4 de junho de 2026

Trivial da deusa e de seu recriador

Da Comunidade do Blog

Adicionado por Márcia

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Elis e César num dis mais belos videos da MPB. A comovente e emocionada interpretação de “O que tinha de ser” e “Tatuagem”, revelando toda a quimica que produzui uma das mais belas parcarias na vida e na música – 1976

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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22 Comentários
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  1. Clovis

    10 de janeiro de 2009 9:43 pm

    Perdoem comentar aqui, mas é
    Perdoem comentar aqui, mas é que estou com um problema no e-mail do google. Derepente não aceitaram mais minha senha. Já tentei várias vezes e através de todos recursos que disponibilizam. Não consegui. Estou muito irritado Alguém saberia informar um contato não virtual com aquela “empresa”? Um telefone para contato ou de alguma agência reguladora, se é que existe?

  2. Odorico Carvalho

    10 de janeiro de 2009 9:45 pm

    Tive o prazer de assistir ao
    Tive o prazer de assistir ao show Falso Brilhante no antigo Teatro Bandeirantes, em São Paulo, um dos pontos mais altos da carreira dessa incomparável cantora brasileira. Um momento para se relembrar por toda a vida.

  3. Bianca Feijó

    10 de janeiro de 2009 10:05 pm

    Boa noite Luís!
    Estive
    Boa noite Luís!
    Estive ausente por um período, mas cá estou para desejar-lhe um 2009 espetacular.
    Continue firme na batalha pela transparência e por um Brasil muito, mas muito melhor!

    A você e a todos os amigos do blog uma música inspiradora.

    Nouvelle Vague – The killing moon ( A Lua Mortal)

    http://www.youtube.com/watch?v=Azj08Q80qOA&eurl=http://www.biancafeijo.blogspot.com/

    Bjussssssss

  4. peregrino

    10 de janeiro de 2009 11:08 pm

    assim que ouvi pela primeira
    assim que ouvi pela primeira vez a minha companheira cantando ‘tatuagem’, eu casei com ela no ato…seu garçom, traz a conta, táxi, pro cartório, rápido ! pobre di mim…gamadão té hoje numa estrelinha ! combinamos que seria nosso ponto de encontro…a estrelinha !!!

  5. peregrino

    10 de janeiro de 2009 11:11 pm

    será que ela também
    será que ela também envelheceu?

  6. Lu Dias Bh

    11 de janeiro de 2009 12:30 am

    DESTRUIÇÃO

    Não há solidão
    DESTRUIÇÃO

    Não há solidão maior, que se compare
    à de quem se vê sozinho e sem esperança,
    enquanto todo o mundo fala de paz, vendo
    um dos seus sucumbir, a cada manchete.

    Está perdido, como numa armadilha preso,
    só com o resto do que foi um dia, quando
    podia ver o sol, sem a poeira da morte a lhe
    rondar o corpo, já que a alma vê-se extenuada.

    Estas pessoas há muito deixaram de ser
    humanas, mas ali até os fantasmas morrem,
    sem que nunca alguém tenha aprendido,
    como podem ser enterradas as sombras.

    Tudo em volta mais parece uma velha
    pintura, esmaecida e cheia de entulho, e
    os olhos apagados dos que a miram, vazios,
    perdem-se no aniquilamento da própria vida.

    Nos escombros veem apenas restos da
    própria ruína, tingidos de sangue escarlate
    cobertos pelo pó cinza, onde antes, belas
    telhas avermelhadas compunham a antiga arte.

    (lu dias bh)

  7. Lu Dias Bh

    11 de janeiro de 2009 12:38 am

    MARCIANITA

    Para mim Elis
    MARCIANITA

    Para mim Elis Regina é a maior cantora brasileira de todos os tempos.
    Ninguém conseguiu superá-la até hoje.

    O malabarismo que ela fazia com a voz é uma das 10 maravilhas da arte brasileira.

    Não me canso de ouvir a sua voz em MADALENA.

    E a filha ainda não percebeu que sua mãe foi a maior cantora deste país, pois age como se ela não tivesse existido.

    É uma pena que Maria Rita ache-se melhor que Elis.
    Mas, como dizia meu avô, “De ilusão vivem os tolos! E continuarão assim, porque lhes faz bem.”

    E meu vovozinho só possuía o curso primário, mas esbanjava essa sabedoria tão inerente ao sertanejo.

    Marcia, parabéns pela bela escolha.
    Tenho sentido saudades de você!
    Beijos,

    lu

  8. altamiro

    11 de janeiro de 2009 12:43 am

    uma das epocas mais felizes,
    uma das epocas mais felizes, dela e da musica brasileira…Mas esteve, esta e sempre estara com tudo em cima! feliiz e cantante – afinal quem faz ou quem ouve musica nao esta sempre feliz?

  9. Paulo Kautscher-São Gonçalo-RJ

    11 de janeiro de 2009 1:01 am

    Eliane Cantanhêde: É preciso
    Eliane Cantanhêde: É preciso agregar novos atores na crise do Oriente Médio

    O ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) embarca neste sábado para o Oriente Médio. Até terça-feira, Amorim se reunirá com presidentes, primeiros-ministros e chanceleres em Israel, na Síria na Cisjordânia e na Jordânia.

    Eliane Cantanhêde, colunista da Folha e da Folha Online, diz que tem recebido vários e-mails sobre a posição brasileira em relação aos conflitos. Alguns ridicularizam a ação do chanceler e do Brasil, alegando que o país “não apita nada”, e, outros, ao contrário, parecem acreditar que o Brasil será “o salvador da pátria” nessa história.

    De acordo com Cantanhêde, o governo divulgou notas criticando as reações desproporcionais de Israel. Busca, com isso, uma saída para que a solução não continue, como sempre, nas mãos dos Estados Unidos. “Até porque os EUA têm lado. São o principal aliado de Israel e mandam na ONU (Organização das Nações Unidas), ou seja, enquanto os EUA decidir sozinhos, não vai acontecer nada, e a ONU não vai conseguir nada de concreto”, avalia.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u488411.shtml

  10. GUTIERRITOS

    11 de janeiro de 2009 1:39 am

    MÁRCIA

    Que bom gosto.

    Desde
    MÁRCIA

    Que bom gosto.

    Desde os velhos tempos, adoro Elias Regina, uma das maiores intérpretes da música brasileira.

    Ouvi-la é uma massagem em nosso coração.

    Bonsoir.

  11. Paulo Alvim

    11 de janeiro de 2009 1:44 am

    Nassif,
    Elis foi “A
    Nassif,
    Elis foi “A intérprete”, acima de tudo – e espontânea! Ela sentia no corpo e na alma o seu cantar; ela dividia como ninguém cada palavra das letras das melodias, tornando-as incrivelmente inteligíveis. Não me recordo de nenhuma outra cantora tão clara (talvez a Zizi, que não tinha balanço). O Cesar um gênio, como pianista e arranjador. Ora, uma dupla dessas! Nunca mais…
    “Quando olhaste bem, nos olhos meus, o teu olhar era de adeus…” – até hoje me arrepiam as lembranças do dia em que a vi, eu a dois metros do palco.

  12. Márcio

    11 de janeiro de 2009 2:18 am

    Uma dica: E por falar em
    Uma dica: E por falar em Falso Brilhante, segue dois links para baixar o audio do show ao vivo na integra de 1975/1976. A qualidade tem uma serie de limitações (aparentemente uma transmissão por rádio AM), mas pra quem não conhece da pra ter uma belissima ideia do que foi o famoso espetaculo Falso Brilhante de nossa Pimentinha. Só a interpretação de Elis cantando a brega “Mamãe”, sucesso de Angela Maria, é de chorar de tanto rir e vale a gravação. Relembrando: Esta é uma gravação não oficial de baixa qualidade que serve apenas como documentnto de referencia histórica. Segue os links:

    http://rapidshare.com/files/318014/Falso_Brilhante-Parte1.rar.html
    http://rapidshare.com/files/457808/Falso_Brilhante-Parte2.rar.html

    Fonte: Comunidade Elis Regina no Orkut.

  13. Carlos Henrique

    11 de janeiro de 2009 2:23 am

    Para que não acusem os judeus
    Para que não acusem os judeus pelo massacre ai vai uma otima explicação!

    http://74.125.77.132/search?
    q=cache:2WvudV6AJKYJ:pedroayres.blogspot.com/2009/01/diferena-entre-judasmo-e-sionismo.html+tora+sionismo&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br

  14. Paulo Kautscher-São Gonçalo-RJ

    11 de janeiro de 2009 2:55 am

    EUA negaram ajuda a Israel
    EUA negaram ajuda a Israel para bombardear alvos no Irã, diz “New York Times”

    O presidente George W. Bush rejeitou no ano passado um pedido secreto feito por Israel para que o governo dos Estados Unidos proporcionasse bombas anti-bunker para um ataque ao complexo nuclear iraniano de Natanz, segundo publica neste sábado o jornal nova-iorquino “The New York Times”.

    O diário, que cita fontes oficiais americanas em condição de anonimato, informa que a administração Bush recebeu a solicitação de Israel para voar sobre o Iraque e chegar ao Irã até o complexo nuclear em Natanz, a cerca de 230 km da capital Teerã.

    No entanto, segundo as mesmas fontes, Bush negou a ajuda a Israel, argumentando que seu governo tinha aprovado um plano para sabotar os supostos esforços iranianos de desenvolver armas nucleares.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488672.shtml

  15. paulo françaj

    11 de janeiro de 2009 2:56 am

    Maysa com Roberto Carlos e
    Maysa com Roberto Carlos e também com Jango. Do livro Roberto Carlos em detalhes. Isso é História. Afinal, Jango era Presidente do Brasil quando mandou um segurança encontrar Maysa numa boate e levar para ele.

    …”Entretanto, o tempo passou e, nove anos depois, recém-erigido em
    ídolo maior da música popular brasileira, eis que Roberto Carlos tinha
    agora ao seu alcance a badalada cantora Maysa, aquele pedaço de mulher
    que ele tantas vezes admirou nas capas de revistas. Os dois travaram
    contato nos bastidores da TV Record. E Roberto Carlos não perdeu tempo:
    convidou Maysa para um encontro em seu apartamento em São Paulo. Ela
    topou e tudo foi acertado para uma noite de quarta-feira, dia 28
    de setembro de 1966.
    Na época, Maysa tinha trinta anos e ainda era um nome badalado,
    como cantora e como celebridade. Seus porres eram públicos e homéricos, pois ela se entregava com ainda mais volúpia à vida real do que sugeriam as músicas que interpretava. Aquela altura, a cantora já tinha casado, descasado, casado novamente, além de ter protagonizado tórridos romances com, por exemplo, o cantor Almir Ribeiro, o músico Mário
    Telles, o produtor Ronaldo Bôscoli e até com o presidente João Goulart,
    que, antes de ser deposto pelos militares, se encontrava sempre que
    possível com Maysa. Numa visita ao Rio, no início de 1962 Jango mandou
    um de seus seguranças localizar a cantora e trazê-la até o hotel. Depois de percorrer diversas boates da zona sul carioca, encontrou-a aos beijos e abraços com Ronaldo Bôscoli numa mesa do Texas Bar. Mas, como ordens eram ordens, o segurança se aproximou do casal e comunicou que estava ali para levar Maysa ao encontro do presidente. A cantora imediatamente pegou sua bolsa, deu uma golada no uísque e se levantou da cadeira, provocando a visível irritação do parceiro. “Não fique assim, Ronaldo. O Jango tem umas lou curas. Não queira encarar, não”, aconselhou-o Maysa antes de sair. “Fiquei com uma cara de bunda, puto da vida”, confessa Bôscoli.
    Por tudo isso, Roberto Carlos e Maysa protagonizariam um encontro de objetos de desejos, pois, assim como o jovem cantor estava no
    foco de milhares de garotas, Maysa era a fantasia de outros tantos
    marmanjos. Ainda mais que, naquele ano de 1966, depois de se submeter
    a uma rigorosa dieta, ela estava novamente em forma, mais magra e loura.
    Antes do encontro marcado para aquela noite de quarta-feira,
    Roberto Carlos e Maysa tinham um compromisso na TV Record:
    ambos estavam escalados para cantar na segunda eliminatória do
    festival que a emissora promovia em 1966. Maysa defenderia a segunda
    das doze canções concorrentes da noite; já Roberto Carlos seria o último a subir ao palco. Haveria, portanto, um espaço grande entre a apresentação de um e outro. Para não dar pista do affair, ficou combinado que Maysa deveria sair antes do teatro e seguir sozinha para o apartamento do cantor. Assim foi feito. Enquanto Roberto Carlos ainda aguardava a sua vez de cantar no festival, Maysa pegou um táxi na porta do Teatro Record, na rua da Consolação, e rumou em direção à rua Albuquerque Lins, onde Roberto Carlos morava.
    Maysa foi recepcionada pelo mordomo do cantor, mas a cozinheira
    e a arrumadeira também estavam de plantão naquela noite. A cantora
    pediu uísque para beber e foi-lhe servida uma garrafa lacrada de scotch.
    Com um copo na mão e um cigarro na outra, Maysa ficou assistindo pela
    televisão ao desfecho daquela eliminatória do festival da Record. Num
    outro cómodo da casa, os empregados também estavam ligados no canal 7, à espera da apresentação de Roberto Carlos. Cerca de vinte
    minutos depois, o mordomo foi até a sala e, para a sua surpresa, Maysa já
    tinha esgotado a garrafa de uísque. Providencialmente, na véspera o
    patrão mandara renovar o estoque do bar e ele pôde então lhe servir outro
    litro do legítimo escocês.
    Roberto Carlos saiu alegre do teatro porque a música que ele cantou
    foi classificada para a final. A de Maysa não, mas ela teria outra canção
    para defender na terceira eliminatória, dias depois. Ao chegar em casa, o
    cantor ficou na sala bebendo com Maysa o restante da garrafa de uísque.
    Os dois conversaram animadamente sobre os bastidores do festival,
    deram algumas gargalhadas e, em seguida, foram para o quarto.

  16. Romanelli

    11 de janeiro de 2009 10:34 am

    *** fora da pauta, mas,
    *** fora da pauta, mas, infelizmente, dentro do trivial cotidiano ***

    recebi isso por e-mail, segundo informam, texto de 1948

    Carta de intelectuais judeus ao New York Times, incluindo Albert Einstein, Hannah Arendt e Sidney Hook, dezembro de 1948.

    Aos Editores do New York Times:

    Entre os fenômenos políticos perturbadores de nossos tempos está a emergência no recém criado Estado de Israel do “Partido da Liberdade” (Tenuat Haherut), um partido político estreitamente assemelhado em sua organização, métodos, filosofia política e apelo social aos partidos Nazista e Fascista. Ele foi formado a partir de membros e seguidores do antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, facção direitista e organização chauvinista na Palestina.

    A visita atual de Menachem Begin, líder deste partido, aos Estados Unidos é, obviamente, calculada no sentido de dar a impressão de apoio americano ao seu partido, por ocasião do advento das eleições israelitas e para cimentar laços políticos com os elementos Sionistas conservadores dos Estados Unidos. Vários americanos de reputação nacional têm emprestado seu nome para dar boas vindas a sua visita. É inconcebível que aqueles que se opõem ao fascismo no mundo, se corretamente informados sobre a história política e perspectivas de Mr. Begin, possam acrescentar seus nomes e apoio ao movimento que ele representa.

    Embora esse irreparável perigo ocorra pela forma de contribuições financeiras, manifestações públicas a favor de Begin ou pela criação na Palestina da impressão de que um grande segmento da América apóia os elementos fascistas em Israel, o público americano deve ser informado sobre a historia e os objetivos de Mr. Begin e do seu movimento.

    As promessas públicas do Partido de Begin não correspondem, quaisquer que sejam, ao seu caráter real. Hoje falam de liberdade, democracia e anti-imperialismo, enquanto até recentemente pregavam abertamente a doutrina do Estado Fascista. É em suas ações que o partido terrorista denuncia o seu caráter real; de suas ações do passado podemos julgar o que dele pode ser esperado fazer no futuro.

    Ataque sobre a Vila Árabe

    Um exemplo chocante foi seu comportamento na vila árabe de Deir Yassin. Esta vila, distante das principais estradas e circundada por terras judaicas, não tomou nenhuma parte na guerra e chegou a contrariar o lado árabe que queria usar a vila como sua base. Em 9 de abril (The New York Times) bandos terroristas atacaram esta vila pacifista, que não era um objetivo militar na luta, matando a maioria de seus habitantes � 240 homens, mulheres e crianças – e mantiveram alguns deles vivos para desfilarem como cativos através das ruas de Jerusalém. A maior parte da comunidade judaica ficou horrorizada com aquela ação e a Agencia Judaica mandou um telegrama de pesar ao Rei Abdulah da Trans-Jordânia. Contudo, os terroristas, longe de se envergonharem de seu ato, ficaram orgulhosos com aquele massacre, divulgado amplamente e convidaram os correspondentes estrangeiros no país para testemunharem os cadáveres amontoados e a devastação geral em Deir Yassin.

    O acontecimento de Deir Yassin exemplifica o caráter e as ações do Partido da Liberdade.

    No interior da comunidade judaica eles têm propugnado uma mistura de ultra nacionalismo, misticismo religioso e superioridade racial. Como outros partidos fascistas eles têm sido usados para esmagar as greves e têm-se dedicado à destruição de sindicatos livres. Em seu lugar eles têm proposto sindicatos corporativistas no modelo fascista italiano. Durante os últimos anos da esporádica violência antibritânica, os grupos IZL e Stern inauguraram um reino de terror na comunidade Judaica Palestina. Professores foram espancados por se pronunciarem contra eles, adultos foram alvejados por não deixarem suas crianças juntar-se a eles. Por métodos de gangsterismo, açoites, quebra-vidraças e roubos em larga escala, os terroristas intimidavam a população e exigia-lhe pesado tributo. Os membros do Partido da Liberdade não têm nenhuma participação nos logros construtivos na Palestina. Eles não reivindicam nenhuma terra, nenhuma construção de habitações e apenas depreciam a atividade defensiva judaica. Seus esforços de imigração muito propagandeado foram diminutos e devotados principalmente para atraírem compatriotas fascistas.

    Discrepâncias Observadas

    As discrepâncias entre os bravos clamores que estão sendo feitos agora por Begin e seu partido e a história de sua performance no passado da Palestina não portam a marca de um partido qualquer. Esta é o selo de um Partido fascista, pelo qual o terrorismo e o embuste são os meios e o “Estado Regente” é o objetivo.

    À luz das considerações anteriores, é imperativo que a verdade sobre Mr. Begin e seu movimento seja tornado conhecido neste país. É de toda maneira trágico que a liderança maior do Sionismo Americano tenha se recusado a participar da campanha contra os esforços de Begin, ou mesmo de expor aos seus constituintes os perigos para Israel do apoio a Begin. Os abaixo assinados, portanto, através deste meio de publicidade apresentam alguns fatos salientes que dizem respeito a Begin e seu Partido; e recomendam a todos os interessados a não apoiarem esta última manifestação do fascismo.

    New York, 2 de dezembro de 1948

    Assinaturas

    Isidore Abramowitz, Hannah Arendt, Abraham Brick, Rabbi Jessurun Cardozo, Albert Eistein, Herman Eisen, M.D., Hayim Fineman, M. Gallen, M.D., HH. Harris, Zelig S. Harris, Sidney Hook, Fred Karush, Bruria Kaufman, Irma L. Lindheim, Nachman Maisel, Seymour Melmam, Myer D. Mendelson, M.D., Harry M. Oslinsky, Samuel Pitlick, Friitz Rohrlich, Louis P. Rocker, Ruth Sagis, Itzhak Sankowsky, I.J. Shoenberg, Samuel Shuman, M. Singer, Irma Wolfe, Stefan Wolfe.

    *** fim ***

    Será que este texto é obra de ficção, é tudo mentira?

    O que move o Estado de Israel? Será mesmo que é um senso de existência ou mera revanche, domínio e covardia?

    Depois que a carta da ONU permitiu a criação de um Estado de Israel e doutro Palestino, sendo este último DESCONTINUO, nunca de fato, só prometido …sei não

    Depois que historiadores, inclusive judeus, colocam em cheque a teoria duma terra prometida

    Depois da 1a e 2a intifadas, da provocação de Sharon, depois dos IMPUNES Sabra e Chatila

    o que esperar afinal?

    Civis desarmados e fragilizados estão sendo amontoados, HUMILHADOS, fuzilados, bombardeados, mortos e torturados …e a ONU (entendam os demais países) não tem coragem de fazer mais nada contra …quem será por aquelas crianças?

    Penso que tudo esta perdido …com este episódio foi-se o último suspiro de um mundo civilizado, pacífico e unido

    *** agradecimentos ***

    ps – ontem, alertado (ao qual agradeço) por Vera e Francisco Latorre confundi Barak com Barack no texto:

    “…Barak no início das operações quase concordou com um cessar-fogo temporário proposto pela França. Hoje, defende continuar com os ataques…”

    confundi Ehud Barak com Barack Obama

    aliás …confundi ou intui?

    o tempo dirá …o tempo dirá

    segundo Latorre, enquanto BARAK defende, BARACK consente

  17. Romanelli

    11 de janeiro de 2009 10:42 am

    olha, leio hoje na imprensa
    olha, leio hoje na imprensa que Israel pediu apoio dos EUA pra bombardear o Irã ano passado

    http://www.estadao.com.br/internacional/not_int305559,0.htm

    tirando a guerra de informações …não fosse a QUEBRA americana …que momento melhor o mundo teria pra fazer uma guerrinha? …ainda mais com 3/4 do PIB mundial em recessão?

    e a melhor guerra, convenhamos, é a que ocorre no quintal (e por sobre a cabeça) dos outros, não ?

  18. Romanelli

    11 de janeiro de 2009 10:48 am

    “…que momento melhor o MUNDO
    “…que momento melhor o MUNDO teria pra fazer uma guerrinha? …ainda mais com 3/4 do PIB mundial em recessão?” (by eu mesmo)

    MUNDO, que entendo, AINDA se fundamenta no TRIPÉ não suplantado, porém de difícil sustentabilidade no longo prazo, no tripe da industria automobilística, petróleo e armamentista

    …aposto que teríamos o mesmo impulso desenvolvimentista se trocássemos este trio (carros, diesel e bomba) por um outro que se valeria da erradicação de muitas doenças conhecidas e da miséria humana …mas aí, a coisa pega né ?! …a começar pelas religiões, não?

  19. Romanelli

    11 de janeiro de 2009 10:56 am

    sopa de letrinhas

    Agora o
    sopa de letrinhas

    Agora o vice eleito, BIDEN, foi pro Afeganistão cuidar da terra da papoula e de quebra garantir que os EUA (da América) ficará perto dos amigos China, India e Rússia, do petróleo (do outro lado do hemisfério)

    http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,biden-chega-ao-afeganistao-e-se-reunira-com-presidente,305218,0.htm

    eu não sei quanto a vocês, mas acho que o destino andou pregando uma peça na gente

    Ontem mesmo confundi Barak com Barack

    Hoje temos Obama e Biden contra Osama Bin

    …assim não dá …um erro de pronuncia e ….

  20. comentador

    11 de janeiro de 2009 11:02 am

    Como ainda não saiu o fora de
    Como ainda não saiu o fora de pauta… das manchetes incompreensíveis: Na FSP, de hoje, 11/01, em primeira página:” Valor de Imóvel Financiado pode subir”, mas nas páginas internas se lê “Governo poderá financiar imóveis até 500 mil.” Não seria muito mais simples repetir o título interno, em vez de se gerar dubiedade quando se lê a capa? eu mesmo fui ler a notícia entendendo que alguma política de incentivo poderia estar acabando, ou inflação, etc.

  21. Paulo Alvim

    11 de janeiro de 2009 1:43 pm

    Já fiz comentário sobre o
    Já fiz comentário sobre o problema da guerra no Oriente Médio: o povo judeu e palestino são apenas vítimas de redicalismos armados, com interesses financeiros e ideológicos.
    Assim como os traficantes, milícias armadas e pociliais militares, no Rio, que guerreiam entre si w vitimam os favelados com balaços perdidos.

  22. Marcia

    11 de janeiro de 2009 5:49 pm

    LU E
    LU E GUTIERRITOS:

    Obrigada.
    Sinto saudades de vcs.
    Beijos.

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