Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Webster Franklin
3 de agosto de 2016 4:41 amRecorde no petróleo, recorde no pré-sal. Tenha ideia do que estã
Tijolaço
Recorde no petróleo, recorde no pré-sal. Tenha ideia do que estão entregando
Por Fernando Brito · 02/08/2016
A Agência Nacional do Petróleo divulgou o relatório de produção de petróleo e gás no Brasil.
Foi a maior produção da história: 3,21 milhões de barris diários de óleo equivalente por dia (petróleo + gás), uma alta de 3% sobre a produção maio e de 7,1% sobre junho do ano passado.
Quase a totalidade vinda da produção do pré-sal, que atingiu 1,24 milhão de barris diários.
Aumento de 8,2% em relação a maio e recorde: 1 milhão de barris de petróleo e mais o equivalente a 240 mil barris em gás, a cada dia.
38% de tudo o que o Brasil produz, numa área que não completou ainda 9 anos do início da exploração, o que é nada.
Para comparar: o Brasil demorou 58 anos (de 1939, com o poço de Lobato, na Bahia, até 1.997) para produzir um milhão de barris de petróleo por dia. E quando chegou lá, só 16 países no mundo estavam no “Clube do Milhão de Barris”.
É isso o que estamos entregando e é ainda mais o que vamos entregar.
Depois da venda da jazida de Carcará, preparam-se para vencer Júpiter, ao lado do maior campo do pré-sal, o de Lula, que responde por 662 mil barris por dia, mais de 20% de toda a produção nacional.
Este é o tamanho do crime que estão cometendo contra o Brasil.
http://www.tijolaco.com.br/blog/recorde-no-petroleo-recorde-no-pre-sal-tenha-ideia-do-que-estao-entregando/
Almeida
3 de agosto de 2016 4:44 amLinguistas fazem reunião emergencial para tentar entender frase
Linguistas fazem reunião emergencial para tentar entender frase ‘corruptos, mas íntegros’ em cartaz
Um cartaz fotografado por um morador de Brasília, no último sábado, causou polêmica nas redes sociais. A mensagem do cartaz tinha como objetivo convocar pessoas para uma manifestação a favor do impeachment que ocorreu no domingo, e fazia uma defesa a Temer e Cunha com a frase “corruptos, mas íntegros”.
Após verem o cartaz, vários linguistas brasileiros marcaram uma reunião de emergência para tentar decifrar o sentido da contraditória frase. “É realmente muito complicado tentar entender como alguém pode ser corrupto e íntegro ao mesmo tempo. Inclusive, um dos sinônimos de íntegro é justamente honesto”, disse Ademar Guimarães, responsável pela convocação da reunião emergencial.
Quem também viu o cartaz foi o presidente interino Michel Temer, que gostou tanto da frase quanto havia gostado da “não pense em crise, trabalhe” que também viu na rua. Temer disse que pretende colocar a frase “corrupto, mas íntegro”, com uma foto sua, em outdoors por todo o Brasil.
Bruno Machado
http://www.sensacionalista.com.br/2016/08/01/linguistas-fazem-reuniao-emergencial-para-tentar-entender-frase-corruptos-mas-integros-em-cartaz/
Webster Franklin
3 de agosto de 2016 4:49 amAnastasia, pior que Passarinho: nem escrúpulos de consciência te
Tijolaço
Anastasia, pior que Passarinho: nem escrúpulos de consciência tem, para mandar às favas
Por Fernando Brito · 02/08/2016
Em dezembro de 1968, ao participar da reunião que em que Costa e Silva decidiu pela implantação do AI-5 e, com ele, a suspensão dos míseros direitos individuais que restavam após o golpe de 1964, o coronel Jarbas Passarinho, pronunciou seu famoso “Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência” e acompanhou a violência que se praticava ali.
Antonio Anastasia, ao ler seu relatório pela cassação de Dilma, sequer a sinceridade do desabafo de Passarinho tem.
Se não manda às favas seus escrúpulos de consciência ao condenar uma governante eleita e uma mulher honesta, por crimes que, simplesmente, não existiram – e peritos e MP o afirmam -, mas apenas porque isso é parte do golpe político, mostra que, se escrúpulos não tem para lançar fora, queira o destino tenha uma consciência na qual lhe ardam a culpa e o remorso de sua vilania.
Senador, o tempo, que anistia os pecadilhos de qualquer existência humana, é impiedoso com o grande pecado dos liberticidas e dos golpistas.
Se os filhos, criados na fartura que a vida política democrática lhe deu, não se envergonharem de seu pai, os netos, um dia, inocentes, terão vergonha de dizer que o avô era um golpista. O nome pode ficar algum tempo batizando avenidas e praças, mas acabará sendo tirado de lá, como acabaram sendo os que não tiveram escrúpulosou os lançaram fora.
Não escrevo com ódio, mas constrangimentoem ver um homem prestar-se a isso.
Nada o obrigava ao papel de algoz, nada lhe exigia tomar o machado nas mãos.
Nada, exceto o seu sabujismo a Aécio Neves, ao playboy tardio que lhe deu, por procuração, o Governo de Minas, mesmo antes de que o senhor fosse eleito, porque administrar e trabalhar eram a ele tarefas enfadonhas.
Até agora, o senhor tinha o direito àquilo que todos nós temos: que o tempo que nos leva, levasse também nossos nomes ao descanso e ao esquecimento.
Mas o de Antonio Anastasia, agora, estará gravado no mármore da infâmia, com o título que nem Jarbas Passarinho mereceu: o que não mandou às favas seus escrúpulos porque sequer os tinha.
http://www.tijolaco.com.br/blog/anastasia-pior-que-jarbas-passarinho-as-favas-os-escrupulos-de-consciencia/
Webster Franklin
3 de agosto de 2016 4:54 amTemer e Gilmar atropelam Renan e Levandowski: queremos pressa!
Tijolaço
Temer e Gilmar atropelam Renan e Levandowski: queremos pressa!
Por Fernando Brito · 02/08/2016
Com a cara de pau que os usurpadores têm, Michel Temer e Gilmar Mendes entregaram-se ontem a um guloso churrasco, na casa do ministro.
No prato, a cabeça da presidenta afastada Dilma Rousseff, acompanhada de picadinho da autoridade institucional dos presidentes do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski e do Senado, Renan Calheiros, a quem cabe a função constitucional de conduzir o processo de impeachment.
No regabofe, trataram abertamente das pressões que pretendem fazer para antecipar o calendário definido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, que marcaram para o dia 29 de agosto o início da sessão final de julgamento final da presidenta eleita pelo voto.
Tudo está descrito no Valor, para quem quiser ler. Só não, claro, o que está implícito: Temer e Gilmar querem mostrar “quem é que manda” aos dois presidentes de Poder que querem enquadrar.
Veremos se eles vão se ofender ou já nem isso mais é possível, tamanho o desarranjo da ordem republicana que vivemos.
http://www.tijolaco.com.br/blog/temer-e-gilmar-atropelam-renan-e-levandowski-queremos-pressa/
Webster Franklin
3 de agosto de 2016 4:59 amGolpe: do Brasil ao Mercosul
Brasil 247
Golpe: do Brasil ao Mercosul
2 de Agosto de 2016
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A capacidade de falsear a realidade deveria ter limites éticos e intelectuais. Infelizmente, para os golpistas não há barreiras ou obstáculos, no que refere às falácias destinadas a ocultar a verdade. Isso fica evidente no recente episódio da presidência da Venezuela no Mercosul.
A verdade é que o artigo 12 do Tratado de Assunção, instrumento fundacional do Mercosul, estabelece que a Presidência do Conselho (órgão decisório máximo do bloco) se exercerá por rotação dos Estados Partes e em ordem alfabética, por períodos de seis meses. Por sua vez, o Protocolo de Ouro Preto, que definiu, em 1994, a estrutura institucional do Mercosul, estipula, em seu artigo 5, que a Presidência do Conselho do Mercado Comum será exercida por rotação dos Estados Partes, em ordem alfabética, pelo período de seis meses.
Portanto, esses dois instrumentos jurídicos do Mercosul, os principais do bloco, estabeleceram, de modo cristalino e inequívoco, uma regra autoaplicável e automática de rotação das presidências do Conselho do Mercado Comum. Todo o mundo sabe o que são seis meses e todo o mundo sabe o que é ordem alfabética. Não pode haver interpretações divergentes sobre o que isso significa. Depois da Argentina vem o Brasil, depois do Brasil vem o Paraguai, depois do Paraguai vem o Uruguai, depois do Uruguai vem a Venezuela. Assim determinam o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e o alfabeto.
Agora, no entanto, o Chanceler do Golpe do Brasil afirma, em nota oficial, que “o Governo brasileiro entende que se encontra vaga a Presidência Pro Tempore do Mercosul, uma vez que não houve decisão consensual a respeito de seu exercício no período semestral subsequente”. Assim, o chamado Barão da Mooca, insigne sucessor do Barão do Rio Branco, insinua que seria necessária uma decisão consensual do bloco para passar a presidência do Uruguai para a Venezuela.
Pois bem, isso é inteiramente falso. A norma de transmissão da presidência do Mercosul é automática e prescinde de decisão consensual prévia. Sempre foi assim. Não há uma única decisão do Conselho do Mercado Comum para validar tais transmissões automáticas específicas. Nenhuma. Nada, absolutamente nada.
O representante do governo golpista do Brasil alega também, como desculpa para sua decisão, que a Venezuela não cumprirá “disposições essenciais” à sua adesão ao bloco econômico; e que “torna-se evidente que se está diante de um cenário de descumprimento unilateral de disposições essenciais para a execução do Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, que deverá ser avaliado detidamente à luz do direito internacional”.
Essa desculpa esfarrapada só convence quem tem uma profunda ignorância sobre o processo de integração. Na realidade, nenhum Estado Parte do Mercosul cumpre integralmente com as normas acordadas do bloco. Nenhum. Inclusive o Brasil. Por isso, muitos protocolos e acordos importantes até hoje não conseguiram entrar em vigor. Por exemplo, o Brasil até hoje não ratificou o PROTOCOLO DE COLONIA PARA A PROMOÇÃO E PROTEÇÃO RECÍPROCA DE INVESTIMENTOS NO MERCOSUL. Tampouco ratificou o PROTOCOLO SOBRE PROMOÇÃO DE INVESTIMENTOS PROVENIENTES DE ESTADOS NÃO PARTES DO MERCOSUL e o ACORDO DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA DO MERCOSUL, só para citar alguns. A Argentina, por sua vez, não ratificou o ACORDO SOBRE REGULARIZACÃO MIGRATORIA INTERNA DE CIDADÃOS DO MERCOSUL e o ACORDO SOBRE TRANSLADO DE PESSOAS CONDENADAS ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL CON LA REPÚBLICA DE BOLIVIA E A REPÚBLICA DE CHILE, entre outros. O Paraguai, por seu turno, não ratificou o PROTOCOLO MODIFICATÓRIO DO PROTOCOLO DE OLIVOS PARA A SOLUCÃO DE CONTROVERSIAS NO MERCOSUL e tampouco o ACORDO DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA DO MERCOSUL, só para citar alguns poucos.
Mas além de não terem ratificado vários protocolos e acordos negociados no âmbito do bloco, os Estados Partes também não cumprem, muitas vezes, as regras já em vigor. Basta olhar, a esse respeito, as inúmeras reclamações, principalmente na área comercial, que os membros do bloco fazem contra outros membros, tanto no âmbito do Mercosul, quanto até mesmo no quadro da OMC.
No que tange à questão democrática, sempre invocada contra o governo eleito da Venezuela, mas nunca não contra o governo golpista do Brasil, é preciso considerar que o instrumento mais avançado de sua defesa, no âmbito do Mercosul, é o Protocolo de Montevidéu para a Defesa da Democracia, mais conhecido como Ushuaia II, o qual dita regras mais rigorosas que o Protocolo de Ushuaia, com o intuito de proteger as instituições democráticas do bloco. Com efeito, esse instrumento vai além do Protocolo de Ushuaia e prevê que a cláusula democrática do Mercosul poderá ser acionada não apenas em face da ruptura da ordem democrática, mas também no caso de ameaça de ruptura da ordem democrática, de uma violação da ordem constitucional ou de qualquer situação que ponha em risco o legítimo exercício do poder e a vigência dos valores e princípios democráticos.
Acontece, porém, que esse Ushuaia II não entrou em vigor. E não entrou em vigor porque apenas um Estado Parte o ratificou. Qual? A Venezuela, que o fez em 07/05/2013. Irônico, não? Além da Venezuela, apenas o Equador o ratificou também, em 2014, já que tal protocolo foi aberto às assinaturas desse país, Colômbia, Peru e Bolívia, que não são Estados Partes do Mercosul, mas são seus Membros Associados. Assim, somente países “bolivarianos” já ratificaram o instrumento mais rigoroso e amplo para a defesa da democracia do bloco. O Paraguai que, junto com o Brasil, está à frente dessa ofensiva contra a Venezuela, rejeitou o Protocolo de Montevidéu, por vingança política contra a sua exclusão do bloco, no episódio do golpe contra o presidente Lugo.
Porém, mesmo que assistisse razão aos que alegam que a Venezuela é uma “ditadura” e que precisa ser excluída do Mercosul, seria necessário que esse país fosse de fato excluído do bloco para depois se negar a passagem da presidência pro tempore do bloco para seu governo. Por que não fazem? Porque, pelo Tratado de Assunção e pelo Protocolo de Ouro Preto, é necessário consenso dos demais Estados Partes para assim proceder. E o Uruguai não concorda, apesar das pressões dos representantes do governo golpista, Serra e FHC, que foram até Montevidéu e ouviram um sonoro não de gente que tem efetivo compromisso com a democracia.
Por conseguinte, as alegações do governo golpista para impedir a passagem da presidência pro tempore do Mercosul para a Venezuela não passam de cortina de fumaça pseudojurídica para encobrir motivos puramente políticos.
Dessa maneira, o modus operandi do golpe brasileiro se repete, no âmbito do Mercosul. Lá, como cá, são retiradas, do colete furado de rábulas, desculpas jurídicas risíveis para justificar golpes políticos.
Nesse ponto, há de se tirar o chapéu para o insigne Barão da Mooca: ele está muito bem no papel de Chanceler do Golpe. Faz uma força danada para internacionalizá-lo.
http://www.brasil247.com/pt/colunistas/marcelozero/247281/Golpe-do-Brasil-ao-Mercosul.htm
Webster Franklin
3 de agosto de 2016 5:39 amPara acelerar o golpe, Renan se rebaixa e inventa que Dilma lhe
Do DCM
Para acelerar o golpe, Renan se rebaixa e inventa que Dilma lhe disse que “não aguenta mais”. Por Kiko Nogueira
Postado em 02 Aug 2016 por : Kiko Nogueira
Ele
O show de horrores do golpe ganhou um novo capítulo perpetrado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros.
Renan cedeu às pressões de Temer e anunciou que vai querer antecipar a votação do impeachment para 25 ou 26 de agosto. Lewandowski havia falado em 29.
Michel Temer não quer viajar para a China, onde ocorrerá o G20, com seu status atual. A reunião está marcado para o começo de setembro.
Os dois almoçaram, acompanhados de Romero “Barrado nos EUA” Jucá e Eunício Oliveira. O próprio Jucá admitiu que o calendário foi discutido e que faria “mal ao país” Temer ir ao encontro mundial como interino.
Ficamos combinados que o que faz mal à imagem do Brasil no exterior é essa corja, mas o que o escorregadio Renan fez, ao anunciar a antecipação no Senado, foi descer mais alguns degraus na escala da ignomínia.
Diante do protesto de Lindbergh Farias no plenário, ele respondeu: “Há uma impaciência da sociedade com essa demora, inclusive a própria presidente Dilma. Ela me falou que não aguenta mais, que gostaria que esse processo se encerrasse logo”.
Não é apenas mentira.
A última vez em que Renan e Dilma conversaram um pouco mais longamente foi no dia 29 de junho. O DCM estava, naquele dia, preparando a gravação da entrevista com ela para nosso programa na TVT. Segundo uma fonte do palácio, foi uma conversa do nada para lugar nenhum. Ele permaneceu ali em torno de uma hora.
O atropelo casuísta do regimento e dos prazos do processo já é suficientemente ruim. Mas o fato de Renan respaldar seu argumento numa suposta frase de Dilma é inacreditável — ainda que ela lhe houvesse dito qualquer coisa nesse sentido.
É certo que Dilma deve estar, como todos os brasileiros, farta da palhaçada. Achar que ela lhe fez esse pedido, como a vítima ao carrasco, depende de uma dose absurda de imaginação e maldade. A versão indigente da tirada de Lady Jane Grey ao homem que lhe ia cortar a cabeça: “Despache-me rapidamente”.
O cafajeste passa por magnânimo. Uma carteirada desse nível demonstra o grau de canalhice e desespero a que chegaram Renan Calheiros, a casa que ele comanda e a corriola de que faz parte.
Se é assim, por que não convocar logo o general Etchegoyen e resolver a parada na marra? Para que um relatório de 400 páginas de Anastasia, resumido numa frase de efeito idiota, reproduzida à exaustão? (A saber: “Dilma cometeu ‘atentado à Constituição’”).
Às favas os escrúpulos.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/para-acelerar-o-golpe-renan-se-rebaixa-e-inventa-que-dilma-lhe-disse-que-nao-aguenta-mais-por-kiko-nogueira/
Almeida
3 de agosto de 2016 7:33 amCimi recebe status consultivo pela ONU
Cimi recebe status consultivo pela ONU
Decisão permite ao Conselho assessorar a ONU, suas comissões e países sobre conflitos indígenas no Brasil
RedaçãoBrasil de Fato, 02 de Agosto de 2016 às 18:56
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O Cimi é a 22ª organização brasileira a possuir status consultivo especial. / Cimi
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) obteve o status consultivo especial no Conselho Econômico e Social (ECOSOC) da Organizações das Nações Unidas (ONU). Com essa decisão, o Conselho recebe o direito de assessorar a ONU, as comissões e outros países sobre conflitos indígenas no Brasil.
O status também permite à organização levar declarações e moções às comissões das Nações Unidas e de órgãos subsidiários que cuidam de questões como direitos humanos, saúde, direitos da infância e outras áreas.
Para Dom Roque, presidente do Cimi, a participação do Conselho em organizações multilaterais e internacionais é uma ferramenta importante para que se possa denunciar o genocídio que os povos originários sofrem no país.
“Não nos omitiremos em denunciar a incapacidade do Estado brasileiro em cumprir suas próprias leis, sua conivência com setores do agronegócio que assassinam e promovem o deslocamento forçado de populações indígenas através de milícias armadas e crimes atrozes”, disse em reportagem publicada no Portal do Cimi.
Questão indígena na ONU
A ONU tem o Fórum Permanente Sobre Questões Indígenas (UNPFII) que reúne povos originários de todo o mundo e desenvolvem debates sobre os aspectos econômicos, social, cultural, meio ambiente, educação, saúde e direitos humanos.
Na edição deste ano, realizada sob o tema “Povos Indígenas: Conflitos, Paz e Resolução”, o Guarani Kaiowá, Elizeu Lopes, denunciou o genocídio promovido contra os povos indígenas pelo Estado, latifundiários e agronegócio.
O UNPFII de 2016 compilou informações de conflitos envolvendo povos indígenas, incluindo questões sobre o Brasil. O documento final pode ser acessado aqui.
Edição: José Eduardo Bernardes
https://www.brasildefato.com.br/2016/08/02/cimi-recebe-status-consultivo-pela-onu/
Babi.
3 de agosto de 2016 1:24 pmMas é curioso, não? Assassios
Mas é curioso, não? Assassios confessos são soltos e podem responder em liberdade, mas André Vargas e Luiz Argôlo são mantidos em prisão preventiva com justificativas que, segundo o proprio Zavascki, não tem o menor sentido…
Teori critica argumento de Moro para prisão preventiva
“Gostaria de fazer uma pausa aqui para dizer que estou reproduzindo os argumentos do juiz de primeiro grau. Não significa que concordo com todos eles. Porque há vários fundamentos aqui, como por exemplo decretar prisão para não obter mandato parlamentar. Obviamente não tem o menor sentido. Ou para impedir que atue na vida pública”, disse Teori Zavascki, na sessão de julgamento relacionada a André Vargas e Luiz Argôlo, ambos ex-deputados
3 de Agosto de 2016 às 07:13 // Receba o 247 no Telegram
Paraná 247 – O ministro Teori Zavascki, do Supremo Trtibunal Federal, criticou ontem argumentos usados pelo juiz Sergio Moro para manter presos ex-deputados, como André Vargas e Luiz Argôlo.
“Gostaria de fazer uma pausa aqui para dizer que estou reproduzindo os argumentos do juiz de primeiro grau. Não significa que concordo com todos eles. Porque há vários fundamentos aqui, como por exemplo decretar prisão para não obter mandato parlamentar. Obviamente não tem o menor sentido. Ou para impedir que atue na vida pública, enfim”, disse ele.
No entanto, apesar da crítica, por unanimidade, a Segunda Turma rejeitou os habeas corpus apresentados pela defesa de Vargas e Argôlo, presos desde abril do ano passado. Apesar de já condenados, as prisões dos dois ex-deputados ainda são preventivas, uma vez que há decisão apenas em primeira instância.
Babi.
3 de agosto de 2016 1:40 pmEduardo Cunha e CPI da
Eduardo Cunha e CPI da Merenda: a desfaçatez da direita brasileira não tem limites graças à mídia
03 de agosto de 2016Pedro Lorenzi Breier
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Eduardo Cunha. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
por Pedro Breier, correspondente policial do Cafezinho
Aliados de Eduardo Cunha adotarão a estratégia de esvaziar a sessão que votará a cassação do peemedebista, segundo nota no Painel da Folha.
O cálculo dos aliados de Cunha é de que 200 deputados não aparecerão no plenário para a votação. O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tem dito que não colocará o caso em pauta com menos de 400 deputados presentes.
Vejam este trecho da nota:
O Planalto atua para empurrar a votação final para depois do julgamento de Dilma. “Eduardo não pode ir primeiro”, diz um líder do centrão, que ajuda o governo nos bastidores.
A capacidade da mídia cartelizada de controlar a narrativa ainda é impressionante.
As notícias sobre o governo Temer ajudando Cunha na tentativa de escapar da cassação viraram rotina e foram naturalizadas nos sites e jornais.
Não há repercussão, capas, editoriais, críticas contundentes, nada.
Mas isso só é possível nesse momento histórico, onde há um oligopólio inconstitucional nas comunicações.
Infelizmente somente daqui há alguns anos as coisas serão ditas como são de fato: o grupo político que derrubou um governo eleito pelo voto direto da população é especialista em corrupção e maracutaias. O sentimento anticorrupção da população foi manipulado para que os grandes corruptos brasileiros chegassem ao poder sem ter votos para isso.
Outra notícia de hoje é mais um tapa na cara de quem acreditou no blá blá blá contra a corrupção da direita brasileira.
O relator da CPI da Merenda na Assembleia Legislativa de São Paulo, Estevam Galvão, do DEM, excluiu os deputados suspeitos de envolvimento no esquema de desvio de dinheiro da alimentação escolar da lista de depoentes da comissão.
Dentre os excluídos estão o presidente da Assembleia, Fernando Capez (PSDB), e deputados do SD, PPS, PMDB, PSDB e PTB.
Todos esses partidos são fiadores do golpe e seus integrantes enchem a boca para falar da “roubalheira do PT”.
Repetindo porque é absurdo demais: os deputados citados nas investigações não serão ouvidos na CPI.
Lembremos ainda que a CPI da Merenda somente foi instalada após a ocupação da Assembleia pelos estudantes secundaristas.
É uma situação dantesca e emblemática dos nossos tempos.
Os deputados, em tese representantes do povo, se recusaram a investigar o roubo de dinheiro da merenda das crianças e jovens (!). Os estudantes, em um ato político inspirador, ocuparam a Assembleia Legislativa exigindo a criação da CPI. A base governista, que tem maioria, criou a CPI apenas para evitar mais desgaste político e agora promove uma farsa descarada, um deboche, ao nem mesmo ouvir os parlamentares envolvidos nas investigações.
Toda essa desfaçatez da direita brasileira em proteger seus corruptos de estimação enquanto aponta o dedo para o adversário só é possível graças à manipulação da informação pela mídia conservadora.
A democratização da mídia é a medida mais urgente para que possamos um dia acabar com o festival diário de cinismo e hipocrisia dos defensores da moral e dos bons costumes.
http://www.ocafezinho.com/2016/08/03/eduardo-cunha-e-cpi-da-merenda-a-desfacatez-da-direita-brasileira-nao-tem-limites-gracas-a-midia/
Babi.
3 de agosto de 2016 1:49 pmTerça-feira, 2 de agosto de
Terça-feira, 2 de agosto de 2016
Por que um jantar entre Gilmar e Temer para discutir estratégia do impeachment não causa estranheza?
2061Facebook0Twitter1Google Plus–Linkedin0Envie para um amigo
Como um jantar promovido por ruralistas para o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e Ministro da Suprema Corte, Gilmar Mendes, e o Presidente Interino Michel Temer a fim de discutir estratégias para assegurar o impeachment não choque o noticiário nacional?
O encontro aconteceu ontem, na casa do ministro interino ruralista Blairo Maggi, que foi governador do Estado do Mato Grosso, terra natal de Gilmar. Ao jornal O Globo, insuspeito para servir de assessoria do governo interino, senadores da base aliada disseram que uma das estratégias seria antecipar a votação do impeachment, artifício oportuno, uma vez que Temer perde popularidade a cada dia que passa.
E assim, às claras, sem qualquer receio de constrangimento, um Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, figura fundamental para o processo político articula uma manobra para beneficiar um político e prejudicar outra. Gilmar ocupa cargo fundamental para a política do executivo nacional, pois, dentre outras participações, julgará a chapa Dilma/Temer por uso de verba de campanha. Enfim, como pode um sujeito dessa função fazer o que ele faz?
Gilmar pode. Como disse Gustavo Gindre – não o conheço, mas pela sua postagem tem um senso de justiça maior do que a grande maioria dos juristas -, ele pode muito. Se você tiver dificuldade em saber as razões, sente-se e assista o programa Coisas que Você Precisa Saber. Junto a Igor Leone, tive a chance de escrever uma mini biografia sobre essa figura. Deixei muita coisa de fora, infelizmente, pois a modernidade não costuma consumir conteúdos que ultrapassem um determinado tempo. Mas a minibiografia dele está aqui:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=03Lbuc_9oyI%5D
Por que a mídia não aborda em extensos editoriais o jantar de ontem? Será que a pauta não é relevante?
A questão sempre pode ser respondida com o inverso: imagine Ricardo Lewandowski, Presidente do Supremo que será o responsável por conduzir o julgamento do impeachment, jantando com Dilma, Lula e a base do PT para discutir estratégias que assegurem a volta da Presidenta? Aí sim, a pauta ganharia relevância, entende?
O pior é que não é a primeira vez que Gilmar arregaça as mangas para trabalhar como político – entenda, não há problema algum em ter sua militância partidária, desde que você não seja um ministro do Supremo, óbvio. Gilmar poderia fazer exatamente o que faz de forma legítima, apenas deveria estar na tribuna de uma das casas do legislativo, simples.
Como que a outra parte vai estar em pé de igualdade quando o juiz se vale de táticas não jurídicas ou processuais, mas apenas políticas, em um jantar que não houve convite para todos. Apenas um teve o privilégio de cochichar no ouvido de Sua Excelência.
A existência de um ministro como Gilmar é um deboche a qualquer país que se pense como uma democracia séria, no qual, como dizem os cínicos, as instituições funcionem.
Brenno Tardelli é diretor de redação do Justificando.
http://justificando.com/2016/08/02/por-que-um-jantar-entre-gilmar-e-temer-para-discutir-estrategia-do-impeachment-nao-causa-estranheza/