4 de junho de 2026

Moody’s rebaixa nota de risco da Petrobras

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Jornal GGN – A agência de classificação de risco de crédito Moody’s revisou o nível (rating) da dívida da Petrobras, que passou de Ba2 para Ba3, com perspectiva negativa.

Na visão da agência, tal revisão reflete a elevação do risco de refinanciamento em função da piora das condições da indústria do petróleo, dificuldades de realização do plano de desinvestimentos, elevadas amortizações de dívidas nos próximos anos e perspectiva de geração de caixa negativa. Além disso, a decisão de colocar a classificação do risco soberano sob revisão também foi levada em consideração.

Segundo comunicado divulgado pela estatal, a Moody´s demonstra, ainda, preocupação com as investigações em curso relacionadas à “Operação Lava jato”, que demandam tempo e atenção dos administradores e apresentam riscos de penalidades. A agência destaca que o crédito da Petrobras “é apoiado pelas grandes reservas de petróleo, sua forte presença e importância no mercado brasileiro, expertise tecnológica e potencial de crescimento da produção no longo prazo”.

 

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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5 Comentários
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  1. André STK

    10 de dezembro de 2015 7:34 pm

    Tudo conforme o

    Tudo conforme o planejado.

    Segue o golpe.

    Digo…segue o baile.

  2. Malú

    10 de dezembro de 2015 8:42 pm

    O Brasil agradece, ao Moro, à
    O Brasil agradece, ao Moro, à oposição , à imprensa. Obrigada por enterrar o País.

  3. Ivan de Union

    10 de dezembro de 2015 8:54 pm

    Era pra menos???

    Era pra menos???

  4. Braulio neves

    10 de dezembro de 2015 11:23 pm

    Também em 2008……
    Essa empresa disse que muitos bancos europeus eram nota AAA. ……. é hoje não existem….. acredita que quiser.

  5. Caetano.

    11 de dezembro de 2015 12:53 am

    Nosso governo fez o possível

    Nosso governo fez o possível e o impossível para quebrar a empresa, desde cobrar propina até administrar ruinosamente.

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