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Jornal GGN – Movido pelo governo do Estado de São Paulo, um recurso que pedia a reintegração de posse de todas as escolas estaduais ocupadas por alunos na capital paulista foi rejeitado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. As ocupações ocorrem em protesto contra a reorganização do rede de ensino estadual, que prevê o fechamento de escolas e o remanejamento de alunos.
Ao rejeitar o recurso, Eduardo Gouveia, presidente do processo na 7a Câmara de Direito Público, afirmou que não há interesse por parte dos alunos em tomar posse dos prédios das escolas. “Não háo que se reintegrar. A manifestação é um direito constitucional que tem de ser preservado”.
Segundo a Apeoesp, sindicato dos professores da rede estadual de São Paulo, cem escolas estão ocupadas pelos alunos no estado. Já a Secretaria da Educação fala em 86 unidades.
Do Estadão
Para presidente do processo, ‘manifestação é direito constitucional’; governo do Estado fala em 86 unidades tomadas e Apeoesp, 100
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) rejeitou recurso movido pelo governo do Estado de São Paulo que pedia a reintegração de posse de todas as escolas estaduais ocupadas na capital. Ainda cabe recurso.
O presidente do processo na 7ª Câmara de Direito Público, Eduardo Gouveia, entendeu que não há interesse por parte dos alunos em tomar posse dos prédios escolas, mas, sim, de discutir a reorganização das escolas da rede estadual. “Não há o que se reintegrar. A manifestação é um direito constitucional que tem de ser preservado”, disse ele, durante o julgamento do recurso.
De acordo com a Apeoesp, principal sindicato dos professores da rede estadual de São Paulo, cem escolas estão ocupadas pelos estudantes. A Secretaria do Estado da Educação afirma que são 86.
Na quinta-feira passada, 19, mais de um mês após o anúncio da reorganização e após uma série de manifestações e ocupações de escolas, o secretário Herman Voorwald propôs abrir um processo de discussão com os alunos e professores sobre o projeto, se os alunos saíssem das unidades, mas eles não aceitaram e mantiveram o movimento.
Interior. Cerca de 50 estudantes ocuparam a Escola Estadual Professora Beatriz Caixeiro Del Cistia, no Jardim São Conrado, em Sorocaba, na manhã desta segundafeira, 23, em protesto contra a reorganização da rede de ensino pelo governo estadual. Os alunos aproveitaram a abertura dos portões pelos funcionários e passaram a controlar a entrada, impedindo o acesso de outros alunos e professores. As aulas foram suspensas.
Os manifestantes dizem ser contra a transformação da escola em ciclo único, de ensino médio atualmente conta também com ensino fundamental do 6º ao 9º ano. É a segunda escola ocupada na cidade: há cinco dias, estudantes estão no interior da Escola Estadual Professor Lauro Sanchez, na Vila Carol.
Ivan de Union
23 de novembro de 2015 4:08 pmCertissimo!
Se escola estadual eh cavalinho pra governador passear na chuva, porque nao pode ser dos que a usam?
Andre Araujo
23 de novembro de 2015 4:53 pmSeria interessante saber como
Seria interessante saber como um Governador experiente bancou esse projeto jogado por cima de pais e alunos dessa maeira
grosseira sem debate e sem convencimento previo. Alunos de jardim da infancia ao ultimo ano do curso médio estudam juntos no Colegio Dante Aliguieri, um dos melhores de São Paulo, sem qualquer problema há cem anos. Porque precisa haver essa divisão, não ficou claro qual a vantagem pedagogica ou como uma simples redivisão de classes torna dispensavel 90 escolas.
Se não dá para saber por falta de maiores explicações, há uma pista segura de que é um projeto ruim. A ex-Secretaria da Educação de Mario Covas, Rose Neubauer defendeu esse projeto em artigo publicado na FOLHA há duas semanas. Se ela defendeu é porque o prjeto é ruim e autoritario, essa Secretaria destruiu o sistema de ensino oficial do Estado de S.Paulo ,
criou a aprovação automatica que liquidou com a autoridade do professor na sala de aula, hoje o aluno não teme mais a repetição e entãoo professor tornou-se figura menor, pode até apanhar do aluno e apanha mesmo com frequencia.
È impressionante o estrago que os tucanos fizeram com a educação paulista, até o Governo Quercia era excelente, os Ginasios do Estado eram rigorosissimos, ensino de alta qualidade, dificil de entrar e de sair diplomado, depois da gestão Covas tudo desmoronou e continuam errando, veio a aprovação automatica que é corrosiva, Covas fechou o Baneser que dava segurança nas escolas com a guarda escolar uniformizada, a partir dai começou o vandalismo e a infiltração de escolas por traficantes, a qualidade do ensino hoje é muito abaixo das escolas municipais, um desastre atrás do outro.
Flavio Martins e Nascimento
23 de novembro de 2015 9:26 pmÉ fato, André. Fui aluno no
É fato, André. Fui aluno no ensino médio – antigo colegial – do Fernão Dias Pais e o famoso ‘vestibulinho’ para entrar lá era duro. Boa estrutura, bons professores – nosso professor de educação física era ninguém menos que Nuno Cobra! -, um curso colegial de muito bom nível; de lá fui para universidade pública. Bons tempos aqueles!
Frederico69
23 de novembro de 2015 7:28 pmdesconfio que os juizes estão querendo aumento,
só isso pode explicar um juiz votando contra o governador. não é o costume….