Em uma das gravações Cláudio e Carlinhos batem boca sobre dinheiro.
Cláudio informa Carlinhos que Geovani (que cuida das contas da empresa) anotou R$ 1 milhão que foi para a campanha de Demóstenes Torres. E outro R$ 1 milhão para negócios particulares de Cachoeira.
Cachoeira discute sobre os valores. Cláudio diz que o R$ 1 mi de Demóstenes fica na conta dele. Mas cobra o R$ 1 mi de Cachoeira. Coloca em dúvida a palavra de Cachoeira. Diz que Geovani informou que ele, Cachoeira, havia conversado com Cláudio; mas que ele, Cláudio, não se lembrava da conversa. Mesmo porque Cachoeira não precisaria conversar com ele para pegar o dinheiro.
Carlinhos explode, solta um palavrão e exige um tempo de Cláudio para uma conversa pessoal. Cláudio alerta que o telefone está no viva voz e que Geovani falaria com ele, explicando as contas.
Cachoeira manda Cláudio tomar banho e lembra o fato de que irá lhe entregar “aquele negócio do Copacabana Palace”. Recebe de volta outro palavrão de Cláudio que insiste na história do R$ 1 milhão. Recebe outro palavrão.
No dia seguinte, Cláudio retoma a conversa, admite que explodiu com Cachoeira e levou uma invertida. E diz que agora está com a cabeça fria e não é para ninguém explodir.
Cachoeira faz as contas, diz que Demóstenes custou um milhão e quinhentos, mais seiscentos. No total, R$ 2,1 milhão. E ele, Cachoeira, pediu para segurar mais R$ 1 mi.
Cláudio rebate. Diz que vem segurando a parte do Demóstenes desde que ele foi eleito, sem ter pedido para a empresa. E diz que agora não tem como segurar.
Cachoeira ficou de rever a conta.
Deixe um comentário