Montagem: Jornal Metro
Jornal GGN – Sob claro receio, em gesto de auto-defesa sem sequer ter acesso aos materiais de acusação, o presidente Michel Temer divulgou nota, na noite da última sexta-feira (01) chamando Joesley Batista de “gravador geral da República”, em referência aos grampos feitos pelo dono da JBS e que acusam o peemedebista. Joesley, por sua vez, chamou Temer de “ladrão geral da República”, neste sábado.
A troca de farpas apenas mostra o medo do mandatário na iminência de uma nova denúncia contra ele chegar nos próximos dias à Câmara dos Deputados. Além do depoimento de Joesley, acusações de Lúcio Funaro devem ser incluídas e, sem sequer saber o conteúdo delas, Temer já retrucou. Do lado de lá, Joesley disse que Temer envergonha o país e pediu respeito às delações premiadas.
As notas foram caracterizadas pela jornalista Helena Chagas como “um diálogo edificante”. Leia a coluna:
Por Helena Chagas
O Planalto mostrou todo o seu nervosismo com a iminência da apresentação da segunda denúncia contra o presidente
Michel Temer na
nota divulgada na noite dessa sexta-feira. Traiu sobretudo sua ansiedade em relação à delação do doleiro Lúcio Funaro, que questionou e na qual apontou inconsistências e incoerências – no melhor estilo não li e não gostei, já que a peça está em sigilo.
Não era preciso tanto, já que o governo continua tendo os votos necessários na Câmara para enterrar a segunda denúncia, ainda que vá sair ainda mais caro do que da primeira vez. Mas o establishment político, de olho na eleição daqui a um ano, e o econômico, focando os primeiros sinais da recuperação da economia, parecem ter mais o que fazer hoje do que se dedicar a mais um processo de derrubada de presidente da República.
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Mas quem diz o que quer, ouve o que não quer. A nota exagerada do Planalto, chamando o empresário Joesley Batista de “gravador geral da República”, foi rebatida nesta madrugada por uma outra de seu acusador, mais pesada ainda – claro, ele não tem nada a perder – chamando o presidente da República de “ladrão geral da República”.
Baixaria total. Por coincidência, enquanto corria o edificante diálogo entre os supostos gravador geral e ladrão geral da República, era finalmente preso na manhã deste sábado, em São Paulo, por reincidência, Diego Ferreira de Novais, agora o ejaculador geral da República.
Serjão
4 de setembro de 2017 5:58 pmDois bandidos
Na coxia e sob a mesa os delinquentes se entendem.
O lugar dos dois é a gaiola até o fim dos seus dias.
Antonio C.
4 de setembro de 2017 7:34 pmO Vendilhão Geral da
O Vendilhão Geral da República e o Comprador Geral da Res Publica.
Só um Cunha os une.
ze sergio
4 de setembro de 2017 9:42 pmtemer…..
Somos uma Terra de Lunáticos. Onde está Carne Fraca, a maior operação da PF de toda a História? Operação Policial para se vingar de um Empresário que não aceitava mais ser extorquido por um Presidente da República Bandido. Comprovadamente Bandido. Gravado e Filmado Bandido. E SURREAL, que continua sendo Presidente da República. E BANDIDO !!! Usando do Estado Berasileiro para se safar, intimidar e ameaçar quem o denunciar. Não pensou nos milhões de pecuaristas e agricultores brasileiros, e toda a população, que seriam prejudicados por Operação Policial fraudulenta contra um setor estratégico da Economia e Empregos do país.O Canalja não pensou em nada.O Senador Cheirador, também pego em flagrante, também não. Pensaram em como continuar no Poder, mesmo à custas da destruição das Instituições Republicanas. E nossa Imprensa colocando como iguais Extorquido e Criminoso? É inacreditável !! Demos o País a párias. E ainda tentam nivelá-los ao restante da Nação?!