” De um alguém pra outro alguém, com amor e carinho “.
( agora, é só esperar pelo aval de interpretação de uma Bethânia, de um Caetano, de uma Calcagnoto, de uma Marília, e nos emocionaremos todos: como é que eles conseguem, tipo assim, dar outra vida à letra e à melodia? Como??? )
Para não sair agredindo as pessoas – como aliás tantas vezes se tem vontade – arrancando os brincos que gostaríamos de ter das orelhas de outra mulher, puxando os cabelos daquela que ousou olhar para seu amado fixamente por mais tempo do que os três segundos regulamentares, para não se atirar no pescoço dos homens que acha irresistíveis e, no caso deles, não sair por aí atacando as moças a torto e a direito.
Ser civilizado é saber que existem leis para frear nossos impulsos mais primários, leis que quando são quebradas acabam em escândalo e cadeia – pelo menos para quem é pobre.
Mas existe um problema entre pessoas civilizadas: de tão civilizadas, elas acabam praticamente iguais. Afinal, a educação, os bons modos, o traquejo, a cortesia, as boas maneiras nivelam as pessoas – por cima, mas nivelam.
Como saber com que tipo de pessoa você está lidando se , aparentemente, ela não se altera, não se irrita, não se enerva e tem sempre uma paciência infinita para lidar como todo tipo de problema? E pior: quanto mais civilizadas, mais parecidas são.
Pense um pouco: se você freqüentar sempre um mesmo grupo, vai perceber que os homens se vestem praticamente da mesma maneira, bebem o mesmo tipo de bebida, frequentam os mesmos restaurantes e passam férias nos mesmos lugares. Mais: todos têm como sonho de consumo ter um apartamento em Nova York – ou Paris -, se possível no mesmo bairro, se possivel no mesmo quarteirão, se possível no mesmo edifício. Todos têm a mesma opinião sobre as coisas mais fundamentais, praticam o mesmo tipo de esporte e se têm uma casa de campo ou de praia é sempre a mesma região – se não for no mesmo condomínio. Os filhos freqüentam as mesmas escolas, se casam entre eles e os casais praticam o adultério também entre eles – quanta imaginação.
Que seja em Nova York , Paris ou Milão, eles têm do que falar, mesmo com os estrangeiros , pois essa casta, digamos assim, é internacional e está sempre ligada nas mesmas coisas. Quando, depois de um coquetel em Bruxelas, por exemplo, saem para jantar, os restaurantes são sempre os mesmos, recomendados por amigos que sabem de tudo o que se passa no mundo.
Nada, nunca, em nenhum deles, é original; dificilmente num jantar de cerimônia alguém chegaria sem sapatos ou começaria a cantar, entre o primeiro e o segundo prato. Como são muito civilizados, bem educados e conhecem perfeitamente as regras de etiqueta – que como são sempre as mesmas, são muito monótonos – nada acontece em suas vidas que seja especialmente trepidante. E quando a mulher de um desses homens tão elegantes e civilizados desaparece com um guitarrista obscuro, ninguém consegue compreender como pôde acontecer.
Essa padronização, no fundo, é uma grande muleta; todos usam o mesmo relógio Cartier, o mesmo terno Armani, a mesma agenda Hermès, ficam mais seguros e protegidos; o mundo vira uma espécie de clube, e eles a-do-ram um clube – são todos sócios do mesmo.
E a gente fica pensando: se acontecesse uma catástrofe que varresse da Terra essas tais muletas e ficassem todos nus dentro de um parque, sem os sinais exteriores que diferenciam as classes, o que fariam esses homens? E as mulheres, sem seus tailleurs Chanel e suas bolsinhas Prada, sem seus maquiadores e cabeleireiros? Pois é.
Apenas por curiosidade: de que adiantaria a cultura duramente aprendida de saber comer com os talheres certos e a diferença entre um diamante absolutamente branco e um outro amarelado, conhecer em profundidade a obra de Proust e a história da França?
Com tanta civilização, as mulheres não conhecem os maridos, os filhos não conhecem os pais e ninguém sabe o que o outro pensa sobre a vida e as coisas do mundo; a padronização civilizatória é de tal ordem que acaba ninguém conhecendo ninguém e pouquíssimos se conhecem a si próprios.
a meu ver, esta é uma análise a partir de dentro, de quem conhece bem os círculos burgueses e os que pretendem ascender a eles. A meu ver, Danusa é exatamente o oposto do que um certo blog passou meses caindo de pau sobre uma crônica dela sobre viagem e porteiro qua agora pode até viajar. (acho que os londrinos, paulistas pretensos escandinavos só leram – e leram mal – a crônica. Novamente, a meu ver, era outra crítica de Danusa se pondo no lugar da dondoca ou do dondoco. O blog não é de todo ruim, é um tipo assim reinaldão às avessas: não tendo mais do que pensar – e pensar melhor – batia na tecla contra Lobão, Danusa, Ultraje A Rigor. Logo eu que gosto dos três. Aparentando abertura, não aguentaram quando usei as mesmíssimo vocabulário daqueles londrinos, o resto já comentei uma vez: recebi violenta carta-email me expulsando daquele blog. Cuidado com aparências: os dondocos costumam se disfarçar de rebeldes, críticos, progressitas. Londrinos.
Quantos BeijosNoel Rosa Não andava com dinheiro todo diaPara sempre dar o que você queriaMas quando eu satisfazia os teus desejosQuantas juras… quantos beijos… Quantos beijosQuando eu saíaMeu deus, quanta hipocrisia!Meu amor fiel você traíaSó eu é quem não sabiaAi ai meu deus mas quantos beijos… Não esqueço aquelas frases sem sentidoQue você dizia sempre ao meu ouvidoVocê porém mentia em todos os ensejos Quantos juras… quantos beijos…
Certas ilusões nos são muito caras, a gente nunca deveria ser obrigado a perder. Como, por exemplo, achar que jamais encontrará uma cobra venenosa no portão da casa, já que mora numa cidade grande.
.oOo.
São duas as coisas que demarcam a passagem do tempo: pessoas e TV. Quando há falta da primeira e ausência de hábito da segunda, você se pega sentindo fome depois lanchou de tarde e não viu que já passa das nove, ou engata um trabalho ou vídeos de gatinhos e quando vê é quase uma da manhã.
.oOo.
Eu que cuido, mal e porcamente, da grama da frente da minha casa. Pelo menos enquanto não consigo encontrar outra solução. Chego em casa, arranco um matinho; espero uma carona na frente do portão, arranco um matinho; volto do passeio com a Dúnia – matinho. Agora quando estou andando e vejo matinhos por aí, em qualquer terreno e lugar, sinto comichões. Não apenas tenho que me segurar pra não ir lá arrancar como fico medindo qual o melhor jeito.
.oOo.
Eu não tenho um Wilson. Falo com todos os objetos da casa, indistintamente, que é pra não deixar ninguém enciumado.
penso em usar palavras mais livremente,coloquiais.Maconha num filme censura livre q tive que ver com minha irmã e mãe, “grass” de uma esposinha classe média americana era traduzida como fumar(e outras coisinhas nas usuais traduções pudicas, hipócritas, atrasadas, moralistas, sem falar nas reticências idem do foda-se, pra caralho,e afins).Tb gostaria de usar termos menos comuns pra,ao invés de brincar debochadamente(supondo q outra(s) pessoa(s) vai/vão levar na esportiva e rir tb,mas posso ter calculado errado dia desses):ser direto(não amo indiretas,só recorro assim pra aliviar).O GGN(quer dizer, a seção Posts do Dia corre o risco de ser o mais sério concorrente de um parperfeito,roupa suja publicamente pra lá e pra cá, mesmo que sejam declarações de amor).
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11 de dezembro de 2015 4:19 amAmor fingido
” De um alguém pra outro alguém, com amor e carinho “.
( agora, é só esperar pelo aval de interpretação de uma Bethânia, de um Caetano, de uma Calcagnoto, de uma Marília, e nos emocionaremos todos: como é que eles conseguem, tipo assim, dar outra vida à letra e à melodia? Como??? )
[video:https://www.youtube.com/watch?v=haBWs1b6wJQ align:left]
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11 de dezembro de 2015 4:21 amTortura de Amor
[video:https://www.youtube.com/watch?v=eK3D2jLHNVw align:center]
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11 de dezembro de 2015 4:37 amNa Hora do Vamos Ver
Para que ser ser civilizado?
Para não sair agredindo as pessoas – como aliás tantas vezes se tem vontade – arrancando os brincos que gostaríamos de ter das orelhas de outra mulher, puxando os cabelos daquela que ousou olhar para seu amado fixamente por mais tempo do que os três segundos regulamentares, para não se atirar no pescoço dos homens que acha irresistíveis e, no caso deles, não sair por aí atacando as moças a torto e a direito.
Ser civilizado é saber que existem leis para frear nossos impulsos mais primários, leis que quando são quebradas acabam em escândalo e cadeia – pelo menos para quem é pobre.
Mas existe um problema entre pessoas civilizadas: de tão civilizadas, elas acabam praticamente iguais. Afinal, a educação, os bons modos, o traquejo, a cortesia, as boas maneiras nivelam as pessoas – por cima, mas nivelam.
Como saber com que tipo de pessoa você está lidando se , aparentemente, ela não se altera, não se irrita, não se enerva e tem sempre uma paciência infinita para lidar como todo tipo de problema? E pior: quanto mais civilizadas, mais parecidas são.
Pense um pouco: se você freqüentar sempre um mesmo grupo, vai perceber que os homens se vestem praticamente da mesma maneira, bebem o mesmo tipo de bebida, frequentam os mesmos restaurantes e passam férias nos mesmos lugares. Mais: todos têm como sonho de consumo ter um apartamento em Nova York – ou Paris -, se possível no mesmo bairro, se possivel no mesmo quarteirão, se possível no mesmo edifício. Todos têm a mesma opinião sobre as coisas mais fundamentais, praticam o mesmo tipo de esporte e se têm uma casa de campo ou de praia é sempre a mesma região – se não for no mesmo condomínio. Os filhos freqüentam as mesmas escolas, se casam entre eles e os casais praticam o adultério também entre eles – quanta imaginação.
Que seja em Nova York , Paris ou Milão, eles têm do que falar, mesmo com os estrangeiros , pois essa casta, digamos assim, é internacional e está sempre ligada nas mesmas coisas. Quando, depois de um coquetel em Bruxelas, por exemplo, saem para jantar, os restaurantes são sempre os mesmos, recomendados por amigos que sabem de tudo o que se passa no mundo.
Nada, nunca, em nenhum deles, é original; dificilmente num jantar de cerimônia alguém chegaria sem sapatos ou começaria a cantar, entre o primeiro e o segundo prato. Como são muito civilizados, bem educados e conhecem perfeitamente as regras de etiqueta – que como são sempre as mesmas, são muito monótonos – nada acontece em suas vidas que seja especialmente trepidante. E quando a mulher de um desses homens tão elegantes e civilizados desaparece com um guitarrista obscuro, ninguém consegue compreender como pôde acontecer.
Essa padronização, no fundo, é uma grande muleta; todos usam o mesmo relógio Cartier, o mesmo terno Armani, a mesma agenda Hermès, ficam mais seguros e protegidos; o mundo vira uma espécie de clube, e eles a-do-ram um clube – são todos sócios do mesmo.
E a gente fica pensando: se acontecesse uma catástrofe que varresse da Terra essas tais muletas e ficassem todos nus dentro de um parque, sem os sinais exteriores que diferenciam as classes, o que fariam esses homens? E as mulheres, sem seus tailleurs Chanel e suas bolsinhas Prada, sem seus maquiadores e cabeleireiros? Pois é.
Apenas por curiosidade: de que adiantaria a cultura duramente aprendida de saber comer com os talheres certos e a diferença entre um diamante absolutamente branco e um outro amarelado, conhecer em profundidade a obra de Proust e a história da França?
Com tanta civilização, as mulheres não conhecem os maridos, os filhos não conhecem os pais e ninguém sabe o que o outro pensa sobre a vida e as coisas do mundo; a padronização civilizatória é de tal ordem que acaba ninguém conhecendo ninguém e pouquíssimos se conhecem a si próprios.
E um dia a gente morre.
– Danusa Leão,
O Estado de São Paulo, 12.abril.99, Caderno 2.
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11 de dezembro de 2015 1:31 pmserá que só fui eu que gostei?
a meu ver, esta é uma análise a partir de dentro, de quem conhece bem os círculos burgueses e os que pretendem ascender a eles. A meu ver, Danusa é exatamente o oposto do que um certo blog passou meses caindo de pau sobre uma crônica dela sobre viagem e porteiro qua agora pode até viajar. (acho que os londrinos, paulistas pretensos escandinavos só leram – e leram mal – a crônica. Novamente, a meu ver, era outra crítica de Danusa se pondo no lugar da dondoca ou do dondoco. O blog não é de todo ruim, é um tipo assim reinaldão às avessas: não tendo mais do que pensar – e pensar melhor – batia na tecla contra Lobão, Danusa, Ultraje A Rigor. Logo eu que gosto dos três. Aparentando abertura, não aguentaram quando usei as mesmíssimo vocabulário daqueles londrinos, o resto já comentei uma vez: recebi violenta carta-email me expulsando daquele blog. Cuidado com aparências: os dondocos costumam se disfarçar de rebeldes, críticos, progressitas. Londrinos.
Antonio Carlos Silva - Brasil
11 de dezembro de 2015 8:14 amNightshift (tributo a Marvin
Nightshift (tributo a Marvin Gaye) – Commodores
[video:https://youtu.be/FrkEDe6Ljqs%5D
Antonio Carlos Silva - Brasil
11 de dezembro de 2015 8:16 amEasy (Commodores) – Faith
Easy (Commodores) – Faith No More
[video:https://youtu.be/vPzDTfIb0DU%5D
Antonio Carlos Silva - Brasil
11 de dezembro de 2015 8:19 amTendência (Ivone Lara) – Beth
Tendência (Ivone Lara) – Beth Carvalho
[video:https://youtu.be/q-C_ml6jpCM%5D
Antonio Carlos Silva - Brasil
11 de dezembro de 2015 8:22 amEasy Lover – Phil Collins &
Easy Lover – Phil Collins & Philip Bailey (vocalista do Earth, Wind & Fire)
[video:https://youtu.be/JkRKT6T0QLg%5D
Odonir
11 de dezembro de 2015 2:28 pmDe Noel Rosa e Vadico, com Grupo Rumo ( sugestão de Adriana
Valente, hoje em: https://jornalggn.com.br/noticia/ultimos-capitulos-de-uma-crise-sem-rumo#comment-801148
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5tpCpsgv_8%5D
Quantos BeijosNoel Rosa Não andava com dinheiro todo diaPara sempre dar o que você queriaMas quando eu satisfazia os teus desejosQuantas juras… quantos beijos… Quantos beijosQuando eu saíaMeu deus, quanta hipocrisia!Meu amor fiel você traíaSó eu é quem não sabiaAi ai meu deus mas quantos beijos… Não esqueço aquelas frases sem sentidoQue você dizia sempre ao meu ouvidoVocê porém mentia em todos os ensejos Quantos juras… quantos beijos…
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12 de dezembro de 2015 10:13 pmVOCE TÁ ERRADA , ODONIR
NÃO INSISTA NO CASO.
SUBLINHAR HIPOCRISIA,
DEIXE DISSO.
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11 de dezembro de 2015 2:41 pmCurtas de uma vida solitária
Certas ilusões nos são muito caras, a gente nunca deveria ser obrigado a perder. Como, por exemplo, achar que jamais encontrará uma cobra venenosa no portão da casa, já que mora numa cidade grande.
.oOo.
São duas as coisas que demarcam a passagem do tempo: pessoas e TV. Quando há falta da primeira e ausência de hábito da segunda, você se pega sentindo fome depois lanchou de tarde e não viu que já passa das nove, ou engata um trabalho ou vídeos de gatinhos e quando vê é quase uma da manhã.
.oOo.
Eu que cuido, mal e porcamente, da grama da frente da minha casa. Pelo menos enquanto não consigo encontrar outra solução. Chego em casa, arranco um matinho; espero uma carona na frente do portão, arranco um matinho; volto do passeio com a Dúnia – matinho. Agora quando estou andando e vejo matinhos por aí, em qualquer terreno e lugar, sinto comichões. Não apenas tenho que me segurar pra não ir lá arrancar como fico medindo qual o melhor jeito.
.oOo.
Eu não tenho um Wilson. Falo com todos os objetos da casa, indistintamente, que é pra não deixar ninguém enciumado.
http://atcaminhante.blogspot.com.br/2015/10/curtas-de-uma-vida-solitaria.html?view=flipcard
Anna Dutra
12 de dezembro de 2015 1:44 amPop rapping & Hip hopping
Getting jiggy …
[video:https://youtu.be/3JcmQONgXJM%5D
[video:https://youtu.be/Ke2cc7etT88%5D
Men in Black
[video:https://youtu.be/J9iO0B0zw8s%5D
Anna Dutra
12 de dezembro de 2015 5:41 amwild wild swing
[video:https://youtu.be/_zXKtfKnfT8%5D
Ui ! Adoro o cara. Deu pra notar, né ??
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12 de dezembro de 2015 11:46 pmLourdes, Equipe GGN,
penso em usar palavras mais livremente,coloquiais.Maconha num filme censura livre q tive que ver com minha irmã e mãe, “grass” de uma esposinha classe média americana era traduzida como fumar(e outras coisinhas nas usuais traduções pudicas, hipócritas, atrasadas, moralistas, sem falar nas reticências idem do foda-se, pra caralho,e afins).Tb gostaria de usar termos menos comuns pra,ao invés de brincar debochadamente(supondo q outra(s) pessoa(s) vai/vão levar na esportiva e rir tb,mas posso ter calculado errado dia desses):ser direto(não amo indiretas,só recorro assim pra aliviar).O GGN(quer dizer, a seção Posts do Dia corre o risco de ser o mais sério concorrente de um parperfeito,roupa suja publicamente pra lá e pra cá, mesmo que sejam declarações de amor).
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12 de dezembro de 2015 11:50 pmHumberto Cavalcanti
Creio que nenhuma resposta pelo meu e-mail é sinal de OK.
(Não me esqueci, fique tranquila:: continuo não botando minha foto, honro nosso acordo tácito: o GGN se esvaziaria, o pessoal sairia correndo )