4 de junho de 2026

Petrobras recebe novo navio-plataforma para o pré-sal

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Novo navio-plataforma destinado ao pré-sal da Bacia de Santos já está no Brasil

 

Nielmar de Oliveira

Da Agência Brasil

 

A Petrobras informou no último domingo (20) que chegou ao Brasil mais uma das unidade de produção que serão instaladas no polo pré-sal da Bacia de Santos. Desde o dia 19, o navio-plataforma FPSO Cidade de Saquarema está atracado no estaleiro Brasa, em Niterói.

A nova unidade, responsável pela produção, o armazenamento e a transferência de petróleo e gás, será mais uma a operar no Campo de Lula, a uma profundidade de 2.200 metros e está programado para começar as atividades no primeiro semestre de 2016.

A FPSO foi convertida a partir de um navio petroleiro o VLCC (Very Large Crude Carrier) no estaleiro CXG (China). Ela terá capacidade para processar até 150 mil barris por dia de petróleo, comprimir diariamente 6 milhões de metros cúbicos de gás e armazenar até 1,6 milhão de barris de petróleo.

As informações da Petrobras indicam que, no estaleiro Brasa, responsável pela fabricação de seis dos módulos do FPSO, será feita a conclusão das operações de içamento e integração de módulos da planta de processamento.

Operado pela Petrobras (65% de participação), o consórcio que detém a concessão do Campo de Lula, no bloco BM-S-11 (Bacia Marítima de Santos), é uma parceria com a BG E&P Brasil (25%) e a Petrogal Brasil (10%).

Os navios do tipo FPSO utilizados nos campos de petróleo e gás podem ser realocados quando não são mais necessários em um campo petrolífero. Em comparação com as instalações fixas, os FPSO têm relação custo-benefício maior, já que as instalações fixas são mais caras e podem ser utilizadas em apenas um ponto.

Uma das maiores áreas produtoras de petróleo e gás do país, a camada do pré-sal teve a sua produção aumentada em 1,8% em novembro último, comparativamente a outubro. Dados divulgados pela Petrobras indicam que a média diária chegou a 1,023 milhão de barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás equivalente), contra a média diária de 1,005 milhão de petróleo equivalente extraída em outubro. Somente a produção total de petróleo atingiu em novembro a média diária de 820 mil barris por dia, com crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, quando a produção havia sido de 809 mil barris.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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8 Comentários
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  1. Mário Mendonça

    24 de dezembro de 2015 2:29 pm

    Nassif
    Pois é, poderiamos

    Nassif

    Pois é, poderiamos refinar aqui dentro também para aliviar o fluxo de capitais.

  2. altamiro souza

    24 de dezembro de 2015 4:23 pm

    nessa área toda boa notícia

    nessa área toda boa notícia parece uma dádiva.

  3. Ricardo Moura

    24 de dezembro de 2015 4:52 pm

    Há controle de produção em alto mar? Cuidado com o contrabando.

    Os navios petroleiros, enchem-se de Petróleo e podem navegar para onde quiserem.

    Há controle sobre isso?

    Outras companhias também que exploram petróleo em alto mar precisa ser controlada

    sua produção, o governo brasileiro tem a obrigação de manter um forte controle

    sobre a produção em alto mar, para que o petróleo brasileiro não cai em mãos de espertos

    e seja contrabandeado dos poços para outros países.

     

    Muito atenção e todo cuidado é pouco.

    1. junior50

      24 de dezembro de 2015 10:35 pm

      Tempo real

       É feito em tempo real 24/7 , tanto dos campos de produção, como das plataformas e FPSOs, quanto ao seguimento dos navios – esgotadores, os quais realizam suas rotas de entrada na provincia petrolifera maritima,  carregamento, e trafego até o terminal de recebimento, em just in time, emitindo em rota através do transponder AIS/VTS.

        Já os petroleiros maiores, alem do AIS/VTS, tem sua posição constantemente atualizada – seguida – pelos satélites da Rede INAMARSAT.

  4. Marcos Antônio

    24 de dezembro de 2015 4:58 pm

    Ainda temos parte da

    Ainda temos parte da construção sendo feita na china!

    E a produção abaixou seus preços?

    1. junior50

      24 de dezembro de 2015 8:19 pm

      Construido na Coréia, modificado na China

         Esta FPSO, como todas as outras, é montada a partir de um casco VLCC, no caso do ” Elizabeth Maersk “, lançado em 1999 pelo Estaleiro Hyunday, funcionando como super-petroleiro até sua aquisição, junto com outros 3 iguais em 2006, para serem transformados em FPSOs, encomendados pelo Cons´rocio liderado pela “famosa” holandesa SBM., a qual contratou o estaleiro chinês Chengxi Shipyards, que é especialista neste tipo de conversão.

          Já ao Brasas – Niterói, compete a montagem, içamento e  integração dos varios modulos de produção de oleo e gás, processamento de oleo, modulos de recuperação e tratamento de gás e CO2 , modulos de segurança operacional ( flares ), o módulo mais pesado chega a 1580 Toneladas, sendo que estes “módulos” seguem especificações exigidas pela Petrobrás e concernentes com a politica de conteudo nacional.

          A FPSO Cidade de Saquarema, como é comum internacionalmente, possui bandeira de conveniência ( Bahamas ) e porto de registro em Nassau.

           Para ver como era o navio antes: http://www.aukvisser.nl/supertankers/part-2/id619.htm

           O “project finance” : http://www.green4sea.com/sbm-offshore-completes-financing-of-fpso-cidade-de-saquarema/

  5. edsontadeu

    24 de dezembro de 2015 7:52 pm

    é  mais  esse  navio

    é  mais  esse  navio  plataforma   nos mostra  os  resultados  da lava  jato,  navios  e  plataformas que   eram construidos no  Brasil, e devido  a industria  naval    esta quase parada  ja  que as empreiteiras  estao  sem condiçoes  de  continuar  com  a  produçao. é o caso da  Odebrecht  e  outras  que  estao sendo prejudicadas  por   Sergio Moro.,  e  com  isso  o que   se  produz  no  Brasil, passa  a  ser  produzidos no exterior. Mesmo  que  de  la  saiam  mais  baratos  do  que  construindo  aqui temos  o  emprego  garantido  de milhoes  de  brasileiros, outras  empresas  que  fabricam ou dao suporte  as  maiores, isso  mexe com a previdencia, por que  cada  vez  que  aumenta  o  numero de contribuiçoes  da  garantias  a quem  vai se  aposentar,  e acima  de tudo nao deixa  a  previdencia deficitaria. Na  verdade é  um efeito cascata.  ate  chegar  no comercio. que sai beneficiadoquando mais gente  trabalha.  

  6. Malú

    24 de dezembro de 2015 11:52 pm

    Aproveitem e se informem pois

    Aproveitem e se informem pois ninguém vai ver essa notícia na mídia asquerosa. 

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