
Do Portal Imprensa
Macri lança protocolo que impede livre cobertura de manifestações na Argentina
A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, anunciou um novo protocolo de atuação para as forças de segurança nas manifestações públicas. Segundo as novas regras, os jornalistas deverão ‘fazer seu trabalho em uma zona determinada pela polícia’.
A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, anunciou um novo protocolo de atuação para as forças de segurança nas manifestações públicas. Segundo as novas regras, os jornalistas deverão ‘fazer seu trabalho em uma zona determinada pela polícia’.
Segundo a Telesur, desde que assumiu o poder na Argentina, o empresário Maurício Macri vem sendo alvo de protestos praticamente diários contra seu governo por conta das medidas consideradas ‘antidemocráticas’ e ‘neoliberais’ que vem adotando.
Em pouco mais de dois meses, ele já tentou mudar a Lei de Meios, demitiu milhares de servidores públicos, aumentou em 400% a conta de energia e agora lança um pacote de medidas repressivas com o intuito de acabar com os protestos de rua semanais, apelidados de “plazas del pueblo”.
“O governo do presidente Mauricio Macri não quer que, durante os próximos quatro anos, as ruas sigam sendo um lugar diário e permanente de problemas”, afirmou Patricia Bullrich, ao apresentar as novas medidas.
De acordo com o protocolo, toda e qualquer manifestação deverá ser submetida à aprovação da polícia, com trajeto, número esperado de participantes e tempo estimado de passeata.
Caso algum trajeto ou horário seja desrespeitado, os manifestantes serão reprimidos. “Pediremos que se retirem pacificamente. Se não saírem entre cinco e dez minutos, os ‘tiramos’”, disse a ministra de segurança.
Sobre a resolução dedicada à imprensa, o Centro de Estudos Legais e Sociais (Cels) afirmou que elas afetam diretamente e de maneira negativa a liberdade de imprensa, pois impede o controle que o registro fotográfico e audiovisual exerce sobre o trabalho da polícia.
“As restrições podem significar um possível condicionamento e um enfoque direcionado das coberturas jornalísticas de protestos”, alertou em comunicado o Fórum de Jornalismo Argentino (Fopea).
jasantos
26 de fevereiro de 2016 1:29 pmMinistro da segurança?
Um nome desses está me cheirando a nazismo.
Paulo Cesar Monteiro
26 de fevereiro de 2016 1:49 pmProtocolo Macri
Que a verdade seja dita, o capital esta destruindo todos os governos que estão voltados para o social.
Nossa presidenta abriu as pernas. Deve ficar na história como a que ntregou o pre sal para salvar a cabeça.
KURKk
26 de fevereiro de 2016 1:52 pmSeremos assim amanhã…..
Seremos assim amanhã…..
Al Magno
26 de fevereiro de 2016 2:04 pmSó podia ser…
Só podia ser um bolivariano desses mesmo!!!
Quem aguenta esse bolivarianismo latino e seus decretos antidemocráticos, n’est pas?
CB
26 de fevereiro de 2016 10:53 pmSó podia ser mesmo um
Só podia ser mesmo um comunista este tal de Macri. Só um comuno-lulo-petista-bolivariano poderia tomar uma atitude destas. Vai vendo o que estes comunistas maldistos estão planejando pra América Latina, certamente orientados pela KGB.