
do Hypeness
Garoto de 13 anos combate preconceito e cria canal sobre heróis negros brasileiros
“Histórias, registros escritos, não é conto nem fábula, lenda ou mito.” Essa é uma frase da música “Negro Drama” dos Racionais MC’s que é válida para abordar a história dos negros no Brasil. Na escola, estudamos vários dos principais personagens que lutaram pelos direitos dos negros e sofreram por eles no país.
Com uma curiosidade sem igual sobre o tema, o garoto negro, de 13 anos, Pedro Henrique Cortes abriu seu canal no YouTube como “PH Cortes”. Com o intuito de contar, de maneira divertida e com muito carisma, a história de suas maiores inspirações, ele criou a série “Meus Heróis Negros Brasileiros”, que fala dos principais nomes da comunidade negra no país.
Nos dois primeiros vídeos, por exemplo, PH explica o trajeto de Zumbi dos Palmares e Machado de Assis, dois dos principais negros do Brasil. E de uma forma bem legal, olha só:
https://www.youtube.com/watch?v=d0iq0vcvKS4]
[video:https://www.youtube.com/watch?v=XfpupVqIHn0
Alan Souza
16 de dezembro de 2015 4:46 pmUm herói negro quase desconhecido
Talvez um dos maiores heróis negros da história do Brasil, e um dos mais desconhecidos: o baiano Francisco Jê Acayaba de Montezuma. Poliglota (falava fluentemente inglês, francês e latim), polímata (publicou livros sobre direito, economia, história e ciência política), advogado formado em Coimbra, grande defensor da Independência do Brasil, foi deputado, senador, ministro da Justiça e embaixador do Brasil em Londres. Fundou o Instituto dos Advogados do Brasil, o predecessor da OAB, e foi seu primeiro presidente. Foi ainda membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil.
antonio francisco
16 de dezembro de 2015 6:41 pmUm retrato dele
Acaiaba Montezuma" por S. A. Sisson (Azevedo) – Ministério das Relações exteriores do Brasil (Galeria dos Brasileiros Ilustres). Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons – https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Acaiaba_Montezuma.jpg#/media/File:Acaiaba_Montezuma.jpg
Acaiaba Montezuma” por S. A. Sisson (Azevedo) – Ministério das Relações exteriores do Brasil (Galeria dos Brasileiros Ilustres). Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons – https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Acaiaba_Montezuma.jpg#/media/File:Acaiaba_Montezuma.jpg
macedo
16 de dezembro de 2015 5:00 pmEnedina Alves Marques primeira engenheira negra do Brasil.
Enedina Alves Marques (nascida em Curitiba, Paraná, em 13 de janeiro de 1913 – 1981, também em Curitiba) é uma engenheira brasileira. Formou-se emEngenharia Civil em 1945 pela UFPR, entrando para a história como a primeira mulher a se formar em engenharia no estado do Paraná e a primeira engenheira negra do Brasil.
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/colunistas/jose-carlos-fernandes/negra-enedina-a-engenheira-11zwmvt8aj8pnbi9qb61drr2
https://pt.wikipedia.org/wiki/Enedina_Alves_Marques
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/vernaculo/article/view/33232
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/vernaculo/article/view/33232/21293
Alan Souza
16 de dezembro de 2015 6:23 pmPois falando em engenheiro
Lembrei do André Rebouças, engenheiro que tornou-se conhecido no Rio de Janeiro por suprir a cidade de água potável, construindo um elaborado sistema de abastecimento. Foi abolicionista ativo e militante, e também professor da Escola Politécnica do Rio de Janeiro.
Alan Souza
16 de dezembro de 2015 6:35 pmJuliano Moreira
Durante anos passei em frente ao hospital psiquiátrico de Belém do Pará, que se chamava Juliano Moreira, sem saber quem era o homem que dava nome ao prédio. Só depois de formado vim a descobrir que ele era negro, foi um dos pioneiros da psiquiatria no Brasil, presidente da Academia Brasileira de Ciências e membro respeitado de importantes sociedades médicas da França, Alemanha e EUA.
NICKNAME
16 de dezembro de 2015 10:09 pmé herói, ponto. Infelizmente, chama-se atenção pra cor
no nosso país racista. O que é pior é um nvo tipo de racismo que tá surgindo, hoje soube por uma amiga de Porto Alegre cocordando, e reforçando com uma observação que eu tinha feito. Diz ela que está espalhando: não foi um caso isolado que eu vira numa conhecida minha: a moda é se tiver um tataravô de um tataravô que era negro, passasr a compartilhar e aparentar que gosta de qualquer coisa que seja de pessoas de pele preta. Por exemplo: Se não se tem apuro musical pra se gostar de um Naná de Vasconcelos, passa-se a divulgar, a prestigiar porque… é negro. Idealiza-se Zumbi e sua luta contra os senhores de escravos e brancos, gente de pele branca ou morena clara
NICKNAME
16 de dezembro de 2015 10:17 pmera a mentalidade da época negros escravizarem negros
( Zumbi tinha escravos, não lutou pela emancipação humana, muito menos por uma sociedade igualitária). Quem quiser busque historiadores pela web, não fique só num. Tribos africanas escravizavam outras tribosd perdedoras de guerras, e, na hierarquia interna, os reis ou chefes traficavam, comercializavam outros negros africanos com portugueses e quem mais aparecesse). A indústria estimula as fantasias “afro”, as moda “afro”: turbantes,colares ,brincos,vestidos etc. Por ignorância, ou má fé, ou por uma nova ideologia politicamente correta besta, preferem nem ver um negro múscio e pensante coo Giba-Giba que em documentário diz que não é afro-descendente, que é negro brasileiro (esse trecho eu postei no Multimídia do Dia).
NICKNAME
16 de dezembro de 2015 10:19 pmdemocracia racial nunca esteve em textos de Gilberto Freyre.
Gilberto Freyre não adocicou o racismo em nossa terra coisa nenhuma, outro equívoco, esta opinião não é só minha, que não reli CG&S, S&M, nem tenho saco, embora seja leitura agradável quando se pega o embalo inicial.
NICKNAME
16 de dezembro de 2015 10:23 pmmas macaquear o que vem dos estados unidos, frança etc
é um forte traço das camadas intelectualizadas e universitárias de todas as cores, azul, amarelo, preto, branco, cor de burro quando foge, seja lá que “raça” for – Veja-se a deitação que faz sobre isso, em Raízes do Brasil, S. B. de Hollanda – livro bem pequeno, tá pelos últimos capítulos. O homem cordial também, esse mal interpretado.