Quem são os 9 homens que votaram contra a continuidade do processo no Conelho de Ética, um deles quer cortar 10 bilhões de reais do Bolsa Família, o orçamento do temo-cunhismo…ou demo-cunhismo…ou demo-tucanismo, tanto faz…
Kim KataGuri conseguiu foto Kim KataGuri conseguiu foto ao lado de Ney Matogrosso e divulgou a foto como sendo apoio do cantor ao impeachment de Dilma… Ismael Caneppele11 h · escrevi para o Ney perguntando sobre essa foto e ele respondeu: “Esse garoto chegou perto de mim numa lanchonete em Sp e pediu pra tirar uma foto comigo eu disse sim , foram as únicas palavras trocadas entre nós, não sei quem é , nem me perguntou o que eu achava sobre o assunto, é um imbecil!”
Os adeptos daquela tese que ficou famosa e virou até comercial de TV sobre as semelhanças entre Brasil e Argentina – “eu sou você, amanhã” – deveriam começar a colocar as barbas de molho com o primeiro ato de relacionamento entre o novo presidente portenho e o Judiciário.
Maurício Macri nomeou por decreto dois juízes da Corte Suprema de Justicia de la Nación , o equivalente ao nosso Supremo Tribunal Federal.
Lembram-se da longa sabatina feita ao Ministro Luís Fachin no Senado, para que ele fosse aprovado?
Esqueçam.
Foi de canetada que ele transformou Horacio Rosatti e Carlos Rosenkrantz em juízes “comissionados” da Corte Suprema argentina, sem ouvir o Senado e atropelando o decreto de autorregulação dos Poderes baixado lá atrás, no governo Nestor Kirchner.
O Premio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, resumiu numa frase a decisão de nomear de ofício dois integrantes da Corte Suprema: Um Juiz nomeado por decreto do Presidente é um Juiz do Presidente.
Mesmo guardadas as devidas diferenças, dá para entender em que Eduardo Cunha aposta para sobreviver?
Se um governo de esquerda o fizesse, estaria sendo denunciado como ditadura que procura submeter o Judiciário.
Bolivariano, chavista, etc, etc…
Como é um de direita, está apenas preocupado com o “bom funcionamento” do Tribunal.
É, tem gente que exerce o poder com a falta de cerimônia porque a legitimidade recente das urnas oferece essa oportunidade.
Tem gente, porém, que em nome da democracia deixa o derrotado mandar.
Deixa eu vê se entendi: Ricardo Barros(PP-PR) relator do orçamento, é casado com a vice de Beto Richa(PSDB-PR). Ricardo Barros votou contra a continuidade do processo de Eduardo Cunha no Conselho de Ética. Ricardo Barros e a vice de Beto tem uma filha que pediu o fim do Bolsa Familia, sendo que o pai tenta atende ao pedido da filhota….
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, provocou a primeira polêmica de seu governo cinco dias depois de tomar posse. Seus porta-vozes informaram na última segunda-feira à imprensa argentina que ele nomeará por decreto os dois magistrados que faltam para completar os cinco que devem integrar a Suprema Corte da Argentina. O chefe de Estado poderia convocar sessões extraordinárias do Congresso no verão para que o Senado os ratificasse imediatamente em seus postos, como estabelece o mecanismo usual fixado pela Constituição, mas preferiu recorrer a um mecanismo supostamente legal para designá-los agora e esperar até março, quando começa o período legislativo regular, para que a câmara alta os confirme no cargo.
A pressa de Macri em preencher as duas vagas existentes no mais alto tribunal da Argentina despertou várias especulações sobre eventuais medidas que adotará daqui até março e que poderiam provocar recursos sobre sua constitucionalidade. Quando ocupou a presidência, Cristina Fernández de Kirchner, havia proposto alguns nomes para esses postos, mas não conseguiu o consenso necessário de dois terços do Senado para aprová-los. No Senado, o kirchnerismo goza de maioria absoluta, mas não tem dois terços dos senadores: soma cerca de 43 senadores em um total de 72. A aliança Cambiemos, de Macri, tem apenas 15 senadores, razão pela qual deverá necessariamente fazer um pacto com a antiga força no poder.
A polêmica decisão de Macri pode levar a que em março os senadores kirchneristas rejeitem suas nomeações, mesmo se tratando de dois juristas de prestígio. Por um lado, designará Carlos Rosenkrantz, reitor da universidade particular de San Andrés, doutor em Yale e ex-assessor do governo de Raúl Alfonsín (1983-1989), da União Cívica Radical (UCR, de centro), aliada do partido liberal Proposta Republicana (PRO), de Macri. Por outro, nomeará Carlos Rosatti, que foi ministro da Justiça do Governo de Néstor Kirchner (2003-2007) até renunciar de maneira intempestiva e misteriosa.
Os juízes da Suprema Corte devem ser ratificados por dois terços dos senadores
O chefe do grupo kirchnerista no Senado, Miguel Ángel Pichetto, advertiu que a nomeação por decreto de magistrados da Suprema Corte carece de antecedentes desde que a democracia retornou à Argentina, em 1983. O jornal La Nación citou um caso semelhante em 1853. “Estou surpreso. Isso é um absurdo”, disse Pichetto. “O presidente só deveria convocar sessões extraordinárias se tivesse muita pressa para tratar disso. (O decreto) deixa a Corte à beira da inconstitucionalidade e da anulação das suas decisões”, disse o senador kirchnerista, rejeitando a legalidade do procedimento adotado pelo novo chefe de Estado.
“Não há qualquer precedente na história do país de nomeação em comissão (por decreto) de juízes da Suprema Corte, é algo realmente novo e impróprio”, disse León Arslanian, um dos juízes que condenaram em 1985 os líderes da última ditadura militar (1976-1983). Em declarações à agência de notícias Télam, Arslanian reconheceu que os nomeados Rosatti e Rosenkrantz são “pessoas idôneas”, mas advertiu: “Se é verdade que a Corte deve funcionar com a quantidade de membros que garanta uma eventual maioria, em caso de recesso a solução é a nomeação de juízes suplentes, sem necessidade de fazer uma interpretação extensiva do artigo 99 da Constituição (para nomear magistrados por decreto). Esse artigo não se aplica aos juízes da Corte, mas a outra categoria”.
Macri assumiu o cargo na quinta-feira da semana passada com a promessa de unir os argentinos, respeitar uma justiça independente e combater a corrupção. Caso se confirme sua intenção de nomear os dois juízes, a primeira polêmica de seu governo estará instalada.
“..Todos sabem que o impedimento da doutora depende da rua. O Datafolha mostrou a rua que estava na avenida Paulista.
Foram ouvidas 1.351 pessoas. Numa época em que é enorme a desilusão com o governo de Dilma, só 3% dos manifestantes haviam votado nela. Perto da metade das pessoas entrevistadas (44%) tinham renda familiar superior a R$ 7.880 mensais. Para 4%, ela era superior a R$ 39.400 ( A renda média das famílias de São Paulo é de R$ 4.151.) Havia 40 mil pessoas na rua, mas a rua não foi para a avenida….
Fachin volta atrás sobre ‘manobra de Cunha’ e aceita voto secreto em comissão do impeachment
O voto do ministro ainda vai passar pela análise dos outros magistrados do Supremo e ainda pode ser modificado, já que Fachin pode mudar sua opinião
Redação* 16/12/2015 9:27, atualizada às 16/12/2015 9:34


Foto: Nelson Jr./SCO/STF (09/12/2015)
O ministro Luiz Fachin, do Supremo Tribunal Federal, e que impediu a Câmara de continuar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na última semana, afirmou, em um voto que distribuiu aos magistrados do STF, que a votação secreta realizada pelos deputados para escolher a chapa que avaliaria o impedimento é legítima.
No último dia 8, a Câmara, em mais uma manobra regimental de seu presidente, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), elegeu uma “chapa alternativa”, formada basicamente por parlamentares da oposição, para avaliar o impeachment. Fachin então suspendeu a decisão e colocou uma pausa no rito, utilizando como argumento, ironicamente, o voto secreto, o qual, segundo o próprio ministro, só pode ser utilizado em casos explícitos na Constituição, o que não é o caso.
A contradição de Fachin atrapalhou a vida dos aliados de Dilma contra o impedimento, já que recorreram ao STF pleiteando a anulação da votação. Para o governo, a eleição deveria ser aberta e apenas a chapa oficial, formada pelos líderes dos partidos, reconhecida como legítima. O voto do ministro ainda vai passar pela análise dos outros magistrados do Supremo e ainda pode ser modificado, já que Fachin pode mudar sua opinião.
Nesta quarta-feira (16), o Supremo começa a julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, além de alguns artigos do Regimento Interno da Câmara dos Deputados.
Vânia
16 de dezembro de 2015 2:54 am‘A imprensa está pautada por
‘A imprensa está pautada por bandidos’, alerta Jorge Furtado
http://www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FMidia%2F-A-imprensa-esta-pautada-por-bandidos-alerta-Jorge-Furtado%2F12%2F35176
José Carlos - Spin
16 de dezembro de 2015 5:58 amQuem são os 9 homens que
Quem são os 9 homens que votaram contra a continuidade do processo no Conelho de Ética, um deles quer cortar 10 bilhões de reais do Bolsa Família, o orçamento do temo-cunhismo…ou demo-cunhismo…ou demo-tucanismo, tanto faz…
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/12/quem-sao-os-9-deputados-que-tentaram-blindar-eduardo-cunha.html
José Carlos - Spin
16 de dezembro de 2015 8:05 amKim KataGuri conseguiu foto
Kim KataGuri conseguiu foto ao lado de Ney Matogrosso e divulgou a foto como sendo apoio do cantor ao impeachment de Dilma… Ismael Caneppele11 h · escrevi para o Ney perguntando sobre essa foto e ele respondeu: “Esse garoto chegou perto de mim numa lanchonete em Sp e pediu pra tirar uma foto comigo eu disse sim , foram as únicas palavras trocadas entre nós, não sei quem é , nem me perguntou o que eu achava sobre o assunto, é um imbecil!”
Henrique O
16 de dezembro de 2015 8:25 amMacri mostra como a direita trata a justiça
Macri começa a mostrar como a direita trata a Justiça
POR FERNANDO BRITO · 16/12/2015 – Tijolaço
Os adeptos daquela tese que ficou famosa e virou até comercial de TV sobre as semelhanças entre Brasil e Argentina – “eu sou você, amanhã” – deveriam começar a colocar as barbas de molho com o primeiro ato de relacionamento entre o novo presidente portenho e o Judiciário.
Maurício Macri nomeou por decreto dois juízes da Corte Suprema de Justicia de la Nación , o equivalente ao nosso Supremo Tribunal Federal.
Lembram-se da longa sabatina feita ao Ministro Luís Fachin no Senado, para que ele fosse aprovado?
Esqueçam.
Foi de canetada que ele transformou Horacio Rosatti e Carlos Rosenkrantz em juízes “comissionados” da Corte Suprema argentina, sem ouvir o Senado e atropelando o decreto de autorregulação dos Poderes baixado lá atrás, no governo Nestor Kirchner.
O Premio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, resumiu numa frase a decisão de nomear de ofício dois integrantes da Corte Suprema: Um Juiz nomeado por decreto do Presidente é um Juiz do Presidente.
Mesmo guardadas as devidas diferenças, dá para entender em que Eduardo Cunha aposta para sobreviver?
Se um governo de esquerda o fizesse, estaria sendo denunciado como ditadura que procura submeter o Judiciário.
Bolivariano, chavista, etc, etc…
Como é um de direita, está apenas preocupado com o “bom funcionamento” do Tribunal.
É, tem gente que exerce o poder com a falta de cerimônia porque a legitimidade recente das urnas oferece essa oportunidade.
Tem gente, porém, que em nome da democracia deixa o derrotado mandar.
Oráculo
16 de dezembro de 2015 8:35 amEstes são os protegidos do PIG, do Moro e do Janot.
Ah, sim, faltam vários outros, inclusive o Eduardo Cunha.![pante]ao.jpg](http://www.conversaafiada.com.br/brasil/brito-quer-saber-gilmar-vai-dar-o-bolsa-coxinha/pante-ao.jpg/@@images/79d2e795-6769-406c-b3e3-0c2125e9f8d5.jpeg)
José Carlos - Spin
16 de dezembro de 2015 8:39 amDeixa eu vê se entendi:
Deixa eu vê se entendi: Ricardo Barros(PP-PR) relator do orçamento, é casado com a vice de Beto Richa(PSDB-PR). Ricardo Barros votou contra a continuidade do processo de Eduardo Cunha no Conselho de Ética. Ricardo Barros e a vice de Beto tem uma filha que pediu o fim do Bolsa Familia, sendo que o pai tenta atende ao pedido da filhota….
http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/caixa-zero/por-que-a-deputada-que-defendeu-o-corte-do-bolsa-familia-causou-tanto-mal-estar/
andre sousa R S
16 de dezembro de 2015 8:40 amA direita tem pleno controle sobre as Instituições e tudo bem
Vide o que ocorre na Argentina de Macri
http://tijolaco.com.br/blog/macri-comeca-a-mostrar-como-a-direita-trata-a-justica/
andre sousa R S
16 de dezembro de 2015 8:56 amBaldy é homem da tropa golpista na CPI do BNDES
Rogério Mariano to Em defesa da DILMA ROUSSEFFOntem às 01:41 ·
É muita cara de pau !!!
Sabe quem está se passando de paladino da moral ??
É o menino de ouro do Cachoeira, o deputado tucano Alexandre Baldy, que tem seus bens bloqueados pela Justiça. Não tem moral nenhuma !!!
http://www.mpgo.mp.br/portal/noticia/bens-de-acionados-por-irregularidades-em-contrato-do-programa-fomentar-com-usina-sao-bloqueados#.VnEm7_krLWI
Henrique O
16 de dezembro de 2015 9:01 amHONRANDO OS VOTOS
Macri entra na primeira polêmica ao nomear juízes por decreto
O presidente designou magistrados para a Suprema Corte do país e recebe críticas
OtrosGuardarEnviar a notícia por emailImprimirALEJANDRO REBOSSIOTwitterBuenos Aires 16 DIC 2015 – 09:30 CET EL PAIS
O presidente Mauricio Macri. Victor R. Caivano AP
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, provocou a primeira polêmica de seu governo cinco dias depois de tomar posse. Seus porta-vozes informaram na última segunda-feira à imprensa argentina que ele nomeará por decreto os dois magistrados que faltam para completar os cinco que devem integrar a Suprema Corte da Argentina. O chefe de Estado poderia convocar sessões extraordinárias do Congresso no verão para que o Senado os ratificasse imediatamente em seus postos, como estabelece o mecanismo usual fixado pela Constituição, mas preferiu recorrer a um mecanismo supostamente legal para designá-los agora e esperar até março, quando começa o período legislativo regular, para que a câmara alta os confirme no cargo.
A pressa de Macri em preencher as duas vagas existentes no mais alto tribunal da Argentina despertou várias especulações sobre eventuais medidas que adotará daqui até março e que poderiam provocar recursos sobre sua constitucionalidade. Quando ocupou a presidência, Cristina Fernández de Kirchner, havia proposto alguns nomes para esses postos, mas não conseguiu o consenso necessário de dois terços do Senado para aprová-los. No Senado, o kirchnerismo goza de maioria absoluta, mas não tem dois terços dos senadores: soma cerca de 43 senadores em um total de 72. A aliança Cambiemos, de Macri, tem apenas 15 senadores, razão pela qual deverá necessariamente fazer um pacto com a antiga força no poder.
A polêmica decisão de Macri pode levar a que em março os senadores kirchneristas rejeitem suas nomeações, mesmo se tratando de dois juristas de prestígio. Por um lado, designará Carlos Rosenkrantz, reitor da universidade particular de San Andrés, doutor em Yale e ex-assessor do governo de Raúl Alfonsín (1983-1989), da União Cívica Radical (UCR, de centro), aliada do partido liberal Proposta Republicana (PRO), de Macri. Por outro, nomeará Carlos Rosatti, que foi ministro da Justiça do Governo de Néstor Kirchner (2003-2007) até renunciar de maneira intempestiva e misteriosa.
Os juízes da Suprema Corte devem ser ratificados por dois terços dos senadores
O chefe do grupo kirchnerista no Senado, Miguel Ángel Pichetto, advertiu que a nomeação por decreto de magistrados da Suprema Corte carece de antecedentes desde que a democracia retornou à Argentina, em 1983. O jornal La Nación citou um caso semelhante em 1853. “Estou surpreso. Isso é um absurdo”, disse Pichetto. “O presidente só deveria convocar sessões extraordinárias se tivesse muita pressa para tratar disso. (O decreto) deixa a Corte à beira da inconstitucionalidade e da anulação das suas decisões”, disse o senador kirchnerista, rejeitando a legalidade do procedimento adotado pelo novo chefe de Estado.
“Não há qualquer precedente na história do país de nomeação em comissão (por decreto) de juízes da Suprema Corte, é algo realmente novo e impróprio”, disse León Arslanian, um dos juízes que condenaram em 1985 os líderes da última ditadura militar (1976-1983). Em declarações à agência de notícias Télam, Arslanian reconheceu que os nomeados Rosatti e Rosenkrantz são “pessoas idôneas”, mas advertiu: “Se é verdade que a Corte deve funcionar com a quantidade de membros que garanta uma eventual maioria, em caso de recesso a solução é a nomeação de juízes suplentes, sem necessidade de fazer uma interpretação extensiva do artigo 99 da Constituição (para nomear magistrados por decreto). Esse artigo não se aplica aos juízes da Corte, mas a outra categoria”.
Macri assumiu o cargo na quinta-feira da semana passada com a promessa de unir os argentinos, respeitar uma justiça independente e combater a corrupção. Caso se confirme sua intenção de nomear os dois juízes, a primeira polêmica de seu governo estará instalada.
superperplexo
16 de dezembro de 2015 10:06 am….O POVO NÃO FOI PRA RUA….
….O POVO NÃO FOI PRA RUA…. -Elio Gaspari -16dez15
“..Todos sabem que o impedimento da doutora depende da rua. O Datafolha mostrou a rua que estava na avenida Paulista.
Foram ouvidas 1.351 pessoas. Numa época em que é enorme a desilusão com o governo de Dilma, só 3% dos manifestantes haviam votado nela. Perto da metade das pessoas entrevistadas (44%) tinham renda familiar superior a R$ 7.880 mensais. Para 4%, ela era superior a R$ 39.400 ( A renda média das famílias de São Paulo é de R$ 4.151.) Havia 40 mil pessoas na rua, mas a rua não foi para a avenida….
bfcosta
16 de dezembro de 2015 1:21 pmFachin valida a manobra de Cunha
http://brasileiros.com.br/2015/12/fachin-volta-atras-sobre-manobra-de-cunha-e-aceita-voto-secreto-em-comissao-impeachment/
Fachin volta atrás sobre ‘manobra de Cunha’ e aceita voto secreto em comissão do impeachment
O voto do ministro ainda vai passar pela análise dos outros magistrados do Supremo e ainda pode ser modificado, já que Fachin pode mudar sua opinião
Redação* 16/12/2015 9:27, atualizada às 16/12/2015 9:34


Foto: Nelson Jr./SCO/STF (09/12/2015)
O ministro Luiz Fachin, do Supremo Tribunal Federal, e que impediu a Câmara de continuar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na última semana, afirmou, em um voto que distribuiu aos magistrados do STF, que a votação secreta realizada pelos deputados para escolher a chapa que avaliaria o impedimento é legítima.
No último dia 8, a Câmara, em mais uma manobra regimental de seu presidente, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), elegeu uma “chapa alternativa”, formada basicamente por parlamentares da oposição, para avaliar o impeachment. Fachin então suspendeu a decisão e colocou uma pausa no rito, utilizando como argumento, ironicamente, o voto secreto, o qual, segundo o próprio ministro, só pode ser utilizado em casos explícitos na Constituição, o que não é o caso.
A contradição de Fachin atrapalhou a vida dos aliados de Dilma contra o impedimento, já que recorreram ao STF pleiteando a anulação da votação. Para o governo, a eleição deveria ser aberta e apenas a chapa oficial, formada pelos líderes dos partidos, reconhecida como legítima. O voto do ministro ainda vai passar pela análise dos outros magistrados do Supremo e ainda pode ser modificado, já que Fachin pode mudar sua opinião.
Nesta quarta-feira (16), o Supremo começa a julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, além de alguns artigos do Regimento Interno da Câmara dos Deputados.