4 de junho de 2026

Novas tecnologias contra distúrbios civis

 

O novo spray de pimenta: alcance de três metrosO novo spray de pimenta: alcance de três metros Foto: Lucas Figueiredo / Extra

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Fonte; EXTRA ONLINE (20/08/13)

Rafael Soares
Tamanho do texto A A A

A 13ª edição da Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública (Interseg), que começou neste domingo e termina nesta terça-feira no Riocentro, na Barra a Tijuca, Zona Oeste do Rio, apresentou tecnologias voltadas para a dispersão de manifestações. A Polícia Militar do Rio já testa algumas das novidades.

Exclusiva para agentes de segurança, a feira traz novidades como uma nova linha de spray de pimenta com alcance maior, desenvolvida pela Condor. Os que são atualmente usados pela Polícia Militar carioca vão até um metro. Os novos chegam a três. A PM faz testes com o novo spray – que ainda não teve o preço definido – durante a feira.

 

O canhão de somO canhão de som Foto: Lucas Figueiredo / Extra

 

Outro aparelho também testado pela PM durante a feira é um canhão de som usado para dispersar multidões. O aparelho está sendo vendido pela Condor, é portátil, tem alcance de 1.500 metros e 150 decibéis. O canhão é fabricado nos Estados Unidos e chegou ao Brasil em agosto. O preço dele ainda não foi definido.

 

Uma Taser de quarta geraçãoUma Taser de quarta geração Foto: Lucas Figueiredo / Extra

 

Entre as pistolas elétricas, a grande novidade é a quarta geração da Taser. O novo modelo pode até dar duas cargas de choque de 50 mil volts e tem câmera acoplada, que grava toda a ação. Além disso, quem manuseia a arma pode fazer uma advertência sem atirar, mostrando apenas uma centelha. Cada kit completo custa US$ 1.900. No Brasil, a nova Taser é usada pela Justiça Federal, para segurança dos juízes.

 

As balas de borracha podem conter tinha ou pimentaAs balas de borracha podem conter tinha ou pimenta Foto: Lucas Figueiredo / Extra

 

Balas de borracha que podem conter tinta ou pimenta também são outra tecnologia que podem ser usadas em protesto. A tinta marca roupas e também a pele e pode ajudar a identificar vândalos, por exemplo. A pessoa marcada é levada posteriormente para a delegacia.

– Essa tecnologia foi desenvolvida este ano por conta de demandas recentes de manifestações e da dificuldade da polícia em identificar os vândalos no meio dos protesto – disse Massilon Miranda, gerente de marketing da Condor.

As balas são usadas em dois tipos de pistolas não-letais.

 

A câmera que transmite imagens para celularesA câmera que transmite imagens para celulares Foto: Lucas Figueiredo / Extra

 

Câmeras que podem ser acopladas em óculos e uniformes e transmitem a ação em tempo real, via bluetooth, para celulares, estão em fase de testes na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros. Elas já são usadas por 60 mil policiais dos Estados Unidos e dez mil em toda a Europa. Todo o kit custa R$ 6 mil.

 
 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados