3 de julho de 2026

Aliados de Cunha, evangélicos querem limitar poder do Supremo

O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), tesoureiro da Frente Evangélica.

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Da Agência Pública

Bancada evangélica propõe projeto para destituir ministros do STF por “usurpação de poder”

Texto quer ampliar lei do impeachment para magistrados para combater “ativismo judicial”

Étore Medeiros

Em meio às tumultuadas discussões que tomam conta do Congresso Nacional sobre o cometimento ou não de crime de responsabilidade por parte da presidente Dilma Rousseff, um projeto de lei (PL) apresentado há poucos dias na Câmara dos Deputados propõe a ampliação dos casos de impeachment em que podem ser enquadrados os juízes do Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo que estabelece o PL 4.754/2016, os ministros da corte cometeriam crime de responsabilidade ao “usurpar competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo”.

O PL 4754/2016 não inventa o impeachment de ministros da Suprema Corte, que já é previsto na Lei 1.079 de 1950 – a mesma que está sendo usada na tentativa de depor a presidenta Dilma. A norma proíbe condutas por parte dos juízes do STF que configuram seis tipos de crimes de responsabilidade passíveis de perda do cargo.

A inclusão de uma sétima possibilidade, defende o autor, o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), se dá pelo ativismo que o tribunal tem demonstrado nos últimos anos. “Em nome da morosidade do Legislativo, eles acabaram tomando algumas decisões, como estão tomando, atualmente, no caso do julgamento sobre liberação do uso de drogas, do porte de drogas [para consumo próprio]. Esse é um dos assuntos que eu acho que não é atribuição do STF, assim como no caso da união homoafetiva”, defende Cavalcante, que é tesoureiro da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) e presidiu a comissão especial que analisou o Estatuto da Família na Câmara.

Dos 23 deputados que assinaram o projeto, 18 também são integrantes da bancada, incluindo o presidente da FPE, João Campos (PSDB-GO). O autor explica que, pelo cargo que ocupa na frente, é natural que as assinaturas sejam de colegas de militância. “Não diria que pode haver um interesse apenas da bancada evangélica, mas de várias bancadas da Casa – tem ali [subscrição] de vários membros da bancada de segurança pública, devido à questão das drogas. E já que parte da imprensa intitula uma ‘bancada BBB’, acho que ela não terá problema nenhum em assumir isso como uma bandeira”, afirma.

Cavalcante diz que a ideia do projeto é também chamar a atenção do STF “para os perigos que ele possa estar correndo, sem percepção do risco, ao aumentar a sua competência”. “Desta forma, ele vai poder repensar em alguns momentos os seus posicionamentos até que nós possamos pautar essa matéria da maneira mais abreviada possível. O impeachment é prioridade nesse momento, mas tão logo ele passe, vou trabalhar para que o projeto caminhe com celeridade e para que cheguemos a um texto equilibrado e que atenda à demanda do poder Legislativo”, disse.

A deputada Érika Kokay (PT-DF), frequente opositora das iniciativas da bancada evangélica na Câmara, acredita que o projeto fere justamente a separação de Poderes, ao invés de consolidá-la. “Se você tem um Poder Judiciário que é acionado em função da manutenção de um direito, ele tem de dar respostas. O projeto quer vergar este poder ao Legislativo, que concentra os segmentos mais fundamentalistas da República. Eles querem jogar o Supremo no fogo da inquisição, por ele ter apontado, em vários casos, no sentido da consolidação de direitos”, diz.

Para Cavalcante, os posicionamentos do Supremo, que para o deputado usurpam competências legislativas, podem ser explicados pelo tempo de governos petistas ininterruptos. “Por conta da ideologia mais ligada à esquerda, por serem membros ligados a indicações do governo do PT, acabaram extrapolando algumas atribuições”, afirma. Em defesa do próprio partido, Kokay rechaça uma suposta linha ideológica dominante na Corte e lembra que a ação partidária por parte dos ministros já é prevista e proibida por lei. “Vamos mudar, então, como se compõe o próprio Supremo”, responde, sobre a inquietação do deputado.

Poderes

O advogado Magnus Marques acredita que a mudança proposta poderia atrapalhar a atividade do Supremo, “que pisaria em ovos”. “Mas, ao mesmo tempo, o Legislativo não tem tanta força de impedir esse processo de ‘ativismo judicial’, já que não está havendo qualquer tipo de usurpação”, continua. O constitucionalista explica que é normal que a ideia de separação entre os Poderes se altere com o passar do tempo. “Não há uma forma clássica em que cada um tem sua parede de atuação. Essas competências têm se chocado e a disputa entre os Poderes é que tem definido o que significa essa separação. A narrativa sobre a Constituição Federal tem se alterado”, diz. Ele acredita que a constitucionalidade da lei é discutível e, em caso de aprovação, haveria espaço para questionamentos ao próprio Supremo.

O advogado Zenóbio Fonseca, que integra a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), discorda. Para ele, a Corte usurpou a competência do Congresso, como ilustra o caso da união homoafetiva. “Em que pese exista uma realidade social, em que pese alguns tribunais terem decidido sobre essa questão, o Congresso seria a instância competente para defini-la, ainda que de forma contrária ao que parte da população entende. Nesse aspecto, e também no tema das drogas, o poder Judiciário avançou em temas específicos do Legislativo”, afirma.

Para Fonseca, a inação do Legislativo em alguns assuntos é legítima. “Você não pode obrigar o Congresso a legislar. Se ele é o extrato do povo e não aprovou nada em determinado sentido, mudem-se os representantes e legisle-se sobre aquilo – mas não se pode usurpar a competência representativa.”

Ressalvando a necessidade do debate levantado pelo projeto de Sóstenes Cavalcante, Fonseca preocupa-se com a possibilidade de criminalização levantada pelo projeto. “Os ministros podem errar. Mas me preocupa criar um tipo penal numa decisão onde todo o plenário da Corte decide. A Constituição Federal é recente, e nesses tipos de conflito eu acho que não deveríamos caminhar para o lado de um crime de responsabilidade”, diz. O integrante da Anajure defende a Proposta de Emenda à Constituição nº 3 de 2011, que permite ao Congresso sustar atos de outros Poderes que “exorbitem” do seu poder. Embora tenha sido desarquivada no início de 2015, a PEC não teve qualquer tramitação na atual legislatura.

Vácuo proposital

Maria Berenice Dias, que fez sustentação oral no STF pelo reconhecimento da união homoafetiva, no julgamento de 2011, explica que o equívoco, dentro da estrutura de divisão dos Poderes, seria a ausência de deliberação por parte dos magistrados. “Julgar é o dever do juiz. Não se pode falar em ativismo. Ele não pode simplesmente jogar os processos no lixo. Não pode deixar de julgar sob a alegação de que não existe lei. A ausência de lei não significa ausência de direito. Na falta de legislação, ele deve usar analogias, costumes e os princípios gerais do Direito.”

Quando se trata das populações mais vulneráveis, explica a advogada, a ausência de lei é quase que intencional, de forma a impedir a consolidação de direitos. “Muitas vezes não interessam ao legislador iniciativas para essas populações, porque o seu eleitorado é composto pela maioria e não pela minoria. Isso acontece com os direitos da população LGBT: o legislador não legisla porque vai comprometer a sua reeleição. Mas a falta de lei não quer dizer que os homossexuais não possam ter direitos”, afirma. Berenice cita como exemplo de que os deputados “sentam em cima” de certas pautas a apresentação do primeiro projeto de lei para reconhecer os direitos dos homossexuais, ainda nos anos 1990. “Passaram-se duas décadas e até hoje o nosso legislador não aprovou nada.”

Berenice diz ainda que as decisões dos juízes do STF mostram que o fato de terem sido em sua maioria indicados por Governos petistas não tem contaminado os julgamentos. “Não existe um ministro que se possa dizer que vota sempre a favor do PT, ou outro que, por ser mais antigo, julga sempre contra. Se ele [o deputado] quiser, proponha outra lei pra mudar a forma de indicação, mas que não seja por essa forma transversa pela qual se está tentando mascarar a criação de um mecanismo para impedir a independência dos juízes, o que é extremamente perigoso.”

O QUE PODE MUDAR NA LEI DO IMPEACHMENT (LEI 1.079 DE 1950)

Crimes de responsabilidade previstos para ministros do STF:

– alterar, por qualquer forma, exceto por via de recurso, decisão ou voto já proferido em sessão do tribunal;

– proferir julgamento, quando, por lei, for suspeito na causa;

– exercer atividade político-partidária;

– ser desidioso (negligente) no cumprimento dos deveres do cargo;

– proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro;

– atentar contra a lei orçamentária.

Inclusão proposta pelo PL 4754/2016, do deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ):

– usurpar competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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38 Comentários
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  1. Paulo de Souza Castro

    7 de maio de 2016 6:09 pm

    República Teocrática Cristã do Brasil

    República Teocrática do Brasil

     

    É, talvez no futuro nós tenhamos a exemplo do Irã, um conselho religioso de bispos, talvez até um chefe supremo, tipo Aiatolá cristão, um Mala faia, por exemplo, com poder de veto sobre candidatos em todas as esferas, executivo, legislativo e judiciário, com férreo controle nas forças armadas, ministério público e judiciário (poder de indicação e destituição e pureza da doutrina.

    As mulheres todas de cabelo comprido, e o dízimo sendo cobrado pela receita federal, dos fiéis e infiéis.

    Talvez a rainha da mídia e nobreza vassala correspondente em seus respectivos feudos apóie, esta notável contribuição do Brasil a cultura ocidental.

  2. Fulvia

    7 de maio de 2016 7:08 pm

    (Sem título)

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  3. Jus Ad Rem

    7 de maio de 2016 7:26 pm

    Pra quê STF? Basta andar com

    Pra quê STF? Basta andar com a Bíblia debaixo do braço e pronto! 

    Evangélicos devem assumir imediatamente os ministérios da Ciência e da Cultura, pro Brasil melhorar.

    Bispo Edir Macedo ´pra presidente já!

    1. Jadir Rocha

      7 de maio de 2016 11:50 pm

      Meu deus!  Onde o Brasil quer

      Meu deus!  Onde o Brasil quer chegar! Um pastor evangélico, normalmente, com uma visão atrasada, sem criatividade alguma, no ministério da Ciência e Cultura. 

    2. Ivan de Union

      8 de maio de 2016 12:47 am

      Tao burros que eu andei com

      Tao burros que eu andei com um livro de capa preta por varias semanas uma vez, lendo o no metro e nas ruas.  Fui abordado varias vezes por eles com conversa biblica.

      Eu estava lendo “O Idiota” de Dostoyevski!  (meu ingles nao estava ao nivel de Dostoyevski e tive que gastar varias semanas pra ler e entender)

  4. Jus Ad Rem

    7 de maio de 2016 7:32 pm

    “Texto quer ampliar lei do

    “Texto quer ampliar lei do impeachment para magistrados para combater “ativismo judicial” “

    Ativismo judicial é uma merda! Bom mesmo é ativismo religioso! Com religião e orações o país vai longe!

  5. Tunger Bizell

    7 de maio de 2016 7:33 pm

    Ai! Mas gente! Esse Congresso
    Ai! Mas gente! Esse Congresso não é conservador! Isso é um mito!

  6. José Carlos Lima...

    7 de maio de 2016 7:34 pm

    A biruta sinaliza na direção

    O  pós golpe será um período de medição contenda entre os poderes, em Honduras os golpistas deram um jeito de demitir alguns ministros da Suprema Corte que, lá como cá, deram aval ao golpe.

    A biruta sinaliza na direção de ventos sombrios

    1. agincourt

      7 de maio de 2016 8:07 pm

      eólicas

      O PT passou treze anos jogando vento na biruta evangélica…

      Na verdade – e é bom que se diga – o lulopetismo não cansou de enfunar certas birutas. Agora, todos os ventos sopram contra ele.

  7. Ivan de Union

    7 de maio de 2016 7:38 pm

    Eh isso que o Brasil precisa,

    Eh isso que o Brasil precisa, retardados mentais controlando o supremo.  Nao basta os retardados supremos nao, tem que ter retardados de fora tambem.

    Relembrando:  evangelicos sao aleijados mentais devido a sua religiao, e raramente conseguem entender mais que sentencas soltas, mas os significados de paragrafos ou textos completos lhes escapam totalmente.

    Relembrando:  evangelicos sao ARSENAL DE GUERRA do governo dos Estados Unidos.

  8. Charles Harnack

    7 de maio de 2016 8:28 pm

    A Justiça primeiro engorda os

    A Justiça primeiro engorda os porcos, e depois não sabe o que fazer com eles.

     

    Vejam O Cunha como exemplo mais dignificante na nossa Suprema Corte.

  9. naldo

    7 de maio de 2016 8:41 pm

    “Jenios”, quer dizer que

    “Jenios”, quer dizer que quando o gilmar cassou a nomeação do Lula , um ato privativo da presidente, não era ativismo judicial?? Vão cantar noutra freguesia (para ser polido).

    1. peregrino

      7 de maio de 2016 9:31 pm

      bem lembrado, naldo…

      mas, não deixa de ser bom para todos, vê-los dessa forma, em retaliação vingativa e descabida em todos os sentidos

    2. peregrino

      7 de maio de 2016 9:39 pm

      bem lembrado, naldo…

      mas, não deixa de ser bom para todos, vê-los dessa forma, em retaliação vingativa e descabida em todos os sentidos

  10. jose antonio santosj

    7 de maio de 2016 8:43 pm

    è o começo dos tempos de trevas

    Tempos de trevas, o povão pisou na bola em votar nessa gente!

    agora estamos na mão dessa gente atrasada.

    ainda por cima tem uma associação de juristas evangelicos.!!!!

    eles não vão julgar não pelas leis dos homens mas pela biblia!

    vamos viver numa republica fundamentalista como o Iran.

    So que eles são declarados e nos seremos dissimulados!

    1. Jadir Rocha

      7 de maio de 2016 11:39 pm

      As relligiões,

      As relligiões, principalmente, as evangélicas, só servem para atrasar os povos. Esses deputados federais evangélicos, se, analisarmos o que, tentam criar são, simplesmente, coisas que atrasam á sociedade. São mentes muito pequenas. É óbvio que tem visão proporcional aos seus eleitores. 

  11. JB Costa

    7 de maio de 2016 8:49 pm

    A princípio, ou em tese, como

    A princípio, ou em tese, como costumam dizer alguns, a propositura não é tão absurda ao ponto de ser rejeitada in limine. Afinal, é prerrogativa de membros do Legislativo………legislarem! O problema está nos propósitos que movem os interessados e a própria conjuntura política-social instável. Ânimos estes que depõem contra a iniciativa pelo seu claro viés punitivo-revanchista e não a busca do aperfeiçoamento da institucionalidade no que tange ao equilíbrio e harmonia entre os poderes da República.

    A bem da verdade, o alegado e ao mesmo tempo deplorado ativismo judicial, uma contradição entre termos, ocorrido nos últimos anos muito se deveu, e continua na mesma toada, a três fatores:

    a) Judicialização de um processo político advindo de um contexto de intensas disputas partidárias que por sua vez vai deitar raiz num sistema anacrônico e complexo.

    b) O vácuo na legislação(incluindo a própria Carta-Magna) relacionado com demandas bem específicas, em especial as envolvendo minorias e costumes. 

    c) No sentido inverso, a própria tara legiferante dos dois outros poderes que, não raro, atropela a Constituição e/ou a legislação ordinária. 

    Seria o caso de se alertar esses parlamentares acerca de primeiro cumprirem sua parte e só depois cobrarem a dos outros. 

    1. Athos

      8 de maio de 2016 4:59 pm

      Sim
      O controle tem que ser interno.
      Mas se recusam a fazer. …Então abrem possibilidade para que isso aí ocorra de verdade.

  12. peregrino

    7 de maio de 2016 9:17 pm

    nenhuma surpresa…

    e maioria dos politicos seguem por aí mesmo, até no golpe seguiram, que vem a ser ou significar:

    a retaliação tomando o lugar do cumprimento do dever

    não fazem, ou fazem pior, de forma ilegal ou negociada, e partem para impedir quem deseja fazer de forma legal e perfeitamente aceita pela Constituição

    desvios de verbas para educação e saúde em MG, atentando claramente contra a Constituição, é o maior exemplo

  13. peregrino

    7 de maio de 2016 9:25 pm

    o não legislar…

    ou a falta de interesse, se dá muitas vezes por já terem opinião própria e contrária sobre o que a lei possa vir a garantir

    sempre acontece, como aconteceu, quando seguidores de um Cunha, por exemplo

    na dúvida, levantamento do que seguiu parado e do que agora querem que aconteça como num passe de mágica

  14. IA2

    7 de maio de 2016 10:11 pm

    STF serve mesmo pra que? Dar

    STF serve mesmo pra que? Dar golpe de estado como agora, lembrei.

  15. Frederico69

    7 de maio de 2016 10:12 pm

    os ratos tentam proteger a ratazana rei!

    que imundicie de gente!

  16. S.Bernardelli

    7 de maio de 2016 11:53 pm

    QUEM MANDOU DAR
    QUEM MANDOU DAR CORDA AO GOLPE? CADA JUIZ DO STF TEM O FUTURO GOVERNO QUE MERECE 

     

  17. altamiro souza

    8 de maio de 2016 12:21 am

    parece que o espírito

    parece que o espírito vingativo e fundamenentalista

    impregnou as instituições brasileiras…

  18. Gilson AS

    8 de maio de 2016 12:56 am

    Que boa a fala desses

    Que boa a fala desses golpistas, espero que falem mais.

    Só assim, antes de tomar o poder no grito, eles mostrem a cara.

    Espero que o STF, PF, juízes em geral, estejam atentos no que pensam os que estarão no governo em breve.

    Para quem não sabe esse Sóstenes é a voz do Malafaia na Câmara. O Malafaia trabalhou incessantemente para eleger esse dep. Federal. O outro foi o dep. estadual, seu irmão.

    ////////

    O primeiro revés que os golpista tomaram pela justiça já se revoltaram. Imaginem se estivessem na pele do PT, só tomando pancada de mídia há 13 anos e um Gilmar Mendes como opositor no STF.

    Já teriam cassado a concessão da Globo e invadido o STF.

  19. Cristiana Castro

    8 de maio de 2016 1:10 am

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk A-DO-REI!!!!!!!!  Mas tem que tramitar com urgência máxima, o projeto! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    A gente já não tem Judiciário mesmo. Já que é pra bagunçar, bagunça com tudo logo. Os ministros do STF vão ter que desocupar o trono de Deus pq ele quer mandar tb. Rindo litros!

  20. peregrino

    8 de maio de 2016 1:37 am

    vou deixar para rir depois…

    só quando a Globo tiver que engolir a comunicação sendo vista como tema de ordem religiosa

    logo ela, que mesmo podendo contar com total liberdade, sempre gritou não me censurem

  21. peregrino

    8 de maio de 2016 1:41 am

    rs……………..como já sabemos como tratam os filhos deles

    prepare-se Globo

    tadinha

    1. peregrino

      8 de maio de 2016 1:47 am

      deu a louca na BBB…

      a visão sugere todas as concessões públicas

      finalmente ficará sabendo de onde vem a violência

      1. peregrino

        8 de maio de 2016 1:52 am

        vamos lá ignorância conservadora e louca…

        palmadas na Globo

    2. peregrino

      8 de maio de 2016 1:55 am

      poucos?

      sim, poucos

      mas o dinheiro é para comprar muitos

  22. claus.casto

    8 de maio de 2016 2:40 am

    A tendência é que judiciário e MP sejam bem diminuídos

    A tendência é que judiciário e MP sejam bem diminuídos – inclusive pecuniariamente. Será que a cascata de auxílios perdurará diante da necessidade de tantos ajustes fiscais a la Temer???

    1. Athos

      8 de maio de 2016 5:02 pm

      Não !
      É o contrário.

      Depois vem a caça as bruxos interna que consolidará o domínio das instituições.

  23. Jus Ad Rem

    8 de maio de 2016 2:44 am

    Os velhinhos de toga já estão

    Os velhinhos de toga já estão tendo uma amostra do “republicanismo” dessa gente que quer dar o Golpe Parlamentar.

    O “novo governo” será assim, meretíssimos.

    É bom embargar logo tudo isso antes que seja  tarde demais. 

  24. Jofran Oliva

    8 de maio de 2016 3:30 am

    E tem quem diga que Marx. . .

    E tem quem diga que Marx só escreveu besteiras. A frase “A religião é ópio do povo” é mais viva do que nunca.

  25. Serjão

    8 de maio de 2016 10:55 am

    Mateus

    Quem pariu Mateus, que o embale!

  26. dudu cartucho

    8 de maio de 2016 3:53 pm

    a lei

    Com os 6 itens da lei, já dá pra cassar a maioria. Com o 7º do pastor-deputado pega os 11 ( o afastamento do EC).

    Seria bom o senado cassar os supremos ministros, e a justiça cassar os parlamentares .

  27. Athos

    8 de maio de 2016 5:00 pm

    Sou a favor
    Da Extinção Do STF e da criação de duas novas turmas no STJ.

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