4 de junho de 2026

Chalita deixa PMDB e deve ser vice de Haddad

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Jornal GGN – O secretário de Educação da cidade de São Paulo, Gabriel Chalita, deixou o seu partido, o PMDB, para se filiar ao PDT. A decisão foi tomada depois que a senadora Marta Suplicy se juntou ao PMDB para disputar a Prefeitura de São Paulo com Fernando Haddad. A cerimônia foi realizada ontem (30). Chalita deve ser anunciado como o vice da chapa do atual prefeito.

Quando Marta se filiou ao PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, deu o aval para que ela fosse candidata em São Paulo. Haddad demonstrou interesse em manter Chalita na sua equipe e disse publicamente que o partido aliado não estava cumprindo o acordo político que fez com o PT em São Paulo. Chalita ficou ao seu lado e disse repetidas vezes que se sentiria “muito desconfortável” de não cumprir sua palavra.

O PDT foi o primeiro partido de Chalita. Ele foi eleito vereador em Cachoeira Paulista pela legenda quando tinha apenas 19 anos. Em 1989, deixou a sigla para se juntar ao PSDB, onde ficou até 2009. Na cerimônia de ontem, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que Chalita “voltou para casa”. “Temos uma relação muito boa com ele e há anos tentamos trazê­-lo para o partido”, afirmou.

O secretário deve ocupar uma vaga na direção nacional do PDT. Ele terá a função de dar mais capilaridade ao partido em São Paulo e fará a coordenação da pauta de educação. A secretária da Pessoa com Deficiência de Haddad, Marianne Pinotti, e os vereadores Calvo e Paulo Frange acompanharão Chalita na migração para o PDT.

A direção do partido tinha a expectativa que a filiação de Chalita atraísse também a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Luciana Temer, filha do vice-presidente da República. Quando procurada, ela disse que se um dia se desfiliasse do PMDB, não pretendia se filiar a nenhum outro partido. Isso não quer dizer que ela deixa a equipe do prefeito Fernando Haddad. A tendência é que ela permaneça no cargo e deixe o PMDB.

No ato de ontem, Lupi disse que a aliança com o PT se mantém no plano nacional, que o partido permanece na base de apoio da presidente Dilma Rousseff. “Quando não há fundamento, o impeachment é golpe e é isso o que está acontecendo no país. Não vamos aceitar o golpe. O PMDB quer ganhar o governo pelo tapetão”, disse.

O partido comanda o Ministério das Comunicações, com André Figueiredo. Lupi negou que esteja negociando novas pastas com o governo depois do rompimento do PMDB.

Redação

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3 Comentários
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  1. Maria Luisa

    31 de março de 2016 3:58 pm

    Eh…

    Boa sorte a Fernando Haddad. Ele vai pegar pela frente a dupla de lavadoures de roupa: João Doria e Marta Suplicy. 

  2. agincourt

    31 de março de 2016 6:18 pm

    pindorâmicas

    “O PDT foi o primeiro partido de Chalita.”

    O filho pródigo retorna à casa…

    Falando sério: o único partido ao qual o biógrafo oficial da mulher do Alkmin é fiel é o partido dele mesmo. A criança montou uma equação, e o resultado deu isso.

    Haddad fica feliz.

    Tudo mais é conversa pindorâmica pra boi dormir.

  3. Paulo P Ribeiro

    31 de março de 2016 7:39 pm

    Gabriel Chalita foi o melhor

    Gabriel Chalita foi o melhor secretário da Educação tanto no Estado de São Paulo como na Prefeitura. Sua presença ao lado de Hadad frotalece ainda mais a chapa e a torna praticamente imbatível em outubro!

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