A partir da década de 70, com a crise do modelo fordista de produção e a reestruturação produtiva em todo o mundo, com o aumento do desemprego e a perda de direitos sociais vinculados a relações de assalariamento, o cooperativismo ressurge dinamizado agora como proposta alternativa de uma “outra economia” dentro do capitalismo e como possível superação.
A pesquisa estudou três cooperativas da cidade de São Carlos utilizando as técnicas de entrevista e observação. Os resultados apontam para um descompasso entre as práticas efetivas e as propostas do movimento, o que indica o caráter “em construção” da Economia Solidária no Brasil. As relações de gênero não sofreram alterações, mantendo-se tal e qual em empresas comuns.
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