Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Webster Franklin
11 de agosto de 2016 7:01 amInfâmia
Tijolaço
Infâmia
Por Fernando Brito · 10/08/2016
Num ato que talvez tenha vindo do que lhe restou de digno dentro de si, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, aceitou uma única questão de ordem apresentada pelos adversários do golpe.
Ele acolheu o protesto da senadora Vanessa Grazziotin para que não se retirassem das notas taquigráficas da sessão de ontem as palavras infâmia e fraude.
Porque, no exame que os tempos farão sobre o que se passou ontem, a palavra infâmia será indispensável.
A política – e nossa habilidade ou inabilidade ao fazê-la – dissolve-se no tempo. O significado de nossos atos, não.
Aceitem-se todas as “acusações” políticas que se faz a Dilma – ingenuidade, vacilações, inapetência pelo jogo parlamentar – mas pondere-se que, no seu segundo mandato, o comando da Câmara foi assumido pelo mais poderoso gangster da política brasileira nas últimas décadas, Eduardo Cunha.
Também se leve em conta que só tenha se dado conta da degola para a qual caminhava quando o clima de perseguição instaurado no país já não lhe permitia uma mudança efetiva, embora desejada, como ficou claro com a demorada e bloqueada indicação de Lula para a Casa Civil.
Nas artes sombrias da política, isso explica o que se passou ontem.
Fora delas, nada explica o restante: um processo aberto por um ladravaz como Cunha, a admissão da acusação numa sessão que mais parecia um circo de loucos, a designação do pupilo do candidato derrotado, Aécio Neves, como relator do processo no Senado e um julgamento onde não vieram ao caso os fatos, apenas as opiniões.
Por último, ver o presidente do Supremo Tribunal Federal reduzido à condição de “mestre-de-cerimônia” do terrível arremedo de julgamento, se é que este nome pode merecer, em lugar do linchamento que foi.
É só o que explica que Lewandowski tenha, num último espasmo de sua dignidade e consciência jurídica tenha preservado o registro da palavra infâmia.
Afinal, se ele não poderia ser julgador de tantos que a praticavam, ao menos restava-lhe o direito de julgar aquilo do qual ele próprio participava.
http://www.tijolaco.com.br/blog/infamia/
Webster Franklin
11 de agosto de 2016 7:13 amNojo
Tijolaço
Nojo
Por Fernando Brito · 10/08/2016
Quando a gente vai ficando velho e a política já passou diante dos nossos olhos com todas as suas ilusões e fantasias, a gente não se ilude, ou pelo menos não se ilude tanto, porque não perdemos o desejo de que as coisas se deem corretamente e resultem no melhor para o Brasil.
Não é hora de analisar os erros e insuficiências do PT, de Lula e de Dilma.
Nenhum terá sido tão grave quanto o de aceitar a lógica do adversário e crer que a classe dominante brasileira poderia aceitar um modelo de desenvolvimento inclusivo por convencimento e não pela pressão das massas trabalhadores, deixada à mercê do controle remoto e do discurso moralista.
Ontem, mesmo vendo de rabo do olho aquela monstruosa sessão de “julgamento” acabei me deixando levar por um sentimento que dispensa muitas explicações, porque é visceral e nosso estômago tem supremacia sobre o nosso cérebro que racionaliza e o coração que tenta perdoar.
Difícil convencer nossas entranhas a assistirem quietas que tantos que se serviram de ministérios, de poder e prestígio nos governos Dilma e Lula, possam apunhalá-los e à democracia pelos pratos de lentilhas que Temer lhes dará.
Depois destes episódios é preciso serenar. Serenar não é ceder, é não nos devorarmos diante da derrota que está clara e desenhada, embora o combate deva continuar.
Preciso, portanto, pedir aos amigos e amigas que tenham um pouco de paciência antes que eu volte a falar de algo que não pode despertar senão repugnância: ver o parlamento transformado numa sociedade de celerados que assalta, sob a cumplicidade das instituições, a soberania do voto popular.
Estamos entrando numa ditadura e não se enfrenta ditaduras com força cega.
A gente não é de ferro e tem hora em que o nojo, em todas as acepções que a palavra tem, não é bom conselheiro do olhar.
Daqui a pouco retomo o blog, assim que o corpo e a cabeça permitirem.
http://www.tijolaco.com.br/blog/nojo/
Webster Franklin
11 de agosto de 2016 7:25 amO golpe e a escalada autoritária
Brasil 247
O golpe e a escalada autoritária
Por Jeferson Miola
10 de Agosto de 2016
Compartilhe no Google +Compartilhe no TwitterCompartilhe no Facebook
O golpe é a solução escolhida pelo mercado para derrubar uma Presidente inocente e empossar em seu lugar um governo usurpador, integrado pelos personagens mais conservadores, corruptos e misóginos da política brasileira.
O golpe é o remédio empregado pela burguesia para desempatar, a seu favor, o conflito distributivo instalado no Brasil com a crise capitalista mundial que teve início em 2008 nos EUA e na Europa. Com o golpe, a oligarquia realça sua índole reacionária e conspirativa, que rebrota ferozmente sempre quando sente seus privilégios ameaçados.
O conflito distributivo colocou em xeque o modelo “ganha-ganha” dos governos Lula e Dilma; modelo baseado na conciliação de classes [com traidores e conspiradores], no qual os ricos ficaram mais ricos e os pobres, menos pobres.
A burguesia recupera, com o golpe, o controle direto do Estado para executar as políticas favoráveis principalmente à sua fração financista.
Ampliará a taxa de retorno e de lucratividade do capital, assim como intensificará o repasse da renda pública nacional para o sistema financeiro internacional com as verbas que deixarão de ir para o SUS, para a educação, para o Bolsa-Família e para os investimentos necessários ao desenvolvimento soberano do país.
O plano do governo usurpador é selvagem: entrega do petróleo pré-sal e da Petrobrás; abandono da política de conteúdo nacional e de defesa da indústria e da engenharia nacional; desvinculação orçamentária da saúde, educação, ciência e tecnologia; flexibilização de direitos trabalhistas [jornada de trabalho, férias e 13º salário]; reforma previdenciária regressiva; sabotagem do MERCOSUL para a subordinação da política externa às potências imperiais; e retomada do programa de doações do patrimônio público com privatizações lesivas ao interesse nacional.
Em menos de três meses, foram adotadas medidas de impacto estratégico negativo para o país, como a venda aviltada da área de pré-sal Carcará para a petroleira holandesa Statoil: com valor estimado em US$ 6,5 bilhões, foi doada por apenas US$ 2,5 bilhões.
O governo usurpador também prometeu ao mercado aprofundar as medidas anti-populares e anti-nacionais depois das eleições municipais de outubro.
Com tal agenda conservadora, o golpe só se viabiliza num contexto autoritário, de exceção institucional e de supressão das liberdades políticas e civis – preço que a oligarquia golpista demonstra estar disposta a pagar, como fica evidenciado no enquadramento de ativistas sociais na Lei Anti-terrorismo e na proibição de manifestações “Fora Temer” nos estádios das Olimpíadas.
A resistência ao golpe e à restauração neoliberal conservadora é combatida com forte violência policial e repressão política. A ofensiva do Gilmar Mendes para extinguir o PT e a caçada patológica de setores do Ministério Público, Polícia Federal e Judiciário ao Lula, são dois traços de uma mesma lógica fascista que vai se banalizando.
Sérgio Moro defende abertamente o uso de provas ilegais e ilícitas em processos judiciais porque tem certeza de que não será punido pelo Conselho Nacional de Justiça, pela OAB e tampouco pelas instâncias superiores do Judiciário.
É impressionante, por outro lado, a blindagem do condomínio jurídico-midiático-policial ao Temer, Serra, Jucá, Aécio, Sarney, Padilha e outros golpistas, sobre quem existem provas robustas de corrupção. Isso configura uma realidade de exceção, de proteção da criminalidade.
São muitas e perturbadoras as evidências de que o Estado de Direito está seriamente ameaçado de ser substituído por um regime autoritário.
Abundam os sinais de endurecimento e de embrutecimento repressivo. A escalada do autoritarismo passou a ser uma possibilidade lógica deste período histórico aberto com o golpe.
http://www.brasil247.com/pt/colunistas/jefersonmiola/249025/O-golpe-e-a-escalada-autorit%C3%A1ria.htm
Almeida
11 de agosto de 2016 9:26 amPatrícia e assessor de Feliciano tratam R$ 50 mil por silêncio.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Rpo04a2qVa0%5D
Em vídeo, Patrícia e assessor de Feliciano tratam R$ 50 mil por silêncio
> Vídeo nas mãos da Polícia Civil, entregue por amigo de Patrícia Lélis, revela ela negociando dinheiro pelo silêncio.
> Ela fica surpresa ao descobrir que Bauer teria entregado R$ 50 mil a um intermediário do Rio
> Falso agente da Abin, jovem do Rio se dispôs a intermediar acordo e teria ficado com dinheiro.
> Mulher cobra posição de Bauer sobre intermediário: “Você vai dar uns tapas nele!”
> Negociação comprova que Feliciano tenta esconder crime denunciado em Brasília. PGR, Delegacia da Mulher e Conselho de Ética já cercam o deputado
Um vídeo divulgado há pouco pelo site da revista VEJA ( assista aqui ) derruba o perfil de vítima de Patrícia Lélis, durante sua estadia em São Paulo, e revela uma negociação entre ela, o chefe de gabinete de Marco Feliciano (PSC-SP), Talma Bauer, e o jornalista Emerson Biazon – que levou Patrícia para SP a fim de negociar seu silêncio contra o deputado federal, a quem acusa de agressão, assédio sexual e tentativa de estupro.
Ontem, a coluna revelou as evidências de que Patrícia negociou R$ 300 mil com Bauer pelo silêncio, após acusar Feliciano, e publicamos os prints ( confira abaixo ) das conversas entre ela e Emerson Biazon, no qual ambos falam do dinheiro e envolvem o misterioso Arthur.
Prints das conversas de whatsapp atribuídas a Patrícia
CONVERSA COMPROMETEDORA
No vídeo, Patrícia e Bauer tratam claramente sobre o pagamento por seu silêncio. Num trecho da conversa, no saguão do hotel San Raphael, no Aroche, surge o diálogo comprometedor para ambos ( Bauer negara à Polícia que tentou comprar o silêncio da garota )
“Com esse dinheiro dá para você se resolver, concorda?” – diz Bauer. Patrícia está na sua frente, e pergunta:
“É dez? ( dez mil reais)”.
“Não, é cinquenta”..
“Quê!?”
Então Patrícia descobre, neste momento, de acordo com as investigações policiais, que Talma Bauer já teria passado R$ 50 mil para um homem chamado Arthur Mangabeira, que se apresentou a ela pela internet, do Rio, disposto a ser um intermediador para negociar o trato, semanas antes de ela ir para SP.
Revoltada, Patrícia revela-se fria sobre a traição do suposto intermediador:
“Bauer, me dá a sua palavra que você vai fazer alguma coisa com ele? Eu quero a sua palavra que você vai fazer alguma coisa com ele.. Você vai fazer alguma coisa com ele, depois de pegá-lo?”
“Eu não vou matar ele, mas alguma coisa eu faço” – diz Bauer.
QUEM É ARTUR?
Segundo Patrícia, em conversa com a Coluna há dias, um homem chamado Arthur Mangabeira, amigo de uma conhecida sua no Rio, se dispôs a ajudá-la junto ao PSC ou a Feliciano para que “a deixassem em paz” – a Coluna já o citou em posts anteriores.
Foto do suposto Arthur Mangabeira, enviada por Patrícia. Ele seria o intermediador
Até hoje ele era para a Policia um personagem misterioso, agora as autoridades vão cercá-lo oficialmente. Patrícia disse que ele se apresentou como um agente da Abin – Agência Brasileira de Inteligência, o que foi descartado depois.
A Coluna não conseguiu localizar o tal Arthur. No celular de Patrícia, ela tem esta foto dele, enviada por whatsapp ao repórter:
DEFESA
O advogado de Patrícia Lélis, José Carlos Carvalho, continua a afirmar que ela estava sob coação de Bauer e que o vídeo e o diálogo podem ser uma montagem – a despeito das evidências da tranquilidade de Patrícia no trato com Bauer e sobre o assunto delicado.
Nota que em nenhum momento do trecho do vídeo divulgado ela aparece na imagem. E diz que vai insistir em mais investigações.
Vale ressaltar, o caso registrado no 3º DP de SP, sobre sequestro e coação, é dissociado da denúncia que tramita na esfera policial em Brasília, onde ela confirma a agressão do deputado federal.
ACUSAÇÕES
O delegado do 3º DP, Luís Hellmeister, deve indiciar Patrícia e Bauer. Ela, por extorsão, falsa comunicação de crime ( para a polícia, está claro que não houve sequestro e coação ) . Já o chefe de gabinete poderá ser enquadrado, mas o delegado ainda não decidiu por qual tipificação penal.
FELICIANO SE COMPLICA
A revelação agora da negociação pelo silêncio, no vídeo e em provas já coletadas anteriormente pela Polícia de SP, complicam também – e mais ainda – o deputado federal Marco Feliciano, e apontam fortes indícios de que houve o crime de agressão e assédio denunciado por Patrícia, em Brasília, diante da tentativa de acordo em SP para calá-la e mudar sua versão.
Feliciano e Bauer estão em Brasília. O PSC manteve o deputado na liderança do partido, mas ele virou alvo do Conselho de Ética da Câmara, da Delegacia da Mulher e a Procuradoria Geral da República pedirá ao Supremo Tribunal Federal que investigue o deputado.
Confira aqui a primeira denúncia
Ouça aqui o áudio em que ela confirma a agressão
Assista o vídeo que comprova encontro da garota com assessor
Veja aqui o cronograma da denúncia
waldek
11 de agosto de 2016 12:50 pm“A estudante Carminha e a Presidência do STF”
A notícia: http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/08/carmen-lucia-pede-para-ser-chamada-de-presidente-em-vez-de-presidenta.html
e uma boa resposta: https://m.facebook.com/profile.php?id=100001563823224
Vânia
11 de agosto de 2016 2:31 pmA grosseria gratuita de Carmen Lúcia. Por Paulo Nogueira
O que levou a ministra Carmen Lúcia a ser tão deselegante, tão impiedosa e tão maldosa exatamente no dia em que foi eleita para suceder Lewandowski no comando do STF?
A única resposta que me ocorre é uma combinação letal de ódio no coração com ignorância presunçosa.
Dizer que quer ser tratada como “presidente”, tudo bem. Mas afirmar que quer isso por ser “amante da língua portuguesa” é ao mesmo tempo uma crueldade com Dilma e um disparate linguístico.
Presidenta é uma forma absolutamente correta. Ao contrário de Carmen Lúcia, o português é uma língua generosa: em várias situações, admite mais de uma escolha.
Dilma optou por presidenta para reforçar o ineditismo de ser a primeira mulher a ocupar o Planalto.
A mídia jamais a tratou como ela desejava não por amor ao português castiço ou coisa do gênero. Foi uma decisão meramente política. A Veja tratou Isabelita Peron como presidenta da Argentina nos anos 1970, para ficar num caso. Presidenta figura no Aurélio desde a edição inicial, em 1975.
No âmbito da Academia Brasileira de Letras, o imortal Merval Pereira não usa presidenta, mas o imortal Machado de Assis usou em Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Chega?
Isabelita era presidenta da Argentina para a Veja
Negar a Dilma o título escolhido por ela fez parte do jornalismo de guerra que as grandes companhias de mídia adotaram contra ela desde o primeiro dia de seu primeiro mandato.
Dilma teve 54 milhões de votos. Carmen Lúcia teve um: o de Lula, que a levou ao STF em mais uma de suas escolhas desastradas.
Mesmo assim, Carmen Lúcia se acha no direito de sapatear em cima de Dilma. E exatamente quando Dilma enfrenta um drama épico, seu afastamento por um crime que não cometeu.
As mulheres de hoje têm uma palavra para expressar a fraternidade feminina: sororidade. O que Carmen Lúcia fez é o exato oposto de sororidade.
Se não bastasse tudo, o comentário infeliz vem num momento em que uma parcela expressiva dos brasileiros nutrem total desconfiança em relação à lisura da Justiça e, especificamente, do STF.
A mesquinharia gratuita de Carmen Lúcia apenas vai reforçar essa desconfiança.
Numa tirada antológica, Sêneca escreveu que ao se lembrar de certas coisas que dissera invejava os mudos.
A nova presidente — chamemo-la como quer — do STF poderia refletir sobre a frase de Sêneca.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-grosseria-gratuita-de-carmen-lucia-por-paulo-nogueira/
Almeida
11 de agosto de 2016 4:25 pmAlém do mais, ela não está cumprindo o que determina a Lei:
LEI Nº 2.749, DE 2 DE ABRIL DE 1956
Dá norma ao gênero dos nomes designativos das funções públicas.
O Presidente da República:
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Será invariàvelmente observada a seguinte norma no emprêgo oficial de nome designativo de cargo público:
“O gênero gramatical dêsse nome, em seu natural acolhimento ao sexo do funcionário a quem
se refira, tem que obedecer aos tradicionais preceitos pertinentes ao assunto e consagrados na lexeologia do idioma. Devem portanto, acompanhá-lo neste particular, se forem genèricamente variáveis, assumindo, conforme o caso, eleição masculina ou feminina, quaisquer adjetivos ou expressões pronominais sintàticamente relacionadas com o dito nome”.
Art. 2º A regra acima exposta destina-se por natureza as repartições da União Federal,sendo extensiva às autarquias e a todo serviço cuja manutenção dependa, totalmente ou em parte, do Tesouro Nacional.
Art. 3º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Rio de Janeiro, 2 de abril de 1956; 135º da Independência e 68º da República.
JUSCELINO KUBITSCHEK
Nereu Ramos
Antonio Alves Câmara
Henrique Lott
José Carlos de Macedo Soares
José Maria Alkimim
Lucio Meira
Ernesto Dornelles
Clovis Salgado
Parsifal Barroso
Henrique Fleiuss
Maurício de Medeiros
Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União – Seção 1 de 05/04/1956
Publicação:
Diário Oficial da União – Seção 1 – 5/4/1956, Página 6457 (Publicação Original)
Coleção de Leis do Brasil – 1956, Página 72 Vol. 3 (Publicação Original)
Fonte: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1950-1959/lei-2749-2-abril-1956-355226-publicacaooriginal-1-pl.html
Vânia
11 de agosto de 2016 5:52 pm.
Almeida
11 de agosto de 2016 7:45 pmMachado de Assis e Érico Veríssimo também:
“Respirei, e não tive ânimo de olhar para Virgília; senti por cima da página o olhar dela, que me pedia também a mesma cousa, e disse que sim, que iria. Na verdade, um presidente, uma presidenta, um secretário, era resolver as cousas de um modo administrativo”.
Está aqui em ==> Memórias Póstumas de Brás Cubas, Capítulo LXXX
“Pois sua avó vai ser a primeira presidenta do Estado do Rio Grande do Sul, hein?”
Está aqui em ==> O tempo e o vento – O Continente vol.2
Mais detalhes em ==> http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/3493200
Babi.
11 de agosto de 2016 2:17 pmSó o impeachment vai deter o
Só o impeachment vai deter o militante extremista Gilmar Mendes
Almeida
11 de agosto de 2016 4:02 pmFeliciano telefonou para Patrícia e pediu vídeo em sua defesa.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=9R87azOy3is%5D
Vídeo Publicado em 11 de ago de 2016 por Coluna Esplanada Brasília
Nos dias em que esteve em SP, ela gravou vídeos defendendo o deputado federal e PR Feliciano, desmentindo versão que a própria contou ao editor da Coluna Esplanada sobre agressão e tentativa de estupro em Brasília. Patrícia alega que estava sob coação e sequestro, mas a Polícia descaracterizou isso. Nesse vídeo, o chefe de gabinete entrega o telefone e insiste para que ela fale com Feliciano. Há um clima de descontração entre eles. Quem filma com um ipad é Emerson Biazon, que levou Patrícia para SP poucos dias antes de a coluna revelar a denúncia. Patrícia diz que Feliciano foi breve e teria pedido para ela o ajudar com o vídeo “Faz bem feito , me ajuda , tenho familia”, teria dito o deputado nesta ligação.
Feliciano telefonou para Patrícia e pediu vídeo em sua defesa
por Leandro Mazzini
O deputado federal Pr. Feliciano telefonou para Patrícia Lélis, enquanto ela estava em São Paulo, e pediu a ela para caprichar num vídeo em que ela mudaria sua versão e passaria a defender o parlamentar, desmentindo a acusação de assédio sexual, agressão e tentativa de estupro que ela própria contou à Coluna.
Assista aqui
No dia desse vídeo, ela está em companhia do chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer, e quem os filma é o jornalista Emerson Biazon, que levou Patrícia de Brasília para SP.
Há um clima claro de descontração entre eles, o que leva a Polícia Civil a crer que não houve sequestro qualificado e coação por parte de Bauer.
Nessa ligação, segundo Patrícia conta à Coluna, Feliciano teria dito: “Oi, tudo bem com você? Grava o vídeo direitinho, tá bom? Me ajuda porque tenho família”
Este telefonema precedeu um dos vídeos que Patrícia gravou e soltou nas redes sociais na tentativa de desqualificar, àquela ocasião, as denúncias já reveladas pela Coluna Esplanada, com as evidências de provas entregues pela própria jovem.
A Polícia já tem provas de que Patrícia tentou negociar R$ 50 mil pelo seu silêncio, pela denúncia contra Feliciano. Ela será indiciada por extorsão e falsa comunicação de crime. Bauer será indiciado por favorecimento pessoal. E as provas que estão surgindo da negociação financeira complicam mais ainda o deputado, com fortes indícios de que houve o crime denunciado por ela em Brasília.