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Novo navio-plataforma destinado ao pré-sal da Bacia de Santos já está no Brasil
Nielmar de Oliveira
A Petrobras informou no último domingo (20) que chegou ao Brasil mais uma das unidade de produção que serão instaladas no polo pré-sal da Bacia de Santos. Desde o dia 19, o navio-plataforma FPSO Cidade de Saquarema está atracado no estaleiro Brasa, em Niterói.
A nova unidade, responsável pela produção, o armazenamento e a transferência de petróleo e gás, será mais uma a operar no Campo de Lula, a uma profundidade de 2.200 metros e está programado para começar as atividades no primeiro semestre de 2016.
A FPSO foi convertida a partir de um navio petroleiro o VLCC (Very Large Crude Carrier) no estaleiro CXG (China). Ela terá capacidade para processar até 150 mil barris por dia de petróleo, comprimir diariamente 6 milhões de metros cúbicos de gás e armazenar até 1,6 milhão de barris de petróleo.
As informações da Petrobras indicam que, no estaleiro Brasa, responsável pela fabricação de seis dos módulos do FPSO, será feita a conclusão das operações de içamento e integração de módulos da planta de processamento.
Operado pela Petrobras (65% de participação), o consórcio que detém a concessão do Campo de Lula, no bloco BM-S-11 (Bacia Marítima de Santos), é uma parceria com a BG E&P Brasil (25%) e a Petrogal Brasil (10%).
Os navios do tipo FPSO utilizados nos campos de petróleo e gás podem ser realocados quando não são mais necessários em um campo petrolífero. Em comparação com as instalações fixas, os FPSO têm relação custo-benefício maior, já que as instalações fixas são mais caras e podem ser utilizadas em apenas um ponto.
Uma das maiores áreas produtoras de petróleo e gás do país, a camada do pré-sal teve a sua produção aumentada em 1,8% em novembro último, comparativamente a outubro. Dados divulgados pela Petrobras indicam que a média diária chegou a 1,023 milhão de barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás equivalente), contra a média diária de 1,005 milhão de petróleo equivalente extraída em outubro. Somente a produção total de petróleo atingiu em novembro a média diária de 820 mil barris por dia, com crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, quando a produção havia sido de 809 mil barris.
Mário Mendonça
24 de dezembro de 2015 2:29 pmNassif
Pois é, poderiamos
Nassif
Pois é, poderiamos refinar aqui dentro também para aliviar o fluxo de capitais.
altamiro souza
24 de dezembro de 2015 4:23 pmnessa área toda boa notícia
nessa área toda boa notícia parece uma dádiva.
Ricardo Moura
24 de dezembro de 2015 4:52 pmHá controle de produção em alto mar? Cuidado com o contrabando.
Os navios petroleiros, enchem-se de Petróleo e podem navegar para onde quiserem.
Há controle sobre isso?
Outras companhias também que exploram petróleo em alto mar precisa ser controlada
sua produção, o governo brasileiro tem a obrigação de manter um forte controle
sobre a produção em alto mar, para que o petróleo brasileiro não cai em mãos de espertos
e seja contrabandeado dos poços para outros países.
Muito atenção e todo cuidado é pouco.
junior50
24 de dezembro de 2015 10:35 pmTempo real
É feito em tempo real 24/7 , tanto dos campos de produção, como das plataformas e FPSOs, quanto ao seguimento dos navios – esgotadores, os quais realizam suas rotas de entrada na provincia petrolifera maritima, carregamento, e trafego até o terminal de recebimento, em just in time, emitindo em rota através do transponder AIS/VTS.
Já os petroleiros maiores, alem do AIS/VTS, tem sua posição constantemente atualizada – seguida – pelos satélites da Rede INAMARSAT.
Marcos Antônio
24 de dezembro de 2015 4:58 pmAinda temos parte da
Ainda temos parte da construção sendo feita na china!
E a produção abaixou seus preços?
junior50
24 de dezembro de 2015 8:19 pmConstruido na Coréia, modificado na China
Esta FPSO, como todas as outras, é montada a partir de um casco VLCC, no caso do ” Elizabeth Maersk “, lançado em 1999 pelo Estaleiro Hyunday, funcionando como super-petroleiro até sua aquisição, junto com outros 3 iguais em 2006, para serem transformados em FPSOs, encomendados pelo Cons´rocio liderado pela “famosa” holandesa SBM., a qual contratou o estaleiro chinês Chengxi Shipyards, que é especialista neste tipo de conversão.
Já ao Brasas – Niterói, compete a montagem, içamento e integração dos varios modulos de produção de oleo e gás, processamento de oleo, modulos de recuperação e tratamento de gás e CO2 , modulos de segurança operacional ( flares ), o módulo mais pesado chega a 1580 Toneladas, sendo que estes “módulos” seguem especificações exigidas pela Petrobrás e concernentes com a politica de conteudo nacional.
A FPSO Cidade de Saquarema, como é comum internacionalmente, possui bandeira de conveniência ( Bahamas ) e porto de registro em Nassau.
Para ver como era o navio antes: http://www.aukvisser.nl/supertankers/part-2/id619.htm
O “project finance” : http://www.green4sea.com/sbm-offshore-completes-financing-of-fpso-cidade-de-saquarema/
edsontadeu
24 de dezembro de 2015 7:52 pmé mais esse navio
é mais esse navio plataforma nos mostra os resultados da lava jato, navios e plataformas que eram construidos no Brasil, e devido a industria naval esta quase parada ja que as empreiteiras estao sem condiçoes de continuar com a produçao. é o caso da Odebrecht e outras que estao sendo prejudicadas por Sergio Moro., e com isso o que se produz no Brasil, passa a ser produzidos no exterior. Mesmo que de la saiam mais baratos do que construindo aqui temos o emprego garantido de milhoes de brasileiros, outras empresas que fabricam ou dao suporte as maiores, isso mexe com a previdencia, por que cada vez que aumenta o numero de contribuiçoes da garantias a quem vai se aposentar, e acima de tudo nao deixa a previdencia deficitaria. Na verdade é um efeito cascata. ate chegar no comercio. que sai beneficiadoquando mais gente trabalha.
Malú
24 de dezembro de 2015 11:52 pmAproveitem e se informem pois
Aproveitem e se informem pois ninguém vai ver essa notícia na mídia asquerosa.