Acho engraçado essa história de dizer que o BNDES tem uma faceta financeira. Se tem, não deveria. Afinal, enquanto instituição financeira, e não de desenvolvimento, para ser eficiente deve buscar as mesmas taxas de retorno que o setor privado pratica, ou pelo menos bem próxmas. Mas só de serem próximas, e não iguais, já destaca um carater de desenvolvimento. Além disso, como determinar os limites de um perfil e de outro? Quanto dos recusrsos do banco vão para cada “faceta” e a partir de quais critérios?
De fato, falta a toda PDP um meanismo de acompanhamento e cobrança de resultados, ao estilo Coréia. Em particular, os recursos destinados ao desenvolviemnto tecnológico sofrem do mesmo mal. O recurso vai, mas não necessariamente, o resltado vem. E neste caso, não falo de resltados de projetos específicos, mas de aprendizado das empresas, do ganhos de eficiêna, da conquistas de mercado, mesmo que o projeto tecnológico incialmente proposto não apresente o resultado esperado. Não há cobrança neste sentido. É uma penha, pois desperdiça recursos escassos obtendo resulados pífios, já que não muda a estrutura produtiva.
Deixe um comentário