Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
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Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
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Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
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Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
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Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
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Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
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Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
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Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
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Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
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Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
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Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
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Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
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Folha de S.Paulo – Olavo Rodrigues Barbosa (1923-2010): Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950 – 21/11/2010
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
Joguei contra a Portuguesa. Nena me viu jogar e me convidou para treinar. Cheguei a jogar nos juvenis da Lusa mas quando meu pai descobriu me obrigou a deixar o clube. Naquela época jogador de futebol não era visto com ‘bons olhos’. Nena ainda falou com meu pai mas não adiantou. Continuei jogando na várzea em Vila Maria, fui trabalhar como contínuo no Jornal Última Hora e me tornei jornalista. Nunca mais esqueci aquele treinador de voz pausada mas enérgico e que conseguia descobrir talentos. Como o caso de Ivair e posteriormente Enéas.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
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Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
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Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
Por Renato Lombardi
Tive o prazer e a satisfação de conhecer Nena quando ele era treinador das categorias infanto e juvenil da Portuguesa. Jovem, bem jovem, eu jogava no time da fábrica de vidros Nadir Figueiredo. Todo final de ano, no campo da fábrica, que ficava no meio de uma vila de casas onde moravam os empregados da Nadir, em Vila Guilherme, zona norte da capital de São Paulo, o nosso time jogava com os juvenis de um clube profissional. Enfrentamos o juvenil da Portuguesa que tinha como uma de suas estrelas Ivair que anos depois tornou-se o Príncipe do futebol paulista.
OLAVO RODRIGUES BARBOSA (1923-2010)
Nena, zagueiro reserva na Copa do Mundo de 1950
ESTÊVÃO BERTONI
DE SÃO PAULO
Entre os 22 atletas convocados pelo técnico Flávio Costa para disputar a Copa de 1950 no Brasil, constava o nome do zagueiro Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena.
Natural de Porto Alegre (RS), ele começou a jogar num time de várzea da cidade, até ser descoberto e levado, aos 18 anos, para integrar o elenco do Internacional.
Durante a década de 40, Nena fez parte da equipe do Inter que ficou conhecida como Rolo Compressor, por ter conquistado todos os campeonatos gaúchos de 1940 a 1945, sequência só interrompida pelo Grêmio, em 1946.
No total, o atleta ganhou seis títulos estaduais defendendo a camisa colorada.
Depois, assinou contrato com a Portuguesa, time em que se consagrou campeão da Taça Rio-São Paulo por duas vezes, nos anos 50.
Com passagens anteriores pela Seleção, ficou no banco em 1950. Para a mulher, Juraci, com quem ele permaneceu casado desde 1945, havia preferência na época por atletas cariocas e paulistas.
Ela lembra da tristeza do marido com a derrota para o Uruguai, na final da Copa, em pleno Maracanã lotado.
Após se aposentar, no fim dos anos 50, ele treinou as categorias infantil e juvenil da Portuguesa e, esporadicamente, a equipe principal.
No fim dos anos 90, o neto Andrezinho foi revelado pelo Corinthians, jogando como meia na equipe principal. O avô acompanhava a carreira do rapaz e, às vezes, vinha a São Paulo para vê-lo jogar.
Nena morava desde 2003 em Goiânia. Sofria de Alzheimer. Morreu na quarta, aos 87, de câncer. Deixa viúva, 11 netos e dois bisnetos.
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