4 de junho de 2026

Poemas de pai

Por Mari Nassif, pelo Facebook

organizando as escritas, encontrei uma do meu pai pra mim e, é claro e evidente, chorei.
Minha Guerreira

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Minha moça entra em casa
Chegando do seu batente.
Abre um sorriso de filha,
Por um instante somente.
Porque é moça guerreira
Dos tempos de atualmente.

Descreve os seus projetos
Olhando adiante e à frente.
Fala das guerras diárias,
De sua luta valente.
Jamais reclama ou vacila,
Pois guerreira não se rende.

Mas quando a olho e acarinho
Com olhos de pai carente
Minha guerreira desmancha
Depõe o elmo e a lança
Volta a ser minha criança
Por um instante somente. — com Luis Nassif.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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1 Comentário
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  1. kataleya

    11 de dezembro de 2013 2:41 pm

    o poema esta lindo ,so que

    o poema esta lindo ,so que nao emociona muito. apesar de nao ter entendido nada, mas gostei . a proxima ele tem que melhor mais. bjs kateleya.

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