estou indignada porque só alguns “não inocentes” estão pagando antecipadamente a conta com a justiça. A maioria está livre, solta e se permite ensinar a moral aos outros.
Kafkiano.
José B
9 de novembro de 2016 7:22 pmÉ apenas mais um que tem medo
É apenas mais um que tem medo de criticar o pessoal de Curitiba.
C.Poivre
9 de novembro de 2016 9:16 pmMedo da Goebbels
E medo, muito medo, do assassinato de reputações da Goebbels.
Darcio
9 de novembro de 2016 7:29 pm???
Mas isso não é um pré-julgamento? Um juiz pode se manifestar assim?
Fr@ncisco
9 de novembro de 2016 7:36 pmQue Tempo…, Que supremo…, Que Tragédia…
Não tenho convicção, muito menos sentimento, mas certeza factual que nesse tempo:
Fala quando devia CALAR-SE e cala-se quando devia FALAR, e mais não precisa ser dito ou escrito.
Renato Kern
9 de novembro de 2016 7:42 pmNem no Supremo
Nem no Supremo, aderiram o golpe na maior caradura.
José B
9 de novembro de 2016 7:47 pmConcordo com o ministro. Não
Concordo com o ministro. Não há inocentes presos em Curitiba. Há, sim, uma processo pautado por critérios políticos no qual um consórcio (justiça/mp/pf/mídia) define quem vai será investigado e condenado.
Ou alguém acha que o ronaldo cezar coelho e o marcio fortes serão investigados na condição de operadores do Serra? O procurador geral da república vai requerer ao STF abertura de inquérito para denunciar o “careca”?
Sob os auspícios da lava jato, um bando de ladrões recorreram ao instituto da colaboração premiada para devolver apenas uma parte do dinheiro roubado, bem acomodados na prisão domiciliar. Não há noticía que algum condenado esteja vivendo na pobreza, amargando uma vida de privações.
Só um indigente mental e os covardes aprovam os métodos da lava jato como modelo de administração de justiça.
Cesar L
9 de novembro de 2016 7:55 pmProfundo
Profundo como um pires de leite do Gato Angorá.
Antonio Uchoa Neto
9 de novembro de 2016 7:56 pmNão há inocentes na lavajato,
Não há inocentes na lavajato, vale dizer, se seu nome está no processo, você é culpado.
Qual é sua culpa? Não importa. Seu nome está lá.
Também não há inocentes no STF, por suposto.
Portanto, não se pode considerar a fala do ministro um ato falho.
É uma confissão completa: já está tudo decidido.
Agora, só uma dúvida: onde diabos entra o “sentimento” no regramento jurídico desse país?
Tina
9 de novembro de 2016 11:14 pmOnde entra o “sentimento”?
Junto com as convicções, Antônio.
Antonio Uchoa Neto
10 de novembro de 2016 2:12 amCertíssimo, Tina.
Tá entrando
Certíssimo, Tina.
Tá entrando de tudo nesse balaio.
Seja procurador, ministro, o diabo, entra de tudo.
Afinal, o inferno tem muitas portas.
“Careful with that axe, Barroso.”
Antônio - Minas Gerais
9 de novembro de 2016 8:09 pmEpa!
tal frase foi dita pelo Barrosao e pela Carmen Lúcia? Será que ambos? Sei não, mas acho que há várias outras gavetas recheadas…
CEduardo
9 de novembro de 2016 8:11 pmOBS
http://revistaepoca.globo
OBS
http://revistaepoca.globo.com/tempo/noticia/2012/02/o-homem-que-processou-o-brasil.html
http://gaz.com.br/conteudos/politica/2016/03/08/67854-temos_muito_trabalho_pela_frente_afirma_delegado_da_pf.html.php
Ivan de Union
9 de novembro de 2016 9:08 pmO Nassif ja publicou
O Nassif ja publicou explicacoes mais detalhadas sobre o primeiro caso. Nao existe juiz que da quase um bilhao para uma massa falida e se esquece do caso 7 anos depois: isso eh impossivel.
Tem alguma coisa muitissimo errada com essa historia.
Vagalume do Brejo
9 de novembro de 2016 8:17 pmEu também acho:
não devem
Eu também acho:
não devem haver inocentes no TSE, só bandidos.
emerson57
9 de novembro de 2016 8:26 pmdeve
O povo desconfia que não deve haver inocentes no STF.
paulovi
9 de novembro de 2016 8:28 pmEventualmente, e
Eventualmente, e eventualmente é hipótese, que sentimentos terá o douto ao sentir o arfar do Merval próxima à sua (dele) nuca?
Maria Luisa
9 de novembro de 2016 8:32 pmTambém não ha inocentes no STF
Ha muita ilegalidade na Operação Lava Jato. Muitos estão presos por causa de delações pra la de questionaveis e da interpretação do “bravo” Sérgio Moro. José Dirceu é um caso que merecia que o STF se debruçasse em cima. Lula é acossado de todos os lados para que, ao final, possam dizer, tal qual no dominio do fato, que “todos sabem que Lula era o chefe, sabia de tudo e, claro como agua, era mais um propineiro do PT.” Pronto, condenado.
Edson J
9 de novembro de 2016 9:09 pmDecepção
Decepcionante esse Ministro. É cego? Ausente? No “Olimpo” não se vê a realidade?
José de Floripa
9 de novembro de 2016 9:15 pmNão me espanta a pobreza
Não me espanta a pobreza intelectual e jurídica dos juízes do Supremo, eles não passam nem no exame da OAB.
C.Poivre
9 de novembro de 2016 9:22 pmNão aguenta pressão então não vai pra lá
É como bem disse o Procurador Eugênio Aragão em mais uma brilhante entrevista no portal jurídico Justificando.com. Quem não aguenta pressão, apupos, críticas nas redes sociais não deveria se candidatar a ser ministro deste supreminho que aí está. É uma espécie de gincana sobre qual é o mais medíocre. Vejam o naipe dos juizecos:
http://justificando.com/2016/10/19/por-conta-de-lula-e-dilma-stf-e-um-lugar-cheio-de-ministros-e-ministras-mediocres/
Marcos Antônio
9 de novembro de 2016 10:07 pmPerdeu a chance ficar
Perdeu a chance ficar calado…
Ainda ofende nossa inteligência!
JB Costa
9 de novembro de 2016 10:11 pmCaiu a máscara – felizmente –
Caiu a máscara – felizmente – desse ministro do STF de fala super afetada que responde pelo nome de Luiz Roberto Barroso. Felizmente porque se desnuda uma personalidade que até agora se permitia enganar a todos, ou a muitos, através de um estilo pomposo e recheado de rapapés verbais.
Mais outra decepção no Supremo. Mais um que se curvou para a opinião publicada. Triste e vergonhoso.
Ou não será deplorável um magistrado se manifestar previamente e com viés em processos com potencial de serem apreciados por ele?
Nada mais há, nem precisa, se dizer sobre mais um boquirroto que tomou assento no STF, uma instituição que hoje carece exatamente de opostos a esse tipo de personagem.
A bem da verdade, nunca tivemos uma safra tão medíocre de homens públicos como no atual contexto.
Bonobo de Oliveira, Severino
10 de novembro de 2016 7:01 amNão há inocentes no Supremo (?).
A questão de mérito, a culpa dos presos, não estava em discussão, mas, sim, os seus direitos lesados presente nas condenações pré definidas por meio de “cognição primária”, exarada pelos meios de comunicação. O Ministro Barroso comprova que não há inocentes no Supremo (?).
alexis
10 de novembro de 2016 7:46 amMáscara automática
O PIG acha a casa dele em Florida, por conta de offshore suspeito da sua mulher e, logo cai a máscara…..
Como boneco que você puxa o rabo e cai a máscara…
Veri
9 de novembro de 2016 10:18 pmQualquer voto do Barroso relativo à Lava a Jato será tendencioso
Acho que se o Barroso não se declarar suspeito para julgar eventuais recursos de réus da Lava a Jato, dois ou três dos seus votos serão no senido de absolver os réus, por mais que ele tenha o sentimento de que os referidos réus não sejam inccentes, só prá dar a idéia de que não é tendencioso nem parcial, e, quanto aos demais réus, ele confirmará as sentenças condenatórias.
Certamente que se não existisse o princípio do non reformatio in pejus, ele recrudesceria a pena dos eventuais recorrentes..
Assim como o Barroso é suspeito em relação aos réus da Lava Jato, o Gilmar Mendes é suspeito em relação aos réus petistas e aos tucanos, sua suspeição em relação ao petistas é porque sua tendência é prejudicá-los, independentemente de provas, e no que concerne aos tucanos, sua tendência é absolvê-los, por mais que haja provas da materialidade e da autoria dos crimes a eles imputados, em razão da pérola abaixo transcrita:
“O Proer, graças a uma ação promovida contra Pedro Parente, Pedro Malan e José Serra, foi condenado, porque deu prejuízo ao país, em uma ação incentivada pelo “lulopetismo”. Essas pessoas estariam ilegíveis hoje. O Proer é um escândalo. Uma ação que salvou o país, agora aparecem palpiteiros politizados que manejam essa ação de maneira intencional. E aí as pessoas ficam expostas à essa sanha de quem não entende nada de política pública, que não sabem nada do que se está fazendo e aí e saem a palpitar. Ou seja, gente do melhor quilate, como Serra, Malan e Pedro Parente, está submetida à ação de improbidade até hoje, enquanto esses ladravazes estão soltos”.
Gente do quilate de Serra, Malan e Pedro Parente seria condenada pelo Gilmar Dantas Abdelmassih? Gente do quilate do Lula, Zé Dirceu, Palocci, Dirceu seriam absolvidos pelo Daniel Mendes Cachoeira?
Caberia aos Petistas dizer, em relação ao Gilmar Mendes, o que Louis Blanqui disse a respeito da Corte que o julgou:
“it is my duty as a proletarian, deprived of all the rights of the city, to reject the competence of a court where only the privileged classes who are not my peers sit in judgment over me”.
Frederico Firmo
9 de novembro de 2016 10:39 pmDeclaração infeliz ou conveniente???
No supremo temos a Suprema Carmem fazendo reuniões com governadores para discutir as dividas. Temos um ministro fazendo acusações em palestras pelo exterior. Temos ministro achando impertinente os pedidos da defesa. E agora temos um Santo de Pés de Barro.
Data Vênia: Haja literatura para tantos personagens.
PS: Eu presumo que Cervero, Paulo Roberto Costa, Fernando Baiano, etc…..são inocentes. e logo logo Youssef vai ser inocentado.
Marcos V
9 de novembro de 2016 10:43 pmBarroso
É um Gilmar Mendes mais afetado e pomposo.
Rui Ribeiro
9 de novembro de 2016 10:46 pmPresunção de culpa
O Ministro Luis Barroso presume os réus da Lava Jato culpados até prova em contrário. Em sendo assim, os referidos réus devem começar a cumprir suas penas não só antes da confirmação da sentença condenatória em instância superior mas antes de própria sentença condenatória.
Liduina
9 de novembro de 2016 10:55 pmPois é, Sr, Ministro
Há quem diga que RITIBA significa justiça, em tupi-guarani.
Já a primeira sílaba …..
Jotage
9 de novembro de 2016 10:59 pmPicareta
Não exise ninguém inocente preso na Lava Jato.
O ministro só não completou o raciocínio: Nós só vamos prender petista, e petista é corrupto. O resto? Não vem ao caso.
ATavares
9 de novembro de 2016 11:13 pmBarroso faz um pré
Barroso faz um pré julgamento, não em cima da matéria dos autos, aos quais não teve acesso, mas ancorado em um “sentimento”, fatalmente influenciado pelas informações repercutidas na mídia.
Triste papel exercido por um membro da suprema corte, que deveria prezar pela discrição e balizar-se tão somente no texto constitucional.
O ministro faz a opção pelo caminho mais fácil, pela obviedade do adesismo ao senso comum, modismo implantado pela repúbica de Curitiba, respaldado pelas sete famílias que detêm o controle do cartel da comunicação no país.
Infelizmente, os covardes adesistas permitem a inversão de papéis e a substituição da mais alta corte judiciária pelo Movimento Organizado de Reconstituição da Ordem.
Genesio Mourag
9 de novembro de 2016 11:25 pmMas juiz, sabemos que o
Mas juiz, sabemos que o senhor sabe que o que está “pegando” são os piores que não estão em cana! Mas, como é inédito um juiz da suprema corte se bandear e puxar o saco dum juiz subalterno, qualquer merda dita é compatível com tal aberração.
gaúcho
9 de novembro de 2016 11:40 pmSegundo Mendes o golpe de
Segundo Mendes o golpe de estado aplicado em Dilma com participação ativa de Barroso e do STF foi um sinal de vitalidade da democracia brasileira, ou seja, França, Inglaterra, EUA, Itália… países que jamais houve golpes de estado são republiquetas de bananas europeias.
Luciano Lira
9 de novembro de 2016 11:45 pmQue declaração sórdida essa
Que declaração sórdida essa do ministro. Como é que pode um ministro afirmar uma aberração destas. Na lava jato existem culpados, mas tem muita gente condenada com base em suposições. Tudo isso é retrato desse golpe que o país vem sofrendo. Cabe ao povo lutar para restaurar os três poderes e a democracia de nosso país. Achar que essa lava jato caiu do céu é querer tapar as maiores estrelas do universo com um coador de chá…
Antonio Luiz Teixeira
9 de novembro de 2016 11:46 pmOs juízes dão sua
Os juízes dão sua contribuição, obviamente não gratuita, mas muito bem remunerada, para o aprofundamento da desordem e da confusão. A Justiça do caos para momentos de caos. Barroso e os capas-pretas do país assimilaram a idéia. O Butim Brasil é gordo e deve ser repartido entre os “homens bons”. E rapidamente.
Carrapatos só desgrudam se arrancados.
+almeida
9 de novembro de 2016 11:48 pmO abuso do pré-julgamento
O vergonhoso e indecoroso engajamento político do judiciário e a sua injustificável intromissão em assuntos específicos de outros poderes são uma pequena amostra da perigosa direção em que navega essa instituição. Não bastassem os deprimentes desvios de comportamentos protagonizados por vários juízes e ministros de tribunais superiores, nós podemos perceber indícios de que vestiram a capa da arrogância para praticar abusos de poder, para desrespeitar juramentos e regras fixadas para o uso transparente e imparcial do cargo que exercem. Contudo, sem nenhum pudor, emitem indevidos pré-julgamentos sem se importarem com qualquer tipo de conseqüência que essas leviandades possam causar ao réu, a instituição do poder judiciário e ao país. Afinal, estão amparados pelo corporativismo, que mantém seus altos salários acima doa limites da lei e, também, aumenta e protege todas as indecentes mordomias de que usufruem. Não bastasse o corporativismo marginal, ainda se protegem nas saias da mídia golpista e nas costas dos partidos que mais se beneficiam com as suas decisões processuais. Para aumentar a insensatez e a degradação, que atinge em cheio o judiciário brasileiro, ninguém tem coragem e honradez para se declarar suspeito e impedido de julgar aquilo já sinalizaram decidido, antes mesmo de decidirem.
Geraldo Galvão
9 de novembro de 2016 11:59 pmA NSA
prendeu os rabos dos juizes do STF.
Spin D de deriva
10 de novembro de 2016 12:01 amA Máfia dos Bacharéis: outros nomes da UDN
A resposta encontro neste artigo de Mauro Santayana, de 26/04/2006, quando nossa zelite zelote prá lá de bizarra tentava impichar Lula:
BRASÍLIA – Sexta-feira (21), em Diamantina, o governador Aécio Neves fez o elogio de Juscelino, ao transferir para aquela cidade as solenidades comemorativas de 21 de abril. Para que ficasse bem nítida a intenção, Aécio convidou a filha de Juscelino, Maristela Kubitschek Lopes, para ser a Oradora Oficial da cerimônia. Esse elogio a Juscelino seria impensável, durante os últimos anos de sua vida. Oficialmente, Juscelino era um ¿morto civil¿. Durante o seu governo, no qual rompera os cânones do imobilismo, o presidente fora acusado de corrupção e de ofender a família brasileira com seus amores, reais ou fictícios. O político mineiro, ao candidatar-se para suceder Vargas, e eleger-se em 3 de outubro de 1955 e a empossar¿se em 31 de janeiro do ano seguinte ¿ herdara todo o ódio que a União Democrática Nacional endereçara a Vargas. O partido constituía o velho resíduo do bacharelismo nacional, de origem oligárquica, que perdera sua posição hegemônica na sociedade, a partir da Revolução de 30.
A política deixara de ser assunto restrito (ou quase restrito) aos advogados. Novas forças surgiam, em conseqüência da ação modernizadora de Vargas, e a UDN não podia admiti-las. O último grande ato de poder dos udenistas fora a Constituição de 1946, na qual, a pretexto de salvaguardar a ordem jurídica, os advogados exageraram em suas idéias ¿soi-disant¿ liberais, mas mantiveram para a classe dominante as posições angulares do poder. E como não podiam deixar de fazer, inscreveram na Lei Fundamental seus próprios privilégios corporativos.
O médico Juscelino, que fora telegrafista e oficial da Força Pública de Minas, provinha da ¿low middle class¿, filho de uma professora e de um caixeiro-viajante morto aos 33 anos. Não pertencia, pela atividade, nem pela formação, ao setor da sociedade tradicionalmente ligado à velha aristocracia remanescente do Império. No governo, fora o preenchimento de cargos que exigiam conhecimento jurídico, Juscelino buscou realizadores, preferindo a presença de engenheiros e pragmáticos. Isso exacerbou o ódio da UDN. Seus líderes eram quase todos bacharéis ¿ com a notória exceção do jornalista Carlos Lacerda. O temor de perder seu poder na sociedade nacional se expressava no ódio contra a coligação PSD-PTB, aliança das classes médias urbanas com os trabalhadores e os empresários nacionalistas ¿ a chamada burguesia nacional. Tratava-se de um movimento de forças modernizadoras. O bacharelismo delirante desses líderes mereceu de Afonso Arinos filho, então jovem diplomata – que rompera com Lacerda – a ferina observação de que ¿a UDN pensa que o povo come hábeas corpus¿. A UDN, que não podia confessar que combatia Juscelino por estar rompendo o poder das oligarquias, acusava, pela imprensa, o presidente de ser o ¿Pé de Valsa¿, o corrupto e corruptor, o irresponsável construtor de Brasília, o esbanjador dos recursos públicos.
Quando, enfim, os bacharéis mais reacionários ocuparam o poder com os militares, coube-lhes encontrar as fórmulas jurídicas para defender o estupro do Estado de Direito. Totalitários por sua natureza, Carlos Medeiros da Silva e Francisco Campos, antigo fundador da corporação fascista ¿Legião de Outubro¿, e redator solitário da Constituição de 1937, redigiram o Ato Institucional, em que se valiam do argumento absoluto da força. Em sua visão do Direito, a Revolução (na verdade apenas um golpe militar clássico) se legitimava por si mesma, ou seja, pela sua vitória sem combate. Outros juristas, como Gama e Silva e Alfredo Buzaid dariam seu aval à Ditadura. Esses fatos servem para realçar a corajosa resistência democrática de tantos outros grandes advogados, alguns até mesmo de origem oligárquica, como Victor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva, perseguidos sistematicamente pelo Poder. A partir de certo momento, os advogados, em sua maioria, decidiram partir para a resistência. A bomba contra a OAB atesta essa bravura.
O ¿corrupto¿ Juscelino sofreu todas as perseguições conhecidas. Foi humilhado por um interrogatório movido por oficiais inferiores. Reproduzia-se, de alguma forma, o que pretenderam os golpistas contra Getúlio, ao instaurar Inquérito Policial Militar em uma dependência da Força Aérea: a fim de o interrogar, julgar e condenar o Presidente – também sob o pretexto da corrupção ¿ com o aplauso da UDN dos bacharéis. Getúlio os venceu, ao denunciá-los em sua Carta Testamento e na corajosa decisão de deixar a vida. E tanto os venceu que seu sucessor, Juscelino, retomou seu Projeto Nacional.
Hoje, o cerco é contra o presidente Lula. A imprensa, de modo geral, se soma aos bacharéis da velha UDN, que trocou de nome, mas não de alma. O desvario da chamada ¿opinião publicada¿ chega aos limites da insânia: o Procurador Geral da República entrou no clima geral. Na realidade ¿ e se trata também de um crime, que deve ser combatido ¿ houve o uso de recursos do chamado Caixa Dois. Esse é um velho mal do sistema político brasileiro e de outros sistemas (o caso norte-americano é exemplar). Se formos andar para trás, chegaremos a Mauá e ao financiamento que sempre fez aos candidatos da Monarquia, da qual ¿ não obstante seus conhecidos méritos ¿ foi sócio privilegiado.
A oposição tem várias faces, e uma muito nítida, a de Tartufo. Se seus líderes, que dominam a maioria do Parlamento, estivessem interessados em moralizar o processo eleitoral, teriam proibido taxativamente o uso de caixa-dois e das doações clandestinas às campanhas e teria imposto um teto às doações registradas. Como no velho exemplo de Lampedusa, mudou-se tudo, para tudo continuar no mesmo. E para confirmar essa postura, o Senador Artur Virgílio reconhece ( uma vez que os tucanos foram apanhados com o bico na gamela) que o uso do caixa-dois é corriqueiro nas campanhas eleitorais.
Mais uma vez ¿ e vale voltar à Carta-Testamento de Vargas -, os golpistas se reúnem. Eles só admitem crescimento econômico para o próprio desfrute. Quando um governo começa a distribuir renda, como no sistema escandinavo, a fim de sustentar um tímido ¿welfare state¿, como faz Lula com o Bolsa-Família, contra ele se reúnem bacharéis e banqueiros, políticos, jornalistas e inocentes úteis.
A diferença é que, desta vez, não podem contar com os quartéis. Os militares se encontram vacinados contra a interferência no processo político, e se preocupam muito mais com a defesa da soberania nacional sobre o território brasileiro. Dessa forma, podem esquecer o apelo ao golpe, seja parlamentar, com o pretendido impeachment, seja por outros meios, como a infiltração de agentes provocadores nos movimentos populares, como já está ocorrendo.
O DESABAMENTO
O Sr. Geraldo Alckmin está sem sorte. Como se não bastassem os seus recentes percalços, sabe-se agora que a Nossa Caixa acolhera, em sua direção, ¿consultores¿ acusados de cometer atos ilícitos na administração financeira federal, durante o governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso. A explicação da direção do banco estadual é mais grave do que a denúncia: tais consultores eram ¿informais¿, e nada recebiam da Caixa. De duas, duas: recebiam seu dinheiro de terceiros e usurpavam função pública, desde que a Caixa é uma autarquia do governo de São Paulo.
http://www.cartamaior.com.br/?/Coluna/Os-outros-nomes-da-UDN/21590
ocastro
10 de novembro de 2016 12:39 amBarroso diz que não deve haver inocentes entre presos da Lava Ja
“NÃO DEVE HAVER INOCENTES”.
Isto é uma DÚVIDA, que de acordo com a LEI VIGENTE a DÚVIDA favorece ao RÉU.
TEM QUE TER PROVAS DOCUMENTAIS, CONVICÇÃO NÃO VALE.
Sérgio Rodrigues
10 de novembro de 2016 1:22 amPQP!..
Minha indignação é que esse merda foi indicado pelo PT!…
Francisco Andrade
10 de novembro de 2016 9:53 am… e no STF…
…. o tribunal do rabo preso, … seguramente, também não deve haver inocentes…
Casadei
10 de novembro de 2016 10:01 amBarroso
A DecepçãoTotal
CARLOS FM
10 de novembro de 2016 11:30 amQue fase, hein, Lula e Dilma?!?
Noves fora, Lula e Dilma não acertaram em uma única indicação para o STF.
É isso que dá querer agradar a gregos e baianos…
Benedito D.
10 de novembro de 2016 11:59 amEu fico imaginando o quanto
Eu fico imaginando o quanto os Ministros do Supremo sabem nos bastidores sobre a culpabilidade dos envolvidos na Lava-Jato que provocou tamanha reviravolta nas posições deles.
O mesmo em relação ao impeachment.
Como ficarão os comentaristas quando vierem a tona as delações mais cabeludas?
Genaro
10 de novembro de 2016 5:17 pmSr Benedito;
Se a tua
Sr Benedito;
Se a tua preocupação é ” como ficarão os comentaristas quando vier a tona……….” pode ficar tranquilo pois, somente vem a tona ( ou seja vazados) indícios sem prova e os comentaristas com bom senso já aprenderam a lidar com isto.
Se eles, os supremos, sabem de algum crime e não agem é prevaricação, certamente o que eles sabem e não tomam a atitude que deveriam, certamente referem-se a crimes de aliados e apaniguados e que não convém para eles, para a midia e para alguns comentaristas.
Por outro lado certamente eles, os supremos, sabem de muitas falcatruas e crimes cometidas por eles mesmos. e aí é mais do que óbvio que tentarão continuar botando panos quentes até onde der, como é o caso específico do baboso do lewandowski, gilmar, carmem, fraquin, fux e zavarski.
O que me preocupa são os comentaristas que ainda acreditam em papai noel, o que espero não ser o teu caso.
abraços
Genaro
Genaro
10 de novembro de 2016 12:33 pmNassif;
Este BABOSO deve
Nassif;
Este BABOSO deve falar somente pelos autos. Este cara está com o rabo da mulher dele preso.
O cara tem uma forma tão asquerosa de falar que dá asco. Certamente ele deve babar nos autos.
O “supremo” integralmente e uma parte do judiciário do Brasi, são Corruptos, Parciais, Hipócritas, Cínicos, Perdularios, Midiaticos, Lerdos, Vagabundos, Elitistas, Corporativistas, Omissos (quando interessa), Narcisistas, Elitistas e cheios de salamaleques.
Não consigo compreender que em pleno século 21 pessoas se fantasiam com longas saias negras para impor respeito, respeito este que não se esforçam em nada para conquistar.
Mas tenho a certeza que no Bacanal dos magistrados da semana passada, lá na Bahia. patrocinado por empresas privadas os doutos e íntegros, se despiram das saias. Minha nossa !!!!!
Este “poder” único que não é eleito pelo voto do povo é a causa secular da imensa desigualdade social do Brasil.
Até quando meu Deus?? Temos que extirpar estes sangue sugas com urgência.
Refundação do judiciário do Brasil JÁ! JÁ! JÁ!
Genaro
soaresdearaujo88
10 de novembro de 2016 1:52 pmVamos fazer um Quiz
“Quem disse isso: um comentarista de Facebook ou um ministro do STF?”
Orlando Soares Varêda
10 de novembro de 2016 6:27 pmTirante o nefasto
Tirante o nefasto empresario dono de cursinho gilmar mentiroso e o primo de Collor, cabras que, ao que parece não são frouxos. Mas, em compensação, o rebotalho que resta naquele valhacouto, é um bando de carreiristas pulsilânimes e acovardados. Agora lembrei…e… por falar em tanta merda! Por onde anda o almofadinha do pgr, o janota Janot?
Orlando