5 de junho de 2026

Em São Paulo, inflação pelo IPC sobe menos em agosto

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Jornal GGN – Medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo teve alta de 0,11% em agosto, um aumento menor do que o verificado nos meses de julho (0,35%) e junho (0,65%), indicando uma desaceleração na inflação.

De janeiro a agosto, o índice cresceu 5,48%, e, no acumulado dos últimos 12 meses, aumento de 9,13%. Entre os sete grupos pesquisados, três recuaram em relação ao mês julho. Habitação teve queda de 0,57% contra alta de 0,2% em julho, assim como transportes, com redução de 0,02% ante crescimento de 0,04%. O setor de educação também registrou retração, de 0,05%.

Dentro do grupo alimentação, os preços cresceram menos do que no mês anterior, de 0,78% para 0,74%, assim como as despesas pessoais (de 0,26% para 0,05%) e saúde (de 1,46% para 1,41%).

Já o vestuário foi o grupo com o crescimento mais elevado em agosto. Em julho, o IPC registrou diminuição de 0,98%, e agosto teve alta de 0,21%.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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1 Comentário
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  1. ze sergio

    2 de setembro de 2016 2:32 pm

    Em SP….

    As notícias de inflação já fizeram a sua vitima e já prestaram em parte para derrubar um governo. Como o brasileiro ganha na média 1.500 reais, não tem como ter inflação de demanda se não existem condições de compra acima destes ganhos. Os mercados oligopolizaos e monopolizados por transnacionais estrangeiras se esbaldam. Transferência de tecnologia : Nenhuma. Concorrência e produtos fabricados em território nacional: Nenhum. Produtos importados que apenas são remontados no país. Um simples refrigerador custa mais de 2 mil reais. Celular, mais de 3 mil reais. Automóvel popular, em 4 anos, teve aumento médio de 45%. Nenhum modelo com aumento menor que 30% em dólar. De 25 ml reais para 40 mil reais. Então a mídia noticia que o problema de preços e inflação é do aumento sazional do feijão e do tomate. Arrebentarão a economia brasileira passando dos estaticos 2 e 5 reais/Kg, para 6 e 12 reais/Kg, respectivamente, por intermináveis 2 meses. O Brasil seria até cômico senão fosse….    

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