
Jornal GGN – Em nota para a imprensa, o ex-ministro Aloizio Mercadante rebate reportagem da revista Época e nega a suposta participação em acordo financeiro com o PMDB nas eleições de 2014. “Não solicitei a qualquer empresário, de qualquer setor da economia, ajuda financeira para a campanha presidencial de 2014, para o PMDB ou o PT, ou mesmo a quaisquer partidos ou candidatos”, diz.
A matéria da revista afirma que Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara preso nesta semana na Operação Lava Jato, pretende revelar um suposto acordo no qual o PMDB teria cobrado R$ 40 milhões do PT para apoiar a chapa de Dilma Rousseff nas eleições de 2014. A revista também diz que o acordo teria sido fechado no primeiro semestre de 2014, entre Aloizio Mercadante e o senador Valdir Raupp.
Mercadante também que afirma que, enquanto ministro, nunca solicitou apoio financeiro para campanhas, ressaltando que os assuntos relativos à campanha eram tratados entre os partidos e pelas coordenações das campanhas”, e que não eram assuntos do governo. “Sempre cumpri rigorosamente a determinação da presidenta Dilma Rousseff de tratar exclusivamente de assuntos do governo”, afirma.
Leia a íntegra da nota abaixo:
A respeito da reportagem de capa “A chapa de R$ 40 milhões”, publicada pela revista Época neste sábado, 22 de outubro, o ex-ministro Aloizio Mercadante esclarece:
1. São completamente falsas as especulações da revista sobre a minha suposta participação em um eventual acordo financeiro com o PMDB na campanha eleitoral de 2014. Jamais participei de nenhum encontro com qualquer liderança do PMDB para discutir finanças de campanha. Não solicitei a qualquer empresário, de qualquer setor da economia, ajuda financeira para a campanha presidencial de 2014, para o PMDB ou o PT, ou mesmo a quaisquer partidos ou candidatos.
2. Enquanto fui ministro de Estado, incluindo o período que estive na condição de chefe da Casa Civil, jamais solicitei apoio financeiro para campanhas eleitorais. As dezenas de delações empresariais e de executivos de empresas já realizadas confirmam integralmente esta afirmação. Tenho absoluta convicção de que as delações em andamento também confirmarão.
3. As audiências com parlamentares e líderes partidários no Palácio do Planalto foram para tratar da conjuntura nacional , em especial das pautas do Congresso Nacional, questões relativas às políticas públicas e a outras demandas junto ao governo, incluindo solicitações de cargos na administração federal. Tais reuniões sempre foram acompanhadas pelos ministros da Secretaria de Assuntos Institucionais.
4. No período das eleições , os assuntos relativos à campanha eram tratados entre os partidos e pelas coordenações das campanhas. Não eram assuntos de governo. Portanto, não eram pauta da Casa Civil. Sempre cumpri rigorosamente a determinação da presidenta Dilma Rousseff de tratar exclusivamente de assuntos do governo. Sempre deixei claro a todos interlocutores que, na condição de chefe da Casa Civil, era responsável pelas pautas e assuntos do governo.
Marcos Antônio
22 de outubro de 2016 1:31 pmAcreditar no PIG?
Acreditar no PIG?
Nem se apresentarem nota fiscal…
Joao Carlos Campos
22 de outubro de 2016 1:34 pmMercadante
caro amigo Mercadante
Depois do que ouvimos nas gravações, você falar ou não, não faz a mínima diferença
Sua credibilidade não é mais a mesma
peregrino
22 de outubro de 2016 2:48 pmse defender dessa forma…(?)
tira da reta, mas não nega o que pode ter acontecido
é por isso que PIG deita e rola com quem só se preocupa com a sua reputação
Spin D de deriva
22 de outubro de 2016 3:44 pmjá querem transformar o Cunha
já querem transformar o Cunha no Delcidio II: o objetivo é entronizar no Planalto o PSDB, este sim o sonho da Globo…que absurdo a propriedade cruzada nos meios de comunicação…pra onde vc tenta escapar termina se deparando com a Globo no seu encalço…ontem senti isso ao pegar um taxi..sou eu que pago o taxi mas sou obrigado a ouvir a CBN, central de propaganda golpista? pedi para o taxista mudar a sintonia…tá complicado
Ataíde Coutinho
22 de outubro de 2016 5:45 pmSei ,sei 40 milhoes por um
Sei ,sei 40 milhoes por um PMDB inteiro, sendo que o Paulo Roberto devoleu 100 milhoes, Cunha movimentou mais de meio bilhao , ssim sim acredito !
peregrino
22 de outubro de 2016 6:27 pmrs…………………bem por aí mesmo
motivo de ter colocado que PIG deita e rola sobre
entre outras atribuições, PIG tem tudo dos que pescam com uso de bombas ou redes assassinas, as que arrastam tudo, de peixe miúdo até suas crias
PIG deve saber muito bem que o peso da isca deve ter no máximo o peso total de todas as escamas do peixe grande que se quer pegar
maria rodrigues
22 de outubro de 2016 6:34 pmQualquer ex-ministro de Lula
Qualquer ex-ministro de Lula e Dilma estará sempre perseguido, como foi Dirceu.
Ana Bednarski
23 de outubro de 2016 1:05 amA época conta com a imbecilidade de seus leitores!!!
O Cunha se livrou de 220 milhões embaixo do nariz do Moro e seus capangas, e o PT comprou o PMDB por 40 milhões??