Por IngridMariana
Do site indyzinehttp://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/7148Marcelo Valle Silveira Mello: criminoso ou vítima?Enviado a 16 Abr 2012, por Face oculta
Ponto de vista ERRADO do CMI Brasil
Gostaria de esclarecer e comprovar, para o CMI, seu ponto de vista extremamente errado em relação ao “misógino” Marcelo Valle Silveira Mello. Para começar, o simples fato dele ser “misógino” (sentir ódio do sexo oposto) já comprova que ele possui problemas mentais. Um anônimo qualquer publicou na internet (não lembro em qual página de notícias) o seguinte comentário: “para escrever as coisas que o Marcelo publicava na internet, a pessoa precisa está muito doida” (mais ou menos isso, escrevi o que eu li com as minhas palavras). Eu vou esclarecer alguns fatos envolvendo o senhor Marcelo Valle Silveira Mello que talvez esclareça quem ele é e qual é o verdadeiro perigo que ele representa:
1) Quem são os pais de Marcelo Valle Silveira Mello?
O pai de Marcelo morreu quando ele ainda era um bebê. Parece ser filho único. A mãe do Marcelo é servidora pública da SERPRO e trabalhava (por incrível que pareça) no gabinete da Presidência da República, em Brasília. Porém, ela já está afastada há vários anos do emprego, porque possui problemas psquiátricos graves. Parece que ela já foi internada em hospital psiquiátrico. O Marcelo praticamente foi criado pela avó, que mora em Brasília.
Vocês preciam acreditar em mim. Ele é vítima. Vejamos: a) Ele é rico e morava em uma cidade problemática, de gente rica, uma verdadeira bolha de vidro, chamada Brasília. b) Ele foi criado pela avó… e possui histórico de problemas mentais na família. Pensem um pouco: o Marcelo não possui pai, nem mãe. A mãe dele é incapaz de cuidar de si mesma, quanto mais de um filho delinquênte.
2) O Marcelo Valle Silveira Mello é uma pessoa normal? Resposta: Não.
Ele possui problema de aparência física (é gordo), além de parecer um nerd. Eu acho, sinceramente, que tratar o Marcelo como criminoso é como construir uma bomba atômica. Um dia a bomba será usada e essa bomba se chama Marcelo Valle Silveira Mello, um jovem rico, problemático e que odeia pobres e negros.
Cadeia não é solução para nenhum problema social. Foi isso que as elites sempre fizeram no Brasil, criando leis que protegem os ricos e jogam os pobres na cadeia. O Marcelo não é pobre, é verdade, mas é um pobre de espírito, um espírito de porco, uma pessoa incapaz de entender a diferença entre o certo e o errado, uma pessoa que acha certo matar os alunos pobres e negros da UnB.
3) O Marcelo possuia amigos poderosos?
Por incrível que pareça, sim. E advinhem quem? A Reitoria da UnB. Eles estavam usando o Marcelo para atacar com violência os alunos (pobres e negros da UnB) que participam de movimentos sociais. Os movimentos sociais sempre incomodaram a Reitoria da UnB, que é corrupta e já foi processada mais de uma vez pelo Ministério Público Federal. E a maior prova disso é o fato do senhor Marcelo Valle Silveira Mello ter participado como TESTEMUNHA DE ACUSAÇÃO, convidado pela própria Reitoria da UnB, em processos disciplinares de expulsão contra alunos da UnB que participavam de movimentos sociais. Esses alunos, envolvidos com a política, foram ameaçados de expulsão. O Marcelo, muito pelo contrário, nunca sofreu nenhuma sanção disciplinar.
4) O Marcelo deve ser preso?
Mais ou menos. Ele deve ser internado, por tempo indeterminado (para sempre) em um hospital psiquiátrico.
Parece óbvio que as habilidades de cracker do Marcelo serão usadas por pessoas corruptas, criminosas, no futuro, inclusive para atacar o banco de dados de instituições financeiras, roubando o dinheiro de milhões de brasileiros.
Acordem! O Marcelo vale ouro! Ele é um cracker, vagabundo, que ainda vai praticar crimes realmente sérios se ninguém tiver sensibilidade para entender que ele precisa ser tratado com o mínimo de justiça e humanidade.
Do Blog de Rafael Ayan Ferreira
Marcelo Valle Silveira Mello: um racista alimentado pela UnB!
A algum tempo, tanto eu como muitas outras pessoas esperam por justiça. Esperam para ver alguma atitude mais firme contra um criminoso racista que ameaça mulheres, negros, homossexuais, faz apologia à pedofilia e que tem como um de seus alvos a comunidade acadêmica da Universidade de Brasília. Enfim esse dia chegou, com a prisão de Marcelo Valle Silveira Mello.

Marcelo é conhecido de longa data na UnB. Infelizmente, não pelo seu conhecimento em informática, que poderia utilizar em favor do crescimento do país, mas pelo seu ódio à todos(as) que não comungam de suas ideias, de seus crimes.
Em 05/08/2005, na única oportunidade em que o encontrei pessoalmente – excluindo-se as oitivas no MPDFT e na Comissão Disciplinar da UnB –, ele tentou me agredir. Estranhamente, mesmo sem ter me chamado para conversar, a UnB já tinha escolhido o seu lado na história: era eu o culpado, o suposto agressor, e cabia a mim me defender desse racista, homofóbico e pedófilo dentro e fora da UnB, e por muito pouco o processo aberto por racismo em que o MPDFT logrou êxito na segunda instância não se transforma em um processo de uma suposta agressão ao Marcelo.
Ora, logo a UnB, que se diz vanguarda na defesa dos direitos humanos, pecou. Lembro-me bem que nesse dia, 05/08/2005, eu estava andando no gramado entre o ICC Norte e a Biblioteca da UnB e fui surpreendido por um Fiat Uno da segurança da UnB, que entrou no gramado, deu um “cavalo de pau” na minha frente e me deu “voz de prisão”. Três seguranças armados com cassetetes me colocaram no carro, forçadamente, e me levaram para o posto policial da UnB. Lá fiquei aguardando o Marcelo Valle chegar. Passaram-se dois minutos e ele chegou, no banco dianteiro de uma Kombi, somente com um motorista. Começava aí o racismo institucional da UnB!
Bem, o fato é que essa confusão gerou um processo que não foi de “suposta agressão física de Marcelo Valle à Rafael Ayan” e sim o contrário. A forma de se escolher o réu é clara e tem duas explicações viáveis, não excludentes:
1- Quem é o negro e quem é o branco da história.
2- Quem participava do movimento estudantil e não era visto com bons olhos pela reitoria, principalmente em tratando-se de um estudante e servidor.
A partir de agora, organizarei uma série de posts sobre como se deu a perseguição contra mim, num processo administrativo iniciado na UnB que em muito ajudou na defesa de Marcelo de que eu o tinha agredido, desviando o foco do racismo. Eu me defendi sozinho da acusação de agressão física de Marcelo, tanto dentro da UnB como fora, no processo em que eu fui arrolado como testemunha de acusação e quase viro o réu.
Por quase sete anos guardei esses documentos comigo, pois tinha certeza que se os publicasse antes não iria surtir efeito algum, iriam achar que era uma briguinha pessoal, como ponderou a juíza que inocentou Marcelo Valle na primeira instância. Hoje, com o país todo sabendo quem é Marcelo Valle e sua conta de 500 mil reais, sabe-se lá se não era para a compra de armamentos para uma matança em série na UnB, chegou o momento de mostrar como a UnB tem parte da culpa de ter alimentado a visão de impunidade de Marcelo. Não divulgo isso para prejudicar a imagem da UnB, mas porque por muito tempo eu fui tido como alguém que agrediu um estudante, e venci essa acusação nos tribunais sem apoio alguma da UnB. Aliás, a UnB, em alguns momentos, como verão a frente, parecia querer me expulsar, ao passo que Marcelo tinha um tratamento de rei. Para terem ideia, ele não saiu da UnB por uma decisão política da reitoria, que poderia com base no regulamento da universidade – o mesmo que utilizaram para tentar me enquadrar – ter expulsado Marcelo por representar perigo à comunidade acadêmica.
Então, é salutar dizer que jamais, repito, jamais as gestões Lauro Mohry (2005), Timothy Mulholland (nov/2005 – abr/2008), Roberto Aguiar (abr/2008 – nov/2008) e José Geraldo de Souza Júnior (nov/2008 – atual) me ofereceram qualquer tipo de apoio nessa questão. Não fossem as ameaças de Marcelo ao aniquilamento de estudantes da UnB, ficasse ele “somente” com os ataques aos negros, mulheres, homossexuais e apologia à pedofilia, a UnB continuaria em sua inércia achando que não se passava de alguém querendo aparecer.
Começo com a digitalização da abertura do processo de sindicância contra mim, em 10/08/2005. Passados cinco dias após o ocorrido, sem nunca ter me chamado para explicar o que aconteceu, a UnB me elegera a bola da vez, deixando o racismo de Marcelo Valle seguir caminho livre e inclusive ser incentivado.



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