4 de junho de 2026

Governadores fazem acordo e estados terão carência na dívida

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Jornal GGN – Três horas com Henrique Meirelles, ministro interino da Fazenda, e os 24 estados e o Distrito Federal conseguiram refinanciar suas dívidas. Os estados e o DF conseguiram carência de seis meses nas parcelas até dezembro e, a partir de janeiro, as prestações terão descontos, que serão progressivamente reduzidos até julho de 2018.

Desta forma, os estados conseguiram 100% de desconto nas parcelas de julho a dezembro e, a partir daí, o desconto cai para dez pontos percentuais a cada dez meses, até ser zerado em julho de 2018, quando os estados voltam a pagar o valor integral das prestações.

Os estgados que conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal para corrigir as dívid spor juros simples – somados ao estoque da dívida – aceitaram desistir das ações e voltarão a pagar as parcelas corrigidas por juros compostos – multiplicado ao estoque da dívida. Assim, o que os estados deixaram de pagar à União nesses três meses que vigoraram as liminares, será quitado em 24 vezes a partir do próximo mês.

O acordo foi celebrado em reunião entre o ministro interino Meirelles, 18 governadores, quatro vice-governadores e três secretários de Fazenda. Depois da reunião com o interino da Fazendo, os representantes dos estados foram ao Palácio do Planalto para uma reunião com o presidente interino e provisório, Michel Temer, e com o presidente do Senado, Renan Calheiros.

(com informações da Agência Brasil)

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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9 Comentários
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  1. Schell

    21 de junho de 2016 1:11 am

    Ué, e o deficit público?

    Ué, e o deficit público? Foi-se pras cucuias? Então o deficit dos tais 570 bilhões e nada é a mesma coisa? Afinal, creio que o Tesouro Nacional (ou o Banco Central) sempre contaram com essas entradas para realizar o orçamento federal,  não? Agora, não precisa mais? O TCU deve ter ficado sobejamente satisfeito com o assalto contra os cofres da união, não? Cara, só dá ladrão nessa josta!!!

  2. Malú

    21 de junho de 2016 1:20 am

    É o golpista comprando seu
    É o golpista comprando seu mandato. E às nossas custas. Canalha, canalha, canalha!

  3. marcos camargo

    21 de junho de 2016 2:11 am

    O slogan desse deve governo

    O slogan desse deve governo deve mudar para “Deixando para 2018”.

  4. peregrino

    21 de junho de 2016 2:57 am

    golpista e seus seguidores…

    e não vai parar por aí não

    todo golpe é uma mesa de operações de compra e venda

    todas as nossas necessidades, da sociedade em geral, seguirão sendo negociadas

    saúde, educação, segurança e transporte viram mercadorias

  5. naldo

    21 de junho de 2016 10:27 am

    O povo está sozinho,

    O povo está sozinho, abandonado, os votos da democracia não valem nada para os golpistas, e acreditem, até quem não está no golpe é golpistas tambem, a classe politica é execravel e adoraria se manter no poder sem precisar passar por eleições, a hora é de desobediencia, esse governo é ilegitimo e todas as suas ações estão contaminadas, o Brasil deixou de ser uma democracia quando retiraram um governo eleito e o usurpador implantou uma agenda totalmente contraria, não vai ser com manifestações na paulista que irão tira-los do poder, as manifestações tem que ser na porta do stf, congresso e alvorada, nos ouvidos deles.

  6. juarez da silva campos

    21 de junho de 2016 10:47 am

    União

    Uai! O Brasil não tava quebrado?

  7. Ulisses s

    21 de junho de 2016 10:55 am

    Imaginemos

    Se a Dilma tivesse tomado esta medida. Quais os adjetivos ela tomaria da imprensa e dos trouxinhas?

  8. W K

    21 de junho de 2016 11:45 am

    Volta então uma definição antiga de PPP:

    Pro próximo pagar …

  9. André Oliveira

    21 de junho de 2016 5:03 pm

    Pelo que entendi não houve
    Pelo que entendi não houve nenhum desconto na dívida, apenas uma trégua temporária. O que não for pago nesses meses com “descontos” será pago nos anos seguintes.

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