
Jornal GGN – Três horas com Henrique Meirelles, ministro interino da Fazenda, e os 24 estados e o Distrito Federal conseguiram refinanciar suas dívidas. Os estados e o DF conseguiram carência de seis meses nas parcelas até dezembro e, a partir de janeiro, as prestações terão descontos, que serão progressivamente reduzidos até julho de 2018.
Desta forma, os estados conseguiram 100% de desconto nas parcelas de julho a dezembro e, a partir daí, o desconto cai para dez pontos percentuais a cada dez meses, até ser zerado em julho de 2018, quando os estados voltam a pagar o valor integral das prestações.
Os estgados que conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal para corrigir as dívid spor juros simples – somados ao estoque da dívida – aceitaram desistir das ações e voltarão a pagar as parcelas corrigidas por juros compostos – multiplicado ao estoque da dívida. Assim, o que os estados deixaram de pagar à União nesses três meses que vigoraram as liminares, será quitado em 24 vezes a partir do próximo mês.
O acordo foi celebrado em reunião entre o ministro interino Meirelles, 18 governadores, quatro vice-governadores e três secretários de Fazenda. Depois da reunião com o interino da Fazendo, os representantes dos estados foram ao Palácio do Planalto para uma reunião com o presidente interino e provisório, Michel Temer, e com o presidente do Senado, Renan Calheiros.
(com informações da Agência Brasil)
Schell
21 de junho de 2016 1:11 amUé, e o deficit público?
Ué, e o deficit público? Foi-se pras cucuias? Então o deficit dos tais 570 bilhões e nada é a mesma coisa? Afinal, creio que o Tesouro Nacional (ou o Banco Central) sempre contaram com essas entradas para realizar o orçamento federal, não? Agora, não precisa mais? O TCU deve ter ficado sobejamente satisfeito com o assalto contra os cofres da união, não? Cara, só dá ladrão nessa josta!!!
Malú
21 de junho de 2016 1:20 amÉ o golpista comprando seu
É o golpista comprando seu mandato. E às nossas custas. Canalha, canalha, canalha!
marcos camargo
21 de junho de 2016 2:11 amO slogan desse deve governo
O slogan desse deve governo deve mudar para “Deixando para 2018”.
peregrino
21 de junho de 2016 2:57 amgolpista e seus seguidores…
e não vai parar por aí não
todo golpe é uma mesa de operações de compra e venda
todas as nossas necessidades, da sociedade em geral, seguirão sendo negociadas
saúde, educação, segurança e transporte viram mercadorias
naldo
21 de junho de 2016 10:27 amO povo está sozinho,
O povo está sozinho, abandonado, os votos da democracia não valem nada para os golpistas, e acreditem, até quem não está no golpe é golpistas tambem, a classe politica é execravel e adoraria se manter no poder sem precisar passar por eleições, a hora é de desobediencia, esse governo é ilegitimo e todas as suas ações estão contaminadas, o Brasil deixou de ser uma democracia quando retiraram um governo eleito e o usurpador implantou uma agenda totalmente contraria, não vai ser com manifestações na paulista que irão tira-los do poder, as manifestações tem que ser na porta do stf, congresso e alvorada, nos ouvidos deles.
juarez da silva campos
21 de junho de 2016 10:47 amUnião
Uai! O Brasil não tava quebrado?
Ulisses s
21 de junho de 2016 10:55 amImaginemos
Se a Dilma tivesse tomado esta medida. Quais os adjetivos ela tomaria da imprensa e dos trouxinhas?
W K
21 de junho de 2016 11:45 amVolta então uma definição antiga de PPP:
Pro próximo pagar …
André Oliveira
21 de junho de 2016 5:03 pmPelo que entendi não houve
Pelo que entendi não houve nenhum desconto na dívida, apenas uma trégua temporária. O que não for pago nesses meses com “descontos” será pago nos anos seguintes.