Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Andre Araujo
2 de agosto de 2016 3:04 amORÇAMENTO NA FAZENDA, O GOLPE
ORÇAMENTO NA FAZENDA, O GOLPE DE MESTRE – O Ministro da Fazenda Henrique Meirelles está pressionando o Palacio do Planalto para que a Secretaria do Orçamento Federal, orgão mais importante do Ministerio do Planejamento, Orçamento e Gestão passe para o Ministerio da Fazenda. Não se sabe ainda a opinião do Palacio frente a essa manobraque dará ao Ministro Meirelles o completo controle do Governo Federal e enorme influencia sobre o Congresso, já tem a Previdencia e terá o resto do orçamento federal nas suas mãos. Trata-se de movimento ousado e de grande significancia politica. O Ministerio da Fazenda já tem sob suas asas o antigo Ministerio da Previdencia, maior orçamento entre todos os ministerios e que por qualquer angulo que se analise não tem porque estar sob a Fazenda.Somada a Previdencia à Secretaria do Orçamento, o poder federal passa do Palacio do Planalto para o Ministerio da Fazenda, o Presidente será uma Rainha da Inglaterra e os congressistas terão que fazer fila no Ministerio da Fazenda para liberar suas emendas. Com esse açambarcamento de poderes o Ministro Meirelles pavimenta sua almejada candidatura à Presidencia em 2018, tirando oxigenio de qualquer outro candidato.Não há nenhuma razão para concentração de poderes tão extensa na Fazenda, inédita na historia republicana, Não há razão funcional mas há razão politica pessoal do Ministro Meirelles, ele quer mais poder enfeixado nas suas mãos para dominar toda a economia nacional. Nem o regime militar permitiu essa concentração de poderes, Fazenda e Planejamento tinham titulares separados, de inicio Otavio Bulhões e Roberto Campos,depois Delfim na Fazenda e Helio Beltrão no Planejamento, o incansavel Reis Velloso no Planejamento fazia contraponto a Delfim, já no Governo Figueiredo Ernane Galveas na Fazenda tinha Delfim no Planejameno. O regime militar, não permitia que o orçamento ficasse em mãos do Ministerio da Fazenda, exatamente para evitar excessivo poder em uma só centro Nos EUA o orçamento federal está na CASA BRANCA, através do Escritorio de Orçamento e Gestão, subordinado diretamente ao Presidente dos Estados Unidos e não à Secretaria do Tesouro https://www.whitehouse.gov/omb pela mesma razão, quem cuida da preparação do orçamento não poder o mesmo que arrecada e paga, seria poder demais em um só lugar. O Ministro Meirelles pretende ser candidato à Presidencia desde 2002, o mundo politico sabe disso porque ele rondou varios partidos sondando a viabilidade de seu nome e agora mais do que nunca com grande poder na sua pessoa quer ser candidato em 2018, chance de uma vida.O Ministro é um competente carreirista, sua especialidade é construir sua carreira pessoal.Principal executivo no Brasil de um inexpressivo banco regional americano com cinco agenciasno Pais, foi alçado`a principal executivo da divisão internacional do banco e não do banco inteiro como alardeava, o titulo era propositalmente dubio dando a impressão que ele presidia o banco todo e não apenas a divisão internacional que era apenas Brasil e Argentina, o First National Bank of Boston era tradicional mas nunca foi um banco de porte nos EUA.Nos tempos do Banco de Boston Meirelles era um especialista em auto promoção, estava sempre na primeira pagina da “Gazeta Mercantil”, ganhava premios continuamente de Homem do Ano, Melhor Executivo do Setor, todos sabem como essas premiações são construidas a base de assessoria de imprensa, há executivos especializados em montar curriculo com premiações que não caem de paraquedas, exigem empenho, esforço e recursos financeiros.Feito presidente do Banco Central por Lula em uma fase de boom de commodities, que levou prosperidade não só ao Brasil mas a todos os grandes exportadores de alimentos, petroleo e minerios, a situação do Brasil se beficiaria de qualquer maneira com qualquer equipe economica dado o ciclo externo virtuoso que não foi criação de Meirelles. A pretensão presidencial do Ministro é complicada, se a economia melhorar muito a logica seria a candidatura de Temer à reeleição, se a economia for mal ninguem do Ministerio terá cacife. Outros aspirantes estão despontando dentro dessa logica, como Alexandre de Moraes,cuja nome está saindo em notinhas de colunistas, o eterno candidato Serra só desiste se sair do mundo dos vivos, o Governador de S.Paulo só pode continuar na politica aspirando ao Planalto, Aecio deverá manter a pretensão fora outros aspirantes ainda não conhecidos. Com a Secretaria do Orçamento Meirelles pretenderá conquistar o Congresso, afinal ele terá a chave do confre. O Presidente Temer, com sua longa experiencia na arena politica não deverá cometer suicidio que liquidará com a propria necessidade da existencia do Ministerio do Planejamento. Meirelles não é assim tão essencial, não é um estadista com a estatura intelectual de um Walther Moreira Salles, de um Roberto Campos ou de um Delfim Neto.Meirelles é o querido do “mercado financeiro” mas a complexidade da economia de um grande Pais como o Brasil vai muito alem de um mero ajuste fiscal, é preciso visão de Pais, visão de Estado, raizes sociais profundas que evidentemente Meirelles não tem, não é um formulador de politica economica, é apenas um executivo de banco comercial, curriculo pequeno paraas dimensões e para os problemas da economia brasileira. A propria colocação da Previdencia Social sob o guarda chuva do Ministerio a Fazenda é algo inusitado, não existe em nenhum outro Pais. A Previdencia é um programa para o povo mais pobre, não se trata apenas de dinheiro, há uma filosofia e uma grande perspectiva social nos programas de previdencia cujas raizes estão no plano pioneiro do Chanceler Otto von Bismarck e depois nos visionarios estadistas ingleses do Welfare State, Previdencia não é só coisa de manejo de dinheiro, há que ter uma sensibilidade bem mais profunda sobre a significancia dessa função, uma das mais importantes dos Estados modernos.Previdencia ou Social Security é o maior problema dos EUA e da Europa, um problema que envolve gerações e o proprio futuro do Pais, não apenas coisa de contabilidade, é matéria para estadistas com olhar de longo alcance. O Brasil está em uma encruzilhada historica, todos os movimentos da politica devem ser observados com cuidado porque se refletem na resolução da crise politica e da crise economica, há uma serie de intrincadas conexões entre economia e politica neste momento.A opção Meirelles é de manutenção da politica de juros altos por muito tempo, decisão completamente discutivel pela sua incapacidade de fazer o Brasil sair da recessão a curto prazo, aprofundando os problemas sociais terriveis gerados pelo desemprego, nestes termos Meirelles não é a solução, como pretende o ex-Ministro Mendonça de Barros, ao afirmar afoitamente no prohrama Painel que Meirelles será o candidato natural à Presidencia.Pergunta-se: Os desempregados e suas familias vão votar em Meirelles?
Jaide
2 de agosto de 2016 10:38 amSe os desempregados e suas
Se os desempregados e suas famílias vão votar em Meirelles?
A persistir e mesmo progredir esse estado de catatonia nacional, o homem se elege no primeiro turno. Sem esquecer que se o Meirelles for de fato o ungido pelos “deuses” da terra, o voto será apenas um detalhe menor, facilmente administrável.
Eduardo Ramos
2 de agosto de 2016 7:06 am“Aquilo que é tem muita força”
“Aquilo que é tem muita força….” – Guimarães Rosa.
O fascismo, essa decadência humana por excelência, tem muitas faces tragicamente des-humanas, perversas. Uma delas é a inveja mórbida que o homem comum sente no profundo de sua alma, de tudo aquilo que ele não pode ser, tocar, admirar sensibilizado, por “ser demais para sua pequenez” aquele brilho que vem do que é diferenciado, criativo, genial – do que tem talento e brilho naturais!
No extraordinário filme “Amadeus”, de Milos Forman, esse ódio proveniente da inveja é revelado de modo profundo, na relação entre o gênio Mozart e o músico comum, Salieri. E a face imunda do fascismo é mostrada no desejo da destruição do outro, a INTOLERÂNCIA, a incapacidade de con-viver com o que é naturalmente maior.
Em relação a isso, amo profundamente a frase sensível de Guimarães Rosa: “Aquilo que é tem muita força” – e eu acrescentaria: “…e não pode ser contido pela força, nem pelo tempo, pois “aquilo-que-é”, naturalmente impõe-se sobre “o-que-não-é”.
Quando vemos o fascismo feroz, degradante dos brasileiros que abraçaram o antipetismo como sua religião fanática, extrapolando totalmente o saudável e necessário debate ideológico das contradições políticas, vemos se manifestar esse lado obscuro, trágico, imundo emocionalmente falando, que esse fascismo pode assumir em seus contornos perversamente patológicos!
E assim, por essa intolerância que é absolutamente incapaz de aceitar as diferenças, chama-se uma atriz linda, gentil, doce, como Letícia Sabatella, de “puta”, nas ruas de Curitiba. Como foi chamado de “merda”, por três jovens típicos de nossa elite, um dos maiores gênios de nossa arte em todos os tempos: Chico Buarque.
E como é vilipendiado de todas as formas o maior líder natural do Brasil em toda a sua História, Luís Inácio Lula da Silva, o Lula!
“Molusco”, “Ladrão”, “Chefe de quadrilha” “petralha”, e toda a sorte de impropérios, incentivados por uma mídia grosseira, acanalhada, formadora desse rebanho tosco que virou essa parcela enferma de nossa sociedade.
Uma certeza que me conforta nesses dias de derrota, perplexidade e desespero, ao ver o triunfo do que é vil, cínico, nonsense, absurdo, é a firme convicção, que mais uma vez a máxima de Guimarães se mostrará verdadeira! “Aquilo que é”, a verdade dos fatos, das pessoas desse tempo tenebroso, será manifesto, e em relação a isso, os invejosos, os que agem baseados em ódio e nojo, os sórdidos, os doentes, nada podem nem poderão fazer, foge ao seu controle.
Sérgio Moro, Aécio Neves, Rodrigo Janot, João Irineu Marinho, Temer, Cunha, Gilmar Mendes, articulistas do golpe imoral e ilegítimo, os seres que labutam dia e noite para destruir Lula e seu partido, assim como a malta que os segue em fanático fervor religioso, podem prender Lula, impedi-lo de se tornar presidente mais uma vez em 2018, podem muita coisa ruim, certamente, ainda mais em tempos de tanta omissão covarde dos que poderiam impedir essa ignomínia imensa, essa perseguição brutal e injusta, mas não podem conter o tempo, a História, nem mesmo a percepção MUNDIAL, dos homens livres e conscientes, assim como Salieri não pôde conter Mozart e sua infinita grandeza na história da arte.
Daqui a cinquenta, cem anos, como serão vistos esses brasileiros? O que se dirá do rei da inveja, Fernando Henrique Cardoso, que queria ter sido tudo o que Lula foi e é, e toda noite dorme com esse peso, essa ferida dolorosa, incurável, de saber que nunca sequer chegou perto da imensidão da obra realizada por Lula?
O que se dirá de Moro, esse juiz apequenado, rei da República de Curitiba, destruidor de milhões de empregos e de nossa democracia?
O que se dirá de Aécio Neves, o político mais vazio de todos, frustrado, arrogante, agressivo, vulgar, corrupto?
O que se dirá de LULA….???
Ah…. eis o ranger de dentes, o ódio, a impotência da turba tosca de nossa elite e classe média medíocres, repetidores de mantras, ignaros, pobres manipulados, sem rosto…. Em relação à História, “aquilo-que-é”, nada podem fazer. O Brasil, cedo ou tarde se educará, as verdades virão à tona, as transformações que Lula iniciou buscarão sua necessária continuidade, é apenas uma questão de tempo, o cinismo, a farsa, o fascismo não terão guarida em nosso país para sempre….
Nossos medíocres e covardes Salieris e seu rebanho fanático nada mais fazem do que represar temporariamente as águas de um rio irrepresável!
Guimarães sempre estará certo…. “Aquilo-que-é” justo, digno, verdadeiro, democrático, cujo auge nosso país experimentou no governo dele, Lula, aquilo que é tem muita força.
E não poderá ser contido.
Wilton Cardoso Moreira
2 de agosto de 2016 9:31 amTomasz Konicz: a crise da UE e do capitalismo global
Ô Seu Nassif, publica aí algumas análises marxistas da crise. Os caras sabem o que falam! E as pessoas têm o direito de saber destes pensamentos “heterodoxos”.
Muito bom texto de Tomasz Konicz sobre o Brexit, a crise da UE e do capitalismo global:
http://www.obeco-online.org/tomasz_konicz6.htm
nilo filho
2 de agosto de 2016 10:18 amDo
Do Pravda:
http://port.pravda.ru/news/sociedade/02-08-2016/41470-era_glacial-0/
Sol sem manchas pode significar início de mini era glacial
Nos últimos sete dias as manchas solares simplesmente desapareceram.
As manchas solares são áreas de intensa atividade solar por onde são irradiadas imensas tempestades magnéticas de altíssima energia. O poder destas irradiações afeta diretamente a Terra e o seu clima.
Há séculos sabemos que a cada 11 anos alternam-se períodos de grande intensidade de solar, onde as manchas estão bem desenvolvidas, com períodos de baixa atividade.
O fenômeno que estamos observando hoje parece se assemelhar com o que ocorreu entre 1.645 e 1.700, quando as manchas solares, que em média são de 40 a 50.000 foram reduzidas para apenas 50.
Foi um período de intenso frio na Terra, uma mini era glacial que deixou os rios europeus como o Tâmisa (pintura de 1677) completamente gelado, causando grandes perdas econômicas, a destruição da produção agrícola e a fome.
O desaparecimento das manchas solares por uma semana parece indicar , aos astrônomos, que estamos próximos de um novo Solar Minimum, quando ocorrem longos períodos de resfriamento: as eras glaciais e as mini eras glaciais.
O fenômeno vem sendo observado nos últimos anos e muitos cientistas começam, agora, a acreditar em um período de resfriamento global.
O assunto é apaixonante e está dividindo os cientistas.
Muitos apostaram todas as fichas no aquecimento global e não conseguem aceitar um mundo sem ele…
Deixaram de ser cientistas para serem lacaios de ideias preconcebidas.
Já a ausência das manchas solares de hoje parece estar apontando, inequivocamente, para um período de baixíssima intensidade magnética no Sol. Este processo deve continuar nos próximos anos até mudar drasticamente o clima terrestre, como o que ocorreu em 1.700.
Alguns astrônomos já marcaram a data do início da mini era glacial para 2019-2020.
Entre hoje e 2019 as manchas solares e as tempestades magnéticas ficarão mais raras: será mais um Solar Minimum quando a Terra receberá menos energia solar.
Veremos menos interferências nas telecomunicações, ausência de auroras boreais, menos problemas em satélites e, obviamente, frio, muito frio.
O período de congelamento vai durar um mínimo de 3 ciclos solares (30 anos).
Tudo leva a crer que a Terra, com essa mini era glacial, terá uma nova chance e que as piores previsões sobre o aquecimento global não passarão de um sonho ruim.
The Cosmos News
O Portal do Geólogo – 30/6/2016 – Pedro Jacobi (Com The Cosmos News)