SP: contaminação por superbactéria faz hospital isolar ala com 43 leitos

Para evitar a contaminação de outros pacientes que passam por tratamento no local, a direção do hospital estadual doutor Arnaldo Prado Curvêllo em Bauru, no interior de São Paulo, decidiu isolar uma ala, no 4º andar do prédio, onde estão internados 15 pacientes infectados com a superbactéria KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase). O isolamento será feito por prazo indeterminado. O hospital conta com 318 leitos.
Identificada pela primeira vez nos Estados Unidos no ano 2000, a KPC tornou-se resistente a múltiplos antibióticos depois de ter sofrido mutação genética que pode estar diretamente relacionada com o uso indiscriminado ou incorreto desse tipo de medicamento.
Nos perguntamos porque a saúde pública vem sendo deixada de lado nos úlrimos governos, o descaso é total, tanto por parte do Governo Federal, como pelos Estaduais.
Seria porque querem “Privatizar” ou seria edevido aos inúmeros desvios?
Ficou comprovado que dinheiro existe, entretanto, estão sendo direcionados para finalidade própria dos políticos ou benesses para empresariado corrupto.
Qual seria a forma de melhorar a saúde da população e quem ousaria a tomar iniciativa positivas para tal?
Saliento que a partir de agora a população ficará atenta à quem colocar no Poder, há de se anotar nomes de cada um que aí estão com cargo Parlamentar, pois nenhum tem dado a devida atenção a um TEMA TÃO POLÊMICO E ORDEM PRIORITÁRIA.
O brasileiro sofre com as mais altas cargas tributárias do mundo, contudo, os tributos são direcionados para satisfazer os anseios coorporativos de tacanhos.
As Redes Sociais estão atentas às ações inexistentes dos governantes e atuaremos nas próximas eleições para que “TODOS SEM EXCEÇÃO” que possuem cargos eletivos sejam substituídos nos próximos pleitos eleitorais.-
“O problema é que tanto o serviço público quanto o privado desafia m a saúde e o folêgo dos brasileiros. O maior estorvo, é claro, está no atendimento oferecido pelo governo. De acordo com levantamento realizado junto a secretarias de saúde de sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Curitiba), ao menos 171.600 pessoas estão na fila para fazer uma cirurgia eletiva – procedimento agendado, que não possui característica de urgência. A demora para a realização de um procedimento ortopédico, por exemplo, pode levar até cinco anos.” Veja

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