4 de junho de 2026

Hoje, no primeiro dia do anos comemoramos o aniversário de um dos maiores gênios do futebol: Roberto Rivellino

 

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DO  RIVELLINO SPORT CENTER.

Roberto Rivellino nasceu no primeiro dia do ano de 1946. De família italiana, sempre teve o futebol no sangue. Era conhecido pelo apelido de Maloca nas peladas em que disputava na cidade de São Paulo. As peladas e o futebol de salão acabaram lhe rendendo um incrível domínio de bola e uma capacidade de driblar em espaços reduzidos. Sua incrível dedicação e a grande categoria técnica rapidamente conquistaram a apaixonada torcida do Corinthians. Jogava tanto na ponta-esquerda quanto no meio-campo, armando jogadas e fazendo ótimos lançamentos. Além da habilidade fora do comum, chamava a atenção pelo potente chute de canhota, que chegava a assustar os goleiros adversários. 

Fez seu primeiro teste para ser jogador no Palmeiras. Não passou. Estava escrito que seu destino era o Corinthians, onde chegou ainda com idade juvenil.

A chegada ao Corinthians – Rumo à Seleção

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Aos dezenove anos Roberto fez sua estréia com a camisa titular do Timão e no mesmo ano já foi convocado para a Seleção Brasileira, participando de um amistoso contra o Arsenal e de outro contra a Hungria. 

Em 1966, conquistou seu único título com a camisa alvi-negra: a Copa Rio-São Paulo, título que foi dividido com Botafogo, Vasco e Santos.

Só voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira em 1968, quando marcou seus dois primeiros gols com a camisa canarinho, no amistoso contra a Polônia.

Com Zagallo no comando da Seleção, foi titular do Brasil na Copa de 1970, conquistando o tricampeonato mundial. Rivellino foi o terceiro maior goleador do time: marcou 3 gols em 5 partidas.

A Consagração na Seleção e a saída do Timão

Ainda em 1970, Riva foi eleito, com méritos, para a Seleção da Copa. Os mexicanos se apaixonaram pelo seu futebol e ele recebeu o apelido de “Patada Atômica”, em função de seus chutes espetacularmente fortes. Foi titular da Seleção também na Copa de 1974, quando disputou todos os sete jogos e marcou 3 gols novamente. No final do ano, o Corinthians perdeu o título do Campeonato Paulista para o Palmeiras e Rivellino foi injustamente culpado pela derrota. Magoado, Riva (como era chamado pelos companheiros e amigos) foi para o Fluminense.

A entrada no tricolor e a ida para o exterior

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Estreou com a camisa tricolor em 1975, justamente contra o Corinthians. Resultado final: Flu 4×1 Corinthians, com três gols de Rivellino. 

Fez parte da chamada “Máquina Tricolor”, time do Fluminense que foi bicampeão estadual. Convocado novamente para a Seleção, participou de três partidas na Copa de 1978, sem marcar gols. Nesse ano, acertou sua transferência para o Helal, da Arábia Saudita, onde foi campeão da Copa do Rei e bicampeão nacional. Desavenças com o príncipe Kaled fizeram com que Rivelino encerrasse sua carreira mais cedo, em 1981, aos 35 anos.

A história teve um final feliz.

Em doze anos de Corinthians, o “Reizinho do Parque” (em alusão ao Parque São Jorge, estádio do clube) marcou 165 gols e faz parte da Seleção dos melhores jogadores da história do Timão. Seus 53 gols em 158 jogos pelo Flu também lhe garantiram uma vaga entre os 11 da história do tricolor carioca.

Muitos o consideram o maior jogador tanto do Corinthians quanto do Fluminense. Foi titular da Seleção por quase dez anos. Disputou 94 jogos oficiais, marcando 26 gols e só tendo sido derrotado por nove vezes. Incluindo também as partidas amistosas, fez um total de 122 jogos com a camisa da Seleção e 43 gols. É o terceiro jogador que mais atuou em partidas oficiais do Brasil, perdendo apenas para Djalma Santos e Gilmar. No entanto, é o atleta que mais jogou com a camisa da Seleção, contando também as partidas amistosas. Está entre os dez maiores artilheiros da história da Seleção Brasileira.

Frases

Se meu time estivesse perdendo, eu chorava.”

(Rivellino, ex-craque da Seleção Brasileira)

Depois de Pelé e Garrincha, Rivellino foi o maior.”

(Nelsinho Rosa, técnico de futebol)

Rivellino é um dos jogadores mais hábeis que já vi jogar.” 

(Didi, ex-jogador da Seleção Brasileira)

Vim ver Pelé, mas acabei vendo Rivellino.” 

(Franz Beckenbauer, depois do amistoso Brasil 2 x 1 Seleção da FIFA em 1968)

Foi em Rivellino que me mirei para jogar. Até hoje, tenho em minha memória seu drible perfeito, seu passe preciso e seu chute indefensável.” 

(Maradona, maior craque do futebol argentino)

http://www.rivellinosportcenter.com.br/html/biografia.html

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Jogadas famosas

Rivellino teria começado seu futebol jogando em quadras, na modalidade conhecida por Futsal. Graças a essa origem, desenvolveu uma série de jogadas curtas com a perna esquerda que viriam a fazer grande sucesso nas categorias de base do Corinthians, mais tarde no time principal. É tido como o inventor do drible “elástico“, que consiste em fazer um movimento de vai-e-vem com a bola usando o mesmo pé. Mas o próprio Rivellino já disse, por diversas vezes, que copiou o drible de um colega do futsal, de origem japonesa, o ex-camisa 8 do Corinthians Sérgio Echigo.

Excelente cobrador de faltas, chamava a atenção pelos potentes tiros desferidos com a perna esquerda. Na Copa do Mundo de 1970, o primeiro gol da seleção brasileira foi feito por ele, em uma cobrança de falta contra a Tchecoslováquia.

Apelidos

Reizinho do Parque, dado pelo jornalista esportivo Antônio Guzmán na década de 60, em sua época majestosa de Corinthians;

Patada Atômica, chamado assim pelos mexicanos na campanha da Seleção Brasileira na Copa de 70, por seus potentes chutes de canhota. Outros dizem que esse apelido foi dado pelo locutor Waldyr Amaral, durante a Copa do Mundo de 1970;

Bigode: chamado assim pelos colegas futebolistas. Quando jogador, tinha 1,72 m e 68 kg e atraía muito a atenção seu bigode, que começou a usar a partir de 1971 e que o manteve até então.

Riva: Utilizado carinhosamente por torcedores, o apelido é uma abreviação do seu sobrenome.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Rivellino

 

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