Dia desses publiquei um comentário do Paulo Sérgio Santos sobre a Orquestra Sinfônica Brasileira. Chamei-o de maior clarinetista da música brasileira. Houve quem reclamasse.
Reitero: é o melhor. Anos atrás escrevi uma crônica para ele, com o título “O sopro de Deus”.
Aprecie aí o craquíssimo Paulo Sérgio Santos.
Deixe um comentário