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6 Comentários
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  1. HenriqueBeaga

    29 de fevereiro de 2016 6:02 am

    “Objetivos Políticos da Lava Jato são Claros” diz Patrus
    http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/218753/“Objetivos-políticos-da-Lava-Jato-são-claros”.htm

  2. Amarildo

    29 de fevereiro de 2016 11:20 am

    Promovendo a corrupçao em vez de combatê-la

     

    Reproduzido no Blog do Nassif

    da Rede Brasil Atual

    Quando a Justiça falha, corrupção encontra ‘lado certo’ para se abrigar

    por Helena Sthephanowitz

    A função das penas judiciais nas sociedades civilizadas não é apenas punir quem comete crimes. A função mais importante é passar a mensagem para toda a sociedade de que “o crime não compensa”, dissuadindo todos de cometerem delitos. Mas essa mensagem não funciona quando o próprio poder Judiciário deixa impune quem fica ao abrigo de alguns intocáveis grupos de poder. A mensagem passa a ser outra: “O crime pode compensar se não ficar do lado errado”. Por aqui, o “lado certo” para corruptos ficarem impunes tem sido o da oposição comandada por tucanos, democratas e afins, juntamente com os milionários grupos de mídia.

    Exemplo claro foi a opção do ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, de priorizar o julgamento do mensalão petista e deixar o mensalão tucano, anterior ao primeiro, para segundo plano – e apesar de acumular inúmeras denúncias, evidências e provas.

    Com arbitrariedades como essa, em vez de diminuir a corrupção na política, Barbosa criou o caldo de cultura que levou à eleição de um Parlamento, em 2014, que colocou o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara, com apoio velado das mesmas grandes empresas de mídia que amplificaram o “mensalão” petista. Até hoje essas forças políticas se sentem confortáveis em manter Cunha lá, pois os representam e representam seus interesses econômicos e de poder – apesar de, igualmente, acumular contra si denúncias, evidências e provas de envolvimento em corrupção e recebimento de propinas.

    Cunha na presidência da Câmara, e sentindo-se do lado escolhido para permanecer impune, impôs votações de leis que agravariam a corrupção, como a tentativa de constitucionalizar a doação empresarial de campanha, vetada pelo STF.

    A sanha de Joaquim Barbosa fez ainda mais: enfraqueceu as bancadas progressistas nas eleições de 2014, elegeu menos negros, menos lideranças de movimentos sociais, menos pensadores, menos representantes da classe trabalhadora e mais milionários. Pelo menos nas últimas legislaturas, nunca o topo da pirâmide social brasileira foi tão bem representada na Câmara, tendo o povão tão pouco representado.

    Se quando teve a oportunidade, Barbosa tivesse priorizado também o julgamento do mensalão tucano, o PSDB sairia da zona de conforto da impunidade e, pelo menos parte de seus membros, apoiariam uma reforma política de verdade, que reduzisse a influência do poder econômico corruptor e que aumentasse a participação popular.

    Constatado o erro histórico das escolhas políticas de Barbosa na hora de priorizar processos, vemos o mesmo erro em curso na Operação Lava Jato, com conseqüências muito mais ruinosas à nação. É o caso da inusitada votação no Senado para colocar em urgência a entrega do petróleo descoberto no pré-sal para petroleiras estrangeiras, de autoria do Senador José Serra (PSDB-SP).

    Muitos senadores citados ou investigados na Lava Jato como supostos beneficiários de contratos na Petrobras, agora que a empresa é vigiada, votaram contra a estatal brasileira e a favor de petroleiras estrangeiras, que estão fora do alcance dos órgãos de controle nacionais.

    Empresas estrangeiras, que já patrocinaram guerras e golpes de estado mundo afora, mantêm seus lobistas e operadores também atuando no Brasil, pressionando (e talvez corrompendo) por seus interesses econômicos bancadas no Legislativo e grupos de mídia que, por sua vez, exercem forte influência na pauta do Judiciário.

    Nem estamos acusando de ilegalidades, mas apenas falamos de pressão por todos os meios que, até onde são visíveis, podem até estar dentro da lei. Porém, é claro que há suspeitas de que interesses escusos também podem estar sendo saciados clandestinamente.

    Na Lava Jato, investigações sobre petistas são priorizadas a jato. Sobre tucanos, ou não vem ao caso, ou são engavetadas a jato ou jogadas para segundo plano. Investigações que lincham a imagem da Petrobras, inclusive alimentando processos movidos no exterior contra a empresa, andam a jato. Sobre empresas estrangeiras que pagaram propinas a diretores corruptos da estatal, se é que está havendo alguma investigação profunda de fato, são cercadas de sigilo e há todo um cuidado especial de não expor à execração pública.

    A mesma diferença de tratamento ocorre com empreiteiras brasileiras, que devem, sim, ser investigadas e punidas pelo que ficar comprovado, mas os mesmos pesos e medidas devem ser aplicados às concorrentes estrangeiras envolvidas em malfeitos.

    Essa seleção de quem deve ser ou não ser investigado, que são escolhas sobretudo políticas, é que determinam quem ficará impune ou não. Mas essa prática não ataca o sistema e não reduz a corrupção. Apenas muda a correlação de forças políticas e econômicas que vivem da corrupção. Os corruptos mudam para o lado do dinheiro sujo impune, e os corruptores, que agem nas sombras, mudam o modo de operar para dar ar de legalidade na obtenção de vantagens.

    Não será surpresa se, daqui a pouco tempo, um ex-diretor corrupto da Petrobras, premiado com acordo de delação, se mudar para Miami ou Houston, assim que a Justiça permitir, e ser contratado como executivo de alguma petroleira estrangeira, recebendo polpudos bônus pelo sucesso dos resultados obtidos na exploração do pré-sal no Brasil. Tudo “dentro da lei”. Outros abrirão suas consultorias lá, onde o lobby é legalizado e conta com um arcabouço jurídico para sua proteção.

    Não será surpresa se algum ex-doleiro vier a ser contratado com “head hunter” em Miami de alguma petroleira estrangeira, para caçar “talentos”, coincidentemente encontrados entre filhos ou netos de deputados ou senadores que votaram pela entrega do pré-sal. Tudo “dentro da lei”.

    Para dar um exemplo real deste tipo de meritocracia tucana, um dos filhos do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) é executivo do Banco Santander no México. O fato de o pai ter privatizado o Banespa para o Santander é apenas coincidência perante a lei.

    O Santander também comprou por um valor astronômico a empresa argentina Patagon após Verônica Serra, filha do senador José Serra, virar sócia. Meritocracia tucana.

    Na Itália, a operação Mãos Limpas levou ao poder Berlusconi. No Brasil, o seletivismo do “mensalão” levou Eduardo Cunha à presidência da Câmara. Nesse ritmo de seletivismo judiciário na Lava Jato, a entrega do pré-sal a estrangeiros fará o “petrolão” parecer “petrolinho” diante do “petrolón” transnacional que já está dando sinais de vida.

    Será que é pedir demais que se combata a corrupção no Brasil como um todo, para haver mudanças de fato, e sem lesar a pátria?

     

  3. Assis Ribeiro

    29 de fevereiro de 2016 11:28 am

    Deu no Brasil 247
    DATAFOLHA MOSTRA LULA NO SEGUNDO TURNO EM 2018:
    Em qualquer cenário, seja com Aécio Neves, Geraldo Alckmin ou José Serra como candidato do PSDB, o ex-presidente Lula aparece no segundo turno pelo PT, segundo novo levantamento Datafolha, com 20% das intenções de voto, em média; dados marcantes da pesquisa são o mau desempenho dos tucanos e a rápida ascensão do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que figura como quarto colocado; ele deve ir para o PSC para se candidatar; em um quarto cenário com 3 tucanos na disputa, caso Alckmin se lance pelo PSB e Serra pelo PMDB, Aécio ficaria tecnicamente empatado com Lula na liderança, com 20 e 19%, respectivamente; Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha, destaca a capacidade de recuperação do ex-presidente:

  4. Pedro Carlos Penido Veloso dos Anjos

    29 de fevereiro de 2016 12:26 pm

    ocê está aqui: Página

    ocê está aqui: Página Inicial / Brasil / Gilmar (PSDB-MT) processa PHA. Para perder!

    Gilmar (PSDB-MT) processa PHA. Para perder!

    Tentativa de manipular a Justiça com poder político e financeiro!​    Imprimirpublicado 29/02/2016 bessinha gilmar vou me embora

    É com renovado entusiasmo que o ansioso blogueiro comunica aos amigos navegantes que recebeu do Dr Leonardo Borges de Figueiredo, da Oitava Vara Cível de Brasília/DF, uma “carta precatória de citação” de autoria de Gilmar Ferreira Mendes, aqui conhecido como “Ministro sic do Supremo”, ou “Gilmar (PSDB-MT)”.

    Deve ser a 8.274ª ação que o citado Ministro sic move contra jornalistas.

    No caso do ansioso blogueiro, ele é como o Padim Pade Cerra: tem a virtude de perder.

    (Veja na aba “Não me calarão”).

    É possível que o citado Ministro sic considere que tenha sido atingida a sua honra.

    Um ministro da Suprema Corte que deu um HC para o Dr Roger Abdelmassih fugir para o Paraguai.

    Que deu deu dois HCs Canguru ao Daniel Dantas, mesmo depois de o jornal nacional divulgar essa reportagem devastadora.

    Um ministro que desacata os colegas de Corte com agressões e deboches, quando perde – e ele perde sistematicamente – em votações como a do rito do julgamento do impeachment.

    A ponto de o Presidente da Corte lhe desejar, sarcasticamente, “boa viagem!”.

    Um ministro sic que, invariavelmente, decide a favor de um lado do espectro político e invariavelmente contra o outro…

    Esse ministro processa jornalistas para resguardar a honra!

    Breve receberá ele também uma carta precatória de citação.

    Por abuso do poder político e econômico – afinal, ele é propagandista de milionária escola de Direito – e tentativa de manipular a Justiça contra a liberdade de expressão.

    O ansioso blogueiro se prepara para travar novos e renovados encontros com o Ministro sic!

    Não deixe de contemplar a obra de Bernini, a “Galeria de Honra Daniel Dantas”, onde o ministro (PSDB-MT) figura conspicuamente.

    Diz-me quem te processa e dir-te-ei quem és!

    Paulo Henrique Amorim, citado enquanto trabalhava, na frente de colegas que o tiveram, momentaneamente, por traficante de escravas brancas.

     

  5. evandro condé de lima

    29 de fevereiro de 2016 12:30 pm

    Até onde é verdade?

     

    Após gastar mais de R$ 6 bilhões, TV Brasil dá menos ibope que Rede Vida

    Ricardo Feltrin

     

    Famoso “depósito” de empregos destinado aos amigos do governo, a TV Brasil começa 2016 com a mesma audiência desde sua fundação: zero de ibope. Ou, para ser absolutamente exato: 0,14 ponto de ibope. Desde 2007, quando foi criada, estima-se que já tenha custado mais de  R$ 6 bilhões ao país.

    Em outras palavras, 0,14 ponto de ibope está naquela “região” que os especialistas chamam de “traço de audiência”. É um resíduo, uma espécie de poeira,  um público praticamente inexistente. Pode-se dizer até que o telespectador da TV Brasil é quase um “fantasma”.

    Desde a crise que assola o país, não se falou nenhuma vez em cortes em seus inchadíssimos quadros profissionais da emissora, quiçá para ajudar o país a fechar suas desmilinguidas contas.

    A emissora de TV estatal foi lançada no governo Lula, pelas mãos do “visionário” jornalista Franklin Martins (ex-Globo).

    O canal tem inclusão obrigatória em todas as operadoras do país e, ainda assim, amarga hoje o 41º lugar de audiência, segundo dados consolidados no PNT (Painel Nacional de Televisão).

    A TV Brasil tem menos audiência que emissoras de TVs centenas de vezes menos custosas, como Rede Vida (40º), TV Aparecida (39º) ou TV Cultura (30º).

    Em números, a TV Brasil tem o mesmo ibope de canais como Animal Planet e Boomerang, que são pagos e ainda assim nem estão nos pacotes básicos de algumas operadoras.

    O que é pior mesmo é que essa emissora, que consome centenas de milhões de reais por ano, tem suas  maiores (sic) audiências apenas quando está exibindo programação de terceiros, como a Cultura, ou programas infantis estrangeiros, como “Pingu”.

    Como TV, em termos de criatividade e qualidade, merece nota zero. Ou, para ser bem justo, nota 0,14.

     

     

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