4 de junho de 2026

Vanzolini e a terceira parte do Cuitelinho

“Cuitelinho” tornou-se um clássico da música caipira paulista. De autor desconhecido, foi trazida até Paulo Vanzolini, que a divulgou. O que poucos sabem é que existe uma terceira parte, de autoria do próprio Vanzolini.

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Na quinta, no Bar do Alemão, conseguimos que Vanzolini a cantasse. Ai vai a imagem. Alguma alma de Deus transcreva a letra, que está na hora do almoço.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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4 Comentários
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  1. Suzana Boni de Meirelles

    24 de fevereiro de 2014 7:18 pm

    Vou pegar o teu retrato,vou

    Vou pegar o teu retrato,vou botar numa medalha]

    Num vestinho branco e um laço decambraia

    Vou pendurar no seu seio

    Onde o coração trabaia,ai ai,ai

  2. eduardo berger

    22 de dezembro de 2014 9:22 am

    Não é 3a estrofe,…
    é a

    Não é 3a estrofe,…

    é a quarta

  3. Paulo Nigro

    3 de outubro de 2016 4:36 pm

    Cuitelinho

    Então…
    Conta Paulo Vanzolini, numa edição do programa Mosaico, da TV Cultura, que cuitelinho, foi aprendida pelo seu amigo Antonio Carlos Xandó numa pescaria no Rio Paraná, e que a ouviu de um velho pescador conhecido como Nhô Gustão, e que a principio a canção do folclore popular tinha apenas os dois primeiros versos, e então, o próprio Vanzolini acrescentou de sua autoria o terceiro e último verso.

    A Mônica Salmasso disse no programa Bem Brasil ( https://www.youtube.com/watch?v=-XQHrGiYCFc&nbsp😉 que tinha outros 2 versos (IV e o V), e eu achei esse último de autoria de José Ailton Baptista da Silva Vitoria ES (Verso V) que fecha o enrêdo da música de forma bem legal.

    Como a Mônica disse, é uma “música viva”!!
     

    Cheguei na beira do porto onde as onda se espaiaAs garça dá meia volta e senta na beira da praiaE o cuitelinho não gostaQue o botão de rosa caia,ai,ai Ai quando eu vimda minha terra despedi da parentália Eu entrei no Mato Grosso dei em terras paraguaiasLá tinha revoluçãoEnfrentei fortes batáia,ai, ai A tua saudade corta como aço de naváiaO coração fica aflito bate uma, a outra faiaE os óio se enche d´águaQue até a vista se atrapáia ia ia,  Vou pegar o seu retrato e vou botar numa medaiaCom o ves_tidinho branco e o laço de cambraiaVou pendurar no no meu peito, Que é onde o coração trabaia ia ia; Vou voltar pra minha terra e rever a parentaiaAbraçar os meus amigos antes que a vida se esvaiaVer de novo a garça branca Sentadinha lá na praia ia ia 

    http://www.paulonigro.com

     

    1. JOSE AILTON BAPTISTA DA SILVA

      31 de janeiro de 2025 6:50 pm

      Muitos elogios José Ailton

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