
Jornal GGN – O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que a demissão dos 73 funcionários do gabinete ocorreu com o objetivo de “desaparelhar” o governo de Dilma Rousseff. Ainda, atacou as gestões anteriores do PT, acusando a criação de cargos na estrutura do Estado desnecessários, em sua visão, “só para poder acomodar a militância”.
As demissões foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quinta (28). Foram, ao todo, 73 cargos comissionados exonerados, entre assessores-técnicos e coordenadores do Ministério da Saúde.
Barros anunciou, ainda, que o afastamento atingirá mais 315 cargos nos próximos dias, por determinação do governo interino de Michel Temer. Mas cadeiras serão substituídas por outros contratados, segundo Barros, por funcionários de carreira.
“Ministério da Saúde cortou muito além dos 190 cargos que foram solicitados. Cortamos além da meta porque há sim um aparelhamento do Estado que precisa ser desfeito”, disse, nesta quinta.
martos
28 de julho de 2016 7:03 pmAgora vão aparelhar com os
Agora vão aparelhar com os cupinchas do ministro.
Mauro MB
28 de julho de 2016 7:04 pmO “aparelhamento”
agora, será feito com os da turma dele.
André élebê
28 de julho de 2016 7:09 pmSou só eu???
Sempre que
Sou só eu???
Sempre que vejo foto desse cara, ponho logo a mão no bolso para ver se a carteira está lá. É instintivo.
Ramalho12
28 de julho de 2016 10:39 pmDemissão inconstitucional, pois por razão política
O motivo confessado pelo ministro interino da saúde para a demissão dos funcionários é político: aparelhamento significa concordância dos funcionários demitidos com a linha política do governo petista. Em sendo assim, as pessoas estão sendo demitidas pelo governo interino por causa de suas inclinações políticas, e isto dito por ministro interino. Não será surpresa se adiante funcionários forem demitidos por opções religiosas, por exemplo, por serem homossexuais, por torcerem por time de futebol do qual o ministro interino não goste etc. A decisão do ministro interino não respeita mandamentos constitucionais e, tampouco, a decência que se espera do governo interino.
Schell
28 de julho de 2016 11:31 pmEntre todos, quantos foram
Entre todos, quantos foram exonerados por não concordarem em entregar o ministério aos hospitais privados e aos laboratórios médico-remediados? O que esse barros (o nome procede) quer é botar a bufunfa pra funcionar: dane-se todo e qualquer atendido. Outro angorá.
CB
28 de julho de 2016 11:47 pmQue isso sirva de lição para
Que isso sirva de lição para qualquer partido de esquerda. Uma vez assumido o poder, deve-se promover uma caça às bruxas para livrar o estado de infiltrados.
mello
29 de julho de 2016 1:28 pmO próximo passo desse crápula
O próximo passo desse crápula é demitir os doentes dos hospitais e clínicas públicas. E ninguém o bota na cadeia !!
Jésus Clay
3 de agosto de 2016 3:55 amContanto que sejam aqueles
Contanto que sejam aqueles sanguessugas que não prestam pra nada, pode demitir à vontade. Feito a máfia instalado em outros órgãos públicos como o Detran(detran-ipva.com) e que foi pega em muitos estados.